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DIVISION DE CIENCIAS SOCIALES

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(1)

UNIVERSIDAD AUTONOMA

METROPOLITANA

IZTAPALAPA

t

DIVISION DE CIENCIAS SOCIALES

f , + 8 ‘ f

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1

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$.“

j i

!

‘.“

Y HUMANIDADES

\ ?

CARLOS

SALINAS

DE

WRTARI 1988

-

1994

LICENCIADO EN SOCIOLOGIA

PRESENTA

(2)

EL PRESIDENCIALISMO

EN MEXICO

CARLOS

S A L I N A S DE GORTARI

(3)

I N D I C E

CAP I TULOS P A G

.

PROYECTO DE INVESTIGACION

. . .

i

I

.

INTRODUCCION

. . .

1

I 1

.

ORIGEN DEL PRESIDENCIALISMO

. . .

Y' 7 I

1 1 . 1 . A N T E C E D E N T E S S I S T E M A D E I - P R E S I D E N C I A L

. .

2 4 1 1 . 2 . O R I G E N S I S T E M A D E L P R E S I D E N C I A L EX ME-

X I C O

. . .

3 4 1 1 . 3 . G E S E R A L I D A D E S D E L S I S T E M A P R E S I D E N C I A L ; E:E

M E X I C O

. . .

5 5

I 1 1

.

FORMULACION DE LA POLITICA DE CARLOS SALINAS DE GOR-

TAKI ( 1 9 8 8 - 1 9 9 4 )

. . .

1 1 1 . 1 . I NTRODUCC I ON

. . .

1 1 1 . 2 . L A S T R A N S F O R M A C I O N E S

. . .

1 1 1 . 3 . A S P E C T O S E C O N O M I C O S ( L A ECONOM1.A)

. . . .

1 1 1 . 3 . 1 . E L P L A N I N I C I A L

. . .

I I I

.

3 . 7 . L A DEUDA

. . .

1 1 1 . 3 . 3 . LA I N F L A C I O N

. . .

I I I . 3 . 4 . L A P R I V X T T Z A C I O S

. . .

I T I . 3 . 5 . TRATADO DE LIBRE C O ? ! E R C I O ( T L C

. . .

I I I

.

3

.

G

.

OTRAS A C C I O N E S

. . .

I T I . 4 . ASPECTOS P O L I T I C O S ( L A P O L I T I C A )

. . .

I I I . 4 . 1 . LA H E R E X C I A R E C I B I D A

. . .

I I I

.

4 . 2 . LL4 NUEVA LEY ELE. CTORAL

. . .

1 1 1 . 4 . 3 . E L NUEVO C O F I P E

. . .

1 1 1 . 4 . 1 . LA OPOSICION N U E V O S E S P A C I O S

. . .

1 1 1 . 4 . 5 . L A S E L E C C I O N E S F E D E R A L E S D E 1 9 9 1

. . .

I I I

.

4 . 6

.

1 9 9 4

.

L A S E L E C C I O N E S MAS D I S P U T A D A S

.

- 0

- 1

5 h

Y ?

9 0

9 2

9 4 9 7

1 0 0

1.04

106

105

1 1 0

11.3 1 1 5

11s

(4)

rI1.4.7. OTRAS REFORMAS

. . .

1 2 h

111.5, ASPECTOS SOCIALES ( L O SOCIAL)

. . .

125

r r I . 5 . 1 . PROKASOL

. . .

1 2 9

r r

I . 5 . 2. CH

r

APAS

.

LX COSFLICTO REAL

. . .

335

IV

.

E V A L U A C I O N DE L A A D M I N I S T A C I O N DE C A R L O S S A L I N A S DE

G O R T A R I

. . .

139

I V

.

1

.

ASPECTOS

EcoixoMr

cos

. . .

1 4 0

I V

.

2

.

ASPECTOS POLITICOS

. . .

146

rv.3. ASPECTOS SOCIALES

. . .

1 4 9

I V . 4 . PUNTOS FIXALES

. . .

1 5 5

(5)
(6)

I . OBJETIVOS

1 . Identificar los orígenes del presidencialismo mex i cano.

2. Identificar el poder o fuerza política, formal y/o

r e a l , que posee el Presidente de la República para

ejercer sus funciones.

3. Determinar si , e l Gobierno de Carlos Salinas de Gortari

ha fortalecido el presidencialismo en Mkxico durante

el período 1 9 5 8 - 1 9 9 1 .

4. Identificar los principales cambios politico.;,

económicos y sociales que se han generado e.n el

presente sexenio a través del análisis del

(7)

I I . HIPOTESIS

1. A partir de la decada de los 80, en héxico, se inicia

un período de crisis económico, politico y socia¡.

Carlos Salinas de Gortari. al iniciar su gesticin

administrativa tiene que establecer y/o formular

nuevos cambios en la vida del p a í s .

Establece nuevas formas de gobernar y de ejercer el

poder. Por ejemplo: adelgazamiento del Estado p o r

medio de la venta de empresas paraestatales: cambios

en la estructura d e l sindicalismo corporativo: impulso

a la iniciativa privada mexicana; privilegios a la

inversión extranjera; etcétera.

La propuesta del nuevo ejercicio de poder a traves del

presidencialismo en la administración de Carlos

Salinas de Gortari ( 1 9 5 5 - 1 9 9 4 ) es por un lado.

infiltrar un esquema que permita sanear la economía

del país, ello a través de la insercicin de una

economía basada en e l mercado internacional y ; p o r

otro lado, incorporar un cambio estructural

(8)

I I I . JUSTIFICACION

Cada país tiene u n a forma d e gobierno, entre ellas podelno3

encontrar el Régimen Republicano, el Régimen Monarquico, un

R6gimen Democrat ico, un Régimen \ti litar, u 1 1 Régimen de Dictadura

o uno de Autocracia, etcétera.

Nuestra constitución en el Art. 4 0 dice que "nuestra forma

d e gobierno e < una Republica Representativa, DemocrAtica y

Fetlera 1 "

.

Es REPUBLICA porque la jefatura del Estado no es a-itali.cia.

como ocurre en la monarquia, sino de renovación peri6dica para

l a cual se consulta la voluntad popular y se fija para l a

designación a

la

aptitud del designado.

Es u n régimen REPRESENTATIVO porque es el pueb!o quien

designa como representantes suyos a l o s que h a n de gobernarlo.

La DEMOCRACIA significa que la voluntad representada en c l

orden legal d e l Estado es idkntica a las voluntades de los

s d b d i t o s . Lta voluntad de la mayoria se considera como espresihn

de l a voluntad general. La Democracia d a oportunidad a todos p a r a

que emitan su o p i n i ó n y e s la opinión de l a mayoria l a q u e

(9)

Es € - E D E R A L porque tiene jurisdicci6n distinta, y casi

siempre excluyente, los órganos centrales por una parte y los

Estados miembros p o r la otra.

México se h a caracterizado por ser una República con un

sistema PRESIDENCIAL, en donde el jefe del E,stado es el

PRESIDENTE.

En nuestra constitución el Art. SO dice que " s e deposita el

ejercicio del Supremo Poder Ejecutivo de l a Unión en un solo

individuo que se denominar& "residente de los Estados Unido:;

Mexicanos".

En el Sistema Presidencial el Ejecutivo participa con

independencia en la dirección política; el Presidente es

independiente de la asamblea deli.berante; e l jefe del Ejecutivo

designa libremente a sus colaboradores inmediatos; no h a y

subordinación d e l Ejecutivo al Legislativo, etcétera.

P o r ende, en nuestro país, el responsable directo y Único

de todos los actos, ya sean constitucionales o no, que se

realicen para l a vida p ú b l i c a de la nación es el PRESIDENTE

mismo. E l es quien decide e impulsa l o que se h a de hacer en el

p a í s en los ambitos econ6mico, político y social, tanto a nivel

nacional como internacional.

El Art. S 3 , a partir d e la reforma a la constituci6n en

1 9 2 5 , establece que " e l Presidente entrará a ejercer su cargo el

(10)

Durante ese tiempo el Presidente, en tu-rno. o b t i e n e L!II sin

fin de atribuciones, así como un poder p r o p i o . El p o d e r que posee

el presidente de !a República durante su pesticin administrativa

se lo o t o r g a principalmente la Constitución Vericana, ella le

confiere facultades que hacen al Presidente de la R e p u b l i c a la

persona más poderosa en e 1 país. A t r a v 6 s de ese poder el

Presidente promueve toda la política aplicada durante su

gobierno.

