• No se han encontrado resultados

Esta t e s i s ha s i d o r e v i s a d ay aprobada por el Comité Rcvirbr y J u r a d o Examinador s i g u i e n t e . p a r a o b t e n e r e l ti tulo d e I n g e n i e r o Agrónomo E s p e c i a l i s t a en I n d u s t r i a s

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Esta t e s i s ha s i d o r e v i s a d ay aprobada por el Comité Rcvirbr y J u r a d o Examinador s i g u i e n t e . p a r a o b t e n e r e l ti tulo d e I n g e n i e r o Agrónomo E s p e c i a l i s t a en I n d u s t r i a s"

Copied!
105
0
0

Texto completo

(1)

UCLlVERSIDAD A U T O W O M A CHAPIWGO BE9kRTAIñEWTO DE I N D U S T R I A S A G R I C O L A S

CHAPIWGO, MEX.

'UTILIZACION D E PLATAN0 ( M u s a _c a v e n d i s h i i I.- L.) D E REZAGA PARA LA P R O D U C C I O N DE PROTEINA MICROBIANA)

/'

T E S I S PROFESIONAL

Que como requisito p a r c i a l para

o b t e n e r e l t í t u l o de I n g e n i e r o Agrónomo especialista en I n d u s t r i a s A g r í c o l a s

Presenta

WALTER CtJSHO1.M STADARD

(2)

Esta t e s i s ha s i d o r e v i s a d a y a p r o b a d a p o r e l Comité

Rcvirbr

y J u r a d o Examinador s i g u i e n t e . p a r a o b t e n e r e l t i t u l o d e I n g e n i e r o Agrónomo E s p e c i a l i s t a en I n d u s t r i a s

Agr ícol

a s .

-

a i

P r e s i d e n t e :

S e c r e t a r i o :

Vocal :

S u p l e n t e :

?

S u p l e n t e :

I__

. ~ . . . .

L-

x g . v x o r M a r t i n e z Romero

I

I

(3)

I

N

D I

C

E .

CAPITULO

I

R E

SUMEN

CAPITULO

I 1

INTRODUCCION

CAPITULO

111

ANTECEDENTES

O T R O S ANTECEDENTES T E C N O L O G I C O S

CAPITULO

I V

JUSTIFICACION

Y

O B J E T I V O S

Justificacidn

Objetivos

CAPITULO V

M A T E R I A L E S

Y

METODOS

a).-

Microorganismos

b).-

El

Medio de Cultivo

c).-

S a l e s Minerales

d).-

Método Estadístico d e Optimiza-

c i ó n del Medio de Cultivo

e ) . -

El Fermentador de laboratorio

f).-

Métodos de Análisis

CAPITULO

PAR

VI

E

EXPERIMEN AL

Y

RESULTADOS

a).-

Análisis Bromatológico del plata

no

bi.-

Cálculo de las sales minerales

(4)

c ) . - Pruebas f i n a l e s c o n l a s l e v a - duras: ___ Candida - ._ u t i l i s

--

y C u l -

t i v o Mixto

d).- Condiciones de Operación d e l Fermentador durante Pruebas f i n a l e s

e).- Toma de Muestras

72

7 9 79

CAPITULO V I 1

DISCUSION DE RESULTADOS Y C O N C L U S I O N E S 88

t i v o

ea

b ) . - Pruebas f i n a l e s 89

a ) - - Optimización del Medio de Cu!

(5)

INDICE D E F I G U R A S

F i g u r a

1

2

3

4

5

6

7

8

Página Equipo y a c c e s o r i o s p r i n c i p a l e s u t i l i

t a d o s

en l a s Druebas f i n a l e s . 4 5

Relacidn entre Concentración c e l u l a r

y densidad d p t i c a del c u l t i v o mixto. 5 1

R e l a c i ó n entre c o n c e n t r a c i ó n c e l u l a r

y d e n s i d a d . ó p t i c a d e l c u l t i v o de

Candida u t i l i s . 52

Curva

t i p o que r e l a c i o n a l a c o n c e n t r a -

c i d n de a z ü c a r e s t o t a l e s y l a densi-

dad Ó p t i c a p o r e l método del f e n o l -

sulfúrico de Dubois. 5 3

C u l t i v o por l o t e s , pruebas f i n a l e s .

Levadura:

C u l t i v o Mixto. 84

C u l t i v o por l o t e s , pruebas f i n a l e s . ,

Levadura:

- Candida u t i l i s . 8 5

C u l t i v o p o r l o t e s , pruebas f i n a

levadura:

C u l t i v o Mixto.

C u l t i v o por l o t e s , pruebas f i n a

Levadura: Candida u t i l i s .

e s .

86

e s .

87

(6)
[image:6.628.92.537.35.707.2]

Cuadro 1 2 3 4 5 6 7

a

9 10 11 12 1 3 14 1 5 16

INDICE DE C U A D R O S

Composicidn c e l u l a r usado como base para e l c á l c u l o de d o s i s de s a l e s m i n e r a l e s .

Di

seiio

de

t r a t a m i e n t o s .

ANVA para f a l t a de a j u s t e .

A n á l i s i s bromatológico de l a pulpa del

p l á t a n o

maduro.

A n á l i s i s bromatológico del p l á t a n o f r u t a e n t e r a .

Resumen de c á l c u l o de c o n c e n t r a c i ó n de sa

l e s del medio de c u l t i v o .

T r a t a m i e n t o s y Resultados 1 " Experimento. Levadura: C u l t i v o Mixto.

C o e f i c i e n t e s para e l c á l c u l o de SC de e f e c t o s e i n t e r a c c i o n e s .

ANVA 1 ' Experimento. Le

Mixto.

ANVA para f a l t a de a j u s t e r e g r e s i ó n . Levadura: C u

adura: C u l t i v o

de e c u a c i ó n 'de t i v o Mixto. Cálculo d e l camino de máxima p e n d i e n t e . Levadura: C u l t i v o Mixto.

T r a t a m i e n t o s * y Resultados 2" Experimen- t o . Levadura: C u l t i v o M i x t o .

C u l - ANVA del 2" Experimento. Levadura

t i v o Mixto.

T r a t a m i e n t o s y R e s u l t a d o s 1" Exper Lev a du r a :

C o e f i c i e n t e s para e l c á l c u l o de SC

t o s e i n t e r a c c i o n e s .

,Ca nd i da 2.t.

i'iis

mento

de e f e c

A N V A 1 " Experimento. Levadura: Candida u t i 1 i s .

-

___

P á g i n a

(7)
[image:7.632.68.528.84.379.2]

Cuadro Páai na

1 7 A N V A p a r a f a l t a de a j u s t e de ecuacidn de

18 Cálculo del camino de máxima pendiente.

19 Tratamientos* y Resultados 2" Experimen-

20 ANVA del 2' Experimento. Levadura:

21 Resultados de Pruebas f i n a l e s . Levadura:

r e g r e s i ó n . 7 2

7 3

Candida u t i l i s .

Levadura: _..__I_ __I_

t o " Levadura: Candida u t i l i s . 7 4

Candida u t i l i s . 7 5

Cultivo Mixto. 8 2

~-

22 Resultados de Pruebas f i n a l e s . Levadura:

(8)

D E D I C A T O R I A

-

A m i esposa Guadalupe Sánchez de Chisholm

-

A mi h i j o Pável A. Chisholm Sánchez

-

A mi madre Carolina Chisholm S t a d a r d

-

A mis hermanas:

S a r a Chisholm S t a d a r d

Loreta Chisholm S t a d a r d

Hazel Chisholm Stadard

E d n a Chisholm Stadard

Sharon Chisholm S t a d a r d

(9)

AGRADECIMIENTOS

De manera s i n c e r a y f r a t e r n a l m a n i f i e s t o

en

primer l u -

g a r , un profundo agradecimiento a l pueblo de México , p o r

brindarme l a o p o r t u n i d a d de

u n a

formación p r o f e s i o n a l .

*

He

de

a g r a d e c e r de i g u a l forma a mis m a e s t r o s ; pero en especial

a :

-

Q.B.P.

