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Estudio de recursos minerales del Perú - Franja Nº 3 - [Boletín B 12]

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(1)
(2)

SECTOR ENERGÍA Y MINAS

INSTITUTO G

EOLÓGICO MINERO Y META

LÚRGICO

BOLETÍN No

12

Serie B: Geología Económica

ESTUDIO DE RECURSOS MINERALES

,

DEL PERU

FRANJA N° 3

Por:

(3)

INSTITUTO

GEOLÓGICO MIN

ER

O

Y METALÚRGICO

HANSFLURY

Ministro de Energía y Minas

CÉSAR POLO ROBILLIARD

Viceministro de Minas RÓMULO MUCHO MAMANI

Presidente del Consejo Directivo dellNGEMMET

ALBERTO MANRIQUE POSTIGO

MIGUEL CARDOZO GOYTIZOLO

PEDRO HUGO TUMIALÁN DE LA CRUZ

CARLOSDELSOLARSTIMPSON

VÍCTOR BENAVIDES CÁCERES

Consejo Directivo

HUGO RIVERA MANTILLA

Director Ejecutivo

FUNCIONARIOS TÉCNICOS RESPONSABLES

MANUEL PAZ MAIDANA

Director de Geología Económica y Prospección Minera

FRANCISCO HERRERA ROMERO

Director de Sistemas de Información

Primera Edición, fNGEMMET 2002

Coordinación, Revisión y Edición

Dirección de Sistemas de Información, fNGEMMET

Lima-Perú

Se tenninó de imprimir el 24 de octubre del afto 2003 en los talleres del INGEMMET

Hecho el Depósito Legal N° 1501302003-4762

Razón Social : Instituto Geológico Minero y Metalúrgico (INGEMMET)

(4)

RESIUMEN ... 1

CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES ... 5

Capítulo 1 ... 7

INTRODUCCIÓN ... 7

1.1 GENERALIDADES ... 7

1.2 UBICACIÓN GEOGRÁFICA Y EXTENSIÓN ... 8

1.3 VIAS DE COMUNICACIÓN ... 11

1.3.1 Carreteras .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. .. .. . . . .. . . .. .. . . .. . .. . . .. . . .. . .. . .. .. .. . .. .. . .. .. .. . .. 11

1.3.2 Aeropuertos .. .. .. . . . .. .. .. .. . . .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. . . .. . . .. .. . . .. . .. . .. .. . .. .. .. .. . 11

1.3.3 Puertos ... 12

1.3.4 Vías Férreas ... 13

1.3.5 Vías de Herradura ... 13

1.4 FUENTES ENERGÉTICAS ... 13

1.5 ESTUDIOS ANTERIORES ... 13

Capítulo 11 ... 15

MARCO GEOLÓGICO ... 15

2.1 ASPECTOS GEOMORFOLÓGICOS ... 15

2.1.1 Borde Litoral ... 15

2.1.2 Faja Costanera ... 15

2.1.3 Cordillera Occidental ... 15

2.1.4 Faja lnterandina ... 16

2.1.5 Cordillera Oriental ... 16

2.1.6 Faja Subandina ... 16

2.1. 7 Llano Amazónico ... 17

2.2 ESTRATIGRAFÍA ... 17

2.2.1 Faja Costanera ... 17

Proterozoico ... 17

Paleozoico ... 17

Mesozoico ... 18

Jurásico ... 18

Cretáceo ... 18

(5)

INGEtv'lvET

2.2.2 Cordillera Occidental ... 21

Paleozoico ... 21

Mesozoico ... 21

Cenozoico ... 24

2.2.3 Cordillera Oriental y Faja Subandina ... 25

Paleozoico inferior ... 25

Paleozoico superior ... 27

Mesozoico ... 28

Cenozoico ... 28

2.2.4 Llano Amazónico ... 29

Cenozoico ... 29

2.3 EVOLUCIÓN TECTÓNICA ... 30

2.3.1 Tectonismo Proterozoico-Paleozoico (Brasílida-Herciniana) ... 30

2.3.2 Paleozoico inferior ... 31

Ordovícico-Devónico superior ... 31

Paleozoico superior ... 32

2.3.3 Tectonismo Meso-Cenozoico (Andino) ... 33

1) Triásico superior-Cretáceo superior ... 33

2) Cretáceo superior-Cuaternario ... 33

2.4 MAGMATISMO ... 34

2.4.1 Rocas lntrusivas y Volcánicas del Paleozoico ... 35

2.4.2 Rocas lntrusivas y Volcánicas en el Mesozoico ... 37

Plutonismo ... 37

Volcanismo ... 37

2.4.3 Rocas lntrusivas y Volcánicas del Cenozoico ... 38

Plutonismo ... 38

Volcanismo ... 39

Capitulo 111 ........ 43

GEOLOGÍA ECONÓMICA ... 43

3. 1 MINERALES METÁLICOS ... 43

3.1.1 Generalidades ... 43

3.1.2 Emplazamiento de la Mineralización ... 44

3.1.2.1 Franja de Cu-Au ... 45

Eliana (mantos Cu, Mo, Co) ... 45

Monterrosas (filoniano Cu, Fe) ... 47

Coquimbana (filoniano Cu) ... 48

Cóndor (filoniano Zn, Pb) ... 49

Cerro Lindo (VMS Zn, Cu) ... 49

Almacén (pórfido Cu, Mo) ... 51

Rosa María (filoniano Cu, Pb-Zn) ... 53

Cerro Azul (filoniano Au, Cu, Pb) ... 53

Esperanza de lray (filoniano Cu, Au) ... 55

(6)

Palma (VMS Zn) ... 56

Raúl-Condestable (mantos y filones Cu, Au) ... 57

Los Pinos (filoniano Cu) ... 59

Chaupiloma. (filoniano Cu, Pb, Ag) ... 60

3.1.2.2 Franja polimetálica Au-Ag ... 64

Antapite (filonianoAu, Ag, Mo, Pb) ... 64

Chauja (filonianoAg) ... 64

Huachacc (Pb, Ag, Zn, Cu) ... 65

3.1.2.3 Franja de A u epitermal ... 67

Quellomachay (filonianoAu, Cu, Ag) ... 67

Jatun Orcco (filoniano Au, Cu, Zn) ... 68

Área de Murcuto (filoniano Pb, Ag, Zn) ... 68

Minaccella. (filoniano Pb, Zn, Ag, Cu, Sb (Au)) ... 69

Chahuamayo (filoniano Pb, Ag, Cu, Zn) ... 71

3.1.2.4 Franja de skarn polimetálico ... 71

Alcacocha (skarn Zn, Pb, Ag) ... 71

Yatana (skarn Zn, Ag, Pb) ... 72

Cerro Mina Ucro (skarn Au, Cu) ... 73

Yauricocha (skarn Zn, Au) ... 73

Área Silacocha ... 7 4 Área Purísima Concepción ... 7 4 Área de Mascota ... 75

Área El Paso Este ... 75

Área lpillo ...... 75

Satanás {skarn Zn, Cu, Pb) ... 75

Ranracancha (filonianoAu, Ag, Pb) ... 76

Azúlcocha (filoniano Zn) ... 77

Caramachay (skarn Pb-Zn) ... 77

3.1.2.5 Franja polimetálica argentifera ... 79

Capri 98 (filonianoAg, Pb, Zn, Au) ... 79

Caudalosa Chica (filoniano Pb, Ag, Zn) ... 80

Mina San Genaro (filonianoAg, Pb, Zn (Au)) ... 82

Dorita (filoniano Pb, Ag, Zn) ... 83

San Genaro (filonianoZn,Ag, Pb) ... 83

Martha (manto Ag, Pb, Zn) ... 84

Luna de Plata (filoniano Pb, Zn, Ag) ... 89

Mi Perú (mantos Pb, Zn, Ag) ... 89

Lajayaccasa (veta y bolsonada Hg, Au) ... 90

Julcani (filonianoAg, Pb, Cu (Au)) ... 90

Cobriza (skarn de Cu, Pb, Zn, Ag} ... 91

3.1.2.6 Franja de mineralización de Cu ... 93

Canarias (filoniano Pb, Zn, Ag, Au} ... 97

Área de Hatun Rumí (filoniano Cu, Au) ... 98

(7)

