• No se han encontrado resultados

Ocho tesis sobre la crisis del "socialismo real" (Tema central).

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2017

Share "Ocho tesis sobre la crisis del "socialismo real" (Tema central)."

Copied!
7
0
0

Texto completo

(1)

:.

1

PRESENTE

Y

FUTURO DE

A

IZQUIERDA

• José Sánchez Parga • Adrán Bonilla

• srlos de la Torres Espinoa

• Wolfgang Schmldt

M

i

c

hel Loy

• Regis Debray

Dos

años

de

Gobierno

deBorja:

CORTESANOS

EN PALACIO

Di

e

go Cornejo Menacho

LOS LIMITES DEL

CONTINUISMO

Alberto

Acosta

21

(2)

P.

Z

2-N

fa

E C U A D O R O -i

D E B A T E

2 1

Q u i t o , E c u a d o r , o c t u b r e d e 1 9 9 0

O L IT IC A

O N O M IA

T E M A E N T R A L

A N A L IS IS

D ie g o C o r n e jo M e n a c h o . D o s a ñ o s d e g o b ie r n o d e B o r ja : C O R T E S A N O S E N P A L A C I O / 5 R a f a e l G u e r r e r o .

L A C R I S I S D E G U A Y A Q U I L Y L O S N U E V O S P O P U L I S M O S /T 6

A lb e r t o A c o s t a .

D o s a ñ o s d e g o b ie r n o d e B o r ja : L O S U M I T E S D E L C O N T I N U I S M O / 2 3 J o s é S á n c h e z P a r g a .

¿ E S R E F U N D A B L E L A I Z Q U I E R D A N A C I O N A L ? / 4 8 A d r iá n B o n illa .

L a iz q u ie r d a e c u a t o r ia n a e n lo s ú lt im o s 3 0 a ñ o s : L A D I F I C I L T A R E A D E R E D E N C I O N / 5 2 C a r l o s d e la T o r r e E s p in o s a .

L a c r is is d e l m a r x is m o :

¿ A T R A P A D O S S I N S A L I D A ? / 6 4 W o lf g a n g S c h m id t .

E l fin d e l c e n t r a li s m o e c o n ó m ic o : L A S C E R T E Z A S D E R R U M B A D A S / 7 5 M ic h e l L ó w y .

8 T E S I S S O B R E L A C R I S I S D E L " S O C I A L I S M O R E A L " / 8 6 R é g i s D e b r a y

E L F U T U R O D E L A I Z Q U I E R D A / 9 0 F r e d y R iv e r a V .

E L A G R O E C U A T O R I A N O V I S T O P O R L A S C I E N C I A S S O C I A L E S : 1 9 7 5 - 1 9 9 0 / 9 6

C R IT IC A J o s é S á n c h e z P a r g a . L é v i S t r a u s s :

(3)

C O N S E J O E D IT O R IA L : F r a n c is c o R h o n D á v ila , J o s é S á n c h e z P a rg a , A lb e r to A c o s ta , J o s é L a s o R ib a d e n e ira , S im ó n E p in o s a , D ie g o C o r n e jo M e n a c h o , M a n u e l C h irib o g a , F r e d y R iv e ra .

D IR E C T O R : J o s é S á n c h e z P a rg a

E D IT O R : D ie g o C o r n e jo M e n a c h o

E C U A D O R D E B A T E e s u n a p u b lic a c ió n p e r ió d ic a d e l C e n tro A n d in o d e A c c ió n P o p u la r C A A P , q u e a p a re c e c u a tro v e c e s a l a ñ o . L a in fo r m a c ió n q u e s e p u b lic a e s c a n a liz a d a p o r lo s m ie m b ro s d e l C o n s e jo E d ito ria l. L a s o p in io n e s y c o m e n ta r io s e x p r e s a d o s e n n u e s tra s p á g in a s s o n d e e x c lu is v a r e s p o n s a b ilid a d d e q u ie n lo s s u s c r ib e y n o , n e c e s a r ia m e n te , d e E C U A D O R D E B A T E .

S U S C R IP C IO N E S : A m é r ic a L a t in a U S $ 1 6 ; e je m p la r s u e lto: U S $ 5 . O tr o s p a ís e s U S $ 1 8 ; e je m p la r s u e lto U S $ 6 ; E c u a d o r S /. 4 .5 0 0 ; e je m p la r s u e lto 1 .2 0 0 . E C U A D O R D E B A T E : A p a r ta d o a é r e o 1 7 3 -B , Q u ito , E c u a d o r. R e d a c c ió n ; D ie g o M a r tín d e U tre ra s 7 3 3 y S e lv a

A le g r e , Q u ito .

