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Racionalismo

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Academic year: 2021

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bi og in lu bl es co ultur es qu ho ti it ev ol de rq ui te ct rn nt de es ri fi nd os ra ti ul bi r-ac ac io al ec as co nqui as ác tica ce es ci du ra ig pl nt ea el nt os ju ci vá id se de osic ui ic trod 11 as lí as eg as otac IV re nt 13 es co os ic de II as rm ur

SCALA OLEC ON TE URA

ol te rico ír ul humani Ca lo ul SSN 20 8004 TITULO bi Ar auri Pi ll ON gos 986 TULA Logotipo: Ar os ll avi bujo: ce Casti ENO PR ES ALA

ES qu ectura, rt ge Edit ri ESCALA

Tall Litográ Conmu 2878200 ogotá Impreso

erec os va ESC Nin rt pu cac

pr permi ES ALA TDA.

U C C I

poca ha zad un

ev

RB SI

se ha ob la rt rquitect rn a. es os os

sese ta innum erab es ju eces icio ax de

a n x p id a c d e e f c ió n c o g ra ve s a cu sa c o ne s s ob r c ap ac id a d e a da p

tació lt a s e g a le s b r escasa capacida significación in linac ón

bv rt rm iu ad ci

os o s v e di nd to rios o se e b as e v e a ce s ri in

ng co de prim os ño nu es tr se fu dand co c or re r d e

d i d o d e e s se habí ul ga riza sf rm aptá os

pr up esto ocieda um ll qu un e n u é p rá c c a c on

-e n di sciplin a d e l o f c i aq ll ni ficó un ovació conceptual un

po is or aq ll oseía pr of un as c e el ultu

qu es m b do ev ", aq ll rquitec tu qu co nf en

ca bi qu p i bl nc difi io fu ag is nd vi rtiend

in versa oria y, co oc ir ea os os dificios ve nt

qu ec ur m o er ecie og afías lim p o s m o es ti

ni el sias co a l f u on royectados tr anto la ci ndose

as ue vejeci eo ogía rgie os nd es lo qu es vi dr io

im ra as ef en jant a e mpaques na idad ur ie l o e d fici

pl ib en qu se co truí un sa nt ac nd pi so

so re pi ec ogía st ru cció er qu rr ie nt sp

n-sa bl pr oyectació o s e st ét ic o q u o y c on s ituye patri

ui tect ra c o ir ia de os terese m e ra m en t r e ab il ta del desarrollo de ciud ad IG

ga izac un vocabu io ri ug er nt rm in cr s.

nt om zó or co mplej on tr di ón qu os ificio es ti

in ernac n o a c pt an c r c o r es c o s di ic os C or b si

co je li co ce rm

Vinie on un a s o tr a evisio do os a pa re c ro funesta

ub icac arles ck es ezado un a r tr en

qu ed un ll mini cias hi st icas, much

co nt ex tu os tm o, ra ág ca az as umir

qu er nt nc ar quitec ic or diversa qu e l s e ur ó e l ent ia lo iverti

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FIG o r1 d a d G en te r NuevaYOI1<1970 1976 MI noru .ma••kl La to mu ancamente abst ac compararse-lasCOf1 el edificio Chrysler

el Empire Stat FIG. Ce ltural Fargo o or h a d D ak ot a el lch",,1 G. Edificio Bonjour Tristesse rlín Kreuz-be Vieira. Al a rq u t ec to s m á s en s b le s a ba ja n e n da ur op o n p ro ye c to s l e s u e re nc ia s poéticas.

FIG Villa Maire Finlan-dia 1938 I • Aalto s en t d o d e es a, de l o s m a te r ia l e d e l p a is a j m ag is tr a e n o br a d e la ndés S u e sp a es llen d e l u E n p ro c e mb a g o h a u r d o c r a s a l o sa s o b o d e n o m a l p ro b e m d e c on s r uc c ó n d e a s c iu da de s l en gu aj e r ac io na li st a c ob r m á s v ig en ci a q u n un ca . Fl .3 N o d e e mo s e sc ap a g ra n c on qu is t d e m o v m ie n m od er n q u f u d e e sp ac i E l e sp ac i m o de rn o s ig n f ic ó u z q u e n r ó r au da le s p o g ra nd e v en ta na le s s ig n f i u z q u o m d i c e m a d e e d c i s ig ni fi c l u q u l le n c ot id ia ne id a espacio modern significótambién transparencia superposición intercambio encuentro E l e sp ac i m o de rn o f u a b e r m ú lt ip l e n s u l ec tu ra s FI