S a l v a d o r Martinez Romero, por su a c e r t a d a y

oportuna o r i e n t a c i ó n y d i r e c c i ó n durante l a r e a l i z a - ción de e s t e e s t u d i o .

-

I . B . Q . F é l i x Esparza T o r r e s , por s u e n t u s i a s t a y p e r -

s e v e r a n t e a s e s o r í a en l o s t r a b a j o s de i n v e s t i g a c i ó n .

U n emotivo agradecimiento a mis compañeros ( c o l e g a s )

de g r u p o académico y de manera e s p e c i a l e i n o l v i d a b l e

a

E n

r i q u e Sánchez López

con

quien se i n i c i a r o n l o s primeros e x ..

perimentos del p r e s e n t e e s t u d i o .

F i n a l m e n t e , mi más c á l i d o agradecimiento

a

l o s amioos de corazón que d e u n a u o t , r a f o r m a han c o n t r i b u i d o a l a

(10)

I

R E S U M E N

E l presente estudio obedeció a l a necesidad de conocer l a s posibilidades r e a l e s de aprovechamiento de l a pulpa d e l plátano d e desecho como fuente potencial d e carbono y ener- gfa para l a producción de biomasa de l e v a d u r a s r i c a s e n pro -

tefnas. A propásito se ejecutaron varios experimentos, d i -

vididos en tres etapas: Etapa d e pruebas preliminares, Eta .-

pa d e optimización estadfstica d e l medio de cultivo y Etapa

d e l a s pruebas finales.

e n cuestión, consistente de un extracto d i

p l á t a n o , fue enriquecido con l a aportación l e s de acuerdo c o n l o s procedimiento de c á ( 1 9 7 4 ) y de Paredes ( 1 9 7 6 ) , seguido p o r e l

P

Se utili26 una cepa de l a levadura Candida -

-_

__

- utilis . - como patron d e comparaci6n con respecto a una flora natural de l e v a d u r a s d e l plátano. De acuerdo

c o n

e l propósito c e n t r a l

de l a investigación, se utilizó e l plátano sobremaduro d e l

cultivar Cavendish, como materia prima para preparar l o s me

dios de cultivo para producir biomasa. E l medio de cultivo

u í d o de pulpa de de sales minera- culo de Vital sometimiento a estadística p o r superficie de r e s - ma de l a s sales minerales para l o - ó n de biomasa.

prueba y determinación

puesta de l a dosis Ópt

grar l a máxima producc

I<

(11)

zadas para e l c u l t i v o de biomasa durante l a s pruebas f i n a l e s a r r o j a r o n , como r e s u l t a d o , una producción de biomasa en b a s e a l consumo de s u s t r a t o (’ x / s ) de 4 0 . 0 4 % para Candida

-_

u t i l i s

y para e l c u l t i v o mixto ( f l o r a n a t u r a l ) f u e de 2 3 . 1 3 % . E s t a

producción de biomasa, para e l c a s o de l a levadura Candida u t i l i s , e s s a t i s f a c t o r i a s i s e compara con

los

r e s u l t a d o s de

o t r a s i n v e s t i g a c i o n e s . De é s t o puede c o n c l u i r s e que e l me- d i o de c u l t i v o

a

base de e x t r a c t o de p l á t a n o de r e z a g a , e s s a t i s f a c t o r i a m e n t e a p t o para l a producción de biomasa de l e - vadura.

(12)

CAPITULO

r I

! I N T R O D U C C I O N

S i e n d o

las

proteinas uno d e

los

s e i s constituyentes

g e -

nerales d e

un

alimento; y tomando e n cuenta las funciones

biológicas

que

desempeñan e n los seres v i v o s , se deduce la

importancia indefectible de e s t a s biomoléculas para el hom-

bre. La e s c a s e z d e alimentos, particularmente en aquellos

países

en

vias

de

desarrollo ha o r i g i n a d o graves problemas

d e desnutrición q u e puede Incrementarse si los gobiernos no

t o m a n m e d i d a s adecuadas

y

urgentes para s u solución.

Es

c l a

-

r o q u e las m e d i d a s q u e se adopten para atacar la problemáti-

c a , pueden lograr tan s610 soluciones parciales debido a los

o b s t á c u l o s del m o d o d e producción capitalista dependiente

q u e predomina e n paises en vías de desarrollo. Esto explica

el p o r q u é , no se producen alimentos; en muchos c a s o s porque

simplemente e s una actividad poco redituable y de mayor ries

go q u e o t r o s renglones d e la economía.

Superando obstáculos (como los ya mencionados

y

otros)

y

produciendo a l i m e n t o s , e s claro q u e c o n las fuentes conve?

c i o n a l e s d e proteínas podría alimentarse toda la población

humana ahora

y

muchos a ñ o s más. Pero e x i s t e otra fuente d e

proteínas no convencionales aptas para el consumo humano

y

(13)

humana, e s

la

producción industrial de proteínas microbia-

n a s q u e s e

vienen

llamando proteínas unicelulares

o

S C P

(Single C e l l s Proteins).

Según Ydfera

(1979),

en

la

multiplicación industrial,

100

k g d e algunos microorganismos pueden producir en

2 4

ho-

r a s , 1

millón

d e kilogramos d e proteínas mientras q u e en g g

nadería

100 k g

d e animal

vivo

solo producen

100 g

d e p r o t e i

n a s ; por ejemplo: una masa d e levaduras puede multiplicar-

s e m á s

de

1000

v e c e s

en

2 4

horas

y

la soya

en

8%

cuando la

e s t a c i ó n

es

buena.

Esta aseveracidn un tanto e x a g e r a d a , se

fundamenta

en el

hecho d e q u e las levaduras por ejemplo, en

c o n d i c i o n e s ó p t i m a s de c r e c i m i e n t o , producen células hijas

maduras en

30

m i n u t o s (Pelczar

y

R e i d ,

1980);

por lo q u e el

incremento d e la población de levaduras sucede en progre-

s i ó n

geométrica. Cada c é l u l a puede producir p,or gemación.

durante el curso d e su vida, unas

24

generaciones de célu-

las hijas,

lo

que da idea de la e n o r m e capacidad product

d e

l o s

microorganismos.

E n

México como en o t r o s países,

l o s

residuos agrico

y

animales practicamente no tienen valor

y

ai acumularse

va

as

en

,

algunas z o n a s , ocasionan problemas de contaminación. Estos

residuos pueden ser utilizados por sus características, a d s

(14)

el c a s o d e l p l á t a n o d e r e z a g a e n l a s z o n a s p r o d u c t o r a s y

q u e c o n s t i t u y e u n a e x c e l e n t e m a t e r i a p r i m a p a r a el e s t a b l e -

c i m i e n t o d e A g r o - i n d u s t r i a s p r o d u c t o r a s d e l e v a d u r a d e a l t o

c o n t e n i d o p r o t e í n i c o . E l l o p o d r í a c o n t r i b u i r e n p a r t e a l a

(15)

CAPITULO

111

A N T E C E D E N T E S

Dado

el

auge q u e ha tenido e n

l o s

últimos años la pro-

ducci6n d e biomasa,

se

han hecho

y

se están haciendo intere

-

s a n t e s trabajos tendientes a utilizar

l o s

desperdicios a g r i

-

c o l a s mediante m é t o d o s d e cultivo d e microorganismos por

c u l t i v o intermitente

o

c u l t i v o e n forma contínua. Wiken

( 1 9 7 2 ) ,

en

su

trabajo sobre utilización de desperdicios

agrícolas

e

industriales, menciona la importancia que posee

y

la a t e n c i ó n q u e debe dársele

al

plátano d e desecho como

fuente potencial de carbono

y

energía para la producción de

biomasa de levaduras ricas en proteína, vitaminas, etc.