S e a u t o r i z a la r e p r o d u c c ió n t o t a l o p a r c ia l d e n u e s t r a in f o r m a c ió n , s ie m p r e y c u a n d o s e c it e e x p r e s a m e n t e c o m o f u e n t e a E C U A D O R D E B A T E .

a

c a a p

C e n tr o A n d in o d e A c c ió n P o p u la r

(4)

O C H O T E S I S S O B R E

L A C R I S I S D E L

'S O C I A L I S M O R E A L '

M ichel Lòwy

T E M A C E N T R A L

E

l socialismo y el comunismo, no como estados pretendidamente

"existentes”, sino como programas que inspiran después del siglo y

medio el combate liberador de las clases explotadas y de los grupos

oprimidos del mundo entero, no solamente no están "muertos",

sino que conservan

1. No se puede morir antes de nacer. El com unism o no está m uerto por la sencilla razón de que aún no ha nacido. El so c ia lism o tam poco. E so que la derecha llama ’’Estados Comunistas”, y la doctrina oficial del Este "Socialismo realm ente e x iste n te ”, constituyen un conjunto de sociedades post capitalistas que han abolido la propiedad privada de los principales m edios de producción pero que están aún muy lejos del socia­ lismo es decir, de una sociedad donde los productores asociados son los due­ ños del p ro ceso de prod u cció n , una sociedad fundada sobre la más amplia democracia y sobre la autogestión eco­ nómica y política, una sociedad liberada de toda explotación y opresión de clase, de etnia o de sexo.

2. - Eso que la prensa reaccionaria o

mas viva actualidad.

(5)

la RDA), etc. El grotesco despotismo totalitario de un Ceausescu, la resisten­ cia de los regím enes autoritarios de Checoslovaquia y de la RDA — para no hablar de esos islotes arqueo-estalinis- tas que son Albania y Corea del Nor­ te— , son incapaces de impedir el desa­ rrollo, tarde o temprano, de movimien­ tos contestatarios democráticos. Lo que está moribundo y se dedica a morir no es el "com unism o” sino su caricatura burocrática: el monopolio del poder por la nomenklatura, la dictadura sobre las necesidades, la econom ía de im posi­ ción.

3. Esta crisis se m anifiesta también —pero de manera más positiva— en la URSS: después de hundimiento buro­ crático, se asiste aun vigoroso proceso de d esm antelam iento de la herencia estalinista, donde el motor es la dialéc­ tica e n tre las re fo rm a s p o r lo a lto — p ro m o v id a s p o r G o rb ach o v y su equipo— y el movimiento democrático por la base: los frentes populares, los clubes ecológicos, socialistas y refor­ madores, la movilización de las nacio­ nes periféricas. La política de reformas de la nueva dirección soviética (peres­ troika) está llena de contradicciones combinando una apertura democrática notable (glasnost) con reformas econó­ micas de mercado, que ponen en peli­ gro las conquistas de la clase obrera con iniciativas muy positivas de desar­ me, pero también con tendencia a redu­ cir sustancialmente el apoyo a las revo­ luciones del Tercer Mundo.

4. En la lucha política y social que se

d e sarro lla en la U R SS y en o tras g

j

sociedades post capitalistas — tanto el seno de la nom enklatura com o en la sociedad civil— , muchas alternativas se confrontan en búsqueda de "vías de salida" al modelo estaliniano: a) conser­ vación del viejo sistem a arreglado y "modernizado" (por ejem plo la actual vía checa); b) el mantenimiento del sis­ tem a político autoritario — esto es, la dictadura burocrática— combinado con reformas de mercado bastante profun­ das (m odelo Deng Xiao Ping); c) la democratización relativa de las estruc­ turas p o líticas y la in tro d u cció n de mecanismos de mercado en la gestión económica (URSS, Polonia, Hungría); d) una democratización a lo occidental y el restablecimiento integral de la eco­ nom ía de m ercado (program a de un partido de la oposición, y puede ser tam bién del partido especialm ente en Polonia y Hungría); e) la democratiza­ ción general del poder político y una planificación democrática de la econo­ mía, fundada sobre la autogestión (pro­ gram a de sin d ic a lista s y op o sito res socialistas del partido). El futuro de esta confro n tació n está lejos de ser decidido.