INGE~

Tiquihua 78 (filoniano Mo, Cu, Zn) ... 100

3.1.2. 7 Zona cuprífera con manifestaciones de skarn Cu-Fe ... 102

Huinchos (skarn Fe) ... 102

Totoroccocha (filoniano Au, Ag) ... 103

Larco {filonianoAu} ... 103

Cavira (filonianoAu, Cu) ... 104

3.1.2.8 Franja poli metálica aurífera ... 106

Minaspata (filoniano Cu, M o, Au ) ... 106

Rinconada (filonianoAu, polimetálico) ... 107

3.1.2.9 Franjacobre-oro ... 107

Patacancha (filoniano Cu) ... 109

Jatuntucsa (filoniano Cu) ... 109

3.1.2.1 O Franja aurífera ... 111

San Pedro (filonianoAu) ... 111

Santa Teresa (filonianoAu) ... 112

Ollaechea (filonianoAu, Cu) ... 112

Benditani (filoniano A u ) ... 113

Chabuca (placer Au) ... 116

3.1.3 Anomalías Espectrales ... 116

3.1.3.1 Anomalía Curivilca (Ag, Pb, Zn, Cu) ... 116

3.1.3.2 Área Huarmimachay (Cu, Pb, Zn) ... 117

3.1.3.3 Anomalía Cayhua (Pb, Zn) ... 117

3.1.3.4 Anomalía Carhuamachay (Pb, Zn, Ag) ... 118

3.1.3.5 Anomalía Pultunya (Pb,Zn,Cu) ... 118

3.1.3.6 AnomalíaYahuarcocha (Pb, Cu) ... 119

3.1.3.7 Anomalía Quispiccahua (Au,Ag, Pb, Zn) ... 119

3.1.3.8 AnomalíaJalapare(Au,Ag, Pb,Zn) ... 120

3.1.3.9 Anomalía Jarhuaccasa (A u, Ag) ... 120

3.1.3.1 O Anomalía Morado (Pb, Ag, Au) ... 123

3.1.3.11 Anomalía Pucacancha (Pb, Zn) ... 123

3.1.3.12 Anomalía Huaylla Orcco (Au, Cu, Pb) ... 124

3.1.3.13 Anomalía Chontane ... 127

3.1.3.14 Anomalía Cofradía (Au) ... 128

3.1.3.15 Anomalía Yanaquisca (Au) ... 128

3.1.3.16 Anomalía lngahuasi (Au) ... 129

3.1.3.17 Anomalía Pucapuca (Au) ... 129

3.1.3.18 Anomalía Santa Rosa (Cu,Au) ... 130

3.1.3.19 Anomalía Orcco Marca (Au) ... 130

3.1.3.20 Anomalía Llihua (A u) ... 131

3.1.3.21 Anomalía Huachuallapata (Au, Ag, Pb, Zn) ... 131

3.1.3.22 Anomalía Frontón (Cu, Pb) ... 133

3.1.3.23 Anomalía Chancara (Ag, Pb, Cu) ... 134

3.1.3.24 Anomalía Hualhuas Sulca (Pb, Zn) ... 134

(8)

3.1.3.26 Anomalía Huayllapampa (A u) ... 138

3.1.3.27 Anomalía Despensa B (Ag) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 • • oooo 0 0 0 0 0 0 0 0 . . . 139

3.1.3.28 Anomalía Jajalajay (Au) ... 0 0 0 0 0 0 • • • 0 0 0 0 0 0 . 0 0 • • • 0 0 . . . 0 0 0 0. 0 0 . . . 139

3.1.3.29 Anomalía CerroAiato (Pb,Zn) o o • o o o o o o o o o o o o o o o o o o ooooooooooooooooooooooo 140 3.1.3.30 Anomalía Mama (Au,Ag, Pb) o o o o o o o o o oooo o o o o o o o o o o o o o o o o o o o oooooooooooooo 140 3.2 MINERALES NO METÁLICOS o o o o o o · · · o o o o o o o o··· · · o o o o o o o o ·· · o o o o o o o o o o o o o o o o o o o·· · o o o o o o · o o · · 144

3.2.1 Generalidades . 0 0 0 0 • • • 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 • • 0 0 • • • 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 . 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 • • • 0 0 0 0 . 0 0 •• • 0 0 . 0 0 0 0 0 0 • • • 0 0 . 0 0 0 0 0 0 • • 144 Legislación Minera sobre No Metálicos o o o o o o o o o o o oo o o o o o o o o o o o o o o o o o ooo . . . oo . ... . 144

3.2.1.1 Arcillas .... oo . . . oo . . . oo . . . oo . . . oo . . . oo . . . o o o o o o • • 145 Depósito Lamay (arcilla común) ... 0 0 0 0 0 0 146 Cantera lscotaco (arcilla común) o o o o o o o o oo o o o o o o o o o o o o o o oo o o o o o o o o o o o o o 147 Puca Orcco (arcilla común) o o o o o o o o o o o o o o o oo o o o o o . . . oo . . o o o o o o o o . . . . 147

3.2.1.2 Baritina ... oo .. . . o o o o o o o o o o o o o o o o o o o ooooooooooooooo• 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 00 00 00 148 Cantera Ccacer (baritina) oo . . . . oo . . . 149

3.2.1.3 Carbonatos ... 150

Calizas ... 0 0 . 0 0 . 150 3.2.1.4 Caolín 0 0 . . 0 0 . . . 0 0 . . . .. . . . 153

Cantera Nueva Esperanza (caolín) ... 0 0 0 0 . . . 0 0 . . 0 0 . . . 154

3.2.1.5 Diatomitas ... 155

Huaca Blanca (diatomitas) ... 0 0 . . . 156

Zeus, Denuncios 1 y 7 ... 0 0 . . 0 0 0 0 0 0 0 0 . . . .. . . 0 0 156 Cantera Puyhuanhuayjo ... 0 0 o o o o · . . . 0 0 0 0 • • • o o • o o 0 0 0 • • 0 0 0 0 . 0 0 0 0 • • • 0 0 • • • 0 0 157 3.2.1.6 Materiales de Construcción 0 0 0 0 . . . . .. .. . . 158

Cantera Firth-Lurín (arena y gravas) ... 159

Huarocondo (arena y grava) ... oo . . . 159

3.2.1. 7 Rocas Ornamentales ... 160 Cantera Requena (mármol) ... 160 Cantera Huaccramarca (mármol) ... 0 0 . . . 161 Cantera Virgen de Fátima (roca ornamental) ... 164

Cantera Murruro Suyuccaca (travertino) ... 164

Cantera Santo Tomás (travertino) ... 165

3.2.1.8 Sal ... 165

Minas de Sal de Cachicuyao ... 166

Depósito Cachihuancaray (sal gema) ... 167

3.2.1.9 Yeso ... 167 Las Hienas (yeso) ... 170 Cantera Casma ... 170 Depósito Colea ... 171 Depósito Luyanta ... 0 0 . . . . 172

Morro Blanco ... 172

3.3 RECURSOS ENERGÉTICOS .... 0 0 . . . 0 0 . . . .. . . 0 0 . . . .. . . 175

3.3.1 Generalidades 0 0 . . . 0 0 . . . .. .. . . 0 0 . . . 0 0 . 175 Carbón .. oo . . o o o o o o o o o o o o o o o o o oooooooo . . . o o . o o . . . ... . o o o o o o·· · · · • o o o o • • • oo . . . oooooooo . . . 175

(9)

lsolina (mantos de carbón) ... 176

Minerales Radiactivos ... 179

Pampa Suyupía ... 179

Área de Vi lea bamba (Co-Ni-U) ... 180

Filones este-oeste con asociación mineral hematita-siderita Co-Ni- U ... 181

Filones noreste-suroeste con asociación mineral cuarzo-pirita-calcopirita ... 182

Mineralización del área de Vilcabamba ... 182

Capítulo

IV ...

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...

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....

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..

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...

....

...

..

...

...

...

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...

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...

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...

...

..

.

189

PROSPECCIÓN GEOLÓGICA REGIONAL ... 189

4.1 ANOMALiAS ESPECTRALES ... 189

4.1.1 Rasgos Estructurales ... 189

4.1.1.1 Lineamientos Estructurales ... 190

Lineamientos de Primer Orden ... 190

Lineamientos de Segundo Orden ... 190

Lineamientos de Tercer Orden ... 191

4.1.2 Procesamiento e Interpretación de Imágenes para la Determinación de Anomalías Espectrales ... 191

4.1.2.1 Determinación de Anomalías Espectrales ... 191

4.2 PROSPECCIÓN GEOQUÍMICA REGIONAL ... 193

4.2.1 Diseño del Muestreo Geoquímico ... 195

4.2.2 Trabajo de Campo ... 195

4.2.3 Análisis Químico ... 196

4.2.4 Análisis y Procesamiento Estadístico ... 196

4.2.4.1 Análisis ... 196

4.2.4.2 Procesamiento ... 198

4.2.5 Distribución de Elementos ... 199

4.2.5.1 Distribución geoquímica de la plata ... 200

4.2.5.2 Distribución geoquímica del arsénico ... 201

4.2.5.3 Distribución geoquímica del oro ... 201

4.2.5.4 Distribución geoquímica del cobalto ... 202

4.2.5.5 Distribución geoquímica del cromo ... 203

4.2.5.6 Distribución geoquímica del cobre ... 203

4.2.5.7 Distribución geoquímica de hierro ... 204

4.2.5.8 Distribución geoquímica del mercurio ... 205

4.2.5.9 Distribución geoquímica del molibdeno ... 205

4.2.5.1

O

Distribución geoquímica del níquel ... 206

4.2.5.11 Distribución geoquímica del plomo ... 206

4.2.5.12 Distribución geoquímica del antimonio ... 207

4.2.5.13 Distribución geoquímica del zinc ... 208

4.2.6 Correlaciones Geoquímicas ... 208

(10)

