Universidad Del Azuay
Facultad de Ciencias Jurídicas
Escuelas de Estudios Internacionales
La Co o p era c ió n Sur-Sur del Gobierno de la República
Popular China como mecanismo de Ayuda Oficial al
Desa rro llo en el Ec ua d o r
Tesis previa a la obtención del Título de Licenciada en
Estudios Internacionales con Mención Bilingüe en
Comercio Exterior
Srta. María Gabriela Valencia Espinoza
Tamara Trownsell
Cuenca - Ecuador
2008
Dedicatoria: El presente trabajo monográfico se lo dedico a mis padres por haber sido mi guía durante toda mi vida y mi mayor ejemplo a seguir. Gracias por apoyarme en todo y porque gracias a su esfuerzo he
Agradecimiento: Mi agradecimiento va primero a Dios por permitirme culminar mi carrera con éxito, a mis padres por todo el apoyo brindado y especialmente a mi directora de tesis, Tamara Trownsell, por haberse
Las ideas y el contenido del presente trabajo son
responsabilidad de su autora:
INDICE DE CONTENIDOS
Dedicatoria . ...ii Agradecimiento . . iii Firma de responsabilidad iv Índice de Contenidos . ...v Resumen ..vii Abstract . ..viii Introducción . 1Ca pítulo I: La Coopera ción Interna ciona l pa ra el desa rrollo en el
Ecuador ...05
1.1. C o o p e ra c ió n p a ra e l d e sa rro llo y la Ayud a Ofic ia l en e l
Desarrollo (AOD) . ..06
1.2. Cooperación No Reembolsable . .09
1.3. Cooperación Reembolsable . 11
1.4. Ayuda oficial para el Desarrollo entre los países del sur . ..13
Ca pítulo II: Coopera ción pa ra el Desa rrollo entre los pa íses en vía s de desarrollo: Ayuda de la República Popula r China a l
Ecuador ...19
2.1. Re p úb lic a Po p ula r C hina : Un p a ís e n vía s d e d e sa rro llo como
cooperante relevante .20
2.2. C o o p e ra c ió n inte rna c io na l entre lo s p a íse s e n d e sa rro llo : La C o o p e ra c ió n Sur-Sur y su a p lic a c ió n e n la s p o lític a s e xte rio re s d e l
gobierno de la República Popular China .21
2.3. Relaciones entre Ecuador y China ..27
2.4. Co o p e ra c ió n inte rna c io na l e ntre China y Ec ua d o r: C o nve nio Bá sic o d e C o o p e ra c ió n Ec o nó m ic a , Té c nic a y Cie ntífic a e ntre e l Go b ie rno
d e La Re p úb lic a d e l Ec ua d o r y e l Go b ie rno d e la Re p úb lic a Po p ula r
China 30
Capítulo III: Análisis y Discusión ...34 3.1. Aná lisis so b re c ó m o la Re p úb lic a Po p ula r C hina ha a p lic a d o la
política de cooperación Sur-Sur en el Ecuador ..35
3.2. Implicaciones a futuro de la Cooperación Sur-Sur . 37
Conclusión ..41
Bibliografía ..43
Resumen:
La c o o p era c ió n interna c io na l p a ra el d esa rro llo es una
im p o rta nte herra m ienta p a ra la erra d ic a c ió n d e p ro b lem a s
so c ia les en lo s p a íse s en vía s d e d esa rro llo . Co m o p a rte d e
la s estra teg ia s d e a yud a , la Cooperación Sur-Sur, es una
inic ia tiva q ue o frec e un futuro m á s justo p a ra lo s p a íse s en
vías de desarrollo incluido Ecuador.
Entre lo s p a íses en vía s d e d e sa rro llo el m á s g ra nd e y c o n
ec o no m ía m á s e sta b le e s China c uyo g o b ierno im p ulsa la
Co o p era c ió n Sur-Sur c o m o p a rte d e su p o lític a exterio r
c o m o un mecanism o d e Ayud a O fic ia l a l De sa rro llo (AO D)
p a ra lo g ra r q ue a c o rto p la zo la s ec o no m ía s d e lo s p a íse s
en d esa rro llo se a n m á s fruc tífera s y sus rea lid a d es so c ia les
mejoren.
Abstract:
Fo reig n a id is a n im p o rta nt to o l fo r the era d ic a tio n o f social
troubles in d evelo p ing c o untries to d a y. Am o ng currently
p ro m o ted a id strategies, South-So uth c o o p era tio n is a n
initia tive w hic h o ffers p o tentia l fo r a fa irer future fo r the
developing countries including Ecuador.
Among the d evelo p ing c o untries the largest a nd m o st
sta b le e c o no m y is the Peo p le 's Rep ub lic o f China . Its
g o vernm ent p ro m o tes South-So uth Co o p era tio n a s p a rt o f
its fo reig n p o lic y to w a rd s ke y so uthern neig hb o rs a s a
m ec ha nism fo r O ffic ia l De velo p m ent Assista nc e (O DA) to
make
short-term
development
p o ssib le
in
So uthern
La g lo b a liza c ió n ha m o d ific a d o d e m a ne ra d e c isiva la e c o no m ía m und ia l, c re a nd o ta nto g a na d o res c o m o p e rd e d o re s. Re d uc ir la s d e sig ua ld a d e s d e ntro d e lo s p a íse s y e ntre e llo s, y fo m e nta r una g lo b a liza c ió n m á s inc lusiva e s uno de los retos más importantes de nuestro tiempo.
Kemal Dervis, Administrador del PNUD1
INTRODUCCIÓN
La g lo b a liza c ió n c o m o fe nó m e no no so lo ha c o ntrib uid o a la a p e rtura c o m e rc ia l e ntre lo s esta d o s sino ta m b ié n ha fa c ilita d o la d ivulg a c ió n d e problemas críticos que afectan a muchos de ellos. Sin duda alguna el primer p re c e d e nte d e c o o p e ra c ió n inte rna c io na l e s la c re a c ió n d e la Org a niza c ió n d e la s Na c io ne s Unid a s (O NU) e l 25 d e a b ril d e 1945 e n d o nd e 50 p a íse s d e to d o e l m und o se re unie ro n en la Co nfe re nc ia d e la s Na c io nes Unid a s so b re Org a niza c ió n Inte rna c io na l. En e l Ca p ítulo I, Artíc ulo 1, Num e ra l 3 d e la C a rta d e la s Na c io ne s Unid a s se m a nifie sta q ue d e ntro d e lo s propósitos de la organización está:
Re a liza r la c o o p e ra c ió n inte rna c io na l e n la so luc ió n d e p ro b le m a s inte rna c io na le s d e c a rá c te r e c o nó m ic o , so c ia l, c ultura l o hum a nita rio , y e n e l d e sa rro llo y e stím ulo d e l re sp e to a lo s d e re c ho s hum a no s y a la s lib e rta d e s fund a m e nta le s d e to d o s, sin hacer distinción por motivos de raza, sexo, idioma o religión.2
A p a rtir d e e ste m o m e nto se ha n re a liza d o va rio s e sfue rzo s d e sd e la o rg a niza c ió n. Es a sí q ue la ONU, c o nsc ie nte d e la im p e ra nte ne c e sid a d d e la s na c io ne s d e a lc a nza r un d e sa rro llo q ue p e rm ita la p a ula tina e rra d ic a c ió n d e lo s g ra nd e s p ro b le m a s d e lo s p a íse s m e no s d e sa rro lla d o s,
1 Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo. Informe Anual 2007
http://www.undp.org/spanish/publicaciones/annualreport2007/. Ref. [20 abril 2008]
e n 1970 a d o p ta la Estra te g ia d e l Se g und o De c e nio d e la s Na c io ne s Unid a s p a ra e l d e sa rro llo e n la q ue se d e fine p o r p rim e ra ve z un c o m p ro m iso c la ro p a ra q ue la s na c io nes ind ustria liza d a s c e d a n una c a ntid a d ne ta d e l 0,7% d e l PIB p a ra Ayud a O fic ia l a lo s p a íse s e n d e sa rro llo 3.
Po d ría d e c irse q ue la Ayud a O fic ia l a l De sa rro llo (AO D) c o nstituye ho y e n d ía una he rra m ie nta e fe c tiva p a ra a lc a nza r lo s Ob je tivo s d e De sa rro llo d e l Mile nio (O DM)4; sin em b a rg o , a p e sa r d e q ue e s un a p o yo im p o rta nte p a ra
la d ism inuc ió n d e p ro b le m a s q ue a fe c ta n a lo s p a íse s m á s p o b re s d e l m und o , se d e b e te ne r e n c ue nta q ue no e s la so luc ió n d e finitiva a lo s m ism o s. La c la ve m á s b ie n se e nc ue ntra e n b usc a r m e c a nism o s q ue fo m e nte n e l d e sa rro llo no so lo en e l á m b ito e c o nó m ic o sino e n o tro s índ ic e s aún más importantes como son la educación y la salud.
En c ua nto a c o o p e ra c ió n a l d e sa rro llo se re fie re , lo m á s im p o rta nte es re c o no c e r la s ne c e sid a d e s e sp e c ífic a s d e c a d a p a ís re c e p to r y la s p rio rid a d e s d e lo s m ism o s ya q ue e sta s evo luc io na n y c a m b ia n ha c ie nd o q ue lo s e sfue rzo s d e lo s d o na nte s d e b a n se r o p tim iza d o s p a ra re so lve r o m itig a r la s m ism a s. Ad ic io na lm e nte , e l m a yo r p ro b le m a a to m a r e n c o nsid e ra c ió n e s q ue la s a c tua le s m o d a lid a d e s d e c o o p e ra c ió n se c o nvie rte n únic a m e nte e n p a rc he s q ue m itig a n te m p o ra lm e nte lo s d a ño s c a usa d o s p o r la fa lta d e d e sa rro llo y no e n p ro m o to ra s d e p o lític a s y mecanismos efectivos de autodesarrollo.
