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EDUCAÇAO MATEMÁTICA CRÍTICA: POSSIBILIDADES DE UMA INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA

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Academic year: 2020

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(1)EDUCAÇAO MATEMÁTICA CRÍTICA: POSSIBILIDADES DE UMA INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA. Vanessa Scheeren 1 Débora Sudatti Guimarães 2 Sonia Maria da Silva Junqueira 3. Resumo: Apresentamos neste trabalho uma análise documental desenvolvida sob a perspectiva da Educação Matemática Crítica (EMC) a partir dos Projetos Políticos Pedagógicos (PPP) de duas instituições de ensino de Educação Básica da Região da Campanha, RS. A pesquisa foi desenvolvida no segundo semestre de 2017, no âmbito do projeto Laboratório de Investigações Matemáticas (LIM), em parceria com o Programa de Pós-Graduação Mestrado em Ensino (PPGMAE) da Universidade Federal do Pampa, campus Bagé. O objetivo do projeto, com a análise desses documentos, é verificar a possibilidade de desenvolver, nessas duas escolas, um trabalho pontual de pesquisa na perspectiva da EMC, que se constituiu a partir de preocupações decorrentes da natureza crítica da Educação Matemática. Nesse sentido, a problemática que se apresenta é que não podemos colocar em risco a possibilidade de levar para as instituições em questão uma investigação, em nível de mestrado, que não seja concernente às filosofias e concepções pedagógicas defendidas nessas escolas. Nessa intenção, analisamos os PPP(s) de duas instituições públicas estaduais de Educação Básica, uma em atuação em uma região rural, e outra urbana, em cidades da Região da Campanha, no estado do Rio Grande de Sul. Para facilitar a apresentação dos dados e resultados de análise, as escolas serão identificadas pelas siglas ER (escola rural) e EU (escola urbana). Ambas as instituições atendem aos níveis e modalidade da Educação Básica: Ensino Fundamental, Médio e Educação de Jovens e Adultos. A partir de aspectos da EMC desenvolvemos a análise dos PPP das escolas ER e EU, considerando para esse fim as seguintes unidades: i) Filosofia; ii) Concepção e iii) Método. A partir das discussões realizadas, encontramos pistas para a viabilidade do desenvolvimento de nosso estudo. As duas instituições estudadas destacam em seus documentos o compromisso com a constituição da escola como um ambiente emancipatório, um espaço democrático de respeito às diversidades culturais e empenhado com as causas sociais. Estas são questões que confirmam as referidas instituições, como cenários propícios para práticas educacionais que contemplem os princípios de uma Educação Matemática Crítica..

(2) Palavras-chave: Educação Matemática Crítica; Projeto Político Pedagógico; Investigação Matemática. Modalidade de Participação: Pesquisador. EDUCAÇAO MATEMÁTICA CRÍTICA: POSSIBILIDADES DE UMA INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA 1 Aluno de pós-graduação. [email protected]. Autor principal 2 Aluno de pós-graduação. [email protected]. Co-autor 3 Docente. [email protected]. Co-autor. Anais do 9º SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - SIEPE Universidade Federal do Pampa | Santana do Livramento, 21 a 23 de novembro de 2017.

(3) EDUCAÇAO MATEMÁTICA CRÍTICA: POSSIBILIDADES DE UMA INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA 1. INTRODUÇÃO Apresentamos neste trabalho uma análise documental desenvolvida sob a perspectiva da Educação Matemática Crítica (EMC) a partir dos Projetos Político Pedagógicos (PPP) de duas instituições de ensino de Educação Básica da Região da Campanha, RS. A pesquisa foi desenvolvida no segundo semestre de 2017, no âmbito do projeto Laboratório de Investigações Matemáticas, em parceria com o Programa de Pós-Graduação Mestrado Acadêmico em Ensino (PPGMAE) da Universidade Federal do Pampa, campus Bagé. Deste estudo participam uma docente do programa e do Curso de Matemática-Licenciatura e duas discentes do PPGMAE. O objetivo da equipe, com a análise desses documentos, é verificar a possibilidade de desenvolver, nessas duas escolas, um trabalho pontual de pesquisa na perspectiva da EMC. Nesse sentido, a problemática que se apresenta é que não podemos colocar em risco a possibilidade de levar para as instituições em questão uma investigação, em nível de mestrado, que não seja concernente às filosofias e concepções pedagógicas defendidas nessas escolas. A Educação Matemática Crítica na visão de Skovsmose (2007) não deve ser entendida como um ramo da Educação Matemática e nem como uma metodologia de sala de aula. A EMC se constituiu a partir de preocupações decorrentes da natureza crítica da Educação Matemática, que pressupõe um ensino que prioriza a dimensão crítica do conhecimento, de forma que os estudantes sejam capazes de se posicionar criticamente frente à sociedade em que estão inseridos. Para Skovsmose (2001, p.18), a EMC enfatiza o diálogo e o envolvimento dos alunos no processo educacional. Segundo esse autor ³(...) é inaceitável que o professor (apenas) tenha um papel decisivR H SUHVFULWLYR´ Essa relação de colaboração favorece a instituição de um ambiente democrático de compreensão do mundo e da sociedade, de modo a constituir estudantes reflexivos e participativos nas questões sociais. Desse modo, a EMC se liga aos diferentes papeis que a Educação Matemática poderia desempenhar, quer seja estratificadora, selecionadora, determinadora e geradora de inclusões e exclusões. A EMC deve preocupar-se com o que está ocorrendo em cada escola; pois de fato que tipo de oportunidades aos estudantes esses espaços oferecem; questionando assim, tanto as questões educacionais superiores quanto básicas, sendo igualmente importante perguntar o que poderia significar o ensino da matemática aos potencialmente excluídos. Nesse contexto, buscamos nos inteirar dos PPP de duas intuições públicas estaduais de Educação Básica da região da campanha, a fim de identificar se a Educação Matemática Crítica poderia ocupar um espaço relevante aos processos educacionais contemplados nos documentos oficiais das duas instituições; e assim, ratificar nosso objetivo principal com esse trabalho, de posicionar a EMC como pano de fundo para investigações no âmbito do ensino e aprendizagem da Matemática em um projeto educacional pontual direcionado especificamente para essas duas realidades educacionais..

