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sak alakuka e kibaskitar o III III ki II o III IIII

CUESTIONES GENERALES SOBRE LA LENGUA IBÉRICA.

B) sak alakuka e kibaskitar o III III ki II o III IIII

ki I ki II a III III

Esto sin d ud a favo rece su int erp retació n como su fij o relaci onado con el em ento s co ntables, p ero a l a ho ra de con cretar s urgen div ergenci as . As í, s e ha int erp retado com o marca d e p ro ced en ci a, o com o abl ativ o d e ori gen, como d eud or o d esti n at ari o (lo q ue eq uiv ald rí a a un dati vo co n v al or d e obj eto ind irecto, o a un al ati vo o p rolati vo ), e

108 R o d r í g u e z R a mo s ( 2 0 0 2 d , p p . 1 1 3 -1 3 2 ) . S o b r e s u v a l o r p o s e s i v o , v é a s e t a mb i é n L . S i l g o ( 2 0 0 0 ) . 109 C f. G o r r o c h a t e g u i y L a k a r r a ( 1 9 9 6 ) . 110 C f. D e H o z ( 2 0 0 2 ) . 111 P a r a má s d e t a l l e s , c f. E . O r d u ñ a ( e n p r e n s a , p p . 7 5 -7 8 ) . 112 T a n t o e s t e s u fi j o c o mo o t r o s q u e v e r e mo s a c o n t i n u a c i ó n ( - i - k e , - i - k u , - i - t e ) , y o t r o s q u e n o a n a l i z a mo s a q u í , e s fr e c u e n t e q u e a p a r e z c a n p r e c e d i d o s d e l e l e me n t o – i - , s i n q u e s e p a mo s s i é s t e s e d e b a a r a z o n e s fo n é t i c a s , mo r fo l ó g i c a s u o t r a s .

incl uso como m arca d e ergativo (lo qu e lo equip ararí a al v asco , co n el “act ual ” su fijo -k) o agent e.

Otro h echo qu e merece d est acars e es el qu e rel acio na est e sufij o con lo s q u e ap arecen en los t ex tos en alfab eto greco -ib éri co. En ell os en con tramo s u n s ufijo –k e ( y –g e): iŕ -ike, naltin -g e; p ero otros qu e ap arecen como –k ( y –g):113 l egu śśśśegi -k, śśśśal ir-g. Po r ello se ha pro pu esto que el s ufi jo –i-k a equiv al ga en alfabet o greco -ib éri co a –k ó –g , o, co n otras p alabras , q ue en los semisil ab ario s ib éricos l a termi nació n con el silabo grama <k a>, al m eno s cu and o actúa com o s ufij o, repres ent e en reali dad u na cons on ante o clusi va con vo cal m ud a (no p ron un ciad a).114

- -(i )k e: S e t rata t ambi én d e u n su fij o d e frecu ent e ap arició n, aun qu e n o t anto tras el em ento s on om ásti cos como t ras ot ro s segm en tos: kule śśśśbuŕ-k e, i ŕ-i ke, uske-ik e, naltin -g e, et c. Tam bién en o casion es va preced ido del el em ento –k (i )-: b aites -ki -ke. E i ncl uso pu ed e fun ci on ar, al parecer, co mo i nfi jo: o to -k e-il ti ŕ.

Sobre s u v alo r, s e ha esp ecul ad o qu e se t rate de un d ati vo,115 aun qu e t ambi én s e h a pl an tead o l a p osib i lidad d e qu e s ea u na vari ant e, al men os d ial ect al, d e –(i )ka. Po r o tra part e, J . de Hoz h a vu elt o a pl ant ear la posi bilid ad d e qu e s e trat e d e u n fo rmad or d e étn icos o un el em ento pluraliz ad or.116

- -(i )ku: Est e su fij o , aunq ue no es mu y frecu ent e t ras el em ent os onom ásti co s, sí aparece t ras ot ro t ipo de el em ento s: aiu nortin-iku , ata ŕe śśśśaŕ-ku, bo rar-iku, us ek eŕte-ku. J . Rodrí gu ez R amos 117 ha plantead o l a pos ib ilidad de qu e, cu and o ap arece en el si gn ario meridio nal, s ea un a vari ant e d e – te ori en tal, po r lo q ue t end ría un v alo r próx imo al abl ativ o de o ri gen (o bi en p atrón imi co o gen itiv o -lo cativo ). Por s u p arte, J . Un termann118 cree qu e, con u n v alo r cercano , tend ría val or d e lo cativ o o d e p ro ced en ci a, sob re tod o al ap arecer co n su pu esto s nomb res d e lu gar.

