PAULO DE BARROS CARVALHO
Professor Emérito e Titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-PUC/SP
Professor Emérito e Titular da Universidade de São Paulo-USP
CDU 336.2:340.11
DIREITO TRIBUTÁRIO
LINGUAGEM E MÉTODO
6a edição 2015 editoro e livrariaNOESES
Copyright © 2015 By Editora Noeses Editor-chefe: Paulo de Barros Carvalho
Gerente de produção editorial: Rosangela Santos Produção editorial/arte: Renato Castro
Preparação de texto: Semíramis Oliveira Capa: Cristiane Zitei
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livraria edilora
NOESES
Editora Noeses ltda. Tel/fax: 55 11 3666 6055 www.editoranoeses.com.br
SUMÁRIO
Prólogo ... XXIX Nota sobre a segunda edição ... XXXV Nota sobre a terceira edição ... XXXVII Algumas palavras sobre a quarta edição ... XXXIX Algo para dizer sobre a quinta edição deste livro ... XLI A propósito da 63
edição deste livro ... XLIII
Primeira Parte
MÉTODO ANALÍTICO E HERMENÊUTICO
Capítulo
1
Direito e filosofia ... 03
1.1. Metodologia ... 03
1.1.1. Filosofia do Direito e Filosofia no Direito ... 07
1.2. Conhecimento e linguagem... 08
1.2.1. Consciência e objeto... 08
1.2.2. Noções básicas sobre o objeto do conhecimen to... 11
1.2.3.Teoria dos objetos e regiões ônticas ... 15 VII
PAULO DE BARROS CARVALHO
Capítulo 2
Noções fundamentais para uma tomada de posição analítica 19
2.1. Círculo de Viena..." 0 20
2.1.1. O Neopositivisn1o lógico e o Círculo de Viena:
aspectos gerais do movimento ... 20
2.1.2. Como se formou o Círculo de Viena - antece dentes históricos - precursores e fundadores-pessoas e obras que o influenciaram ... 22
2.1.3. Propostas e objetivos do Neopositivismo lógi co... 27
2.2. Língua e linguagem ... 31
2.2.1. Linguagem e signos do sistema... 33
2.2.2. Funções da linguagem ... 37
2.2.3. Forn1as de linguagem ... 53
2.2.4. Tipos de linguagem ... 56
2.3. Direito e Lógica... 68
2.3.1. A Lógica e seu objeto: "Lógica jurídica'~ e "Ló gicas jurídicas" ... 70
2.3.2. Generalização e formalização ... 72
2.3.3. O domínio das estruturas lógicas ... 76
2.3.4. Relações lógicas e relações entre os objetos da experiência ... ... ... ... ... ... 79
2.3.5. A chalnada Lógica formal e a metodologia ... 81
2.3.6. Valores lógicos da linguagem do direito positi vo e seus modais ... 84
2.3.6.1. Interdefinibilidade dos modais deônti cos e os limites lógicos do direito ... 85
2.3.6.2. Sobre as relações de contradição, con trariedade, subcontrariedade e subal ternação ... 87
2.4. Proposição e linguagem: isolamento temático da proposição ... 89
DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO
2.4.1. Linguagem formalizada e representação sim bólica: as formas lógicas nas estruturas propo
19 sicionais... 92
20 2.4.2. As variáveis e as constantes da Lógica Propo
sicional Alética ... ... ... ... 94 20 2.4.3. Cálculo proposicional... 100 2.5. Teoria das relações ... 104
2.5.1. Simbolização: relações de primeira ordem e relações de segunda ordem ... 105 22
27
2.5.2. As propriedades, as funções e as qualidades das relações ... 107 2.5.3. Sobre a relação de identidade ... 111 31
2.5.4. Cálculo das relações ... 113 33
37 2.5.5. Aplicação da teoria das relações ... 119 2.6. Teoria das classes... 123 53
