verdader a casa). Sobr e un nniíieco d i bujado al d í a siguienlc, señaló q u e las m a n o s estaban m u y bien hechas, con d e d o s y lodo. A los 6 aílos y 9 meses, después de h a b e r he c h o tres d ib u j os del natural
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■ I iI IG. 8 4 . kl J j i i o n d ib u ja d o en las fig m aj ( i i c c c d e n te s , j<.Kún u n i fo to g r af i* .
d e u n j a r ro de flores, escribió debajo de su firma: “ c! tercero es el m á s b o n i t o ” (es decir, el más parecido), p o r q u e t e n í a la p e q u e ña
EL REALISMO 99
base c u ad r a da q u e f altaba a los d o s p r e c e d e n t e s (figs. 81-83). A p r o p ó s i t o d e u n cisne d i buj a do a los 8 \¡7 a ñ o s (Tig. 7 1 ) , ella hizo n o t a r q u e la cola y las dos alas desplegadas e r a n bi en iguales, así c p m o el m o v i m i e n t o de la pat a r e m a n d o , p e r o q u e esta pata era d e m a s i a d o larga y el cuello m u y c o rl o . Est as apr eci aci ones, l o m a das a un m i s mo ni ño, d emu e s tr an q u e de u n e x t r e m o al o t ro de su actividad gráfica su c o nce pc i ón del d i b uj o está d o m i n a d a p o r el realismo.
54. - En general, la p r eoc upac i ón realista del nifio se co n f or ma c on p o co . La conci enci a q u e licnc de h a b e r b u s c a d o el parecido es s uf i ci ent e c o m o ' p a r a hacerle creer q u e lo h í f a l c a n z a d o , a u n q u e un ~obs~c^n'a^or'impárcia]jñq_lo consWc'rc’así TSu i nd ul genci a r espect o a
- sus~produccioncs~se ve asimismo f avor eci da p o r su a pt i tu d , m u y desarr ol l ada , para descubri r en sus t r a z a d o s p a r e c i d os r emo t o s e i m p e r c e p t i bl es a c ua l qui er o t r o y so b r e lo q u e v ol ver e mos al hablar de los d i buj os n o p r e m e di t a do s (§ 59). Ñ o o b s t a n t e , a veces el n i ñ o n o está c o n t e n t o de su trabajo. En ese caso recurre a una a t e n t a observación de la realidad para r e c o n o c e r y corrCEif~SU5 i mperfecci ones. Una p e que ña belga, de 7 anos, q u e a m a b a m u c ho a los caballos y los dibujaba c o n s t a n t e m e n t e , no estaba nunca
t o d o s c u a n t o s ~ t e n í a o c a s i ó n rlc__YCL. Un p e q u e ñ o californiano, d e s d e los 3 a n o s y 10 meses hasta los 4 y.si mes , co mp a r ab a sus m u ñ e c o s a su p r op i o cuerpo. Un d í a , tras h a b e r p u e st o en u n o de ellos u n br az o q u e le llegaba hasta el suel o, lo m i r ó des a p r ob á n d o l o ; luego, p o n ié nd os e de pie dejó colgar sus b r a z os a lo largo del c u e r p o y los m i r ó para c o m p r o b a r su l o n gi t u d . Ent onces , dijo: “ L o s brazos n o son c o mo ésos, n o llegan h a s t a los pies” . Una p e quc f i a californiana, a los 2 anos y 4 meses, hi zo el dibuj o de una nina. De spués de haberl e puest o las m a n o s , se obser vó las suyas y n o p a r e c i en d o m u y c on t e n t a de su ob r a se a pr es ur ó a dibujar otra
cosa. •
5 5 . - Si el d i bu j o infantil es p o r esencia realista, no deben e nc on tr a r s e m u c h o s rasgos de las d o s t e nd e nc ia s o p u e s t a s al realis m o . es decir, el e sq u e ma t i s mo v el idealismo. Y esto, en efecto, es lo fluc se p r od u c e . En lo o u e r espe ct a al e s q ue ma t i s m o , suele e n t e n d e r s e q u e es u n a simplificación d'cl o b j e t o reprcsentad.CLflü¿.