E s n te nc ió n d e e s p eq ue ñ a r c u o , r e r ié nd os e o s a po r e s d e p in tu r e n c on qu is ta s s in tá ct ic a e n l a c on ce pc ió n d e e sp ac i d ur an t e st e s ig l p la nt ea r e le m en to s d e u ic i v á d o p ar a e ns eñ an z d e c om po s c ió n a rq u e c ó n c a

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L A L IN E A S R E G U L A D O R A

"Una líne egulador es la segu idad ante el

capricho esun medi de rificación que pued ratifica el trabaj creado en un instante defer

vor... onfier la obra la cualidad de ritmo.

La líneas reguladoras trae consig es forma tangibl de la matemáticas qu otorg un

per-e p ó n d a o r e n c c

unas línea reguladoras fija la geometrí funda mental de la ob a.. ella on un inst umento

para lograr elfin no on un ecet

LE CORBUSIER HACIA UNA ARQUITECTURA

U n d e o s a sp ec t m á m po r a n e s o mp o c ió n a rq u e c ó n c a m od e n a e s q ue l d e e a e gu l d o a s u e c on f e r o ye c n a c e z a d e c i n a d a d e a rm o ní a C o m o d ic e m a L e C o u s e r a s e a e gu l d o a s o n m a N o m e e gu la do re s c or re sp on de n e j d e d is t b uc ió n e s r uc tu ra l d e o s a po yo s d e e d f i cación p u p ue d c l d eb e a s e n e r a . S i e mb a g o c t d e h o e n m uc ha s o ca s o ne s o s r az ad o h a d e a d d e e r u n n s r um en t d e p ro ye c a c ó n s u l ug a c om o r ec ur s o rd en ad o h a t om a d c on si de ra ci on e d e n do l i ns op or ta bl e m en t p rá c c a P ar a d ec id i a s p ro po rc io ne s d e u n h ab i a c ó n h o s e p ar t d e a s d im en -s io ne -s d e m u eb l a b-s tr ac t q u f at a m e nt e d eb er á o cu pa rl a L a g eo m et rí a h a -s id o r el eg ad a p o m a l a s o r o go na le s r ad ia le s c uy a l uc e s ól o o be de ce n n ec es id ad e t éc ni ca s E s a s m a a s e ce d a l o ye c e t m in a e s a p o r p o niformizándolo, e s o n c ie n u e n t m od e n a n o h a d e a d n s ñ an z m u a l a s e s N o m a m i diversidad. G . S ) E l e sp ac i d e M o nd r a n a s d em ue s r a E s s i e mb a g o e n p in tu r c ub i d on d h a m ay or e f ue n e s d e r e e re nc i p ar a e l p ro ye c d e a rq u e c u ra . L o c ua d o s d e J ua n Gris m á m e m o r eg u a do re s n o s o r íg id o n i n f e x b le s e n s í m i m o c óm o s u e n e nd im ie n e nr iq ue c e l p la n p ic tó r c o c o a ce p a c ó n d e v ar ia d m a g eo me tr ía s q u s e s up e p on e c om o (FIGS L a p ue r c on ce p u a q u s e a br e a l e n e nd e o s t ra za do s e gu la do re s e n d im en s ó n m o e r p a d e p i u r u b n o m e Y a R ic ha r M e n cu r n a e n A t N e H a m o d if ic i p ue d e f e ja r c om p e j d a d e s u c on te x u t z an d d e d e a s n ea s e gu -l ad or a c om o r ec ur s d e p ro ye ct ac ió n q u p os ib i-l it e i nt ro du cc ió n d e t od a l a e ns io ne s qu n c d e s ob r u n u ga r e n é rm in o d e g eo me tr í FIG Composici co

rojo amarillo ul Plet Mondrlan 1939-4 ga lery. Londres Lo cuadro de ndrian s o n e je m p e l as po ibili-d aibili-d e ibili-d e c om pr e i· a ta c d e n a jill co positiva FI a t a le z m u ta a nt e entana abiert 1915 Juan Gris. FIG. N at ur a e z m ue rt a m e mármol 1925 George Braqu FIG E l A t en e o Ne Har mony Indian 1979 RI-chan Maler