56 2.6.1. Aplicabilidade prática: sistema harmonizado
68 de designação e de codificação de mercado
rias, a nomenclatura brasileira e a tabela do imposto sobre produtos industrializados ... 128 70
2.7. O dever-ser como entidade relacional... 130
72
2.8. Teoria da norma jurídica ... 132
76
2.8.1. Ambiguidade do termo "norma jurídica" ... 134 os objetos da
79 2.8.2. Estrutura lógica: análise da hipótese normati
va ... 138 81
2.8.3. Estrutura lógica da norma: análise do conse
quente... 141 84
2.8.4. Sistema jurídico como conjunto homogêneo de enunciados deônticos ... 142 85
2.8.5. O conceito de "norma completa": norma pri
mária e norma secundária. ... ... ... ... 143 87 2.8.6. Espécies normativas... 146
2.9. A regra-matriz de incidência ... 153
89
PAULO DE BARROS CARVALHO
2.9.1. O método da regra-matriz de incidência tribu
tária... 153
2.9.2. Escalonamento da incidência normativa na óp tica da teoria comunicacional... 157
Capítulo 3
Teoria hermenêutica... 1613.1. O movimento do "giro-linguístico" e a superação dos métodos científicos tradicionais... 162
3.1.1. O "giro-linguístico" e a desconstrução da ver dade absoluta ... 165
3.1.2. O direito como sistema comunicacional... 168
3.1.3. O conteúdo semântico do vocábulo "comuni cação" ... 171
3.1.4. Comunicação, língua e realidade na concepção de Vilém Flusser ... 177
3.1.5. A construção da realidade para o direito e o mundo da facticidade jurídica... 179
3.2. Direito e valores... 180
3.2.1. Direito na sua dimensão axiológica ... 180
3.2.2. Características do valor ... 184
3.3. Direito e interpretação... 187
3.3.1. Forma e conteúdo ... 189
3.3.2. O percurso gerador de sentido e as estruturas sígnicas do sistema jurídico ... 192
3.3.3. Interpretação e semiótica do direito: texto e contexto... 197
3.3.4. Interpretação e Lógica formal do direito: o mí nÍlno irredutível da mensagem deôntica... 200
3.3.5. Reflexo do método na construção do texto ... 202
ção da ver ional ... 'comuni na concepção
...
...
...
e as estruturasDIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO
153
157
3.3.6. Axiomas da interpretação e os limites do exe geta... 3.3.6.1. Interdisciplinariedade e intertextuali dade ... 204 206 161 3.3.6.1.1. Interdisciplinariedade e dis ciplinariedade... 3.3.6.2. Inesgotabilidade da interpretação ... 3.3.7. As diferentes técnicas interpretativas e o direi to... 207 209 210 162 3.4. Ciência e experiência...
3.4.1. A conversação da prática com a teoria nos do
mínios do direito... 213 216 165 168
Segunda Parte
171DIREITO TRIBUTÁRIO
177Capítulo
1
179 Sistema Constitucional Tributário ... 221
180 1.1. Sistema Constitucional Tributário ... 223
180 184
187
189
192
1.1.1. Sistema do direito positivo e sistema da Ciên cia do Direito ... 1.1.2. Teubner e o direito como sistema autopoiético 1.1.3. A impossibilidade de traduções perfeitas entre os idiomas da mesma família e a conversação que
entre eles se estabelece, segundo a concepção
de Vilém Flusser ... 225 228
230
197 1.1.4. Axioma da hierarquia no direito posto ...
1.1.5. O axioma da validade ... 232 234 200
202
1.1.6. Sistema tributário nacional e a Lei n. 5.172/66 1.1.7. Sobre a reforma constitucional - considera ções de ordem política ...
