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i:
c
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L
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O B J E T I V O :
-
E V ~ U A R LA EPICIENCIA DE OPERACI~N DEP. TRATAMIENTO BIOLO-
GICO DIQITIW DE UN
rmcm
DE TRATAP~I@TO DE AGUAS RESIDUALBS.J U S T I P I C A C I O N :
DIBID0 A LA OBSBRVACION DE D B f l C I ~ I A S
BN
LA O P W I O N DE UNAi
i
I
PLANTA DE T R A T A b l I m DE ACAAS RESldlALES ; SB R U I P UN I\NAtlSIS WL T R P
DE T M m W X O , HACIBNIKl
INCAPIE
BN
@A BPAPA BrouÑICASAt
TBWRIK) DE MISOSE PAOPUSIBRON SOLUCIONES A LAS' DEPIlCIBNClAS DHTBcfADAS.
t
c
c
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I:
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c
U N I V B R S I D A D A U T O N O M A M E T R O P O L I T A N A
U N l D A D 1 Z T A P A L A P A
I K P O R M B
,
F I N A L D B L S B R V I C I O S O C I A LANA PATRICIA
mmas
CASROc
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1 . 1 11 1 1
I V
V
V I
V I I
-
- .CONtENIDD
INTRODUCCION
AGUAS RESIDUALES
TRATAMIENTO DE AGUAS BESfDU$ES
3.1 E T A P A S DE UN SISTEMA DE T R A ~ A M I E N T O
DE
AGUAS RES IDU
ALES.3.2 SITUACION DE LOS TRATAMIENTOS DE AkUAS RESIDUALES EN MEXICO.
F I L T R O S P E RCDL ADORE 5
4.1 ESTRUCTURA
4.2 OPERACION
4.3 HANTENlMIENTO
DE
OPERACION4.4 CRITERIOS DE
DISEhO
4.5 PROBLEMAS COMUNES EN L O S F I L T R O S
ANALISIS PARA EVALUAR UNA PLANTA DE TRATAMIENTO
DE
AGUASRES I DU ALE S
5.1 DESCRIPCION DE PARAMETROS
ESTRUCTURA Y OPERACION DE LA PLANTA EN ESTUDIO
6.1 F A L L A S DETECTADAS €1 E L SISTEHA
MUESTRE0 Y ANALISIS DE RUESTRAS
7.1 MUESTRE0
7.2 ANALISIS dE MUESTRAS
VI11 RESULTADOS
IX EVALUACION DE RESULTADOS
8,.
CONCLUSIQNES Yx
p
~
~
~
~
&
~
g
~
~
c
f
f
f
c
c
c
c
c
c
c
f
c
c
f
C
c
c
f
1. ImRo1111ooIoI
~1 hombre sienpmiho
utilisado
l o s reoirms aportados por l a M%Waieclap&m Mti0f-r N E pl'Opia8 flOoeüidrd.e, 01 -8, M FOOUI'SO 6- p-8 61
l o ha ido u t i l i s ~ n d o en forma d e a p r a o w d a , @inir.ado ani
hasta l€mites peligrosos de existemir. Aot9rlii.nte 71 incremento del fndi-
oe poblutlond
en
l a s oiutt8des h8Oe e&# i8tOnk a i p w b l r a dbl BgU8t e x 1 6ten e n t i d e s qw
hul
tbnido que dosif.liar e1 abrekoimietito de y a pord$8$ para evitar así e1 deeperdioio de este lfquldo *tal.
a@tmieato
Sfi
embargo, no e s mino hrsta ?inas del si&o passdo que e1 h o m h eaha aonoientisado de l a necesidad de pmeervw este r00Urm haturd J k.
Qw
do ploatao de trctamiento de amas r e s i d d e s oon o1 f i n de reutllísar e l
agua, bien para oonsumo humano o para riego de canpos s@ioOiae o de u.oi)s
v a d e s . Con esta Mdidp tmbidn M aee(yra una dieainuoidn de 1a oonf8min.r
oi6n d e l ambiente, qüe ee o t r o problems mundial en este mviciato.
En M6xieo e l ore¿&ente deterioro en
l a
oalidsd de l a s aguasouperfioií-
les y mabterraneae ee aebe prinoipdmnte a 189 deaou'(pe db aCpu reeidipc-les
munioipalee e industriales, l a ~ B r e e l ~ p l o t r c i b n de utu$feios aosterosquo provooa intruoiones salinea y e l -stre de sólidos pop e l esourriinieg
to superfioid durante l a epooa de aVWidsa.
.
LB
oontcuniwidn de rioe EO bampllaa cada ves mls, por l a.
(FM 6antid.8de deioargao de residaales en los m i s r e f por tanto EU iiinifioionte
opmidad de aufopurifio80ibh ; por opta p a d n eo hroe neceorrio un trata-
miionto do est80 Yp.0 Mt.8 .d Nr Utili88drO.
P f a proteger l a odidad de l a s 8 p a s nsoioaader * eo sepera
imtalsr,
en
l o que reeta da1 siglo, p$antu qtm permit- tratar d s de 10,000 millomed@ m3 de y u a al .Bo, da Ira auales eP
76
%
oornopondoráa e dewui.koid&
r_ ;.., ,
. . ' _
2. AWAS WSIDERLES
i
t
t
L
c
L
L.
l~ .gur roofdualom on
~míaam
gorrrLom pmedod proveeir dm domfcirabem prínoípal~m : apam do donaboo aoiJvUoom y lam do donoboo
indamtrialem.
Ea
~ ~ a l q $ i ~ r a do lor doi Worn l a oo*pomíoí6a y cronrtitpoidnr r r i a oon l a hora del dfa, dfa dm l a WDSM, mom de1 año J tubíón
oon
-
otrw
oondíoionos looalom.La coipoiiolbn m r O f l O r ~ a io. oca8iítry.itrm Íf6&Bam,
Piiioiuem
y bbiolb&~om qme so enou0.itru1 on 01 ypu nmidiirl.
