Geología del estado de Nuevo León : (continuación y final)

Texto completo

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GEOLOGIA DEL ESTADO DE NUEVO LEON

(CONTINUACION Y FINAL)

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Por el Dr. Federico K. G. TvlulIerriecT,'

Profesor Extraordinario de Geología y Paleontología del Instituto.

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GEOLOGIA DE LA PARTE SUR DEL ESTADO DE NUEVO LEON

I N T R O D U C C I O N

Conforme al programa, expuesto en el Prefacio de la P a r t e Primera de esta "Geología del Estado de Nuevo León", el autor en noviembre y diciembre de 1944 hizo la exploración geológica de la parte sur del Estado. Pero, estando ésta más bien ligada por sus caminos a regiones del Estado de San Luis Potosí, con excepción del camino carretero de Galeana por Iturbide a Li-nares, parecía m á s adecuado hacer la exploración del sur de Nuevo León en u n a sola jira, que se llevó a cabo de preferencia en la región montañosa, puesto que ésta corresponde casi por completo a la p a r t e sur de Nuevo León, con excepción de la zona plana de Linares que está al este de las montañas, y que es de extensión muy reducida.

Siendo el sur de Nuevo León poco conocido geológicamente, puesto que tenemos datos de referencia solamente sobre el orien-te, regiones de Linares, Galeana, Las Vírgenes, Mezquital, Aram-berri, Zaragoza, Peña Nevada, Doctor Arroyo y Mier y Noriega, y en vista del reconocimiento tectónico necesario p a r a los fines de esta publicación, se hacían los recorridos de preferencia del este al oeste, o en dirección opuesta. Pero, por las r u t a s de t r á n -sito existentes, y por razones de la geología local que encontré, se llevó a cabo la exploración geológica, como sigue (véase Ma-pa No. 4):

1.—Desde Linares al oeste y suroeste, por las Crucitas, Las Ad-juntas, Cañón de S a n t a Rosa, Iturbide, Galeana, Cerro Po-tosí, Galeana, San Pablo, Tokio, La Avena, El Carmen, San J u a n de Dios, El Peñuelo a San Salvador, Zac. Del último lugar f u i en t r e n h a s t a Matehuala, S.L.P., y de a h í en ca-mión a San Antonio, N. L.

2.—Desde San Antonio al este, por San Gregorio, El Jarro, h a s -t a Doc-tor Arroyo.

3.—Desde Doctor Arroyo al sursureste, por Rancho Largo, Ma-drugaderos, San José de Flores, San Rafael de Martínez, Ollitas, h a s t a Mier y Noriega.

4.—Desde Mier y Noriega al oestesuroeste, por Cerritos

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CCS, La Presita, La Joya, La Morefia, hasta Puerto del Aire

y la Sierra Azul. „„,-(•„ m P La Víbora, Los P a n a

-5.—Desde Puerto del A i r e a l p r e s t e ¿ o r L ^ A r r Q y o les, Lagunitas, B o q u l U a s San M d r o , n a s t Q L a

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hasta ¿ Cerro de San Antonio Peña. N e v a d a ^

7 - D e s d e Santa Lucia al ™ Jn O T 0 A ef ® ; % feS d hTsta Puentes.

s , regreso a

9 J ^ d e l u e n t e s al este, por la Sierra del Tigre, La Escondida,

m_ D e ? d e S e r r i se hizo la exploración geologica hacia el

oeste, n o r t e y este. c u a r t o s , Mezquital,

11.—Desde Aramberri al notes ,1por Los Cuar ¿ n ^

La Joya, Las Vírgenes, Boquilla, Sierra

ta El Chorrito, Tamps. ,r t, „r n 1 1 ,o b r e todo los

sedl-D u r a n t e estos recorridos sfp^n t u^ [ ° 5cfs pa r a obtener asi

mentos y rocas, su ^ / ¿ J ^ S S Í í S el m a p a , los per-los datos indispensable ,5^ f u n d a m e n t a l e s p ^ g ^ N u e_

^ e ^ S ^ ^ ^ - A r r e n o y los

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desde la línea de La o í e l O. B y B. La bonera, y los respectivos límites del Esta(ao e g d e 1 8 0

extensión de esta M E s t a d o j e * ^ ^ ^ ^ a l Q

siendo2 e s t a lUtima variable, de 40 a 165 Km. CAPITULO I

MORFOLOGIA (OROGRAFIA) DE L A S A R T E SUR DEL ESTADO DE NUEVO LEON.

A causa de los límites del^ Estado de Nuevo ^ u ^ t e

sur es más angosta que su ^ f ^ ^ ^ E s t a d o íMapa No. 4). tiene la variedad orografica del norte d e e n l 0

re-Efectivamente, la ParternsrUnrffrP¿iaf e a l a s S r ¿ Madre Oriental y

lativo a la ¿ O ^ O Ó i i centro-norte oriente de la Altiplanicie Mexicana^ M a d r e Q r i e n_

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9 J ^ d e l u e n t e s al este, por la Sierra del Tigre, La Escondida,

m_ D e ? d e S e r r i se hizo la exploración geologica hacia el

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11.—Desde Aramberri al notes ,1por Los Cuar ¿ n ^

La Joya, Las Vírgenes, Boquilla, Sierra

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siendo2 e s t a lUtima variable, de 40 a 165 Km. CAPITULO I

MORFOLOGIA (OROGRAFIA) DE L A S A R T E SUR DEL ESTADO DE NUEVO LEON.

A causa de los límites del^ Estado de Nuevo ^ u ^ t e

sur es más angosta que su ^ f ^ ^ ^ E s t a d o íMapa No. 4). tiene la variedad orografica del norte d e e n l 0

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di"b, Dr. F.K.G. M u l t e r r i e c l

Marzo d e 1945.

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(8)

raya, está presente únicamente en la región de Linares, y algo, más al sur de esta población, de donde pasa a terrenos del vecino Estado de Tamaulipas. Pero esta zona en la región de Linares no tiene más de 55 km. de a n c h u r a , m i e n t r a s que la continuación en la parte norte de Nuevo León llega a la a n c h u r a de 60 a 70 km. En la región de Linares el "piedmont" a igual que m á s al norte, es terreno b a j o que desde el pie oriental de la Sierra Madre Oriental disminuye gradualmente de altura, desde 550 mts. en la boca del Cañón de S a n t a Rosa al OSO de Linares, en el lugar Las Adjuntas, a 435 mts. en Linares, y más o menos 350 mts. a 40 km. al ENE de Linares, por La Pamona, igual que más al N. El relieve de la zona de referencia es algo variado estando formado por lomerío, cerritos y mesetas, m i e n t r a s que f a l -t a n las cerros y serranías que sí exis-ten más al nor-te. Los pri-meros no tienen mayores a l t u r a s de 50 a 150 metros sobre la pla-nicie. Por lo tanto, el "piedmont" en el E. de Nuevo León conti-n ú a hacia el sur, y aúconti-n econti-n la regióconti-n de Liconti-nares, doconti-nde es casi idéntico al del norte y morfológicamente es la misma zona.

Al oeste de ésta se levanta la Sierra Madre Oriental, pero la guardaraya toma rumbo al sur desde cerca de Linares, por lo que en el sur de Nuevo León el ancho total de la Sierra Ma-dre Oriental solamente existe al oeste de Linares, mientras que más al sur las cadenas orientales de la Sierra Madre Oriental están en terrenos del vecino Estado de Tamaulipas y dentro de Nuevo León queda solamente la porción oeste de la Sierra Ma-dre. Al oeste de Hualahuises y Linares la Sierra Madre Oriental se levanta bruscamente, pero con contrafuertes, desde altura de 550 mts. Consiste en el sur de Nuevo León en buen número de cadenas, más o menos paralelas, con dirección NNO a SSE, a veces N a S y NO a SE, y aún NNE a SSO, como al E y NE de Aramberri, siendo la dirección principal de las cadenas de NNO a SSE. Estas son longitudinales en la Sierra Madre Oriental, lo mismo que los valles entre aquéllas, que son angostos, es decir de la a n c h u r a de las cadenas y longitudinales, pero exis-ten también bastantes cañones transversales. Los valles entre las cadenas tienen fondo que se eleva gradualmente en dirección poniente, h a s t a aproximadamente 1600 m. de altura sobre el

ni-vel del mar, y a lo largo de la línea desde Potosí por Tokio, Raices, Puentes, Soledad, Tanquecillo, La Presita, h a s t a Mier y Noriega. Es línea algo quebrada, pero con dirección general de NNO a SSE, aunque en tramos toma el rumbo de N a fc. y a ú n de NNE a SSO, a igual que las cadenas de la Sierra Madrt Orien-tal. En la p a r t e sur de Nuevo León, la Sierra Madre Oriental es región extensa, de 170 km. de largo, y a n c h u r a h a s t a a e 60 km. con dirección general del NNO a SSE, y continúa en el S en terrenos del vecino Estado de Tamaulipas y hacia el NNO en el centro de Nuevo León.

