• No se han encontrado resultados

Produzca en su finca, la enfermedad lechosa que controla el morrongo

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2020

Share "Produzca en su finca, la enfermedad lechosa que controla el morrongo"

Copied!
20
0
0

Texto completo

(1)q /-'^ 2. 7q. Ante el oumenlode la problemático fitosanttoriocousodapor la chizoy lo pora lo dif icultod su monejoeficientepor los métodosfrodicionoles, CORPOICA, Colombiono de InvesfigociónAgropecuario, Corporoción Regionaf Cuolroy el ProgromoNocionolde Tronsferenciade Tecnología PRONATTA,se unieronporo odelontorociividodesque Agropecuoria, y esfoblecermetodologías de los permitieron de producción desorrollor príncipolescomponent¿s del confrol biológicode la chizo, ojusfor y volidor tecnologíosparo su opl¡cociónen fincos de ogricultoresy promoversu odopción. de Losestudiosreolizodostuvieronlo porticipoción los y instiÍuciones de sector¿s ogropecuorio educotivo. div¿rsos. t. porticipotivos, oplicodos Graciosol esfue?zoconjunfoy o los metodologíos comoen lo fronsferenciode tecnologío, se logró fonfo en lo investigoción unoolfo odopciónpor porte de productoresde losfécnicosrecomendodos porael menejode la chizo,yo quefueron evoluodos en sus veredosy con octivo. su porticipoción y PRONATTApresentonfos posospora lo En esfo cartillo, CORPOTCA en lo ortesonol multiplicoción finco del productor,de lo Enfermedod Lechosode lo chizo,morrongoo mojojoy;éste fue el ogenlede control bio/ógicoque mós impoctóol compesinode esla zona productivc de y en el quemósconfioron biológico Antioquio comometodologío o usor. es útil poro todos oquelloslugoresde Colombioen Dicho mefodologío de importoncio económico. dondelo chizosecunproblemo Sdibio CérreoPeléez DinectorRegionol. I I \. a^Fh^;rÉñ .-&.. J. I. 1 { 1. i. I i. 1 1 I. {. 1. .rri**r _;.

(2) L o C o r p o r o c i ó n C o l o m b i o n o d e I n v e s t i g o c i ó nA g r o p e c u o r i o , C o r p o i c o , c o n l r i b u y eo l b i e n e s t o rd e l o p o b l o c i ó nc o l o m b i o n om e d i o n i el o g e n e r o c i ó ny t r o n s f r e n c i od e t e c n o l o g í o sp, o r o h a c e r m ó s r e n t o b l ey e f i c i e n t el o p r o d u c c i ó n o g r o p e c u o r i on o c i o n o l ,c o n c r i l e r i o sd e c o m p e t i t i v i d o de, q u i d o d ,s o s t e n i b i l i d o d y d e s o r r o l l oc i e n t í f i c oy t e c n o l ó g i c o .. TONDOÑO, M.E.; GIRAIDO, R,; ARANGO, J.' RíOS, A. Y GIRAIDO, 2 O O l . P r o d u z c oe n s u f i n c o , l o e n f e r m e d o dl e c h o s oq u e c o n l r o l o e l G. " m o r r o n g o " . C o r p o r o c i ó n C o l o m b i o n o i g l ¡ v e s t i g o c i ó nA g r o p e c u o r i o , C o r p o i c o , R e g i o n o l C u o l r o . C e n l r o d e i n v e s t i g o c i ó n" L o S e l v o " . R i o n e g r o , A n t i o q u i o ,C o l o m b i o .C o r t i l l oi l u s i r o d o1 . 2 0 p ó g i n o s .. -l. i. ;. ng r o p e c u o r i o , U n o p u b l i c o c í ó nd e l o C o r p o r o c i ó nC o l o m b i o n od e i n v e s t i g o c i óA P r o g r o m o Nocionol de c o n e l Corpoico, Regionol Cuolro, en convenio T r o n s f e r e n c idoe T e c n o l o g í A o g r o p e c u o r i oP , ronotto-. i oe T e c n o l o g í o C o o r d i n o c i ó n : P r o g r o m oR e g i o n odl e T r o n s f e r e n c d E d i c i ó n : J o o q u i nE m i l i oO u ¡ r ó sD ó v i l o D i b u i o y d i o g r o m o c i ó n : t e o n d r o A . G o n z á l e z- J u l i e d w o rA l v o r e z C ó d i g o : 3 . 3 .L 0 ¿ . 3 2 . 0 1 P r e p r e n s o d i g i r o l : P r e c o l o rD ¡ 9 i l o lL l d o . 5 1 23 l 3 l I m p r e s i ó n : l m p r e s o sB e g ó n L t d o . 2 9 1 4 4 4 4 Eiemplores:3.000 M e d e l l i n . i ul i o d e 2 0 0 1.