Siendo el presidencialismo en Mkxico u n fendmeno de singular

relevancia para la v i d a nacional es de mi interks el estudiar en

e l período del Licenciado Carlos Salinas de Gortari ( 1 9 S S - 1 9 9 4 ) :

1 ) si los cambios que realiza e n el campo de l o

econ6mico9 politico y social, son acordes a las

necesidades del p a i s y del pueblo en general;

2 ) si lo que dispone es en función de los intereses que el pueblo demanda y necesita:

3 ) si los actos que efectda solo son para favorecer a

ciertos intereses particulares.

El punto central del estudio se basaría en:

1 ) L a búsqueda de explicaciones sobre la actual

(11)

3 ) T r a t a r ( l e i d e n t i f i c a r l o s c a m b i o s q u e h a n o c u r r i d o e n

l o q u e va d e l p r e s e n t e s e x e n i o ( 1 9 8 8 - 1 9 9 4 ) en l o s

á i r n b i t o s e c o n 6 m i c 0 , p o l í t i c o y s o c i a l e v a l u a n d o l a

i n c i d e n c i a p a r a la v i d a p l i b l i c a d e l p a i s .

4 ) R e a l i z a r u n p e q u e ñ o a n á l i s i s s o b r e l a p r e s i d e n c i a d e

C a r l o s S a l i n a s d e G o r t a r i .

P a r a d e s a r r o l l a r e l t r a b a j o d e l p r e s i d e n c i a l i s m o e n e l

G o b i e r n o d e Carlos S a l i n a s d e G o r t a r i s e p r e t e n d e d i v i d i r l o e n

c u a t r o c a p í t u l o s p r i n c i p a l m e n t e , c o n u n a d i s t r i b u c i 6 n d e ! a s i g u i e n t e m a n e r a :

I

.

I NTRODUCC I OK

I I . ORIGEN DEL PRESIDEKC~IA1,ISMO

1 1 . 1 ) A n t e c e d e n t e s d e l S i s t e m a P r e s i d e n c i a l

1 1 . 2 ) O r i g e n d e l S i s t e m a P r e s i d e n c i a l e n M e x i c o

1 1 . 3 ) G e n e r a l i d a d e s d e l S i s t e m a P r e s i d e n c i a l e n M é x i c o

1 I I F O R M C L A C T O S DE I , 4 P 0 I . I TTCA DE C:jRI,OS S A 1 , l S A S DE

GORTARI. ( 1 9 5 5 - 1 9 9 3 )

(12)

En e i p r i m e r - c a p i t u l o t r a t a r 6 de i d e n t i f i c a r n u e s t r o s i s t e m a

d e g o b i e r n o , e s d e c i r clue f o r m a d e g o b i e r n o s e d a e n n u e s t r c :

p a í s , s i e s u n a m o n a r q u í a , u n a r e p ú b l i c a , una d i c t a d u r a ,

e t c d t e r a . P a r a q u e p o s t e r i o r m e n t e s e t e n g a m6s c l a r o l o q u e s e r & e l s i s t e m a p r e s i d e n c i a l q u e s e d e s a r r o l l a r A e n e l s i g u i e n t e c a p i t u l o .

E l s e g u n d o c a p í t u l o t e n d r á como o b j e t i v o c o n t e x t u a l i z a r y

g e n e r a l i 7 a r e l o r i g e n d e l R e g i m e n P r e s i d e n c i a l . s o b r e t o d o

i d e n t i f i c a r l a f o r m a c i ó n d e l p r e s i d e n c i a l i s m o m e x i c a n o , E s t e

p r i m e r p u n t o e s t a r á d i v i d i d o e n t r e s p a r t e s . uno de a n t e c e d e n t e s ; o t r o d e p r i n c i p i o d e l S i s t e m a P r e s i d e n c i a l e ~ . M 6 r l c o ; y e !

t e r c e r o . s o h u e l a s G e n e r a l i d a d e s d e l S i s t e m a P r e s i d e n c i a l e n

M 6 s i c o . E n e l p r i m e r c a s o s e t r a t a r á d e m c s t r a r d e manera b r e v e e n c l 6 n d e s u r g e e l s i s t e m a p r e c i d e n c i a l , c6mo s u r g e . d e d 6 n d e p r o v i e n e , p o r c l u k s u r g e , R y u k s e d e h e s u a p a r i c i c i n , q u i 6n o

(13)

Mientras que e n el segundo caso e 5 s e ñ a l a r c6mo se c o ~ s t j t u y e e n

Méxi co. quiénes lo promueven, c6mo 1 o promueven

.

en q u é momento de la historia de México surge. y a partir de su surgimiento cciino

se fundamenta, cómo se h a desarrollado a través de! tiempo y que

transformaciones ha sufrido desde su instauracibn, etcétera. La

tercera parte, tratará sobre las principales funciones que se l e

otorgan al Presidente de l a Rep6blica en Mexico, ya sean

cons t i tuc i o n a 1 es o no.

En el tercer capítulo, se pretende hacer menciiin de los

principales cambios y sucesos ocurrido.; en e l actual sexenio

( 1 9 5 8 - 1 9 9 4 ) a partir de u n a divisicin de aspectos económicos,

politicos y sociales: a fin de precisar con mayor claridad cada

una de las iniciativas tomadas por la actual administraci6n, que

han repercutido en l a vida publica d e l pais. Ello se haría en

funci6n del análisis del presidencialismo.

Finalmente. en el liltimo capítulo se llar& la evaluaci6n, a

manera personal, de la administración d e l Licenciado C a r l o s

Salinas de Gortari, retomando la divisi6n h e c h a en el apartado

anterior sobre los aspectos políticos. económicos y sociales.

Esto es para situar con claridad y tratar de hacer el análisis

con mayor profundidad d e todos y cada uno de los aspectos y

sucesos que se señalen en el desarrollo del trabajo.

Hay que aclarar, sin embargo, que h a b r á sucesos q u e se

enmarquen e n un doble o en los tres aspectos, es decir, en el

(14)

Tratado d e L,ibre Comercio, entre Estados U n i d o s , CanndB y M 6 s i c o .

?.las se tratará de introducir los sucesos en el aspecto mAs

sobresaliente que, a mi juicio, sea de mayor relevancia y

trascendencia, no sin antes tratar de aclarar todo l o

concerniente a su importancia en todos y cada uno de sus

aspectos. Asimi.smo, habrá sucesos que s o l o se enmarquen en u n o

de los tres aspectos, como por ejemplo: el Programa Kacional de

Solidaridad (PRONASOL), lo cual entraría en el anAlisis de la

parte social.

También hay que señalar que sea cual fuere el suceso a

detallar tiene que ver con l o s tres aspectos, sin embargo para

facilitar y hacer más comprensible el trabajo se tratará de

identificar a cada suceso, a analizar, en uno de los tres

(15)

IV. DESARROLLO

El curso de la hist0ri.a marca clue el primer sistema

presidencial que existih como tal se encuentra en la constitución

norteamericana de 1 7 5 7 . Es en el constituyente de Filadelfia cuando se d e s e a dejar atrás el sistema monárquico inglés, y a

pesar de que se basaron e n e l , los cambias son los que

configuraron el nuevo modelo de sistema politico. E l m8s

significativo fue que en lugar de tener un jefe de estado

hereditario fuera uno de eleccicin popular, con funciones

1 imitadas por y en e 1 tiempo. Además se conf j:gu~:il e 1 nuevo tipo

de relación que habrían de t e n e r entre s i los poderes Ejecutix-o

y Legislativo, l o cual genero el nuevo régimen presidencial. 1.a

nueva constitucihn norteamericana de 1 7 S 7 tuvo su fuente y sus

influencias en el Derecho PCíblico Inglks, por un l a d o : y por

o t - r o , de la influencia d e las constituciones de Nueva york de

1 7 7 7 y la de Massachusetts de t 7 S O .

Al funcionar bien el sistema presidencial norteamericano,

este no tardo en ser imitado por otras naciones (?e! mismo

cont inen te y de ot 1-0s lugares d e

I

mundo.