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(9)

En la parte sur del Estado las cadenas de la Sierra Madre Oriental son relativamente angostas, de aproximadamente 3 a 5 km. variando su largo entre 5 a 10 km. No existen cadenas muy largas, porque los cañones transversales ya h a n disecado las sie-rras. La altura de las cadenas es variable, en partes muy

con-siderable. En el oriente las serranías y sierras llegan a alturas de 1700 a 2300 mts. lo que queda demostrado por las siguientes ci-f r a s : Sierra de Galeana (al este de la población del mismo

nom-bre) 2300 mts. sierras al NE y SE de Iturbide 2,200 mts. Sierra

de la Ventana al E de Las Vírgenes 1900 mts. Sierra al F. de

Aramberri 1800 mts. Hacia el occidente las sierras se elevan a al-turas mayores, y h a s t a existe la cumbre más alta del Estado d* Nuevo León, la del Cerro Potosí, que está a 15 km. al oeste de Galeana. En el límite poniente de la Sierra Madre Oriental se e n c u e n t r a n alturas de 2300 a más de 3600 mts. sobre el nivel del mar, a saber: del NNO al SSE, el Cerro Potosí 3635 mts., sierras al

E de Puentes 2300 a 2500 mts.; Cerro de San Antonio Peña

Neva-da 3480 mts. El Cerro Potosí es, como ya dije, la elevación mayor

de Nuevo León, lo que h a sido reconocido desde mucho tiempo,

porque ya González (41) en 1873 indica que el cerro "tiene

cum-bre próxima a la región de los hielos", y Velasco (105) en 1890 lo llama Nevado de Potosí, e indica que no tiene nieve en el es-tío, pero ambos autores no d a n la elevación del Cerro Potosí, que

según medida con mi altímetro es de 3635 mts. sobre el nivel del mar, elevándose desde a l t u r a de 2000 mts. al pie oriental. El día de la ascensión, el 1ro. de diciembre de 1944, h a b í a m a n c h a s de nieve desde 3560 mts. en el sur, y más arriba, en la cumbre, la capa de nieve tenía medio metro de espesor, y en el descenso hacia el N la nieve llegó en pequeñas m a n c h a s h a s t a 3490 mts. de altura. Existían dos m a n c h a s grandes de nieve, la u n a en la cumbre, y la otra algo m á s abajo, al noreste de la cumbre.

También en la parte central de la Sierra Madre, existen ce-rros muy altos, como por ejemplo al sur de Ascensión el Cerro del mismo nombre; y al este de éste, el Cerro de Salazanes; al sur y oriente de Zaragoza, por ejemplo el Cerro del Viejo, el Cerro La Vieja, etc., siendo la a l t u r a de éstos de 2700 a 3000 mts. probablemente.

(10)

P e r f i l g e o l ó g i c o No.5: d e s d e el C e r r o P e ñ u e l o p o r l a Alti p l a n i c i e , el C e r r o P o t o s í , G a l e r n a , y l a S i e r r a M a d r e O r i e n t a l ,

- L i n a r e s y l a p l a n i c i e b a s t a La P a m o n a .

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O.S.O.

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R o c a in t r us i v a

d e l M o r S u p e r i o r

Meo! io

P e r f i l g e o l ó g i c o N o . 6 : d e s d e Rucio por l a A l t i p l a n i c i e , L o s P u e n t e s , y la S i e r r a M a d r e O r i e n t a l (La Escondida,

Aram-b e r r i , M e z q u i t a ! , L a s V í r g e n e s ) , h a s t a e l p i e d e é s t a , en El Chorrito, T a m p s .

O.S.O.

E.N.E.

S i e r r a M a d r e O r i e n t a l

N i V e I d e l M a r

P e r f i l g e o l ó g i c o No. 7

d e s d e S a n Antonio y D o c t o r Arroyo en la A l + î p l a n i c i e , a l a S i e r r a M a d r e O r i e n t a l ( C e r r o de

S.A. P e n a N e v a d a )

O.S.O.

E.N.E.

S i e r r a M a d r e O r i e n t a l

C r e t a c i c o M e d i o

C r e t á c i c o I n f e r i o r J u r á s i c o S u p e r i o r

N i v e l d e l M a r

Perfil g e o l ó g i c o No. 8 : d e s d e l a S i e r r a Azul, P u e r t o Aire y L a J o y a , e n l a A l t i p l a n i c i e , h a s t a Mier y N o r ¡ e g a , y C a r d o n ^ ,

en l a S i e r r a M a d r e O r i e n t a l .

O.S.O. E.N.E

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Supe r i o r

(11)

serranía al oeste de Cerritos Blancos (cerca de Mier y Noriega) 2200 mts.

La distribución de cerros, serranías y sierras es a ú n desco-nocida y tampoco se conocen las dimensiones de ellos, pero sí al-t e r n a n con planos más o menos exal-tensos. Los hay de pocos km. de a n c h u r a y de longitud, m i e n t r a s que otros tienen de 10 a 20 km. de a n c h u r a y h a s t a 40 km. de extensión, como el plano que se extiende al oeste de la línea que pasa desde el sur de Soledad, por Puentes, San J u a n , h a s t a San José y Texas.

Pero t a n t o los planos como la aglomeración de lomas y ce-rritos, lo mismo que las serranías y sierras tienen direcciones iguales a las cadenas de la Sierra Madre Oriental, a saber todo de NNO a SSE, también de N a S, de NNE a SSO y a ú n de NO a SE.

Pero la Altiplanicie presenta problemas todavía. El suroeste de Nuevo León tiene extensos planos, con buen número de ce-rros y sierras. En la exploración anterior, del centro del Estado, entre Hediondilla y Rayones, mi altímetro estaba descompuesto, por lo que no tengo datos de las elevaciones en esta región, que evidentemente por su morfología general es igual a la del sur-oeste de Nuevo León, es decir p a r t e de la Altiplanicie. Aceptan-do esto, podemos prolongar el límite entre la Altiplanicie y la Sierra Madre Oriental desde Potosí, por San Pablo a Zertuche. Esta línea no es recta, y se dirige de Potosí al NO y ONO, debi-do a que allí t e r m i n a la Altiplanicie hacia el norte por el siste-m a siste-montañoso con dirección ESE a ONO.

Esta adición a la investigación anterior, demuestra que la zona montañosa con dirección ESE a ONO atraviesa la Sierra Madre Oriental y la Altiplanicie norte-central (81, 82), desde Monterrey-Linares al ONO en terrenos de los Estados de Nuevo León, Coahuila, Zacatecas y Durango, dividiendo la Altiplanicie

en u n a parte norte y otra central, por lo que la porción suroeste de Nuevo León, delineada arriba, pertenece a la p a r t e central de la Altiplanicie, correspondiente a la parte sur de la Altipla-nicie norte-central y que podemos designar como AltiplaAltipla-nicie central.

(12)

sierras y valles; y la Altiplanicie se caracteriza por pliegues sua-ves y angostos de las capas del subsuelo.

Pero localmente, la roca puede ser de suma importancia p a r a el relieve. La caliza es muy frecuente y tiene grandes ex-tensiones en la Sierra Madre Oriental y también en la Altipla-nicie central del sur de Nuevo León, y forma las peñas y peñas-cos y los cañones. Las capas superficiales del Cuaternario, que ocupan grandes extensiones en la Altiplanicie central, son cau-santes de los planos en ésta, lo mismo que del fondo de los va-lles en la Sierra Madre Oriental, m i e n t r a s que la superficie bas-t a n bas-t e plana del "piedmonbas-t" se debe a los sedimenbas-tos suaves que afloran. Algo especial de alguna regiones en el sur de Nuevo León, son los cerritos blancos de forma cónica, compuestos de ye-so, en la región de Aramberri y Soledad, y de S a n t a Lucía en camino a Zaragoza.