(3) Le cuentoque codovez tne gusfo nds esto, don No veo lo horo d¿ emp¿zor. iQué nds le foltc por contdfme,queguieroif p¡onto a montormi crÍo y o enseñoro mís híjos y mi nujer?. I i. r'. Debereemplozorlos tnorrongos por mu€rtoso desoporecidos, oporentementesonos,en morpo¡lgos igualconfidod. A pcrtir de este homento,codoochodíos revisocuidcdosonente su poncherq, dnotoel con númerode huertos y los reemplozo sonos,hostogue lo sumode los llegueo 100. desoponecidos. su unidodde críode lo Eneste momento, Enferm¿dod L¿chosoestó listo poroser usodo.Lo tierra debeser movidotoro mezclorbíenlo bocterio.Lo contidodproducidapor poncherolo puedereportir en lq lierro de su 30 s¡tiosde siernbro.De este modo.ustedvo colonizondo finca y le vo hqciendolo vidodificil ol morrongo. éEntonces ustedrn¿ que voyo ocohSeJo cogiendolote por lote y lo voyacolonizondo conlo boctería,parode ese modoir librondoel lote de esta ploga,don Abelordo?. Asíes donMiguel.Le recomiendo tombién,yo guesu finco es en lomo, queenpiecepor lo port¿ de orribo del lote,de tof moneroguesi llueve suliciente, la bacterio voyobojondoen lo montaño.Por esoel trobqio debe ser continuo.. i .j.

(4) 5 í d o nM i g u e l E . s q u es e m e o l v r d c b d o e c i r l eg u ec u q n d ou n m o r r o n g os ¿ v u e l v ¿ l e c h o s os,e h i n c h ot o n t o c o n l o c o n t i d o dd e b a c t e r i o sq u es e o c u m u l oenn l o songre,quz finolrn¿nt¿se reviento.Cuondoésto poso,lo tienro se le pegoo lo h o s og e l o l i n o sgc u ee s t o l l qd e n t r od e l h o r r o n g oy ¿ s d i f i c i l e n c o n t r o rl o s ¡ o < + a <A o t . , , c " " ^ e u e d o c o m p l ¿ t o m ¿ n"t c¿o m ulfo d o ' , c o nI o t i ¿ r r a.

(5)

(6) Cor¡ole veniadiciendo,hoyinstituciones comoCORPOICA, conlo qyudode otros quetienencomomisiónestudiqrlos problemos entidodescomo¿l PRONATTA, quese les presentono loso9rícuftores y ganadaros. Sonlosfécnicosde ¿sos institucion¿s los ouetraton por todoslos m¿diosde encontrorformosporo¿l monejode los plogasgu¿seonborotosy frícilesde oplicor.. PeroveodonAbelordoque coneste métodode controldel morrongono se contominon lossuelos, ni el agua,ni la comida. Estosí queme estó gustondohorto.. Esoes unocuolidodmósdel de s¿r método,gueod¿mrís borato,no contomina. Es un oroductode lo mismotierro queol oumantorlo oyudoo combot¡rlo ago.. Bu¿nopreguntodonMiguel. Ahí le vo lo resou¿sto:. |. -r. b^9.. Y ...iCómo sé cudndo estólisro¡o d¿ crío de Io Enf¿rmedod oonch¿ro poroser oplicodacono Lechoso, rnétodode control, don Abelordo?.

(7) los d¿sembrorlassemillos, Después 'lopohostosolocubrirlas que Püro no guedenmuyenterrcdos.. Riega mode.ddqm¿nte lo ponchero con aguocotr tenle , sin inundor,. J.

(8) Brendon Abelcrdo,yo le comprendí. Cuondoconsigoios 20 lorvos apor¿ni¿mente sdnds,loscoloco¿n lo ponchero. cCanquésigo?. Pues,los topo cohun p o c od e t r e r r o . P e r o n o. ."r,''. ilen¿d¿l f odo lo poncherodonMiguel,que todoviofolto un poco.. -l. -l. (. Listo don Abelordo: entiendogue llevomos la ires como en Ponchero cudntosde llena, Conrrectodon Miguel.Entoncesle de riegapor encimados cuchorodiios semillade trigo o de posfoRoigrós o los Estosplontosle propíciarón ios roíc¿ssuficient¿sporo morrongos quese olimenieny se comonde poso lo bocterio.Lo ideoes gue los se enfermenconlo morrongos EnfenmedqdLechosoy no se mueron de otrc coso-Por eso, usted debe trotor/osbienparogueosí pueda criar Io enfenm¿dod..

