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Reforma tributária no Brasil : ideias, interesses e instituições

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Academic year: 2021

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GV DIREITO RIO

)z da Rocha, 143 - Juvevê Fone: (41) 4009-3900 52-1311 CEP: 80.030-475 Curitiba - Paraná - Brasil I Torres, 1.220 - Lojas 15 e 16 Fone: (351) 223 710 600 :reial D'Ouro - 4400-096 - Vila Nova de Gaia/Porto - Portugal

Pacheco

)ouza Rocha.

iria no Brasil: ideias, interesses e a de Souza Rocha Lukic.l Curitiba:

tária Brasil. 2. Direito tributário.

CDD 343.252 (22.ed.) CDU 336.2.01

JURUÁ - FGV DIREITO RIO

REFORMA TRIBUTÁRIA

NO BRASIL

Ideias, Interesses e Instituicões

I

Curitiba Juruá Editora

(2)

Visite nossos sUes na Internet www.jurua.com.br e WWlV. editorialjurua. com e-mail: [email protected]

"'-'FGV DIREITO RIO

ISBN: 978-85-362-4938-4

Av. Mtmhoz da Rocha, 143 Juvevê Fone: (41) 4009-3900

flURUfÍ

Brasil

Fax:(41)3252-1311-CEP: 80.030-475 Curitiba-Paraná Brasil

EDITORA Europa -Rua General Torres, 1.220 Lojas 15 e 16 - Fone: (351) 223710600­ Centro Comercial D'Ouro - 4400-096 - Vila Nova de GaiaIPorto - Portugal Editor: José Ernani de Carvalho Pacheco

Lukic, Melina de Souza Rocha.

L954 Reforma tributária no Brasil: ideias, interesses e instituições.! Melina de Souza Rocha Lukic.l Curitiba: Juruá, 2014,

476p.

1. Reforma tributária - Brasil. 2. Direito tributário. L Título.

CDD 343.252 (22.ed.) CDU 336.2.01

000240

(3)

SUMÁRIO

ABREVIATURAS ... 19

INTRODUÇÃO ...23

A Tributação como Objeto da Ciência Política ... 24

1.1 A tributação como fato social e político ... 24

1.2 A tributação nos trabalhos da sociologia e da ciência política ... 27

2 Pensar a Tributação como uma Política Pública ... 35

2.1 A construção do objeto de estudo a partir das ideias e das dimensões da mudança ... 37

2.2 Interesses e instituições: pontos negligenciados pela aborda­ gem cognitiva? ...69

2.3 Metodologia e organização dos desenvolvimentos ...94

CAPÍTULO 1 - A CRISE DO SISTEI\lA TRIBUTÁRIO BRASILEI­ RO: QUAIS RAZÕES PARA A MUDANÇA? ...97

SEÇÃO 1 - CRISE DE UM PARADIGMA: O FRACASSO DO SIS­ TEMA TRIBUTÁRIO ... 102

As Razões da Crise do Paradigma Centralista e as Mudanças pelos Instrumentos ... 106

1.1 A centralização das competências tributárias ... 107

1.2 A centralização das receitas fiscais ... 1 08 2 Os Problemas Ligados à Justiça Tributária; Garantias aos Contri­ buintes ... 116

2.1 A questão da justiça tributária ... 116

2.2 As garantias dos contribuintes ... 121

SEÇÃO 2 A ESTRUTURAÇÃO DE UM SISTEMA DE ATORES E A FORMAÇÃO DE COALIZÕES ... 124

(4)

-

--

---14 Melina de Souza Rocha Lukic

1.1 Os cidadãos vivem nos Municípios ... 125

1.2 Os Municípios não arrecadam ... 128

2 As Coalizões dos Estados e Outros Grupos de Interesse: o Desafio de Conciliar Interesses Opostos ... 132

2.1 Os interesses regionais nas coalizões dos Estados ... 132

2.2 Os outros grupos de interesse ocupam apenas um papel mar­

-

ginal ... 135

..

-..

3 Conclusão ... 139

..

..