5. Contrariamente a lo que afirman al unísono y con alegría la prensa liberal, los economistas burgueses y los gobier­ nos occidentales, el capitalismo, la eco­ nom ía de m ercad o y el sistem a de ganancias no constituyen la única alter­ nativa posible a la catástrofe de la "eco­ nom ía de im posición" -esto es, de la planificación burocráticamente centrali­ zada- que existe en los países post capi­ talistas. Tertium datur: existe otra vía,

(6)

I

la autogestión generalizada (de la base hacia arriba), la planificación democrá­ tica por la sociedad misma que determi­ ne lib rem en te después de un debate a b ie rto y p lu ra lis ta , las p rin c ip ale s alternativas económicas, las prioridades en la inversión, las grandes líneas de la política económica.

6. C ontrariam ente a lo que afirm a

cierto número de economistas y de diri­ gentes refo rm istas de los p aíses del Este, no hay ningún lazo directo y lógi­ co entre reformas económicas de mer­ cado y dem ocracia política, ’’libertad" económica y libertad política. La China de Den Xiao Ping acaba de dar un m en­ tís contundente a esa doctrina. Esa res­ puesta muestra que si las reformas de m ercado pueden reso lv er tran sito ria­ mente ciertos problem as creados por g g

la planificación burocrática crean pro­ blemas igualmente graves: desempleo, éxodo rural, corrupción, altos precios, d e s ig u a ld a d e s s o c ia le s c r e c ie n te s , regresión de servicios sociales, crim ina­ lidad en ascenso, sumisión de la econo­ m ía a los capitales im perialistas y la imposición de los bancos internaciona­ les.

Llevadas a térm ino, am enazan con reducir a polvo las principales conquis­ tas de los trabajadores: garantías de empleo, mínimo vital asegurado, etc.

7.- Las fechorías y crímenes cometi­ dos a nom bre del com unism o y del socialismo por regím enes burocráticos de las s o c ie d a d e s p o st c a p ita lis ta s (desde las purgas sangrientas de los

a ñ o s 30 h a sta la in v a s ió n de

(7)

Afganistán en 1979) han dañado grave­ mente al idea misma de un futuro socia­ lista y favorecido a la adhesión a la ide­ ología burguesa de sectores significati­ vos de la población, tanto en el este como en el oeste. Sin embargo, la aspi­ ración a una sociedad libre e igualitaria, a una democracia socialista y a la auto­ gestión, están profundam ente enraiza­ das d e n tro de los tra b a ja d o re s , en ambos lados de las fronteras entre los bloques. Desde este punto de vista, el socialismo y el com unism o, no com o estados pretendidam ente “existentes", sino como programas que inspiran des­ pués del siglo y medio el combate libe­ rador de las clases explotadas y de los grupos oprimidos del mundo entero, no solamente no están "muertos", sino que conservan la más viva actualidad.

8

. Hoy más que nunca el comunismo

Referencias

Documento similar

In addition to the requirements set out in Chapter VII MDR, also other MDR requirements should apply to ‘legacy devices’, provided that those requirements

The notified body that issued the AIMDD or MDD certificate may confirm in writing (after having reviewed manufacturer’s description of the (proposed) change) that the

En estos últimos años, he tenido el privilegio, durante varias prolongadas visitas al extranjero, de hacer investigaciones sobre el teatro, y muchas veces he tenido la ocasión

Para ello, trabajaremos con una colección de cartas redactadas desde allí, impresa en Évora en 1598 y otros documentos jesuitas: el Sumario de las cosas de Japón (1583),

Entre nosotros anda un escritor de cosas de filología, paisano de Costa, que no deja de tener ingenio y garbo; pero cuyas obras tienen de todo menos de ciencia, y aun

E Clamades andaua sienpre sobre el caua- 11o de madera, y en poco tienpo fue tan lexos, que el no sabia en donde estaña; pero el tomo muy gran esfuergo en si, y pensó yendo assi

Sanz (Universidad Carlos III-IUNE): "El papel de las fuentes de datos en los ranking nacionales de universidades".. Reuniones científicas 75 Los días 12 y 13 de noviembre

(Banco de España) Mancebo, Pascual (U. de Alicante) Marco, Mariluz (U. de València) Marhuenda, Francisco (U. de Alicante) Marhuenda, Joaquín (U. de Alicante) Marquerie,