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L A R O T A C IO N rnxc-" ALBERT EINSTEIN L a n ea s r eg u a do ra s o rd en a a rm on iz a a s e ns io ne s c on te x u a e s E n r ea l d a M e m e d e e l m om en t e n q u n t e n o ta c ó n o m u n c on ce p d e d en am ie n d e o rm a Y a K e nn e F ra m p o n e nu nc ia b e n a r c u " F o n a l d a r en t R o a c ó n m e m o m a f ro n a l d ad . P er o n o c re o q u e a m p or ta n a ho r h ab la r s ob r c on te mp o a ne id a d e la rotació S í e n c am b i c re o q u e s m po r a n e m pe za r p ra c c ar l c om o u n e cu r i m pr es ci nd ib l p ar a p ro ye ct a e n l a c iu da d d on d l a d if er en te s d ir ec ci on e d e l a m a ll a d e c al le s m a nz an a p ue de n s e e nt en di da s d es d e l p un t d e v is t c ub is t c on vi rt ié nd os e entonces elproyect en un elemento plástico articulado de la rotacione que esa diversidad supone. u z d e e va lu ac i d e e a d e u da d m od e n a d e e v u ac ió n a l m o m a m é c ub i p e m i a l o ye c n c u í o d c om p d a d e n ue s c i d a m od e n a i nc lu si ve , r as ce nd ie nd o l a m e r g eo m et rí a i nc lu í l a d in ám i c d e n ue st r c iu da d l at in o a m er ic an a c o s u c re ci m ie nt o d es m es ur ad o s u m o vi m ie nt o s oc ia le s E l a ná l s i d e p in tu r c ub is t s e o rn a e n o nc e e n r eq u s i n ic ia l e n e ns eñ an z d e l a c om p os ic ió n L a i nt er pr et ac ió n a xo no m ét ri c d e c ua dr o p er m it e o bt en e c ri te ri o d e a r c u a c ó n f or ma l v á d o p a p ro ye cc ió n a rq u e c ó n c a Y a L e C or bu s e r h ab í e nt en di d e l r ec ur s p lá st ic o d e a s s en su al e c ur va s d e g u t ar r c ub is t q u m u ch a v ec e u av i a n e l c o a c d e d o g e m e a s o r o go na l o ta da s u e n t e c n , u e sim plem ent dinam izaban el cuadro e n c ie rt a m e di d t or na ba n l ír ic a s u g eo m et rí a d om i nante. (FIG.9) m o e l e l o po n é nd o n t z án do s c o e l p r m a o ta n q u c o u y u e p r n c p a d e c a (FIG 10 FIG L e J ou r 1 92 9 Geor-!l"Br8que. FIG 10-V i ll a S a bo y a Pois-"y Francia, 1931. Le

cer-bulle<.

FIG 11-S e rv ic i o G e o ló g ic o Nacional Proyecto Leo p ol d R ot he r

FIG d i C i A ne x d e Ingen ería U n iv er si da d N a

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FIG 13 B{lnco Boavista de Janeiro Brasil '946

a.c.,

N_yer

T am b ié n p od em o c i a r T e r ag n a lg un o a rq u e c o s a rq u e c u ra s m o de rn a de nuestro continente Tales o s p ro ye ct o p ar a e l S er vi c G e o l g i c o N ac io na l a r

