PDF superior Políticas lingüísticas e o ensino de língua portuguesa

Políticas lingüísticas e o ensino de língua portuguesa

Políticas lingüísticas e o ensino de língua portuguesa

Num primeiro momento, temos em Calvet (1996) a concepção de Política Linguística como uma relação imposta pelo Estado a um determinado povo. Dessa maneira, o primeiro passo seria o de estabelecer uma planificação linguística de modo que uma maioria fosse obrigada a adotar a língua de uma minoria, pois, ainda segundo o autor, é o poder político que privilegia esta ou aquela língua, quando de sua imposição a uma comunidade. Entendamos por planificação linguística, ainda, as intervenções sobre as línguas, no que se refere à promoção de línguas, isto é, a criação de programas de revitalização, manutenção, escrituralização, criação de escolas bilíngues e de legislação específica para a questão das línguas, estando aí atrelada a questão dos direitos e do patrimônio linguístico.
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Uma interface Interacionista e Reflexiva do Ensino de Língua Portuguesa sob a Luz de Vygotsky e Habermas

Uma interface Interacionista e Reflexiva do Ensino de Língua Portuguesa sob a Luz de Vygotsky e Habermas

Muitos professores de Língua Portuguesa não utilizam de maneira produtiva a interação, o diálogo com seus alunos a fim de proporcionar a estes a possibilidade de comunicação, e fazer com que os mesmos possam se expressar, defendendo seus pontos de vista, partilhando, ou mesmo construindo com seus colegas o próprio conhecimento. Esta lacuna parece existir nas ações dos professores de Língua Portuguesa e é um dos motivos que deu origem a este trabalho de pesquisa. Este estudo tem como objetivo verificar como o professor de Língua Portuguesa utiliza as ações pedagógicas de interação e reflexão como melhoria no processo de ensino aprendizagem.
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O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA FOCADO NA ORALIDADE E ESCRITA FORMAL A PARTIR DE TECNOLOGIAS

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA FOCADO NA ORALIDADE E ESCRITA FORMAL A PARTIR DE TECNOLOGIAS

Outro ponto positivo nos resultados foi a utilização de tecnologia para o desenvolvimento das atividades propostas no projeto. A cibercultura está cada vez mais presente na vida cotidiana dos alunos e a escola não pode mais fechar os olhos para esse fato. Caso contrário a escola/ensino se tornará retrógada(o), um lugar que não atende mais as demandas da comunidade/sociedade. Dessa forma deixa de ser algo que faça sentido para os indíviduos/alunos. Ainda que saibamos o quanto a utilização de tecnologia, em algumas escolas, se torna difícil devemos todos começar a fazer a diferença e aos poucos ir mudando essa realidade que nos rodeia para que haja uma transformação efetiva na educação. A partir de todas as investigações e reflexões, após a aplicação deste projeto piloto, a pesquisa continuará sendo direcionada para a cibercultura no ensino de língua portuguesa. Isso se deve ao fato de que os alunos responderam satisfatoriamente aos objetivos propostos quando, junto ao conteúdo a ser desenvolvido, envolvia as tecnologias, TXH p R ³PXQGR´ R TXDO HVWmR LQVHULGRV 2 IDWR GRV GLVFHQWHV UHVSRQGHUHP GH maneira satisfatória é um fator motivador para o educador porque percebe resultado no desenvolvimento das suas aulas. Nesse sentido, o trabalho poderá render bons frutos tanto profissionalmente como academicamente.
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A ABORDAGEM DOS CONCEITOS DE ADEQUAÇÃO E INADEQUAÇÃO LINGUÍSTICA NOS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

A ABORDAGEM DOS CONCEITOS DE ADEQUAÇÃO E INADEQUAÇÃO LINGUÍSTICA NOS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