Ho y e n d ía la Ayud a Ofic ia l a l De sa rro llo no p ro viene únic a m e nte d e lo s p a íse s e c o nó m ic a m ente d e sa rro lla d o s sino d e p a íse s d e te rc e r m und o e n m o d a lid a d e s c o m o : Co o p e ra c ió n Té c nic a e ntre Pa íse s e n De sa rro llo (C o o p e ra c ió n Ho rizo nta l) y la Co o p e ra c ió n Sur-Sur. Pa ra la Re p úb lic a Po p ula r C hina , la Co o p e ra c ió n Sur-Sur fo rm a p a rte d e su p o lític a b á sic a e xte rio r c o m o b a se d e la s re la c io ne s d ip lo m á tic a s c o n lo s p a íse s e n vía s d e
3 Parlamento Europeo. Informe: Exposición de Motivos
http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+REPORT+A5-2003-0190+0+DOC+XML+V0//ES. Ref. [20 agosto 2008]
4 Nacen en la Cumbre del Milenio de las Naciones Unidas en Septiembre del 2000 celebrada en la sede de la ONU, donde los representantes de las naciones propusieron una serie de metas con objetivos medibles a plazos establecidos para tratar problemas como la pobreza y el hambre con el objetivo de erradicar estos males y fomentar el desarrollo. Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM):
desarrollo. Es im p o rta nte re c a lc a r la la b o r d e e ste p a ís e n va rio s p a íse s e n vía s d e d e sa rro llo p ue sto q ue ta m b ié n e stá c o nsid e ra d o c o m o p a ís e n vía s de desarrollo y es otro receptor de AOD.
Indudablemente el Ecuador palpa a diario una cruda realidad que requiere la to m a d e m e d id a s q ue inc e ntive n e l d e sa rro llo e c o nó m ic o y so c ia l d e l p a ís. Es p re c iso q ue la AOD q ue ing re se se d e stine a p ro ye c to s q ue e stén e nc a m ina d o s a l c um p lim ie nto e fe c tivo d e lo s Ob je tivo s d e De sa rro llo d e l Milenio.
Tra d ic io na lm e nte , la a yud a re c e p ta d a e n e l p a ís ha ve nid o d e siete p a íse s: Esta d o s Unid o s, Ja p ó n, Ale m a nia , Suiza , Esp a ña , Bé lg ic a y Ca na d á , d e lo s c ua le s c inc o so n p a rte d e lo s p a íse s m á s d e sa rro lla d o s q ue c o nfo rm a n e l G rup o d e lo s Siete (G 7). No o b sta nte , ho y e n d ía e n e l Ec ua d o r la República Po p ula r China ha to m a d o un p a p e l im p o rta nte d e ntro d e l la Co o p e ra c ió n p a ra e l De sa rro llo , p ue s se g ún e l info rm e d e l INECI Co o p e ra c ió n p a ra e l De sa rro llo : Ec ua d o r 2003-2004 o c up a e l o c ta vo lug a r e n Co o p e ra c ió n No Reembolsable.
El p re se nte tra b a jo m o no g rá fic o inc luye c o nc e p to s b á sic o s d e c o o p e ra c ió n inte rna c io na l c o m o b a se p a ra una m e jo r c o m p re nsió n d e una he rra m ie nta e sp e c ífic a d e la c o la b o ra c ió n e ntre lo s p a íse s e n vía s d e d e sa rro llo : la Co o p e ra c ió n Sur-Sur. El d e sa rro llo d e l d o c um e nto e m p ie za p o r una d e sc rip c ió n g e ne ra l d e la Co o p e ra c ió n p a ra e l d e sa rro llo y la Ayud a Ofic ia l en el Desarrollo (AOD) e introduce dos de los conceptos de las modalidades d e c o o p e ra c ió n m á s utiliza d o s e n e l e sc e na rio m und ia l: la Co o p e ra c ió n No Re e m b o lsa b le y la Co o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le . Ad e m á s, e n e l p rim e r c a p ítulo se inc luye b re ve s c o nc e p to s d e la s p rinc ip a le s m o d a lid a d e s d e cooperación entre los países en desarrollo.
El se g und o c a p ítulo d e e ste tra b a jo p re se nta a la Re p úb lic a Po p ula r China c o m o un p a ís e n d e sa rro llo c uyo p e rfil d e ntro d e la c ooperación inte rna c io na l e ntre lo s p a íse s e n d e sa rro llo e s re le va nte . Ad e m á s, inc o rp o ra e l c o nc e p to d e C o o p e ra c ió n Sur-Sur c o m o p rinc ip a l m e d io d e a yud a e ntre
lo s p a íse s e n d e sa rro llo y q ue fo rm a p a rte d e la s p o lític a s e xte rio re s d e l gobierno de la República Popular China. Por otro lado el capítulo muestra el inic io d e la s relaciones d ip lo m á tic a s y d e c o o p e ra c ió n e ntre Ec ua d o r y China d e ntro d e la s c ua le s un e je m p lo im p o rta nte e s e l Co nve nio Bá sic o d e Co o p e ra c ió n Ec o nó m ic a , Té c nic a y Cie ntífic a e ntre e l G o b ie rno d e la Re p úb lic a d e l Ec ua d o r y e l G o b ie rno d e la Re p úb lic a Po p ula r China que también forma parte del capítulo.
Fina lm e nte, e l te rc e r c a p ítulo a na liza la Co o p e ra c ió n Sur-Sur e n la a c tua lid a d c o m o p a rte im p o rta nte d e la s p o lític a s e xte rio re s d e la Re p úb lic a Po p ula r China . Lo s c o nc e p to s e info rm a c ió n q ue se inc luyó e n lo s c a p ítulo s a nte rio re s fo rm a n una b a se q ue p e rm itirá a l le c to r e nte nd e r la im p o rta nc ia d e la C o o p e ra c ió n p a ra e l De sa rro llo e n e l p a ís y a d e m á s la p a rtic ula rid a d d e China e n e l m a rc o d e c o o p e ra c ió n ya q ue c o m o p a rte d e l g rup o d e p a íse s e n vía s d e d e sa rro llo se ha c o nve rtid o e n un e je m p lo y pionero de donante de AOD dentro de los mismos.
Capítulo I
La Cooperación Internacional para el desarrollo en el Ecuador
La c o o p e ra c ió n inte rna c io na l e s una te nd e nc ia c re c ie nte e n e l e sc e na rio m und ia l c uyo p rinc ip io b á sic o se e nte nd e ría c o m o una m a nife sta c ió n d e so lid a rid a d inte rna c io na l. En e l á m b ito g lo b a l la s tra nsfo rm a c io ne s p ro d uc id a s tra s e l p ro c e so d e g lo b a liza c ió n e n c ua nto a la s re la c io ne s d e lo s a c to re s inte rna c io na le s g e ne ra n una p a uta p a ra e l impulso del c re c im ie nto e c o nó m ic o y d e una m a yo r e q uid a d e ntre lo s p a íse s d e p rim e r y te rc e r m und o m e d ia nte la refo rm ula c ió n d e la s p o lític a s y e stra te g ia s tra d ic io na le s d e fo m e nto d e d e sa rro llo . Po r o tro la d o , e s im p o rta nte q ue b a sa d o s e n lo s o b je tivo s d e d e sa rro llo d e l m ile nio5 se re p la nte e n a lg uno s
o b je tivo s na c io na le s a fin d e b usc a r ta nto so luc io ne s a lo s p ro b le m a s d e l d e sa rro llo c o m o a a lg uno s m a le s q ue a q ue ja n a l m und o , re la c io na d o s c o n el bienestar de la humanidad.
En e l Ec ua d o r la c o o p e ra c ió n inte rna c io na l e m p ie za a g a na r te rre no e n 1986 c ua nd o p a sa a m a no s d e la Se c re ta ria G ene ra l d e Pla nific a c ió n CONADE, la c ua l d e sa p a re c e e n 1998, y la c o o p e ra c ió n inte rna c io na l emp ie za a fo rm a r p a rte d e la Dire c c ió n d e Co o p e ra c ió n Exte rna d e l Ministe rio d e Ec o no m ía y Fina nza s. Má s ta rd e , e n 1999, se c o nstituye e l Co nse jo Ase so r d e Co o p e ra c ió n Inte rna c io na l (CACI) y se c re a la Ag e nc ia Ec ua to ria na d e Co o p e ra c ió n Exte rna (AGECE) q ue e l 3 d e a g o sto d e l 2000 se sup rim e p a ra d a r p a so a l Instituto Ec ua to ria no d e Co o p e ra c ió n Inte rna c io na l (INECI) a d sc rito a l Ministe rio d e Re la c io ne s Exte rio re s6.
Ad ic io na lm e nte , so n a c to re s im p o rta ntes d e ntro d e la c o o p e ra c ió n inte rna c io na l la Se c re ta ría Na c io na l d e Pla nific a c ió n y De sa rro llo (SENPLADES) y el Ministerio de Economía y Finanzas (MEF).
5 Anexo 4
En e l Ec ua d o r la m a yo r re sp o nsa b ilid a d e n c ua nto a c o o p e ra c ió n re c a e e n e l INECI e n e l c ua l se p a c ta n c o nve nio s Bila te ra le s y Multila te ra le s c o n p a íse s, o rg a niza c io ne s no g ub e rna m e nta le s y o tro s o rg a nism o s inte rna c io na le s c o n e l o b je tivo d e a b so rb e r ta nto s re c urso s d e la c o o p e ra c ió n e xte rna c o m o se a p o sib le7. Su p rinc ip a l func ió n e s se r e l
re sp o nsa b le d e o rienta r y utiliza r d e m a ne ra e fic iente y p ro d uc tiva lo s re c urso s d e c o o p e ra c ió n té c nic a y a siste nc ia e c o nó m ic a no re e m b o lsa b le 8 cuyos fo nd o s a d o p ta n e l no m b re d e Ayud a Ofic ia l a l
Desarrollo o AOD a nivel internacional.