U n N a L e op ol d R o th er , d on d e l c ri st a s e c on vi er t e n u n s up er fi ci e o nd ul an t fluyendo entre h i d e c o u mn a c ha d o d c ie n e l e sp ac i e x e r o r e n e l n te r o r d e e di fi ci o c o u n e le ga nc i a dm i ra bl e F I G S T a o r e je mp l B o O s N ie m y e u nq u c u v a u r d e c e m ie n d e e s b u d e e s o b c a e zc a d e g ra c o th e a n d e g ra c d e B ra qu e e n c ie r m ed id a o po ng a p o r ep e c ió n r í m ic a q u g ob ie rn a d in ám ic a c ub i (F 3) V . L A T R A N SP A R E N C I Yo nobusco en uentro". ASSO R o a c ó n a ns pa re nc i e s á n n t m am en t g ad a e n s in ta x c ub is ta . E n c ie ~ s en t d o p od r a m o d ec i q u r o a c ó n e s e l m e d d e d em os tr ac ió n d e r a n s p a r e n c i a a un qu e e s n o s e v er da d a bs o u ta . L a r an sp ar en c a n o d e s u n m ag n f ic o e cu r p ar a l og ra r c oe xi s e nc ia s s im u lt an ei da de s E ll o y a h a s id o d em o st ra do po r C o li n R o w e m á r ec ie n e m en t p o P e e r E is en ma n e n s u p ro ye c p ar a I n e rn a o na l B ua us s e -I un g d e B er l e n1 9 8 4 , A l r an sp ar en c h a e rv id o p ar a r ec up er a m em o r d e c iu d u p p on i n d u s d i e re n e s p e d o e sd e R om a h a M u r e n b a c as i a rq ue ol óg ic o c o u n r es ul ta do , s eg ú E i s e n m a n congelado en la actualidad FI 14 E s n oc ió n d e r an sp ar en c a , q u p od r a mo s a ma r f en om en a s i n o a te ne mo s R ow e e s u n c on d c ió n p r m i a r d e a rq u e c m o e rn a n o o la me n e n é rm in o d e m p la u p p o ó n d i e r n te s a c v id ad e e n u n m i m o u ga r a ú u pe rp o c ió n e sp ac io s d en t d e u n m ay o c on te n d o u n o n n u u i o n u na s c a a c e r c a d e g l X X E l c om ed o e nv ue l p o u n m u e m c i c u a r e n e l g ra n e s a c b r d e T u M i V a R o m p funcional o m e l d e pó s d e b ro s e l a l e r u e L e C o b u e r p ro y c ta r p a a m ig o O z en fa n l a i mb ri ca ci on e e sp ac ia le s e n l a o br a d e F e rn an d M a rt ín e S a na br i F I G S 15 7, E st ud ia r l a t ra ns pa re nc i c om p re nd e e n s u i m pl ic ac io ne s c om p os it iv a r eq u e r

(7)

~ ~ f 9 d ich"81-Proyecto Koclo

Be A 1

'"' et•• EI

_.an JaquellnRobert:

F/G 15 CashaTu 193 Luclwlec05lovaQuía de Rohe ngMIetI van

Com entonce

la s, creo qu

nada~~:~~r no tiene ci deformas~e~a mven ni con las inclinaci=te

sonales .... par ~' Atelier zentarn ans 1922. LaCoIt>oJ~1er' FIG '7 Edift io 7_19~\apa1a-n.ndoM.nlnez~: Planta primer