237
238
PAULO DE BARROS CARVALHO
1.2. Competência tributária... 243
1.2.1. Competência legislativa tributária e os limites constitucionalmente estabelecidos... 244
1.2.2. Competência legislativa tributária e a aptidão de inovar o sistema jurídico... 248
1.2.3. Competência residual.... ... ... ... ... 252
1.2.4. Competência extraordinária ... 254
1.2.5. Competência tributária e capacidade tributá ria ativa ... 255
1.2.6. Fiscalidade, extrafiscalidade e parafiscalidade 257 1.2.7. Competência legislativa e ICMS ... 261
1.3. Os princípios jurídicos tributários ... 264
1.3.1. Os "princípios" na textura das várias lingua gens jurídicas ... 266
1.3.2. Os "princípios" e a compreensão do direito... 268
1.3.3. A classificação dos "princípios" em razão dos critérios de objetividade que presidem sua aplicação aos casos concretos... 277
1.3.4. Limites objetivos como mecanismos realiza dores do valor... 280
1.3.5. Violação de princípios e sobreprincípios ... 282
1.3.6. Os sobreprincípios no sistema jurídico tributá rio ... 283
1.3.6.1. O sobreprincípio da segurança jurídica 285 1.3.6.1.1. O primado da segurançajurí dica no tempo ... 288
1.3.6.2. O sobreprincípio da certeza do direito 291 1.3.6.3. O sobreprincípio da igualdade ... 292
1.3.6.4. Sobreprincípio da liberdade ... 296
1.3.6.5. Sobreprincípio da justiça ... 299
1.3.7. Os princípios formadores do Estado ... ... 299 1.3.7.1. Princípios da Federação e da República 300
DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO 243 e os limites ~lUU"""""" """"" 244 e a aptidão 248 252 254 !8pacldade tributá 255 257 261 264 266 268 277 IeCanismos realiza
280 282 283 285 288 291 292 296 299 299 e da República 300
1.3.7.2. O princípio da separação dos poderes 302 1.3.7.3. Princípio da isonomia das pessoas polí
ticas de direito constitucional interno. 305 1.3.7.4. O princípio da autonomia dos Municí
pios ... 306
1.3.8. Os limites objetivos no direito tributário ... 307
1.3.8.1. Princípio da legalidade tributária ... 308
1.3.8.2. O princípio da tipicidade tributária... 310
1.3.8.3. O princípio da anterioridade ... 315
1.3.8.4. O princípio da irretroatividade da lei tributária... 317
1.3.8.4.1. A retroatividade das leis in terpretativas ... 319
1.3.8.4.2. Aplicação prospectiva de con teúdos decisórios e modula ção de efeitos em decisão de (in)constitucionalidade: Inte gração entre o sobreprincípio da Segurança Jurídica e a re troatividade das leis tributá rias ... 323
1.3.8.5. Princípio da não-cumulatividade... 334
1.3.8.5.1. A norma decorrente do regi me jurídico da não-cumulati vidade... 335
1.3.9. Princípio da proibição de tributo com efeito de confisco... ... ... ... ... ... 338
1.3.10. Princípio da capacidade contributiva ... 339
1.4. Imunidades tributárias ... 345
1.4.1. Noção corrente de imunidade tributária ... 346
1.4.2. Teoria da imunidade como técnica legislativa de exoneração... ... ... ... 362
PAULO DE BARROS CARVALHO
1.4.3. Conceito e definição do instituto: sua natureza
jllrídica ... 366
1.4.4. Sistema constitucional tributário e as imuni dades... 381
1.4.5. Paralelo entre imunidades e isenções ... 385
1.4.6. Imunidade recíproca ... 386
1.4.7. Imunidade dos templos de qualquer culto ... 388
1.4.8. Imunidade dos partidos políticos e das institui ções educacionais ou assistenciais ... 388
1.4.9. Imunidade do livro, dos periódicos e do papel destinado à sua impressão ... ... ... ... 390
1.4.10. Outras hipóteses de imunidade... 390
1.4.11. Imunidades de taxas e de contribuições... 392
Capítulo 2
Lei Complementar Tributária... 3952.1. Normas gerais de direito tributário ... 398
2.1.1. Funções e limites das "normas gerais de direi to tributário" ... 399
2.1.2. Hierarquia das leis complementares: hierar quia formal e hierarquia material... 401