Hace posiblemente millones de años que se fabrica

u n a

especie de cerveza con plátanos de variedades aptas para

eso

I J S G

en el Africa intertropical (Uganda) donde

el

c o n s u -

mo e s muy importante. También se puede obtener fácilmente

vinagre, de

uso

e n Filipinas, Brasil y o t r a s áreas producto

-

ras de esta fruta. Se han efectuado repetidas tentativas

p a r a

transformar los desperdicios en alcohol industrial. re

portándose hasta

8 . 3 8

litros obtenidos d e

100 k g

de

p u l p a

(16)

El

p l á t a n o es una f r u t a de a l t o contenido e n e r g é t i c o ,

cuyos h i d r a t o s de carbono son f á c i l m e n t e d i g e r i b l e s . En su l i b r o Ochse e t a l (1965), r e p o r t a n que e l p l á t a n o posee en-

t r e 19.5 y 21.5% de almidón en estado verde y de 18.5 a 19%

de azúcares t o t a l e s cuando madura. La cáscara del plátano verde c o n t i e n e (según Hulme, 1971) aproximadamente 3% de a l - midón, l o c a l i z a d o mayormente en l a s c é l u l a s adyacentes a l a pulpa. E s t e almidón e s h i d r o l i z a d o durante l a maduración

al

i g u a l que e l de l a pulpa con l a concomitante acumulación de azúcares. Dicha cáscara c o n s t i t u y e alrededor d e l 33% d e l f r u t o maduro.

Se ha i d e n t i f i c a d o l a sacarosa, l a f r u c t o s a y

la

gluco sa como l a s p r i n c i p a l e s azúcares de l a pulpa. L a s mismas s e aumentan durante l a maduración, manteniendo l a proporción constante de: 66% de sacarosa, 14% de f r u c t o s a y 20% de g l u - cosa (Poland e t a l . , 1938; mencionado por Hulme, 1 9 7 1 )

E l contenido de p r o t e i n a s de l a pulpa verde es de 0 . 5 a

1.6% y no cambia durante l a maduración. Por su p a r t e , el pH d e l p l á t a n o maduro e s de aproximadamente 4.5 y e l p r i n c i p a l ácido no v o l á t i l de l a pulpa e s e l á c i d o m á l i c o , seguido por e l c í t r i c o (Loesecke, 1950; mencionado por Hulme, 1971).

I

(17)

por Champion, 1968).

Agua 704

H i d r a t o s de carbono 27%

F i b r a s P r o t e í n a s

M a t e r i a s grasas Cenizas

C a l c i o (ppm) Fósforo (ppm) H i e r r o (ppm) Caroteno (ppm) Tiamina (E1) (PPm) R i b o f l a v i n a ( B 2 ) (ppm) N i a c i n a (ppm)

0.5% 1.2%

0.3%

0.9%

80

2 90

6

2.4

0.5 0.5

7

Acido ascdrbico (Vit.C)(ppm) 120

S i n embargo, l o s datos de Champion, 1968, v a r í a n c o n s i -

derablemente de l o s que presenta Ochse e t a l (1965), sobre e l contenido de v i t a m i n a s e n f r u t a f r e s c a de plátano:

Constituyente M i n e r a l mg/100 9

Sodi o 42.0

C a l c i o 8 . 0

H i e r r o 0.60

(18)

Magnesio

Yodo

Azufre

Cobre

Fósforo

Po

tasi

o

Cloro

Constituyente Vitamina

Vitamina

A

Tiamina

R i

bofl avi

na

Acido ascdrbico

31.0

O. 003

12.0

0.2

28.0

373.0

125.0

por

100

mg

2 5 0 - 3 3 5

U 1

4 2 - 5 4

U g

88

u g

10-11 m g

U n

estudio realizado por el Instituto Nacional de l a

N U

irición (1974) muestra el siguiente análisis bromatológico

del plátano, en Base Seca.

PorciCin comestible

Calorías

Proteínas

Grasas

Carbohidratos

Calcio

Hierro

68%

86/100

g

1.4 g/100

g

0.3

g/100

g

22

g/100 g

12 mg/100

g

(19)

Ti ami na

R i bo f 1 av i

na

Niacina

Ac i d

o

a s c Ó r b i c o

Vitamina A

Según anál i s i s

en e l e s t u d i o “ E l

P

i i s ( S á n c h e z , 1 9 7 9 )

g u i

ein

t e composición

Agua

0 . 0 9 mg/100 g

0 . 0 5 mg/100 g 0 . 5 mg/100 g

1 2 mg/100 g

6 3 . 3 microgramos

p r a c t i c a d o s por Mariano y M u n t z , c i t a d o

dtano en México” d e Adalberto

P o l o

Ce- l a fruta fresca d e p l á t a n o t i e n e l a s i -

química.

Azúcar de caña*

Azúcar i n v e r t i d a Almidón

M a t e r i a s Asociadas M a t e r i a s Grasas P e c t i na

Cel u 1 o s a Cenizas

73.80%

8.50%

6 . 4 0 %

3.30%

1.60%

0.30%

O . 6 0 %

0.20%

1.104:

Cuerpos Indeterminados 4 . 2 0 %

100.00%

( d i f e r e n c i a )

___

__

-

--

* C o n $ l a f r a s e azúcar de caña e l a u t o r posiblemente s e r e f i e -

r e a s a c a r o s a .

I

(20)

Como puede v e r s e e x i s t e n d i s c r e p a n c i a s en l a composición del p l á t a n o , posiblemente e l l o s e deba a d i f e r e n c i a s g e n é t i - c a s y a l e s t a d o de madurez de l a s f r u t a s a n a l i z a d a s . E n t o - do c a s o r e s a l t a a l a v i s t a l a s v i r t u d e s del p l

t o a l c o n t e n i d o de c a r b o h i d r a t o s a p t o s para cu

d u r a s .

El elevado c o n t e n i d o de p o t a s i o en e l fru

tan0 en cuan- t i v o de l e v a -

o , (Ochse e t

a l , 1965) puede

ser

una c o n d i c i ó n muy f a v o r a b l e para e l buen

d e s a r r o l l o de levaduras s o b r e d i c h o s u s t r a t o .

Debido a l a d i s p o n i b i l i d a d de p l á t a n o de c a l i d a d sub- standard en l o s p a í s e s p r o d u c t o r e s , Adams ( 1 9 7 8 ) e s t u d i ó l a

f a c t i b i l i d a d de p r o d u c i r v i n a g r e de e s t e producto. E l a u t o r

observó que l o s p l á t a n o s sobremaduros fueron más rendidores en l a producción de v i n a g r e que l o s de madurez s t a n d a r d . E s -

t e e s u n o de l o s e s c a s i s í m o s e s t u d i o s r e l a c i o n a d o s con nues-

tro p r o p ó s i t o . Por e l l o y por l o expuesto a n t e r i o r m e n t e creemos que e x i s t e n p o s i b i l i d a d e s de u t i l i z a r d i c h a m a t e r i a prima con e l f i n de producir biomasa m i c r o b i a n a .

!

P o r o t r a p a r t e , en s u s t r a b a j o s s o b r e producción de p r o

t e í n a u n i c e l u l a r (SCP) mediante e l c u l t i v o de l e v a d u r a s , I r -

gens y Clarke ( 1 9 7 6 ) e n c o n t r a r o n que l a levadura Candida ..- - . - .

(21)

i n i c i a l de glucosa de 2% (peso/volumen) o 1.8% (volumen/vo- lumen) de melaza, encontraron además que l a levadura u t i l i -

za o t r o s azúcares como l a f r u c t o s a y l a sacarosa.

r

Paredes (1976) en un t r a b a j o sobre l a u t i l i z a c i ó n del jugo de tuna para l a producción de p r o t e i n a microbiana r e -

p o r t a que l a l e v a d u r a Candida u t i l i s en c u l t i v o i n t e r m i t e n - t e y a l a concentración de azúcares de 10.77 g / l t presentó una t a s a máxima de crecimiento de 0.47/hs y un rendimiento en b a i e a l sustrato de 42.6%. En c u l t i v o continuo l a concen- t r a c i ó n c e l u l a r y l a p r o d u c t i v i d a d máxima fueron 4.9 p / l t y

2.38 @ / l t - H en l a s d i l u c i o n e s de 0.4 y 0.55/hs respectivainen t e .