En 1 8 2 3 se redacto un proyecto de constituci6n para

México, en ella s e proponía el sistema presidencial y establecia:

a ) E1 presidente se p o d r í a remover pol- v i o l a c i c i n a la

constitucihn o a las leyes, por malos manejo'; de

(16)

b ) Se creaban las Secretarías de Estado y d e l despacho

como co!aboradores d e l Ejecutivo.

Esta propuesta fue hecha p o r Esteban Austin, el cual se lo

entreg6 a Ramos A r i l p e quien se inspiro en e l . Pero fue e n 1 8 3 4

cuando se cred el sistema presidencial mexicano. Este s e bas6 en

dos fuentes principalmente, en la constitucihn norteamerican<t de

1 7 5 7 y en la constitucidn de Cádiz de 1 S 1 2 . Desde entoncec; ei

s i s t e m a presidencial mexicano se ha modificac:o a r r a v b s de l a s

constituciones surgidas a lo l a r g o d e l a hic;toria d e nuestro

p a í s , a s i como a las reformas const i tucionailes y a l a e o s t u n i 1 ) i . e .

El sistema presidencia! configurado en 1 8 2 4 y 1 9 1 7 sobrevive hasta n u e s t r o s d í a s a medida que en l a s constituciones m e x i c a n a s

de ecic); años se ; t c ; e n t 6 un gobierno que repercute mucho e n l a

estructuraci6n d e l P o d e r Ejecu: i v o .

F u e en e,l constituyente de Queretaro en e n e r n d e 1 9 1 7 cuando

tie tletermirli) que se dotaba const i tucionalmentc de amp1 i n s

facultades al ejecutivo, tamb-i6n se limitaba las atri.buciones de!

Poder 1,egislatil-o. .\ p a r t i r d e a l l í se creci un ejecutivo potlei-oso

i i e I cua 1 p r o v i enen muchas facu 1 tac.ies de q u e g o l a e n Meri c'o e l

Presidente de la RepOhlicx.

El presidencial i\mo mesi.cano se g e s t o For o t r a parte c o n 1 , 1

l u c h i l a r n r a d a d e independencia, de el lo resultó un 1 iderazgo capaz

d e aliar a los diferentes sectores del país y ('te c o n t l u c i r a !a

(17)

C o n la Revolucidn (le 191G se pretendid d a r fin a un sistema que

atormentaba la vida econ6mica del paí s . arrastrando p o r

consiguiente a toda Ia sociedad en su conjunto.

E l Porfiriato proparcion6 el camino para gestar el iit5gimen

Presidencial Mexicano, que hasta nuestros días sigue vigente. P o r

un lado. porque se pretende acabar con el caudill ismo q u e hasta

antes y desput5s del constituyente de 1 9 1 " prevalecía e n el poder,

dando así la entrada R la instituci6n presidencial; por o t r o

lado, porque h u r g e l a nueva posibilidad del cambio. l a

modernizacihn de l a estructura política del pais y l a

reestructuración en e l campo econhtnico, politico y social Ce l a

nacicin. a t r a v 6 s de la apertura d e un proceso industrializador

y a la nueva imagen el presidente en turno. Se produce así u n

cambio sustancial en la dirigencia de! p o d e r político mexicano

y a que se susti.tuye a l c a u d i i lo ;ni !ita17 ~ O I - el caudi 1 1 0 burócrata profesional.

La inst itucidn presidencial apilrece como u n camino p a r a e l

surgimjento de la democracia d e l Rkgimen Político Mexicano

conformado por ciertas caracterísci.cas q u e le son d a d ~ ~ s a l sal i r -

de si mismo, entre e l l a s se encuentran:

a ) es constituci.ona1:

1)) e s IegEtimo como proceso histdrico;

c ) s e concilia lo democrzltico d e l r i . g i m e n rcpresentntivo con la experiencia de! pueblo-naci6n;

(18)

S i n embargo el suefio democrat izador que s e pretende cor? I ; (

institucionalización d e l a presidencia e s f a l s o . e n tkrrninos

estrictos de definición; en tkrminos reales e l l o h a sic13 mínimo. pues no se p u e d e negar que desde 1.979 M6si co ha conseguido

mantener una paz pitblica que no ha trascendido más que ;I d o s o

tres s u ~ e : ~ o s relevantes. en los cuales se enmarcan como

principales a l n 1 0 ~ imiento estudiantil de 1968. e i movimiento electoral de l c ) S S . y el 1x6s reciente. e l movin;iento armado en Chiapas d e l Ejkrci to Zapat i.sta de Liberaci6n X a c i o n a l ( E Z 1 , S ) .

Pero a p e s a r d e ello quedn e n P i e que el si.stema politico

mexicano enmarcado pox. e! regimen presidencial, prevalece c a n a

medic:, p a r a seguir- manteniendo la perspectiva de desarrollo para

e l país y de una apertura democrática mAs abierta y verdddera que

pueda mantener la estabilidad politica cle l a n c z c i 6 n . Debido

tamhi6n a que el sistema político mexicano, presidencial. se

caracteriza por:

I ) El sistema aparece como alianza institucional d e

grupos organizados como poderes de hecho:

2) e l presidente, quien asume el cargo ? e je-fe d e E : ; t a d o ,

ha sido p r o m o v i d o constitucionalmente con poderes

extraordinarios:

3 ) el presidente, C O I ~ O representante del Poder E j e c u - t i \ , o

aparece como el juez i - ~ cuya representatividad todos

los grupos someten s u s diferencias y pos c u y o c o n d u c t o

(19)

4 ) s e m a n t i e n e y :iC: e s t i m u l a e n l ~ a s m a s a s e l c u l t c a l

p o d e r p r e s i d e n c i . a l :

:,:.

5 ) s e u t i l i z a n f o r m a s de r e l a c i 6 n p e r - s o n a l como e l

compadrazgo y e l s e r v i 1 islno, p a r a la d e p e n d e n c i a y

c o n t r o l d e ! p e r s o n a l p o l í t i c o p u e s t o a l s e r v i c i o d e l

p r e s i d e n t e y d e l a a d m i n i s t r a c i 6 n q u e e n c a b e z a .

E s a s í como e l P r e s i d e n t e mismo e s t a b l e c e l a f o r l n a d e !

c o n t r o l p o l i t i c o y d e t e r m i n a e l c a m i n o p o r e l cual h a d e s e g u i r

l a v i d a p ú b l i c a d e l p a í s . S1:n e m b a r g o , c u a n d o n o s e ll e g a a

c v n c i e n t i . z a r e l p r o c e s o de u t i l i z a c i d n d e l p o d e r q u e sc‘ forma a

t r a v & s d e l t i e m p o , e s e s p e r a r d e q u e s u r j a n c o n f l i c t o s y

t r a s t o r n o s e n e l mismo s i s t e m a . M u e s t r a d e e l l o e s e l movimiento

e s t : ~ d i a n t i l d e 1 9 6 8 . P o r l o t a n t o , e n l a d é c a d a de 19’0

:.-

1 9 3 0

s e fundamenta un d e b i l i t a m i e n t o e n l a s b a s e s d e l s i s t e m a p o l í t - i c o

y s o b r e to d o en e l s u s t e n t o d e l a i n s t i t u c i 6 n p r e s i d e n c i a l . En

e s a s d k c a d a s s e p r o d u c e u n a c o n t r a d i c c i 6 n a l e n f r e n t a r e l nuevo

e s c e n a r i o d e p o d e r . E l l o d e b i d o e n gran p a r t e a s e g u i r e l

m e c a n i s m o t r a d i c i o n a l d e asumir e l p o d e r . I,a p r o p u e s t a p ~ r a salir

d e e s a c r i s i s i n s t i t u c i o n a l , q u e s e g e n e r a a p a r t i r d e l o s año:;

7 0 ’ s 5- q u e s e a g u d i z a t o d a v i a con m a y o r dinamismc; e n lo:; S O ’ S ,

e s l a bi!squeda de ! a d e m o c r a t i z a c i 6 n , e s t o a t r a v é . ; d e :

e q u i 1 i b r i o d e l o s p o d e r e s y a t r a v e s d e la renox-aci 6 n I n s

(20)

t i e n c q u e e n c o n t r a r y / o f o r m u l a r u n a s o i u c i 6 n p a r a s a l i r d e es;^

c r i s i s . E l p e r s o n a j e que v i e n e a o c u p a r e l c a r g o d e P r e s i d e n t e d e I a R e p u b l i c a e n e l p e r i o d o 1 9 S S - 1 9 9 1 e s e l L i c e n c i a d o C a 7 - 1 0 ~

S a l i n a s d e G o r t a r i . A 6 1 l e c o r r e s p o n d e t r a n s f o r m a r o m o d i f i c a r

e l p o d e r p r e s i d e n c i a l , a l a v e z d e p r o p o n e r n u e v o s m e c a n i s m o s d e

c o n t r o l y d e s a r r o l l o ; t i e n e q u e e n c o n t r a r l o s m e d i o s p a r a s a l i r d e l a c r i s i s e c o n b m i c a , p o l i t i c a y s o c i a l q u e h e r e d a d e las

a d m i n i s t r a c i o n e s p a s a d a s .