')0
EL
DIUUJO INFANTIL■: traduce p o r u ñ a r e d u c c i ó n del n ú m e r o de los detalles repr oduci - los y una ejecución s u ma r ia de los detalles conservados. Es e x a c t o
1 uc un buen n ú m e r o de d ib u j o s infantiles pr esent an de licclio esos nractcres, pe r o no e s t a m o s de a cue r do con los a ut o r e s q u e consi- Icran que sq trata de u n e s q u e m a t i s m o deseado. En principio, onvicnc r e ma r c ar q u e a pesar del c ui da do q u e el ni ño p o n e en * •.cncral en Sus d i buj os ( § 3), p u e d e suceder q u e p o r r a z o n e s ^ ,
liversas le salga . u n a cosa c h a p u c e r a , - q u e - a -veccs. él _mism.o se iprcsura a señalar c o m o “ h e c h o de prisa y c or r i e nd o " . Si en t r e ios •|¡bui o s ~quo~ c r ni no~hac c p o r su gusto se e n c u e n tran algu n o s de •:sos rechazados, l o-serán e n m a y o r n ú m e r o e n t r e los q u e le h a c e n hacer en clasc~y e nt r e los cuales se t o m a n mu e s t ra s p ara el e s t u d i o del díbuio infantil. Esos ejercicios escolares, a pesar del n o m b r e d e "dibujos Ubres” c on q u e se les de cor a , n o tienen par a el ni no el atractivo de los d i buj os p l e n a m e n t e e s p o n t á n e os y, p o r t a n t o, el cuidado en la ejecución se resent i rá f or z os a me nt e . Para los d i buj os espontáneos y cui da dos , el n ú m e r o de los q u e . present a n p o r la materialidad de su t r a z a d o u n ca r á c t er e s q u e m á t i c o va d i s m i n u y e n do a me di da q u e el ni ño avanza e n e d a d , y ese e s qu e ma ti s mo , sea cual fuere su nat ur al ez a í n t i m a , caracteriza s o l a me n t e u n p e r í o d o det ermi nado y no el d i bu j o infantil, en s u c o n j u n t o . A d e n t r á n d o nos iná’s’cn el e st udi o de es t e p e r í o d o ( c a p í t u l o y i l l ) , t r a t a r e m os de de mos t r a r q u e su e s q u e m a t i s m o a p a r e nt e n o es, a d eci r ve r dad, más que. un r ealismo f r u s t r a do , o b s t a cul i zado en su m a j i i f cs ta d ó i i por.d¡vcrso's~¡mpedfrñc7Ros~d1c ' a r d c u " m o t o r o ps í qui c o, de los q u e llega.progresivamente a t r i u n fa r y a que éstos sc.váii a t e n u a n d o p o r
sí solosiü ~~
. De todas maneras, e n algún m o m e n t o , incluso d u r a n t e esc p e ríodo, no se e n c ue nt r a en el d i b u j o infantil u n e s q u e ma t i s m o d e s e a do, es decir, u n p r o p ó s i t o d e l i b e r a do de d a r u n a r e pr esent aci ón n o exacta, sino simbólica del o b j e t o r epr es ent a do (29). P o r p a r te d e los diversos observadores, q u e ha n dirigido e s p eci al ment e su a t e n ción a esta b ú s q u e d a , n o se h a ^ e n c o n t r a do ningún ej empl o claro. Sin embargo, ha n p u e s t o d e relieve algunos raros d i buj os q u e el dibujante o p o n í a a los d i b u j o s ordinarios, a u n q u e las a mb i gu a s expresiones e mpl ea da s p o r el ni ño p o d í a n q u e r e r designar d i b uj o s juzgados c o m o p o c o c o n s e g u id o s o la at r i buc i ón p o s t e r io r d e u n a i nterpretación a u n t r az a d o e j e cu t a do con u n a i nt enci ón d if e re n t e o incluso a simples m a n c h a s accidentales.