El relieve en el sur de Nuevo León es bien visible, porque por el clima semi-árido la vegetación necesariamente es muy reducida. Consiste, generalmente, de arbustos y arbolitos y exis-ten zonas exexis-tensas de vegetación espinosa con gramíneos; pero en las grandes alturas, por el clima algo húmedo, indicado por la nieve que temporalmente existe en las grandes alturas del Cerro Potosí, hay vegetación b a s t a n t e densa, de robles, pinos, piñones, etc. Los pinares se observan arriba de 2550 mts. en los cerros altos, como en el Cerro Potosí, Cerro de San Antonio Pe-ñ a Nevada, Cerro El Viejo, etc.

El clima generalmente semi-árido del sur de Nuevo León ex-plica también la escasez de agua en la superficie y h a s t a su fal-ta en la esfal-tación de secas en terrenos extensos, sobre todo en la Altiplanicie central, donde no hay ríos n i arroyos, con excep-ción de algunos arroyitos en la región de Puentes y algo más al norte, que se deben a manantiales cuya agua brota en el con-tacto de la caliza y marga, pero que luego se sume en el plano al oeste de los manantiales. En la larga estación de secas no hay u n solo arroyo, con excepción de los muy pocos ya citados, en toda la extensión de la Altiplanicie central, que en el sur de Nuevo León es de 8500 km. cuadrados.

Al este de la Altiplanicie, en la Sierra Madre Oriental, brota en el fondo de b a s t a n t e s valles agua de manantiales, que for-m a n ríos y arroyos, pero que se sufor-men for-muchas veces en su curso, por la caliza del subsuelo que es extensa y en cuyas grietas des-aparece el agua de la superficie. Existen varios ríos con algunos afluentes en la Sierra Madre Oriental (Mapa No. 4), que por los cañones transversales y por el declive general del fondo de los valles hacia el este, f o r m a n u n a red hidrográfica, cuyo des-agüe está dirigido al oriente, desembocándose en el Río Conchos y R. Soto la Marina, que llevan las aguas del oriente, en el sur de Nuevo León, al Golfo de México.

CAPITULO I I

LOS ESTRATOS Y ROCAS, SUS FOSILES Y EDAD GEOLOGICA EN EL SUR DEL ESTADO DE NUEVO LEON

En contraste con la p a r t e n o r t e del Estado de Nuevo León, existe en su p a r t e sur, aunque es más reducida que la parte n o r -te, mayor variedad geológica, puesto que h e podido descubrir rocas del Precámbrico; son conocidos ya: roca verde e ígnea, tal •vez de fines del Paleozoico, estratos del Mesozoico; he encontra-do roca intrusiva, probablemente de principios del Cenozoico y existen capas del Plioceno (?) y Cuaternario (Mapa No. 5). T a m -bién se e n c u e n t r a n en b a s t a n t e s localidades, algunas ya cono-cidas con anterioridad, y otras que h e descubierto en mis exploraciones, fósiles, t a l vez del Mesozoico Inferior, y otros m u -chos seguramente del Mesozoico Superior, y he reconocido por primera vez la existencia de restos de elefantes fósiles en el Cuaternario.

Seguidamente se da la descripción y explicación de las di-ferentes series geológicas, desde la más a n t i g u a h a s t a el tiempo reciente, que son las rocas metamórficas del Precámbrico, la roca verde e ígnea de fines del Paleozoico tal vez, los sedimentos (conglomerado basal, capas rojas y calizas sobrepuestas) del Me-sozoico Inferior, y los estratos potentes marinos, del MeMe-sozoico Superior; la roca intrusiva probablemente de principios del Ce-nozoico y las capas del Plioceno (?) y del Cuaternario.

a. Precámbrico.—El Precámbrico no se conocía anteriormen-te, pero f u é descubierto y reconocido por el que escribe ésto, el 17 de diciembre de 1944, al atravesar a caballo la región montañosa de Puentes por La Escondida a Aramberri. Entre las últimas lo-calidades encontré a ambos lados del camino que conecta Aram-berri con La Escondida rocas metamórficas, bien laminadas en parte, del Precámbrico, y al día siguiente regresé de Aramberri, p a r a estudiar el afloramiento desde el camino, que va de

ponien-te a orienponien-te, rumbo al sur, y sobre todo al norponien-te y noresponien-te, donde encontré algunos otros afloramientos del Precámbrico. He podi -do localizar 4, t a l vez 6 afloramientos de rocas precámbricas (Fig. 1), al E de la Escondida, y al N y NO de Aramberri. En conjunto la extensión de los afloramientos es de 5 km. cuadrados, aproxi-madamente, pero puede resultar algo mayor, puesto que no fue posible recorrer toda la zona detalladamente, n i siquiera los lí-mites de los 4 ó 6 afloramientos.

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anticli-sierras y valles; y la Altiplanicie se caracteriza por pliegues sua-ves y angostos de las capas del subsuelo.

Pero localmente, la roca puede ser de suma importancia p a r a el relieve. La caliza es muy frecuente y tiene grandes ex-tensiones en la Sierra Madre Oriental y también en la Altipla-nicie central del sur de Nuevo León, y forma las peñas y peñas-cos y los cañones. Las capas superficiales del Cuaternario, que ocupan grandes extensiones en la Altiplanicie central, son cau-santes de los planos en ésta, lo mismo que del fondo de los va-lles en la Sierra Madre Oriental, m i e n t r a s que la superficie bas-t a n bas-t e plana del "piedmonbas-t" se debe a los sedimenbas-tos suaves que afloran. Algo especial de alguna regiones en el sur de Nuevo León, son los cerritos blancos de forma cónica, compuestos de ye-so, en la región de Aramberri y Soledad, y de S a n t a Lucía en camino a Zaragoza.

El relieve en el sur de Nuevo León es bien visible, porque por el clima semi-árido la vegetación necesariamente es muy reducida. Consiste, generalmente, de arbustos y arbolitos y exis-ten zonas exexis-tensas de vegetación espinosa con gramíneos; pero en las grandes alturas, por el clima algo húmedo, indicado por la nieve que temporalmente existe en las grandes alturas del Cerro Potosí, hay vegetación b a s t a n t e densa, de robles, pinos, piñones, etc. Los pinares se observan arriba de 2550 mts. en los cerros altos, como en el Cerro Potosí, Cerro de San Antonio Pe-ñ a Nevada, Cerro El Viejo, etc.

El clima generalmente semi-árido del sur de Nuevo León ex-plica también la escasez de agua en la superficie y h a s t a su fal-ta en la esfal-tación de secas en terrenos extensos, sobre todo en la Altiplanicie central, donde no hay ríos n i arroyos, con excep-ción de algunos arroyitos en la región de Puentes y algo más al norte, que se deben a manantiales cuya agua brota en el con-tacto de la caliza y marga, pero que luego se sume en el plano al oeste de los manantiales. En la larga estación de secas no hay u n solo arroyo, con excepción de los muy pocos ya citados, en toda la extensión de la Altiplanicie central, que en el sur de Nuevo León es de 8500 km. cuadrados.

Al este de la Altiplanicie, en la Sierra Madre Oriental, brota en el fondo de b a s t a n t e s valles agua de manantiales, que for-m a n ríos y arroyos, pero que se sufor-men for-muchas veces en su curso, por la caliza del subsuelo que es extensa y en cuyas grietas des-aparece el agua de la superficie. Existen varios ríos con algunos afluentes en la Sierra Madre Oriental (Mapa No. 4), que por los cañones transversales y por el declive general del fondo de los valles hacia el este, f o r m a n u n a red hidrográfica, cuyo des-agüe está dirigido al oriente, desembocándose en el Río Conchos y R. Soto la Marina, que llevan las aguas del oriente, en el sur de Nuevo León, al Golfo de México.