4.2. 7.1 Cuadrángulo de Lurín (25-j) ... 21 O

Anomalía La Campana (Cr, Ni, Mo, Cu) ... 210

Anomalía Quebrada Seca (Zn, Cu, Cr, Ag, Mo) ... 211

4.2.7.2 Cuadrángulo de Mala (26-j) ... 211

Anomalía Quebrada Marqueza (Cu) ... 212

4.2.7.3 Cuadrángulo de Huarochirí (30-m) ... 212

AnomalíaAndaballa (As) ... 212

Anomalía Cabezas (As) ... 212

Anomalía Chontana (As) ... 213

Anomalía Bolococha (Pb, As, Co, Fe) ... 213

Anomalía Chanquina (Pb) ... 213

4.2.7.4 Cuadrángulo de Lunahuaná (29-n) ... 214

Anomalía Animosa (Cu, Me, Co) ... 214

Anomalía Cerro Totoral Punta (Cu, Me, Ag, Zn, As, Co) ... 214

Anomalía Anchaico (As, Sb, Ce) ... 215

Anomalía Chucula (As, Sb, Co) ... 215

Anomalía Tierra Blanca (As, Sb, Co) ... 216

4.2.7.5 Cuadrángulo de Chincha (27-k) ... 216

Anomalía San Jerónimo (Pb) ... 216

4.2.7.6 Cuadrángulo de Yauyos (25-1) ... 216

AnomalíaAshincuy(Pb,Ag,As, Me) ... 217

Anomalía Cachi (Cr, Me) ... 217

Anomalía Carania (As, Au, Sb, Cu, Zn) ... 217

Anomalía Cocoche (Sb, As, Zn) ... 218

Anomalía Chihuayoc (As, Cr, Sb) ... 218

Anomalía Escalera (As, Cr, Ni, Sb) ... 218

Anomalía Jatun Huasi (Cr, Me, Sb) ... 219

Anomalía Pumaruri (Fe, Mo) ... 219

Anomalía Río Seco (Zn, Pb, Sb,Ag,As) ... 219

Anomalía Yamama (Hg, As, Cr, Mo, Sb) ... 220

Anomalía Yuracurachay-Patacocha (Ag, Pb, Sb, Zn, As, Hg) ... 220

4.2.7.7 Cuadrángulo de Tupe (26-1) ... 220

Anomalía Antajaja (Cr, Ni) ... 221

Anomalía Champahuasi (Sb) ... 221

Anomalía Huancarcocha (Cr) ... 221

Anomalía Nangruy (As, Zn, Pb, Sb, Ag, Cr, Hg) ... 222

Anomalía Tambillo (Sb) ... 222

Anomalía Tupina (Sb) ... 222

4.2.7.8 Cuadrángulo de Tantará (27-1) ... 223

AnomalíaAtahuaranga (Cu, Mo) ... 223

Anomalía Cacañín (Cu, Mo, Zn, Fe) ... 223

Anomalía Caja marca (Cu, Me, Au, Zn) ... 223

(11)

INGEMrvET

4.2.7.9 Cuadrángulo de Huancayo (25-m) ... 224

Anomalía Rupayccacca (Sb, Cr) ... 224

Anomalía San Cristóbal (Sb) ... 225

Anomalía Vilca (Ni, Co) ... 225

4.2.7.10 Cuadrángulo de Conaica (26-m) ... 225

Anomalía Ajoy (As, Sb, Hg) ... 226

Anomalía Cachimayo (Sb, Pb, Zn, Cu, Ni, Cr, Co, Fe) ... 226

Anomalía Carhuajasa (Sb) ... 226

Anomalía Huarachuasi (As, Sb, Ni, Co) ... 227

Anomalía Carmen (As, Sb) ... 227

Anomalía lchujasa (Hg, As, Co) ... 228

Anomalía Lambrahuachimac (As) ... 228

Anomalía Porja (Hg, As) ... 228

Anomalía Puyhuan (Ni, Co) ... 229

Anomalía Sacsalla (Mo) ... 229

Anomalía Santa Teresa (Pb, Zn, Ni) ... 230

Anomalía Tasano (Ni, Co) ... 230

Anomalía Tillumachay (Zn) ... 230

4.2.7.11 Cuadrángulo de Castrovirreyna (27-m) ... 231

Anomalía Bayasora (Sb, Cu) ... 231

Anomalía Cacaro (Cu, As, Pb, Zn, Ag, Mo) ... 231

Anomalía Carrizal (M o) ... 232

Anomalía Champacocha (Cu, Mo, Au, Zn, As, Sb) ... 232

Anomalía Chichas (Pb, Zn) ... 233

Anomalía Cochahuasi (Au) ... 233

Anomalía Colquepallana (Au, Zn, Fe) ... 233

Anomalía Huagachi (Pb, Zn) ... 234

Anomalía Saneas (Sb) ... 234

Anomalía Tucsa (As, Cu, Fe) ... 235

Anomalía Ullpac (Cu) ... 235

4.2.7.12 Cuadrángulo de Santiago de Chocorvos (28-m) ... 235

Anomalía Anta cancha (Pb, Ag, Sb, Cu) ... 236

Anomalía Cuyahuasi (Au) ... 236

Anomalía Chapas (Cu, Pb, Zn, Ag, Au) ... 237

Anomalía Chinchillcuma (Cu, As, Ag, Hg) ... 237

Anomalía Huayhuayno (Mo, Cu) ... 237

Anomalía Marayniyoc (Sb) ... 238

Anomalía Pampas (Pb, Zn, Cu, As) ... 238

Anomalía Pucapuca (Cu, Mo, Zn, Sb, Co) ... 239

Anomalía Puntin (Cu, Co) ... 239

Anomalía Sojos (Mo) ... 239

Anomalía Tarapacá (Cu, Fe) ... 240

Anomalía Tranca (Hg) ... 240

(12)

4.2.7.13 Cuadrángulo de Pampas (25-n) ... 241

Anomalía Montehuasi (Ag) ... 241

Anomalía Pumaranra (Hg) ... 242

Anomalía Yana Padre (Hg) ... 242

Anomalía Yurajasa (Au) ... 242

4.2.7.14 Cuadrángulo de Huancavelica (26-n) ... 242

Anomalía Ccota (Hg) ... 243

Anomalía Chicllapucro (Ni, Co) ... 243

Anomalía Jecarmachay-Barallón (Hg, Pb, Zn, Mo, As, Ni) .. 243

Anomalía Lirio Huayjo (Au, Ag, Hg, As, Sb) ... 244

Anomalía Mashuagrahuayjo (Hg, Cr) ... 244

Anomalía Millhuayoc (Ag, Zn, Pb, Cu, As, Sb) ... 244

Anomalía Molinayoc (Hg) ... 245

Anomalía Pallcapampa (Hg) ... 245

Anomalía Poncoshuayjo (Hg, Ag, Sb, Au, Mo, Zn) ... 245

Anomalía Sacsamarca (Hg. Zn, Pb, Ni, Co, As) ... 246

Anomalía Sondorhuayjo (Hg) ... 246

Anomalía Tinta y (Ni, Co, Cr) ... 246

Anomalía Tucu (Hg) ... 247

4.2.7.15 Cuadrángulo de Huachocolpa (27-n) ... 247

Anomalía Antara (As) ... 24 7 Anomalía Apacheta (As, Fe) ... 248

Anomalía Cochaccacca (Ag, Au, Pb) ... 248

Anomalía Corral pata (As) ... 248

Anomalía lllahuasi (Cu, Ni) ... 249

Anomalía U eh use (Au, As, Pb, Zn, Hg) ... 249

Anomalía Jatunpampa (Pb, As, Hg, Ag, Zn, Sb) ... 250

Anomalía Manchaylla (Zn, Pb, Sb, Ag, As) ... 250

Anomalía Mollorcco (As) ... 250

Anomalía Occeccacca (As, Hg, Cu) ... 251

Anomalía Quencha (As) ... 251

Anomalía Rosario (Zn, Pb, Sb, Ag, As, Co, Cu) ... 252

Anomalía Turpa (As, Sb, Zn, Co) ... 252

Anomalía Yanamachay (Cu, Sb, Hg, Pb, Zn, Ag, As) ... 252

Anomalía Yuyo (As) ... 253

Anomalía Cocan rache (Au) ... 253

Anomalía Concosanca (Au, Zn, Ag, Hg, Pb) ... 254

Anomalía Cuyoc (Cu, Ni) ... 254

Anomalía Chillama (Zn, Cr) ... 254

Anomalía Huayrapunta (Au) ... 255

Anomalía Huayratajinga (Hg) ... 255

Anomalía Jaccapaqui (Hg, Fe) ... 256

Anomalía Quispicancha (Au, Zn, Pb, Ag, As, Sb, Hg) ... 256

(13)

INGEMVET

Anomalía Canchahuayjo (As) ... 257

Anomalía Chipchire (Pb) ... 257

Anomalía Iglesia Huasi (Hg) ... 257

Anomalía Jatunhuaycco (As, Sb) ... 258

Anomalía Manca Allpa (As) ... 258

Anomalía Suya puquio (Hg) ... 259

4.2.7.17 Cuadrángulo de Huanta (26-ñ) ... 259

Anomalía Orjohuasi (Ag, Pb, Zn) ... 259

Anomalía Totora (Hg, Pb, Zn) ... 260

Anomalía Ulchquilla (As, Pb, Sb, Au, Hg, Ag) ... 260

4.2.7.18 CuadrángulodeAyacucho(27-ñ) ... 260

Anomalía Anyana (Zn, Ag) ... 261

AnomalíaAndabamba (Sb) ... 261

AnomalíaAtacocha (Ni, Zn, Cu) ... 261

Anomalía Y ale Purán (Sb) ... 262

4.2.7.19 Cuadrángulo de Huancapi (28-ñ) ... 262

Anomalía Corimpa (As, Ba) ... 262

Anomalía Chuymay (As) ... 262

Anomalía Altarniocc (As) ... 263

4.2.7.20 Cuadrángulo de San Francisco (26-o) ... 263

Anomalía Agua Salada (M o) ... 263

Anomalía Mejorada (Co, Ni, Zn) ... 264

Anomalía Pueblo Libre (Mo, Cu) ... 264

Anomalía Quimbiri (Mo, As, Co, Cu, Fe, Hg, Pb, Sb) ... 264

4.2.7.21 Cuadrángulo de San Miguel (27-o) ... 265

Anomalía Anca marca (Mo) ... 265

Anomalía Tojyanca (Au} ... 265

Anomalía Ventananillayoc (Ni) ... 266

4.2.7.22 Cuadrángulo de Chincheros (28-o) ... 266

Anomalía Chiara (Pb, Zn) ... 266

Anomalía Huarmi Yacu (Pb, Zn, Ag) ... 266

Anomalía Huayhuane (Cu, Pb) ... 267

Anomalía Lanchac Palla na (Ag) ... 267

Anomalía Manzanayoc (Pb, Zn, Ag, Hg) ... 267

Anomalía Pallaucha (Au) ... 268

Anomalía Rojasniocc (Zn) ... 268

Anomalía Yana Yana (As) ... 268

4.2.7.23 Cuadrángulo de Chuanquiri (26-p) ... 269

Anomalía Mantalo (Au) ... 269

Anomalía Quintiarina {Ag, Mo, Cu, Zn, Co, Fe) ... 269

Anomalía Santa Ana (Ag) ... 270

Anomalía Shanguiroato (Co, Zn, Cu, Ag, Ni) ... 270

Anomalía Yuviato (Ag, Co, Zn, Au, Ni) ... 270

(14)