56.'* El i dealismo, al igual q u e el e s q u e m a t i s m o , n o - t i e n e en el
EL REALISMO 101
d ibuio infantil más <iue u n nape! m u y d i f us or S u c ed e , a veces, q u e e l niflo di b u i a o bj e t o s i m a g i n a d o s o incluso iman'marios. p o r e j e m plo, u n paisaje e c ua t o r i a l cine él n o ha visto j amá s , escenas d e ley e n da s o d e hi st or i as q u e él i nvent a, p e r o esos d i b u j o s s o n realistas cu el s e n t i d o q u e q u i e r e n r e p r e s e n t a r los c a r a c t e r e s c f c c t i - va m e nl e p o s e í d o s p o r e sos o b j e t o s f icticios.\ El i de a l i s mo, p o r e l ~C(TiUr:irio. c o n sist¿~cri~dfrt a r~ vo lu n t arjauicjiteJa_Lcpresc.nilación d e c ar act er es e x t r a e o s al o b j e t o r e p r e s e n t a d o , c o n vistas a d a r l e , _ p o d r í a m o s decir, u n a n a t u r a l e z a más bella q u e ia s u y a p r o p i a , bi en añ ad i e n d o al d i b u i o r á se os s u p e r f i n o s o m o d if icantlo la f o r m a de los t r a zos c o r r e s p o n d i e n t e s a e l e m e n t o s reales ( f i g . 2 9 ) o, t a m b i é n ^ ” p o r el e m p l e o d e lo q u e h e m o s d a d o en l l a ma r el c o l o r i d o d e c o r a
tivo. -
N o m e está p e r m i t i d o c o n s i d e r a r esc i de a l i s mo c o m o e n t e r a m e n te e x t r a ñ o al d i b u j o i nf an t i l , y a q u e y o , p e r s o n a l m e n t e , lie e n c o n t r ado m a ni f e s t a c i o n e s i n e q u í v o c a s en los d i b u j o s d e m i hija. P o r e j e mp l o -, a los 6 a ñ o s , e n el d i b u j o de u n t re n , s u s t i t u y ó el faro úni co d e la l o c o m o t o r a p o r varios, q u e a d e m á s c o l o r e ó d e roj o “ p o r q u e así es t á m á s b o n i t o ” . A u n q u e c o m o n o lie e n c o n t r a d o n i n g un a m e n c i ó n a algo a n a l ó g o en ios t r a ba j os d e los o b s e r v a d o r e s más a t e n t o s d e la a c t i v i d a d gráfica i nfantil, n o m c ^ c o n s i d e r o c on d e r e c h o a gener a l i zar las c o n s t a t a c i o n e s h e c h a s s o b r e e s t e a s p e c t o ún i c o q u e , p o r o t r a p a r t e , p o d r í a ser e x c e p c i o n a l . De t o d a s m a n e ras, incl uso e n est a ni ña, el i de al i smo se ma ni f i e s t a s o l a m e n t e en un r e d u c i d o n ú m e r o d e d i b u j o s , y se r e ú n e c o n el r e a li s m o p o r tr ansi ci ones c o n t i n u a s ; los rasgos c o n s i d e r a d o s c o m o s . mples a d o r nos del d i b u j o de r i va n d e o r n a m e n t o s reales d el o b j e t o r e p r e s e n t a - _.d.o,.unas-vcccs p o r - o l v i d o . d c . s u s i gni fi caci ón p r i mi t iv a ( § 2 5 ) , y en . __o t r a s _ c n . . v ¡ r t u d - d c - l a - c o n f u s ¡ ó n r_ f r e c u c n l e . . e n el n i ñ o , e n t r e la
^ r e p r e s e n t a d o : 1., del o b j e t o .y. el o b j e t o mi smo. ( § 16). En r e s u m e n : * de a c u e r d o c o n el e s t a d o a c t u a l d e la d o c u m e n t a c i ó n, q u e segura- mci i t c ob s e rv a c i o n e s má s p r o f u n d a s n o ser i an cnpnccs d e t r a n s l or - ma r , el i dealismo, c o m o el e s q u e m a t i s m o , o c u p a u n lugar m í n i m o en el c o n j u n t o del d i b u j o infant i l , o u c en def i ni t i va t i e n e c o m o c ar ac t er ís t ic a esencial el re a l i s mo ( 3 0).
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C apít ulo VII
P RI M ER A F A S E : E L R E A L I S M O F O R T U I T O
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5 7 . -_El dibuio inranlil no PcrniaiicceJ d cnlicQ a-sf.misimj.dcsdc-
el pri nci pi o al Fin. Debemos, pue^, (ralar de h a ce r resallar el
c a r á c t er distintivo de sus fases sucesivas. Si. c o m o liemos dicho, es de p u n t a a cabo esenci al ment e realista, cada u n a de sus fases estará • caracterizada p o r ' u n m o d o especial de real i smo . .
Un di bui o es un c o n j u n t o de trazos c u v a e j ecución h a sido d e t e r m i n a da por l.i i nt enci ón de repr esent ar u n o b i c t o real, liávase o b t e n i d o o no el par ec i do b us c a do ( 3 1 ) . ' Es t a c o ncepci ón de! d i bu j o n o es exclusiva del adul t o, es t a m b i é n la del niño desde m u y t emp r an a edad, p o r t é r mi no medi o, hacia los 3 años, y va desarrollándose d m e d i d a q u e el di buj ant e, al avanzar en edad, es cada vez más capaz de triunfar sobre los o b s tá cu l o s q ue se o p o n e n a la mani fest aci ón de su t endencia realista. Pero, si esta c o nce pc i ón del di buj o es e s p o n t á n e a en el niño, en el s en t id o d e q u e l a’" a dq u i e r e p o r sí m i s m o , n o es sin e mb a r go primitiva, sino que está pr e cedi da p o r otra q u e va mos a ver en q u é consiste, c ó mo llega el niHo a ella, p o r q u é el se aplica d u r a nt e u n ci er to t i e mp o u p o r q ué pr oc e s o deja lugar a la c o nc epci ón del d i b u j o p r o p i a me n t e dicho.