- -(i )te: Este su fij o es tambi én d e lo s m ás recurrent es en l a l en gu a ibéri ca. Aparece s ufijan do t ant o a el em entos o nom ásti co s co mo de ot ro tipo: a launil tiŕ-te, b anki-te, bo rs -te, iub eba ŕe-te, likin e-te, śśśśalaiaŕki s- te, etc. Tambi én es frecu en te an te el segm ento -ŕok-, s obre t odo preced ido d e bi -, p ero es posi ble qu e en al gu nos d e esto s cas os no s en con tremo s con un el em ent o “(b )i teŕ” (en alt ernancia con “(b )i ti ŕ”)119

113 R e c o r d e mo s q u e e n e l a l f a b e t o g r e c o -i b é r i c o s í s e p u e d e n ma r c a r l a s o c l u s i v a s f i n a l e s . 114 P a r a l o r e l a c i o n a d o c o n e l s u fi j o – i - k a , s u s p o s i b l e s v a l o r e s y r e p r e s e n t a c i o n e s , c o n s i d e r a mo s mu y i l u s t r a t i v a l a c o n s u l t a , c o m o o b r a a c t u a l i z a d a , d e E . O r d u ñ a ( e n p r e n s a , p p . , s o b r e t o d o , 4 9 -5 4 , 6 5 - 6 8 y 2 2 2 -2 2 6 ) . 115 C f. R o d r í g u e z R a mo s ( 2 0 0 2 d ) . 116 C f. d e H o z ( 2 0 0 2 ) . S o b r e é s t e v a l o r v é a s e t a mb i é n , i n fr a , e l a p a r t a d o d e d i c a d o a – ( e ) s k e n . 117 R o d r í g u e z R a mo s ( 2 0 0 2 d ) . 118 U n t e r ma n n ( 2 0 0 1 ) . 119 E n e s t o s c a s o s p o d r í a e n t e n d e r s e l a b - i n i c i a l c o mo u n e l e me n t o p r e f i j a l .

com o p recompo n ent e d e un a raíz o lex em a, o m orfem a, –ok-: 120 ]tinb a śśśśteeŕok e, biteŕokan , śśśśalai aŕki steŕokan, b asbi teŕok eti ne, et c.

Tam bién ap arece at esti gu ado ant e el el em ent o “ekia r”, ocasio n alm ent e co n la posi bl e con tracció n d e las d os “es ”, si es q ue n o ha y q ue ent en der el s ufi jo – te com o –t, co n v ocal mud a: bilosa ŕk ertekia r, kaŕesi rteekia r, k ekebesteekia rte, un skel teki a r, ebi ŕteekia r. Est e elem ento “eki ar”, como v eremos en el ap art ado ded icad o al léx ico, h a s ido consi d erad o como verb o, o sust ant ivo verb al, con el s enti do d e “h acer” u “ob ra”, o simi lar.