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FIG 18 Jard B o ni Bogo á. 985 Proyec de co ur so Silva Silva Ph We Pinillo o ye c rans-perenca e s u n ú t r ec ur s p a r l a o r g a z a C ló n f u no o na fo ma permmeno u n d ob l l ec tu r axial FIG 19 O f c in a P av o L a az. Silva Ph Welss Robayo nil otació arco ct nco a s m e n a d i e n si ó s ur re a l V . L A P L A N T A L f R E E n o d c as o n o p od r h ab e r an sp ar en c e n a rq u e c u r m od er na , p o m en o e n u n s en t d o m u a mp l e l d es ar ro l d e é cn ic a d e c on cr e e l a ce r n o h ub ie r p e m i d o d e c on s r uc c ó n d e p la n b re .F IG . H o s e u t l iz a c or ri en te m en t e n e d f ic io s o fi c n a o tr o p ro gr am a s S i e m ba rg o l a ú n c a n te nc ió n u e o s a n m a d e u nc i n a d a e v d e h em o p e d id o c ap ac id a e l i nt er é d e c om p re nd e s u p os ib il id ad e e st ét ic as , p os ib il id ad e e st a q u n ac e m i m a o n c ió n P o q u p la n m p e pa ra c ó n c la r e n e s r uc tu r c er ra m ie nt o d e u n e d f ic i l o g ra nd e m a es tr o r ac io na l s ta s c on sc ie nt e d e e l o , c re ar o e n a s e la c o ne s e n e l p i a r e l m ur o B á e no s m ir a c on t g ü d a dura b r a n m pe ne tr ab l e l e sb e p i a r d e a ce r q u d ef in e l a d ir ec ci ó d e e sp ac i h ac i e l e s a nq u p os te ri o d e p ab el ló n d e B a rc e o n M i V a R o a r a m u e h a u e u n d e m o u d a r relación. (FIG.21) M i re m o t am b ié n p la nt a d e e d f ic i d e l a a sa m bl e e n C h an di ga rh . S ob r u n r ej i l a o r o go na l d e m o o n n u e l m a L e C o b u p e m pu e e l c í c u d e g ra n a l d e e s o ne s p ro du c e nd o u n n ue v a rm on í e n r e a s d o g eo me t a s p or qu e la idea de laplanta libr tam bién significapode definir espacio dentr de otros.FI

E l m o m e m o

e mb eb er . c o u mn a e n r e e l m ur o E l f un c o na l s m d e m ed id o s e o rn a n ge nu o r es t riqueza al proyect n o s o a m en t d es d e l p u nt o d e v is t e st é i c s in o t am b ié n d e d e u s

L a p la nt a i br e e s e l s us tr a d e e sp ac i d e s ig l X X p os e e no rm e s p ot en ci al id ad e c om p os i i va s L a p la nt a l ib r e s l um in os id a e s t ra ns pa re nc ia .

L a

representatividad com o tratan de hacernoslo ver hoy la avanzadillas post-tardo-m odernis taso F IG S 3 . E n n de r o l c io na r b r o t c i a d o m o s a s q u o se e u n t ar e i mp or ta nt e n ec es ar ia . H o m o económica ni climáticament p er o n o p od em o s n eg a u n g ra n c on qu is t d e l a a r qu it ec tu r m od e n a d es v a mo s p o o s c am in o e gr es io n s ta s q u p ro po ne n a lg un os , d ad a a l e r n a v a e v d en t q u e x d e c on te x u a z a e l e ng ua j a c o na l u n v er sa l a s c u u ra s la geografía regionales. P o o t p a e , e s n te n d e e g o na l z ac ió n n o e s n ue v e x s te n d e e l h e m os a c on s a nc ia s e n o b G on za l S am p G a rgacha J or g A r an g Guillermo

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I G Casa Oom-ino. Proyecto 1914 Le CortIu oler.

FIG Pabell60 Barcel na Barcelon 1929 ud wlg M I • • v a d e R oh e

FIG23- Estudi composi-planta libre.U.Calólica.se g un d s em es lr e d e 1 98 5 . Rovlnson Slerl1 S. FIG 24 Estudi composi-plan1alibre U. Católica se-g un d s em es tr e d e 1 98 5 Lul. Arle SopUlved

M P

"La arquitectura es elsabio correct magntfico jueg de lo volúmene bajo la lu de ol".

LE ORBUSIER E s p o c a c ub i d e c ua l h em o h ab l d o c o u s c on te n d o d e a n p a e nc i t ie m p i m p i c p ar a a rq ui te ct ur a m o de rn a l a d es tr uc ci ó d e t ip ol og ía s d e o rg an iz ac ió n e sp ac ia l l ar ga m en t u ti li za da s p o e l h om b re . E ll o c on tr ib uy ó n ue st r s ig l c o g ra nd e edificios m e F r L l W r FI 27 embargo a m é n e l p ue d a t u í e l p é d id a d en t d a d e a r u i e c m o e rn a p o u e a l p e e r n oc ió n d e p o a f a r a l m é o d d e a ná l d e u g c om o h er ra m ie n d e e rm in an t d e f o m a e s r uc tu r d e p ro ye c urgiero cons-t ru cc io ne s n ca pa ce s d e o cu pa r u n l ug a e n l a m e m or i c ol ec cons-ti va , c on scons-t ru cc io ne s s i p od e vocativo m u ro s q u n ac ie ro n m u ch a v ec e y a h a d e a pa re c h is to r Fl 28 L a e xp lo s ó n d e c a n s a u a c ó n á c c a a vé s d e m é o d a ná l e l lugar con sus consabidas generalizaciones en cuant asoleación, visuale f lu jo s d em á s