'ji'j El dibujo, al principio para el niño, no es un t r az a d o ej ecut ado para hacer una imanen, sino un t razado l i e r h n si mplemente. p n r t razar ravas. H acer un t r az ado es e jec u t a r u n a serie fie m o vi mi e n t os de la ma n o , la que provista de accesorios v a r i a d o s, rirjn-iinns t r azos vi s i bl cs en un s op o r te tal c o m o una hoja de papel, en la q u e a n t e s no había nada. El niño puede licuar p o r sí m i s mo a la idea de t razar v a la i ntención de hacerlo, I.os m o v i m i e n t o s rie la m a n n se e xplican, c o m o cualquiera de los que hace el ni ño, sin q u e r e s p o n d a n a ninguna utilidad.'1 Son, en principio, el si mpl e e f e c t o del
101 liL DIBUJO INFANTIL
consumo e s p o n t á n e o de una supe r ab u n d a n c i a de e ne r gí a n e u r o - muscular. y el ej e r c i d o tic esta ar.t¡vidad-v;i_:n-.ompaílada-dc—m u . p laccr q u e invita al n i ñ o a reanudarla. P o r o t r a pa r t e , el n i d o lo pasearlos sin i n t e nc ió n sobre u n ;i superficie clara d eian r ast ros, c. incluso, p r e s c i ndi e ndo ele los objétos. los d e d o s del niño, n o s i e m pre limpios, dejan t a m b i é n sus l ui dl as . Una vez h e d í a s esas m a r ca s , el nirto ¡as ve y se d a c u e n t a de q u e es él el a u t o r , fcsta o b r a in v o hm t aria p o d r á p ar ec e r insignificante a un a d u l t o , c u a n d o n o molesta o sucia, p e r o para un niño, acuel l o es el P r o d u c t o de su actividatj, u n a ma n i fe s t a c i ón de su personal i dad, u n a c r e a c i ó n . La consciencia eme así t o m a de poseer un pQdcr' . crcador le r eal za e n su propia e stima y es u n a fu e n t e de placer q u e t r at a de r e n o var volviendo a e m p e z a r sus trazado«; q n r., f n r lu i los e n - ppjnc i p w r - s c — van t rqqando en i nt encionales. Por las p a r ed e s de las calles p u e d e n observarse t r a zados h e c ho s con lápiz, liza, c a r b ó n , i nci si ones c o n puntas de clavos, etc., q u e no son más q u e p r u e b a s m a t e r i a l e s de la presenpia de su a u t o r , especies de firmas instintivas. Un p e q u e ñ o californiano, en los ú l t i mo s meses de su t e r c er a n o , c u a n d o se le daba u p papel y lápiz., ?i veces trazaba al gunas rayas, p e r o 1c ent re t e ní a más h a c e r a gujeros en el papel c on la p u n t a del lápiz.
58. - Un niilo c o m p l e t a m e n t e aislado p o d r í a , pues, p o r s í s o l o , llegar* a la i nt enc i ón de ha cer trazados. Per o, de h e c h o y e n la ma yor í a de los casos, lo hace por i mi t aci ón d.c los a d u l t o s . Ve. a sus padres o a o t r a s pe r s ona s mayores di buj ar , escr i bi r y de u n a ma nc7a u o t r a llevar a c a b o una actividad m a n u a l q ue deja Huella. y al c o m p r o b a r e s to en los demás, él t r at a d e i m i t a r l o s . S e r í a superfluo insistir en el papel q u e tiene la i m i t a c i ó n e n la vida del nirto, per o ; p o r q u é imita? til “ i nstinto d e i m i t a c i ó n " es nn nombre, no u n a expl i cac i ón. Co n v e n g a mo s en p r i n c ip i o q u e el niño imita act i vi dades del a d u l t o de las cuales él ignora a m e n u d o > el objetivo y q u e , a de má s, no tienen n i n g u n a utilidad, p ar a él. N o i mita para ha cer lo q u e hace otra persona, sino par a h a c e r c o m o ella, vn q u e la i mi t a c i ó n no es un medi o si no un fin. ; D c d ó n d e vierte e s t o ? € o n fr e c ue nc i a se olvida q u e n o es s uf i c i e n t e c o n q u e r e r i mitar par a c o n s e gu i r el éxito. La vista de u n m o v i m i e n t o cualquiera e je c u t a d o p o r o t r o no da al q u e la ve i n d i ca c i ón al guna sobre la ma ne ra c ó m o d e b e hacer para e je c u t a rl o p o r s í m i s m o , y
IiL RliALISMO FORTUITO 105
sólo en casos e x c e pc i o n a l e s se consi gue a la pr i me r a . C a da u n o de est os i n t e n t o s fallidos es p a r a él u n a prueba- de i n f e i i o r i d a d y, p o r e l c o n t r a rio, c u a n d o llega a consegui rl o se si ent e igual al q ue él imita. L a i mi t a ci ón en el n i ñ o es, según cr eemos, u n a e speci e de d e p o r t e ; él ¡mita e s p e c i a l m e n t e para d a r a los d e m á s , c u a n d o se pr esen!^ |a ocasión, la p r u e b a de q u e es tan “ c a p a z ” c o m o ellos.