CAPÍTULO 2 - PROPOSTAS DE REFORMA E GÊNESE DO PARA­ DIGMA DA TRIBUTAÇÃO NA CONSTITUIÇÃO DE 1988 ... 141

SEÇÃO 1 - AS DUAS CORRENTES DE PROPOSTAS DE REFOR­ MA TRIBUTÁRIA ... 144

O Projeto IPEA-SEPLAN: uma Mudança Radical do Sistema ... 145

1.1 Os princípios do projeto IPEA e a repartição das competên­ cias ... 146

1.2 O sistema de compartilhamento de receitas fiscais ... 150

2 Os Projetos Afonso Arinos e IASP: Alterações Pontuais? ... 155

2.1 Os princípios dos projetos e a repartição das competências ... 156

2.2 O sistema de partilha das receitas fiscais e a comparação entre os projetos ... 160

SEÇÃO 2 - O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO NOVO PARA­ DIGMA NA CONSTITUIÇÃO: ENTRE O CONFLITO E O CON­ SENSO? ... 166

3 Disputas, Negociações e Acordos nas Comissões: um Consenso Ambíguo? ... 167

3.1 A agregação de interesses na Subcomissão de Tributos, Par­ ticipação e Distribuição das Receitas ... 167

3.2 A cristalização dos interesses dos Estados e Municípios na Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças ... 177

4 A Etapa Final das Discussões e a Oposição da União ao Projeto... 184

4.1 O confronto entre as partes da Federação dentro da Comissão de Sistematização ... 184

4.2 A etapa final das discussões: o sucesso do paradigma descen­ tralista ... 190

5 Conclusão ... 205 STJ00100022

(5)

dos e Outros Grupos de Interesse: o Desafio

Opostos... 132

onais nas coalizões dos Estados... 132

... 135

... 139

de interesse ocupam apenas um papel mar­ ; DE REFORMA E GÊNESE DO P ARA­ ~A CONSTITUIÇÃO DE 1988 ... 141

)RRENTES DE PROPOSTAS DE REFOR­ )rojeto IPEA e a repartição das competên­ ha das receitas fiscais e a comparação entre ) DE CONSTRUÇÃO DO NOVO PARA­ ;ÃO: ENTRE O CONFLITO E O CON-e Acordos nas ComissõCON-es: um ConsCON-enso scussões: o sucesso do paradigma descen­ ... 144

,N: uma Mudança Radical do Sistema ... 145

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lartilhamento de receitas fiscais ... 150

lOS e IASP: Alterações Pontuais? ... 155

lrojetos e a repartição das competências ... 156

... 160

... 166

... 167

eresses na Subcomissão de Tributos, Par­ ição das Receitas ... 167

; interesses dos Estados e Municípios na la Tributário, Orçamento e Finanças ... 177

:sões e a Oposição da União ao Projeto ... 184

s partes da Federação dentro da Comissão ...··..··....··... · ..··· ..·· ..·..·· ..·· ... 184

... 190

... 205

CAMINHO DE UMA RECENTRALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA?... 209

SEÇÃO 1- O PAPEL DA TRIBUTAÇÃO NA ESTABILIZAÇÃO E ABERTURA ECONÔMICA ...216

A Estabilização Econômica, a Nova Palavra de Ordem para a Tri­ butação ... 217

1.1 A tributação nas tentativas de estabilização ... 217

1.2 O Plano Real e seus efeitos sobre a tributação ... 221

2 A Abertura Comercial e as Questões em Tomo da Lei Kandir ... 225

2.1 As questões de abertura e as discussões sobre a Lei Kandir. ... 225

2.2 Implementação e modificação da Lei Kandir ... 231

SEÇÃO 2 - O PESO DAS CRISES INTERNACIONAIS E O QUA­ DRO JURÍDICO PARA O AJUSTE DAS FINANÇAS PÚBLICAS ... 234

3 A Influência das Crises Internacionais Sobre a Tributação ... 235

3.1 O contexto econômico antes da crise e os acordos com orga­ nizações internacionais ... 236

3.2 O impacto do Programa de Estabilidade Fiscal sobre a tri­ butação ... 23 7 4 O Quadro Jurídico para o Ajuste das Finanças Públicas: a Lei de Responsabilidade Fiscal ...241

4.1 As questões surgidas com a criação da Lei de Responsabili­ dade Fiscal ...242

4.2 A Lei de Responsabilidade Fiscal entre crítica e realização ... 248

5 Conclusão ... 252

CAPÍTULO 4 - AS TENTATIVAS DE REFORMA TRIBUTÁRIA DE COLLOR A CARDOSO ... 255

SEÇÃO I - AS PRIMEIRAS PROPOSTAS DE REFORMA TRIBU­ TÁRIA E A EMERGÊNCIA DA COALIZÃO EMPRESARIAL ... .256

A Proposta de Refonna do Governo Collor e o Processo de Refor­ ma Constitucional ... 257

1.1 As questões da proposta Collor ... 257

1.2 Os debates da refonna no âmbito da revisão constitucional ... 260

2 Emergência e Propostas da Coalizão Empresarial ...262

(6)