Otros e s t u d i o s sobre l a producción de p r o t e í n a unice- l u l a r del j u g o de tuna, (Mukhopadhyay e t a l , 1978) r e v e l a n que bajo c u l t i v o por l o t e s con -. Candida ~~ u t i l i s -~ se obtuvo

una producción de 12 g / l t d e p r o t e í n a u n i c e l u l a r . E 1 me- d i o ppseía una r e l a c i ó n C/N de 7 y una concentración i n i -

c i a l ;ole azúcares de 25 g / l t . En c u l t i v o continuo se p u d o

obtener 1 9 . 9 g / l t de masa c e l u l a r , a una t a s a de d i l u c i ó n

de O . J 6 / h s y una p r o d u c t i v i d a d de 7 . 2 g/lt-H.

r

En l o aue toca a los requerimientos n u t r i c i o n a l e s ,

(22)

para evitar la paralización de la actividad fermentativa

realizada por las levaduras. P o r

s u

parte Paredes (1976)

reporta la siguiente composición de nutrientes indispensa-

bles agregados al jugo de tuna:

Nutriente

m g f g

d e azúcar

("4

I2SO4

KH2P04

MgS04

7H20

Ca

C 1 2 2H20

452

97

47.7

10.6

Basado e n el análisis del contenido d e elementos mine-

r a l e s de las levaduras hecha por varios autores,

V i t a l

(1974) y Paredes (1976)

han

formulado medios d e c u l t i v o

s i n

téticos mediante cálculos químicos. Utilizapdo

j u g o

de

t u -

na

i o m o

fuente de c a r b o n o , Vital (1974) elaboró

el

s i g u i e n -

te medio de cultivo:

2260 mg

485 mg

116.5

m g

40

mg

I

(23)

y

3.0%

d e azúcares reductores totales. La cantidad d e s a -

les m i n e r a l e s fueron constantes para cada dilución.

Por

s u

parte Peppler

(1967)

argumenta q u e las técnicas

d e propagación d e levaduras requieren suficiente melaza e s -

téril para proporcionar aproximadamente 1% d e azúcar al me-

dio. La cantidad de azúcar disponible del medio se debe

mantener

a

nivel no mayor de 0.1% para evitar pérdidas de

c a r b o n o por sobre alimentación.

O T R O S A N T E C E D E N T E S T E C N O L O G I C O S

L o s

sustratos altamente densos deben someterse a un tra

-

tamiento previo a la fermentación.

Tal e s el caso de

l a

me-

laza q u e se somete a

u n

t a s en disolución acuosa

posteriormente se c l a r i f

f u g a s con el objeto de e

ratamiento ácido

y

temperaturas

a l -

para remover los excesos de

SO2;

ca la solución en filtros o centri-

iminar el material no fermentable

por las levaduras (Peppler

1967).

O t r o método d e tratamien-

to de medio para cultivo de levaduras e s la clarificación

con c a r b ó n activado.

E s

el c a s o de u n medio a base de hidro

..

lizado de turba en el que Quierzy e t

a l (1979)

encontró

que con el fin d e obtener una decoloración completa a su

p H

(24)

L a i n t e n s i d a d de l a aereacidn según, P e p p l e r ( 1 9 6 7 ) , e s de 1 volúmen d e aire p o r 1 volúmen de m e d i o de cultivo p o r minuto dependiendo d e l estado d e l a propagacidn. L a d e - m a n d a de oxígeno p o r l a s l e v a d u r a s e s de aproximadamente 0.1 mM p o r minuto p o r gramo d e células secas formadas. P e - r o l a concentración crítica de O 2 r e q u e r i d a para e l máximo r e n d i m i e n t o de l e v a d u r a e s de 0.2 ppm. Abajo de este n i - v e l , l a transferencia de o x í g e n o disminuye originando l a p r o d u c c i ó n d e alcohol. En l a práctica e l e x c e s o de oxígeno y p o r l o tanto l a s grandes cantidades de aire, s o n necesa-

r i a s para u n crecimiento óptimo; e l l o se debe a l a baja s o - l u b i l i d a d d e l O2 e n e l medio a l a s temperaturas de fermenta ción y l a i n t e r f e r e n c i a de varios solutos y agentes anties-

pumantes e n l a difusión de O 2 absorbible hacia l a s células

e n crecimiento. Para i l u s t r a r l a demanda de o x í g e n o , P e - p p l e r ( 1 9 6 7 ) m e n c i o n a que p a r a p r o d u c i r l 1ibr.a de l e v a d u r a seca ( c o n 4 5 % d e p r o t e í n a ) se requieren 4.3 l i b r a s de m e l a - z a , 0.9 l i b r a s de a m o n i o , O 3 l i b r a s de NH4 H2 P O 4 , 1 . 1 li -bras de ( N H 4 ) 2 SO4, y 60 l i b r a s de a i r e .

E l exceso de e s p u m a generada periódicamente se c o n t r o - l a e n l o s fermentadores modernos, mediante l a adición a u t o - mática de agentes a n t í e s p u m a n t e s ) . E s t o s e s t á n elaborados

(25)

espuma d e b i d o t a m b i é n a

l a

aereación

y

agitación vigorosa,

Quierzy

et

al, ( 1 9 7 9 ) ~ p r o b ó la efectividad d e tres agentes

antiespumantes e n un c u l t i v o por lotes de Candida utilis.

Dichos antiespumantes de grado alimenticio fueron: Emul-

sión Antiespumante AF

Dow

Corning

(AF).

Emulsión Antiespu-

mante F g - 1 0

Dow

Corning

( F g - I O ) ,

y

Emulsión Antiespumante

C

Dow

Corning (C).

T o d o s fueron utilizados e n dosis d e

2500 ppm

y

el

mejor de e l l o s fue

el

(AF).

La e s p u m a

se

debe a la ordenación d e moléculas d e pro-

t e í n a s e n la superficie c o n los grupos hidrófobos hacia el

a i r e , f o r m a n d o capas hidratadas e n

la

parte hidrófila q u e

estabilizan las burbujas d e aire (Yúfera, 1979).

Actualmen

-

te el antiespumante universalmente usado en la industria de

alimentos e s

el

aceite d e silicona, un polimero del dimetil

-

siloxano [ - o - S ~ ( C H ~ ) ~

-

O

-.In.

una capa molecular e n la interfase líquido-aire, que repele

e l

agua y disminuye así la resistencia de l a s burbujas, que

se rompen.

E l

aceite d e silicona e s poco reactivo química-

mente y

no

e s tóxico (Rakoff

y

Rose,

1978).

El aceite actúa formando

Existen discrépancias entre las diferentes investiga-

c i o n e s llevadas a cabo,

p o r

cuanto l a s velocidades de agita

-

ción del medio de cultivo varia en cada caso. Por ejemplo

Peppler

y

Perlman (1979) mencionan una agitación d e

390

rpm

I

I

(26)

e n f e r m e n t a d o r d e 60,000 l i t r o s . P o r su p a r t e Q u i e r z y e t a l (1979), r e a l i z ó i n v e s t i g a c i o n e s e n c u l t i v o p o r l o t e s de C a n d i d a u t i l i s c o n 500 rpm, e n u n a f e r m e n t a c i ó n de 4 . 5 li-

t r o s de m e d i o s de c u l t i v o . P a r e d e s (1976) r e a l i z ó e x p e r i - m e n t o s de c u l t i v o i n t e r m i t e n t e e n f e r m e n t a d o r e s de 2 li-

t r o s c o n 1 l i t r o de c a p a c i d a d de t r a b a j o . En é s t e m a n t u v o una a g i t a c i ó n d e 700 rpm.

E l c o n t r o l de l a t e m p e r a t u r a e n

l o s

f e r m e n t a d o r e s e s .

t a m b i é n i n d i s p e n s a b l e . E l l o puede e f e c t u a r s e m e d i a n t e u n s e r p e n t í n c o n e c t a d o a u n d e p ó s i t o c o n agua y a un g e n e r a - d o r de v a p o r o agua

a

baño m a r í a : q u e m e d i a n t e un termóme -

t r o puede c o n t r o l a r s e l a t e m p e r a t u r a d e l p m e n t a d o r e s m o d e r n o s p o s e e n d i s p o s i t i v o s de

t i c o s ( T e r m o s t a t o s ) .