El c a p ítulo a c o ntinua c ió n d e sc rib e b re ve m e nte la c o o p e ra c ió n p a ra e l d e sa rro llo y la Ayud a Ofic ia l p a ra e l De sa rro llo (AO D). El te xto inc luye una re se ña histó ric a d e l surg im ie nto d e la c o o p e ra c ió n e inc o rp o ra d o s d e lo s m e c a nism o s m á s fre c ue nte m e nte utiliza d o s. Fina lm e nte intro d uc e lo s primeros conceptos de cooperación entre los países del sur.
1.1. Cooperación para el desarrollo y la Ayuda Oficial en el Desarrollo (AOD)
Los primeros pasos de cooperación para el desarrollo se dieron a partir de la Segunda Guerra Mundial con la aparición del Plan Marshall que nace como una inic ia tiva d e lo s Esta d o s Unid o s c uyo o b je tivo fue p ro m o ve r la re c o nstruc c ió n d e lo s Pa íse s Euro p e o s d e va sta d o s p o r la g ue rra . En a q ue l tie m p o , a nte la d ifíc il situa c ió n e uro p e a , lo s Esta d o s Unid o s a tra vé s d e l m e nc io na d o p la n, p ro c ura ro n a yud a r a la re c o nstruc c ió n d e la s zo na s a fe c ta d a s y a l c re c im ie nto e c o nó m ic o e uro p e o m e d ia nte la c o la b o ra c ió n d e lo s b a nc o s e sta d o unid e nse s. Es e n e se e nto nc e s q ue a fin d e c o o rd ina r lo s e sfue rzo s d e l Pla n Ma rsha ll p a ra la re c o nstruc c ió n d e Euro p a d e sp ué s d e la g ue rra , va rio s p a íse s e uro p e o s im p ulsa n la c re a c ió n d e la Org a niza c ió n p a ra la C o o p e ra c ió n Ec o nó m ic a Euro p e a (O EEC )9, fund a d a e n 1948, la
cual d e sp ué s d e la O NU se c o nvie rte e n uno d e lo s organismos p io ne ro s a
7 La importancia de este instituto en particular dentro de este trabajo se debe a que es a través del mismo en 1984 se pacta el primer convenio de cooperación entre la República Popular China y el Ecuador, parte esencial de este trabajo.
8 INECI. Quienes Somos. http://www.mmrree.gov.ec/ineci/quienes_somos/sistema.asp. Ref. [20/junio/2007]
nive l m und ia l e n m a te ria d e c o o p e ra c ió n cuyo principal objetivo fue p ro m o ve r la a yud a o fic ia l p a ra e l d e sa rro llo . Má s ta rd e , e n 1961 la OEEC se c o nvirtió en la Org a niza c ió n p a ra la Co o p e ra c ió n y e l De sa rro llo Ec o nó m ic o (O CDE) c uya m isió n ha sid o d e sd e sus inic io s e l a yud a r a lo s g o b ie rno s a alc a nza r un c re c im iento e c o nó m ic o suste nta b le m ed ia nte una e sta b ilid a d fina nc ie ra a fin d e c o ntrib uir a l d e sa rro llo e c o nó m ic o d e lo s m ie m b ro s d el g rup o y a d e m á s a yud a r e n lo p o sib le a lo s p a íse s m e no s d e sa rro lla d o s a nive l m und ia l a fin d e p ro c ura r una m e jo r re la c ió n c o n lo s m ism o s. Ad ic io na lm e nte , c o m o p a rte d e e ste o rg a nism o se c re a e n 1961 e l Co m ité d e Ayud a a l De sa rro llo (C AD) c o m o un fo ro d e stina d o e sp e c ia lm e nte a la evaluación del desarrollo y manejo de la AOD.
Tra s va rio s a ño s d e e vo luc ió n, la c o nc e p c ió n d e c o o p e ra c ió n a l d e sa rro llo se c o nvie rte e n la c o nc ie ntiza c ió n d e la s g ra nd e s p o te nc ia s e c o nó m ic a s m und ia le s p o r e l d e sa rro llo d e lo s p a íse s m á s p o b re s d e l p la ne ta c uyo o b je tivo p rim o rd ia l se ría e ntre g a r d e m a ne ra vo lunta ria , y e n la m a yo ría d e lo s c a so s c o n c a rá c te r d e d o na c ió n, a p o rte s té c nic o s y e c o nó m ic o s sin ánimos de crear imposiciones a los donantes.
Uno d e lo s c o nc e p to s d e AO D m á s c la ro s se ña la q ue la Ayud a Ofic ia l p a ra e l De sa rro llo e s la a yud a fina nc ie ra y té c nic a a c o rd a d a p o r e l se c to r públic o d e un p a ís d e l No rte c o n e l o b je to d e p ro m o ve r e l d e sa rro llo e n e l Sur c a na liza d a a tra vé s d e o rg a niza c io ne s inte rna c io na le s o sup ra e sta ta le s (Unió n Euro p e a , Na c io ne s Unid a s) o d ire c ta m e nte e ntre Esta d o s u o tro s a c to re s c o m o Org a niza c io ne s No G ub e rna m e nta le s (ONG ) inte rna c io na le s, empresas, etc.
De b id o a la re le va nc ia d e la c o o p e ra c ió n a nivel m und ia l y la p re o c up a c ió n d e e sto s o rg a nism o s inte rna c io na le s p o r la p re c a ria situa c ió n e c o nó m ic a d e lo s p a íse s d e l sur, se fo m e ntó la im p le m e nta c ió n d e concepto s m á s p re c iso s b a sa d o s e n sus p ro p io s o b je tivo s d e p ro m o c ió n d e d e sa rro llo . De e se m o d o la AO D se c o nvie rte e n una p a rte d e la c o o p e ra c ió n inte rna c io na l m ed ia nte la c ua l se re a liza n tra nsfe re nc ia s d e fo nd o s e ntre p a íse s c o n d ife re nte s nive le s d e d e sa rro llo , p rinc ip a lm e nte d e
p a íse s d e l no rte a p a íse s d e l sur, c o n e l únic o o b je tivo d e a c e le ra r e l d e sa rro llo d e lo s e sta d o s m á s p o b re s. En e ste se ntid o , la AO D e nm a rc a una se rie d e inte rc a m b io s e c o nó m ic o s y d e re c urso s hum a no s c o n la fina lid a d d e a lc a nza r un d e sa rro llo c o m ún q ue p ro m ue va p rinc ip io s d e ig ua ld a d q ue le s p e rm ita a lo s p a íse s d e te rc e r m und o o b te ne r un d e sa rro llo so ste nib le y sustentable.
Ofic ia lm e nte e l p rim er c o nc e p to d e AOD se d io en 1961 e n e l se no d e l C AD d e la OCDE 10 , e n d o nd e se e sta b le c e n la s p rim e ra s d ire c tric e s d e la
AOD como que estos fondos deben ser:
Destinados a los países menos desarrollados, De manera continua y asegurada, y
En condiciones favorables y no comerciales. 11
No o b sta nte , e n c ua nto a la c o o p e ra c ió n p a ra e l d e sa rro llo se re fie re p ro b a b le m e nte e l d o c um e nto El p a p e l d e la c o o p e ra c ió n p a ra e l d e sa rro llo e n lo s a lb o re s d e l sig lo XXI (Sha p ing the 21st Ce ntury) 12 se
c o nvie rte e n e l m a yo r c o nse nso d e lo s p a íse s d o na nte s d e AOD e n d o nd e lo s m ism o s p la sm a n c la ra m e nte lo s o b je tivo s d e d e sa rro llo p a ra e l sig lo 21 dentro de los cuales se encuentran:
a) Reducir a la mitad entre 1990 y 2015 la proporción de personas que viven en la pobreza extrema.
b) Matricular a todos los niños en la escuela primaria para 2015. c ) Ava nza r ha c ia la ig ua ld a d e ntre lo s g é ne ro s y e l e m p o d e ra m ie nto d e la m uje r, e lim ina nd o la s d isp a rid a d e s e ntre los géneros en la enseñanza primaria y secundaria para 2005. d ) Re d uc ir la ta sa d e m o rta lid a d infa ntil e n d o s te rc e ra s p a rte s entre 1990 y 2015.
e ) Re d uc ir la m o rta lid a d m a te rna e n tre s c ua rta s p a rte s e ntre 1990 y 2015.
10 Instituto Internacional de Gobernabilidad (IIG). La evolución del concepto de ayuda al desarrollo. http://www.iigov.org/cg/?p=9_01 Ref. [27/febrero/07]
11 Instituto Internacional de Gobernabilidad (IIG). La evolución del concepto de ayuda al desarrollo. http://www.iigov.org/cg/?p=9_01 Ref. [27/febrero/07]
12 Diccionario de Acción Humanitaria y Cooperación al Desarrollo. http://dicc.hegoa.efaber.net/listar/mostrar/25 Ref. [08/ julio/ 2007]
f) Da r a c c e so a se rvic io s d e sa lud re p ro d uc tiva p a ra 2015 a quienes los necesiten.
g ) Po ne r e n p rá c tic a p a ra 2005 e stra te g ia s na c io na le s d e d e sa rro llo so ste nib le a fin d e re ve rtir p a ra 2015 la p é rd id a d e recursos ecológicos.