Melina de Souza Rocha Lukic

2.2 A proposta da FIESP-CUT: a reação dos atores econômicos e

sociais ... 264

SEÇÃO 2 - A PROPOSTA DE REFORMA DO GOVERNO FHC ... 269

A Primeira Proposta de Reforma do Governo FHC ... 269

3.1 Os Princípios e os Principais Desafios da PEC 175/95 ... 269

3.2 Os conflitos de interesses e a busca de consenso em tomo da PEC 175/95 ... 275

O Conflito Entre o Governo Federal e o Congresso: o Fracasso da Reforma ... 283

4.1 O fracasso da proposta em razão do contexto de crise ... 284

4.2 A Comissão Tripartite e a última proposta do governo: um consenso ainda dificil.. ... 294

Conclusão ... 303

CAPÍTULO 5 - O GOVERNO LULA: UMA JANELA DE OPORTU­ NIDADE PARA A REFORMA TRIBUTÁRIA? ... 307

SEÇÃO 1 A CHEGADA AO PODER, A CONTINUIDADE DA POLÍTICA TRIBUTÁRIA E AS PRIMEIRAS PROPOSTAS DE RE­ FORMA DE LULA ... 309

Lula: Presidente do Consenso e da Continuidade ... 309

1.1 A chegada de Lula e a reforma tributária: o Presidente de con­ senso? ... 310

1.2 A continuidade da política fiscal e tributária de Lula ... 314

2 A Primeira Proposta de Reforma: Mudanças Pontuais para Garantir a Estabilidade ... 320

2.1 As tentativas de consenso na primeira proposta de reforma tributária ... 321

2.2 O fracasso da reforma devido ao conflito de interesse ... 329

SEÇÃO 2 A MUDANÇA NA POLÍTICA FISCAL E TRIBUTÁRIA E A SEGUNDA TENTA TIV A DE REFORMA: UM PONTO DE VIRAGEM NO PARADIGMA DA TRIBUTAÇÃO? ... 336

3 As Mudanças na Política Fiscal e Tributária sob o Governo Lula e Dilma: do Neoliberalismo ao Desenvolvimentismo? ... 336

3.1 As disputas em torno da mudança da política tributária ... 336

3.2 O retorno do investimento público e as desonerações tribu­ tárias do "Plano de Aceleração do Crescimento" (PAC)... 337

(7)

'A DE REFORMA DO GOVERNO FHC

nteresses e a busca de consenso em torno da

... 269

le Reforma do Governo FHC ... 269

,s Principais Desafios da PEC 175/95 ... 269

... 275

>vemo Federal e o Congresso: o Fracasso da ,... 283

'posta em razão do contexto de crise ... 284

Jartite e a última proposta do governo: um ificil. ... 294

... 303

o

LULA: UMA JANELA DE OPORTU­ <\ TRIBUTÁRIA? ... 307

'A AO PODER, A CONTINUIDADE DA , E AS PRIMEIRAS PROPOSTAS DE RE­ I e a reforma tributária: o Presidente de con-Reforma: Mudanças Pontuais para Garantir ... 309

lsenso e da Continuidade ... 309

... 310

política fiscal e tributária de Lula ... 314

... 320

:onsenso na primeira proposta de reforma ...·· ... ·..·· .. ·.. ··· .... ··· ... ·· ... 321

ma devido ao conflito de interesse ... 329

, NA POLÍTICA FISCAL E TRlBUT ÁRIA

rIV

A DE REFORMA: UM PONTO DE ViA DA TRIBUTAÇÃO? ... 336

a Fiscal e Tributária sob o Governo Lula e 10 ao Desenvolvimentismo? ... 336

10 da mudança da política tributária ... 336

;timento público e as desonerações tribu-Aceleração do Crescimento" (PAC)... 337

4.1 A PEC 233/08 e a construção de um consenso de interesses divergentes ... 344

4.2 Oposições na tramitação da PEC 233/08 ... 351

5 Conclusão ... 364

CONCLUSÃO ... 367

REFERÊNCIAS ... 379

APÊNDICE A EVOLUÇÃO DA QUESTÃO FEDERATIVA APÓS 1988 ... 393

A Descentralização Fiscal e a Posição dos Estados ... 394

1.1 A autonomia dos Estados e a guerra fiscal ... 394

1.2 As transferências para os Estados reduziram as desigualdades regionais? ... 405

2 A Descentralização Fiscal Trouxe uma Maior Autonomia aos Mu­ nicípios? ... 432

2.1 Os Municípios fizeram a arrecadação? ... .434

2.2 As transferências e os Municípios: autonomia ou dependência? .... .446

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