tln r e s u me n, el niflo e mp i e z a a t r azar rayas p o r q u e su e j e c u c i ó n__ le p r o c q ra la c o n s t a t a c i ó n llena de e n c a n t o de p o s e e r u n p o d e r c reador, q u e lo iguala a los m a yores.
59. - A u n q u e , a h o r a se pl a nt e a nn nuevo p r o b l e m a — E n _ s ¿ c - m o m e n t o de su vida en q u e e n c u e n t r a pl acer en t r a z a r l í n e a s , q u e so l a m e n t e h a visto si no q u e ha m i r a d o las i má ge ne s (los s a n t os) d e _ lQsJib-r9S._.rcv.istas..o cat á l ogos, v r e c on oc e lo q u e r e p r e s e n t a n . a l~ m e n o s las más si mpl es d e esas i mágenes; sabe, p o r t a n t o , q u e h a y . t r a z a d o s q u e se p ar e c e n a algo,. Ad e má s, u n c i e r t o n ú m e r o d e n u l o s ha visto d i buj a r d e l a n t e d e ellos o incluso par a ellos, o t r o s h a n sido e j e c u t a d o s a p e t i c i ó n e x p r e s a de ellos mi si nos y lian p o d i d o ver q u e el t r a z a do h e c h o d e su sol icitud, un mu f í c c o , p o r e j e m p l o , r e p r e s e n t a ba e f e c t i v a m e n t e u n m u ñ e c o . Por c o n s i g ui e n t e , al m e n o s e st os n i ñ os ha n c o m p r o b a d o q u e el a d u l t o posee el f r ode r d e t r a z ar no so l a i ner.te u no s rasgos c ual qui er a, sino t a m b i é n d i b u j o s p r o pja- m e n t e di chos, lo q u e p a r a a brevi ar y o l l amar í a la f a cu l t a d gráfica. A p a r t i r d e esc m o m e n t o , la t e nd e nc i a a ¡a i m i t a c i ó n ¡e d e b e i m p u l s a r a t razar n o sólo ravas. c o m o h e m o s v i sto q u e liacc. s i no- a li.a c c r v e r d a d e r o s d i b u j o s . De t odas ma ne r a s , v a pe s a r d e h a b e r visto h a ce r d ib u j o s a los d e má s , él c o n t i n ú a d u r a n t e u n c i e r to t i e m p o , t odaví a, t r a z a n d o simples rayas sin i n t e n c i ó n figurada.
li s t o se d e b e a q u e en este p e r í o d o el niño, a p e s a r d e c o m p r o b a r la exist enci a e n los d e más de la f acul t ad gráfica, n o c o n c i b e q u e él la p u e d a p o s e e r . El p o d e r de p r o d u c i r la i ma ge n d e un o b i e t o s i m p l e m e n te, d e sl i z a nd o el lápiz s o b r e el na p c l . es decir. seg ú n .la c o n c e p c i ó n infant i l , u n o b i e t o más o m e n o s real ( 5 16) e s. si n o s p a r a m o s a r ef l e x i o n a r , algo mi l agr oso y es n a t u r a l q u e el n i ñ o e mp i e c e p o r j uzgarse incapaz. Va q u e para él a q u e l l o p e r t e n e ce a la esfera de los privilegios de las per sonas m a y o r e s . Es i nc luso p osi bl e q u e ni s u e ñ e c o n i mi t ar al a d u l t o en é st o, ya q u e está c o n v e n c i d o de qm: su t ent a t i va está a b oc a d a al fracaso. De. h e c ho ,
t odavía nadie lia sacado ningún ejemplo de u n n i ñ o b u s c a n d o por “ s í mi smo ha cer r ep r es e n t a r algo a las rayas q u e traza en esa época.