A l i g u a l que l a t e m p e r a t u r a e x i s t e n d

o c e s o .

L o s

f e r c o n t r o l automá-

-.

s p o s i t i v o s de c o n t r o l d e l pH d e l m e d i o ,

los

c u a l e s u t i l i z a n s i s t e m a s a m o r t i g u a d o r e s á c i d o - b a s e , e n t r e l o s que d e s t a c a n : L o s

f o s f a t o s m o n o b á s i c o s y d i b á s i c o s , e l NH40H ( h i d r ó x i d o de a m o n i o ) , s o l u c i o n e s de á c i d o c l o r h í d r i c o e h i d r ó x i d o de s o d i o .

En u n e s t u d i o s o b r e p r o d u c c b l e s de a l t a c a l i d a d ; u t i l i z a n d o

ó n de p r o t e l n a s c o m e s t i - C a n d i d a u t i l i s e n c u l t i - v o c o a t í n u o c o n m e l a z a de c a ñ a como f u e n t e de c a r b o n o

(27)

(Lauford e t a l , 1 9 7 9 1 , e l medio e s t a b a compuesto por 1 % de a z ú c a r e s r e d u c t o r e s . La a d i c i á n de Z n (25 uM) a l medio, r e -

s u l t ó en

u n incremento

en l a productividad de biomasa de 1.7 a 2 . 6 g / l t - H , con u n rendimiento de 0 . 5 5 g de biomasa s e c a por gramo de a z ú c a r r e d u c t o r u t i l i z a d o . E l a u t o r también ex -

Derimentó l a s e p a r a c i ó n de á c i d o s n u c l e i c o s con l a r e s i n a Ce -

t av

l a

6 n , en columnas de i n t e r c a m b i o iOnico.

S a l e s y Menezes ( 1 9 7 6 ) han o b t e n i d o buen c r e c i m i e n t o de evadura Candida u t i l i s s o b r e s u s t r a t o de yuca complemen- t a d o con 3 g de urea por I t de medio de c u l t i v o

Por su p a r t e , Prave ( 1 9 7 7 ) , menciona a s p e c t o s i n t e r e s a n ..

t e s r e s p e c t o a l a b i o t e c n o l o g í a - de producción de biomasa mi -

c r o b i a n a y hace además una importante comparación e n t r e l a s d i f e r e n t e s f u e n t e s p r o t e í n i c a s y l a i n v e r s i ó n de e n e r g í a p o r

u n i d a d de p r o t e í n a producida.

L o s parámetros de c r e c i m i e n t o de levaduras en u n fermen

t a d o r son Ú t i l e s para e v a l u a r l a e f i c i e n c i a del p r o c e s o . P a .-

r e d e s ( 1 9 7 6 ) u t i l i z ó l a s i g u i e n t e fórmula para c a l c u l a r l a Productividad g l o b a l de biomasa ( P o , g / l t - H ) :

x f - x o

po =

--

(28)

Donde:

X f =

concentración celular final (o/it)

X o =

inóculo (g/lt)

Tc

=

tiempo d e proceso

A5í

mismo. Monod

(1949), mencionado por Rolz y De Ca-

brera (1977) define el rendimiento d e conversión d e sustra-

to

a masa

celular como

u n a

constante:

d s

-

1

dx,

d t

dx

- a t -

7

a t

- Y = a s

at

X . . ' xo

so

-

Sf (100)

f -

Y =

En

donde:

Y

=

Rendimiento d e biomasa en base

al consumo de

sus-

trato

(Y,%).

S =

Concentración d e sustrato (g/lt).

.Se

esperan valores d e rendimiento d e

0.4 <

Y

< 0 . 6

p a r a l a

reproducción aeróbica d e

- C.

____

utilis

y - S .

cerevisae en

medios de mieles d e purga de caña (Rolz

y

De Cabrera.

1977).

(29)

N a e s s y S l a g s v o l d ( 1 9 7 3 ) e v a l u a r o n e l v a l o r n u t r i t i v o de p r o t e í n a u n i c e l u l a r de xaccharornyces c e r e v i s e a e como sus

t i t u t o de l a s o y a en l a d i e t a de p o r c i n o s , o b t e n i e n d o bue-

(30)

CAPITULO I V

JUSTIFICACION Y O B J E T I V O S

JUSTIFICACION

Desde antaño se v i e n e u t i l i z a n d o biomasa microbiana por e l hombre. Los i n g l e s e s e s t a b l e c i e r o n después de l a Segunda Guerra Mundial una f a c t o r í a en Jamaica. para l a producción de l e v a d u r a s destinadas a l consumo animal y humano. Su desa r r o l l o o f r e c í a y o f r e c e un i n t e r é s e s p e c i a l ( F r a z i e r , 1976) en l a s zonas en que abundan l o s h i d r a t o s de carbono y esca- sean l a s p r o t e í n a s y vitaminas.

A e f e c t o de u t i l i z a r biomasa microbiana para l o s f i n e s mencionados a r r i b a , se ha r e c u r r i d o a l a s l e v a d u r a s secunda- r i a s recuperadas como subproductos de l a s fermentaciones a l - c o h ó l i c a s l a s c u a l e s son r a z a s de - Saccharomnes -. - I__ -

--

c e r e v i s e a e .

S i n embargo l a levadura más u t i l i z a d a para l a producción d i - r e c t a de

a su

tri t

r á p v o s

E l

biomasa do c r e c

aso que chamiento de l o s

algunas r e g i o n e s

e s Candida -

____

u t i l i s llamada " T o r u l a " , debido

miento y su menor exigencia por medios nu-

(31)

alimento por área plantada. S e estima q u e una plantación

produce m á s de

84

mil kg por hectárea, lo q u e equivale a

12,600

kg de materia seca comestible por hectárea (Bowman

1 9 7 9 ) .

Las c i f r a s anteriores incluyen sólo la parte que e s co

-

sechada.

U n

10%

o

m á s d e la producción s e pierde en el cam

-

P O

d e b i d o a

l o s

daños producidos por el viento, doblamiento

del pseudotallo y cosecha descuidada entre otros factores.

Después que la f r u t a se recoge y se lleva

a

la empacadora,

se pierde o t r o s

10

a

15%,

por descarte de f r u t o s que tienen

magulladuras

en

la cáscara

o

manchas de diversas c l a s e s , d e

dos pequeños

o

mal formados, manos pequeñas

y

o t r o s facto-

r e s q u e afectan

la

apariencia pero q u e de ninguna manera r e

ducen s u valor nutritivo. La rigurosidad

del control de

l a

calidad de la fruta está en relación directa, c o n las leyes

de l a

oferta y

l a

demanda en el mercado internacional, pues

l a

compra se hace con base a contratos y a establecidos.

Según Sánchez

(1979),

l a

situación de a producc

plátano en México es la siguiente: Tomando en cuenta

datos de

1978,

se observa q u e

l a

superficie cosechada

dió a

71,370

ha,

o

sea 0.4% de la superficie nacional

c h a d a en e s e año.

Ello equivale a una producción d e

ó n de

l o s

ascen

cose-

-

(32)

t o de l a p r o d u c c i d n p l a t a n e r a e n M é x i c o , se- o b s e r v a que e l e s t a d o de C o l i m a a p o r t a e l 19% a l i g u a l que C h i a p a s . V e r a - c r u z e l 148, Tabasco e l 14%, Oaxaca e l

I l % @

M i c h o a c á n e l

8% y N a y a r i t e l 6%. Todas e s t a s 7 e n t i d a d e s ' a p o r t a r o n e l

91% de l a p r o d u c c i ó n r e g i s t r a d a e n 1978.