De ntro d e la Co o p e ra c ió n Inte rna c io na l e xiste n d o s c la se s q ue so n la s m á s fre c ue nte m e nte utiliza d a s: la a yud a proveniente d e c ré d ito s lla m a d a c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le y d e la s d o na c io ne s o c o o p e ra c ió n no re e m b o lsa b le . En la s p ró xim a s d o s se c c io ne s se tra ta rá c o n m á s d e ta lle c a d a una d e e lla s. Am b o s tip o s d e a yud a so n procedentes d e o rg a nism o s públicos y privados, bilaterales o multilaterales cuyos fondos se destinan a los p a íse s d e te rc e r m und o c o n la fina lid a d d e p ro m o ve r un d e sa rro llo e c o nó m ic o q ue fo m e nte m e jo re s c o nd ic io ne s d e vid a . Su na tura le za la s c o nvie rte e n un p ro c e so d e id a y vue lta e n e l q ue ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s b usc a n re so lve r d e te rm ina d o s p ro b le m a s b a sa d o s e n la s necesidades d e d e sa rro llo p a rtic ula re s d e c a d a p o b la c ió n y p a ís. Este tip o d e so c ie d a d g e ne ra d a e ntre lo s p a rtic ip a nte s d e la c o o p e ra c ió n o b lig a a la s p a rte s a b usc a r m e c a nism o s q ue le s p e rm ita n sa tisfa c e r lo s o b je tivo s e stip ula d o s c o n a nte rio rid a d p o r c a d a una d e e lla s g e ne ra nd o d e e ste modo beneficios mutuos para las partes.
1.2. Cooperación No Reembolsable
La c o o p e ra c ió n no re e m b o lsa b le e s una m o d a lid a d d e AO D e n la q ue se e ntre g a n fo nd o s a m a ne ra d e d o na c io ne s y a l ig ua l q ue o tro s tip o s d e cooperación. Esta p ue d e p ro ve nir d e fue nte s b ila te ra le s o m ultila te ra le s, gobiernos y/u organismos no gubernamentales (ONG).
De a c ue rd o a l INEC I, e n e l Ec ua d o r la c o o p e ra c ió n no re e m b o lsa b le p ue d e ser: Cooperación Financiera no Reembolsable, Cooperación Técnica, Canje d e De ud a , Do na c ió n, Pré sta m o s, Be c a s, Fo nd o Am b ie nta l G lo b a l y Co o p e ra c ió n Inte rna c io na l p a ra De sa stre s Na tura le s. Pa ra a c c e d e r a e sto s c a p ita le s lo s p ro ye c to s a p re se nta rse se rá n b á sic a m e nte d e tre s fue nte s:
Se c to r Priva d o , Se c to r Púb lic o y/ o Pro ye c to s p re se nta d o s a l Ca nje d e Deuda13. Ad ic io na lm e nte , c o m o p a rte d e la s m e d id a s a d o p ta d a s p o r lo s
d o na nte s a m a ne ra d e c o o p e ra c ió n no re e m b o lsa b le se ha n im p le m e nta d o p ro g ra m a s m e d ia nte s lo s c ua le s se p ue d e re d uc ir, c a nje a r, c o nd o na r o re fina nc ia r la s g ra nd e s d e ud a s q ue d ura nte d é c a d a s ha n condenado las economías de los países pobres.
Lo s c rite rio s d e p rio rid a d d e la AO D m e d ia nte la c o o p e ra c ió n no re e m b o lsa b le se m id e n ta nto p o r lo s o c ho Ob je tivo s d e De sa rro llo d e l Milenio14 y c o m o p o r la s ne c e sid a d e s na c io na le s c uyo s re c urso s e n e l
Ec ua d o r se c a na liza n p rinc ip a lm e nte a c ua tro g ra nd e s g rup o s d e proyectos:
1. Sociales,
2. Agropecuarios, 3. Obra pública y
4. Conservación del medio ambiente15
Ad e m á s, e s im p o rta nte to m a r e n c ue nta q ue e xiste n o tro s aspectos importantes dentro de la cooperación internacional tales como:
El fomento de la educación
La a lfa b e tiza c ió n y fo rm a c ió n d e lo s c iud a d a no s a fin d e q ue lo s miembros de la sociedad aumenten sus capacidades y
Otros índices como la salud y el acceso a la tecnología.
De e ste m o d o la c o o p e ra c ió n no re e m b o lsa b le se c o nvie rte e n un tip o d e AOD mediante el cual se obtienen recursos de diversas índoles a manera de fo nd o s o c o o p e ra c io ne s q ue no a d q uie re n e l c a rá c te r d e d e ud a c o m o e s el caso de la cooperación reembolsable.
13 Cooperación para el Desarrollo Ecuador 2002. INECI. Pag. 36-38
14 Erra d ic a r la p o b re za extrem a y el ha m b re, Lo g ra r la enseña nza p rim a ria universa l, Pro m o ver la igualdad entre los sexos y la autonomía de la mujer, Reducir la mortalidad de los niños menores de 5 años, Mejorar la salud maternal, Combatir el VIH/SIDA, el paludismo y otras enfermedades, Garantizar la so stenib ilid a d d el m ed io a m b iente , Fo m e nta r una a so c ia c ió n m und ia l p a ra el d esa rro llo Extra íd o d el documento Objetivos de Desarrollo del Milenio: Informe 2005 de la ONU
15 INECI. Pro yec to s d e C o o p e ra c ió n, O rg a niza c io nes No G ub erna m enta les, Bec a s y Ba se d e d a to s Ref. [20/junio/2007] http://www.mmrree.gov.ec/ineci/quienes_somos/faq.asp
1.3. Cooperación Reembolsable
La C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le se c o nfo rm a p o r to d o s a q ue llo s re c urso s e ntre g a d o s p o r e ntid a d e s fina nc ie ra s m ultila te ra le s y o rg a nism o s b ila te ra le s c o n c a rá c te r d e p ré sta m o y c uya fina lid a d e stá e nm a rc a d a d e ntro c o nc e p to d e AOD
e n lo s p a íse s d e l sur (o e n vía s d e d e sa rro llo ) ta l c o m o se ha m a nife sta d o anteriormente.
Se g ún lo s info rm e s d e l INEC I
2003.2004 y 2005,
d e stina d o s p a ra AO D fue ro n p ro p o rc io na d o s e n su m a yo ría p o r la C AF (C o rp o ra c ió n And ina d e Fo m e nto ), e l BID (Ba nc o Inte ra m e ric a no d e Desa rro llo ), e l BIRF (Ba nc o Inte rna c io na l p a ra la Re c o nstruc c ió n y e l Fomento) y España tal como se detalla en el cuadro a continuación:
Cooperación Reembolsable
La C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le se c o nfo rm a p o r to d o s a q ue llo s re c urso s entregados por entidades financ ieras multilaterales y organismos bilaterales c on c arác ter de préstamo y c uya finalidad está enmarc ada dentro c onc epto de AOD.
en los países del sur (o en vías de desarrollo) tal c omo se ha manifestado anteriormente.