For lo demás, aquellos e n t r e los cuales las p et i ci ones c inci t aci ones de las personas en su e n t o r n o c onducen a ' i n t c n t a r l o se ven obl i ga dos, tras la experiencia', a reconoc er su i mpot enci a. Un psi cól ogo amer i ca no solicitó múl t i pl es yecos a su liijita, d u r a n t e los 6 ú l t i mo s meses de su segundo afio y los 3 p rimeros d c‘ su t ercero, q u e le hiciese dibujos p r o p i a m e n t e dichos: " T r as diversas t e ntativas, e x plica él, su cara expr e sa ba un disgusto c o m o el del ni ño q u e hace en va no esfuerzos p o r hablar. Tr as haber h e c h o un d i buj o, mi hija bajó la cabeza y t e n d i é n d o m e el lápiz dijo: ‘Papá, ha z u n h o m b r e ’. ; Co n ello parecí a indicar q u e esperaba más de mi h abi l i da d q u e de
la su y a ” . . '•
El niño, en virtud de su imaginación rica a la p a r q u e d e s o r d e n a da, tipne una a pt i t ud para r e mar car parecidos, a veces e x t r a o r d i n a - . * ri a me nt e lejanos, i mpe r c ept i bl es a cualquiera q u e n o ' s e a él y .que
se le escaparán en el m o m e n t o siguiente. $i n o los per ci be e n sus • t r azados tal c o m o los percibe en los dibujos de los de má s o en las imágenes c incluso en los accidentes naturales, es q u e está per sua- d ido de eme es incapaz de hacerlo y por consi gui ent e n o pu e d e t enerlo. Y así, d u r a nt e un t i e mno más o m e no s lanzo, se dedi c a a trazar ravas si mp l e me n t e ñ or el nlaccr de t razarl as. La p r u e b a es . que, después de haberlas ejec ut ado, no da ni nguna i nt e r pr e t a ci ón , c u a nd o p o s t er io rme nt e las dar á a trazados a b s o l u t a m e n t e irr e cono- cibles en su materialidad. Incluso, no se consigue q u e d e n una in l c rp r r l n r ió n n su tr azado, a pesar de pregunt arl e s qué r e p r e s e n tan. " N a d a " , r e s p o ndi ó una pequeña californiana de 3 anos. Un p e qu e ñ o francés, de la mi sma edad, en diversas ocasiones d i o esta respuesta equivalente: " Esto r epresenta u n d i b u j o " . ...
60. - P e r o , llega un dí a en que él e n c u e n t r a una anal ogí a de aspect o más o m e n o s vago entre uno de sus t razados y algún o bj et o real, y es e n t o n c es c ua n d o considera al t ra z a do c o m o una representación del oljjeto y enuncia la i nt er pr et a ci ón q u e le d a : rat ón, para una p e qu e ña californiana de 2 míos 5 meses; p araguas, para u n a pe que ña hol andesa d e la misma e d a d ; pájaro, p a r a u n a __niña italiana de 2 1/2 a ños (fig. 70); m o l i n o de .viento, p a r a un
p e q u e ñ o francés de 3 a ños y 3 meses; " u n pe r r o grande c o n u n a cola m u y gra nde", para un p e qu e ñ o belga, de 3 1/2 años. V
c l U I U U J U I N i ' A N I J L
i
Según la observación di re c t a de varios niños, c o r r o b o r a da p o r el te s t i mo n i o d e a du l t o s e v o c a n d o sus r ec ue r d o s d e i nfancia, el n i ñ o , al c o m p r o b a r que p o r p r ime r a vez ha p r o d u c i d o ' u ñ á i magen, si ent e una i ntensa alegría. ■ .
A u n q u e di cha alegría n o d ur a m u c h o . C o m o q u e e l . p a r e c i d o con el t r a z a do se lia p r o d u c i d o de ma ne ra f or tu i t a, según la per cepci ón del ni ño, v esta feliz casualidad n n se repi t e i n m e d i a t a - - m e n t e , aquél se da c u e n t a de q d c aftn n n r<: ^apnz de. Imrp.r.im— trazaclo q u e se parezca algo, si n o es p o r c a s u a l id a d .-Y. así c o n t i núa. d u r a n t e más o m e n o s t i e mp o , lmrirnrln.-tr.iz^dn.<^qur-J.nn-<;nn.. seguidos de una i nt er pr et ac i ón figurada, ni con m a v o r razón p r o voc a dos p o r una i n t e n c i ó n repr ese nt at i va ( 3 2).