Anomalía Chucuito (As, Cu, Co, Fe) ... 271

Anomalía Cocas (Au, Fe) ... 271

Anomalía Pulluri (Au) ... 272

Anomalía Peluche (Au) ... 272

Anomalía Huayllapampa (Cu, Ag, Zn, Fe) ... 272

4.2.7.25 Cuadrángulo de Andahuaylas (28-p) ... 273 Anomalía Chicunahuayjo (Ag) ... 273 Anomalía Chilcaragra (Fe, Cr) ... 273

Anomalía Hermosa (Ag) ... 274

Anomalía Huaranccamachay (Au) ... 274

Anomalía Jatunpuquio (Au) ... 275 Anomalía Lucre (As, Ag, Hg) ... 275 Anomalía Maraynioc (Cu, Ag) ... 275

Anomalía Puyhuaycco (Au, As, Sb, Hg) ... 276

4.2.7.26 Cuadrángulo de Quillabamba (26-q) ... 276

Anomalía Cirialo {Sb, Cr, Mo) ... 276

Anomalía Delicias (Au, Cu, Mo, Fe) ... 277

Anomalía Honda (Mo) ... 277

Anomalía Huayllayoc (Sb, Co, As, Cu, M o, Fe, Ni) ... 277

Anomalía Pashiapacana (Cr, Fe) ... 278

Anomalía San Jacinto (Cr, Pb, Sb, Fe) ... 278

Anomalía Sicrimayo (Mo, Ba) ... 278

4.2.7.27 Cuadrángulo de Machu Picchu (27-q) ... 279

Anomalía Cota marca (Co, Ni, As, Cu, Zn) ... 279

Anomalía Chanchayllo (Ag) ... 279 Anomalía Chaupimayo (Au) ... 280 Anomalía Moyoc (Au) ... 280

Anomalía Oyara (Au) ... 280

Anomalía Pacachaca (Au) ... 281 Anomalía Rosaspata (As, Ni) ... 281

Anomalía Tacuyoc (Au, Fe) ... 281

Anomalía Urpipara (Ni, Co, As, Zn, Cu, Fe) ... 282

Anomalía Victoria (Ag, Pb) ... 282

Anomalía Yanantin (Au) ... 282

4.2.7.28 Cuadrángulo deAbancay {28-q) ... 283

Anomalía A nas Jasa (Ni) ... 283 Anomalía Huanso (Au) ... 283 Anomalía Huarancayoc (Pb, Zn, Ag, Cu, Ni) ... 284

Anomalía Jompeja (Au) ... 284

Anomalía Ocobamba (Ag) ... 284

Anomalía Pachacucho-Chioito (Au) ... 285

(15)

INGEMVET

Anomalía Amparaes (Ag, Sb) ... 286

Anomalía Belempata (Cu, Ag) ... 286

Anomalía Cancayllo (Ce, As, Cu, Fe, Ni) ... 287

Anomalía Lambranniyoc (Ag, As, Sb, Ce, Cu, Fe) ... 287

Anomalía Lares (As, Sb, Ag, Ce, Cu, Fe) ... 287

Anomalía Quellomayo-Lacco (Ce, Ni, Zn, Ba, Au) ... 287

Anomalía Quilcamayo (Ag, Au, Pb) ... 288

4.2.7.30 Cuadrángulo de Urubamba (27-r) ... 288

Anomalía Cedrobamba (Zn, Ce, Ni) ... 288

Anomalía Collpa (Pb, Zn) ... 289

Anomalía Collpana (Ce, Ni, As, Cu, Fe, Zn) ... 289

Anomalía Corimayo (Cr, As) ... 289

Anomalía Chullcuni (As, Zn, Pb, Cu, Ce) ... 290

Anomalía Piquimayo (Pb, Ag, Cu, Fe, Me, As, Sb) ... 290

Anomalía Quellcanoja (As) ... 290

Anomalía Quisuarani (As, Ce, Me) ... 291

Anomalía Sondorpampa (As, Zn, Sb, Ni, Fe) ... 291

Anomalía Yanamanchi (Pb, As, Cu, Zn) ... 291

Anomalía Yanamayo (Zn, Pb, Sb) ... 292

Anomalía Yuracmayo (Sb) ... 292

4.2.7.31 Cuadrángulo de Tambobamba (28-r) ... 292

Anomalía Ccachunpata (As) ... 293

Anomalía Ccalla (Cu, Au, Me, Pb, Zn) ... 293

Anomalía Calla uro (Au) ... 293

Anomalía Llacchira (Au, Cu, Pb, Zn, Ag, Me, Fe) ... 294

Anomalía Mullunicalloc (Pb, Zn, Cu, Ag, Ni, Ce, Fe) ... 294

Anomalía Patirara (Cu, Fe, Ce) ... 295

Anomalía Quellopampa (Au) ... 295

Anomalía Tatahuara (Pb, Ba, Zn, Ag) ... 295

Anomalía Torracca (Au, Fe, Ce) ... 296

4.2.7.32 Cuadrángulo de Calca (27-s) ...... 296

Anomalía Allinmayo (M o, As, Fe, Sb) ... 296

Anomalía Sejeñayoc (Ag, Pb, Cu, Sb, Zn) ... 297

Anomalía Totorapata (As, Cu, Sb) ... 297

4.2.7.33 Cuadrángulo de Cusca (28-s) ... 297

Anomalía Jarjobamba (Hg) ... 298

Anomalía Jepopampa (Ag,Au, Fe, Pb, Zn) ... 298

Anomalía Oropesa (Pb, Cu, As) ... 298

Anomalía Llactapampa (Hg) ... 299

Anomalía Mancura (Au) ... 299

Anomalía Manzanares (Au) ... 299

Anomalía Tarpura (Ag, Au, Pb, Fe, Ce) ... 300

Anomalía USI (Au) ... 300

(16)

Anomalía Catellane (Ni, Cr, Mo) ... 301

Anomalía Jolljepunco (Mo, As, Cu, Fe, Pb, Sb) ... 301

Anomalía Minasnioc (Mo, Fe) ... 301

Anomalía Pumachaca (Au, As) ... 301

Anomalía Sayhuaorjo {Au) ... 302

Anomalía Sayhuapunta (Au) ... 302

Anomalía Totorahuayjo (Mo, Fe, Pb, Au) ... 302

Anomalía Totorani (As, M o, Ni) ... 303

4.2.7.35 Cuadrángulo de Ocongate (28-t) ... 303

Anomalía Cullunuma (Ni, Co) ... 303

Anomalía lchumojo (As) ... 303

Anomalía Huacahuata (Au) ... 304

Anomalía Huayllatira (Sb, Ag) ... 304

Anomalía Huitoc (Ag, Cu, Pb, Sb, Hg, Zn) ... 305

Anomalía Pisquipata (Hg) ... 305

Anomalía Yanaposa (Au) ... 305

Anomalía Uchullucllo (Au, As) ... 306

4.2.7.36 Cuadrángulo de Quincemil (27-u) ... 306

Anomalía Chalhuayani (Au, Cu, Co, Fe) ... 306

Anomalía Pan de Azúcar (Au, Co, Sb) ... 307

Anomalía Yana mayo Grande (Au) ... 307

4.2.7.37 Cuadrángulo de Corani (28-u) ... 307

Anomalía Campanayoc (Au) ... 308

Anomalía Chimboya (Pb, Zn, As, Sb, Ag) ... 308

Anomalía Chununuma (Au) ... 308

Anomalía Huasacucho (Au) ... 309

Anomalía Huayllapata (Hg) ... 309

Anomalía Jatuncucho (Au) ... 309

Anomalía Jayaquinoc (Au,As, Sb, Zn, Fe) ... 310

Anomalía Lluscarill (Co, Cu, Ni) ... 31 O Anomalía Pucauno (Au) ... 310

Anomalía Pumacancha (Au) ... 311

Anomalía Pucacancha (Hg) ... 311

Anomalía Quimsaymayo (Au) ... 312

Anomalía Soracocha (Ni, Co) ... 312

Anomalía Trapiche (Ag, Pb, Zn, Sb,Cu, As, Cr) ... 312

Anomalía Uchuyteltequera (Hg) ... 313

Anomalía Yaya mara (As, Ag, Sb) ... 313

Anomalía Phinaya (As, Sb, Ag, Fe, Mo) ... 313

Anomalía Chacacuniza (Pb, Ag, Zn, Sb, As, Cu) ... 314

4.2.7.38 Cuadrángulo de Masuco (27-v) ... 314

Anomalía Linquipata (Sb) ... 314

4.2.7.39 Cuadrángulo de Ayapata (28-v) ... 314

(17)

INGEMVET

Anomalía Chaipiloma (Au) ... 315

Anomalía Chahuana (Au) ... 315

Anomalía Killi Killi (Au) ... 316

Anomalía Luantra (Ni) ... 316

Anomalía Oscco Cachi (As, Hg, Ag, Pb) ... 316

Anomalía Putujucho (Hg) ... 317

Anomalía Sayapiamayo (Au) ... 317

Anomalía Uruhuasi (Au) ... 317

4.2.7.40 Cuadrángulo de Esquena (28-x) ... 318

AnomalíaArhuapata (Au,As) ... 318

Anomalía Chillipujo (Au) ... 318

Anomalía Tatanquea (A u) ... 319

4.3 PROSPECCIÓN GEOFÍSICA ... 376 4.3.1 Especificaciones Técnicas de la Aeromagnetometría de AEROSERVICE ... 376

4.3.2 Especificaciones Técnicas de la Aeromagnetometría de PETROPERU S.A ... 377

4.4 ÁREAS PROSPECTIVAS ... 382

1. Área Cerro Mina Ucro (Au, Cu) ... 382

2. Área Caramachay (Pb, Zn, Mo) ... 384

3. ÁreaAicacocha (Zn, Pb, Ag, Mo) ... 385

4. Área Tambomachay (Au, Pb) ... 385

5. Área Curivilca (Cu, Zn, Pb) ... 386

6. Área Cayhua (Pb, Zn, Ag) ... 387

7. Área Carhuamachay {Pb, Zn, Ag) ... 388

8. Área Huarmimachay (Cu, Pb, Zn) ... 389

9. Área Pultunya (Pb, Zn, Cu, Mo) ... 389

1

O

.