Se g ún lo s info rm e s d e l INEC I
2003.2004 y 2005, durante estos años los fondos reembolsables en el Ecuador
d e stina d o s p a ra AO D fue ro n p ro p o rc io na d o s e n su m a yo ría p o r la C AF (C o rp o ra c ió n And ina d e Fo m e nto ), e l BID (Ba nc o Inte ra m e ric a no d e
sa rro llo ), e l BIRF (Ba nc o Inte rna c io na l p a ra la Re c o nstruc c ió n y e l Fomento) y España tal como se detalla en el cuadro a continuación:
Cooperación Reembolsable
La C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le se c o nfo rm a p o r to d o s a q ue llo s re c urso s e ntre g a d o s p o r e ntid a d e s fina nc ie ra s m ultila te ra le s y o rg a nism o s b ila te ra le s c o n c a rá c te r d e p ré sta m o y c uya fina lid a d e stá e nm a rc a d a d e ntro
. Esto sig nific a q ue su p ro p ó sito e s fo m e nta r e l d e sa rro llo e n lo s p a íse s d e l sur (o e n vía s d e d e sa rro llo ) ta l c o m o se ha m a nife sta d o
Se g ún lo s info rm e s d e l INEC I C o o p e ra c ió n p a ra e l De sa rro llo : Ec ua d o r 2002, durante estos años los fondos reembolsables en el Ecuador d e stina d o s p a ra AO D fue ro n p ro p o rc io na d o s e n su m a yo ría p o r la C AF (C o rp o ra c ió n And ina d e Fo m e nto ), e l BID (Ba nc o Inte ra m e ric a no d e
sa rro llo ), e l BIRF (Ba nc o Inte rna c io na l p a ra la Re c o nstruc c ió n y e l Fomento) y España tal como se detalla en el cuadro a continuación:
Cooperación Reembolsable
La C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le se c o nfo rm a p o r to d o s a q ue llo s re c urso s e ntre g a d o s p o r e ntid a d e s fina nc ie ra s m ultila te ra le s y o rg a nism o s b ila te ra le s c o n c a rá c te r d e p ré sta m o y c uya fina lid a d e stá e nm a rc a d a d e ntro
sto sig nific a q ue su p ro p ó sito e s fo m e nta r e l d e sa rro llo e n lo s p a íse s d e l sur (o e n vía s d e d e sa rro llo ) ta l c o m o se ha m a nife sta d o
C o o p e ra c ió n p a ra e l De sa rro llo : Ec ua d o r 2002,
durante estos años los fondos reembolsables en el Ecuador d e stina d o s p a ra AO D fue ro n p ro p o rc io na d o s e n su m a yo ría p o r la C AF (C o rp o ra c ió n And ina d e Fo m e nto ), e l BID (Ba nc o Inte ra m e ric a no d e
sa rro llo ), e l BIRF (Ba nc o Inte rna c io na l p a ra la Re c o nstruc c ió n y e l Fomento) y España tal como se detalla en el cuadro a continuación:
CUADRO
La C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le se c o nfo rm a p o r to d o s a q ue llo s re c urso s e ntre g a d o s p o r e ntid a d e s fina nc ie ra s m ultila te ra le s y o rg a nism o s b ila te ra le s c o n c a rá c te r d e p ré sta m o y c uya fina lid a d e stá e nm a rc a d a d e ntro
sto sig nific a q ue su p ro p ó sito e s fo m e nta r e l d e sa rro llo e n lo s p a íse s d e l sur (o e n vía s d e d e sa rro llo ) ta l c o m o se ha m a nife sta d o
C o o p e ra c ió n p a ra e l De sa rro llo : Ec ua d o r 2002,
durante estos años los fondos reembolsables en el Ecuador d e stina d o s p a ra AO D fue ro n p ro p o rc io na d o s e n su m a yo ría p o r la C AF (C o rp o ra c ió n And ina d e Fo m e nto ), e l BID (Ba nc o Inte ra m e ric a no d e
sa rro llo ), e l BIRF (Ba nc o Inte rna c io na l p a ra la Re c o nstruc c ió n y e l Fomento) y España tal como se detalla en el cuadro a continuación:
CUADRO1
La C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le se c o nfo rm a p o r to d o s a q ue llo s re c urso s e ntre g a d o s p o r e ntid a d e s fina nc ie ra s m ultila te ra le s y o rg a nism o s b ila te ra le s c o n c a rá c te r d e p ré sta m o y c uya fina lid a d e stá e nm a rc a d a d e ntro
sto sig nific a q ue su p ro p ó sito e s fo m e nta r e l d e sa rro llo e n lo s p a íse s d e l sur (o e n vía s d e d e sa rro llo ) ta l c o m o se ha m a nife sta d o
C o o p e ra c ió n p a ra e l De sa rro llo : Ec ua d o r 2002,
durante estos años los fondos reembolsables en el Ecuador d e stina d o s p a ra AO D fue ro n p ro p o rc io na d o s e n su m a yo ría p o r la C AF (C o rp o ra c ió n And ina d e Fo m e nto ), e l BID (Ba nc o Inte ra m e ric a no d e
sa rro llo ), e l BIRF (Ba nc o Inte rna c io na l p a ra la Re c o nstruc c ió n y e l Fomento) y España tal como se detalla en el cuadro a continuación:
La C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le se c o nfo rm a p o r to d o s a q ue llo s re c urso s e ntre g a d o s p o r e ntid a d e s fina nc ie ra s m ultila te ra le s y o rg a nism o s b ila te ra le s c o n c a rá c te r d e p ré sta m o y c uya fina lid a d e stá e nm a rc a d a d e ntro
sto sig nific a q ue su p ro p ó sito e s fo m e nta r e l d e sa rro llo e n lo s p a íse s d e l sur (o e n vía s d e d e sa rro llo ) ta l c o m o se ha m a nife sta d o
C o o p e ra c ió n p a ra e l De sa rro llo : Ec ua d o r 2002,
durante estos años los fondos reembolsables en el Ecuador d e stina d o s p a ra AO D fue ro n p ro p o rc io na d o s e n su m a yo ría p o r la C AF (C o rp o ra c ió n And ina d e Fo m e nto ), e l BID (Ba nc o Inte ra m e ric a no d e
sa rro llo ), e l BIRF (Ba nc o Inte rna c io na l p a ra la Re c o nstruc c ió n y e l Fomento) y España tal como se detalla en el cuadro a continuación:
La C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le se c o nfo rm a p o r to d o s a q ue llo s re c urso s e ntre g a d o s p o r e ntid a d e s fina nc ie ra s m ultila te ra le s y o rg a nism o s b ila te ra le s c o n c a rá c te r d e p ré sta m o y c uya fina lid a d e stá e nm a rc a d a d e ntro del sto sig nific a q ue su p ro p ó sito e s fo m e nta r e l d e sa rro llo en los países del sur (o en vías de desarrollo) tal como se ha manifestado
Cooperación para el Desarrollo: Ecuador 2002,
durante estos años los fondos reembolsables en el Ecuador d e stina d o s p a ra AO D fue ro n p ro p o rc io na d o s e n su m a yo ría p o r la C AF (Corporación Andina de Fomento), el BID (Banco Interamericano de sarrollo), el BIRF (Banco Internacional para la Reconstrucción y el
Mediante
p ré sta m o s re a liza d o s p o r lo s c ua tro p rinc ip a le s d o na nte s d e C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le a l Ec ua d o r a d e m á s d e d isting uir q ue d ura nte lo s a ño s 2003 200416 la s c a ntid a d e s e n m illo ne s d e d ó la re s fue ro n sig nific
a lta s so b re to d o e n el c a so d e l C AF c uya te nd e nc ia g e ne ra l e s c o lo c a rse c o m o e l p rinc ip a l d o na
p o r e sto s o rg a nism o s se d e stina ro n p a ra a p o ya r la e je c uc ió n d e p ro ye c to s re la c io na d o s c o n o b ra
c a rre te ra s, e sp e c ia lm e nte e n la re g ió n c o sta ; d o ta c ió n d e se rvic io s b á sic o s; Desarrollo Regional, Rural y Social,
En c ua nto a la c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le se ría im p o rta nte c o nsid e ra r la p o sib ilid a d d e q ue a d e m á s d e la c o ntrib uc ió n e c o nó m ic a ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s p ro m ue va n la im p le m e nta c ió n d e p o lític a s e sta ta le s q ue permitan la ejecución de proyectos sostenibl
d e a m b a s p a rte s. Este tip o d e p ro ye c to s se ría n una b a se p a ra fo m e nta r un
16 No existen datos individuales de los años 2003 y 2004
17 INECI. Cooperación para el desarrollo: Ecuador 2002. pág. 41
0 100 200 300 400 500 600
*Fuentes: INECI: 2002, INECI: 2003
Mediante el Cuadro
p ré sta m o s re a liza d o s p o r lo s c ua tro p rinc ip a le s d o na nte s d e C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le a l Ec ua d o r a d e m á s d e d isting uir q ue d ura nte lo s a ño s 2003
la s c a ntid a d e s e n m illo ne s d e d ó la re s fue ro n sig nific
a lta s so b re to d o e n el c a so d e l C AF c uya te nd e nc ia g e ne ra l e s c o lo c a rse c o m o e l p rinc ip a l d o na
p o r e sto s o rg a nism o s se d e stina ro n p a ra a p o ya r la e je c uc ió n d e p ro ye c to s re la c io na d o s c o n o b ra
c a rre te ra s, e sp e c ia lm e nte e n la re g ió n c o sta ; d o ta c ió n d e se rvic io s b á sic o s; rrollo Regional, Rural y Social,
En c ua nto a la c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le se ría im p o rta nte c o nsid e ra r la p o sib ilid a d d e q ue a d e m á s d e la c o ntrib uc ió n e c o nó m ic a ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s p ro m ue va n la im p le m e nta c ió n d e p o lític a s e sta ta le s q ue permitan la ejecución de proyectos sostenibl
d e a m b a s p a rte s. Este tip o d e p ro ye c to s se ría n una b a se p a ra fo m e nta r un
No existen datos individuales de los años 2003 y 2004
INECI. Cooperación para el desarrollo: Ecuador 2002. pág. 41
CAF
*Fuentes: INECI: 2002, INECI: 2003
Cuadro 1 y e l G rá fic o 1 e s p o sib le visua liza r lo s flujo s d e p ré sta m o s re a liza d o s p o r lo s c ua tro p rinc ip a le s d o na nte s d e C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le a l Ec ua d o r a d e m á s d e d isting uir q ue d ura nte lo s a ño s 2003
la s c a ntid a d e s e n m illo ne s d e d ó la re s fue ro n sig nific
a lta s so b re to d o e n el c a so d e l C AF c uya te nd e nc ia g e ne ra l e s c o lo c a rse c o m o e l p rinc ip a l d o na nte d ura nte lo s tre s p e río d o s.
p o r e sto s o rg a nism o s se d e stina ro n p a ra a p o ya r la e je c uc ió n d e p ro ye c to s re la c io na d o s c o n o b ra s d e infra e struc tura ; c o nstruc c ió n y re ha b ilita c ió n d e c a rre te ra s, e sp e c ia lm e nte e n la re g ió n c o sta ; d o ta c ió n d e se rvic io s b á sic o s;
rrollo Regional, Rural y Social,
En c ua nto a la c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le se ría im p o rta nte c o nsid e ra r la p o sib ilid a d d e q ue a d e m á s d e la c o ntrib uc ió n e c o nó m ic a ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s p ro m ue va n la im p le m e nta c ió n d e p o lític a s e sta ta le s q ue permitan la ejecución de proyectos sostenibl
d e a m b a s p a rte s. Este tip o d e p ro ye c to s se ría n una b a se p a ra fo m e nta r un
No existen datos individuales de los años 2003 y 2004
INECI. Cooperación para el desarrollo: Ecuador 2002. pág. 41
BID
GRAFICO 1
*Fuentes: INECI: 2002, INECI: 2003
1 y e l G rá fic o 1 e s p o sib le visua liza r lo s flujo s d e p ré sta m o s re a liza d o s p o r lo s c ua tro p rinc ip a le s d o na nte s d e C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le a l Ec ua d o r a d e m á s d e d isting uir q ue d ura nte lo s a ño s 2003
la s c a ntid a d e s e n m illo ne s d e d ó la re s fue ro n sig nific
a lta s so b re to d o e n el c a so d e l C AF c uya te nd e nc ia g e ne ra l e s c o lo c a rse te d ura nte lo s tre s p e río d o s.