O presente trabalho é parte do projeto de pesquisa "Variação Linguística: descrição, ensino e formação de professores", que tem a sociolinguística como principal fundamentação teórica. A sociolinguística busca entender a variação linguística, procurando conhecer os fenômenos linguísticos que levam à ocorrência de inúmeras variantes. A variação linguística é um fato vivo em qualquer língua, dessa forma é papel da escola e, principalmente, das aulas de língua portuguesa trazer suporte para que sejam compreensíveis os seus fenômenos. Sendo responsabilidade da escola, também passa a estar a cargo do livro didático. O livro didático contribui para o trabalho do professor e tende a auxiliar no processo de ensino e aprendizado dos alunos, fazendo-se de relevância tratar desse tema e analisar um dos instrumentos de trabalho do docente. O objetivo do trabalho é analisar a discussão referente aos conceitos de adequação e inadequação linguística que aparece em livros didáticos de língua portuguesa. Para tal, foi feita a análise de um livro didático do 6° ano do ensino fundamental e do 3° ano do ensino médio, os dois aprovados pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e disponíveis na rede pública de ensino no município de Bagé, no Rio Grande do Sul. A partir da leitura na íntegra dos dois livros, foi observado que ambos apresentam algumas lacunas, porém mostram o trabalho com o texto e tentam atender às particularidades da variação linguística. O necessário seriam exercícios que mostrassem a variação linguística em uso, proporcionando uma maior compreensão sobre o contínuo de monitoração estilística (BORTONI-RICARDO, 2004). A necessidade de um referencial teórico mais claro para os autores dos livros também se torna gritante, já que em vários pontos os conceitos de adequação e inadequação linguística não são abordados de forma satisfatória. Os resultados apresentados são parciais, pois o projeto ainda está em andamento. Como prosseguimento da pesquisa, outros livros didáticos serão analisados, com a atenção voltada à sociolinguística e à variação linguística.
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II Jornadas Internacionales “Descobrindo Culturas em Língua Portuguesa”

II Jornadas Internacionales “Descobrindo Culturas em Língua Portuguesa”

de textos, o grau de compromisso individual, a consciência de aquisição de novos conhecimentos, a rentabilidade do trabalho em grupo e o nível de reflexão a partir da informação. O presente projeto inscreve-se na perspectiva de diálogos interculturais já que a aula de PLE é vivenciada como um ambiente de construção de mediação cultural onde a “língua, mais do que objeto de ensino, passa a ser a ponte, a dimensão mediadora entre sujeitos/mundos culturais” (Mendes, 2011: 140). A nossa proposta visa propiciar o debate sobre a Copa no Brasil e suas implicâncias, desde olhares argentinos, criando para nossos alunos instâncias de reflexão e posicionamento diante de discursos ideológicos, socioeconômicos, esportivos, culturais e assim por diante. Com base nos resultados da enquete verificamos que os objetivos que nós nos havíamos proposto ao desenvolver o projeto foram amplamente alcançados pelos alunos, visto que a pesquisa, a análise, a reflexão e a toma de posição a partir de sua visão de mundo propiciaram a interação dialógica e intercultural.
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A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E A COLOCAÇÃO PRONOMINAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E A COLOCAÇÃO PRONOMINAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

2 OLYUR GLGiWLFR XWLOL]DGR QHVWD SHVTXLVD ³9HUHGDV GD 3DODYUD´ SHUWHQFH DR • DQR GR ensino médio e foi publicado pela editora Ática no ano de 2016. Este livro foi aprovado pelo PNLD 2018, 2019 e 2020. Suas autoras são Roberta Hernandes, Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e atualmente professora da rede pública e particular de ensino na cidade de São Paulo, e Vima Lia Martin, Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e atualmente professora do Curso de Letras da USP. O livro se organiza em cinco volumes e vinte capítulos. Para a realização da pesquisa, o livro foi lido na íntegra.
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III Jornadas Internacionales “Descobrindo Culturas em Língua Portuguesa”

III Jornadas Internacionales “Descobrindo Culturas em Língua Portuguesa”