D.
sott.Zd0 a Ir oom8n..truríbn do oada OW do omtom oo.poaoat.m, m1 q u a nmihal paode oluiií-
oarmo en faorto, d d l a o déM1. ira ia taóh 2.1 n prowatan dabs 40 l a
ooapomioi6n
y ooaooatraoibn deun
a m n . l d a a lmo&
emta o i ~ + í i í o m í 6 n .Conmídereme -0 omta tabla s l m oomo orienturibn y no cow b a r 80
prOj.ot0.
Por otra parte on l a tabla 2.2 80 preeonta l a o o b p o m i o í h tfplor del
agua rrsldual domómtíos do mumtram t o u d u e n e1 Mmtríto ?adoral.
Colparando l a s do. tablam, podríascm onmaroar que e l agua remídnal
d e l Dlmtrito Foderal se enouentra oat- l o s l i a í t s s de
un
e(prfuoT%$ Jun agua medía.
Posterioruato, en e l oapftulo
V
se demoríbírh l a pmoedenoia o ini-portaaoia de oada &o de loa Oolponeatoi dol ama roeidmal.
i
84'
Lf
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
\
c
c
c
c
c
f
c
c
TABLA 2.1
COMPOSICION TIPICA DE UN AGUA Htsi iiIAL DOMESTICA
(ng/l)
Sdlidos
t o t a l e sa U I
S ñ F
s o v
S S T
S S F
S S V
añttdos sedinentablas t m l / i )
D W 5
2OoC CO TDüu
N ( t o t a l )
N (orgánico)
N
(anoniocal)Nitri tos
Ni%ratom
I
P ( t o t a l )
r
(orgfinico)P ( i n n .,bnico)
Clrbruroe
Al#olinidad
G t h o
r uurta
1200
8 50
82s 325
3 50
7 5
275
20
300
300
1 JOO
85 35 50 O O 20 5 15 100 200 150 Matfia 700 300 300
2uo
200 50 150 10 200 200 500 40 15 25O
8 10 37
9U 100 1uoDebil
350 250 145 105 100 30 70 5 LOO 1íJo 250 20 8 12 O O6
2 4 30 50 50t
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
I:
c
c
c
c
c
c
c
TABLA 2.2
COMPOSICION T I P I C A DE AGUA RESIDUAL DOMESTICA EN EL DISTRITO FEDERAL
m9/1
Sdlidoe t o t o l e a 1015
S D T 858
S D F 472
S D V 386
S S T 159
S S F 6 4
s 5 v
95Sdlidos s ~ d i a 8 n t a b i s s (d/l) 1-65
N
(total) 20hi ( + r g h i c o ) 11
N (bmoniical)
9
P
(toto31
9
trmeo
97
Cloruro.
100A l c a l i n i d a d 264
DEO5 20°C 245
O W
5871
L
,
-fe
i
i
d
LL
i
1c
c
f
f
c
f
f
c
c
c
c
I:
c
c
c
c
c
c
c
gene en e l oiotema urdbioo, a d , eota tratemiento depende princigdmnta
de l a proporoidn de organionme reldbiooe para l a desocrposioidn de sdlidoo
orghiooe para transformarlos en sdlidos inorghioor o an odlidos or(rtiioo8
estables.
La tercera etapa constituya a l
igual
que en l a primer3 e t w aun
t r a t emiento fíaioo o qufmioo ; e1 físioo es generalmente
por
tanques de sodimen4 taoi6n y o1 químico por'oloruai6n.L.
oloiaoidn eo M &todo que tiene por objetivo destruir orgai&moe patbenos presentes en e l a- tratada. El010
co puede introdoo+me en f o r v de g8ot 40 ooluoi6n .Qu((Ia, o ea La foma de
hip4olorit0, ya moa 40 iodio o de odoio, loa o u d e o al diiiolversu ea m a t
desprenden oloro.
S i 00
una
poqiu8a orntidad de o l o n a lam . 6 p i ~ Fwiduales, sa+
aoiuuir& el
reaeaionar
dpiduente 0011 N S t . M i M oom e1 &ido oullhidri-00 y e1 hí4rro fernso. Bi eotao wndioionadt no oe logra ningina dssinfec-
oi6n;
oi
oe agrega otro pooo m b do+oforo reuaoionuhoon
l a materia or& uiaa promonte y fom.fl oompuostos orghiaos oloradeo, los males tienenuna ligera uaoidn deoinfeotante. h o r a bien, añadieado e1 oioro mufioienta
para reaooionar oon todos l o s oonpuestos reduotomo y l a materia orgihioa
en%onoes l a adioidn de:al@ d a de olor0 rotuuh @bra e1 amoniaoo u otro8
compuestos nitrognadoo, pmduoiendo oloraminas u otrao oombimoiones de
-
olor0 que tienen sooidn desinfeotante. Pareoe ser q ~ e e l oyaoter tdrioo dol
oloro
ea porque i n w t i v a lao e n s i w de l a o cuales dependen loo miocoorvigmom para l a utilisaoidn de ouo ali#ntOo, l o cud da por reeultado que ios
organiemos mueran de inanioi6n.
Pues bien, e l oloro que
oQn.uwn
IC motaaoiail nduoto*as, o q h i o u e i n m g b i c a i , oe defina oow desanda de c l ó r w es ieal a l a oantídad qua wt
c
c
c
c
c
[
I:
c
c
c
c
c .
c
c
c
c
c
f
I
tieipo
f.o.r l a denanda em
l a
que l l e v a a coba 10 derrinfeaoi&n, eeto oantidad de 0 o l o m an emuo ae define 00- o l o m roaidval.k
e w r i e n o i o lad en p1.a-k m ,
hui
dewmtrdo que n i w .69p O t O Nswtioienta
para @ e 9 1.015 fain
d. agmgndo que& una oonoentrrcidn de 016rO ranidual de 0.5 Bpi sei o g r
i o de8infeooibn.