p o r e sto s o rg a nism o s se d e stina ro n p a ra a p o ya r la e je c uc ió n d e p ro ye c to s s d e infra e struc tura ; c o nstruc c ió n y re ha b ilita c ió n d e c a rre te ra s, e sp e c ia lm e nte e n la re g ió n c o sta ; d o ta c ió n d e se rvic io s b á sic o s;
rrollo Regional, Rural y Social,y, Gestión Económica
En c ua nto a la c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le se ría im p o rta nte c o nsid e ra r la p o sib ilid a d d e q ue a d e m á s d e la c o ntrib uc ió n e c o nó m ic a ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s p ro m ue va n la im p le m e nta c ió n d e p o lític a s e sta ta le s q ue permitan la ejecución de proyectos sostenibl
d e a m b a s p a rte s. Este tip o d e p ro ye c to s se ría n una b a se p a ra fo m e nta r un
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BIRF
GRAFICO 1
*Fuentes: INECI: 2002, INECI:
2003-1 y e l G rá fic o 2003-1 e s p o sib le visua liza r lo s flujo s d e p ré sta m o s re a liza d o s p o r lo s c ua tro p rinc ip a le s d o na nte s d e C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le a l Ec ua d o r a d e m á s d e d isting uir q ue d ura nte lo s a ño s 2003
la s c a ntid a d e s e n m illo ne s d e d ó la re s fue ro n sig nific
a lta s so b re to d o e n el c a so d e l C AF c uya te nd e nc ia g e ne ra l e s c o lo c a rse te d ura nte lo s tre s p e río d o s.
p o r e sto s o rg a nism o s se d e stina ro n p a ra a p o ya r la e je c uc ió n d e p ro ye c to s s d e infra e struc tura ; c o nstruc c ió n y re ha b ilita c ió n d e c a rre te ra s, e sp e c ia lm e nte e n la re g ió n c o sta ; d o ta c ió n d e se rvic io s b á sic o s;
y, Gestión Económica
En c ua nto a la c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le se ría im p o rta nte c o nsid e ra r la p o sib ilid a d d e q ue a d e m á s d e la c o ntrib uc ió n e c o nó m ic a ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s p ro m ue va n la im p le m e nta c ió n d e p o lític a s e sta ta le s q ue permitan la ejecución de proyectos sostenibles que fortalezcan los esfuerzos d e a m b a s p a rte s. Este tip o d e p ro ye c to s se ría n una b a se p a ra fo m e nta r un
No existen datos individuales de los años 2003 y 2004
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BIRF ESPAÑA
-2004, INECI: 2005
1 y e l G rá fic o 1 e s p o sib le visua liza r lo s flujo s d e p ré sta m o s re a liza d o s p o r lo s c ua tro p rinc ip a le s d o na nte s d e C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le a l Ec ua d o r a d e m á s d e d isting uir q ue d ura nte lo s a ño s 2003
la s c a ntid a d e s e n m illo ne s d e d ó la re s fue ro n sig nific
a lta s so b re to d o e n el c a so d e l C AF c uya te nd e nc ia g e ne ra l e s c o lo c a rse te d ura nte lo s tre s p e río d o s. Lo s fo nd o s e ntre g a d o s p o r e sto s o rg a nism o s se d e stina ro n p a ra a p o ya r la e je c uc ió n d e p ro ye c to s s d e infra e struc tura ; c o nstruc c ió n y re ha b ilita c ió n d e c a rre te ra s, e sp e c ia lm e nte e n la re g ió n c o sta ; d o ta c ió n d e se rvic io s b á sic o s;
y, Gestión Económica17.
En c ua nto a la c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le se ría im p o rta nte c o nsid e ra r la p o sib ilid a d d e q ue a d e m á s d e la c o ntrib uc ió n e c o nó m ic a ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s p ro m ue va n la im p le m e nta c ió n d e p o lític a s e sta ta le s q ue
es que fortalezcan los esfuerzos d e a m b a s p a rte s. Este tip o d e p ro ye c to s se ría n una b a se p a ra fo m e nta r un
ESPAÑA
2004, INECI: 2005
1 y e l G rá fic o 1 e s p o sib le visua liza r lo s flujo s d e p ré sta m o s re a liza d o s p o r lo s c ua tro p rinc ip a le s d o na nte s d e C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le a l Ec ua d o r a d e m á s d e d isting uir q ue d ura nte lo s a ño s 2003
la s c a ntid a d e s e n m illo ne s d e d ó la re s fue ro n sig nific a tiva m e nte m á s a lta s so b re to d o e n el c a so d e l C AF c uya te nd e nc ia g e ne ra l e s c o lo c a rse
Lo s fo nd o s e ntre g a d o s p o r e sto s o rg a nism o s se d e stina ro n p a ra a p o ya r la e je c uc ió n d e p ro ye c to s s d e infra e struc tura ; c o nstruc c ió n y re ha b ilita c ió n d e c a rre te ra s, e sp e c ia lm e nte e n la re g ió n c o sta ; d o ta c ió n d e se rvic io s b á sic o s;
En c ua nto a la c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le se ría im p o rta nte c o nsid e ra r la p o sib ilid a d d e q ue a d e m á s d e la c o ntrib uc ió n e c o nó m ic a ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s p ro m ue va n la im p le m e nta c ió n d e p o lític a s e sta ta le s q ue
es que fortalezcan los esfuerzos d e a m b a s p a rte s. Este tip o d e p ro ye c to s se ría n una b a se p a ra fo m e nta r un
2002 2003-2004 2005
1 y e l G rá fic o 1 e s p o sib le visua liza r lo s flujo s d e p ré sta m o s re a liza d o s p o r lo s c ua tro p rinc ip a le s d o na nte s d e C o o p e ra c ió n Re e m b o lsa b le a l Ec ua d o r a d e m á s d e d isting uir q ue d ura nte lo s a ño s
2003-a tiv2003-a m e nte m á s a lta s so b re to d o e n el c a so d e l C AF c uya te nd e nc ia g e ne ra l e s c o lo c a rse
Lo s fo nd o s e ntre g a d o s p o r e sto s o rg a nism o s se d e stina ro n p a ra a p o ya r la e je c uc ió n d e p ro ye c to s s d e infra e struc tura ; c o nstruc c ió n y re ha b ilita c ió n d e c a rre te ra s, e sp e c ia lm e nte e n la re g ió n c o sta ; d o ta c ió n d e se rvic io s b á sic o s;
En c ua nto a la c o o p e ra c ió n re e m b o lsa b le se ría im p o rta nte c o nsid e ra r la p o sib ilid a d d e q ue a d e m á s d e la c o ntrib uc ió n e c o nó m ic a ta nto d o na nte s c o m o re c e p to re s p ro m ue va n la im p le m e nta c ió n d e p o lític a s e sta ta le s q ue
es que fortalezcan los esfuerzos d e a m b a s p a rte s. Este tip o d e p ro ye c to s se ría n una b a se p a ra fo m e nta r un
d e sa rro llo suste nta b le ya q ue re p re se nta ría n p a ra e l Ec ua d o r y p a ra lo s p a íse s e n d e sa rro llo un im p o rta nte rub ro d e a yud a c o m o m e d io d e e rra d ic a c ió n te m p o ra l o e m e rg e nte d e p ro b le m a s c a usa d o s p o r la pobreza que afecta a los países de tercer mundo.
No o b sta nte , e n c ua nto a lo s fo nd o s re e m b o lsa b le s se re fie re , a p e sa r d e q ue lo s p ré sta m o s re c e p ta d o s c ie rta m e nte re p re se nta n b e ne fic io s p a ra lo s países e instituc io ne s re c e p to ra s, e s im p o rta nte c o nsid e ra r q ue lo s m ism o s a l te ne r c a rá c te r re e m b o lsa b le im p lic a n un g a sto e xtra o rig ina d o p o r lo s inte re se s c a usa d o s p o r la s nue va s d e ud a s a d q uirid a s; a sí m ism o , o tro fa c to r tra sc e nd e nta l q ue se d e b e te ne r e n c ue nta so n lo s c o m p ro m iso s im p ue sto s a tra vé s d e lo s lla m a d o s c ré d ito s p a ra e l d e sa rro llo p o r p a rte d e lo s p a íse s y o rg a niza c io ne s d o na nte s. Un e je m p lo d e lo m e nc io na d o so n lo s c ré d ito s FAD (Fo nd o s d e Ayud a a l De sa rro llo ) o to rg a d o s p o r e l g o b ie rno e sp a ño l mismos q ue se c o nvie rte n e n d o na c io ne s o p ré sta m o s c o nd ic io na d o s o lig a d o s e n la m a yo ría d e lo s c a so s a la a d q uisic ió n d e b ie ne s y se rvic io s d e l p a ís d o na nte 18 c uyo s b e ne fic io s e n m uc ho s c a so s se inc lina n únic a m e nte
a l g o b ie rno e sp a ño l a l c o nve rtirse e n un m e d io d e p ro m o c ió n d e c o m e rc io inte rna c io na l d e ja nd o d e la d o su o b je tivo d e a yud a a l no se r e nc a m ina d o s correctamente a las verdaderas necesidades de los países en desarrollo.