2.1.3. Lei complementar e regras de estrutura ... 403
2.1.4. O Código Tributário Nacional perante a Cons tituição da República ... 407
2.1.4.1. Normas gerais de direito tributário na estrutura do CTN ... 408
2.1.4.2. Exegese sistemática e compreensão do alcance das normas gerais de di reito tributário ... 410
2.2. Tributo ... 412
2.2.1. Acepções do vocábulo tributo... 413
'tuto: sua natureza 366 utário e as im uni 381 e isenções ... .. 385 386 388 'ticos e das institui
nciais ... . 388 ,riódicos e do papel 390 390 392 395 'rio ... . 398 as gerais de direi 399 ,lementares: hierar aterial ... . 401 403 407 ... 408 ,tica e compreensão
ormas gerais de di 410
r-....-- 412
~buto... 413
DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO
2.2.2. Conceito de tributo ... 417 2.2.3. Classificação das espécies tributárias ... . 422 2.2.4. Comentários sobre o preço público no direito
tributário ... . 425 2.2.4.1. A contraprestação de serviços públi
cos e a cobrança de tarifas ... .. 427 2.2.5. Aplicabilidade da classificação das espécies
tributárias: a "contribuição ao FUST" ... . 432
2.3. Fontes do direito ... . 435
2.3.1. A noção de fonte do direito ... 436 2.3.2. O direito como linguagem empregada na fun
ção pragmática de regular condutas... 438 2.3.3. A prescritividade do direito no Preâmbulo da
Constituição ... 440 2.3.4. O perfil do preâmbulo no direito positivo brasileiro 442 2.3.4.1. Retórica e Preâmbulo ... 443 2.3.4.2. Preâmbulo, ementa e exposição de motivos 445 2.3.4.3. Súmula dominante e Súmula vinculante 446 2.3.4.4. O preâmbulo como feixe de marcas da
enunciação, meio eficaz de acesso ao quadro axiológico que presidiu a edição do Texto Constitucional... 450 2.3.4.5. Comandos de sobrenível prescrições
sobre prescrições... 455 2.3.5. O axioma da hierarquia das normas e a teoria
das fontes do direito... 455 2.3.6. Fonte do direito e fonte da Ciência do Direito. 456 2.3.7. Revogação tributária... 458 2.3.8. Revogação e anulação dos atos jurídicos admi
nistrativos ... 461
2.4. Sistema e norma: validade, vigência, eficácia e in
terpretação da legislação tributária... 463
PAULO DE BARROS CARVALHO
2.4.1. Sistema e nornla: a validade da norma jurídica
tributária... 464
2.4.2. Sistema e norma: a vigência da norma jurídica tributária ... 465
2.4.2.1. A relação lógico-jurídica entre vigên cia e os princípios constitucionais da irretroatividade e da anterioridade no direito tributário ... 469
2.4.3. Eficácia jurídica, técnica e social... ... 474
2.4.4. Interpretação da legislação tributária e seus princípios regentes... 476
2.4.5. Noções conclusivas ... 478
2.5. Conceitos gerais do antecedente da regra-matriz de incidência tributária... 479
2.5.1. Os critérios da "hipótese tributária" ... 479
2.5.1.1. Critério materiaL... 482
2.5.1.2. Critério espacial... 487
2.5.1.3. Critério temporal... 490
2.5.2. Classificação dos fatos jurídicos na conformi dade do critério temporal da hipótese tributá ria ... 492
2.5.2.1. Classificação jurídica com base no cri tério temporal das "hipóteses tributá rias" ... 496
2.5.3. Fenomenologia da incidência tributária e o neces sário quadramento do fato à norma jurídica... 497
2.5.3.1. A incidência tributária e o "tipo estrutural" 498 2.5.4. Interpretação dos fatos: delimitação do con teúdo de "fato puro", "fato contábil" e "fato jurídico" ... 500
2.5.5. Considerações finais sobre a hipótese tributária 510 2.6. Conceitos gerais da obrigação tributária... 513
2.6.1. Composição interna do liame obrigacional... 514 XVI
" " " " " ,
...
464 3. 465 entre vigên constitucionais da da anterioridade no...
.
....
469 474 tributária e seus 476...
478 ... 479...
479 482 487 490 . os na conformi da hipótese tributá 492 com base no cri"hipóteses tributá 496 497 e o "tipo estrutural" 498 ão do con ::>il" e "fato
...