d e e rm in an te s" , c om o s e h a d ad o e n a ma r a s c a a c e r c a g eo gr áf ic a d e u s d e s i e sc og id o p ar a p ro ye c a r p os e u n g ra v o b e c ó n p or qu e n te rp re ta c ó n d e e sa s d et er m in an te s n om b ra da s i mp li c p o f ue rz a e l s ac ri fi ci o d e l a i de a c ol ec ti v d e e di fi ci o e n a s d e d iv id ua l L a s um a d e e s a s c on ce pc io ne s n di vi du al e p o s u d iv er si da d e se nc ia l c on tr ib uí d e no rm e m en t l a d es tr uc ci ó d e l a u ni da d e s é ti c i nc lu s s oc ia l d e n ue st ra s iudades m i m o construído o lv id an d e l m ac ro co sm o s d e c iu da d h is to ri a d e l a s oc ie da d FlG.29 C ua nd o d ig o e s n o p re n n d d e c o o ce r e l a va nc e d e d ea s n i p re te n e r g i una posició historicist L a d es tr uc c ó n d e c a h a s ig n f ic ad o u n g ra n c on qu is t p ar a

m o m o tipo su e g m id a q u h a a dq u r id o c o e l p a d e m u ch a g en er ac io ne s U n a d c ua d n t d o d e p o n a p a a pa re c n e g í b e a d d e c e m i m o a rq ui te ct ón ic o l a c on s i tu y l a o br a d e m a es tr o L e C o rb us ie r E lc on ve n d e T ou re t p ar t d e c la us tr o c om o t ip ol og í e di fi ca to ri a p e e s a u a n o rm a e n u ec e o n o rm a q u m p c a n t d e u cc i c om o e co n u cc i n . U n a z m n U n f or m c ur v p er fo ra d p o o s m a gn íf ic o c an on s l um ié r d e l a i gl es i c om e nt a p ro po rc io n e l g ra n m u r o pu es t FI 30 L a L e C o m p

(10)

FIG27 Casa de la Casca-nsylva nia 1936 F ra n L lo y Wrlght

29-Casa fila Pro y ec t W ei ss en ho f 1 92 7

,J DUO.

L o oyectos de eis en-ho so c la r emp de

la actitu miento

modern haci la ciudad FIG 30 Conve Tourette Eve su esle 1957 oter FIG31 Detall os nons lumiére. FIG Vill Stein, Ga ches F ra nc i 1 92 7 Corbuoler uc ec ri po vi vi nd as st ci nt en por arquit c to s c i a d n o d e a c do é to d c é br er in nt vo m e c o am esin as qu es ir en vecinas a m rt a e se za va tipo og

en a s a c tades gnifica nguna es ti qu

c on tr ar i ta ep od m i li voca ul ar rq ui

II L A F OR M A P UR A

"Los ub s, onos, esf ras cilindros pirámid

so rande formas primaria qu

re-vela on ventaja.. so llas la más

llas ORBUSI Preci amente a n a b m o p o p a u e m a m u g ad a c on ce pc ió n d e o r g e d e p ro ye c L a m a a s e n m i m a g ra c a s o s z a o s u l d o e s e om e a p e s o n nt m o m a es po ibilidad es m p

m uc h o f n d d a o s c om p c ió n aso rm a p u modificad

n r e c o n n c p t transpar ncia composición ubista

pu a r m un d m u ch o m á s c om p le jo s ú ti le s p ar a l a m a g n ac i d i n-es r qu i e c u r q u a s m á c om p c a u cc io ne s d e P i nesi,

t al li d d e f or ma s geometrías a te mp er ad o p o c on c e nc i

en illez es m u ic la eñ nz prendi aj

es ión,

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