1.4. Ayuda Oficial para el Desarrollo entre los países del sur.
Lo s p a íse s d e l sur so n e l g rup o d e na c io ne s c o nsid e ra d a s e n vía s d e d e sa rro llo o d e d e sa rro llo m e d io d e ntro d e lo s c ua le s e stá e l Ec ua d o r. El té rm ino d e sa rro llo e stá b á sic a m e nte re la c io na d o c o n la situa c ió n e c o nó m ic a d e un p a ís, sin e m b a rg o , se g ún la Org a niza c ió n d e la s Na c io ne s Unid a s (O NU) e l Índ ic e d e De sa rro llo Hum a no (IDH) e s e l ind ic a d o r m á s
18 Lo s c ré d ito s d el Fo nd o d e Ayud a a l Desa rro llo (FAD) so n uno d e lo s p rinc ip a les instrum ento s d e la cooperación española. Son créditos concesionales (en condiciones ventajosas: bajo interés, devolución a largo plazo) y están ligados a la compra de productos españoles, es decir, a la importación, por parte del receptor, de bienes y servicios españoles. En muchos casos, han servido para exportar material militar y de doble uso. Más que un instrumento de cooperación, constituyen un instrumento para el fomento de las exportaciones españolas. Otro problema de este tipo de créditos ligados, es que no siempre
responden a las verdaderas necesid a d es d e d esa rro llo d e los rec ep to res d e a yud a . Créditos del Fondo de Ayuda al Desarrollo. Protección Civil. http://www.proteccioncivil.org/vademecum/vdm02512.htm Ref. [27/agosto/07]
im p o rta nte p a ra m e d ir e l d e sa rro llo . EL IDH utiliza c o m o b a se tre s dimensiones básicas:
Vida larga y saludable (medida según la esperanza de vida al nacer). Ed uc a c ió n (m e d id a p o r la ta sa d e a lfa b e tiza c ió n d e a d ulto s y la ta sa b ruta c o m b ina d a d e m a tric ula c ió n e n e d uc a c ió n p rim a ria , se c und a ria y superior).
Nive l d e vid a d ig no (m e d id o p o r e l Pro d uc to Inte rno Bruto (PIB) p e r cápita o la Paridad de Poder Adquisitivo (PPA) en dólares).19
A p a rtir d e lo s m e nc io na d o s c rite rio s, d e sd e 1990 la ONU c a lific a a nua lm e nte a p a íse s d e l m und o e nte ro e n p ub lic a c io ne s q ue a d q uie re n e l no m b re d e Info rm e so b re De sa rro llo Hum a no e n d o nd e se m id e e l e sta d o e n e l q ue lo s c iud a d a no s vive n d e ntro d e un d e te rm ina d o p a ís c o m p a ra nd o su p ro d uc tivid a d c o n sus ne c e sid a d e s e inte re se s. De a c ue rd o al mencionado informe, el Ecuador para el 2007 tuvo un IDH de 0.772 lo cual lo ub ic ó e n e l p ue sto 89 d e e ntre 177 p a íse s20 ub ic á nd o lo a sí e ntre e l g rup o
d e p a íse s e n d e sa rro llo . A c o ntinua c ió n, la Im a g e n 1 m ue stra la d istrib uc ió n de los diferentes niveles de desarrollo que según el PNUD se clasifican en tres grupos:
País con desarrollo humano alto (IDH 0,8): 70 p a íse s.
País con desarrollo humano medio (0,5 IDH < 0,8): 85 países. País con desarrollo humano bajo (IDH < 0,5): 22 países.
19 Wikipedia. Índice de desarrollo Humano.
http://es.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desarrollo_Humano. Ref. [30/abril/2008]
20Pro g ra m a d e Na c io nes Unid a s p a ra el Desa rro llo . Info rm e so b re Desa rro llo Hum a no 2007/ 2008 La luc ha c o ntra el c a m b io c lim á tic o : so lid a rid a d frente a un m und o d ivid id o . Índ ic e d e Desa rro llo Hum a no . http://www.pnud.org.ec/boletines2007/idh2007-2008.pdf Ref. [30/abril/2008]
Las diferencias entre el norte y el sur provocan que muchas veces los fondos e ntre g a d o s a m a ne ra d e AOD se a n m a lve rsa d o s d e b id o a l insufic ie nte c o no c im ie nto y
p o r p a rte d e lo s p a íse s m á s ind ustria liza d o s m o tivo p o r e l c ua l la C o o p e ra c ió n Sur
p a ra e l d e sa rro llo p ue sto q ue a p e sa r d e q ue m uc ho s d e e l
sa lie nd o d e su situa c ió n a nte rio r y te ng a n p o sib ilid a d e s d e fo rm a r p a rte d e los países de
En e l á m b ito inte rna c io na l, lo s p a íse s c o nsid e ra d o s d e te rc e r m und o so n q uie ne s c ie rta m e nte re q uie re n m a yo r c o la b o ra c ió n p a ra p ro m o ve r y c re a r e stra te g ia s q ue le s p e rm ita n ha c e r fre nte a lo s d ive rso s p ro b le m a s q ue a q ue ja n a sus p o b la c io ne s e ntre lo s c ua le s se e nc ue ntra n e l ha m b re y la p o b re za . Po r lo e xp ue sto , e sto s p a íse s se ha n unid o p a ra jug a r un p a p e l m á s a c tivo e n e l á m b ito inte rna c io na l a
palpables entre el norte y el sur sean cada vez menos abismales.
C o n e l p ro p ó sito d e c re a r m e jo re s o p o rtunid a d e s p a ra e l d e sa rro llo , lo s p a íse s d e te rc e r m und o g e ne ra n d ive rsa s e stra te g ia s e ntre la s c ua le s se
21 Kalipedia. Países desarrollados y subdesarrollados.
http://www.kalipedia.com/popup/popupWindow.html?tipo=imagen&titulo=Índice%20de%20Desarrollo% 20Humano%20por%20países?=&url=/kalipediamedia/geografia/m
Las diferencias entre el norte y el sur provocan que muchas veces los fondos e ntre g a d o s a m a ne ra d e AOD se a n m a lve rsa d o s d e b id o a l insufic ie nte c o no c im ie nto y a ná lisis d e la s ve rd a d e ra s ne c e sid a d e s d e lo s p a íse s d e l sur p o r p a rte d e lo s p a íse s m á s ind ustria liza d o s m o tivo p o r e l c ua l la C o o p e ra c ió n Sur-Sur se c o nvie rte e n un m e c a nism o m á s e fe c tivo d e a yud a p a ra e l d e sa rro llo p ue sto q ue a p e sa r d e q ue m uc ho s d e e l
sa lie nd o d e su situa c ió n a nte rio r y te ng a n p o sib ilid a d e s d e fo rm a r p a rte d e los países desarrollados.
En e l á m b ito inte rna c io na l, lo s p a íse s c o nsid e ra d o s d e te rc e r m und o so n q uie ne s c ie rta m e nte re q uie re n m a yo r c o la b o ra c ió n p a ra p ro m o ve r y c re a r e stra te g ia s q ue le s p e rm ita n ha c e r fre nte a lo s d ive rso s p ro b le m a s q ue a q ue ja n a sus p o b la c io ne s e ntre lo s c ua le s se e nc ue ntra n e l ha m b re y la p o b re za . Po r lo e xp ue sto , e sto s p a íse s se ha n unid o p a ra jug a r un p a p e l m á s a c tivo e n e l á m b ito inte rna c io na l a
palpables entre el norte y el sur sean cada vez menos abismales.
C o n e l p ro p ó sito d e c re a r m e jo re s o p o rtunid a d e s p a ra e l d e sa rro llo , lo s p a íse s d e te rc e r m und o g e ne ra n d ive rsa s e stra te g ia s e ntre la s c ua le s se
Kalipedia. Países desarrollados y subdesarrollados.
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Las diferencias entre el norte y el sur provocan que muchas veces los fondos e ntre g a d o s a m a ne ra d e AOD se a n m a lve rsa d o s d e b id o a l insufic ie nte a ná lisis d e la s ve rd a d e ra s ne c e sid a d e s d e lo s p a íse s d e l sur p o r p a rte d e lo s p a íse s m á s ind ustria liza d o s m o tivo p o r e l c ua l la
Sur se c o nvie rte e n un m e c a nism o m á s e fe c tivo d e a yud a p a ra e l d e sa rro llo p ue sto q ue a p e sa r d e q ue m uc ho s d e e l
sa lie nd o d e su situa c ió n a nte rio r y te ng a n p o sib ilid a d e s d e fo rm a r p a rte d e sarrollados.
En e l á m b ito inte rna c io na l, lo s p a íse s c o nsid e ra d o s d e te rc e r m und o so n q uie ne s c ie rta m e nte re q uie re n m a yo r c o la b o ra c ió n p a ra p ro m o ve r y c re a r e stra te g ia s q ue le s p e rm ita n ha c e r fre nte a lo s d ive rso s p ro b le m a s q ue a q ue ja n a sus p o b la c io ne s e ntre lo s c ua le s se e nc ue ntra n e l ha m b re y la p o b re za . Po r lo e xp ue sto , e sto s p a íse s se ha n unid o p a ra jug a r un p a p e l m á s a c tivo e n e l á m b ito inte rna c io na l a
palpables entre el norte y el sur sean cada vez menos abismales.