A utilização do texto literário como recurso didático faz parte da nossa proposta de trabalho na aula de PLE; consideramos que a riqueza e complexidade oferecidas por ele contribuem a que possamos incluí-lo dentro das nossas práticas áulicas de formação de professores, em que a reflexão sobre as variadas possibilidades do texto literário está presente. Dentro da produção contemporânea destinada a crianças e jovens o livro-álbum joga importante papel; nele palavra e imagem imbrica-se de maneira tal que a anulação de uma dessas partes constitutivas modificaria absolutamente o relato, deixando-o incompleto. Mas, no caso desse nosso trabalho, é possível explorar um texto literário sem palavras, visando ao estudo de uma língua estrangeira? Qual subsídio dito texto ofereceria ao professor de LE? Consideramos essas narrativas visuais como objetos culturais que demandam outro posicionamento na observação, desde que interpelam o olhar do leitor; a imagem direciona porque coloca em destaque e guia o percurso narrativo, não de forma paralela a um texto escrito, mas é através do visual que traça o rumo da história. O escritor/ilustrador trabalha com uma materialidade que é resultado de uma série de decisões não arbitrárias e em relação com a história que está se contando. Além de lápis de escrever e de cor, crayons, aquarelas, papéis coloridos, a visualidade pode abranger bonecos, tecidos, material reciclado, etc.; nela subjaz o projeto gráfico, no qual se suscitam considerações que têm a ver com a espacialidade da página, o que é narrado em cada uma delas, qual o uso que leva a dobra interna, etc. Tudo isso que requer e interpela uma alfabetização visual necessária. Numa construção de significados dada só pelo código visual, e completada pelo leitor/aluno de PLE, nosso trabalho propõe pensar a construção de narrativas, orais ou escritas, através da visualidade do texto literário como ferramenta de ensino da língua portuguesa. Como proposta de trabalho para levar à sala de aula, pensamos que essas narrativas facilitariam o desenvolvimento da oralidade e também a construção de histórias escritas, segundo qual for o objetivo, possibilitando vivenciar um aspecto lúdico na aprendizagem. Para sustentar esta análise, essa comunicação visará a compartilhar propostas baseadas em algumas narrativas de imagem dos escritores/ilustradores Eva Furnari e Roger Mello; trabalharemos com um pequeno corpus deles e as considerações teóricas de Ricardo Azevedo e Istvanch Schritter, a respeito da imagem; de Silvestri e Augustowsky sobre a especificidade do discurso literário e a experiência da criatividade.
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257 Lee mas

TítuloEducação ambiental nas aulas de língua

TítuloEducação ambiental nas aulas de língua

Ambiental, partindo-se da postulação de que é possível a integração dessas duas áreas. Para isso, abordamos o ensino de Língua Portuguesa, a Educação Ambiental e a interdisciplinaridade. A geração de dados para esta análise se deu através da pesquisa-ação, cujos instrumentos foram observação, aplicação de questionário, conversa gravada, produção de diário de itinerância, elaboração e aplicação de sequências didáticas. Os resultados evidenciam que é possível sim unir Língua Portuguesa e Educação Ambiental, com a prática da interdisciplinaridade, conforme a
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Heterogeneidade linguística: reflexões sobre questão de língua portuguesa na Prova Brasil 2009

Heterogeneidade linguística: reflexões sobre questão de língua portuguesa na Prova Brasil 2009

O caderno da Prova Brasil do Ensino Fundamental (5º ano) aplicado no ano de 2009 foi o corpus observado, com o intuito de buscar propostas de questões que primassem pela reprodução de aspectos especificamente culturais, descartamos aquelas que apresentavam proposta de verificação de aprendizado por meio de conteúdos do currículo básico, visto que o foco desta pesquisa é analisar questões voltadas para o currículo em sua parte diversificada, como definido anteriormente. Selecionamos uma (1) questão de Língua Portuguesa que atendia as características linguísticas necessárias para a análise proposta neste artigo: propor verificação da aprendizagem levando em consideração aspectos culturais, logo, exigindo conhecimento (prévios, experiências culturais) do currículo em sua parte diversificada. A questão selecionada referia-se ao Descritor 3 – I nferir o sentido de uma palavra ou expressão.
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ENTRE AS FRONTEIRAS DE CONSTITUIR SE PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA DA EDUCAÇÃO BÁSICA