~neralroonte en de
15
min.LB
oantidrd que Wedk de8pdn desatin
Ir daiinfecoidn d e k E C ~
un
prooeoe ocpntiaro, puemnafta
peligrono d u boarmr efluente nin tratar, .dn dorant$ FUI
oorfo
periodo de tiempo; a d e me1
punto de oplioaoibn del oloro dbbe 10041i5.Fmen
un lyrr donda e1 oloroque EO dada pueda r s o i e r e e r w i d w n t e w n toda
l a
comente de .apcrEA
dual p de manera que pueda mntenbrile dioha iH50io durante un mínimo de
15
sin, antes de deaoor@wme en l a corriente roooptorb
Si e1 o l o m raniduel em mayar1 o menor de 0.5 ppm
,
la Jimentwiba de oloro ne diemin- o inonmnto haata pue e1 olor0 n s i d u d obtettido aea e11611
de oloro oufiaien9e para producirolom
remidual c r d é o ~faooibn
en e lefluente
da filtros peraolrdona eo de15
~ m g /I:
f
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
t
f
3.3
SI'lWACIOH DE LOS TI?ATUIIElc1>oBDE
AUJAS RireIWÁLESBN
I6EXIC0,Aotualrnte exioten 193 pl8ntw de t r a t d e a f o o de r g i ~ rWidualeo em-
nioipdes a nivol naoionrl, da lam W e e oe tiene oonooiaiainto unioiwnte
de dos cifili5.n 00- tratuiento 100 f i l t * E POX'WhdOF..,
en aoiprraoibn oon 121 que utilisan 1yiUi.r de eekbili..oi6a y 25 lodos
-
aotivadoo. Est80 oifrae W E 1al06tb.n que l a utílismidn de f i l t r o s pemdlul
dores no ha oido
muy
extendida en metro p.le, eito eedebe
probablemeate a que reoultade
eoon6mieo l a iwtalaoidn de login80 de estsbilisaoidn ; sin embar@* hsy que tomar on ouenta me este prooe110 r e d t a inafioibnteen terninos de l a velooidad del tratubiento miamo. ( 5 )
Por
otra p v t e , eo preoiso haoernotar
que l a filtraoibn bi016gi08 o o bssaa monos energía que e l proooso de lod08 a o t i r d o e y este up.ot0 em de
e
M.i3portancia ya que a i oosto de l a OiuPgfa oontiniu eladadom 0.d. WJS
h. Tomando en ouenta l o q t e r i o r y WnilidePMdo
f i l t r o s perooladoreo (omrondo oomotaaente) mantisno una efioienoia de1 O
,
80 rl
9o.k
,
eo M o O o a r i Ohaoar
un
sotadio.k
proicindo y denotar t o d a 1-poeibiliddea de este proweo p a r i UUntw ou utiliami6n en 8 i e k . u de
tratuiento de a&ao
residualee
en M6doo.e l prooooo a
b
.
.
.
dd&ora
bien, ya qiw 01 objetivo de 00% p?OyaOfb es MdiUr una p l u i t rde tratasiento de .6iui residualee d o ~ s t i o w a ~ M O de f i l t r o s p b m o l + d o ~ ~
es neosoario e n f a t i s u en l a eEtI-UOtura y oinitíoa de operwidn
da
este tipoc
c
c
c
c
c
c
c
c
c
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c
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f
[:
c
c
4.
FiLTBOS
PsRo0XhX)arrS4.1 EBTRWC'l'URA
Un filtro pereelador tipioo se enouentra oonstikrido de tren partoa b b
siorsr un medio f i l t r a a t e , an q i s t e w de distriáloibn y un s i b k E a de b8jo
dren o mistema reooleotoc. lrig 4.1.1 lbdio s l t r a k t & ,
El medio filtrante o boporte de
un
tiqtro pomolwkr piw& e n t r f o n cdo,por gram,
escoria,
o d n , p e m r L ~ de ladrillo, e s f ~ ~ a ada
p i ú t i o oo d q u i o r otro rtsrirl d ~ i r b l o y m i a t a a k , 80- e1 cad H p @ p i O i A
1. fo'orrimibn da
cuu
paliaola &rtinwh í $ & ~ d e iobgiar, obrnqituid. por unaI
pobluribn miorobiuu hehl?o&08 putn
mia.
f f d O A tfisioo-quintor
roqio-no 1. **ria orghior y i o a i i w n t a
da
a i l s .El
r d i o f i l t r m t o dobe toner MIPoiaoiin
dr
n o í o e td que pouítrm
&0iUd0 v e n t i l ~ o i b n p w a prOpOroiO8w oeadioioneo AmóbiMs, por i o que M#oonisndaa t 4 O s de u t e r i a l conprendidos entra
5
y 10 omcon
WA gram&iomtrir 0 8 E i unitonr, y WA profundidad
me
oaoilr entre i y 2.5 om 8 oo-looado de t a l f s r u que 01 v t e r i a l di f$mo ooupe l a s poaioioaa superio-
me.
El -dio f i i t M a t B ide.1 e6 a & i que proporoionu ma #ran III;LPerfioie
de oontrcrto por anidmi de volumn~ CPII, aea eooaódoo, duradero y me no M
ob.tnya fMilidh. E l materid
&
rooassjable por sti e¿O$&dr . U l e *r18 grava f o e
por
roo8 roloáaioa y c l y i f i o e d a por t.lid@s tutifome. Sin embargo, osai. mutarid es,en
1. mayoria do los o..ob, . P . U i l t e pasado, ioque rapemu* en wnatruir oiwntrcrionoo i i a p r ~ i o a b ~ s y oqatoaes, por l o
QUB n o i e a t w n t e se
hi
o r p e r i w n t d o oon u t e r i a l e s p l h t i p o s nl. ligerospa- d m oon.60aos tubión.
-8 de Bisiribygieg
Emte eieteaa tiene por objetivo do8ifio.r boiagMurate
01-
-bra-1
toda l a auperfioie del -dio fiitraete, por l o que goaeralmntr me utili-
aaa dietribuidon8 rotatorioe por e~ faaflidad d. maateeimimnts, bajo 003
to de prapril~ibn y confiabilidad.