(9) L.

(10) Hostopuedo Eso¿sfdcomofócildonAbelordo. ponermisrnuchschos o quese enlretengon y asíhosto buscondo lechosos" "morrongos pono conseoui¡nos rnós nontor 10o 20 p0nc neroso¿ crro-. ¡tq. \ J./.

(11)

(12) ft.

(13) eq Dígomedon Miguel..

(14) Hober.donAbelordo. éAsi quelo del morrongo Enfermedad Lechoso es cousodo oor unobocterio? unpocontís. Explígueme. donMiguel.Como exociomenfe l¿ ibodiciendo... cuondolo bocterioinvodelo songredel ínsecto, ¿l morrongo sevuelve |nuybloncoy frío.. Ahl Y, clgo muy ihportonte; lo songredel tnorrongoinvodido por lo bocterio tombiénse vuelveblanco.. don Abefordo. lCómo hace. usfed poroverle lo songreol Puesmuysencillodon Miguel,vengole explico. Cojoun morrongoenJrelos dedos,le corto um potoconlo oyudode lo uño; lo borrigoy luegole presiono suovement¿ pocode hogo solir un eso monero le de por poto. lo songre.

(15) S¿ncillodonMiguel.Ustedescorbolo f ierro y cuondove un morrongo mésbloncogue todos,comocononemio, frío y algoblondito, póngole la jirmo,guetienelo Enfermedod. Pero...éCómole coe lo EnfermedodLechoso. Pues,lostécnicosde CORPOICA, SENAy lo UMATA,noshon enseñodo en lo ve?edo,quelo EnfermedodLechosaes cousodo por unobocterioqueestó en el suelo.Cuondo el morrongose comefosroícesuntodoscon lo bocterio. entoncesésta entra ol intestinodel gusono, se multiplicopor millones,hostotol puntoqu¿ posoo lo songredel insecto, rompeel intest¡nodel morrongo.Después, produciéndole unoinfeccióny luegola muerte..

(16) Pu¿s,sonbccteriosy hongos gr.:eenfermono Josmorrongcs y l e s h o c e nl c v r d qd r f í cr l , comolo lol Fnferm¿c,:dLe-choso q u eh c yp o r o h íy e l h o n g cv e r d e .. C ó m oo s i d o n A b e l o r d o ; hóbJem¿ d¿ esoenferm¿dodl. V e od o n M r g u e l : v¿r |.]ncchrzo o norrongo ccn lc en l "nf o f "rm"daó n c c ,e s d e l o mds ¿mocrononfe, n, a< ¡1,¡ ndn <+oA <D )^ +^^-. s o D ¿q u e l, t e n e I- c^1".'^¡. --.^. combctr ¿so p " o p r of r n c a iCómose distingueel rnorron_co cuoñdoti¿n¿eso Er'.fermedaC L e c h o s cq u e u s t ¿ Ca i c e , don Abeloroo?. J1--"_.

(17)

(18)

(19) I \ i \. 1 I. I l;: I. i I.

(20) iNo cree gueya puedeir o busccr morrongosconlo EnfermedodLechoso y reproducireste métodode control en. supropio fincaZ. I. Claroquesi, don Abelordo.No sobecuónto me olegrohobérmelotopodohoy.Estoy tqn. conusted.Definifivonenie,ésfe carodecido es mi díode suerle..

(21)

Referencias

Documento similar

Así es como, mediante el orden de los libros, podemos relacionar la biblioteca del caballero don Quijote de la Mancha, que debe de coincidir en gran parte con la de Miguel de

Y, fundamentalmente, se olvida que todo ser humano es persona desde la concepción tanto en el seno materno o fuera de él, como lo establece la Convención

En el estudio se analizaron las expectativa tanto de PVEC como de médicos, así como el grado en que los médicos involucran a sus pacientes en la TDC dentro del marco conceptual

El texto de Otto Rank sobre el doble ( El Doble y Don Juan ) tiene el doble mérito de ahondar en la psicopatología del fenómeno y en su revelación como uno de los

lo necesario acerca del riesgo de TVP, como la permanencia prolongada en posición de sentada, además de que debe estimularlas para que participen en actividades como caminatas

También se está investigando tanto la obtención de harinas de trigo con menor contenido en gluten tóxico para los celíacos como el desarrollo de moduladores de la

Este trabajo tuvo como finalidad estudiar el comportamiento productivo y el desarrollo vegetativo de la lechosa (Carica papaya L) en dos variantes del sistema de riego localizado y

Asimismo , EL BANCO expresamente reconoce que ni él , ni ninguno de sus funcionarios o empleados serán considerados de manera alguna como trabajadores de LA UNIVERSIDAD en virtud de