A l g u n a s d e l a s c o s a s q u e t i e n e q u e c o m b a t i r p r i n c i p a ! r n e n t e

e s e l p r o b l e m a e c o n b m i c o . d e b j . d o a q u e s e g e . n e r a , con l a s pc?sada,s

a d m i n i s t r a c i o n e s , u n r e t r o c e s o e c o n c i m i c o , s u r g e n a s í I n s

p r o b l e m a s i n f l a c i o n a r i o s y d e v a : u a t o r i o s . G r a n p a r t e d e e l l o s e d e b e a q u e a p a r t i r d e l a a d m i n i s t r a c i c i n d e L u i s E c h e v e r r i a st" e m p l e a n p o l í t i c a s e c o n ó m i c a s e n c a m i n a d a s a u n a m a y o r p r e s e n c i a

d e 1 e s t a d o e n ! e c o n o m í a , s e e r n p l e a e i g a s t o p i t h 1 i c o c o n l o i n s t r u m e n t o d e c r e c i m i e n t o ?; e l d k f l c i t p r e s u p u e s t a 1 c o m o m e d i o para i n c e r l t i v a r l a c r e a c i 6 n d e e m p l e o s . s e incrementa, : ¿ .

t,u1.ocrac i a .

(21)

~n l a piirtv tlc i o político. ha promovido la participacibn

de la d t . ! n o c r ; ~ c i z en los comisios electorales, pero una cosa e s proinoverlo y otra hacerlo. sin embargo el presidente Salinas ha

tenido que enfrentar derrotas e n los procesos electorales. Lm;

rnás significativos han sido 10s: del Estado de Raja California,

Guanajuato y el de Chihuahua, con las p6rdidas de l a s

gobernaturas que p a s a n a sel. d e un partido de oposición. Aunque el gobierno reconoció las derrotas e n e s o s e s t a d o s . no h a p o d i d o

reconocer otras mAs. Pues los actos ilegales y corruptos en las

urnas s o n todavía características d e l Regimen Presidencial

Mexicano, ya que el sisten~a electoral c s precedido desde el Poder

Ejecutivo, por lo que no es confiable para los p a r t i d o s , ni p a r a

l a sociedad en s u conjunto.

(22)

Con respecto a l ámbito social, el punto básico promovido p o r

el gobierno de Carlos Salinas de Cortari es la puesta en marcha

del PROGRAMA NACIONAL DE SOLIDARIDAD (PROSASOL). Este programa

surge como proyecto de carácter social, tiene la finalidad de

abarcar a los sectores de la sociedad en condiciones severas cle

marginalidad, ahí donde se genera una pobreza extrema se presenta

e 1 PRONASOT,. S in embargo. tal programa que además t iene como

finalidad disponer de mayores recursos del gasto social, s c basa

en la participación de la población o comunidad en la cual v a a

operar, por l o tanto e l PRONXSOL busca entre sus lineamientos l a

colaboraci6n colectiva y el trabajo voluntario de quien así lo

desee.

Se toman otras iniciativas desde la Presidencia d e la

Repúbl ica y a y u c e 1 presidente d e Mkxico dispone de mu1 t iples

facultades, una d e ellas es la que le otorga la constitucidn. La

Constitución Mexicana, desde 1 9 3 7 , le d a amplias facultades a! presidente en turno, entre e l l a s la de iniciativas de I > c y ,

concretAndose con la promulgnci6n y l a c:jecuci6n.

El presidente interviene en el procedimiento para la

formaciijn de l a s Leyes a traves de tres aspectos: l a iniciativa

de Ley, la facultad de veto y la promulgacibn de ella. El art.

7 1 de nuestra constitucidn la d a ese derecho, es a partir de ese

elemento que la mayoría de las iniciativas que envía el

presidente se convierten en Ley o son modificadas l a s y a

(23)

Las caracteristicas mencionadas arriba son para dar entrada

a lo que hasta ahora h a hecho el presidente Salinas en cuanto a

esa facultad que posee como Presidente de l a Repiiblica. Podemos

mencionar dos cambios muy significativos en este rengl6n; e!

primero, la modificación a l art. 27 referente al campo; el

segundo, las modificaciones al art. S 2 referente a los requisitos

para ser presidente.

E l primero de ellos trae transformaciones en un tloble

Bmbito, en el económico y en el social; mientras q u e el segundo

prevé una transformación en el Bmbito político.

Todas y cada una de las iniciativas tornadas desde I n

presidencia de la República son, en general. parte de l a política

que aplica el presidente e n su período de administración. Por lo

tanto, Salinas de Gortari enniarca toda su política desde el

inicio de su administracihn en tres puntos b5sicos:

1 ) Ampliacihn de la vida Democrática.

2 ) Recuperación Económica.

3) Mejoramiento del bienestar popular.

Estos puntos engloban los tres ambitos a analizar en el

desarrollo del trabajo que se pretende hacer; el primero, sobre

lo politico; el segundo, en lo económico; y el último, en lo

social. R a j o esos tres puntos el Licenciado Carlos Salinas de

Gortari inicia su gestión administrativa, sobre ellos trabaja

para legitimar su gobierno. Las e lecciones de 1 9 S 8 d e jaron V C T

(24)

que el triunfo de l a oposici6n s o b r e la candidatura presidencial

fue contundente, pero gracias a que el sistema político mexicano

ha conformado un gobierno y u n poder político Único en manos de

unos cuantos individuos se logró mantener en el poder. Desde a h í

surge la duda sobre el primer punto q u e s e plantea el Presidente

Salinas sobre l a ampliación de la vida democrática. Si hay un

acto de corrupci6n en la eleccirin presidencial, cómo es posible

que ese mismo actor que se ubica en la silla presidencial R

través del fraude, proponga ahora dentro de su g o b i e r n o la

DEMOCRATIZACTOK DE LA VIDA DEL PAIS '?

.

Con el PRONASOL se pretende legitimar. además de tratar d e

ganar los espacios perdidos en 1 9 S S y rescatar los que desde hace

tiempo atrás había perdido.

Con la propuesta del más grande comercio internacional a

traves del Tratado de Libre Comercio con Estados Unidos y C a n a d c i ,

se pretende introducir a Mbxico en un esquema de p a í s

competitivo, con grandes recursos económicos, políticos y

humanos, para entrar a intecambiar productos de alta calidad, s i n

antes introducir un cambio en l a estructura de la industria del

país.

Los cambios promovidos hasta ahora parecen ser de gran

calidad y firmeza de poder. q u e emanan d e un prrsidente cambiado

y con las mismas atribuciones que los anteriores. Es miis, se

puede llegar a pensar que la nueva imagen del presirtente es no

y a la del dictador sexenal, pues a h o r a comparte con todos s u s

(25)

súbditos sus ideales y sus propuestas. ademas de que todo es en

beneficio del pueblo, es para ellos y por ellos. Por lo tanto,

la participacidn solidaria del pueblo con el gobierno hacen m5s

grande la imagen del p a í s y promueven el desarrollo social de

todos

.

Se deja de lado el paternalism0 de Estado y se promueve a

l a sociedad para que ella participe e n su propio destino, que no

solo esta en manos del gobierno sino de ellos mismos tambikn.