500 510 513 obrigacional ... 514DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO
2.6.2. Obrigação tributária no CTN... 516 2.6.3. Obrigação tributária e deveres instrumentais. 518 2.6.4. O fato jurídico tributário e seu efeito peculiar:
instaurar o vínculo obrigacional... 521 2.6.5. Crédito, débito e obrigação tributária: limites
conceptuais... ... ... 522
2.7. Crédito tributário e lançamento ... 525
2.7.1. Surgimento do crédito tributário... 526 2.7.2. Noções preliminares do lançamento tributário 527 2.7.3. Significado da palavra "lançamento" e a
constituição do crédito pelo sujeito passivo .... 530 2.7.4. Lançamento: norma, procedimento e ato... 532 2.7.5. Auto de infração e lançamento tributário... 537
2.7.6. Lançamento, "lançamento por homologa
ção" e prazo decadencial para restituição do indébito ... 542 2.8. Suspensão da exigibilidade do crédito tributário.. 545 2.8.1. As hipóteses do art. 151 do CTN ... 546 2.8.2. Moratória e sua disciplina jurídico-tributária. 547 2.8.3. Depósito do montante integral do crédito... 551 2.8.4. Concessão de medida liminar em mandado de
segurança... 557 2.8.5. Parcelamento... 560 2.9. Extinção das obrigações tributárias ... 561
2.9.1. O fenômeno da desintegração da obrigação tri
butária ... 561 2.9.2. Aspectos da extinção do crédito na forma do
vínculo obrigacional disposto no CTN... 563 2.9.3. Causas extintivas no Código Tributário Nacional 564 2.9.4. Pagamento e pagamento indevido... 565 2.9.5. Compensação ... 571
PAULO DE BARROS CARVALHO
2.9.5.1. A norma geral e abstrata da compensa
ção tributária... 575
2.9.5.2. A norma individual e concreta da com pensação tributária ... 576
2.9.5.3. A compensação tributária pleiteada na esfera judicial... 577
2.9.6. Transação ... 579
2.9.7. Remissão... 580
2.9.8. Decadência ... 581
2.9.8.1. Decadência como norma, procedimen to e ato ... 592
2.9.8.2. Prazo decadencial aplicável às contri buições previdenciárias... 595
2.9.9. Prescrição... 599
2.9.9.1. Interrupção do prazo prescricional... 602
2.9.9.2. Suspensão do prazo prescricional... 602
2.9.9.3. Prescrição como forma extintiva da obri gação tributária... 603
2.9.10. Conversão de depósito em renda... 604
2.9.11. Pagalnento antecipado e homologação do lan çamento ... ... ... ... ... ... .... ... ... 605
2.9.12. O paradoxo da homologação tácita... 608
2.9.13. Decisão administrativa irreformável... 609
2.9.14. Decisão judicial passada em julgado ... 611
2.9.15. Dação em pagamento em bens imóveis na for ma e condições estabelecidas em lei ... 611
2.10. "Exclusão" do crédito tributário... 612
2.10.1. Teoria da norma e isenções tributárias... 613
2.10.2. Evolução semântica da descrição jurídico-cien tífica da isenção... 615
2.10.3. tributárias e extrafiscalidade... 618
2.10.4. Anistia fiscal... 619
575 576 pleiteada na 577 579 580 581 592 ... 595 599 602 prescricional ... 602 extintiva da obri 603 604 605 608 ... 609 611 611 612 613 615 618 ..... 619
DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO
Capítulo 3
Teoria da regra-matriz da incidência... 623
3.1. Regra-matriz de incidência ... 626
3.1.1. A fórmula abstrata da regra-matriz de inci
dência ... 627
3.1.2. A hipótese tributária e seus critérios ... 630
3.1.2.1. Unicidade, unitariedade, pluralidade e complexidade dos negócios jurídicos e seus reflexos na identificação do fato jurídico tributário ... 633 3.1.3. Relação jurídica tributária: a obrigação tribu
tária como fato jurídico relaciona!... 635
3.1.4. Relação jurídica tributária e a relação de débi
to da Fazenda Pública noções ... 641