Un a ci rcun st an cia añ adi da gu arda rel aci ó n co n l a rep res ent aci ón d e est e s ufij o en el alfabet o greco-i béri co, pu es en éste enco ntram os termin acion es –t ( y –d), como en boi

śśśś

tingi

śśśś

did, gai biga it , iŕis er et,

tebin d. An te esto es posib le q ue en los s emisilab ari os ib éri cos el s ufijo –

te rep resent e en real idad (au nqu e n o ti en e po r q ué ser si em pre así, p u es es posi ble qu e nos enco ntrem os ant e dos sufijos , u no co n vo cal pl en a y otro s in vo cal ) el fo nem a sim ple /t / (p uede comp arars e en est e sentid o el greco-ib éri co g aibig ait con el t érmin o en es critu ra ori en tal k aitiuka ite), de forma sim ilar a l o q ue hem os ex pu es to co n resp ecto al s ilab o gram a <ka > p ara repres en t ar / k/. No o bst ant e, los d atos de qu e di s pon emos no son to d aví a con clu yent es, y, co mo h em o s di cho , es mu y po si ble qu e no s en con tremo s con un dobl e s ufijo.

Fin alm en te, con res pecto a su val or, aunqu e s e h an p ostu lad o varios , l a m a yo ría d e l os est udio sos coin cid e en qu e tend ría uno cercan o al abl ati vo (con vari ant es co mo dati vo o lo cativ o) o agent e. Recient ement e, a p arti r d e u na nu ev a l ectura d e un a mo neda de S agunto (A.33 ): a ŕsbiki s-te-ekia r, J . Vel aza121 cree pos ibl e con fi rmar qu e el val or d el su fij o sea el de agent e (lo q u e no es in com patibl e ni con el val or d e abl ativ o ni con el d e ergativ o).

- - i: Se trata sin duda de uno de los sufijos más abundantes, y

tambi én ob jet o d e m a yo res i nt erpret acion es, no sól o po r sus cont ex tos d e ap arici ón, sino t am b ién p or l a p ro pi a fo rma d el mo rfo, pu es con tiene el si gno q ue en el s emisil abario ib éri co o rient al t od aví a n o h a sid o des ci frad o co n s egu rid ad. No o bst ant e, es frecuent e q ue aparez ca en lu gares don de en el alfabet o greco-ib éri co encont ramos –nai (s ecuencia, por ot ra p arte, po co frecu ent e en lo s p ro pios semisil ab arios ), de ahí qu e est e –nai s e ha ya asi miliado a - i, y por derivación que el signo <> se

pro nun ci ara d e u na form a s em ej ant e a /n a/.122

Su ap ari ci ón es frecu ent e, aun qu e no ex clus iv a, tras elem ent os ant rop oním icos: k el ta ŕerk er- i, taŕbanikoŕ- i, iunsir- i. Pero es 

tod aví a m ás frecu en te p recedi do d e otro s sufijos , como –a r, -en (o l a

120 A u n q u e t o d a v í a r e s u l t a h i p o t é t i c o , n o e s d e s c a r t a b l e q u e e s t e e l e m e n t o – o k - , h a b i t u a l me n t e p r e fi j a d o y s u f i j a d o , c o r r e s p o n d a a u n a r a í z d e t i p o v e r b a l ( o s u s t a n t i v o v e r b a l ) , a u n q u e , p o r e l c o n t r a r i o , t a mb i é n c a b e l a p o s i b i l i d a d d e q u e s e t r a t e d e u n mo r fe ma u n i d o a b a s e s v e r b a l e s . S o b r e é l p u e d e v e r s e u n e s t u d i o p a r t i c u l a r e n e l c a p í t u l o 5 d e e s t a mi s ma s e g u n d a p a r t e . 121 J . V e l a z a ( 2 0 0 2 b ) . 122 P a r a e s t a a s i mi l a c i ó n v é a s e J . S i l e s ( 1 9 8 1 ) .

unión de am bos: -a r-en ), o –ban; y siempre o cup ando el úl timo lu gar: iltu rbiltis-en - i, bastoba śśśśor-en-i, leistikeŕ-ar- i, n keiltiŕ-ar- i, 

saka ŕisk er -ar -nai , a naio śśśś-a r-en - i, ban- i, seltar-ban- i.

Muchos au to res h an defendi do h ipót esi s div ersas so bre s u val or, ent re ell as el de po sesi vo, su fijo t ermi nal , d emost rativ o o pro nomb re perso nal , verb o “s er” en clíti co , o art ícu lo o d et ermi n ant e. Obvi am ent e tod as ellas están jus tifi cadas, p ero ant e tal v ariedad to davía es p ron to para d ecantarn os po r cu al qui era d e ell as.