E n suma, se disminuyen las actividades del gobierno y se

desentiende de otras. pero se crea a

I R

vez un gobierno con u n

presidente igual o mcis fuerte que el de antes, y a que este sigue

promoviendo y dirigiendo todos y cada u n o de l o s cambios que h a n

de ocurrir en e 1 paí s.

(26)

I

(27)

Hoy en día, y a menos de una d 6 c a d a clue de i n i c i o el s i g l o

XXI. se fiar1 dado grandes acontecimientos mundia1e.s.

Principalmente los malestares que han azotado a un amplio grupo

de paises, entre los que destacan los de: Continente Europeo.

Dentro de los malestares que más figuran son l o s de carkcter.

politico, estos han dejado en claro que el desajuste no solo

corresponde a naciones con bajo desarrollo económico, político

y social: s i n o que esta crisis ha venido presentándose tanto a

los grandes paises industrializados como a los del tercer mundo.

Ejemplo de ello es la caída del sistema socialista, representado

hasta entonces p o r su más considerable agente: la Unión de

Repúblicas SoviGticas Socialistas. Ahora con la revuelta en ese

p a i s queda. instaurada como U n i ó n Soviktica solamente.

Estos problemas no se han generado a partir de un ámbito de

carkcter estrictamente político, aunado a ello se dan l o s

desajustes económicos y los conflictos sociales que mucho tienen

que ver con las politicas aplicadas, e n su rnomerlto. por 1 0 ,

dirigentes al cargo. en el que les toca representar a su p a i c . .

(28)

Esta forma de gobierno instaurada en ?/le.ricu descansa

~rimordialrnente en la Constitución erigida desde el arlo de 1 S 2 4 .

Es e n la Constitución promulgada el 4 de octubre de 1 8 2 4 cuando

se da estructura a nuestra forma de gobierno. D e a h i , que "una

constitución es l a forma de gohierno por la poderosa mano del

pueblo en la cual se establecen ciertos principios de leyes

(29)

l a ley bAsica de un p a i s , que contiene los principios rectores

conforme a los cuales es gobernado ese p a í s . '"

Es a s í que nuestros antecesores, representantes en ese

momento de nuestro pueblo, deciden establecer una Constitución

y " l a historia de nuestro Derecho Constitucional puede decirse

que principia con el Acta Constitutiva de 31 de enero de 18'73 y

la Constituci6n de 4 de octubre del mismo a ñ o , porque si bien es

cierto que con anterioridad se expidieron otros documentos de

importancia relativos a los derechos nacionales y w ! a

organizaci6n politica del país. tanto por caudillos insurgenies,

como por autoridades establecidas despu6s d e al con>u;rlac,ictrl (-ir

la Independencia, sin embargo. las disposiciones J- l o s p r i E c i p j o + s

contenidos en estos documentos. o no tul-ieron a p ~ 1c;:cic';n. l:c>iT:<>

sucedi6 con la C o n s t i t u c t 6 n d e ,$patzingan q u e r 2 r p l d i d el Con:-rr.t-.~o el 3 4 de octubre d e I S 1 1 b a j o e l i : ; + t r n c i n i ~ 2r;i:l j n : ; ~ ; i - q e : ~ t c > V o r e ! o s . CI E u t . r o n c i 1 . s c o n ~ c c j ~ i 0 5 y cieí-(:)gacjc)s a rztiz d e :,G

p r o m u i g a c i 6 n d e l a . J u n t a P r o $ - i s i u n a l G u b c r n a t i 1 ; a . 13 se:{ ; a

(30)

. , . i :.: i .;;) :':f P c p i i l ) 1 i c a , s e a p l i c a a l g o b i e r n o e n el q u e

, . . j c f ; ! r ! . j r a d e l E s t a d o n o e.; v i t a l i c i a , s i n o d e r e n o v a c i c i n

s > L ~ : . i : í ( l i c ; ~ ~ . p a r a l a c u a l s e c o n s u l t a l a v o l u n t a d p o p u l a r . E l rt5gimen r e p u b i i c a n o s e opone a l m o n i r q u i c o por c u a n t o e n k s t e e l . J e f e d e l E s t a d o p e r m a n e c e v i t a l i c i a m e n t e e n su e n c a r g o J- l o t r a n s m i t e . pm- m u e r t e o a b d i c a c i ó n . m e d i a n t e sucesión d i n a s t i c a .

al m i e m b r o d e i a f a m i l i a a q u i e n d e b e a t e n d e r s e p a r a al

d e ~ i g n a c i A n a l a a p t i t u d d e l d e s i g n a d o , e n e l r e g i m e n m o n a r q u i c o

e x l a c i r c u n s t a n c i a f o r t u i t a d e l n a c i m i e n t o l o q u e o t o r g a l a

t i t u l a r i d a d d e l j e f e d e l E s t a d o .

. 1 <

I , 1

(31)

y c a m b i o s q u e s e h a n g e n e r a d o e n e l p a í s . sobre l o d o e I

En su o p o s i c i b n p o l í t i c n , que e s su a c e p c i c i n corriente

y v u l g a r - . e l t é r m i n o r e g i m e n r e p r e s e n t a t i v o designa d e

u n a m a n e r a , y a hoq- de t r a d i c i h n , u n s i s t e m a

c o n s t i t u c i o n a l e n e ! c u a l el p u e b l o se g o b i e r n a p o r

m e d i , d e s u s e l e g i d o s . en o p o s i c i c i n , s e a a l r 6 g i m e n d e

c o b r e s u s g o b e r n a n t e s , s e a a l rkpimen d e g o b i e r n o

d i r e c t o . e n e l q u e l o s c i u d a d a n o s s e g o b i e r n a n p o r s í m i s m o s . E l r é g i m e n r e p r e s e n t a t i v o imp1 ica. p u e s . una

p a r t i c i p a c i h n d e l o s c i u d a d a n o s en al g e s t i 6 n de la

c o s a p G b l i c a , p a r t i c i p a c i 6 n q u e s e e j e r c e b a j o la

f o r m a d e s u f r a g i o , o s e a p o r m e d i o d e l d e r e c h o de v o t o

c o n f e r i d o a l o s g o b e r n a d o s e l e c t o r e s . 1 2 a n z n u r e t ,

V i g u e l . 0 1 3 . C i t . . p . 4 2

cl l r s p o t - - i smo en e 1 que e 1 p u e b l o no t i e n e n i n g u n a a c c i 6 n

(32)

d e s a r r o l lo del p a i s . Est.e concepto d e representat i vidad t i e n e

mucho que ver con el concepto de Democracia, pues ambos se

enlazan en su momento.

3

(33)

totalidad del pueblo el que asi lo dispusiera, pues para empezar

no todos están en la disponibilidad de emitir su opinión. Esa

opinion se emite a través del voto popular. Este es por medio del

sufragio. Por lo tanto, "la democracia es el gobierno de todos

para beneficio de todos. Pero s i todos deben recibir por igual

los efectos beneficiosos del gobierno, no es posible que en l a s

grandes colectividades modernas participen todos en las funciones

del gobierno. De aquí que el pueblo designe representantes c;uyos,

a los que han de gobernarlo; la participacidn por igual en la

designación de los representantes. y no el gobierno directo del

pueblo, es lo que caracteriza a nuestra democracia.'

Es en este sentido como se conjugan los dos términos

Representat jvidad y Democracia. "IAa D e m o c r a c i ~ R e p r e s e n t a t i v a

consiste, en que el gobierno representa fuer;.as e intereses

reales d e la sociedad. E l procedimiento electoral es el

mas

adecuado para llegar a una situacirin de gobierno representativo.

Hasta hace poco el sistema electoral en México no funcionaba todo

lo bien que debiera, pero cumplía con integrar g,obiernos

representativos. Ahora, y esto es lo que importa, se tiene la

sensación de que 6stos no corren p a r a l e l o s a las mecanismos d e

integraci6n de una ciipula gobernante representativo. y que st510

sirven para la imposicicin de su voluntad. Democracia n o es s610

vigencia de f6rmulas institucional-legales, F;n su contenido es

I-elacitin adecuada, equilibrado, armtinica entre ~;ociedac! y Estado.