CAPITULO I I

LOS ESTRATOS Y ROCAS, SUS FOSILES Y EDAD GEOLOGICA EN EL SUR DEL ESTADO DE NUEVO LEON

En contraste con la p a r t e n o r t e del Estado de Nuevo León, existe en su p a r t e sur, aunque es más reducida que la parte n o r -te, mayor variedad geológica, puesto que h e podido descubrir rocas del Precámbrico; son conocidos ya: roca verde e ígnea, tal •vez de fines del Paleozoico, estratos del Mesozoico; he encontra-do roca intrusiva, probablemente de principios del Cenozoico y existen capas del Plioceno (?) y Cuaternario (Mapa No. 5). T a m -bién se e n c u e n t r a n en b a s t a n t e s localidades, algunas ya cono-cidas con anterioridad, y otras que h e descubierto en mis exploraciones, fósiles, t a l vez del Mesozoico Inferior, y otros m u -chos seguramente del Mesozoico Superior, y he reconocido por primera vez la existencia de restos de elefantes fósiles en el Cuaternario.

Seguidamente se da la descripción y explicación de las di-ferentes series geológicas, desde la más a n t i g u a h a s t a el tiempo reciente, que son las rocas metamórficas del Precámbrico, la roca verde e ígnea de fines del Paleozoico tal vez, los sedimentos (conglomerado basal, capas rojas y calizas sobrepuestas) del Me-sozoico Inferior, y los estratos potentes marinos, del MeMe-sozoico Superior; la roca intrusiva probablemente de principios del Ce-nozoico y las capas del Plioceno (?) y del Cuaternario.

a. Precámbrico.—El Precámbrico no se conocía anteriormen-te, pero f u é descubierto y reconocido por el que escribe ésto, el 17 de diciembre de 1944, al atravesar a caballo la región montañosa de Puentes por La Escondida a Aramberri. Entre las últimas lo-calidades encontré a ambos lados del camino que conecta Aram-berri con La Escondida rocas metamórficas, bien laminadas en parte, del Precámbrico, y al día siguiente regresé de Aramberri, p a r a estudiar el afloramiento desde el camino, que va de

ponien-te a orienponien-te, rumbo al sur, y sobre todo al norponien-te y noresponien-te, donde encontré algunos otros afloramientos del Precámbrico. He podi -do localizar 4, t a l vez 6 afloramientos de rocas precámbricas (Fig. 1), al E de la Escondida, y al N y NO de Aramberri. En conjunto la extensión de los afloramientos es de 5 km. cuadrados, aproxi-madamente, pero puede resultar algo mayor, puesto que no fue posible recorrer toda la zona detalladamente, n i siquiera los lí-mites de los 4 ó 6 afloramientos.

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anticli-™ }e S 6 1 C r ° G r a n d e a l e s t e d e Aramberri, cuyos e s t r a t o s del

Mesozoico Superior son inclinados al oriente, m i e n t r a s aue las Tigre

T S r Z S -

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t e de La EsCOndiáa

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u g r e tienen inclinación hacia el p o n i e n t e

_ J1 f o n d o d e l anticlinal está abierto por la erosión v a p a r e

-cen formaciones geológicas m á s a n t i g u a s , sedimentos t'aí v e z d e l Z T ^ r l T ' 6 1 Pfe°Z°Í C° ( ? )' y l a s ^ c a s m e t a m ó r n c a

f k a t e r n a r T o P a i t e c u b i e r t a s c aPa* Plioceno (?)

f^o ?a s i e n e l c e n t r o d e l anticlinal citado e s t á n los a f l o r a m i e n

-a 4 L ™ e e d r i e ? P 1 a f l " n « > mayor e s t á t e 2

y medio en m r ^ o ^ ME s t c o n d l d a' extendiéndose como kilómetro

L r T . T o t dirección n o r t e a sur, a a m b o s lados del camino que conecta La Escondida con Aramberri (Fig. l ) . o t r o a f l o r í m i e n -ra m i f n t ^ í * e s f c á a 3 k m" a l N N O d* A r a m b e r r i y d w a f l o

-rC l P a U 2 B ? ° L h a l! é C T ° / 4 k m- a l n o r o e s t ¿yd e L a m

-Dern c o m o a 2.5 km. al n o r t e de esta población p a r e c e n e s t a r dP i* ^nScf ~a?Í!n t 0 S' y m á s p u e d e n sobre todo ! ^ n o r t e

de la zona, s e ñ a l a d a en el m a p a (Fig. i )

oc+o a f l o r a m i e n t o s hallados e s t á n a a l t u r a de 1005 m en el c e t o f a a l T u T a shdaf % J f0 f V6 1 1 6 1 °G S t e' p e r o e x i s t e n lo

cerros a a l t u r a s de 1525 m t s . (cumbre del Cerro Colorado^ v

a u n a a l t u r a s algo mayores, probablemente Colorado), y

e x t e n s i^ n total de la zona de a f l o r a m i e n t o s de rocas p r e

cámbricas es l i m i t a d a en t o d a s las direcciones, porque se l e v a n -t a n cerros y serranías, compues-tos de f o r m ¿ c i o n e s g e o S s

SrferLTteIv^d*

í?^

^ ^S 0 Z 0 Í C 0' a S a b e r : d e l Mes

S

d ' í1 6 1 J u r a s i c o Superior, del Cretácico I n f e r i o r v

Medio Pero, por lo quebrado del t e r r e n o y su a l t u r a reducida en dirección al noreste, donde está el valle del A r r o y o d e l ( £ n t a dero y de sus afluentes, deben e n c o n t r a r s e p o í alK otros afío" ramientos de roca precámbrica, lo que solamente p u e d e c ~ -c ^ r n T / ^ f 1 d e t a l l a d a d e e s t a r e^i ó n- D e ¿ " o n !

deMPre-cambrico hacia el noroeste y sur se l e v a n t a el t e r r e n o y n o exis-te t e r r e n o b a j o como en el noresexis-te, por lo que

alll hkv

probabilidades de h a l l a r otros afloramiento^ ' d i r o c a L u y a n t f gua, a u n q u e no es imposible que se e n c u e n t r a d e b a j o de sedimen-" tos mesozoicos en p e n d i e n t e s de cerros o al p i e d e e l l o s H a c ? ¡ el sur y suroeste la zona de roca p r e c á m b r i c a es L i t a d a oor que el Arroyo del Contadero al sur del camino de La E s c o n d í a Aramberri n o tiene g u i j a r r o s bien redondeados de roca o r e c a m b n c a sino m á s bien guijarros a n g u l a r e s y bloques h a s t a 1 5 m t s de largo de esta roca, lo que es i n d i c a c i ó n c l a r a d e a u e r Z « l Ta7 Tt 0 S d G d°n d e e l l o s P u e d e n , n o se extienden X

-cho del citado arroyo p a r a arriba. 1 m u

n 6 ^a m b i é n d G S e o i n d i c a r q u e l o s a f l o r a m i e n t o s de la roca

(15)

H g . C r o q u i s g e o l o g i c o d e l o s t e r r e n o s d e l P r e e ci m b r i co y r e g i ó n c i r c u n v e c i n a , e n t r e A r a m b e r r i

y L a

E s c o n d i d a ,

N . L . s e g ú n l a e x p l o r a c i ó n d e F. K . G . M u l l e r r i e d

d e l

17 a l 21 d e d i e . d e 1944.

, f " ^ M e z q u i t a l \ L a - + r r , ?

c o

d i b . F . K . G . M u í ! e r r i e d

• m a r z o de 1945.

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t

= P l i o c e n o

CM — C r e t á c i c o M e d i o

C I = C r e t á c i c o

Inferior

j 5 = j u r á s i c o S u p e r i o r

y = Y e s o , c a p a s b a s a l e s del

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1050

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A f l o r a m i e h t o d e r o c a m e t a m o r f i c a

d e l P r e c á m b r i c o

(16)

Inf.

dir« derj rain bar cáir te t prol gua tos el sj

que a A cám m t s los t cho

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Escondida a Aramberri, a causa de las excavaciones que en f e -chas recientes se hacían, m i e n t r a s que poco se observa respec-to de la roca muy antigua en la superficie de la zona o en las riberas de los arroyos, donde las rocas precámbricas están algo o b a s t a n t e desintegradas.

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las características del mineral talco. El talco laminado es del mismo mineral descrito arriba, pero se e n c u e n t r a en láminas de algunos milímetros de espesor.