Área lzcusana (Ag) ... 390

11. Área Pampamale (Au, Ag) ... 391

12. Área Compenja-Punco lchurutuma (Pb, Ag, Zn, Au) ... 392

13. Área Frontón (Au, Cu) ... 393

14. Área Huachuallapata (Au, Ag) ... 394

15. Área Huayllaorcco (Au-Mo) ... 395

16. Área Tiquihua (M o) ... 396

17. Área Chari (Pb, Zn) ... 397

18. Área Pucacancha (Zn, Pb) ... 398

19. Área Chaupitiana (Au) ... 399

20. Área Huayllapampa ... 400 Capítulo V ................................................................................. 403

MINERÍA ... 403

5.1 ANTECEDENTES MINEROS ... 403

5.2 EMPRESAS MINERAS ... 404

(18)

5.2.2 Empresas Mineras No Metálicas en Producción ... 406

5.2.3 Plantas de Tratamiento Metalúrgico ... 407

5.2.4 Plantas de Tratamiento de No Metálicos ... 407

5.3 CATASTRO MINERO ... 407

ANEXO No 1 ... 409

(19)

RELACIÓN DE MAPAS E ILUSTRACIONES

Mapa escala 1:750 000 N°1

N° 11 N° 111 N° IV

N° V

N° VI

N° VIl

Figuras

Fig. N° 1

Fig. N° 2 Fig. N° 3 Fig. N° 4

Fig. N° S

Fig. N° 6 Fig. N° 7 Fig. N° 8 Fig. N° 9 Fig. N° 10

Fig. N° 11

Fig. N° 12 Fig. N° 13 Fig. N° 14

Mapa de Ocurrencias Minerales Metálicas

Mapa Preliminar de Distribución de la Mineralización

Mapa de Ocurrencias Minerales No Metálicos y Recursos Energéticos Mapa de Anomalías Espectrales

Mapa de Sedimentos de Quebrada. Ubicación de Muestras Mapa de Anomalías Geoquímicas

Mapa Catastral Minero

Mapa de ubicación y acceso de la Franja N° 3 Columna Estratigráfica Generalizada-Región Costera

Columna Estratigráfica Generalizada-Coordillera Occidental Columna Estratigráfica Generalizada de la

Coordillera Oriental y Faja Subandina

Relaciones de tiempo- espacio, y origen de los magmas para el plutonismo del Paleozoico, Cretáceo y Paleógeno- Neógeno en el sur de Perú

Esquema: Minero- Tectónico Sector San Genaro-Huachocolpa- Canarias Sección Geológica de las Zonas: Ticrapo-San Genaro- Huachocolpa Esquema Estructural (Distrito Minero de Huachocolpa y San Genaro) Anomalías Espectrales de Interés Prospectivo

Sección Geológica Cerro Frontón-Cerro Pucapuca Cuadrángulo de Santiago de Chocorvos

(20)

Fig. N° 16

Fig. N° 17 Fig.N°18

Fig. N° 19

Fig. N° 20

Fig. N° 21

Fig. N° 22

Fig. N° 23

Fig. N° 24

Fig. N° 25

Fig. N° 26 Fig. N° 27

Fig. N° 28

Fig. N° 29

Fig. N° 30

Fig. N° 31

Fig. N° 32

Fig. N° 33

Fig. N° 34

Fig. N° 35

Fig. N° 36

Fig. N° 37 Fig. N° 38

Fig. N° 39

Fig. N° 40

Fig. N° 41 Fig. N° 42 Fig. N° 43

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de As

Dispersión Geoquímica-As (ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Dispersión de Au

Dispersión Geoquímica-Au (ppb)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Co

Dispersión Geoquímica-Co(ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Cr

Dispersión Geoquímica-Cr (ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Cu Dispersión Geoquímica-Cu(ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Fe

Dispersión Geoquímica-Fe (ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Hg

Dispersión Geoquímica-Hg (ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Mo

Dispersión Geoquímica-Mo (ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Ni Dispersión Geoquímica-Ni (ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Pb

Dispersión Geoquímica-Pb (ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Sb

Dispersión Geoquímica-Sb (ppm)

Geoquímica de Sedimentos. Distribución de Zn

Dispersión Geoquímica-Zn (ppm)

Mapa Magnético Reducido al Polo

Mapa Magnético de Campo Total

Mapa Magnético de Señal Analftica

(21)

Cuadros

Cuadro N° 1 Cuadro N° 2 Cuadro N° 3

Características de las principales hidroeléctricas

Producción Minera No-Metálica: Principales Productos

Poblaciones estadísticas correspondientes a la Franja N o 3 Cuadros N° 4-17 Correlaciones Lineales

Tablas

Tabla N° 1

Tabla N° 2

Tabla N° 3

Tabla N° 4

Tabla N° 5

Tabla N° 6

Tabla N° 7

Tabla N° 8

Tabla N° 9

Tabla N° 10

Tabla N° 11 Tabla N° 12 Tabla N° 13 Tabla N° 14 Tabla N° 15

Anexos Anexo N° 1

Yacimientos

y

Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3 -Cu-Au.

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3 -A u--Ag.

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3 -Au Epitermal.

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3 -Skarn Polimetálico

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3 -Polimetálica Argentífera

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3 -Mineralización de Cu

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3-Cuprífera con manifestaciones de Skarn Cu-Fe

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3 -Poli metálica Aurífera

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3 -Cobre-Oro

Yacimientos y Ocurrencias Minerales Metálicas de la Franja N° 3-Aurífera

Relación de Ocurrencias Minerales No Metálicas y Rocas Industriales

Relación de Anomalías Espectrales

Parámetros Estadísticos por elementos

Relación Total de Anomalías Geoquímicas-Franja N° 3

Principales Minas en Actividad

(22)

Elmer Boulangger R.

jorge Chira F.

lvanov Herrera T.

Washington Larico C.

julio Sánchez M.

Antonio Cuba M.

Manuel Chumpitaz C. Armando Calloso C. Luis Quispe A. Mario Silva V.

Jefe del Proyecto

Manuel Paz M.

Supervisor Manuel Cossío de la V.

Jefes de Brigada

julio Zedano C.

Asistentes

Geofísica

Walter Parí P.

Mario Carpio R.

Manuel Geldres E.

Marco Lara M.

Fernando Munares V.

Héctor Zárate O.

Víctor Cuyubamba P.

Jesús Fuentes P.

Yván Hurtado G.

(23)

RESUMEN

De acuerdo con el plan operativo deiiNGEMMET para el año 2002, la Dirección

de Geología Económica y Prospección Minera continuó con el estudio de los Recursos

Minerales del Perú, desarrollando las investigaciones geoeconómicas correspondientes a

la Franja N° 3, que abarca el territorio comprendido entre los paralelos 12° 00' y 14° 00'

de latitud sur.

Los rasgos estructurales más importantes corresponden a los 1 ineamientos andinos,

con fallas y pliegues de rumbo NO-SE, así como lineamientos transversales NE-SO. Hacia

el lado oeste de la franja, en ambientes de volcanismo reciente y rocas del Mesozoico

(74°30, -76°00' longitud oeste), se emplazan megaestructuras tectónicas de rumbo andino

(falla Chonta), que facilitaron procesos secuenciales de volcanismo durante el Terciario, el

cual está representado por diversas etapas de mineralización y el emplazamiento de rocas

subvolcánicas mineralizantes. El sistema de fallas Chonta y su entorno fracturado, es uno

de los elementos estructurales más importantes que afecta este lado de la franja,

contro-lando el emplazamiento de la mineralización filoniana poli metálica argentífera epitermal

tipo bonanza, en rocas volcánicas del Neógeno y del Mesozoico (agrupamientos San Gen aro

y Huachocolpa).

Hacia el este, mayormente en rocas ordovícicas (Cordillera Oriental) se definen

mineralizaciones filonianas auríferas, con una asociación cuprífera débil, controladas por

estructuras NO-SE (Camanti, Manco Cápac, agrupamiento Santa Teresa, Montebello).

El producto de la erosión de estos filones ha sido transportado hacia la Llanura

Amazónica conformando importantes depósitos detríticos auríferos, como Huepetuhe y

terrazas con contenido aurífero en los ríos Madre de Dios e lnambari.

La Franja N° 3 está caracterizada por un relieve accidentado, especialmente en la

Faja Cordillerana, destacando en la parte sureste, la Deflexión de Abancay, de dirección

este-oeste, edificada sobre un basamento proterozoico y paleozoico.