El
mistema oonrriete de dom O a h bruae(triborfai) monfdam mob-ma
ooiuia. que &ir*. Q.IO pivote en e1 dit- do1
filtro
y gira ea UII pi-hori8ont.l a 00408 oonliiwtros de 1. euparfioíe del lwho. E l
dietribuidor
puede mor i i p u l 8 d opor
un
motor e I ~ o * r i o o o bien por 18 nuroida dialtiioade1 a g remidaal: ~ ~ en u b o e 01me l a vanlooidad de rotccoibn debarl mer de
lo. g l a aiperfioie del leoho d e b ear entra 1s y 22 om para qua e1
i
I:
c
c
c
c
c
c
c
c
c
C
c
c
c
f
c
f
c
agua salga por las boqnillp. en forma unifome.
Para e1 diseño o eleooibn de M dietribaidlor 0 s a a m r i b tomr
en
wen-
t o l a maistenoia de su oonatruod&, faoilidad de liapisu, redatoncia al a O O r r m i b n y roaiatonoia p u r rooibír [email protected] -8 de -to, ein
votiw BU trlooidrd do
ar,t.w&oljosk!iL
l i t e aiatopu tiem dos objetiros priraoPdiUoa: pFepor0ionW m n + i l ~ i 6 n
p w a muitsmr oondioionea a8rbbiou ¿ir18 zoa8loa y reooer rgio. y .Olidos
que *e deaprenden del
riltro.
mto, se o.lpSe m i l a pandient. ea d i o t o n + 4 para que operan p o r e i soloa, d o d a de quo l o s dirai.8 inferiores y o m d dtan de reooleooi6n tramporton e1 gasto de diwño oon
un
t i l i m b hMta 1.m i t a d de su altura.
Loa drones
inferiores
estan oonafituidbr de tuWa de .railla nitrifioda,aaóaato-oemnto o routem-ommento, wm
una
pendienk do 1 a 2%, loa o ~ a l e md ) w m mobn e1 oanal mooleotor. Betoa drama ma onaueh+rm t g d o n por
un
firmculiircdo
que permito e1 p u o &1m
a
roaidtul y wport. e l miiio filtruit..E l oanal de rcroleooi6n ne didos8 de tal manera
me
p w d a oontrolaraeoon
una
* d a , de modowe
e1 -dio filtrmitesi<bP.3 y
lrup
d e . ~ i r s .sin
promow nbo8Wen*oo.inrindwoo 0011 a&ma
rn
-
m
oiunto a ventiiaoibn hay pue h88er notu qua l aaawoih
arihu-ddel f i l t r o om*
intimamonte
n l a o i o n d awn
l a krip.ratnrm b.1 aabkenh yde1 influonkt oom d i a h u *goraturaii, eon goaonlrate ditsrsntea oriite
un intoFOPlbio
d.
wlor
on 01 #dio filtran#, esta difersnoia de terperrt]? ran provooa loa o u b i o a de dinooi4n do las oorrientos de aim. El f l u j o deE
c
c
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Cuando loa f i l t r o s t r b a j u i oU(FCl0e O 8011 Iiy PrOhUdar 08 BO6O.R-
rio proyootar un detema do vantileoidn forsado pcaporoionantio un flujo de
r
L
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toliplor l o ponibilidad d i ratirrr
una
de ellui de servioio duranteurn
odon d f u i m a a d d o i a o dejatkdo <NO ne neque, de iodo piis L1 f i l t r o cf~ede en
oqndioioaen denfavorobien pmo e l
&..rroiio
de iu .OWan.Ea
general ne pueder a e
que a1 praoonod.
importan* piie ne llevaA
orb
ea l a operroibn de1 filtro en e1 trrili.po* de n n ao trlris
de l apelSoula bioldgíor,
we
oonamouentemeate trmaomig
la
porifio~oibn
del*a ranidual.
La
omtidad da orfgsm p r a m a h en e1 filtra y mu trrn.porte hurl8 l o capa nioroblona es de m9.9 i q o r b a o i a p a yiuiteaer
ooadioionrnaerbbiou en e l sistema y anegurm l a b i o d e g a d a b i l i d d de 18 ma-ria or&
nioo en
m
mkiu exteniiba.. .
Por otra parte, p u s oontrolap e l Wen iuncionuieato del filtro en
in-
dimennable verificar diariamente l a o b r k a o i b n de1 prooemo, uialiaar las
a&n ranidualen que antma, anf oomo o1 a&ur de raoiraulroi6n y e1
ofluozb
k final. prociao notar oubion en los ccniBden de proom10 obir6rrandO
a
rior faoforem
ffmioon,
talen oomo v a r i u d n en Ion cuiadden, nimi en 3 lootsnqam, fomaoiba
de
e m p w en e1 oluifioa&r, rperienoia del afluente, 1+,io-
do riego & luboquillam,
Ir n $ o o i d d de mtaoida del distribol4dor,
e l&or
de1 a d i o f i l t w t e 10. oloren qtte iadíoaa ocubien ea l a fox06zqiu 00 d O m l L i r 01 PFOWBO biOl6dW d. trotudento.
M o h o
oontrol da1 proorcro en froilmente lle&o aiirwlo 1. p h t a detF&
M i e n t o se hnOieIi".en buena@ooadioiomr,
l o oqd (18 entudía ea e1 ni(piefite @parf.do.
r
Li
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
f
c
c
f
c
r
c
c
c
c
I:
c
c
c
c
c
c
c
c
I:
c
c
c
mEA O m O T O l U L
A.
Diitribaidor
rotatorio caen no fa1. Rovidar -0 e l aiitriímidor
d m
libremort.2. Llmpiar las orifioios prro e v l t r ~ ima t e
d i v i o
U
oamiento.
tl
3. Limpiar boquillam
4.
b v i s r que e1 ooeíte de l a ohwireera sitel i b r e de agua O
5.
Hantenimiento (imtruooiones del fabrimto)n
do lee brcrsoi del diitrillqidor
6
.
A ~ U S ~ O
de 10s tii..nteá de &OS -6 da1dietribuidor
t.m$mr.l.rnteC. Il.dic Rltranto
diario
seirrnrlrnte
I
di.*io
t
t
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
[:
c
c
c
c
c
c
2.