C o n e l p ro p ó sito d e c re a r m e jo re s o p o rtunid a d e s p a ra e l d e sa rro llo , lo s p a íse s d e te rc e r m und o g e ne ra n d ive rsa s e stra te g ia s e ntre la s c ua le s se
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Imagen 1
Las diferencias entre el norte y el sur provocan que muchas veces los fondos e ntre g a d o s a m a ne ra d e AOD se a n m a lve rsa d o s d e b id o a l insufic ie nte a ná lisis d e la s ve rd a d e ra s ne c e sid a d e s d e lo s p a íse s d e l sur p o r p a rte d e lo s p a íse s m á s ind ustria liza d o s m o tivo p o r e l c ua l la
Sur se c o nvie rte e n un m e c a nism o m á s e fe c tivo d e a yud a p a ra e l d e sa rro llo p ue sto q ue a p e sa r d e q ue m uc ho s d e e l
sa lie nd o d e su situa c ió n a nte rio r y te ng a n p o sib ilid a d e s d e fo rm a r p a rte d e
En e l á m b ito inte rna c io na l, lo s p a íse s c o nsid e ra d o s d e te rc e r m und o so n q uie ne s c ie rta m e nte re q uie re n m a yo r c o la b o ra c ió n p a ra p ro m o ve r y c re a r e stra te g ia s q ue le s p e rm ita n ha c e r fre nte a lo s d ive rso s p ro b le m a s q ue a q ue ja n a sus p o b la c io ne s e ntre lo s c ua le s se e nc ue ntra n e l ha m b re y la p o b re za . Po r lo e xp ue sto , e sto s p a íse s se ha n unid o p a ra jug a r un p a p e l m á s a c tivo e n e l á m b ito inte rna c io na l a fin d e lo g ra r q ue la s d e sig ua ld a d e s palpables entre el norte y el sur sean cada vez menos abismales.
C o n e l p ro p ó sito d e c re a r m e jo re s o p o rtunid a d e s p a ra e l d e sa rro llo , lo s p a íse s d e te rc e r m und o g e ne ra n d ive rsa s e stra te g ia s e ntre la s c ua le s se
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Imagen 121
Las diferencias entre el norte y el sur provocan que muchas veces los fondos e ntre g a d o s a m a ne ra d e AOD se a n m a lve rsa d o s d e b id o a l insufic ie nte a ná lisis d e la s ve rd a d e ra s ne c e sid a d e s d e lo s p a íse s d e l sur p o r p a rte d e lo s p a íse s m á s ind ustria liza d o s m o tivo p o r e l c ua l la
Sur se c o nvie rte e n un m e c a nism o m á s e fe c tivo d e a yud a p a ra e l d e sa rro llo p ue sto q ue a p e sa r d e q ue m uc ho s d e e l
sa lie nd o d e su situa c ió n a nte rio r y te ng a n p o sib ilid a d e s d e fo rm a r p a rte d e
En e l á m b ito inte rna c io na l, lo s p a íse s c o nsid e ra d o s d e te rc e r m und o so n q uie ne s c ie rta m e nte re q uie re n m a yo r c o la b o ra c ió n p a ra p ro m o ve r y c re a r e stra te g ia s q ue le s p e rm ita n ha c e r fre nte a lo s d ive rso s p ro b le m a s q ue a q ue ja n a sus p o b la c io ne s e ntre lo s c ua le s se e nc ue ntra n e l ha m b re y la p o b re za . Po r lo e xp ue sto , e sto s p a íse s se ha n unid o p a ra jug a r un p a p e l m á s
fin d e lo g ra r q ue la s d e sig ua ld a d e s palpables entre el norte y el sur sean cada vez menos abismales.
C o n e l p ro p ó sito d e c re a r m e jo re s o p o rtunid a d e s p a ra e l d e sa rro llo , lo s p a íse s d e te rc e r m und o g e ne ra n d ive rsa s e stra te g ia s e ntre la s c ua le s se
http://www.kalipedia.com/popup/popupWindow.html?tipo=imagen&titulo=Índice%20de%20Desarrollo% 20Humano%20por%20países?=&url=/kalipediamedia/geografia/media/200704/17/geogeneral/20070417kl Las diferencias entre el norte y el sur provocan que muchas veces los fondos e ntre g a d o s a m a ne ra d e AOD se a n m a lve rsa d o s d e b id o a l insufic ie nte a ná lisis d e la s ve rd a d e ra s ne c e sid a d e s d e lo s p a íse s d e l sur p o r p a rte d e lo s p a íse s m á s ind ustria liza d o s m o tivo p o r e l c ua l la
Sur se c o nvie rte e n un m e c a nism o m á s e fe c tivo d e a yud a p a ra e l d e sa rro llo p ue sto q ue a p e sa r d e q ue m uc ho s d e e l
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En e l á m b ito inte rna c io na l, lo s p a íse s c o nsid e ra d o s d e te rc e r m und o so n q uie ne s c ie rta m e nte re q uie re n m a yo r c o la b o ra c ió n p a ra p ro m o ve r y c re a r e stra te g ia s q ue le s p e rm ita n ha c e r fre nte a lo s d ive rso s p ro b le m a s q ue a q ue ja n a sus p o b la c io ne s e ntre lo s c ua le s se e nc ue ntra n e l ha m b re y la p o b re za . Po r lo e xp ue sto , e sto s p a íse s se ha n unid o p a ra jug a r un p a p e l m á s
fin d e lo g ra r q ue la s d e sig ua ld a d e s palpables entre el norte y el sur sean cada vez menos abismales.
C o n e l p ro p ó sito d e c re a r m e jo re s o p o rtunid a d e s p a ra e l d e sa rro llo , lo s p a íse s d e te rc e r m und o g e ne ra n d ive rsa s e stra te g ia s e ntre la s c ua le s se
http://www.kalipedia.com/popup/popupWindow.html?tipo=imagen&titulo=Índice%20de%20Desarrollo% edia/200704/17/geogeneral/20070417kl Las diferencias entre el norte y el sur provocan que muchas veces los fondos e ntre g a d o s a m a ne ra d e AOD se a n m a lve rsa d o s d e b id o a l insufic ie nte a ná lisis d e la s ve rd a d e ra s ne c e sid a d e s d e lo s p a íse s d e l sur p o r p a rte d e lo s p a íse s m á s ind ustria liza d o s m o tivo p o r e l c ua l la
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http://www.kalipedia.com/popup/popupWindow.html?tipo=imagen&titulo=Índice%20de%20Desarrollo% edia/200704/17/geogeneral/20070417kl Las diferencias entre el norte y el sur provocan que muchas veces los fondos e ntre g a d o s a m a ne ra d e AOD se a n m a lve rsa d o s d e b id o a l insufic ie nte a ná lisis d e la s ve rd a d e ra s ne c e sid a d e s d e lo s p a íse s d e l sur p o r p a rte d e lo s p a íse s m á s ind ustria liza d o s m o tivo p o r e l c ua l la
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encuentran la unific a c ió n d e e sfue rzo s e n la c re a c ió n d e o rg a nism o s inte rna c io na le s. Entre lo s o rg a nism o s inte rna c io na le s c re a d o s p o r lo s p a íse s d e l sur e l m á s im p o rta nte e s e l G rup o d e lo s 7722, a l c ua l se inc o rp o ra China ,
c uyo m a yo r lo g ro e s la De c la ra c ió n d e Ca ra c a s susc rita e n 1981 so b re la Co o p e ra c ió n Sur-Sur23 e n d o nd e se a p o ya la fig ura d e un c o o rd ina d o r d e
a lto nive l d e l G rup o d e lo s 77 p a ra la Co o p e ra c ió n Sur-Sur y se re sp a ld a la p ro p ue sta d e c re a r e l Fo nd o Hum a nita rio Inte rna c io na l, c o m o m e c a nism o innovador de financiación para la lucha contra la pobreza.
Po r o tro la d o , c o m o p a rte d e la s m e nc io na d a s e stra te g ia s d e lo s p a íse s e n vía s d e d e sa rro llo e stá la c o o p e ra c ió n Sur-Sur q ue na c e c o m o una m o d a lid a d d e c o o p e ra c ió n e c o nó m ic a e ntre lo s p a íse s d e te rc e r m und o q ue a d q uie re su no m b re d e b id o a q ue la m a yo ría d e p a íse s e n vía s d e desarrollo se encuentran en el hemisferio sur.
Otro e sfue rzo im p o rta nte d e lo s p a íse s d e te rc e r m und o e s la Co o p e ra c ió n Técnica e ntre Pa íse s e n De sa rro llo (C TPD) o Co o p e ra c ió n Ho rizo nta l q ue na c e d e l Pla n d e Ac c ió n d e Bue no s Aire s e n la Co nfe re nc ia d e la s Na c io ne s Unid a s so b re CTPD, re a liza d a e n 1978 c o n la p a rtic ip a c ió n d e 138 p a íse s 24. La d e finic ió n d a d a p o r e l INECI e s q ue la CTDP e s una m o d a lid a d
d e c o o p e ra c ió n té c nic a q ue c o nsiste e n e l inte rc a m b io d e e xp e rie nc ia s, c o no c im ie nto s y ha b ilid a d e s e ntre p a íse s e n d e sa rro llo , c o m o a p o yo a l logro de sus objetivos económicos y sociales los mismos que incluyen:
a ) p ro m o ve r y re fo rza r la p o sib ilid a d d e utiliza r sus p ro p ia s experiencias y capacidades;
b ) fo rta le c e r su c a p a c id a d p a ra la id e ntific a c ió n d e lo s principales problemas que afectan su desarrollo;
c ) fo m e nta r su c a p a c id a d p a ra e nc o ntra r so luc io ne s a sus problemas comunes de desarrollo;
22 El Grupo de los 77 fue creado en 1964 conformado por un conjunto de países en vías de desarrollo y del Tercer Mundo con el fin de acoger posiciones comunes en temas de comercio y desarrollo económico, promover sus intereses económicos y potenciar su poder negociador en el seno de la Conferencia de Naciones Unidas para el Comercio y el Desarrollo (UNCTAD). "Grupo de los 77. www.g77.org Ref. [05/enero/2008]
23 Boutros, Ghali. El Sur apuesta al Sur. Tierramérica: medio ambiente y desarrollo. http://www.tierramerica.net/2005/1203/grandesplumas.shtml Ref. [05/julio/07]
24 INECI. Co o p era c ió n Téc nic a entre Pa íses en Desa rro llo (C TPD) o Co o p era c ió n Ho rizo nta l : http://www.mmrree.gov.ec/ineci/ctpd/indice.asp Ref. [05/julio/07]