(4) 2. METODOLOGIA Como metodologia da pesquisa, optamos por uma abordagem qualitativa, que segundo Bogdan e Biklen (1994) tem o objetivo de trabalhar a descrição, a interpretação e a busca de significados atribuídos aos fatos observados, propondose o pesquisador, a compreender e interpretar as informações de que dispõe a partir dos dados coletados pelas técnicas determinadas. Como técnica nessa abordagem qualitativa, recorremos à análise documental, considerada o tratamento do conteúdo de forma a apresentá-lo diferentemente do original, facilitando sua consulta e referência. Desse modo, essa análise tem por objetivo dar forma conveniente e representar de outro modo a informação disposta pelos documentos das escolas. Dentre os diferentes métodos de análise documental, embora sejam frequentemente utilizadas, a análise de narrativas e a análise etnográfica, optamos pela análise de conteúdo (BARDIN,1997). Assim, para esta pesquisa, apresentamos uma análise documental dos PPP das duas escolas investigadas, com ênfase na análise de conteúdo. Nessa intenção, analisamos os PPP de duas instituições públicas estaduais de Educação Básica, uma em atuação em área rural, uma escola de assentamento; e outra em área urbana. As escolas estão situadas em duas cidades da Região da Campanha, no estado do Rio Grande de Sul, portanto atendem diferentes perfis de estudantes, no tocante ao fator social, cultural e econômico. Para resguardar o sigilo da pesquisa e facilitar a apresentação dos dados e resultados da análise, as escolas serão identificadas pelas siglas ER (escola rural) e EU (escola urbana) e seus Projetos Político Pedagógicos, respectivamente, (PPP-ER, 2017) e (PPP-EU, 2017). Ambas as instituições atendem aos níveis e modalidade da Educação Básica: Ensino Fundamental, Médio e Educação de Jovens e Adultos. Especificamente para essa investigação inicial nas duas realidades, optamos por definir três unidades de análise, descritas como i) Filosofia; ii) Concepção; iii) e Método. A unidade ³Filosofia´ QRV DSUHVHQWD os pressupostos filosóficos que as escolas tomam como ponto de partida para o que consideram fundamental em suas Do}HV HGXFDWLYDV $ XQLGDGH ³&RQFHSomR´ LQHUHQWH j )LORVRILD DSUHVHQWD-nos como as escolas investigadas concebem a sociedade e a partir desta visão procuram desempenhar a prática de VXDV Do}HV $ XQLGDGH ³0pWRGR´ nos apresenta as diretrizes pedagógicas das duas escolas. Ao analisar esses documentos buscaremos pistas para a viabilidade de desenvolver nessas realidades uma investigação matemática pautada pelo compromisso com a EMC. A seguir, apresentaremos nossos resultados e discussões encadeadas a partir das unidades acima mencionadas. 3. RESULTADOS e DISCUSSÃO A partir de aspectos da Educação Matemática Crítica desenvolvemos a análise dos documentos das escolas ER e EU, mais especificamente, dos Projetos Político Pedagógicos dessas escolas. Buscamos identificar se estes documentos pressupõem aspectos que possibilitam abordagens de ensino na perspectiva da EMC, uma vez que, temos a pretensão de desenvolver pesquisas nessa temática nas duas instituições. Para este estudo estabelecemos as seguintes unidades de análise: i) Filosofia; ii) Concepção e iii) Método. Em cada uma dessas unidades queremos verificar nos documentos se há indícios de que a EMC possa fazer parte das intenções educacionais de ambas as instituições..