Representacion que s e consigue con participaci<jn a t r a v e s ( l e

(34)
(35)

F.; y s t a : ! o f e d e r a l m e x i c a n o , o s e a i a F e d e r a c i c i n . no e s mris

q u e u n a f o r m a tie g o b i e r n o c r e a d o y o r - p a n i z a d o p o r la C o n s t i t u c i c i n

y p o r c o n s i g u i e n t e scilo t i e n e ! a s f a c u ! t a r ' : e s y l a e s f e r a d e

a c c i c i n q u e e l m i s m o C'cicligo p o l í t i c o f i j a . s i n q u e p u e d a n alegarse

r a z o n e s d e o r d e n h i s t c i r i c o , social o f i i o s o f i c o p a r a p r e t e n d e r

e n s a n c h a r s u s a t r i b u c i o n e s .

L o s i n d i v i . d u o s , l o s c o r n p o n e n t e s d e l p u e b l o e n q u i e n s e h a r e c o n o c i d o q u e r e s i d e e s e n c i a l y o r i g i n a l m e n t e la s o b e r a n i n , n i

i n d i v i d u a l m e n t e c a d a u n o d e e l l o s . ni u n g r u p o como c o m p o n e n t e

d e l mismo p u e b l o . n i c o l e c t i v a m e n t e como c o n s t i t u y e n d o l a e n t idact

a b s t r a c l a d e n o n l i n a d a p u e b l o s o b e r a n o , p u e d e n e j e r c e r d i r e c t a m e n t e

l a s o b e r a n í a . n i l a s f u n c i o n e s p o l í t i c a s p r o p i a s d e l E s t a d o , n i

a l t e r a r o m o d i f i c a r d i r e c t a m e n t e l a C o n s t i t u c i c i n . P a r a e t . ; t a u s a r c i n t a n s 6 1 ~ d e la..; c a p a c i d a d e s e l e c t o r a l e s q u e s e l e s h a y a n

r e c o n o c i d o e n l a m i s m a p o r m e d i o d e l e j e r c i c i o d e l s u f r < + g i c : .

c o n c r e t a n d o s u a c t u a c i c i n a d e s i g n a r r e p r e - s e n t a n t e s d e l a K a c i 6 n . f e d e r a l e s e n l o s c a s o s de l a c o m p e t e n c i a d e l F;,st;icio f e d e : - a l :i

l o c a l e s e n i n s cit. l a c o m p e t e n c i a d e l a s ~ n t i c ~ a d e s ~ e d e ~ - a t i v a s . * ~ "

1,a C o n s t i t u c i 6 n a s i e n t a p a r á r n e t r o s q u e d e l i n i t a n ;I lo',

g o b e r n a n t e s y g o h e r n a d o s , l o s p o d e r e s q u e h a b r á n d e e x i s t i

I'.

l o

q u e s e p o d r 6 h a c e r y n o h a c e r t a n t o a n i v e l p e r s o n a l corno

c o l e c t i v o

S;.

t a n t o p o l í t i c a como i n s t i t u c i o n a i m e n t e e n f u n c i 6 n

d e l a s a t r i b u c i o n e s o t o r g a d a s p o r la misma en e l campo cle l a

C . e o b e r n a b i 1 i d a d . L a C ' o n s t i t u c i ó n . m a r c a e l d e s e n v o l v i m i e n t o d e

r l u e s t r a v i d a n a c i o n a l y s o l o a t r a v k s d e e l l a s e l o g r ó e j e r c e r

e l c a m b i o d e e s a v i d a i n d e p e n d i e n t e 1 l e v a d a h a s t a n u e s t r o s d i n s .

(36)

L a vida poli t ica de J l k s i c o ha s i d o conducida poi- medio de

la constitución. es desde ésta q u e se forman los poderes

públicos. Abarca los principios que designan a los 6rganos d e l

Estado, los modos de su creación, sus relaciones entre s i , el

c i ~ - c u l o de su accionar y l a situación que guarda cada uno d e

ellos e n relación al poder del propio E s t a d o .

En México, "en septiembre de 1 S Z 1 , se instal6 una Junta Gubernativa la cual convocci el 3 7 d e noviembre d e l mismo año a

elecciones para las Cortes o ('ongreso Sacional. Instalado 6ste

el 3 4 de febrero cle 1 S 2 2 , proclamó l a divisicin de Poderes

Públicos en Legislativo. Ejecutivo y Judicial. y la igualdad de

derechos civiles entre todos los habitantes del Imperio Vexicano.

Esta primera Asamblea Nacional , fuerte por el s u f r a g i o y q u e

debió h a b e r sentado e l primer e j e m p l o de u n f u n c i i l n , t i n j . e n t ; : ;

institucional, hubiera consumado l a o b r a p t : r - í t la q u e f u e

designada, dotando al pueblo mexicarti, d e su p r i m e r a ('onst ituciiin.

no pudo concluir sus t r a b a j o S , p u c s t o que en 1 8 noche tie1 I S al 19 de mayo de I S 7 7 el primer. \ - e r g o n z o \ o cuar'te1a70 tie nuestra

h i s l r o r j a proc!amd E m p e r a d o r a don Apustin de Iturbide. El

Congreso Nacional, b a j o la p r e s i d n del ejkrcito, d e Iturbide

m i s m o y d e s u s g e n e r a l e s 7 y por el desenfreno del populacho

perfectamente ilirigiclo, acept6 a aquél como Emperador y juró la

obser-~-ancia de l a Constitución Española de 1 S 1 2 : pero a p e s a r - de tal sumisión, el 3 1 de octubre del mismo año Iturbide d i s o l v i 6

e l Congreso, substituyéndolo por una Junta a I R que llamii

Tnst ituyente y que se componía de indi\T.iduos nonlbI.aclos p01- 6 1

(37)

o t r o que i b a a l l e v a r e l nombre de Segundo ( l o n g r e s o C o n s t i t u y e n t e y q u e d e b í a d o t a r - al p a í s de s u p r i m e r a C o n s t i t u c i c i n . E s t e n u e x - o

o c t u b r e d e l mismo año l a p r i m e r a ( : o n s t i t u c i c i n d e l a R e p u b l i c a ,

t r a d i c i o n e s y l o s p r i n c i p i o s o r i g i n a r i o s d e l D e r e c h o P ú b l i c o

> l e x i c a n o . E l A c t a C o n s t i t u t i v a c o n t i e n e u n c a p í t u l o r e l a t i v o H

l a forma de g o b i e r n o y r e l i g i z i n ; o t r o s o h l - e d i v i s i 6 n d e p o d e r e s :

P o d e r L e g i s l a t i v o , Poder Ejecutjvo y P o d e r . J u d i c i a i : p o r i ! t i n o .

e l g o b i e r n o p a r t i c u l a r d e l o s E s t a d o s . E I Congreso decl-etci i a

p r i m e r a C o n s t i t u c i c i n F e d e r a l d e l o s E s t a d o s L n i d o s X e s i c a r l o s e l

(38)

se;.)ar;1ci6n d e p o d e r e s . E s a q u i e n d o n d e los encargados tic

d e t a l l a r los tkrminos en q u e habrán d e quec?ar configurados dichos

poderes se encuentran con el problema de atribuir funciones

er;pecí ficas a esas ramas del poder, al mismo t iernpo de estilblecer

las relaciones que deberAn existir entre ambos poderes. Es decir,

se enfrentaban a la situación d e crear un sistema d e gobierno.

Siguiendo la definición de Jorge Carpizo se entiende por sistema

de gobierno: " l a existencia de dos o más depositarios de poder,

c a d a uno de ellos con competencia otorgada Constitucionalmente,

que al actuar tienen l a obligación de cooperar con el o t r o u

otros en la constituci6n de la unidad estatal que se manifiesta

e n l a real estructura del poder politico en una sociedad".'!

Esto e s . en donde se depositan los poderes, en nuestro c a s o la

misma Constitución l o deposit6 en tres poderes, Ejecutivo,

Legislativo y Judicial.

Al respecto José González Ruiz nos dice: "la divisi6n de

poderes es un sistema mediante el cual confiere cierto grado de

autonomía a los órganos depositarios del poder, pero s i . n dejar

de considerar que los mismos forman parte de u n a unidad

jurídica". 1 2 Ello implica que habrán de funcionar con

independencia y autonomia los unos de los otros pero siempre

Jorge Carpizo. "El poder ejecutivo en el sistema de gobierno de la Constitución Wexicana de 1 S 2 . F " . en El predominio del poder ejecutivo en Iatinoam6rica, pp.