E l

r e n d i m i e n t o m e d i o a n u a l p o r h e c t á r e a p a r a l a s 7 e n t i d a d e s p r i n c i p a l e s

se m u e s t r a a c o n t i n u a c i ó n :

T o n e l a d a s p o r Ha

- E n t i d a d 1970 Col ima 30 O00

Chi apas 26,002

Tabasco M i c h o a c á n

23,101

17,044

Oaxaca 14,089

N a y a r i t V e r a c r u z

13,240

11,598

P r o m e d i o de 7 e n t i d a d e s

p r i n c i p a l e s 19,433

O t r a s 19,033

P r o m e d i o N a c i o n a l 19,389

(33)

duccidn de p l á t a n o

no se

e n c u e n t r a a l a . a'ltu.ra. del l a de l o s p a í s e s p r o d u c t o r e s y exportadores más d e s t a c a d o s , . . pero de

t o d o s modos e l volumen de produ,cción .es cofisVderab.le y . p o r , t a n t ? l o s d e s p e r d i c i o s que de é l emanan

.lo'.son

también.

De acuerdo con informacidn o b t e n i d a en forma d i r e c t a de l a Sociedad de Sociedades L o c a l e s de C r é d i t o A g r í c o l a y E j i - d a 1 ( 1 9 8 1 ) , el rendimiento medio en producción de p l á t a n o en T a p a c h u l a , Chiapas fue de 50 ton/ha/año.

La

misma f u e n t e e s -

tima que

se

p r e s e n t a u n 10% de pérdidas en l o producido anual -

mente, , . por ? a s c a u s a s ya mencionadas.

E l volumen de p l á t a n o rezagado e s importante no solamen -

t e en México s i n o también a n i v e l i n t e r n a c i o n a l .

Solo

en

Costa R i c a e l volúmen de f r u t a rechazada y perdida a l c a n z a

c e r c a de 200.000 ton/año (Bowman, 1 9 7 9 ) .

' E n México, l a t r a n s f o r m a c i ó n del producto por medio de p r o c e s o s i n d u s t r i a l e s , permite dar aprovechamiento a l a fru-

t a de c a l i d a d i n f e r i o r y

a

los

e x c e d e n t e s de l a producción a

t r a v é s de l a i n t r o d u c c i d n de nuevas formas de consumo (Sán- c h e z , 1 9 7 9 ) .

La i n d u s t r i a a l i m e n t i c i a para consumo humano ( i n f a n t i l p r i n c i p a l m e n t e ) y l a que s e d e d i c a a l a f a b r i c a c i d n de a l i -

(34)

c i ó n y consumo d e l p r o d u c t o . A s u v e z , l a s e m p r e s a s e x t r a n - j e r a s NESTLE, GERBER y KELLOG'S, a s í como l a n a c i o n a l M I N S A ,

a d q u i e r e n e l p l á t a n o como m a t e r i a p r i m a p a r a l a f a b r i c a c i ó n de l o s s i g u i e n t e s p r o d u c t o s :

-

Sopa de l e n t e j a s c o n t o c i n o y p l á t a n o

-

P l á t a n o s p i c a d o s

-

P l á t a n o s y p i ñ a

- C e r e a l p r o t e i n a d o c o n manzana y p l á t a n o

-

C e r e a l de a r r o z c o n manzana y p l á t a n o

-

C e r e a l d e a v e n a c o n manzana y p l á t a n o

-

J u g o de n a r a n j a c o n manzana y p l á t a n o

-

H o j u e l a s de m a í z y p l á t a n o

-

H o j u e l a s d e p l á t a n o

-

P l á t a n o a c i t r o n a d o

-

P u r é de p l á t a n o

-

P a s t a p a r a e l a b o r a c i ó n de p r o d u c t o s de c o n f i t e r í a y

r e p o s t e r í a

-

E s e n c i a d e p l á t a n o

La Compañía NESTLE y G E R B E R p r o d u c e n a l i m e n t o s p a r a n i -

ñ o s , que g e n e r a l m e n t e v a n a s o c i a d o s a c e r e a l e s y a o t r o s fr! t o s . L a s o t r a s d o s empresas e l a b o r a n h o j u e l a s , h a r i n a y m a i -

z e n a y o t r o s p r o d u c t o s de consumo d i r e c t o ; a s í como, m a t e r i a p r i m a p a r a u s a r s e e n h e l a d o s , p u r é s , b a t i d o s , l e c h e s m a l t e a -

(35)

La e x i s t e n c i a de c o n s i d e r a b l e s t o n e l a d a s de m a t e r i a l

re

zagado del que poca proporción e s debidamente aprovechada,

c o n s t i t u y e una j u s t i f i c a n t e f u e r t e para l l e v a r a cabo u n e s - tudio t e n d i e n t e a hacer buen uso de l o s mismos con e l f i n de

p r o d u c i r

uno

de

l o s

componente's n u t r i c i o n a l e s más importan-

t e s para e l hombre y l o s animales que e s ?a p r o t e í n a .

OBJETIVOS:

1 . - Aprovechar e l p l á t a n o de desecho con e l f i n de incremen-

tar l o s i n g r e s o s d e l p r o d u c t o r , evitando a s í e l desperdi -

cia de r e c u r s o s .

2 . - Obtener p r o t e í n a

(una

crema de l e v a d u r a s ) para l a alimen -

t a c i ó n de porcinos en forma económica, evitando en p a r t e e l uso d i r e c t o del p l á t a n o p a r a e s e f i n .

3.- E v a l u a r , a n i v e l de m a t r a z , l a produccián de biomasa mi- c r o b i a n a p o r e l sistema de f a v o r e c e r e l d e s a r r o l l o de

u n a f l o r a de levaduras n a t u r a l e s del plátano comparado con e l uso de c u l t i v o p u r o de l e v a d u r a s .

4 . - Conocer y determinar l a s c o n d i c i o n e s áptimas para e l de- s a r r o l l o de l a s levaduras sobre e l s u s t r a t o de p l á t a n o .

(36)

C A P I T U L O V

M A T E R I A L E S Y M E T O D O S

a).- M i c r o o r g a n i s m o s :

S e u t i l i z ó u n a c e p a d e l a l e v a d u r a C a n d i d a u t i l i s

-

( A T C C ) d o n a d a al D e p a r t a m e n t o d e I n d u s t r i a s A g r í c o l a s , U.A.CH.

p o r I d E s c u e l a N a c i o n a l d e C i e n c i a s B i o 1 6 g i c a s . I.P.N. La c e - pa f u e u t i l i z a d a e n l o s e x p e r i m e n t o s p a r a c o m p a r a r s u c o m p o r -

r e s p e c t o a una f l o r a n a t u r a l del p l á t a n o . tamietito c o n

Se uti1

f l o r a n a t u r a

26 el s i g u i e n t e p r o c e d i m i e n t o p a r a o b t e n e r la

1.- P l á t a n o s e n t e r o s s o b r e m a d u r o s , p r o c e d e n t e s de T a b a s -

c o , f u e r o n l i c u a d o s e n u n a l i c u a d o r a O s t e r i z e r , t i p o c a s e r o .

2.-

E l

l i c u a d o , c o n

u n

pH = 5.3 y 22'Brix f u e

d i

h a s t a h o b t e n e r un l í q u i d o d e 5 " B r i x c o n a g u a d e s t i l a d a

p H f u e a j u s t a d o a 3.6 c o n u n a s o l u c i ó n 0.2

N

d e á c i d o

d r i c o l

u í d o

E l

c l o r h í ..

3.- A l l í q u i d o a n t e r i o r , s e l e a g r e g 6 300 ppm d e m e t a b i -

(37)

4.-

Del

medio liquido a n t e r i o r ,

fueron

puestos

200 ml

en

u n

matraz de 500

m l

para llevar

a

c a b o una fermentación.

5.-

Después de

5

días d e proceso,

con

agitación,

y

a

temperaturas ambiente, se detuvo

la

fermentacibn.

i

6 . -

Usando c o m o medio de cultivo sólido el Sabouroud-

Dextrosa-Agar, se hicieron siembras en estrfa simple en pla

-

tos p e t r i ,

del

c u l t i v o líquido.

7 . -

Se incubaron las siembras por

4 8

horas

a

3 O O C .

8 . -

Se seleccionaron dos cepas de mayor crecimiento y

se

mezclaron para constituir

l a

flora natural.

Ambas c e p a s ,

_

Candida utilis

I-- y

Cultivo Mixto.

se

c o n s e r -

varon en refrigeración a 8°C aproximadamente, resembrándolas

cada'30 días en tubos de agar-sabouroud-dextrosa inclinados.