Precisa indicar que la roca metamòrfica más frecuente es la micapizarra, el esquisto, y éste con lentejones de cuarzo. Las rocas más escasas son la pizarra negra, en partes con lentejones de cuarzo, el esquisto de talco y el talco laminado. Hallé la pi-zarra negra solamente en capas o lentejones en la micapipi-zarra al oeste de Cerritos Blancos, en la subida a la cumbre del Cerro Co-lorado, y el talco ocurre en capas o lentejones únicamente a 3 km. al NNO de Aramberri, en la pendiente noroeste del cerro que allí se encuentra.

Toda la roca metamòrfica encontrada es laminada, a veces perfectamente, como la pizarra y parte del esquisto; a veces bas-t a n bas-t e bien, como la micapizarra, parbas-te del esquisbas-to y el bas-talco; a veces m a l como el gneiss(?), y parte de los esquistos.

La dirección de la laminación varía, pero es principalmente de N a S en u n 50% de los afloramientos; también NNE a SSO y ONO a ESE en u n 20%, cada uno, y a veces NNO a SSE en un 7%, pero r a r a s veces de NE a SO, en un 3%. La inclinación de las láminas es esencialmente vertical a 70 grados, en u n 50%, de 60 a 30 grados, en u n 30%, pocas veces de 20 grados o casi hori-zontal en u n 10%.

Es de mencionarse que las láminas de la roca metamòrfica demuestran ondulaciones, en parte pliegues angostos de pocos metros de anchura, o son plegadizas, y a ú n laminadas-plegadi-zas en miniatura, lo que demuestra claramente que las rocas metamórficas h a n sido plegadas intensamente, muchísimo más que los estratos del Mesozoico del sur de Nuevo León, y las capas del Paleozoico y Mesozoico de otras partes de México. T a m -bién difiere la dirección de las láminas de la roca metamòrfica en la zona citada en el sur de Nuevo León de la de los estratos posteriores, puesto que el rumbo de aquélla es sobre todo de N a S, también de NNE a SSO, y ONO a ESE, muy poco de NNO a SSE, y menos de NE a SO, m i e n t r a s que las direcciones princi-pales de los estratos del Mesozoico en el sur de Nuevo León son de NNO a SSE, y ONO a ESE, también de NNE a SSO. Es de indicarse que la laminación de la roca metamòrfica demuestra fuerte inclinación, m i e n t r a s que la de los estratos del Mesozoico es en general de b a s t a n t e f u e r t e a poco.

La superficie de la roca metamòrfica en la zona indicada de Nuevo León es muy irregular, puede ser ondulada o quebrada, puesto que se n o t a n actualmente elevaciones mayores de 1005 y h a s t a más de 1525 m. sobre el nivel del mar.

Discordantemente encima de. la..roca, metamòrfica h a y sedi-mentos de edad mezosoica, algo variados-,, a. saber:, el

conglome-— 4&?—

rado basai, las capas rojas y la caliza, tal vez del Mesozoico I n -ferior, respectivamente de la base del Jurásico Superior según Imlay (121), y existen estratos suprajurásicos. El conglomera-do basai descansa visiblemente sobre la roca metamòrfica en varios lugares al sur y norte del camino que conecta La Escon-dida con Aramberri, como a 2 km. al este de la primera. No he visto las capas rojas directamente sobre la roca metamòrfica, pero en el lugar denominado La Virgen, en el Arroyo del Con-tadero, y en otra localidad, a 3 km. al este del anterior, las capas rojas están muy cerca de la roca metamòrfica, y de ésta son separadas por el conglomerado basai de algunos metros de espesor. La caliza, que descansa en otros lugares concordante-mente sobre las capas rojas, está directaconcordante-mente encima de la ro-ca metamòrfiro-ca en u n a loro-calidad que está a 150 mts. al ENE del lugar "La Virgen" en el Arroyo del Contadero, y casi sobrepone la roca metamòrfica, a 400 mts. al SE o ESE del primer lugar, al sur del Arroyo del Contadero. También he observado las capas de yeso, de la p a r t e basai del Jurásico Superior muy cerca de la roca metamòrfica, al pie oeste y suroeste de los Cerritos Blan-cos, donde solamente 1 m. de aluviones en lo vertical cubre el contacto, que existe a p a r e n t e m e n t e entre el yeso o la arcilla ye-sífera y la roca metamòrfica.

Seguramente las rocas metamórficas son anteriores a los sedimentos mesozoicos, porque éstos están sobre aquéllas. Ade-más, los tipos semejantes o idénticos a estas rocas metamórfi-cas, encontrados cerca de la p a r t e sur de Nuevo León, a saber por Peregrina al oeste de Cd. Victoria, Tamps., en Sonora y en el sur de México, son precámbricos, en p a r t e seguramente del Proterozoico (Sonora), en p a r t e tal vez o probablemente del Proterozoico y Azoico, a igual que las rocas correspondientes en el suroeste de los Estados Unidos. Por lo tanto, las rocas m e t a -mórficas, descritas arriba, de la zona al oeste y noroeste de Aramberri, en el sur del Estado de Nuevo León, son p r e c á m b n -cas, tal vez de las dos series geológi-cas, del Proterozoico y del Azoico, o únicamente del Proterozoico, por lo que las he desig nado como precámbricas.

b. Paleozoico (?)

En las exploraciones en el sur de Nuevo León, hallé también roca verde al oeste de Mezquital. Como a 150 mts. al oeste de esta ranchería aflora la roca verde con vetas de cuarzo h a s t a 40 cm. de anchura, y en otro lugar, a 100 mts. al oeste del anterior existe la misma roca verde, completamente desintegrada, pero con bastante cuarzo, sin que sea posible reconocer si se t r a t a de roca metamòrfica o ígnea. La roca verde contiene vetillas de cuarzo, y se observa cierta laminación con dirección N a S, y

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verticales, que es la misma laminación de los estratos mesozoi-cos de la región, y que es probablemente de principios del Ter-ciario.

La roca verde puede ser idéntica a la roca ígnea, descubier-ta ya por L. C. Reed, E. R. Silliman y CH. L. Baker del lado norte del Río Blanco, cerca de Mezquital (59, 121), donde no se obser-vó el contacto inmediato con los sedimentos superpuestos, los que hallé sobre la roca verde a 250 mts. al oeste de Mezquital, en el camino a Los Cuartos. Los sedimentos superpuestos son arenoso-arcillosos con caliza de color obscuro.

Respecto a la roca ígnea, h a y que mencionar que Nason (79) ya había hallado sedimentos arcillosos laminados suaves con ro-ca ígnea (serpentina) al oeste de Las Adjuntas, N. L., y los con-sideró tal vez anteriores al Triásico. Los afloramientos de roca verde que encontré, no demuestran metamorfismo de contacto en los sedimentos superpuestos, por lo que ésta es anterior a aquéllos, cuya edad geológica no está bien conocida, puesto que pueden ser del Mesozoico Inferior, mientras que Imlay los con-sidera de principios del Jurásico Superior. Pero existe en Mezqui tal según Imlay, conglomerado compuesto de guijarros de roca ígnea, y sobreponiendo las capas rojas. El conglomerado inicia según Imlay (59, 121) el Jurásico Superior, por lo que la roca ver-de ver-debe ser anterior, y como ya expuse, anterior a las llamadas capas rojas, cuya edad puede ser del Mesozoico Inferior. Por lo tanto, no es imposible que la roca verde sea anterior al Meso-zoico o sea de fines del PaleoMeso-zoico, como sucede en otras partes de México, respecto a las rocas ígneas antiguas, j^a serpentina, no muy lejos del sur de Nuevo León, al ONO de S a n t a Engracia, Edo. de Tamaulipas, es tal vez de edad paleozoica. Parece poco probable que la roca verde o ígnea sea precàmbrica, porque al oeste de Mezquital, en la zona entre Aramberri y La Escondida, a f l o r a solamente roca metamòrfica del Precàmbrico, pero no h e observado roca verde igual a la de los afloramientos al oeste de Mezquital.

Bien puede ser que la roca verde o ígnea al oeste de Mez-quital, y al norte del Río Blanco, sea de fines del Paleozoico.

c. Mesozoico.

