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(1)

B O L E T Í N

DE LA

REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

INFORMES

i

AUTÓGRAFO EPISTOLAR INÉDITO DE SANTA TERESA DE JESÚS

I

Procedencia del autógrafo.

Estamos en presencia de uno de los documentos del mayor interés para ilustrar la historia de la ínclita reformadora del Car- melo, Santa Teresa de Jesús.

Llegó á nuestro poder y propiedad, por motivos casuales y de suerte, realmente inexplicables, como llegaron las otras dos car- tas de Teresa de Ahumada dirigidas á Alonso González de V e - negrilla, sobre las cuales tuve el honor de informar á la Real Academia de la Historia (i).

Poseyeron el importantísimo documento de que se trata los Castro, Ávila y Oviedo (2), emparentados por sus enlaces con la Santa, pues como de todos es sabido, Catalina de Guzmán (3) casó con D. Juan del Águila, hijo de Gil González del Águila y

(1) Cuadernos correspondientes al

BOLETÍN

de Noviembre y Diciem- bre de 1914 y Marzo de 1915.

(2) Noticias facilitadas por el ilusü-ado conservador de los Monumen- tos Nacionales de Ávila, Sr. Llórente Poggi.

(3) D. Diego de Guzmán Barrientos casó en Ávila con D,

a

Jerónima de Tapia, hija de D. Francisco Álvarez de Cepeda y de D.

a

María de Alumana, de cuyo matrimonio nació Catalina de Guzmán.

TOMO LXVI. 28

(2)

4 3 8 BOLETÍN D E LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

d e d o ñ a Constanza M a n u e l , natural, de F o n t i v e r o s ; y D . J u a n de A h u m a d a , hijo d e J u a n P a v i t a Cordobilla, casó en O l m e d o con d o ñ a T e r e s a d e las C u e v a s , hija de R o d r i g o d e Oviedo y d e Ma- ría de las C u e v a s ( i ) .

S o s t u v i e r o n pleitos e n t r e sí los p o s e e d o r e s p a r a q u e la justicia d e t e r m i n a r a á cuál d e ellos c o r r e s p o n d í a la p r o p i e d a d d e este autógrafo, de u n a camisa y o t r a s r e l i q u i a s d e la seráfica V i r g e n A v i l e s a (2).

P e r t e n e c i ó d e s p u é s al Dr. D . J u a n F e r n á n d e z Y a g ü e , sabio y v i r t u o s o s a c e r d o t e , p á r r o c o de la iglesia d e S a n J u a n d e Avila p r i m e r o , a r c e d i a n o d e aquella C a t e d r a l , á su fallecimiento.

F u é luego del profesor d e I n s t r u c c i ó n pública, Sr. L u m b r e r a s , y v e n d i d o p o r sus h e r e d e r o s á D . Isidro de S a n S e g u n d o , v e c i n o d e Avila, v i e n e á mis m a n o s p o r el a m a b l e c o n d u c t o del distin- g u i d o a r q u e ó l o g o a b u l e n s e y c o r r e s p o n s a l d e la A c a d e m i a don F r a n c i s c o L l ó r e n t e P o g g i .

Mide el d o c u m e n t o 25 74 era, d e alto p o r l ó 3/4 c m . de a n c h o .

La filigrana t r a n s p a r e n t e del p a p e l (3) g a r a n t i z a a u t e n t i c i d a d en c u a n t o á la época, es similar d e la del en q u e la g r a n Refor- m a d o r a e s c r i b i ó la carta, más antigua d e las s u y a s h a s t a ahora conocidas, p a r a el citado V e n e g r i l l a , en l o d e E n e r o d e 154^-

Ni la letra, ni la firma, ni la r e d a c c i ó n y color d e la tinta, dan lugar á d u d a s ni vacilaciones; el autógrafo es original de la exi- mia e s c r i t o r a é i n é d i t o .

L e faltan las dos p l a n a s ó carillas d e la p r i m e r a hoja, ¡lástima g r a n d e ! , y no es a v e n t u r a r s u p o n e r l a , en S a n t a n d e r ó México, d o n d e se e n c u e n t r a n individuos de la familia C a s t r o , O v i e d o .

(1) En 3 de Abril de E487, ante Pedro López Escribano, se otorgó es- critura de capitulaciones matrimoniales, suscrita por Juan Dávjla Cordovi- 11a y Rodrigo de Oviedo, como representante de su hija D.a Teresa.

(2) La familia Oviedo conserva además de la camisa y reliquias, varios documentos con excesivo aprecio, puesto que, según rne informan, rehu- yen enseñarlos, con daño de la Historia nacional.

(3) Consultado el ilustre jefe del Archivo Histórico y docto académico de la Española, Sr. Menéndez Pidal, nos aseguró que la filigrana es cono- cida desde fines del siglo xv.

(3)

S e t r a t a , p u e s , d e la s e g u n d a m i t a d del pliego e n q u e la S a n t a escribió la c a r t a , y esto r e q u i e r e estudio minucioso y d e t e n i d o del v o l u m i n o s í s i m o Epistolario, p o r si no h u b i e r a n faltado i n t e r - p o l a d o r e s d e s a p r e n s i v o s , q u e a g r e g a s e n la firma d e T e r e s a d e J e s ú s á éste, al o t r o , ó los dos fragmentos, c o n v i r t i é n d o l e s en car-

tas d e esas i n c o r p o r a d a s p o r la p r o p i a acción d e los t i e m p o s , á las g r a n d e s c o l e c c i o n e s .