135-136

(39)

a c o r d e s a u n mismo f i n . e l de mantener e n c o m p l e t a a r m o n í a a l a

n a c i ó n y o t o r g a r l e r e c l a n l o e l cj,e l a j n d e p e n d e n c i r : s o b e r a n a

n a c i o n a l i s t a .

P a r e c e s e r que l o comentado por J o s é González R u i z no e s t a

l e j o s de l o que h o y d í a nos a t a ñ e o b s e r v a r . en r e l a c i c i n d e q u e

l a f o r m a de g o b i e r n o u n i p e r s o n a l e s y ~ n t i d e m o c r á t i c a . a !

c o n t r a r i o e s t á más c e r c a n o y a c o r d e c o n n u e s t r a forma d e g o b i e r n o

c o n t e m p o r á n e o e l l o r e f l e j a d o a t r a v k s de l a s i l l a p r e ~ i d e n c i a l .

o s e a d e l p r e s i d e n c i a l i s m o . Al r e s p e c t o Manuel V i l l a A g u i lei-a

c o m e n t a : " u n s a n o e q u i l i b r i o d e p o d e r e s e s uno d e 1 0 s r e q u i s i t o : ;

i n i c i a l e s d e l régimen r e p r e s e n t a t i v o . E l rCgirnen p o l i : i c o

m e x i c a n o y , e n c o n s e c u e n c i a . e l p r e s j d e n c i a l . i s r r l o r e s u l t 6

j n e v i t a b l e . P e r o s e f u e d e s a r r o l l a n d o u n a deforlnacirin q u e c o n d u j o

a l a suped-i t a c i ó n a d m i n i s t r a t i v a t f i n a n c i e r n y p o l í t i c a

i n s t i t u c i o n a l d e l l e g i s l a t i v o y e l j u d i c i a l . f:l p r o b l e m a d e

-.___. ~ "_

. A

t

.. I d e m .

pp. 3 0 1 - 3 0 9

(40)
(41)

el Presidente de la Repiiblica sobre los otros, el Legislativo y

e l Judicial. Esto tambien porque es la Constituci6n misma la que

le acredita tal predominio. I' es en sí el predominio presidencial

puesto que l a Constituci6n en su artículo SO nos dice que " s e

deposita e l ejercicio del Supremo Poder Ejecutivo de l a U n i ó n en

un solo individuo, que se denominará Presidente d e los E s t a d o s

Un idos Mex i canos''

.

Esta forma de gobierno se fue asentando a t r a v 6 s del tiempo.

p e r o es con la constitución de 1514 cuando se d a inició a esta

tradicional forma de nuestro sistema. y a que en ella se asentci

"un sistema presidencial d e gobierno sin tintes parlamentarios.

En l a Constituci6n hay una inclinacicin a fortalecer a l poder

legislativo, pero se creó un ejecutivo fuerte. Entre los sistenlas

de gobierno asentados en l a s constituciones mexicanas de I S 2 4 y

1917, hay múltiples coincidencias. Se puede afirmar q u e los dos

sistemas s e aproximan en los puntos principales respecto a l a

estructuraci6n del poder ejecutivo. En carnbio. la Constitucidn

d e 1557 estableció un sistema de gobierno diferente a ] de 1 3 3 4 .

y a clue l a s características señaladas fueron las opuestas: no

veto, Congreso unicameral y dos periodos de sesiones. E n 1 5 5 7 ,

e l centro del poder plasmado en l a ("onstitución s e encontr6 en

el poder legislativo, hasta las reformas de 1 8 7 4 que regresaron,

e11 gran parte, a la estructura te6rica que se había conocido e n

M6xjco d e s d e 1524, misma que en una muy buena medida rect-gjd e l

constituyente de 1916-1917."'" I C

(42)

.4 pesar d e los cambios q u e s e han s u s c i t a d o a lo largo d e l tiempo para dar concrecidn a nuestra Constitucihn no s e h a dejado

mucho d e lado los titrminos iniciales marcados en nuestra primera

constitucidn erigida el 4 de octubre de 1 5 2 4 , pero no s e r á hasta el S de febrero d e 1919 cuando se de como punto inicial a nuestro

actual sistema presidencial. "El presidencialismo del rk&imen

politico mesicano no se puede considerar como una forma espuria

ni corno una deformación de la democracia representativa. A c l ~ e l es el resultado de la forma peculiar como esta se implant6 en el

Estado de acuerdo a los recursos de l a sociedad civil ntesicanci.

Si bien como consecuencia directa o inmediata d e la revoluci6n

de 1910, pero n o scilo d e ella. L a estabilidad y la r e l a t i v a

capacidad democrátic.a del presidencialismo, con sus limitaciones

y excesos, ~ e s u l t a n un arreglo histdrico cuyo v i g o r J-

posibilidades no d e b e n d e s e ~ t i m a r s e . " ' ~ E l l o s i g n i f i c a q u e es el

acontecer y las circunstancias histhricas las que d a n forma y

estructura, a s í como originalidad a nuestra forma de gobierno,

s o b r e todo a nuestro sistema presidencial. Actualmente, "dentro

de l o s sistemas politicos contemporáneos. el presidencialismo e s el más rnoderno y adoptado por la mayor parte d e i o s paises de

Amkrica. Co1r1o institucihn politica, no surge d e un marco teórico

definido y previo, sino de planes politicos. debates en e ]

Congreso Constituyente y adecuaciones d e diversas inst itucionec;

en l a cultura política."" A s í . el sisterIra presidencia! se

caracteriza por que "el gobierno e s t á principalmente en manos d e

-~

!6

1:

Villa Aguilcra, Manuel. O p . C:it., p p . I ~ J - ! . ? s

(43)

un presidente elegido por el puebio. y 1 0 s ministros son

nombrados y removidos p o r 6 1 y no son responsables ante el

congreso. Además no supone que el ejecutivo y el legislativo sean

independientes sino que colabores y se coordinen entre s i . ,, 1;;

Sin embargo, en México esto no ocurre ya que "el ejecutivo ha

adquirido un predominio aplastante sobre los otros CIrganos d e

autoridad, al grado de que bien puede afirmarse que e n este p a i s

el dnico que tiene poder pollti.co real es el presidente de la

Repúb 1 i ca. '"c

El poder Ejecutivo al estar representado p o r u n solo

individuo denominado presidente se vuelve unipersonal. De modo

contrario con lo que ocurre con los o t r o s dos poderes. E 1 poder

Legislativo y segdn el artículo S O de nuestra constitución "se

deposita en un Congreso dividido en dos Camaras, de Diputados y

Senadores". La C á m a r a de Diputados está integrada por trescientos

diputados, mientras que la Cámara de Senadores integrada p o r dos

miembros de cada estado y dos p o r el Distrito Federal, haciendo

un total de 64 miembros.

Por su parte, el Poder Judicial mediante el artículo 9 1 de

la Constitución "se deposita en la Suprema Corte de Justicia. l a

cual se compondrá de veintiún ministros numerarios".

(44)

Podemos observar. que mientras el Poder Legislativo necesita

de 364 miembros y el Poder Judicial de 21 miembros para sus

atribuciones, el Poder Ejecutivo necesita de un solo indil-iduo

para ejercer su función. Es p o r medio de este individuo, p o r e l

cual todo el ejercicio del poder público se l l e v a a cabo. Es el

presidente como miembro del Poder Ejecutivo quien d e c i d ? e n su

momento el destino del país, es quien define e l camino de. lo que

será el gobierno, o mejos dicho su gobierno. Pol- lo tanto.

podemos encontrarnos con buenos y/o maios gobiernos. ".4! definir

un buen gobierno. uno d e los elerrtentos salientes debe ser l a

energia p o r parte d e l Ejecutivo. Es esencial para proteger a l a

comunidad contra los ataques dei exterior; es no meno:< esencial

para la firme administraci6n d e !as leyes; para la proteccicin d e

la propiedad contra e s a s combinaciones irregulares y arbitrarias

que a veces interrumpen el curso normal de l a justicia; para la

seguridad de la libertad en contra d e las empresas y l o s ataques

de la ambición, d e 1 espiritu faccioso y de la anarquía.