(5) 3.1 Quanto à Filosofia Em sua filosofia, a escola rural aborda questões que parecem corroborar para as concepções de EMC estabelecidas por Skovsmose (2001), pois em relação aos seus princípios filosóficos admitem a: Educação para transformação social; Educação para o trabalho do meio na qual está inserido (assentamento) e a cooperação; Educação voltada para várias dimensões de pessoa humanistas; Educação com um processo permanente de formação e transformação humana, compreender a escola como um espaço emancipatório e como um território fecundo de construção da democracia e da solidariedade. (PPP-ER, 2017, p.4). Essas questões estão diretamente relacionadas à EMC, principalmente quando se referem à educação para transformação social e formação humana, sendo a escola um ambiente emancipatório de construção da democracia, são esses aspectos, fundamentalmente sociais e voltados para um ensino e educação como parte de um processo de democratização. Nesse sentido, é possível pensar em uma Educação Matemática para a justiça social, para o empowerment dos estudantes, ou seja, o ensino da matemática pode representar uma racionalidade capaz de servir a interesses muito diversos, inclusive servir a neutralizar qualquer forma de adestramento. A escola urbana aponta o seu comprometimento com ³ R VHU R FRQKHFHU H o fazer´ 333-EU, 2017, p. 8). Com essa filosofia a escola tem como princípio educativo promover o compromisso de fomentar indivíduos capazes da construção do conhecimento, assim: Ao construirmos o nosso Projeto Político Pedagógico levamos em conta a realidade da escola, observando e investigando sua comunidade escolar, corpo docente e discente, com objetivo de garantir a participação de todos que atuam promovendo a discussão do processo pedagógico na visão do ensinar, aprender, pesquisar e avaliar. (PPP-EU, 2017, p. 8).. Podemos admitir que a preocupação da EU em encontrar, por meio de diálogo e reflexão, junto a sua comunidade, mecanismos de ensino que contribuam diretamente aos indivíduos que convivem sob sua égide, possa existir e, nesse sentido, Skovsmose (2007) comenta sobre o quadro sociopolítico da educação matemática como uma competência que deveria ser associada com educação matemática e os estudantes na cooperação para o estabelecimento de uma EMC. 3.2 Quanto à Concepção Na seção Concepção, destacamos alguns aspectos relacionados à concepção de sociedade, de homem de educação e de conhecimento. O PPP da escola ER faz menção às importantes mudanças que vem ocorrendo na sociedade contemporânea e ressalta a necessidade de se repensar o currículo no sentido de atingir uma interdependência entre os diversos campos de conhecimento. O documento resVDOWD TXH R FXUUtFXOR LQWHUGLVFLSOLQDU ³(...) resgata a inteireza do ser, do saber e do trabalho em parceria; e expressa a sociedade que queremos, com uma cultura de paz e de desenvolvimento humano, ou seja, a VRFLHGDGH TXH VH TXHU FRQVWUXLU´ PPP-ER, 2017, p.5). Nesse sentido, evidencia a necessidade de repensar o currículo escolar no âmbito de uma proposta interdisciplinar, tendo em vista a complexidade e a rapidez das transformações presentes em toda a esfera social..