3.1.5. Formalização em linguagem competente da relação jurídica tributária ... 642 3.1.6. Consequente tributário: o binômio "hipótese
de incidência/base de cálculo" ... 644
3.1. 7. Alíquota: elemento imprescindível à determi
nação do débito tributário ... 647
3.1.8. O consequente tributário: sujeitos ativo e pas
sivo ... 650 3.1.8.1. "Sujeitos" e "pessoas" no direito ... 652
3.1.8.2. O significado da palavra "contribuinte" 654
3.1.8.3. A palavra "contribuinte" nas relações
jurídicas obrigacionais do IPI... 656
3.1.8.4. Capacidade para realizar o fato jurídi co e capacidade para ser sujeito passi
vo de obrigação tributária... 658
3.1.9. Sujeição passiva indireta e responsabilidade tributária... 666
PAULO DE BARROS CARVALHO
3.1.9.1. Responsabilidade tributária dos suces
sores... 669 3.1.9.2. A responsabilidade tributária dos tercei
ros... 672 3.1.9.3. Responsabilidade tributária por infra
ções ... 674 3.1.10. Sujeição passiva indireta e substituição tribu
tária... 676 3.1.10.1. Substituição tributária "para trás" e
"para frente" ... 678
3.1.11. Sujeição passiva indireta e solidariedade... 681
3.1.12. A importância da determinação do sujeito pas sivo da relação tributária nas ações de repeti
ção de indébito ... 682
3.2. Para uma síntese da regra-matriz de incidência.... 684
3.2.1. Esquema lógico de representação formaL... 685
3.2.2. O fenômeno da incidência tributária: a positi
vação da regra-matriz... 687
3.3. Regra-matriz dos principais impostos ... 689
3.3.1. Anotações sobre o presente contexto histórico.. 689
3.3.2. In1posto sobre a renda ... 690 3.3.2.1. Variações sobre o modo de aproxima
ção cognoscitiva com o IR... 691
3.3.2.2. Os pressupostos constitucionais do
imposto sobre a renda ... 692
3.3.2.3. Capacidade contributiva e IR ... 695
3.3.2.4. Análise da regra-matriz do imposto sobre a renda... 697 3.3.2.5. Competência tributária e a delimita
ção do conceito de "disponibilidade".. 702
3.3.2.6. Sistema e territorialidade do imposto sobre a renda... 704
3.3.3. Imposto sobre produtos industrializados ... 707
utária dos tercei 669 672 674 676 .... ,
ção do sujeito pas
nas ações de repeti · de incidência .... tação formal.. ... mtária: a positi 678 681 682 684 685 687 689 689 690 691 692 695 :ária e a delimita "disponibilidade" .. idade do imposto 697 702 704 707
DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO
3.3.3.1. A composição interna das regras-ma trizes do IPI... ... ... ... ... 708 3.3.3.2. O critério subjetivo no IPI... 711 3.3.3.3. A função extrafiscal do IPI... 713 3.3.3.4. Princípio da não-cumulatividade no
IPI e princípio da não-cumulativida de no ICMS: dois dispositivos consti tucionais, dois regimes jurídicos dis tintos ... 715 3.3.3.5. Tabela de incidência do IPI e sua im
portância para a integração da regra -matriz do imposto... 721 3.3.3.6. O direito ao crédito nas relações de IPI.. 723 3.3.3.7. Considerações finais sobre o crédito
prêmio do IPI... 726 3.3.4. Impostos aduaneiros ... 727
3.3.4.1. A incidência tributária nas operações rea lizadas com produtos industrializados ... 728 3.3.4.2. A sujeição passiva nos tributos adua
neiros ... 730 3.3.4.3. Responsabilidade nos tributos adua
neiros ... 732 3.3.4.4. Regimes aduaneiros especiais ... 733 3.3.4.5. O adicional ao frete para renovação
da Marinha Mercante AFRMM... 738 3.3.4.5.1. Regras atinentes à suspensão
do pagamento do AFRMM ... 740 3.3.5. Imposto sobre Operações Financeiras... 744 3.3.5.1. IOF: sua hipótese de incidência ... 744 3.3.5.2. IOF sobre operações relativas a títu
los e valores mobiliários... 747 3.3.5.3. As operações de "factoring" e o critério