Esta era geológica h a dejado en el sur de Nuevo León ex-tensiones grandes de estratos que en la actualidad están cubier-tos en parte, por sedimencubier-tos casi recientes del Plioceno (?) y Cuaternario, pero llegan en muchos lugares a la superficie y además, son las rocas constituyentes de casi todo el sur del Es-tado de Nuevo León, con excepción del Cerro El Peñuelo, donde los estratos mesozoicos son perforados por roca intrusiva de prin-cipios del Cenozoico y en u n a pequeña región al n o r t e y oeste

— 50 —

de Aramberri, donde afloran rocas más antiguas, del Precám-brico.

Los estratos del Mesozoico en el sur de Nuevo León h a n sido reconocidos como tales, por vez primera, por Nason (79) en 1909, mientras que los fósiles característicos del Mesozoico, h a n sido descubiertos y clasificados por primera vez por J. G. Aguilera

(3), quien mencionó la existencia de fósiles supracretácicos. Desde entonces h a s t a la fecha los estratos y fósiles meso-zoicos se reconocen en varios lugares, pero casi exclusivamente en f a j a angosta del oriente, por Galeana, Iturbide, Las Vírgenes, Aramberri, Zaragoza, Doctor Arroyo, a Mier y Noriega. En mis exploraciones he podido encontrar estratos y fósiles del Meso-zoico en otros muchos lugares, a tal grado que la extensión de! Mesozoico en casi todo el sur de Nuevo León está bien estable-cida-.

Ya con anterioridad se h a n reconocido por lo menos dos series distintas de estratos, a saber: la serie inferior, sin fósiles, de origen continental, y otra superior, con fósiles variados, m a -rinos, de edad del Jurásico Superior y Cretácico. Esto, por la ex-ploración del autor, puede aceptarse en general todavía, aunque, por bastantes hallazgos de nuevas localidades, respecto a las ca pas y fósiles, se puede indicar más acerca del Mesozoico en el sur de Nuevo León.

Seguidamente se da la descripción acerca de cada u n a de las dos series de estratos, respectivamente de los períodos distin-tos de la era mesozoica.

1. Serie inferior de estratos continentales y marinos, tal vez del Mesozoico Inferior.

Existen estratos anteriores al Mesozoico Superior, pero son poco conocidos todavía, y no contienen fósiles característicos que permitan indicar la edad geológica exacta de tales sedimen-tos.

Ya Nason (79) i n f o r m a en 1909 acerca del descubrimiento que hizo, de sedimentos al oeste de Las Adjuntas, N. L., y los considera tal vez anteriores al Triásico como se indicó ya en este capítulo, pero según Muir (74) las citadas capas son tal vez del Triásico. Hay estratos de arenisca de 200 mts. de espesor, y con -glomerado basal. La única sección completamente conocida, se observó al N del Río Blanco, cerca de Mezquital, y h a sido des-cubierta y estudiada por L. C. Reed, E. R. Silliman y Ch. L. Baker, e i n t e r p r e t a d a por Imlay (121) como sigue:

Estratos del Jurásico Superior Inconformidad.

55 m. capas de caliza, marga de color r.iaro, y arenisca roja, en alternación.

(19)

55 m. conglomerado de roca ígnea, colores rojos y verdes. 110 m. capas rojas, también marga apizarrada con mica, de

color pardo.

Contacto no observado. Roca ígnea.

Imlay tiene opiniones variadas acerca de la edad geológica de las capas rojas, a saber: Permo-Triásico (59, p. 1492), princi-pios del Jurásico Superior o sea Divesiano (Oxfordiano Interior)

(59, fig. 8), y probablemente principios del Jurásico Superior (59, p. 1476), lo que demuestra la inseguridad que existe respecto a la edad geológica de la serie sedimentaria en cuestión. Según Imlay, los estratos sobrepuestos a capas rojas, pertenecen a la formación Novillo o Zuloaga, clasificada por este mismo autor como del Argoviano [Oxfordiano Superior] (59, p. 1492). Pero según Heim (46), las capas rojas tienen mayor inclinación que los estratos sobrepuestos, lo que Imlay (59, p. 1415) explica co mo secundario, originado por falla inversa ("overthrusting") después del Cretácico, pero según los investigadores citados, exis-te en la exis-terminación superior de las capas rojas inconformidad, por lo que éstas bien pueden ser anteriores al Jurásico Superior, y contemporáneas a las similares capas arcilloso-arenosas del Triásico Superiori?), del Jurásico Inferior y Medio de otras p a r -tes de México, por lo que en este capítulo la serie en cuestión, es considerada como tal vez (*el Mesozoico Inferior. Kellum (66) considera las capas rojas como depósitos continentales del Triá-sico y uráTriá-sico Inferior y Medio, con lo que puede uno estar de acuerdo, h a s t a el hallazgo, t a l vez, de fósiles característicos.

Las exploraciones que hice h a n dado algunos resultados in-teresantes, que voy a indicar seguidamente.

Observé estratos b a s t a n t e variados respecto de la litologia, en localidades desde el oeste de Mezquital, h a s t a 2 km. al este de La Escondida, en la región del Precàmbrico, extensión de

11 km. y desde 1400 mts. de a l t u r a en el oeste h a s t a 950 mts. sobre el nivel del mar, en el este. La serie de estratos se compo-ne de conglomerado basai, sobrepuesto por capas rojas, y enci-m a de ellas hay caliza.

He observado el conglomerado basai al este de La Escondi-da, a ambos lados del camino, y en los cerritos al N y S del ca-mino, desde 1.5 km. al este de La Escondida h a s t a u n a distancia de 2 km.; en el lugar llamado "La Virgen" en el Arroyo del Con-tadero, lo mismo que a 1.5 km. al N de Aramberri y a 2.5 km. de esta población. En los lugares citados el conglomerado es casi uniforme, litològicamente. Tiene varios metros de espesor, en una localidad por lo menos 3, y en otra más de 7 metros, sin que allí la base sea visible, que al E de La Escondida es la roca metamòrfica del Precàmbrico. El conglomerado forma bancos

medianos o capas, en parte con estratificación cruzada. Tiene color rojo a rojo pardo, y se compone de pedazos b a s t a n t e a n -gulares o poco arredondados, con longitud h a s t a de 10 cm. de roca variada, pero sobre todo roca metamòrfica laminada, prin-cipalmente esquistos variados y b a s t a n t e cuarzo blanco; a veces este último es muy frecuente.

La composición del conglomerado demuestra que se h a for-mado de rocas del Precàmbrico, lo que se explica fácilmente, por-que sobrepone, como ya dije, la roca metamòrfica del Precàm-brico. La inclinación de los estratos del conglomerado basai es ligera, y casi uniforme, de 15 a 20 grados, por lo menos al E de La Escondida, donde la dirección de los estratos de referencia es NNO a SSE, y excepcionalmente O a E.

El conglomerado es superpuesto por capas rojas y caliza res-pectivamente, a saber: por las primeras en el lugar "La Vir-gen", en otro a 400 mts. m á s al este, y en u n a localidad a 3 km. al N de Aramberri, m i e n t r a s que la caliza sobrepone el conglo-merado basai directamente en un lugar que está a 0.5 km. al N de la localidad anterior.

Las llamadas capas rojas (red beds en publicaciones de los norte-americanos) afloran en bastantes lugares en el Arroyo del Contadero y h a s t a Mezquital al oriente, en zona dirigida del oeste al este. En dos lugares las capas rojas sobreponen el con-glomerado basai y sin m o s t r a r desconformidad.

Las capas rojas son arcilloso-arenosas, o arenosas, es de-cir arcilla, marga, arcilla o m a r g a arenosas, renisca, arenisca con guijarritos. Estos sedimentos son de color rojizo, rojo pardo, o rojo oscuro, a veces amarillento. El espesor de las capas rojas varía considerablemente, desde sólo 2 mts. en el lugar de "La Virgen", hasta más de 15 mts. en otro. Es de mencionarse que en Mezquital, al norte del Río Blanco, las capas rojas tienen es-pesor total de 100 mts. (121).

Donde yo observé las capas rojas, tienen inclinación de 15 a 20 grados, igual al conglomerado basai, pero a veces existe in-clinación mucho mayor, de 40 h a s t a 80 grados. La dirección de las capas rojas es NNO a SSE, a veces oeste - este, igual a la del conglomerado basai. También se observan ligeros anticlina-les, angostos, de 10 a 50 metros de a n c h u r a , y al oeste de Mez-quital se nota laminación con dirección NNO a SSE e inclinación fuerte de 70 a 80 grados al SSO, efecto de la tectónica de prin-cipios del Terciario, como se explicará m á s adelante, m i e n t r a s que m á s al oeste, en la región del Arroyo del Contadero, no se observa tal laminación.