A

partir de estos tubos

se

prepararon los inóculos, siempre

con 2 4 horas de anterioridad

a

su uso.

La

secuencia seguida

en

la

preparación del in6culo fue

la

siguiente:

1.-

A

partir

de

u n

c u l t i v o inclinado de

4 8

horas

a

30°C

se preparó

u n

volúmen de

100

ml d e inóculo.

2.- Después del traspaso de c é l u l a s

a

los

100

ml

d e m e -

(38)

ésta a una incubación c o n agitación por

24

horas.

, 3 . -

El inoculo, c o n c é l u l a s en plena

fase

exponencial

d e desarrollo, s e inoculaban

al

medio d e cultivo definitivo,

en proporción d e

5

ml

por c a d a 50

ml

del medio d e cultivo.

La cantidad d e inóculo mencionado f u e en el caso d e

los

expe

rimentos d e optimización del medio d e cultivo únicamente.

b).-

El Medio d e Cultivo:

Los

d o s tipos d e levaduras usadas en las pruebas experi-

m e n t a l e s , s e mantuvieron en tubos inclinados de sabouroud-dex

-

trosa-agar.

De acuerdo con el propósito central d e la investigación

s e utilizó el plátano sobremaduro del cultivar Cavendish co-

m o

materia prima para preparar los medios de c u l t i v o líquido

en

l o s

procesos de producción d e biomasa.

E l

plátano f u e

l a

única fuente d e carbono suministrada. El procedimiento segui

-

do en ,la preparación del medio d e cultivo s e presenta a conti

nuacion:

1 . -

S e compraron plátanos m a d u r o s en el mercado d e Texcg

c o , Edo. d e M é x i c o , procedentes del Edo. de Chiapas.

2-.-

S e escaldaron las porciones comestibles en agua des-

(39)

o b t e n e r

u n

homogenizado. agua por k g d e p l á t a n o .

,3.- Se f i l t r d inmed

t r a v é s de una manta de

c

Se u t i l i z d una mporción d e 2 I t de

atamente después e l homogenizado a j.

e l o d o b l e para obtener

un

e x t r a c t o l i b r e de p a r t í c u l a s de pulpa grandes.

4.- Se sometió e l e x t r a c t o a una d e f e c a c i d n a l c a l i n a

con una s o l u c i ó n de CaO h a s t a u n pH de 8 y a e b u l l i c i d n por

5 minutos ( S p e n c e r y Meade. 1 9 6 7 ) .

5 . - El e x t r a c t o a l c a l i n o hervido f u e puesto en reposo por 1 5 minutos y luego f i l t r a d o a t r a v é s de manta de c i e l o , doblada dos v e c e s , con e l f i n de e l i m i n a r l o s s ó l i d o s a g l u - t i nado s.

6 . - E l f i l t r a d o o b t e n i d o , de c o l o r a m a r i l l o , l i b r e de s ó l i d o s i n s o l u b l e s y con

un

a l t o c o n t e n i d o de azu’cares t o t a -

l e s , c o n s t i t u y d e l l i c o r madre a p a r t i r de l a c u a l s e prepa- r a r o n l o s medios de c u l t i v o haciendo d i l u c i o n e s con agua des t i l a d a para o b t e n e r l a c o n c e n t r a c i ó n de azúcar t o t a l deseada

7 . - El pH del medio fue a j u s t a d o a 3 . 5 con á c i d o c l o r h í -

d r i c o , s o l u c i ó n 0 . 2 N.

8.- Se u t i l i z ó l a e s t e r i l i z a c i ó n en a u t o c l a v e con vapor

(40)

mente ajustado e l p H del m e d i o . Se adopt6 e s t e procedimien - to de esterilización debido a q u e e l p H ácido favorecía l a

destrucción de microorganismos, l o c u a l se detect6 en l a s

pruebas preliminares.

,

c).- Sales Minerales:

A l i g u a l q u e el procedimiento d e obtención d e l medio de cultivo, se i d e ó un procedimiento para l a adición de sales

minerales a l medib d e cultivo. E l procedimiento se presenta

a continuación:

1.- La cantidad de agua q u e se utilizó para d i l u i r l a

solución madre hasta e l % de azúcares totales deseado se d i -

vidió dejando un pequeño volúmen p l a s sales p o r separado.

2.- La solución m i n e r a l e s t é r mente,a l o s matraces q u e contenían

r a d i l u i r y esterilizar

1 fue adicionada p o s t e r medio d e cultivo, tambi

o r n

.

estéril. Tales operaciones se realizaron e n condiciones sscépticas e n cámara de flujo l a m i n a r .

(41)

o p t i m i z a c i ó n :

1.- S e ha o b t e n i d o 0.30

l e v a d u r a s c u l t i v a d a s e n

5 5

m

a z ú c a r e s t o t a l e s . lo q u e e q u

l t d e m e d i o .

g d e b i o m a s a ( m a t e r i a s e c a ) d e

d e m e d i o d e c u l t i v o c o n

2%

d e

v a l e

a

5.45

g d e b i o m a s a s e c a /

2.- S e c o n s i d e r a q u e los 5.45 g ( a p r o x i m a d a m e n t e 6 g )

d e b i o m a s a s e c a c o n t i e n e n 50% d e p r o t e í n a s .

Lo

c u a l e s

u n a

m e d i a e s t i m a d a a p a r t i r d e m ú l t i p l e s e s t u d i o s y a n á l i s i s

b r o m a t o l ó g i c o s d e l o s m i c r o o r g a n i s m o s ( L e h n i n g e r , 1977).

3.- La c a n t i d a d d e n i t r ó g e n o a u s a r e s el d o b l e del r e -

q u e r i d o t e ó r i c a m e n t e .

L o s d a t o s del C u a d r o

1

h a n s i d o r e a r r e g l a d o s , t o m a n d o

cono b a s e 100 a l n i t r ó g e n o y el r e s t o d e

l o s

e l e m e n t o s s o n

c a l c u l a d o s e n r e l a c i ó n a e s t a b a s e ( a d a p t a d o

del

t r a b a j o d e

D o s t á l e k , m e n c i o n a d o p o r P a r e d e s , 1976).

l o s e l e m e n t o s d e m a y o r d e m a n d a p o r

Anionio, F o s f a t o d e P o t a s i o M o n o b á s

y C l o r u r o d e Calcio.

C o n b a s e e n la t a b l a d e c o m p o s i c i ó n c e l u l a r , s e s e l e c -

c i 3 n a r o n l a s s i g u i e n t e s s a l e s m i n e r a l e s q u e p r o p o r c i o n a r a n

d e

O

l a l e v a d u r a : S u l f a t o

(42)
[image:42.628.59.543.73.623.2]

Cuadro 1 . Composición c e l u l a r usado como base para e l c á l -

c u l o de d o s i s de s a l e s m i n e r a l e s .

I

€1 ementos Contenido R e l a t i v o

N

P

K

S

M g Na Ca

c1

Fe

Zn

C U

100 23 14

0.9 4.9 3.2 3.0

2.5

0.3

O . 14

0.03

Mn

-

0 . 0 5

Ca - 0 . 0 0 3

M o

--

o

~ 0 0 2

B 0.006

d).- Método E s t a d í s t i c o de Optimización del Medio de C u l t i v o :

(43)

g r e s i ó n p a r a e x a m i n a r el r e n d i m i e n t o d e u n i d a d e s e x p e r i m e n t a

l e s ha s i d o c o n o c i d o d e s d e h a c e a ñ o s .

A l

c o n j u n t o d e d a t o s a e r e n d i m i e n t o d e l a s u n i d a d e s e x p e r i m e n t a l e s s e le c o n o c e

c o m o S u p e r f i c i e d e R e s p u e s t a . P e r o no ha s i d o s i n o h a s t a

d e s p u é s d e l o s t r a b a j o s d e B o x y W i l s o n ( 1 9 5 1 ) , c u a n d o l o s

i n v e s t i g a d o r e s a p r e c i a r o n

l a

u t i l i d a d de e s t a h e r r a m i e n t a ( A n d e r s o n y

Mc.