material do imposto sobre operações financeiras ... 750
PAULO DE BARROS CARVALHO
3.3.6. Imposto sobre circulação de mercadorias e prestação de serviços ... 752
3.3.6.1. Movimentação física e simbólica de mercadorias... 753
3.3.6.2. Alcance da locução "venda de mercadorias" 755
3.3.6.3. Direito ao crédito e operacionalidade da regra-matriz do crédito envolvendo mercadorias ... 757
3.3.6.3.1. Direito ao crédito e documen tação idônea... .... 760 3.3.6.3.2. Não-incidência e isenção: úni
cas exceções constitucionais
do direito ao crédito de ICMS 762
3.3.6.4. ICMS e tributação sobre prestação de
serviços de comunicação ... 766
3.3.6.4.1. A atividade dos provedores de acesso à internet e a não-inci
dência do ICMS ... 771
3.3.6.5. ICMS e tributação sobre prestação de
serviços de transporte... 775
3.3.6.5.1. Limites do conceito "operação de transporte" nos contratos complexos ... 777 3.3.6.6. ICMS incidente sobre a "realização de
operações de importação de merca dorias": seus critérios material e tem poral... 782
3.3.6.7. O caráter nacional do ICMS... 788
3.3.7. Impostos sobre a prestação de serviços de qualquer natureza... 789
3.3.7.1. Competência legislativa e ISS ... 790
3.3.7.2. Aspectos constitucionais da regra-matriz de incidência do ISS... 791
DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO
3.3.7.2.1. Critério material da regra-matriz 752 do ISS... 793 e simbólica de 3.3.7.2.2. Relevância da lei complementar
753 na delimitação do serviço tribu tável... 795 755
3.3.7.2.3. A "lista de serviços" anexa ao da Decreto-lei n. 406/68 e à Lei do Complementar n. 116/03... 798 757 3.3.7.3. O problema da habitualidade ... 800 e documen
760 3.3.7.4. Sociedades sem fins lucrativos e o ISS 802 e isenção: úni- 3.4. Regra-matriz das taxas ... 806
constitucionais 3.4.1. Taxas e suas espécies ... 807 crédito de ICMS 762 3.4.2. Taxa exigida em função da prestação efetiva bre prestação de ou potencial de serviço público... 807
766 3.4.3. Taxa exigida em razão do exercício do poder
~s de de polícia ... 810 e a não-inci 3.4.4. A lei complementar e a instituição de taxas... 811
771
3.5. Regra-matriz das contribuições ... 814
3.5.1. Noções gerais sobre as contribuições tributá 775
rias ... 814 3.5.2. Diferentes categorias de contribuições sociais
e respectivas fontes de custeio ... 817 777
3.5.3. Requisitos necessários à instituição de "contri a "realização de
buições" ... 818 ão de merca
3.5.4. Contribuições residuais ... 820 material e tem
...
...
782 3.5.5. Contribuições destinadas à seguridade social... 823788 3.5.6. Evolução legislativa da contribuição ao PIS e COFINS ... 829 789 3.5.6.1. Conceito de faturamento ... 831 790 3.5.6.2. Conceito de receita ... 834
3.5.6.3. Análise dos precedentes do Supremo 791 Tribunal Federal quanto à diferencia
ção entre receita e faturamento ... 838
PAULO DE BARROS CARVALHO
3.5.6.3.1. Projeção das normas para o tempo futuro ... 841 3.5.6.3.2. A incompatibilidade vitanda
da Lei n. 9.718/98, à luz do sistema constitucional em vigor na data de sua publica
ção... 842 3.5.7. Instituição do regime da não-cumulatividade
na contribuição ao PIS e na COFINS ... 845
3.5.7.1. Direito ao crédito de PIS e COFINS... 848
3.5.7.2. O fenômeno da isenção no caso dos
tributos não-cumulativos... 849
3.5.7.3. Vedações ao crédito ... 852
3.5.8. As cooperativas e o não cabimento de sua tri
butação pelo PIS e COFINS ... 855
Capítulo 4
Infrações e sanções tributárias ... 863
4.1. Estrutura lógica da regra sancionatória ... 864
4.1.1. Noções sobre o vocábulo "sanção" ... 865
4.1.2. Ambiguidade do termo "sanção" e suas espé
cies na esfera tributária ... 866