(20)

se e n c o n t r a r á n otros lugares en los cuales f a l t a n las capas ro-jas, siendo, como ya se indicó, el conglomerado basai sobre-puesto por caliza.

Esta, en general, está sobre las capas rojas, y forma bancos delgados y capas, siendo la caliza de t e x t u r a microcristalina, en parte cavernosa, de color gris pardo, y en esta serie hay t a m -bién capitas de caliza arcillosa, siendo el espesor total de la se-rie de 100 mts. o más todavía.

La extensión mayor de estas calizas se observa al noroeste de Aramberri, en la región del Arroyo del Contadero, donde la caliza aflora como muralla en lo alto de la incisión del arroyo citado y de sus afluentes. En la muralla, la caliza tiene espesor de más de 15 metros, y h a s t a más de 30 metros. La serie de ca-lizas sobrepone en varios lugares concordantemente las capas rojas, como en el lugar de "La Virgen" y en el flanco este del cerro que está al norte de Aramberri, pero a 2.5 km. al norte de esta población la caliza puede estar sobre el conglomerado basai, m i e n t r a s que a 0.5 km. al este del lugar de "La Virgen" superpone discordantemente la roca metamòrfica del Precàm-brico.

La citada muralla de caliza demuestra bien las ondulaciones de ésta, lo mismo que las capas rojas subyacentes. Sin a n t i -clinales ligeros, de 150 a 200 mts. de a n c h u r a , con inclinación de las capas de 10 a 25 grados, a veces de 40 grados, y h a s t a de 70, lo que se menciona ya de las capas rojas, por lo que éstas y la caliza sobrepuesta f o r m a n u n a unidad estratigráfica. Se nota en la caliza al oeste de Mezquital la citada laminación con di-rección NNO a SSE, e inclinación de 70 grados al SO.

Contiene la caliza en el cerro al norte de Aramberri fósiles marinos, de forma ovaloide, y de tamaño microscópico. Estos fó-siles no h a n sido determinados todavía, pero tal vez pueden servir p a r a f i j a r la edad geológica de las calizas citadas.

También quiero mencionar que la caliza en cuestión compo-ne la parte basai de la terminación norte del Cerro Grande que está al este de Aramberri, tiene ligera inclinación al oriente, pe-ro está sobrepuesta por potente serie calcárea, de bancos y ca-pas con b a s t a n t e inclinación hacia el este, siendo esta serie superior del Jurásico Susuperior (?), seguramente del Cretácico I n -ferior y probablemente del Cretácico Medio.

2. Serie superior de estratos marinos del Jurásico Superior y Cretácico.

Encima de la serie anterior, tal vez del Mesozoico Inferior, descansa otra, inconformemente, de estratos muy potentes, m a -rinos, del Jurásico Superior y Cretácico. Seguidamente se da la descripción de ellos y de sus divisiones.

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(22)

Estratos del Jurásico Superior.—Los estratos suprajurásicos del sur de Nuevo León h a n sido mencionados por vez primera por J G. Aguilera (3) del Cañón del Chueco, en la región de Mier y Noriega, y los primeros fósiles suprajurásicos colectó F. Rodríguez según Burckhardt (115, 116, 20) en la zona de Doctor Arroyo, y éste colectó y determinó amonites del Jurásico Superior entre las Vírgenes y Boquilla, y observó perfiles.

Después del estudio de otros perfiles geológicos por geólogos petroleros y la recolección de más fósiles, algunos geólogos, so -bre todo E. Boese, C. Burckhardt, y R. W. Imlay, h a n investigado más detalladamente la serie supra jurásica en el sur de Nuevo León, y sus resultados se resumirán seguidamente.

La región, donde en el sur de Nuevo León h a n observado afloramientos de estratos del Jurásico Superior, es la de algu-nas partes de la Sierra Madre Oriental. Las mejores secciones observadas h a s t a ahora, son de las siguientes localidades: al este y sur de Galeana; entre Boquilla y Las Vírgenes; a 1.5 km. al N de San Lázaro; a 1 km. al sur de la cumbre de San Lá-zaro en el camino de San LáLá-zaro a Zaragoza; y del lado norte del Río Blanco cerca de Mezquital. En este último lugar se co-noce el perfil geológico más completo del Jurásico Superior en todo el sur de Nuevo León.

De las secciones observadas h a s t a ahora, es posible recons-truir la siguiente sucesión de las divisiones del Jurásico Supe-rior, respecto de su espesor, litología y fósiles:

Cretácico Inferior concordancia

hace falta Titónico formación La Casita: 270 mts. de espesor

caliza Portlandiano caliza en alternación con pizarra Bononiano

pizarra de color oscuro, y caliza

arenosa Havriano pizarra negra y arenisca en a l t e r n a

-ción, caliza arcillosa laminada de color gris negro, pizarra gris y rosa, concreciones fosfáticas con Idoceras y otros fósiles

("Tere-bratula", Exogyra, Alectryonia) Kimeridgiano formación de Olvido:

20 m. bancos gruesos de caliza con vetillas de calcita

160 m. yeso, de color rosa, blanco y

verde Sequaniano 110 m. arenisca, de grano fino y

grueso, y pizarra rojiza y gris

(23)

110 m. yeso, de color rosa, blanco y verde

disconformidad

formación de Novillo o Zuloaga:

60 m. capas de caliza y m a r g a de color claro, e intercalada

are-nisca roja de grano fino. Argoviano 60 m. conglomerado de color rojo y

verde, de material ígneo Oxfordiano capas rojas (pizarra de color pardo,

con mica) Divesiano(?) La correlación estratigráfica de las capas descritas arriba,

pò es exacta, porque los únicos fósiles encontrados h a s t a a h o -ra, son exclusivamente del Kimeridgiano Inferior y parte dei

Medio. , , . e.

Los fósiles hallados son numerosos, y proceden de las si-guientes localidades: entre Boquilla y Las Vírgenes; a 11 km de La Escondida (en camino a Soledad); flanco occidental del anticlinal de San Lázaro, región de San Lázaro; al N de Canón Diablo en el flanco oriental del anticlinal de S a n t a Lucia al Cerro de San Antonio Peña Nevada; al pie de este ultimo; Mez-ouital; Doctor Arroyo y Mier y Noriega.

' Seguidamente se da la lista de los fósiles e n t r a d o s y d e -terminados, en las llamadas capas de Idoceras, del

Kimeridgia-no Inferior y p a r t e del Medio: . La p a r t e inferior del Kimeridgiano Medio está

caracteriza-do por Icaracteriza-doceras d gr. durangense (Burckhardt) y Glochiceras d er fialar (Oppel), y contiene las siguientes especias y gene-ròs^ Glochiceras fialar B u r c k h a r d t (not Oppel) Gtoctaceras fialar (Oppel), Haploceras t r a n s a t l a n t i c u m Burckhardt, Hapio-ceras zacatecanum Burckhardt, HaploHapio-ceras fialar Oppel Haplo-ceras sp div., IdoHaplo-ceras sp. div., AspidoHaplo-ceras d. gr. unispino.i, Glochiceras diaboli Imlay, glochiceras a f f . diaboli Imlay Invo-luticeras aff. mazapilense Burckhardt, InvoInvo-luticeras sp. juv., Sutneria a f f . cyclodorsatus (Moesch).