La estratigrafía de la franja presenta rocas metamórficas proterozoicas que afloran

en la Faja Costanera, sobre las que se emplazan en forma discordante, rocas carbonatadas

(24)

de

1 O

000 m, especialmente el Paleozoico inferior, constituido por

rocas sedimentarias pelíticas y elásticas, de composición sílice-aluminosa. El Paleozoico

superior está conformado por rocas elásticas y volcánicas, así como facies arcillo

carbonatadas que dan término a la secuencia marina del Paleozoico. Sobre ellas, se

en-cuentran rocas continentales, conformadas por molasas y volcánicos, productos de la

última fase del tectonismo herciniano.

En la Faja Costanera, el Mesozoico se inicia con rocas volcánicas jurásicas

depo-sitadas en un ambiente marino, constituidas por volcanoelásticos y flujos de lavas; sobre

ellas se depositó el Cretáceo marino, con facies elásticas y carbonatadas, las cuales

infrayacen a su vez a volcánicos cuya extensión llega hasta las estribaciones andinas.

En la Cordillera Occidental, el Mesozoico presenta rocas del Triásico superior,

Jurásico y Cretáceo, conformadas principalmente por secuencias carbonatadas y elásticas

(grupos Pucará y Yura), seguidas por unidades carbonatadas del Cretáceo inferior a supe-rior y capas rojas del Cretáceo superior-Terciario inferior.

En la Faja Subandina destacan las secuencias elásticas del Cretáceo, sobre las que

se depositaron las capas rojas del Paleógeno y Neógeno.

El Cenozoico destaca en la Cordillera Occidental, presenta una secuencia

volcáni-ca sedimentaria que cubre las rocas paleozoicas y mesozoicas, sobresaliendo en esta

fran-ja las formaciones Castrovirreyna y Caudalosa.

las secuencias cuaternarias ocurren en la Costa, pero principalmente en la

Llanu-ra Amazónica, donde están conformadas por depósitos aluviales formando grandes

saba-nas que cubren a las capas rojas neógenas.

la actividad magmática está representada por las intrusiones y volcanismo asocia

-do a las fases tectónicas Herciniana y Andina.

la evolución tectónica presenta terrenos muy plegados y fallados como

conse-cuencia del tectonismo, primero proterozoico, luego paleozoico y andino, habiendo

gene-rado diferentes zonas estructurales que se caracterizan por una tectónica distensiva en la

Faja Costanera, compresiva en las cordilleras Occidental y Oriental y una faja plegada en

la Zona Subandina.

En esta franja se han inventariado 521 ocurrencias metálicas, georeferenciadas.

Esta nueva información será utilizada para la elaboración del nuevo Mapa Metalogénico

del Perú.

El tipo de ocurrencias predominantes son filonianas, con mineralización

polimetálica (Cuy trazas de Au), mostrando una tendencia de enriquecimiento de oro en

(25)

Estudio de Recursos Minerales del Perú-Franja N" 3

vinculadas con diferenciaciones magmáticas batolíticas del Terciario temprano. Destacan las siguientes minas: Raúl-Condestable, Canarias, Caudalosa Chica, San Genaro, Antapite, Titiminas, Julcani, Cerro Azúl, La Rinconada y Montebello.

La Franja N° 3 presenta también, zonas de mineralización tipo skarn polimetálico, en el cuadrángulo de Yauyos están las minas Yauricocha y Satanás (actualmente en explo-tación), en el contacto de la granodiorita con las calizas de las formaciones Jumasha y Pariatambo y en los cuadrángulos de Andahuaylas, Abancay y Tambobamba, se emplazan las minas en skarn Huinchas, Occohuasi, Corahua y Mirador. Esta área es la continuación de la zona de skarn, a la que pertenecen los yacimientos de Las Bambas (Ferrobamba, Chalcobamba, Sulfobamba), Katanga y Tintaya.

Hacia el lado oeste de la franja, en ambientes de volcanismo reciente y en rocas del Mesozoico, ocurre una mayor densidad de mineralización polimetálica, donde se emplazan megaestructuras tectónicas de rumbo andino (falla Chonta), que durante el Ter-ciario, facilitaron procesos secuenciales de volcanismo, representados por diversas etapas de mineralización, y el emplazamiento de rocas hipabisales mineralizantes, que en a lgu-nos casos originaron procesos hidrotermales y deposición de minerales económicos en rocas volcánicas del Neógeno en determinados sectores de mineralización filoniana polimetálica-argentífera epitermal tipo bonanza.

Existe una variedad de yacimientos que se distribuyen a lo largo y ancho de esta franja, siendo importante mencionar la presencia de depósitos polimetálicos asociados a cuencas calcáreas, como los yacimientos Arturito, Despensa, Esperanza; yacimientos cordilleranos polimetálicos como Yauricocha, Julcani, y yacimientos en skarn como Co-briza, que es la única mina productiva de cobre y plata de la franja estudiada.

Desde hace S décadas se han explotado yacimientos poli metálicos como Julcani, Herminia, Carcapuquio, entre otros; actualmente la mayoría de ellos se encuentran para-lizados.

En esta franja se han inventariado 204 ocurrencias de minerales no metálicos y rocas industriales. La producción minera no metálica peruana está orientada al mercado interno, a excepción de la baritina, primer mineral de exportación y otros que empiezan a tener aceptación en el exterior, tales como bentonita, boratos, sales, mármol, granito, caolín, yeso, cuarzo, etc.

El análisis espectral de las imágenes Landsat ETM+ se realizó mediante la técnica Crosta. Se han detectado 98 zonas con anomalías de color, siendo verificadas en campo 82 de ellas, en el procesamiento de las imágenes se utilizó los softwares Erdas Imagine 8.4 y Envi RT versión 3.5, haciendo combinaciones de bandas 7, 4,2 y 7, 3,1 (RGB), para la interpretación litológica, estructural y de zonas anómalas.

(26)

el principal contrafuerte de dirección andina, en la cual se ve truncada la continuidad de

otras fallas importantes de dirección E-0.

Hacia el oeste del área se observa que los principales lineamientos estructurales,

tales como las fallas Huaytapallana-Ayacucho y Chonta, y la falla Huanca

yo-Castrovirreyna, mantienen la dirección NO-SE. La falla Chonta, de gran importancia en

esta franja, constituye el control estructural en el distrito minero de San Genaro.

La prospección geoquímica regional se efectuó con el muestreo de sedimentos

activos de quebrada en 3 934 lugares seleccionados de acuerdo con las características

litológicas de las unidades aflorantes.

El análisis de toda la información geológica relacionada con los trabajos de

geoqufmica, sugirió la separación de la totalidad de muestras en 14 poblaciones

estadísti-cas de acuerdo con las características litológicas y edad del ambiente geológico involucrado.

El procesamiento estadístico de los datos permitió determinar 160 anomalías de contraste

fuerte y 119 de contraste moderado, por elementos de interés económico. Se relacionó

estas anomalías a las posibles fuentes de mineralización, que podrían ser, esencialmente

del tipo pórfido, epitermal, mesotermal, filoniano o skarn, teniendo en cuenta la

disper-sión secundaria, ya sea como elemento o como asociación de elementos, así como

tam-bién el entorno geológico de la zona.

Se elaboraron mapas geoqufmicos a escala 1:100 000 de cada cuadrángulo

estu-diado, y una compilación general a escala 1:750 000, donde se muestran las anomalías de

mayor interés, por su contraste fuerte y moderado. Asimismo, se presentan mapas

isovalóricos en formato A-4 y mapas de dispersión de acuerdo al umbral geoquímico de

cada población estadística. En los mapas isovalóricos de determinados elementos se

pue-de apreciar una correspondencia con el mapa geológico, quedando claramente

delimita-das, las franjas de distribución geológica y rasgos tectónicos regionales, como el Batolito

de la Costa, la Deflexión de Abancay, y las franjas de unidades volcánicas y sedimentarias.

Se preparó un mapa magnético reducido al polo (Fig. N° 54), que muestra una

secuencia de anomalías magnéticas, donde se puede apreciar la existencia de un

alinea-miento predominante de rumbo NO-SE. Se debe investigar con trabajos adicionales, su

posible relación con estructuras magnéticas correspondientes a la mina Marcona a fin de

determinar áreas nuevas con yacimientos de skarn de Fe similares a Marcona, así también,

(27)

CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES

1. En la Franja N o 3 se han inventariado 521 yacimientos y ocurrencias mine-rales metálicas validadas en el campo y georeferenciadas, contando además con información mineralógica, tipo de yacimientos, rocas de caja, unidad geológica y edad. Esta información ha permitido actualizar el banco de da-tos y será utilizada posteriormente en la elaboración de un nuevo Mapa Metalogénico del Perú.

2. Los yacimientos y ocurrencias minerales que predominan en esta franja son de tipo filoniano, con mineralización poli metálica cuprífera y con trazas de oro, mostrando una tendencia de enriquecimiento en oro de oeste a este. Se encuentran mayormente ubicadas en ambientes del Paleozoico y Mesozoico, vinculadas con diferenciaciones magmáticas batolíticas en el Terciario tem-prano. Destacan las siguientes minas: Raúl-Condestable, Canarias, Cauda-losa Chica, San Genaro, Antapite, Titiminas, julcani, Cerro Azúl, La Rinco-nada y Montebello.

3. En la franja estudiada existen zonas con mineralización tipo skarn polimetálico; en el cuadrángulo de Yauyos, se encuentran las minas Yauricocha y Satanás (actualmente en explotación), en el contacto de la granodiorita con las calizas de las formaciones jumasha y Pariatambo. En los cuadrángulos de Andahuaylas, Abancay

y

Tambobamba, se encuentran las minas en skarn: Huinchos, Occohuasi, Corahua y Mirador. La zona de skarn de las Bambas (Ferrobamba, Chalcobamba, Sulfobamba), Katanga y Tintaya. Corresponden a la continuación de esta franja en la Franja N° 2.