ENTRE AS FRONTEIRAS DE CONSTITUIR SE PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA DA EDUCAÇÃO BÁSICA

O objetivo desse texto é apresentar uma reflexão produzida a partir de um componente curricular cursado no primeiro semestre de 2018, denominado Fundamentos de Língua Portuguesa. Ingressar em uma universidade federal é um passo muito grande na vida de um jovem na faixa de 19 anos. O passo torna-se ainda maior ao se encontrar na fronteira entre mudar toda uma concepção de língua/linguagem que a educação básica leva anos para introduzir em nossa formação - postura que é reforçada sem nenhuma culpa pelo senso comum social - e lançar mão de uma outra compreensão diferenciada desse objeto que nos leva pensar para além na sala de aula, mas sim compreender a vida dos sujeitos sociais que vamos formar via linguagem. Pautamo-nos nos estudos bakhtinianos para relfletir sobre as fronteiras do ser, estar e tornar-se professor de língua portuguesa. Rompemos com uma série de pré conceitos e concepções sobre linguagem, professor, aluno, escola, ensino e aprendizagem ao compreendermos que o caminho dialógico é a forma mais ímpar de constituição de nossa subjetividade. Tiramos o "eu" do centro para colocar o "outro", a exemplo da reflexão bakhtiniana. E projetamos o quanto essa mudança de paradigma afeta a escolaridade. O quanto não poderemos fazer pelos sujeitos da educação básica? O quanto esses sujeitos não poderão fazer por nós, professores?
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A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E OS GÊNEROS DISCURSIVOS EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E OS GÊNEROS DISCURSIVOS EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

Um dos livros analisados foi "Português Linguagens", dirigido ao 6º ano do Ensino Fundamental. O livro foi publicado pela editora Saraiva no ano de 2015 e foi aprovado pelo PNLD de 2017, 2018 e 2019. Seus autores são William Cereja, Doutor em Linguística Aplicada e Análise do Discurso pela PUC-SP e professor da rede particular de ensino em São Paulo Capital, e Tereza Cochar, Mestre em Estudos Literários pela Unesp de Araraquara e professora da rede pública de ensino em Araraquara (SP). Todas estas informações sobre os autores foram retiradas do livro didático.
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O ensino de Estudos Sociais no Brasil: da intenção à obrigatoriedade (1930-1970)

O ensino de Estudos Sociais no Brasil: da intenção à obrigatoriedade (1930-1970)

A intenção de se estabelecer nos currículos escolares do ensino básico grandes áreas de estudo em substituição às disciplinas específicas não é nova na educação brasileira. Uma dessas experiências foi desenvolvida pelo CFE durante os anos 1970 por meio da publicação do Parecer nº 853/71, de autoria do Conselheiro Valnir Chagas, que instituiu a Doutrina do Núcleo Comum e estabeleceu as matérias Comunicação e Expressão, Estudos Sociais e Ciências. Essas “grandes linhas” englobavam, respectivamente, o ensino de Língua Portuguesa e Língua Estrangeira, História, Geografia e Organização Social e Política do Brasil (OSPB) e, finalmente, Matemática e Ciências Físicas e Biológicas. É possível identificar certas semelhanças entre as duas proposições – a da década de 1970 e a defendida pelo MEC atualmente. Mais uma vez, o tema “integração dos conteúdos” está em pauta no cenário educacional de nosso país. A tentativa mais antiga e talvez a mais combatida refere-se à integração
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34 Lee mas

TítuloO tratamento dos estrangeirismos nas duas últimas edições do Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora

TítuloO tratamento dos estrangeirismos nas duas últimas edições do Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora

A metodologia utilizada nesta análise baseou-se numa recolha siste- mática dos estrangeirismos presentes nas várias edições do DLP com o fim de elaborar um corpus de estrangeirismos que, acrescido de reco- lhas paralelas noutros dicionários gerais de língua e na imprensa, pu- desse contribuir, de forma significativa, para traçar um retrato fidedig- no do tratamento lexicográf ico dos estrangeirismos no português europeu. Esta recolha sistemática foi fruto de vários anos de trabalho tendo sido elaborada por António Lavouras Lopes aquando da sua prestação como colaborador na equipa que elaborou o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Academia das Ciências).
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TítuloO contributo dos descobrimentos na ampliação vocabular da língua portuguesa

TítuloO contributo dos descobrimentos na ampliação vocabular da língua portuguesa

Hoje em dia, tendo em conta o seu conhecimento implícito, qualquer falante de qualquer língua parece capaz de fazer asserções sobre o vocabulário recentemente importado que utiliza no seu dia-a-dia, sem que seja necessariamente um especia- lista em linguística e muito menos em história da língua. Em relação aos falantes do português, é frequente que estes sejam conscientes do facto de a maior parte do vocabulário relacionado com a informática e todo o vocabulário referente aos des- portos radicais, tão em voga, ter dado entrada há relativamente pouco tempo via inglês. Todos os portugueses que compram um computador pedem que se lhes ins- tale o software, falam de hardware e de CPU (Central Processing Unity) e não de UCP (Unidade Central de Processamento). No que toca aos desportos radicais, todos os anos se realiza em terras lusas uma das provas do campeonato internacio- nal de Surf e do de Windsurf e, na época balnear, os portugueses estão habituados a partilhar as praias não só com os surfistas e wundsurfistas, mas também com os praticantes de bodyboard e a ouvir em certas estações de rádio se o mar está flat ou não. Cada vez mais se pratica, por exemplo, bungee jumping, jumping, rappel, raf- ting, mountain bick ou moto-cross.
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O estudos dos documentos notariais latino portugueses e a história da língua portuguesa

O estudos dos documentos notariais latino portugueses e a história da língua portuguesa

No entonto, a romanicidade dos documentos notaríais nao pode ser dissociada da sua latinidade, pois a consciéncia do vulgar expressáo anacrónica para a época só tinha expressáo possível,[r]

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TítuloQuinientos años de diccionarios en portugués

TítuloQuinientos años de diccionarios en portugués

Jerónimo Cardoso está considerado el primer lexicógrafo del portugués. El primer diccionario luso, el Dictionarium latinolusitanicum & vice versa lusitano latinum data de 1569 (1570). Para ilustrar ciertas palabras latinas, Cardoso introdujo ejemplos ex- traídos de los Adagios de Erasmo de Rotterdam, ejemplos dados en latín con una tra- ducción portuguesa y un posterior comentario en esta misma lengua. Sobre las fuentes en las que se basó Cardoso, nos dice Bajo Pérez (2000: 71-72) al hablar de Nebrija que «la importancia lexicográfica de la obra de Nebrija se aprecia todavía mejor en el hecho de que tanto el Lexicón como el Vocabulario sirvieron de ‘plantilla’ —si pode- mos hablar así— para la creación de nuevas obras bilingües: […] Jerónimo Cardoso publicó en 1569 el Dictionarium Latino Lusitanicum (diccionario latino-luso y luso- latino)», a lo que añade Paul Teyssier (1988: 213), «Cardoso utiliza uma ‘metalingua- gem’ que é interessante analisar para determinar o lugar ocupado por ele no conjunto da lexicografia europeia. Digamos desde já que essa ‘metalinguagem’ lexicográfica foi tirada de Nebrija». Pero no solo el metalenguaje, recordemos que entre 1580 y 1640 reinaron en Portugal tres monarcas españoles Felipe II, Felipe III y Felipe IV, hecho que provocó una época de bilingüismo en las clases cultas, y Cardoso, inmerso en ese momento histórico, tomó como base en su trabajo los diccionarios de Nebrija.
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TítuloMário Vilela e Indgore Villaça Koch, Gramática da Língua Portuguesa

TítuloMário Vilela e Indgore Villaça Koch, Gramática da Língua Portuguesa

en que se recollen as tres partes anunciadas no título, para alén dun amplo capítulo inicial en que se fundamenta a noción de 'gramática': a primeira parte -gramática da palabra- trata d[r]