E.
Parades1.
Rovisibn qae los bsjos dnms y ~ & e l reoolector
esten llenos a l a mitad w d o
hvc.
@do máximo d i v i oLavar ooa a@r trateda l a s paredes we nobme(c
len del medio f i l t r u i t e n
F.
Carga hidrkilioa del filtro1. Control dd 1s. tcuaa da reoiroul.oión b8ríndo.e
sn registros de
DBO
g DgD en e1 efiwntef i n d
ESJIPO
DLe
LA PLIWAIISJ
as#EwA. T8nqilas de medimentaoibn
1. Innpeooibn de
la
operwibn .pFopi.d. de l o s nn- Equipodimatadoresi denotuidor sT.l$po mdniao, lod6 o b i 0 0
-
flotando, ouantifiorcidn &e s0lidom muipendidon 0.nbi.r o/
en
e1 efluente 6 I U W ~ .Ramto
d i aciunnte.
2. Riego de canales de l l e g d a y lrs paredas de
loa nediaientulores e.peoidwnto 01 efluent&+
infleente y tolvas si es posible. diario
3.
b v i s i b n de recoleooibn de lodo0 (initnicoio- non del f8brfoPatO)4.
Mantenimiento de defleotome en bP;en8r oondi- oionon g vertedoros 8 ignd e i e v ~ i d n .5.
buooibn de lodo prodwido - U n de qao entre en oondioiomn d p t i o u ome
flo*.,
c
c
k:
c
c
f
c
c
c
I:
c
c
c
c
c
c
f
f
f
Ahora bien, ooao ya M habíb 6 O W l O n b d O antorionente, e i oonhroi
da
ir oalidad de1 proceso podrá llevamea
~ b o mdiente l a utili..oiOn dere@*
tros Oon l a n v i n i d n de DW,
DQO,
n6lidon ni8pendidoa y nitdgwao uloniaodt todo esto en funoidn a l nodo de opezwidn de 1. planta, toi)rgdo enmenta,
por ojeaplo e leradri
deneiroal.aiSa.
h?l pr0oe.o de control de filtroe peromlbdoron en afeotada por mohos
f.otoreo tales oolpol o . r g n hidriáuliou, e m s O r g h i 8 b i , ollrcterfsti8bn
ignioan del medio, mintamam d& dietzdlaioibn, venfil.oidn, owaoterimtioan
de1
.spa
residual a tratar (temwrqtuftm;i pH, matanoian tdiiorcl, oto...) yewgan h i d d u l i e u sob- l~ Phid.de6 de sedi.uitrai6n.
Un registro de l a
varia6ibn
de p a i r b t r o n aon nepeoto a i tiempo s i n sp u b identifioar rApidamnte l a mlaoidn e n t n i o n par&st*oi co~midrrmioe
de una amarb vimal y r e a l i s v los i j u n k e pertinentes
ne&
me reqiiierb.Noteae que a l ajuatar
un
pTOoew 8. mquiemde
tiempo niiioicnte para qaee1 sieterna se estbbiiioe. Un ejemplo de fbmVto de registro prra evaluar el
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
f
profundidad del filtro
i
I:
c
c
c
c
c
c
i:
r
E:
f
c
c -
c
c
c
c
c
= mlaoi6n do raoimulaoidn
-
gasto de mairaolaoi6n/
gasto do oruda
La ooorgibn de l a
NüC
para e1 diseño de f i l t r o s perooladoreo, ee obOuM deuna
forma eaplrioa tomando Wmü baw l a s ob.ervaOioiuo de f i l t m sinstaUdos en una
serie
de b u e e nllitaraa.La eauaoi6n para un filtro de una d a eta$%. o bien para l a primara
etapa ee I
him faotor oimboliba el promedio dm puadaa do l a -tori8
orrJirsea
t r a d e del f i l t r o .WlO tau on oonridermibn
l a
froilidd da eliainaoidn tb M- teria orghioa, observado deferm
experimental.Para l a sogundl et#a de un f i l t p :
dondo :
c
G
c
c
c
c
c
c
c
c
c
C "
c
c
c
c
c
c
Esta eciisoi8n 60 bana en l a 6inwlaoibn de1 irinoioauiento de
f i l t r o s peraoladoras en wdelon do lebor*torio.
donde 1
s e I
DBO*
del .flueiltú (ir¡&)5O
-
DBO
ai iniiuente(.di)
K , ~ I
oto de mmooidn (EO determina on e l lsborrtorio)(L
-
brse de l o g e r i t w-t
-
tiempo do res$daaoio ( d i m )y,
-
d i i d o s voi&ileo en e l efiuente del fiitm (di)t z
cp
L"
8iendo I
3
I Jtm dol -dio filtmirtq(IO)
2
1
.
Ioa-
hidrlalioa (l/s. m)
I
C , n I coaituitoi quo son
iiisoi6n
d4l u d i o filtnntc J deir
P
,
Lc
f
c
c
c
c
c
f
c
c
c
c
f
[:
c
c
c
esto
valor
inolmye e l oaudnl de moiroulaoibn. Para filtras r b i d o s e l v&lor
aumenta haeta 95,000 y 285,000 m3/Ra.dfa.&I e l SbteUbS &óti'bd decimal es ueriel determinar l a o a r g hidráulioe en
m3/m2. dfa.
.
La
08rga or&nioa o o o r g aásioa es 18 oantid8d deDF@
db cinoo d h Iqw n o i b a e1 filtro, mdida en K d d f a
.
m3 de medio filtrante, m i n incluirl a
PBO
del o a d a lrooirculado.
3
Lorn f i l t r a s lentoi reoiban de 0.08 a 9.4 It&/.
.
die y para f i l t r o s r bpidos de 0.4 a
4.8
Kgjm3. día. i8n ganaral aa pod). lua(ps de 0.15 e 0.22para f i l t r o s lentos y 0.74 a 1.64 pare filtros rkpidos.
Es irportante me exista UM ool.rclspond4aoia entre l o s valore. de oarga
hi(iráu1ioa y dm o u g a orgbioa.