4. Hacia el lado oeste de la franja, en ambientes de volcanismo reciente y rocas del Mesozoico, ocurre una mayor densidad de mineralización polimetálica, donde se emplazan megaestructuras tectónicas de rumbo andino (falla Chonta). Durante el Terciario éstas facilitaron procesos secuenciales de volcanismo, representados por diversas etapas de mineralización y el emplazamiento de rocas subvolcánicas mineralizantes, que en algunos casos originaron procesos hidrotermales y deposición de minerales económicos.

S. En esta franja la mina más representativa en explotación, es la de Cobriza, de propiedad de la compañía Doe Run Peru SRL.

(28)

Paras. Estas áreas son de interés tanto para empresas extranjeras como na-cionales, algunas de las cuales ya vienen ejecutando programas de explora-ción (perforación diamantina, geoqufmica, etc.) con resultados muy positi-vos.

7. En esta franja se han inventariado 204 ocurrencias no metálicas, pr incipal-mente mármol, caliza, yeso, arcillas, carbón y materiales de construcción. La producción minera no metálica peruana está orientada al mercado inter-no, a excepción de la baritina, que es el primer mineral no metálico de exportación y otros que empiezan a tener aceptación en el exterior (bentonita, boratos, sales, mármol, granito, caolín, yeso, cuarzo, etc.).

8. La prospección geoquímica regional en base a sedimentos de quebrada, permitió determinar 160 anomalías de contraste fuerte y 119 de contraste moderado por Au, Ag, As, Cu, Cr, Fe, Hg, Ni, Pb, Zn y Mo. La dispersión secundaria de los elementos se ha tratado en 14 poblaciones estadísticas en las distintas unidades geológicas, agrupadas regionalmente de oeste a este.

9. Se recomienda proseguir con los trabajos de prospección geoquímica en las unidades geológicas que han dado mejor respuesta geoquímica, esto es, donde ocurren las principales anomalías, y posteriormente continuar con las áreas de anomalías menores.

(29)

Capítulo 1

INTRODUCCIÓN

1.

'1 O~NI!RALIDAD~S

De acuerdo con el Plan de Trabajo deiiNGEMMET, durante el año 2002, la Direc-ción de Geología Económica y Prospección Minera ha continuado con el desarrollo del proyecto denominado "Estudio de los Recursos Minerales del Perú", consistente en la realización de estudios geológico-mineros con la finalidad de evidenciar la presencia de los recursos minerales y generar información geológica regional que permita orientar las exploraciones mineras en el país. El área estudiada corresponde a la Franja N° 3, com-prende 185 018 km2de territorio ubicado entre

los paralelos 12° 00' y 14° 00' de latitud sur.

Este estudio está basado en programas de trabajo especializado en las siguientes tareas: inventario y evaluación de los recursos minerales metálicos, no metálicos y energé-ticos; prospección geoquímica regional de sedimentos de quebrada; procesamiento e in-terpretación de imágenes satelitales, así como también petromineralogía, estudio de inclu-siones fluidas y análisis mineral por espectroscopía. Todo esto ha contribuido a la genera-ción y sistematizagenera-ción de la presente información.

El inventario de yacimientos y ocurrencias minerales metálicas y no metálicas, comprende evaluaciones preliminares, así como también la verificación en campo de la información existente sobre las zonas mineralizadas. De esta manera, se obtuvo una infor-mación más completa sobre los yacimientos metálicos conocidos y de las ocurrencias minerales, asociaciones paragenéticas, halos de alteración hidrotermal, características tectónicas-estructurales y muestreo geoquímico de fragmentos de roca. Se inventarió 521 yacimientos y ocurrencias minerales metálicas, 6 ocurrencias energéticas y 204 no metá-licas. Esta información validada en las operaciones de campo, permitió confirmar y depu-rar la información disponible en el Banco de Datos de la institución.

(30)

En el campo se examinaron 82 anomalías espectrales y los principales lineamientos estructurales identificados inicialmente en gabinete mediante la interpretación de imáge-nes satel ita les por el personal del laboratorio de teledetección dei iNGEMMET. En algunos casos se reconoció en el terreno, alteraciones hidrotermales, prestando especial atención a aquellas 1 igadas a eventos y facies minerales, y muy en especial en ambientes volcánicos paleógenos-neógenos y neógenos pleistocénicos que afloran en diferentes lugares de la franja. Estas rocas continúan siendo consideradas como "áreas metalogenéticasH de gran interés prospectivo, especialmente por depósitos epitermales de oro.

Los trabajos de prospección geoquímica regional se realizaron en 41 cuadrángulos de los 77 que conforman el área total de la Franja N° 3. Se empleó para este fin el muestreo de sedimentos de quebrada, en un total de 3 936 muestras, las que han sido analizadas por Au y 32 elementos adicionales. Los resultados analíticos fueron procesados en el módulo Chimera del software Geosoft, para calcular los valores de fondo y para la delimi-tación de las anomalías geoquímicas.

La interpretación geofísica se ha basado en la información obtenida del levanta-miento aeromagnético realizado por Aeroservice Corporation entre los años 1973 y 1975 mediante convenio celebrado entre el Servicio de Geología y Minería (actualmente INGEMMED y el Servicio Aerofotográfico Nacional (SAN), en 1996 esta información fue re procesada y digital izada por South American Magnetic Mapping.

Este levantamiento aeromagnético cubre aproximadamente el 28% del área estu-diada en la Fanja N° 3. La cobertura costanera comprende 8 000 km2 en la cuenca de

Pisco.

1 .2 UBICACIÓN OI!OGAÁFICA Y I!XTI!NSIÓN

(31)

Estudio de Recursos Minerales del Perú-Franja N• 3

1 .3 VÍAS DE COMUNICACIÓN

1

.3.

1 Carreteras

La principal red vial de la franja está conformada por la Carretera Panamericana Sur, que une a las ciudades de Lima, lea y Arequipa. Desde Pisco la carretera Los Libertadores une las ciudades de Ayacucho, Abancay y Cusco. Otra vía importante es la Carretera Central, Lima-Oroya-Huancayo, desde donde se puede acceder al departamento de Ayacucho. De Arequipa otras carreteras de primer orden unen a Puno y Cusco.

Existen numerosas carreteras afirmadas y trochas carrozables con flujo intermedio de vehículos que están ampliamente distribuidas en la zona de estudio. La presencia de carreteras de penetración de segundo orden (afirmadas), trochas y caminos de herradura (tercer orden) permiten acceder con relativa facilidad a las diversas áreas de trabajo.

Las alternativas de acceso por vía terrestre a las principales ciudades son las si-guientes:

Ruta Recorrido Tiempo

Lima-Pisco 250 km 2 h 30 min

Lima-lea 305 km 3h

Lima-Arequipa 1 009 km 15 h

Li ma-Ayacucho 500 km 17 h

Lima-Cusco 1 494 km 24 h

Lima-Puno 1 335 km 24 h

Lima-Huancayo 320 km 6h

Pisco-Ayacucho 330 km 6 h 30 min

Pisco-Abancay 698 km 9h

Arequipa-Puno 323 km 6h

Arequipa-Cusco 518 km 10 h

1.3.2 Aeropuertos

En la ciudad de Lima se encuentra el aeropuerto internacional Jorge Chávez, que es el principal y de mayor importancia del Perú, considerado como uno de los principales de Sudamérica. Así mismo, en la ciudad de Cusco se tiene el aeropuerto Velasco Astete, que está preparado para un fuerte tráfico aéreo de vuelos nacionales e internacionales. También los aeropuertos de segundo orden en importancia, tales como el de Andahuaylas,

(32)

Los vuelos desde el aeropuerto internacional Jorge Chávez de Lima hacia algunas de las provincias tienen la siguiente duración:

RYtl

Lima-Andahuaylas U ma-Ayacucho Líma-Cusco Lima-jauja

Tiempo

SO mín 4S min

lh OS mín

3S mín

Actualmente se encuentra en licitación la construcción del aeropuerto internacio-nal de Chincheros en Cusco.

1 .3.3 Puertos

El puerto del Callao está situado en una bahía ubicada en las coordenadas geográ-ficas 12° 02' 42" de latitud sur y 77° 08' 25" de longitud oeste. Por el sur, lo protege la pequeña península denominada La Punta y por el SSO hasta el O, la isla de San Lorenzo, que lo protege de los efectos de los vientos alícios del SE. Por el lado norte, la bahía del Callao es abierta ofreciendo a los buques un 1 ibre acceso. Por el lado sur, entre La Punta y la isla San Lorenzo, existe un pequeño canal de acceso, limitado por un banco denomina-do "El Camotal". Hacía el norte de la bahía, desembocan los ríos Rímac y Chillón. El clima del Callao es suave y benigno, con temperaturas promedio muy confortables.

La Empresa Nacional de Puertos fue creada por el Decreto Ley 17S26 del 16 de diciembre de 1969, entrando en funciones el 1 o de enero de 1970, en base al Decreto Ley 1802 7 que norma su organización y funciones. En mayo de 1981 se expide el De-creto Legislativo N° 098, mediante el cual la Empresa Nacional de Puertos cambia su condición de empresa pública a empresa de propiedad exclusiva del Estado, sujeta al régimen legal de personas jurídicas de derecho privado y organizada como una sociedad mercantil, llamándose a partir de entonces Empresa Nacional de Puertos del Perú S.A (ENAPU PERÚ S.A.).

Dentro de la organización de ENAPU PERÚ S.A. el terminal portuario del Callao por el número de naves que atiende, el volumen de carga que moviliza, y por los servicios que presta está clasificado como puerto de primera categoría. Los servicios que brinda al usuario son los siguientes:

• Servicio a las naves: remolque, practicaje y alquiler de amarraderos.