El Kimeridgiano Inferior se caracteriza por Idoceras d. gr. balderus (Oppel) Burckhardt y contiene las especies y géneros siguientes: idoceras balderus (Oppel) Burckhardt, Idoceras in-volutum Imlay, Idoceras striatum Imlay, Idoceras a f f . s t n a t u m Imlay Idoceras t a m a u l i p a n u m Imlay, Idoceras densicostatum I m ay Idoceras cf. densicostatum Imlay, Idoceras zacatecanum Burckhardt, Idoceras aff. zacatecuanum Burckhardt, Idoceras cf s a n t a r o s a n u m Burckhardt, Idoceras a f f . s a n t a r o s a n u m Bur-ckhardt, Idoceras humboldti BurBur-ckhardt, Idoceras submalleti Burckhardt, Idoceras soteloi Burckhardt, Idoceras aff. m f l a t u m Burckhardt, Idoceras viverosi Burckhardt, Idoceras

sanlazaren-se Imlay, Idoceras sp., Glochiceras fialar (Oppel), Haploceras t r a n s a t l a n t i c u m Burckhardt, Haploceras zacatecanum

Burck-h a r d t , Involuticeras sp. juv. aff. mazapilense (BurckBurck-hardt), Ochetoceras sanlazarense Imlay, Ochetoceras sp., Rasenia pro-fulgens Burckhardt, Rasenia sp., Perisphinctes sp., Taramelliee-ras aff. nereus Fontannes, Subneumayria aff. ordonezi (Burck-h a r d t ) , Meta(Burck-haploceras aff. nereus (Fontannes), Sutneria a l t . cyclodorsatus (Moesch), Neobrodites n. sp. a f f . N. doublien (d Orbigny), y los bivalvos Aulacomyella neogeae Imlay, Aulacom-yella sp., Pseudomonotis t a m a u l i p a n a Imlay.

De los fósiles enumerados arriba, 9 especies son nuevas y pertenecen a 3 géneros conocidos con anterioridad.

Es de mencionarse todavía que .los fósiles enumerados son de determinada p a r t e del. Jurásico Superior, de modo que el Ox-iordiano, parte superior del Kimeridgiano Medio y el K. Supe-rior, el Portlandiano y Titónico no son comprobados por fósiles.

Existen nombres locales p a r a designar a las series estrati-gráficas, como por ejemplo según Imlay (59): la formacion Zu-loaga, estratos con conglomerado basai; la formación Olvido, capas yesíferas gruesas; y la formación La Casita, de pizarra etc con las capas de Idoceras en su p a r t e basai.

Pero según Imlay f a l t a la p a r t e superior del Jurásico Su-perior en el flanco occidental del anticlinal de San Lázaro pues-to que allí el Valanginiano sobrepone las capas del Kimeridgiano Medio (53, 59 p.1143), y a 1 milla al N de San Lazaro el Va-langiniano sobrepone el Kimeridgiano Inferior con capas de ye-so (53, 59 p. 1143), pero en el contacto existe concordancia.

Algunos hechos, expuestos en lo anterior son, según Burck-h a r d t (20), prueba de que los sedimentos suprajurásicos en la región de Doctor Arroyo, y Mier y Noriega h a n sido depositados en b a s t a n t e profundidad, m i e n t r a s que Imlay (59) opina que se h a n formado lejos de la costa, en profundidad reducida. P a r a la región de Las Vírgenes B u r c k h a r d t acepta facies litoral, mien-tras que Imlay indica la existencia de facies de aguas poco pro-fundas, con bivalvos, respectivamente fósiles variados, p a r a las regiones de Las Vírgenes, La Escondida y San Lazaro. Kellum opina que hubo m a r (66) d u r a n t e el Jurásico Superior en todo el sur de Nuevo León, con excepción de terrenos de u n a isla de 40 km. de largo, en el sureste, isla que se estrechó hacia el su-reste en terrenos del Estado de Tamaulipas, m i e n t r a s que la ex-pensa península, al pie oriental de la Sierra Madre Oriental, que existió según Imlay, no es a c e p t a d a por Kellum.

(24)

don-de afloran tales estratos o h a n sido encontrados fósiles carac-terísticos: a.-lugares donde hallé fósiles caraccarac-terísticos: Cañón de S a n t a Rosa al este de Iturbide; tal vez en lo alto del Cerro Potosí; a m i t a d del camino de S a n t a Lucía a San Miguel; al oeste de La Joya; en el flanco occidental de la Sierra del Tigre, entre Puentes y La Escondida; a 1.5 km. al E de La Escondida, en el camino a Aramberri; a 1.5 km. al NO de Aramberri en el cerro. b.-Lugares donde los estratos suprajurásicos son compro-bados por capas de yeso, serie yesífera de colores vivos, pizarra negra, pizarra caliza, o concreciones de caliza: Pozo del Gavilán, a 5 km. al OSO de Galeana; camino de Galeana al SO h a s -t a cerca de Tokio en bas-tan-tes lugares; en-tre S a n -t a Lucía y San Miguel; en el camino de San Antonio P e ñ a Nevada a Za-ragoza; Cerritos Blancos, a 5 km. al NO de Aramberri; flanco oriental del cerro a 2.5 km. al NO de Aramberri; a 200 m. al E de Mezquital; flanco occidental de la Sierra del Tigre; a 1.5 km. al NO de Aramberri; al oeste y suroeste de La Joya, en el ca-mino a Mezquital. c.-Lugares donde tal vez a f l o r a n los estratos suprajurásicos, que pueden ser indicados por pizarra negra y pi-zarra caliza: al pie sureste del Cerro El Peñuelo; e n t r e San Gre-gorio y San Blas, camino de Doctor Arroyo a Matehuala; a mi-t a d del camino de San Blas a El Crucero, en el camino de Doc-tor Arroyo a Matehuala; en la serranía a m i t a d del camino de La Joya a Cerritos Blancos, entre Mier y Noriega y Puerto del Aire; en las lomas al oeste y OSO de Mier y Noriega; al N de Lagunitas, en el camino de Puerto del Aire a Doctor Arroyo; Sierra de la Ventana, entre Las Vírgenes y El Chorrito, Edo. de Tamaulipas.

Solamente en u n lugar h e podido observar u n perfil geológi-co b a s t a n t e geológi-completo, que puede ser geológi-considerado adicional a la serie de estratos, observada ya por Boese (19) en la región de Galeana, y que es como sigue:

Valanginiano

estratos de yeso, m a r g a y caliza caliza del Oxfordiano y yeso

arenisca y conglomerado, de colores vivos.

En adición al perfil anterior, he podido observar en el flanco occidental de la Sierra de Galeana, como a 2 km. al SSE de la población, la sección geológica siguiente:

Cretácico: capas y bancos de caliza, etc.

50 m. pizarra y arenisca; a la mitad de los estratos h a y con-creciones gigantes de arenisca.

100 m. capas y capitas de pizarra y arenisca en alternación.

75 m. pizarra caliza, pizarra con concreciones "aplastadas" de caliza negra, caliza con pequeñas concreciones de limonita.

50 m. cubierto por depósitos aluviales.

Serie de estratos arcilloso-arenosos con yeso y capas de yeso.

Respecto a los fósiles encontrados por el autor, hay que in-dicar que son amonites, etc., de géneros y especies ya reconoci-das, por Imlay y Burckhardt, en las llamadas capas de Idoceras, conocidas en varios lugares en la Sierra Madre Oriental, a los cuales hay que agregar algunas localidades, que he enumerado arriba. La presencia de capas de yeso, de la serie yesífera, de pizarra negra y pizarra caliza, y de concreciones calcáreas, se-gún los lugares citados arriba, indican claramente que los es-tratos del Jurásico Superior ocupan no solamente la extensión de la Sierra Madre Oriental en el sur de Nuevo León, sino también la de la Altiplanicie al oeste, y probablemente continúan del otro lado de la guardaraya en los Estados vecinos.

Seguramente la serie de estratos suprajurásicos en el sur de Nuevo León es potente, de muchos centenares de metros de espesor, arcilloso-calcárea, con capas de yeso, etc., y según mis observaciones al pie de Cerritos Blancos, a 3.5 km. al ENE de La Escondida, el yeso o la serie yesífera del Jurásico Superior sobrepone casi—el intervalo es de sólo 1 m. en lo vertical, cu-bierto de tierra, por lo que no se ve el contacto del yeso con la roca basai—la roca metamòrfica del Precàmbrico, mientras que según el perfil geológico de Imlay (59) cerca de Mezquital, al norte del Río Blanco, los estratos suprajurásicos sobreponen las capas rojas, sin que el autor hable del contacto entre las dos series, por lo que no se sabe si hay concordancia e n t r e el J u r á -sico Superior y las capas subyacentes.

Estratos del Cretácico. Concordantemente sobre las capas del Jurásico Superior descansan los estratos del Cretácico, que igual a los del Jurásico Superior son esencialmente marinos, de considerable espesor, y de gran extensión. Quedan divididos los estratos en tres partes, a saber: del Cretácico Inferior, Medio y Superior.

1.—Estratos del Cretácico Inferior.

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