A u n q u e ent r e esos t r a z a dos se p r o d u c e n d e nu e v o y de ticmp'o en t i e m p o pareci dos acci dent al es, q u e el n i ño hace r e m a r c ar y
tanto más c u a nt o q u e - a h o r a él espera yerlos produci r se, al m e n o s
p o r casualidad y, según e x p r es i ón de u n psi cól ogo e v o c a n d o sus r e c ue r d o s d e infancia, “ p o r u n a especie de magi a” . De esta m a n e r a llega a c o n c e b i r q u e sus .trazados p u e d e n , n o s ol a m e n t e a t í t u l o e x c e pc i o na l , sino de u n a m a n e r a c o n s t a n t e parecerse a aleo.
6 1 . - De a h í q u e el ni ñ o se vea i nd u c i d o a aplicar una i n t e r p r e t a ción a cadn u n o d e sus t r a z a d os. E s t a está d e t e r m i n a d a p o r los m i s m o s f actores general es q u e h e m o s i n d i c a d o ’y a ( c a p í t u l o 11), pa r e c i do global o d e tal o cual p a rt e del t r a z a do e influencia de las ci r cunstancias exteriores. P o r el m o m e n t o , esta i nt er p r e t a ci ó n es ex t r a or d i n a r i am e nt e f lo t a n t e , p o r únn d o b l e razón. P o r u n ladri; está privada del a p o y o q u e má s tarde le p r op or c i o n a r á el r ec u e r d o de la int enci ón, t o d a vez q u e el t ra z a do ha sido e j e c u t ad o sin i n t e nc ió n representativa. P o r el o t r o , c o m o q u e el tr azado en su ma t er i al i dad no se p a r c c c ' ;má s a u n a cosa q u e a otra, el niño d e c i d i d o u enco n t r a r l e u n a significación p o d r á ver la r e p re se nt a ción, p oc o más o m e n o s , de cua l qui e r obj et o. La i nt er pr et ac i ón consiste en aplicar al t r a z a do el n o m b r e de una cosa, de la q ue el n i ño lleva la idea en su m e n t e en ese m o m e n t o , . p o r u na razón cualquiera, por lo q u e sucede c on f re c u en cia q u e un.mismo_traz.a-- d o reciba suce si vament e diversas intr.rprr.tarinncs, l odas- di l cxcnl c s; p o r ej e mpl o, entre u n o s ni ño s belgas, de 3 a 3 1/2 años, Un p e r r o y “ u n o s h om b r e s m a l o s " , u n a m e c e d o r a y u n a "cama, u n o s b a l cones : y peces dent ro, del agua, “ m u c h o s s ol da d o s ” y c o r de r os en una
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108 E L D I Ü U J O I N F A N T I L
pradera; cu un pequerto francés, de 3 artos y 8 meses, u n a m es a y
u n avión. . • ■ ■ . • ■ . *,• . r
l ' t ... ' • . I •»* 62. - En este m o m e n t o el nido no está t oda ví a e n posesión d e ja faculta^! gráfica. Es va cnoaz. de p r o d u c i r de m a n e r a no esporádica. sino c o n t a n t e , t razados q u e al Inenos a sus ojos se parecen a aleo. j ?ero hasta a n u í no lia h ec h o toijavía ningún d i b u j o cuya i nt en c i ó n haya sido pr ecedi da y provocada p o r la i nt e nc i ón de figurar un u b i e t o d e te rmi n a do . El paso /i"- la p r o d u c c i ó n de imágenes invo luntarias a la ejecución de imágenes p r e me d i t ad a s , se liace a través de dibujps en pa r te i nvoluntarios y en pa r t e d eliberados.
1;1 parecido f or t ui t o ent ro el t ra z a do y el oUicto del q u e el n irto le aplica el n o m b r e es de lo más grosero, y el niflo. al m i s m o tiempQ que lo percibe, re c onoc e la i mpe r f e c ci ón. Se e nc u e n t r a e n t onces c o n d u c i d o , de m a n e r a na t ur a l , a p r e t e n d e r hacer má s ■ p a recida la i m a ge n - q u e acaba de di buj ar . U n pequerto ingles, d e \ 2 1/2 ártos, después de h a b e r r e c o n o c i d o “ c o n u n r a pt o de a l e g r í a " : un a h u ma r e da en u n a l í ne a espiral q u e a c a b a b a de trazar, se apr e s ur ó a añadi r una s cua nt a s más. Un a p e qu e ñ a italiana, d e 2 1/2 artos, que vio u n páj aro en u;i t r a z a d o q u e ac a ba ba de hacer , le aña.dió dos p e q u e ñ o s trazos verticales p a r a hacerle las pat as (fig. 70). Una p e q u e ñ a belga, de 3 años, c o m p l e t ó un t razado q u e i n t er pr et ó c o m o una j a u l a c on un p u n t o f i gu r a n d o el gorr ión q u e c on t e n í a . Un p e q u e ñ o francés, de 3 1/2 a ñ os , tras ha b e r i n t e r pr et ad o uno de sus d i buj os c o m o u n páj aro, le aña di ó el pico, u n ojo y patas; seis semanas después, c o m p l e t ó c o n u n ojo u n t r a z a do en el q u e vio u n oso.