4.1.3. Algumas palavras sobre a norma secundária.. 867
4.1.4. Regra-matriz e a estrutura lógica das normas sancionatórias ... 871 4.2. Infrações tributárias: hipótese normativa, seu nú
cleo constante ... 873 4.2.1. Ilícitos ou infrações tributárias e os chamados
"crimes fiscais" ... 874
4.2.2. Classificações e espécies de infrações tributárias.... 875
841
842
845 848
. nçao no caso dos 849 852
abimento de sua tri
855 866 secundária .. 867 ... 863 ... 864 ... 865 871 tiva, seu nú 873 e os chamados ... 874 tributárias.... 875
DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO 4.2.3. As figuras do "abuso de direito" e da "fraude à lei" no Ordenamento Jurídico Tributário Bra sileiro ... 878
4.2.4. Infrações tributárias no Código Tributário N a cional... 882
4.2.5. Hipótese de exclusão da penalidade... 883
4.3. Sanções no Direito Tributário... 887
4.3.1. Sanção como cansequente normativo... 888
4.3.2. Espécies de sanções tributárias ... 890
4.3.3. Impossibilidade de cobrança de juros de mora no caso de medidas liminares ... . 901
4.3.4. Excessos sancionatórios ... .. 905
4.3.5. Responsabilidade dos sucessores ... . 907
4.3.6. Responsabilidade de terceiros ... . 912
4.3.7. Responsabilidade por infrações ... 914
Capítulo 5
Procedimento administrativo tributário ... 9175.1. Regras gerais da Administração Tributária ... 918
5.1.1. Processo e procedimento... 918
5.1.2. Ato administrativo e procedimento adminis trativo ... 920
5.1.3. Procedimento administrativo tributário como forma de controle das atividades administrativas ... 924
5.1.3.1. Princípios endógenos aplicáveis ao pro cedimento administrativo tributário .... 927
5.1.3.1.1. Princípio da legalidade obje tiva ... 928
5.1.3.1.2. Princípio da oficialidade ... 929
5.1.3.1.3. Princípio do informalismo em favor do interessado... 931
PAULO DE BARROS CARVALHO
5.1.3.1.4. Princípio do devido processo.... 932
5.1.3.1.5. Princípio da contraprodução.... 934 5.1.3.2. Princípios exógenos aplicáveis ao pro
cedimento administrativo tributário .... 936
5.2. Síntese da atividade da Administração Tributária 939 5.2.1. Classificação dos atos administrativos que in
tegram o procedimento administrativo ... 940
5.2.2. Faculdades da Administração em matéria de lançamento tributário... 940
5.2.2.1. Critérios do procedimento administra tivo e meios para se reconhecer a pers pectiva dimensível do fato jurídico tri
butário... 944 5.2.2.2. Observações críticas sobre as formas de
reconhecimento da medida do fato jurí
dico tributário ... 947 5.2.3. Limites às faculdades da Adnlinistração no lan
çamento e garantias dos administrados ... 949
5.2.3.1. Princípio da legalidade ... 951
5.2.3.2. Limites da atividade de inspeção fiscal.... 952
5.2.4. Procedimento administrativo e controle de le
galidade dos atos de aplicação de sanções ... 952
5.2.5. Algumas observações de política tributária
acerca dos atos administrativos ... 956
5.2.6. Impugnações e recursos no procedimento ad
ministrativo tributário ... 960
Capítulo 6
Teoria das provas: conteúdo, sentido e alcance ... 963
6.1. Teoria das provas: conteúdo, sentido e alcance ... 963
6.1.1. Teoria das provas e constituição do fato jurídi
co tributário... 964
lIhn;n;ct .."I"'':'r. no lan
de sanções ... . política tributária
e alcance ...
DIREITO TRIBUTÁRIO, LINGUAGEM E MÉTODO
932 934 936 939 940
6.1.2. Relação jurídica tributária e provas ... 6.1.3. Prova e presunções no direito tributário... 6.1.4. Inscrição em dívida ativa como prova pré constituída ... Bibliografia ... 970 977 982 987 940 944 947 949 951 952 952 956 960 963 963 964 XXVII