(6) O conceito de interdisciplinaridade, constantemente abordado em (PPP-ER, 2017), é mencionado por Skovsmose (2001) como uma das formas como a Educação Crítica tem se manifestado. O autor destaca que a tematização é uma estratégia para a Educação Matemática Crítica e através dessa abordagem é possível integrar assuntos escolares diferentes e eliminar as demarcações entre as disciplinas. Segundo (PPP-EU, 2017), o homem é um ser inacabado, submetido a uma rápida transformação econômica e tecnológica. Em contrapartida, os avanços na cultura e educação seguem de forma bastante lenta. O documento aponta que a sociedade parece esperar que a educação faça a linha de frente contra as exclusões, contribuindo diretamente na formação da cidadania. A sociedade brasileira busca demandar uma educação de qualidade, que garanta aprendizagens essenciais para a formação de cidadãos autônomos, críticos e participativos, capazes de atuar com competência, dignidade, solidariedade e responsabilidade na sociedade em que vive e na qual esperam ver e ser atendidas suas necessidades individuais, coletivas, sociais, políticas e econômicas. (PPP-EU, 2017, p. 18).. Na concepção educação, ressaltam que a ³ « identidade social é produzida histórica e socialmente e não apenas no interior da escola, mas no contexto de processos SHGDJyJLFRV H IRUPDWLYRV PDLV DPSORV ´ 333-EU, 2017, p.18). Assim, os contextos social e cultural são tomados como referências para o trabalho pedagógico e permitem um currículo crítico e capaz de transformação social. Segundo o documento da escola, o indivíduo que acumula conhecimentos com significação, busca conscientizar a comunidade escolar para uma sociedade melhor e de qualidade. Para Skovsmose (2007, p. 76), de modo geral, a EMC se relaciona com o desenvolvimento de competências da matemacia, possibLOLWDQGR D XP ³ LQGLYtGXR ultrapassar as limitações que uma situação sociopolítica impôs a um grupo de pessoas´. Assim, a EMC poderia ser orientada às competências para as quais a educação matemática possa dar suporte na formação para a cidadania. 3.3 Quanto ao Método De acordo com (PPP-ER, 2017), ao tratar do Ensino Fundamental, o documento estabelece uma diretriz pedagógica voltada para a relação entre aluno e objeto de conhecimento, na qual o professor assume a função de mediador. Salienta também a concepção de aprendizagem significativa, a valorização dos conhecimentos prévios e a interdisciplinaridade. Em relação ao Ensino Médio, o documento estabelece que a escola deva levar em conta a prática social e a teoria, a fim de contribuir para uma ação transformadora da realidade; assim como, possibilitar ao educando o desenvolvimento da autonomia e do pensamento crítico, ao preparar para o trabalho e consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental. Para tanto, o documento faz menção a três metodologias: a Interdisciplinaridade, a Pesquisa Pedagogicamente Estruturada e a Elaboração de Projetos Vivenciais. Aspectos da interdisciplinaridade também são evidenciados no (PPP-EU, 2017, p.30), e nesse sentido, destacam a pesquisa, o trabalho como princípios educativos integrados e a elaboração de projetos, levando em conta a ³ formação de sujeitos pesquisadores, críticos e reflexivos no cotidiano da escola, oportunizando a apropriação adequada da realidade, projetando possibilidades de intervenção.

(7) potencializada pela investigaçãR H SHOD UHVSRQVDELOLGDGH pWLFD´ QD SDUWLFLSDomR DWLYD de projetos de vida e sociedade. A nosso ver, ambos os PPP nos apresentam campos férteis para o desenvolvimento de pesquisas na perspectiva da EMC, uma vez que admitem a realização de projetos que tenham como princípio a formação de sujeitos críticos e reflexivos. Esses são também conceitos básicos nos estudos de Skovsmose (2001; 2007), pois, representam possibilidades do desenvolvimento de propostas de ensino e/ou aprendizagens voltadas a situações que permitam uma maior apropriação da realidade, que considerem problemas sociais objetivamente existentes. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir das discussões realizadas nessa pesquisa, salientamos que encontramos pistas para a viabilidade do desenvolvimento de pesquisas amparadas no conceito de Educação Matemática Crítica nas escolas investigadas. A pesquisa desenvolvida mostrou que os Projetos Político Pedagógicos das duas escolas contemplam, nas unidades consideradas na análise, aspectos inerentes à Educação Matemática Crítica. Ambas as escolas, embora de realidades muito distintas, apresentam em comum a preocupação com a formação integral dos estudantes e a formação para a cidadania. Aspectos como a valorização do ambiente em que a instituição está inserida, o empenho em formar estudantes comprometidos com questões da sociedade, sujeitos ativos, críticos e reflexivos surgiram em seus discursos. Esses aspectos estão presentes nos ideais de uma EMC, ao considerar que as condições básicas para a obtenção do conhecimento, deveriam ser pautadas na relevância: dos problemas sociais; das formas de desigualdades; de uma educação como força social e progressivamente ativa. As duas instituições estudadas destacam em seus documentos o compromisso com a constituição da escola como um ambiente emancipatório, um espaço democrático de respeito às diversidades culturais e empenhado com as causas sociais. Estas são questões que confirmam as referidas instituições, como cenários propícios para práticas educacionais que contemplem os princípios de uma Educação Matemática Crítica. 5. REFERÊNCIAS BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Tradução: Luís A. Reto e Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70, 1997. 231p. BOGDAN, R.; BIKLEN, S. K. Investigação Qualitativa em Educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Tradução: Maria J. S. Santos e Telmo M. Batista. Porto: Porto Editora, 1994. 335p. SKOVSMOSE, O. Educação Crítica: Incertezas, Matemática, Responsabilidade. Tradução: Maria A. V. Bicudo. São Paulo: Cortez, 2007. 304p. ______. Educação Matemática Crítica: Uma questão de democracia. Tradução: Abgail Lins e Jussara de L. Araújo. 1 ed. São Paulo: Papirus, 2001. 161p..

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