- -(e)sk en: En es te caso no n os en cont ramos ant e un úni co s ufij o, sino ante l a unió n d e t res. Se trat a d e u n co njunt o rel ativ am ent e frecu ent e en le yen d as mon et al es, como a rs -e-sk en, au śśśś-e-sk en, iltiŕk -e- sken o u rk-e-sk en. Au nqu e ya con ant eri orid ad s e h abía p lant eado l a posib ilid ad d e q ue s e t ratara de un con gl omerado d e s ufi jos, J . de Hoz123 ha v uel to a pl ant erarse l a id ea y h a co n cl uido q ue se t rata de la uni ón d e tres su fijo s di feren tes (con cont racci o nes fo néti cas ), cu yo est udio acabam os de v er: -(e)s-, -ke- y –en . De ell os piens a qu e el pri mero indi carí a ori gen, el s egun do serí a un fo rm ad or d e ét nicos o pluraliz ad or,124 y el t ercero in dicarí a l a p erten en cia. Así , es te con junto sufij al , uni do h abit u alm ent e, como s e v e, a t opó nimo s, po drí a t radu cirse: “(m on ed a) d e los (ori gin ari os ) d e NL” . Se t rat a d es de l u ego de un planteami en to b ast an te pl ausi bl e ( y creí bl e), y s erí a útil com p rob ar si la posib le fun ci ón d e estos su fij os s e adapt a bi en a ot ros cont ex tos (au nqu e siem pre es pos ibl e q ue nos encont remos con elem en tos hom ófonos ).

Con est os mo rfos hem os m ost rado un p equ eñ o cu ad ro d e l os ex istentent es en ib érico , p ero h a y mu ch o s más, com o ba -, b -, -bo, -ki, - ir, is-, -tan, -(i )u, -(i )to r, -tin,125 etc. De mu cho s de ello s s u v alo r es tod aví a m ás os cu ro q ue el d e lo s q ue h em os vi sto más arrib a.

Pero a p es ar d e n uest ro d es con ocimi ento , no rep resent a un p eq ueñ o pas o el h ab er sido capaces d e id ent ifi car al m eno s mu ch os d e ello s, como lo qu e son , es d eci r el em ent os gramat i cales qu e s e un en a dist into s lex em as (o a ot ros elem ento s semej an tes ) y q u e sin d ud a s ervirí an p ara modi ficar mo rfoló gica, sin tácti ca o sem ánti cam ent e ést e. S egui r av anz and o en el estu dio d e ésto s (su d ist ribu ci ón, valo r, com bin aci on es, et c. ) es desd e lu ego un a labo r en la que t od aví a q ueda mucho po r realiz ar, p ero sólo a trav és de ésta (j un to a ot ras si milares ) pod remos av anz ar en l a com prensión d e l a l en gu a i b éri ca en su glo balid ad.

123 C f. d e H o z ( 2 0 0 2 ) . 124 P a r a R o d r í g u e z R a mo s ( 2 0 0 4 , p p . 3 3 7 -3 4 4 ) e l e l e me n t o p l u r a l i z a d o r , o s u f i j o t e má t i c o , s e r í a má s b i e n – k( i ) - . M á s r e c i e n t e , d e l p r o p i o a u t o r , ( 2 0 0 5 a ) . 125 S o b r e e l p o s i b l e v a l o r d e é s t e ú l t i mo h e mo s e s b o z a d o u n a p r o p u e s t a d e h i p ó t e s i s a l c o me n t a r l o e n e l c a p í t u l o 8 ( C f . “ n e i t i n ” ) .

3.- Sintaxis.