4.5
PBoBLElUs
COwmJEsEN.
LOS FIL'PRüOSlas oinoo problemas que con ayor freouenoie me presenten on l a r o $ e M .
pi6nkde 1 0 p . f i l ~ ~ o 1 ) perooladores eon I
la
foriacibn
de ~ ~ s o e o , los nulo.oloroe, e1 wonamiento y ObstntaOibn, alta oantidad de #$lidos miependLdOs
en e1 efluenk y e1 oongdamiento dumate l a epoea &I inriemro en lugares
frfoi. Para finer prlotioos estoa problasnm se plaitean e oontimaoibn en
forma do tabla, donde puedo obse*arse una
serie
de oqprohioies para oorre, gLr e1 problsma en oaestibn; orif pues, se debe d o m i n a r y eeieooicnar ud.o nib do las modidam oorreotivas para remediar e1 mal y haoer que el sistema
b
c
c
c
c
c
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" 1
4
a
8i
[
.$
2
[ i
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c
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c
c
t:
c
c
c
f
P . i r .valuar e1 buen o ma1 funoioaminhnto do un1 pluita de trahmhnto
do s(l*u m 8 i d d O 1 ) 01) noo.iari0 andisar e1 a&na n 8 i d a de eatPe&, de
noiroulwióa
y e l efluente f i n a l , tauub6 */.otras a un oierto intoni.loI
da tiempo.
t
c
c
c
I:
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
(leses t
Orfgsno
Sulfum de hidrdgeno
M b t a n O
5.1 ~ C R I P C I O N DE PA-ROS
A. 9 6 1 i d o ~
Loo rólidos totalpe del agua romidurl provienen del rgiu de 4hohoirnie&
to del uso induetrial y/" dodrtico, del r(ps de iufil%r&ibn de p ~ o e 10
O&eO 9 .(pirE üttbbmhü8S.
AnalftioPMnte, 01 oontenido total de e6lidas de on a m a msidnd se
do
fine coni0 to& la mater28 que queda 001 reeiduo de evaposación a 103-105°C.
La
meteria que tengama
presión de vapor cli(piifi08tiVa 8 dloha tenperatttmn e l i a i i u duranto 18 ev.poraci6n y no oe defina cow rólido. Lo6 EblidOB
to4aleci paden o l u i f i o u s e en o6lidor ourpendidos J d l i d o a filtrablea.
Eq
to8 d l t k o a se coqoaen de .Olidos ooloidrlei J diowitoa; los e6lidos di-r-
Lc
c
c
c
c
c
c
c
c
c
f
f
c
t
c
c
c
c
orientran pmmnteo en disoluoi6n en e1
A
ou ves oad& una de e o t u c l a m s de dlidom puedo o l a m i f i o w r de auaw ' enbrse
a ou Polotilidad a 600°C l. La fraocih or&ioa me orid-4 *era*
oxphlsada cm forma de gao a diaha te.peratur8, perrucoiendo i r r n o i 6 n inorghioa oomo omisa. Por tanto loo t6rminoo "crQli&oo a u ~ s d i d o o volati-
lam'' y'b6lfborr mependidos fijos'' .e m f i e n , mipeeti-ate, al oonknido
or&$aioo e iaor&ioo de loo 88lidOi mspodlidoo.
A d pues, l a O l N ~ f i O a o i 6 n gemral de l o s sOlidoii em I
f
c
c
c
c
c
c
c
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c
[:
c
I-
L
B.
aLa kmporatura de1 es
tp
p-tmi ary iiportande por w e f o t oen
l a mdr d t i o a ,
en
Ian nwoioaws&*ir#
y mlooiduies de mamidn, yen
Za aplioir\iblidad de1 am a w o e útiles. Por o t r a partoreonerdese
quee1 o x í g a o es mnos ooliible
en
e1 o r l i e n k que ea e l a@+ f r i a , debatenirrw presente que
u
aambío n p n l a t a t i v o dstwqmratora
puede d.r oomor e s U h d o
un
alto po*oehtaje de mortalidad de l a vida aouátiok Fiaalwnte,l a t e ~ e m t u r a anct~almnk elevada PMI& d r r 1- a un oreoimiento indeems
b l ~
da p l m t u d t i O M y hon(pü b8tH del filtra.0.
El
oolor es otro p a r h t r o q00 tieaw nla~ih o08 l a oantidd de ox€*no dliauelto
en
e l agua( e1 a@pa N s i d u d rooieate 00 de color #ria, ai p r eo dl01 tiempo l a s itaLPoteriu d e s o q o a e a lon ooquestosorg&niawe,
e1 off-110
disuelto
en e1 agua se reduoe aaero
y e1 oolor o d i a anegroI
l oque
w
mmoa
QWO agua renidpal d p t i o a . Por estan r d n
ee conveniente mesioapra -a
una
a l t a oo.oratr.cidn de oxígeno chntro de1 filtro, l oo m l
w oonni(liic,mdi.iite M áuana veatilwidn.-
D.
91pr
Los
o l o n san
e1filtro,
son debidosa
l o s *me produoidemN r
l a d o c ooMosioibn de l a utoria or#&Lwa.P
rg. rosidrrl rooientetieso un
o l o rpraíliar dgo dos.(p.abble, pero
*i.
tolerabh we el a&ma msidual d p t i c a ,e1 @ l o r o e a o t e r i s t i o o
do
(ataes
p8r e1 mlriir0 de hid&@no pddaoido poro y h i m e i uurbbioos (no dewables en l o s filtro# *doldgicom).
a&ma&aaSs&aban
Ba
UII rgu residtul i L i \ í i , i ~ n7546
6. 10s d l i d r s .rimpe*idbs Jun
I O $de los .(lll&s filtrables
wn
de iI.turrlesa OF#SI~O& Los pclpoipelen br+-c
c
c
t
c
c
c
c
c
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c
I:
c
E:
c
c
c
c
c
c
c
c -
c
c
c
c
c
c
O.
salm&#s
La
ooadpmtrnoia e n p e o t f i a ea un8 medid8 18 o8pMid.d deun
agua p cra
transmitir l. comienk e l i o t r i w , y emt. prapie- esta mi.oioaug8 oonsa de 2 a
4
iioxw&t~./o.n;
emPo i*mu.biut6 80 d e b a l a 8Wreidn de 002 y8l poco. oonknido de
U o n i w
en 18rkb.bei.r*
LUI mdioionrs de Oondaotividpd, prOp9n>iOMn -8 idea üe la. 8liorietam
que w deben t o n u para 1.8 determinaobonqs qufniou o ~ n n u ~ e ~ , f.
me
em poo sible a 8 l a u l v l a cantidad de n a a t i v o ibaioo noseouio en oiertam reaooibnee de prroipit8oión y neutrdi58oibn ((1 punto f i n a l e l p i e r a a n o t M e o u e do hag un ombio en l a inolinmibt~ en l a ouma de oonduotivided).