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A invenção do dicionário brasileiro: transferência tecnológica, discurso literário e sociedade

A invenção do dicionário brasileiro: transferência tecnológica, discurso literário e sociedade

O processo tecnológico seguinte, podemos dizer, foi o de adaptação do instrumento ao espaço brasileiro. Já temos aí bem caracterizado o que consideramos o processo de descolonização linguística, 5 sendo que no presente caso há traços de uma divisão entre língua do colonizador e língua do colonizado, mas sem uma ruptura profunda. O dicionário de Caldas Aulete (Aulete 1881), nesse sentido, corresponde a um limiar entre a tradição portuguesa e a brasileira. Elaborado e publicado pela primeira vez em Portugal, em 1881, esse dicionário teve quatro reedições em terras portuguesas antes de receber uma edição adaptada no Brasil (Nunes 2008). Por meio da Editora Delta, uma nova série dicionarística foi constituída, com edições cada vez mais inseridas na conjuntura brasileira, o que se nota na formação das equipes, na inserção de novas nomenclaturas, nas fontes e nas ilustrações com temas brasileiros.
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14 Lee mas

TítuloPeriodização da língua portuguesa num contexto social: uma conttibuçâo para a Sociolinguística histórica

TítuloPeriodização da língua portuguesa num contexto social: uma conttibuçâo para a Sociolinguística histórica

Diferente se afigura, também, o cenário quatrocentista, na documentação localiza- da a norte e a sul do rio Minho. Com efeito, na documentação privada galega regis- tou-se apenas um exemplo esporádico de síncope e de crase (1426), só voltando a ocorrer a queda de -d- num documento do último ano do século. Porém, no que à zona setentrional do nosso país diz respeito (região minhota), data de 1453 o pri- meiro exemplo encontrado da queda de -d-. Na documentação régia da zona cen- tro-meridional, tudo leva a crer que a partir da década de 20 do século XV a varian- te conservadora caísse em desuso, na língua comum, ficando reservada a algumas zonas geográficas ou circunscrita aos idiolectos de alguns grupos sociais. Tal situação reflecte, portanto, a pressão que os modelos linguístico e gráfico iam exer- cendo sobre os notários ligados à corte bem como a formação de um “dialecto” mais prestigiado, porque socialmente mais cotado. Inequívoco é que a verdadeira “mutação” linguística ocorreu no reinado de D. João I, mais propriamente com a nova corte e a nova nobreza saídas da revolução de 1383-1385. A historiografia do século XV apresenta um mosaico multifacetado, que advém, essencialmente, da heterogeneidade da estrutura social em que as personagens se movem, e que se reflecte, naturalmente, na sua linguagem. É essa análise da linguagem no seu con- texto social que parece não ter sido alheia a Fernão Lopes. À semelhança destas crónicas, também a Crónica do Condestabre e o Cancioneiro Geral provam que, tal como para qualquer fenómeno de mudança e de variação actualmente em curso, é possível traçar para o período medieval algumas coordenadas da Sociolinguística actual, estabelecendo correlações entre os processos linguísticos e os fenómenos sociais como a idade, o sexo, o nível sócio-cultural e o grau de distanciamento social entre os interlocutores. Foi essa correlação que originou, em certos autores, nomeadamente Fernão Lopes, alguns poetas do Cancioneiro Geral e em Gil pelos particípios dos verbos de tema em i. Ora, é muito provável que os factores
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O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA ATRAVÉS DOS MULTILETRAMENTOS: UMA PROPOSTA PARA O ENGAJAMENTO DE ESTUDANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL

O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA ATRAVÉS DOS MULTILETRAMENTOS: UMA PROPOSTA PARA O ENGAJAMENTO DE ESTUDANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL

A análise dos dados gerados buscou avaliar em que medida a Unidade Didática elaborada mobilizou, ao ser desenvolvida, efetivamente os conceitos da Pedagogia dos Multiletramentos, bem com[r]

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