Se t rat a ést e de un campo en el qu e n uestro ni v el d e des co no cimi ent o res ulta parti cu larm ent e el ev ado . No s ólo p orq ue, h o y por ho y, n o s omos cap aces d e d et ermin ar con segu rid ad mu chos d e l os el ementos gram ati cales y lex i cales d e l a l en gua ib éri ca, si no t ambi én porqu e, aun qu e en o casion es pod em os di stin guir al guno s, l a rel aci ón q ue guard an entre ello s dist a d e s er establ ecid a so bre b as es mínim ament e seguras . De hech o, l a sint ax is rep resent a po sibl em ent e el asp ecto sob re el qu e m eno s se ha av anz ado en el estu dio d e la li n güí sti ca ib érica. No obst ant e, si emp re p odremo s, a p artir de los p rop ios tex t os, ex traer al gun as rel acion es que, al m en os, n o s p ermit an est abl ecer al gun as hipót esi s (ci ert ament e p ocas ), aunq u e n o con cl usio nes.

En al gu nos tex tos det ermin ad as secuen ci as pres ent an un a termin ación (posi blement e un su fijo ) s im ilar, com o en:

tiki rsbal auŕ.a r i.ban i. (C.4.2)

sel ta rban - i-basibalkar baŕ-i (F.14.1).

be]ik ea i.an eŕai. śani bei ŕai.l ei taś eai.bo to ta śśśśte.ban takiki a ]ŕati te.i sai.i ltu rsa iŕsai.a ŕik aŕbini sai. (F.9.7 ).

iŕika : iunstirik a (C .1.2 4)

En es tos casos p od rí amos h ablar d e con cord an ci a entre elementos (aunq ue i gno rem os d e q ué tip o).

En ot ras o casi on es com pro b amos qu e u n su fijo ap arece t ras un el emento qu e com p arte, a su v ez, u n s ufij o con un el em ent o an terio r:

anbo śśśśiltun-u .bais el tun-u.te (F. 20. 1).

iunstir.

śśśś

alir g (G. 1.1 ).126

Con l o q ue po drí am os en con trarnos con al gún tipo d e fl ex ión d e gru po.

Recient ement e, J . d e Hoz,127 b as ánd os e en crit eri os y p aralelos tipoló gi cos, h a m an t eni do qu e, a parti r d el s upu es to (p ro babl e) d e q u e el ibéri co s ea u na len gua agl utin ant e ( y alt am ent e in co rp oran te, según él , pues al parecer u n elem ento léx ico es su scepti ble de vers e agl utin ad o a otro s con lo qu e d aría lu gar a un a fras e en sí mi smo ), es mu y po sibl e que en ést a nos enco ntremo s con un o rd en d e p al ab ras en el q ue el suj eto en cab ece l a o ració n y el v erbo l a fi nali ce; y d el mis m o modo el

126 E n e s t e c a s o d e b e r í a m o s e n t e n d e r l a t e r mi n a c i ó n – r ( me j o r q u e – i r ) c o mo u n s u fi j o .

127

det ermin ant e p reced a al d etermi nado. Es deci r ord en SOV y d et ermi n ant e + d et ermin ad o. 128 Ello no i mp edi rí a p or supu est o q ue en l a len gu a hab lada (o en ci erto s “form ali smos fo rm ulares ”) ex istiera ci erta li bert ad sint áct ica.

Así, efectiv am ent e vem os qu e en al gun as o casion es (aun qu e ha y que recono cer q ue ex isten ab und an tes ex cep cion es ) lo q ue po drí am os con sid erar como un a oración , o s egm ent o oracio nal (aun qu e, insistim os, esto es mu y in segu ro), está encab ez ad a por un el em ent o si n sufijo (lo que eq uiv ald rí a al caso abs oluti vo o s uj eto in trans itiv o), seguido de u n posib le el em ent o v erbal ,129 o po r u n elem ento s ufij ad o p or –ka (lo qu e, si en tend emos és te com o marca d e ergativ o, equ iv ald rí a a un suj et o transiti vo ) o p or – te (en cu yo caso po drí a s er i ntepret ad o co mo un agent e) al q u e t ambi én segui rí a u n p osibl e el emento v erbal :130

salak er i tiŕoketetan (C. 1.2 4). (Suj. In tr. + v erbo ).