En
8lgunoe canoa #e puede Ieterminnr l a omtidld do sólidos disueltosen un8 aiUOO$F8 de 8 P 8 , multipiiorndo i a oonduotuioia eilpOOffiO8 por un fe2
tor
wnpirioo
qua -fa d e d e 0.56 a 0.9 dependiendo de l o o oompue-atommlu-
blen y de 18 temperatura a l a que ne boa l a wdioibn.
H.
uwin
i d dEl ogua pur8 es n o d w n t e 8io8lina;dmte p h t m en ba agua residual
ea irportante cariado deba OÍ*OtU8bOO
un
tr8tusiento qufnioo y cuando haga qua elinin8r e1 4koniaoo Mdiante 8rramtre por aire.I. Nifrbmno
Loa diferente. tipo. de nit*-no pndentes en utt nsi<uul wn de
t:
c
f
c
c
c
c
c
c
[:
c
c
c
c
c
c
c
c
c
de l a s plantas y animales.
E l nitr6@no tiene varios owbion de valenois induoidon por
organiseon
vivos.A d
pum~, l a s baoterim efeotnan oambios de a l e w i a positivo@ o ne-gativos dependiendo de lrs condiciones pl*)viaa,os deoir oandibionen aer6bi-
oae o anaor6bioas.
En presonoia de oubono que pmporoione una fuente de enerda, se des-
preüde nitr6gno gaseoso a partir de 10s nitrato., por l a aooidn do b.ct.+C
r i a s desnitrifioantes, un grupo faoultativaaente aiwrbbioo de loo orRanio-
nios hetsrotidficos. E l deeprendimiento de nitrógono @se000 en loa tanqueb secundarios de eedimentaoi6n puede haoar f l o t a r entonoes a los s6lidoe que
de otra manera serfan sedinientables y arrSstrar s6lidos en f o k a de lodoo a
l a suporfioie del tanque.
En oondioionea EQr()biOae, l a s baoteriss 8ut6trofu nitrifioantee oonvies
ten e1 w n i w o a nitritos .proveohandb l a energfa @norada en tal oxidaoidn.
J. Bb'nforo
E l fdnforo e8 esoenoial pera e l oNoiaiento de
lu
al&& y otros or-niamos bioldgioos. Debido a los oreoi-mientes explonivos nooivos que tionen
lugarven l a s superfioialee, exink
awho
inter& en oontrolar l a ouc tidad de loo oonpaeston delfcbfora
que entran en lu .YM aaperfloialoo at r a d e de l o s vert&donr,de aguan reniduelos dndustrlales J dondntio-, adoids
de las e s c o r n n t i u naturalos.
Lps formas d s freouentee en que se enouontra 01
fdsfod en
soiucionrsAOUOOAO non ortofoofaton~ P O l i f O S f A t O S y ionfato orghico.
Lo$
ortofoefatonpuedon deteminisn-&adiendo direotumate
un8
mstanoia, tal como mollbdato de . w n i o que forms un oomplejo o o l o m ~ o oon e1 fonfeto. Lon polifomfatony i o d a t o n
or&ioon
dekn convertiroe en ortoiodates antes 4e poder serc
c
c
c
c
[:
c
c
c
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L
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c
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[
L
6.
ESTIiuUTUU I OPBiUCIOñDS
LA
PWRTIEW
Wi'UDIOLa
planta quo eo proteabe o v r l r ~ r en ente proyaoto sa enoirontrr nitu&.
en un olub doportivu de l a o f o d d de Nhiqo, irwoiene a b u e do
un
filtfoperoolador de don e t a p u y aii oonntruwi6a hrvo p r objetiyo t r a t e una p q
te da lag ems ronidualei gaaerrdas por I. raw y u t i l i s . r e 1 e f l u n t e p r
ra riago de man u p l i a o
u?.u
wrdei, p r * f t h n d o a d *MW&ePaiien
out-t i a n de
-
potable.L.
p l u t a oanrnk &ioui.ate do doe iedtiiclnWonn y Mfiltre
porool*der1
lea don nodiwntadomn tienea lu mi-# dáraiiioaai y e$ filtroen
dedorn etapa. on moria, oon f l u j o odtinue y l& e--,
nin
rodrtml.ai(a,00th un y t o de 2,160 n3/dh$ ir pririp. 0t.p. del filtro ob p i d v
oon
gn radio de
4.56
m,
y l a rngonda 00- en w poo1oM
alwe4odor de l ad r b
m m
oon un M&O de2.65
ch,
l a preirudidd 40 u l b u endo
pD w t n .Q imflourto
si-
l arni&en).
tr&yeotori.: ippr&moro pW(rper
unare
j&11. oon e1 f i n do nkirir tadon 160 .63iden
@a&ion,
lq.s6 en b0rlr.Q bí-0i.i 01 primor omlimoat-
cla.
tiow
un
v a l u a n
do 273.03 m dondap o z y s c
o.