L e a n , 1974).

E l p r i n c i p i o g e n e r a l del m é t o d o e s t a d í s t i c o , c o n o c i d o

c o m o " M é t o d o d e

l a

M á x i m a P e n d i e n t e " , e s

l a

d e e s t a b l e c e r

u n

d i s e ñ o i n i c i a l

d e

l o s t r a t a m i e n t o s , p o r e j e m p l o

Zn

f a c t o r i a l

c o n

u n

p u n t o c e n t r a l c o r r e s p o n d i e n t e

a u n

m á x i m o i m a g i n a d o e n el e s p a c i o del f a c t o r . U s u a l m e n t e , l o s p a s o s s u b s e c u e n -

t e s de t r a t a m i e n t o s s e d i s e ñ a n y s e l l e v a n a c a b o h a s t a q u e

una d e c l i n a c i ó n

o

m e s e t a s u c e d e e n el c o m p o r t a m i e n t o d e la t a r i z b l e d e r e s p u e s t a . E s t a r e g i ó n p u e d e e n t o n c e s s e r u s a d a

p a r a l l e v a r a c a b o

u n

n u e v o d i s e ñ o c o n el f i n d e e s t a b l e c e r

e l p u n t o m á x i m o Ó m í n i m o d e r e s p u e s t a ( D a v i s , 1 9 7 1 y C o c h r a n ,

1978).

P r o c e d i m i e n t o d e o p t i m i z a c i b n del m e d i o d e c u l t i v o :

1.- D i s e ñ o d e t r a t a m i e n t o s :

E l

m e d i o s e m i s i n t é t i c o f u e u t i l i z a d o c o m o m e d i o b a s e .

Esto e s , l a s c o n c e n t r a c i o n e s d e c a d a c o m p o n e n t e del m e d i o d e

,.

(44)
[image:44.624.90.530.53.584.2]

Cuadro 2. Diseño de t r a t a m i e n t o s

No. de NIVELES DE FACTO- NIVELES C O D 1 F ICADOS

T r a t a - RES E f e c t o s DE LOS FACTORES

mientos A B C D E

1 2 3 A 5 6 7 9 10 1 1 1 2 I 3 1 4 1 5 16 17 1 8 19 2 0 21 22 2 3 2 4

25

.

26 27 28 2 9 30 3 1 32

a

A 1 A2 B1 B2 B1 B2 c2 c1 c2 c1 c2 c2 (1) E D ED C CE CD CDE B BE BD BED BC BEC BDC BEDC A AE AD AED AC ACE ACD ACDE AB ABE ABD ABDE ABC ABCE ABCD ABCDE

-1 -1 -1 -1 -1

-1 -1 -1 -1 +1

-1 -1 -1 +1 -1 -1 -1 -1 +1 +1 -1 -1 +1 -1 -1

-1 -1 +1 -1 +1

-1 -1 +1 +1 -1 -1 -1 +1 +1 +1 -1 +1 -1 - 1 -. 1

-1 +1 -1 -1 +1

-1 +1 -1

+1

-1

-1 +1 -1 +1 + 1 -1 +1 +1 -1 -1

-1 +1 +1 -1 +1 -1 +1 +1 +1 -1

-1 +1 +1 +1 +1 +1 -1 -1 - 1 -1

+1 -1 -1 -1 +1

+1 -1 -1 +1 -1

+1 -1 -1 +1 +I

+1 -1 +1 -1 -1

+1 - 1 +1 -1 + 1

+1 -1 +1 +1 -1

+1 - 1 +1 + 1 +1

+1 +1 -1 -1 - 1 +1 +1 - 1 -1 + l

+1 +1 -1 +1 -1

+1 +1 - 1 +1 +1

+1 +1 +1 -1 - 1 +1 +1 +1 -1 +1 +1 +1 +1 +1 - 1

(45)

c u l t i v o en c u e s t i á n , s e usaron como v a l o r e s c e n t r a l e s para e l d i s e ñ o de l o s t r a t a m i e n t o s . E n torno a l o s v a l o r e s cen- t , r a l e s fueron f i j a d a s l a s unidades de v a r i a c i d n para o b t e n e r u n f a c t o r i a l 2 5

.

E l c o n j u n t o de l o s Z5=32 t r a t a m i e n t o s r e s u l t 6 como s e miiestra en e l Cuadro 2

F a c t o r e s Nivel' Menor Nivel Mayor

A 2

B 1 B 2

c 2

D 2

E 1 E 2

Concentración a z ú c a r e s t o t a l e s (A) S u l f a t o de Amonio ( B )

F o s f a t o de P o t a s i o (C) C , S u l f a t o de Magnesio ( D ) D 1

Cloruro de C a l c i o ( E )

A e f e c t o de l o g r a r una reducción en e l tamaño de l o s ex

p e r i m e n t o s , s e r e c u r r i ó a l p r i n c i p i o e s t a d í s t i c o llamado " A l i a s " * , para o b t e n e r u n Z 5 f a c t o r i a l en r e p e t i c i ó n f r a c c i g

n a d a a l a mitad.

E s

d e c i r 3 2 / 2 = 1 6 t r a t a m i e n t o s . Fueron u t i -

l i z a d o s l o s s i g u e n t e s 16 t r a t a m i e n t o s en e l e x p e r i m e n t o ,

considerando que l a s i n t e r a c c i o n e s de 4 f a c t o r e s son en r e a -

l i d a d e f e c t o s pr n c i p a l e s :

(46)

1.- A B

2.-

A C

3.- A D 4.- A E ' 5.- B C 6.- B O 7.- BE 8.- C E

9.- C D 10.- DE 11.- B C D E 12.- ACDE 13.- ABDE 14.- A B C E

15.- ABCD

16.- ( 1 ) \

Es

importante hacer notar q u e

el

anterior diseño d e los

tratamientos se ha hecho considerando despreciables las inte

-

racciones d e tres

o

m á s factores; d e esta forma se obtienen

estimaciones independientes d e todos los efectos principales.

2.-

Diseño del experimento:

Se

llevó a c a b o

un

experimento en "Diseiio completamente

al a z a r " , en donde

los

16 tratamientos estaban repetidos

tres v e c e s c o n el

fin

d e aumentar la precisión del experimen

t o .

Para e s t o ,

l o s

experimentos fueron montados en matraces

come

unidades c o n agitación c i r c u l a r , d e 120 r.p.m.

Todo el

p r o c e s o

fue llevado

a

cabo en una c á m a r a de incubacidn a una

temp constante d e

30°C,

y por un tiempo

d e

proceso d e

72

h g

Figure

Cuadro 1 Composicidn c e l u l a r  usado como base para e l  c á l c u l o  de d o s i s  de s a l e s  m i n e r a l e s
Cuadro Páai na
Cuadro 1 .
Cuadro 2. Diseño de t r a t a m i e n t o s
+7

Referencias

Documento similar

h)  contaminantes  del  medio  ambiente  laboral:  son  todas  las  sustancias  químicas  y  mezclas  capaces  de  modificar  las  condiciones  del  medio 

Garnatxa, Samsó, Cabernet Sauvignon Garnatxa, Merlot, Syrah. BOCA PETITA (Alregi)

En esta primera asociación, podemos notar como el sol con el 33% conforma al núcleo central de la representación social del sitio arqueológico, y que los elementos periféricos

Desde que resultamos adjudicatarios del primer servicio de ayuda a domicilio en el municipio bizkaino de Muskiz en el año 1995 hasta hoy, nuestra misión como empresa siempre se

Por este motivo, lo que hace la filosofía no es meramente describir y analizar una realidad, sino incluirla dentro de la misma vida filosófica; en otros

Derivado del proceso de mejora administrativa en el procedimiento para integrar la Lista de personas que pueden fungir como peritos ante los órganos del Poder Judicial de

III. Deberán estar impermeabilizadas en su interior y en los muros colindantes con las fachadas y pasillos de circulación atendiendo lo que para tal efecto determine la

Establecer las disposiciones operativas, administrativas y disciplinarias a las que deberá sujetarse el personal de la Secretaría, de acuerdo a lo establecido en la Ley General del