• Servicio a la carga en contenedores, a granel, embalada, embasada o en piezas sueltas.

(33)

Estudio de Recursos Minerales del Perú-Franja N• 3

Existen 9 muelles y 29 amarraderos para atraque directo de buques, que ocupan un área de 148 291 m2

, con profundidad promedio de 1Om.

Se cuenta con terminales portuarios de segundo orden de importancia como el terminal portuario de San Martín en Pisco y el terminal portuario privado de Conchán en Lima.

1 .3.4 Viaa Férreas

En esta franja se encuentra el ferrocarril central, que une Lima-La Oroya-Huancayo-Huancavelica. Desde Juliaca parte otro ferrocarril que une Cusco y la locali-dad de Quillabamba, el cual se encuentra interrumpido a la altura de Aguas Calientes, cerca al santuario arqueológico de Machu Picchu. Este ramal es empleado como medio de

transporte de gran flujo de turistas y también para el transporte de carga de los productos

de pan llevar de la región.

1 .3.5 Viaa de Herradura

Existe una serie de caminos de penetración distribuidos en toda la región, los cuales son de amplia utilidad. Así mismo, en la región del Cusco se hallan los "Caminos Incas", con más de 100 km de recorrido, los cuales debido a su extensión y buen estado, son de amplio uso. Otro de los caminos destacables es la ruta Cusco-Madre de Dios, por la ruta de "Chakitarko", camino inca muy conocido, con más de 150 km de longitud.

1 .4 FUI!NTI!S ENERGÉTICAS

En esta franja se ubican las centrales hidroeléctricas cuyas características se dan a conocer en el Cuadro N° 1. Tambián se encuentran ubicadas importantes centrales hidro-eléctricas, que están en concesión definitiva, como la de Aguas Calientes en Cusco, que abastece de energía eléctrica a subestaciones ubicadas en los diferentes departamentos comprendidos en la región, (ver Cuadro N° 1 ).

Debe mencionarse también la central hidroeléctrica de San Gabán (150 000 kw) ubicada al norte de Macusani, cuya energía eléctrica se deriva principalmente a diversos

centros poblados de Puno y Cusco.

1

.!5

ESTUDIOS ANTERIORES

(34)

Cuadro N° 1

Características de las principales centrales hidroeléctricas ubicadas en la Franja N° 3

Central Departamento Empresa Situación Potencia Instalada MW

C.H. El Platanal Lima Electro Sur Concesión

C. H. Antúnez de 798,0 MW-5204,6 GWh

Mayo lo Huancavelica Electro Sur Autorización

C. H. Restitución 2100 MW 1700,3 GWh

C.H. Machu Picchu Cusco Electro Sureste Menor a 500 KW 90,0MW

319,6G Wh C. H. San Gabán Puno Electro Sureste Autorización 1100-734,9

Fuente: Atlas del Ministerio de Energía y Minas-año 2001.

En la bibliografía consultada están los informes de geología económica

y

cartografiado geológico regional realizados por el INGEMMET en años anteriores, los

informes técnicos del ex Banco Minero del Perú

y

de Centromin Perú, donde se describen

algunas pequeñas minas trabajadas en el pasado,

y

también información de algunas

(35)

C

ap

ítulo 11

MARCO GEOLÓGICO

2. 1 ASPECTOS QEOMOAFOLÓGICOS

La Franja N° 3 ocupa una área de relieve accidentado, caracterizada por la

Cordi-llera de los Andes que atraviesa el territorio peruano de SE a NO.

Una sección transversal al alineamiento andino muestra las siguientes unidades

geomorfológicas regionales, de oeste a este: Borde Litoral, Faja Costanera, Cordillera Oc-cidental, Faja lnterandina, Cordillera Oriental, Faja Subandina y Llano Amazónico.

2.1 .1 Borde Litoral

El Borde Litoral es una estrecha faja conformada por una serie de playas que se extienden desde Lurín, siguiendo por Pucusana, Mala, Cañete (Cerro Azul), Chincha (Tambo de Mora) hasta Pisco, donde destacan una serie de ensenadas y puntas litorales, y la ac-ción erosiva del mar es intensa.

2. 1 .2 FaJa Costanera

La Faja Costanera está constituida por un basamento paleozoico? que no aflora y que se encuentran infrayaciendo a las rocas volcánicas y sedimentarias del Jurásico-Cretácico, que se observan entre Mala y Lurín. Entre Pisco y Cañete, las rocas marinas del

Paleógeno están cubiertas por depósitos cuaternarios de arena eólica formando extensas

planicies, cortadas transversalmente por los abanicos aluviales de los ríos que bajan de la Cordillera Occidental. La costa está levantada por efecto de movimientos verticales aso-ciados al levantamiento andino, formando acantilados entre Cerro Azul, Tambo de Mora

y la bahía de Pisco.

2

.

1.3 Cordillera Occidental

La Cordillera Occidental es la unidad más relevante de la zona estudiada, sus

(36)

por gruesas secuencias de rocas volcánicas y sedimentarias, mayormente de edad cenozoica. Hacia el lado del flanco oeste, se emplaza longitudinalmente el Batolito de la Costa, for-mando una topografía agreste y árida.

En general, la franja de laderas occidentales es de relieve abrupto, está cortada por

ríos transversales que bajan de las altas cumbres y drenan hacia el océano Pacífico. En las parte altas del lado oriental, los valles son abiertos, han sido labrados por la erosión gla-ciar formando valles en "U", profundizando a medida que se dirigen a su confluencia con

los ríos Mantaro y Apurímac (Faja lnterandina).

Uno de los principales ríos que bajan desde las alturas de Huancavelica, es el río Pampas, notorio por su caudal y la profundidad de su cauce, hasta unirse al río Apurímac por su margen izquierda.

2. 1 .4 FaJa lnterandlna

La Faja lnterandina constituye una estrecha franja formada por valles longitudinales y profundos que separan a la Cordillera Occidental de la Cordillera Oriental. Estos valles

formados por el río Apurímac, son de rumbo NO a partir de los 14 °00' de latitud sur, y el

río Manta ro, que fluye al SE, se encuentran cerca de los 12 °00' de latitud sur para formar

el río Ene, presentando un encañonamiento que muestra flancos con fuerte pendiente.

En estos valles profundos se pueden observar rocas paleozoicas y mesozoicas

marinas y continentales, cortadas por intrusivos granitoides (Batolito de Abancay).

2. 1

.s

Cordillera Oriental

La Cordillera Oriental, al igual que la Occidental, forma una faja topográfica

rele-vante. Ingresa en el sur con rumbo NO, a la altura del paralelo 13 o 30', se inflexiona al

oeste tomando un rumbo hacia el este (Deflexión de Abancay). Ha sido edificada sobre un basamento proterozoico y está constituida principalmente de rocas paleozoicas. Sus

es-tructuras, fallas y plegamientos tienen rumbos de N 70° E a N 90°, su morfología es

abrupta con laderas escarpadas, y cortada por los ríos Apurfmac y Mantaro, formando

estrechos cañones.

2. 1

.a

FaJa Subandlna

La Faja Subandina está conformada por una estrecha cadena de cerros que

confor-man las estribaciones orientales de la cadena andina, con rumbo SE-NO hasta los 13 o 30',

donde inflexiona al oeste, conjuntamente con la Cordillera Oriental, su morfología es

(37)

Estudio de Recursos Minerales del Perú-Franja N• 3

12°00' de latitud sur). El río Urubamba cruza el anticlinal de Vilcabamba, luego de cortar

a la Cordillera Oriental para salir al llano, formando los pongos de Coñec y Mainique.

La Faja Subandina está constituida por un núcleo de rocas marinas paleozoicas,

superpuestas por rocas marinas del Cretáceo y sobre ellas, las capas rojas continentales

del Terciario.

2.1.7 Llano Amazónloo

El Llano Amazónico está conformado por la extensa Llanura Amazónica de Madre

de Dios, con una ligera pendiente al SE, por donde discurren los principales ríos Manu,

Madre de Dios, Los Amigos y Las Piedras. En esta zona se encuentra la Reserva del Manu,

con una rica diversidad biológica. El llano está conformado por un manto de sedimentos

fluvioaluviales del Cuaternario (Pleistoceno y Holoceno) y hacia la Faja Subandina una

secuencia de capas rojas del Neocomiano. Los placeres auríferos de Huepetuhe, Caychive

y otros, se concentran entre el río Madre de Dios, río Colorado y el río lnambari, cuya

fuente primaria está en la Cordillera Oriental (sector Carabaya-Sandia).

2.2

I!STRATIORAFÍA

2.2.1 FaJa Costanera

Proterozolco

En la Franja N° 3 ocurren dos afloramientos de gneises gran u líticos y migmatitas,

ubicados en Punta Huaca y playa Culebras, en la Reserva de Paracas. Estas rocas

metamórficas están cortadas por intrusiones tonalrticas del batolito de San Nicolás, del

Siluro -Devónico. Hacia el norte no hay afloramientos de rocas proterozoicas, no

obstan-te, estudios sísmicos demuestran su presencia frente a la costa de Pisco y Lima, (Fig. N o 2).

Paleozoico

En la región de la Costa, sólo se han reconocido afloramientos del Carbonífero

inferior (Grupo Ambo) en la playa La Mina y en Punta Prieto, ubicados en la Reserva de

Paracas. Esta unidad está conformada por areniscas líticas, grauvacas, limolitas pizarrosas

y mantos delgados de carbón con abundante paleo-flora.

Las rocas del Carbonífero se encuentran cubiertas en discordancia por las

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