por empmio do tron bozw para e l i . b W tedern los mólidoi *impeWidor;e l r g i u ~ m i i d d - p u a . e n t o n o e s haola el dintCibuidor p . M a$r donifidad. 9%
bra el medio filtrante de le primera etapa del fultm. El dintribkidor em
giratorio y
funoiona
p o r l a propuliión del agua residual. El medio filtru+-te en piedra de aproxim.daisnte
6
om de d i h t r o .3
Posteriormonte e l -8 roiidud on bombeada donde l a pFimera etapa del
filtro haoio l a rgiaba etapa dol niano, de l a m a l si- d i m a t u n t o haoia
e1 nedirntíaor ioeuaduio donde po priitende olicnimr toda9
lorn
d l i d e n."a
pebdidon.A l a idid. de 6nto úktilo ne l l e v a a oa'k iuip w i o de flooula-
oidia de ndlidoa ooloidJoe utiliraado A l f a t o de odbn hidratedo; anta a m a
c
[:
c
c
f
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
feotala
a
bau de oloro para portoriolantepuw
por
lul0(1 tutqtm do fil-tro. a pruei6n. fiIIdIMnte 01 q u a
e ( ~
enviada a mor l y afiifiaides pam ~ ~loa ougod de1 olub. Ver di*- da f l u j o Fig. 6.0.1
6.1
A. nh&or P r b i o
En l a operaoibn de *la PlMta be oboerob quo en e1 sedirsntodor primario
tras de I r e ourtro valvaluii de deslog(M
do
e6lidoa e6dirwnt*e rn enoontrabn f u e r a de operaoibn, promatanqio @@ador oapuii de natas en Ir e w * i o i e
del e a , demoatrando oon esto que en
.u
promoo
de deeoompodoida de lode-oon g ~ n e n c i b n da geeon, loo m6lidor sedinpntablee .Orgira
a
l a aq+erfioieomando diohas oapar oon proiuadidadoe de 25 a 30 om.
En
un memento dado egtar notar oran doaprendidas y enviadam por n d i o dol f l u j o de agua haoia
loa filtro8 porooladorar.
B.
P e r o ~ l s b . rI r e tutu de d l i d o e provenientes del medimontador tq#&mnon loo intelc P A L M ~ B C T A i U
Bw
BL
&Islrpurtioior de1 locho de piedra tanto en i a p r i m r a oom
en
l a segoadr &up.de1 filtro. Produotb del t w i t u i e n t o w @noraron enohareeeigntos en
las
m~#erfioioe do los leohoe y POP tanto 911 3.1 drenrbo de
am+;
l a @a n a t i-
lsaidn a travór de1 f i l t r o osir136 i a preduooi6n de so6glea rp..rJbiO& en e le i r t m a y oonmorunkmanto olorer dOug.d.bler.
Hay que ooneiderar que lor enehupauientor o b w r v d o r pwdra
wr
produgto de MI d a op.raoibn del filtro, por ejeaph
si
M eeta tnbajando oonoUi.6.0 hixdalioaa muy bajan, e l r$om de 800#1ea produoida
no
pod* oar ~bmorida y orto oondrrOir6 a l a produooi6n de oMtmooioms que iibpermitiran
01 drenrdo de agua y de aim a travis del filtro.
c.
5.diii.at.borS,ouad*ci
Oi
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
oidn por f a l l a s del neoanimo de l a odanii de distrikoidn de lu i i s n a i ,
ósto provoob 18 generaoidn de rosiduales dptiarrs.
D.
.
P l o ~ ~ l u i l b qE l prooeso de flooulrcidn 80 ooniiderr inoerreoto
va
que
e l mulieto de oobw es q r e g w i o en form8 a r b i t r u i 8 , 6s V M i . l i 25Ke
de este fioouiank en un brave lap60 de tiempo y no en forma perwnente.E. Clorw&&
En a1 apartado
3
yo sa domribió i bform8
adeouuh p u r l a doiifioaoi6ade1 oloro an e1 q u a residud. en
la
piuita eiite prooedimiento no iwllevaa
arb0 an f o n o p n o i s a , ya qw no se lagala l a d o J f i o ~ L d n de oloro en.
1
oi&n a1 oloro residual regiitrgdo. Si*- Be desoare e1 nism volumn de
claro sin tomar en cuenta n i e l f l u j o del efluente,
n i
e l olor0 residual.An€
poem, arundo a l flujo dol efluants es may pequeño 18 oorioentraoidndo oloro se obwrva
mw
eleVui8; esto BO pudo denetu en l o saaSlisis
de murstras oow una gr8n ouitidad de oiomros en oste punto de -&‘eo, queaunique anogura una desinfeooidn ooapleta, se d e i o u g un agita altoaente t k
xioo.
B.
pwoiso iwmr not-, que M) existe nin* p n s . ~ de nuituiir$4i;.$o, oont- ni registros da d i i s i i iiiiooqdaioos (ya qua no no r e d i ~ a n )len e1 funcionamiento del prooeso.
La
planta se enouentra+
oup de M qpomdor min o.proit~~?idn en simts mai, de t r r t u i e n t o de rgu(l r8piüw10s(intawisntr, que
n
enoarntnb enlelmi#ll,
sitwaoibn quo e l op6-r. esto d d oho en ouuito al oOnoOiaii~nt0 de $4 i g o r t M o i a , operwidn 3 mte@imientode un8 plant8 de Ontwrtiento oora0,lo eII) b t 8 . Aded. os n o ~ a o o i b i o un d o c
oo~oimiohto total por parte de eotas g a t e s p u r lograr
que
l a planta ope- ra perfsotamante; o010 ya me anoisnd manejui wbitrariumhte Q&OS p.croec
c
f
c
c
c
c
c
f
del prooeso, en .Igrnr oa8sibn han llegado a proponer m e del wbinnt&r
primario, me paw inniodirtunente a l sedlwntador moundario, inutiliaurdo
e l f i l t r o que aotudaente en una infruutruaturr oooteoa y qw en ente a c so l o dnioo que requiere en un mantenimiento 8deouedo, pnen i n f o w o i o h e a
han demostrado que en oatoroe 8ñoa ir pinata no ha rroibido
un
buens m t c
nitaiento, hut8 e l punt0 que en est06 uitinos We00 l a plant8 00 ha i n u t i i isa40 oasi por aompleto.