Limi t ándose la a c e n t u a c i ó n del pa r e c i do, en los casos de este género, a algunas adiciones m u y simples, el r e su l t a do o b t e n i d o es a grandes rasgos satisfactorio. El niño p u e d e p u e s atribuirse l e g í t i ma me n t e la facultad de a c e n t u a r v o l un t a r i a m e n t e u n par ecido f o r t u i to. Renueva, c a d a vez c o n m a y o r i nt e nc i ona l i da d, el ejercicio, y el é x i t o de esas t ent at i vas repetidas le c o n f i r m a la conciencia d e •
poseerla. • ' •••
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63. - La ej ecución de figuras en las q u e el p a r e c i d o . f n r l u i l m c s __ iiun¿liiLanu;dtc^R.cjXQ.c.cioj}ad5_¡atc.ncÍQiia!ui_cnLc„conipxcndc_d.os_. m o ment os. En el s e g u n d o , el parecido c o / n p l c m c n t a r i o es delibera- do:. p o r ej e m p l o , coyr c sppndp a u n p r o p ó s i t o de l i bera do q u e el
n i ñ o - a ñ a d a unas p a t a s a lo q u e él c o n s i d e ra q u e es u n a n i m a l . A u n q u e e n el primer- m o m e n t o , el p a r e c i d o inicial n o . h a s i d o p r o d u c i d o e xp r e s a m e n t e . P o r t a n t o , la finura en su c o n h n i t ii-n o. es u n ilibujo p r o p i a m e n t e d i c h o , al e st a r éste c a r a c t e r i z a d o p o r l a in t e n c i ó n previa de p r o d u c i r u n a imagen y n o s o l a m e n t e la i magen. , de u n o b i c t o cual qui era, sino do u n o b j e t o d e t e r m i n a d o ; v . c l . ni tl o . no t i ene d er ec h o a ún de at ri bui r s e la f a c u l t a d gráfica total.. D c todas m a n e r a s y c o m o el p a r e c i d o inicial, a u n q u e i n v o l u n t a r i o , n o deja d o ser obr a s uy a al igual q u e el p a r e ci d o c o m p l e m e n t a r i o p r e m e d i t a d o , él puede, f i gurarl e q u e es c a p a z d e p r o d u c i r v o l u n t a r i a m e n t e t an t o la p r i m e r a c o m o la s eg u n d a , o, al m e n o s , p l a n t e a r s e c i n t e n t a r si será capaz. La e xp e r i e n c i a p o d r á s e r u n é x i t o o no, p e r o n o p u e d e lograrse sin i n t e n t a r l o y el n i ñ o n o lo i n t e n t a r í a si no con s i de r as e c o m o posi bl e el éx i t o .
El logro de su t e n t a t i v a está f a v o r ec i d a, p o r o t r o l a d o , p o r las c i r c uns t a nc i a s . C o m o c o n s e c u e nc i a d e la t e n d e n c i a q u e h e m o s l l a m a d o a u t o m a t i s m o gráfico i n m e d i a t o ( § 12), c u a n d o el i n t e n t a h a c e r u n di buj o p r e m e d i t a d o , es n o r m a l m e n t e p a r a f i gu r a r el m i s m o o b j e t o q u e a c a b a d e r e p r e s e n t a r sin q u e r e r l o . Y así, e n d o s o c a s i o n e s s eparadas p o r u n int er val o d e 10 d í a s, u n p e q u e ñ o d e 3 a ñ o s y 8 meses, tras h a b e r t r a z a d o u n a l í n ea curva, q u e i n t e r p r e t ó c o m o u n arco d e c r o q u e t , d i b u j ó i n m e d i a t a m e n t e d e s p u é s u n a r c o d e c r o q u e t d e l i b e r a d a m e n t e . Al s er e j e c u t a d o s los d o s t r a z a