Un Ejecutivo débil significa una ejecución debit d e l

gobierno. Una ejecución débil no es sino otra manera de d e s i g n a r

una ejecución mala; y un gobierno que ejecuta ma!, sea l o que

fuere en teoría, e n la pr6ctica tiene q u e resultar un mal

gobierno. Dando por supuesto que es necesar-io un ejecutixfo

enérgico. Los ingredientes que dan p o r resultado l a energia d e l

Ejecutivo son: p r i m e r o : la u n i d a d : segundo, la permanencia;

tercero, el proveer adecuadamente a su sostenimiento; cuarto.

poderes suficientes. ,t :j

n ,

: t ,

(45)
(46)

D e s d e e s e momento l a s p e r s o n a l i d a d e s q u e han ocupado la

s i l l a p r e s i d e n c i a l , e l P o d e r E j e c u t i v o ? son l o s s u r g i d o s e n l a

rair, d e l p a r t i d o . E l l o s son l o s q u e a c t u a l m e n t e asurnen l i t

r e p r e s e n t a t i v i d a d d e l g o b i e r n o m e x i c a n o . en c u y a s mano:; s e

d e p o s i t a , v í a e l v o t o , e l d e s t i n o d e n u e s t r o p ; t í c .

Hoy, d e s p u é s d e c e l e b r a d a s l a s e l e c c i ó n p r e s i d e n c i a l d e l 2 1

d e a g o s t o de 1 9 9 4 , hay duda e i n c e r t i d u m b r e p o r e l nuevo %i-uceso;-

d e l a c t u a l g o b e r n a n t e C a r l o s S a l i n a s d e G o r t a r i , D o c t o r e l

E r n e s t o Z e d i l l o P o n c e d e L e ó n , e n r e l a c i c i n ii c u á l s e r á s u fo r m a

d e c o n d u c i r a l pai S , h a y d u d a s o b r e l a g o b e r n a b i 1 i d a d , h a y duda

s o b r e e l e j e r c i c i o d e l p o d e r e n Mirsico. hay duda d e l f u t u r o

d e s t i n o d e l P R I y d e s u s d i r i g e n t e s , p e r o s o b r e t o d o h a y duda e

i n c e r t i d u m b r e so b r e el d e s t i n o d e l Si s t e m a P : ) l i t i c . o '.:e'; ic;in:;

p r i n c i p a l m e n t e s o b r e e l P r e s i d e n c i a l i s m o M e s i c a n c ? .

(47)
(48)

.I pcsnr de q u e e l S i s t e m a P r e s i d e n c i a l como c a r a c t e r í s t i c a p r i m o r d i a ! e s q u e e l g o b i e r n o e s t a e n m a n o s d e u n s o l o i n d i v i d u o

llamado " p r e s i d e n t e " y a u n q u e s u b a s e s e t o r n e b a j o c i e r t o s

e l e m e n t o s p r o p i o s q u e l o c a r a c t e r i z a n . E n c a d a u n o d e l o s p a í se.; e n l o s q u e s e l l e v a a c a b o u n r k g i m e n p r e s i d e n c i a l i s t a s e d a n

c i e r t o s c r i t e r i o s p r o p i o s q u e l o h a c e n s e r Ú n i c o y p a r t i c u l a r .

a d i f e r e n c i a d e h a b l a r d e u n S i s t e m a M o n c i r q u i c o o d e u n S i s t e m a P a r l a m e n t a r i s t a . E n e l p r i m e r o , l a a u t o r i d a d p r i n c i p a l d e l E s t a d o

o J e f e d e G o b i e r n o e s u n m o n a r c a e l c u a l o c u p a e l c a r g o hasta su

m u e r t e c7 i m p o s i b i l i d a d f í s i c a , en e s e momento e l q u e o c u p a i c

l u g a r e s e l h e r e d e r o . E s d e c i r , e n e l s i s t e m a m o n a r q u i c o n o h a y

(49)

En M é x i c o ! el p r e s i d e n c i a l i s m o t i e n e c a r a c t e r i s t i c a s

p e c u l i a r e s q u e h a n s u r g i d o a t r a v e s d e l t i e m p o y l o h a c e n s e r

d i s t i n t o a o t r o s . u n a de e s a s d i s t i n c i o n e s e s q u e e l P r e s i d e n t e

a p a r t e d e s e r e l J e f e d e l E j e c u t i v o t a m b i 6 n l o e s d e : P a ! - t i c l ( J

d e 1 E s t a d o .

I ; a s c a r a c t e r i s t i c a s q u e s e h a n a p l i c a d o en Mi'xico h a n sicli) s u i p e n e - r - i s q u e d i e r o n u n p r e s i d e n c i a l i s m o n l e z i c a n n muy s i n g s l a t -

e n t o d a & n é r i c a q u e e s p r i n c i p a l m e n t e e n d o n d e s e a p l i c a e s t e

t i p o d e s i s t e m a .

(50)

era:.: c r , I o n i a inglesa, p o r lo tanto el los pugnaron p o r u n ca:ni:io.

(51)

primer congreso intercolonis1 de tendencias revolucionaria?.

Cuando Inglaterra pretendi6 castigar a Massachusetts. las dern,is

colonias hicieron causa común con esta y . a instancias de

Virginia, se reunieron en Filadelfia, e l S de septiembre de 1 7 - 4 .

los delegados de doce colonias para formar el (7ongreso

Continental. L a s arbitrariedades que las c,olonias atribuían a 1

Parlamento Ing16s y que escapaban a todo control constitucional.

puesto que la Constitución flexible estaba a merced d e l

Parlamento, hicieron pensar en la necesidad d e una Constituciin

fi.ja, que colocada por encima de todos los poderes, inclusive d e l

Legislativo, los limitara a todos.

~l Segundo Congreso Cont inent a 1 se reuni 6 en l a misma ci t~datl

d e Filadelfia e l 1 0 de mayo d e 1-75 y l l e v o a cabo l a guerra con

Inglaterra. El consejo d e l congreso para que l a s colonias;

formaran nuex-os gobiernos, pronto fue seguido por todas.

redactando n u e v a s Constituciones. En Massachusetts y New

Hampshire la transformaci6n se o p e r 6 a travks d e asambleas

constituyentes elegidas especialmente para e x p e d i I- l a

Constituci.6n. la cual fue sometida a! referkndum popular: este

mktodo se consider6 el típico e n la claboraci6n de

(52)

d e atribuciones (relaciones exteriores. s~stenilrliento c:c fuerzas

rtrnladas. reguiaci6n de !a moneda, 1,esns J- medidas. correos,

e t c k t e r a ) se o t o r g a b a n a l Congreso. en el que cada Estado gozaba

de un ~ 6 1 3 v o t o . Parlt e l d s i t o del sistema faltaba q u e el

Congreso tuviera el control de las contribuciones, que existieran

como poderes federales el ejecutivo y el judicial y que el

desacato por los Estados a las disposiciones federales contara

con suficiente sancidn.

En los fjnales de 1 7 8 6 la situación era insostenible. Ante

el fracaso notorio de la Confederación se llegó a pensar en la

implantación de la monarquía. Y en mayo de 1787 se reunid en el

Palacio del Estado de Filadelfia una Convención federal que, a

pretexto de enmendar los artículos de la Confederación, iban a

d a r una genuina Constitución Federal.'

En el capítulo anterior se manejo la idea de clue es en la

Constitución, cualquiera que ella sea. la que da forma y

establece las bases para implantar un sistema d e gobierno. Por

lo tanto, fue natural que los hombres se dedicaran a elaborar una

constitución, una vez que el conflicto con la G r a n R r e t a ñ a h u b o

llegado a I n etapa en que la independencia era la u n i c a

alternativa real a la sunrisi6n. La completa s e p a r a c i 6 n clc la

madre patria h i z o necesaria una nueva estructura orgAnica e n l a s

(53)

Las c o l o n i a s u n i . d a s p u d i e r o n p r o c e d e r e f e c t i v a m e n t e a s u p r i m i r s u s n e x o s c o n l a m a d r e p a t r i a , p o r q u e p u d i e r o n d e c i d i r

u n á n i m e m e n t e q u e n o q u e r i a n s e r g o b e r n a d a s por l a G r a n B r e t a ñ a : p e r o c u a n d o 1 l e g ó e l t i e m p o d e r e s o l v e r s o b r e l o s d e t a l l e s d e u n a

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