Y a n t e s d e h a c e r los o p o r t u n o s c o m e n t a r i o s p a r a fijar n o m - b r e , fecha y suplir el c o n t e n i d o d e la p a r t e p r i m e r a , á la v e n e r a - ción del lector y á las apreciaciones del crítico, p r e s e n t o e s t e precioso d o c u m e n t o :

Transcripción literal. Conforme á la ortografía moderna.

mire v. m. doña ynés q no sentiría esta mugercilla

cuando viese a vn tan gran rrey delante de si toda turbada

enpece ablarle por q su mirar penetrante desos q aoodan asta el anima fijo en mi parecía ferirme ansí q bage mi vista y con toda

breuedad le dige mis deseos al terminar de entera le del negocio torne a mirar su senblante q abia ansi como canviado su mirar era mas dulce y posado dijome si deseaba algo mas contéstele q arto era lo pedido entonces me dijo vete tranquila

q todo se probera según

tus deseo lo q fue oido por mi con arta consolación me postre de rodillas para darle gracias por su gran me (?) mandóme alear y aciendo aesta

monjuela su ydina sierva

una tan gentil reberencia como nuca otra vi torno atenderme

mire V. m., Doña Inés, que no sentiría esta mujercilla cuando viese á un tan gran Rey delante de sí. Toda turbada empecé á hablarle, porque su mirar penetrante, de esos que ahondan hasta el ánima fijo en mí, parecía herirme, así que bajé mi vista y con toda brevedad le dije mis deseos.

Al terminar de enterarle del negocio, torné á mirar su semblante, que había así como cambiado. Su mirar era más dulce y posado. Díjome si deseaba algo más; contéstele

que harto era lo, pedido. Entonces, me dijo, vete tranquila

que todo se proveerá, según tus deseos, lo que fué oido por mí con harta consolación. Me postré de rodillas para darle gracias por su gran merced (?). Mandóme alzar y haciendo á esta

monjuela, su indigna sierva, una tan gentil reverencia como nunca otra vi, tornó á tenderme

(4)

440 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

su mano la cual bese

e salime de alli llena de juvilo alabando en mi alma a

su divina mag por el bien +

su mano, la cual besé

y salime de allí llena de júbilo, alabando en mi alma á

su Divina Magestad, por el bien

(5)

q el cesar prometía acerme al salir a la otra morada donde estaba el señor duq se agerco a mi buestro buen esposo a

que el César prometía hacerme.

Al salir á la otra morada donde estaba el Señor Duque, se acercó á mí, vuestro buen esposo á

(6)

4 4 2 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

quien tanto bien debo e dijo q el rey nuestro señor

mandábale escribir todo lo pedido para q se ficiese presto según era mi deseo e ansí se fico

yo diciendo y el señor albornos escriviendo terminado q fue sali de alli para bolver a esta casa del glorioso sa josef de avila donde espero ver finado el negocio q tan buenos

curadores tiene deseanto q v. m. téga salud y

q dios les de su gloria por todo lo q por mi agen pues ansi se lo pido en mis miserables oraciones

ydina sierva de v. m.

teresa de Jesús Carmelita.

quien tanto bien debo y dijo que el Rey, nuestro Señor,

mandábale escribir todo lo pedido para que se hiciera presto según

era mi deseo y así se hizo,

yo diciendo y el Señor Albornoz escribiendo. Terminado que fué salí de allí para volver á esta casa del glorioso San José de Ávila, donde espero ver finado el negocio que tan buenos curadores tiene. Deseando que V, merced tenga salud y

que Dios les dé su gloría por todo lo que por mí hacen, pues así se lo pido en mis miserables oraciones.

Indigna sierva de V. merced, Teresa de Jesús,

Carmelita.

II

D o ñ a I n é s N i e t o y D . J u a n d e A l b o r n o z .

F i g u r a n en el autógrafo dos n o m b r e s p r o p i o s : Inés y Albornoz, c u y o s d a t o s b a s t a n p a r a d e t e r m i n a r , sin g é n e r o n i n g u n o d e d u d a , el n o m b r e del d e s t i n a t a r i o ; la carta está dirigida á d o ñ a Inés N i e t o , mujer d e D . J u a n d e A l b o r n o z .

E r a la dicha d o ñ a Inés, amiga cariñosísima d e T e r e s a de J e - sús, s e g ú n se d e d u c e d e las seis cartas (únicas h a s t a a h o r a cono- cidas) q u e la escribió la S a n t a e n el lapso d e t i e m p o d e cinco años. C u a t r o d e ellas figuran d e antiguo en los Epistolarios; otra fué p u b l i c a d a en este BOLETÍN ( i ) p o r el sabio C o r r e s p o n d i e n t e y d o c t í s i m o e s c r i t o r teresianista D. J o s é d e L a m a n o y Beneite; y la s e x t a , objeto de estas líneas, q u e al r e a s u m i r el m o d e s t o tra- bajo, le a s i g n a r e m o s fecha a p r o x i m a d a .

(i) Documentos inéditos acerca de Santa Teresa.—Extractos del BO-

LETÍN DE LA REAL ACADEMIA, DE LA HISTORIA, tomo LXVI, cuaderno de Enero d e 1915, pág. 7.

(7)

L a s c u a t r o c a r t a s p r i m e r a m e n t e conocidas, d a t a n : de V a l l a d o - lid, 28 d e D i c i e m b r e de 1568 ( i ) ; d e Avila, 4 d e F e b r e r o de

1579; d e S a l a m a n c a , 31 d e O c t u b r e d e 1 5 7 9 (2), y d e Valla- dolid, 17 de S e p t i e m b r e de 15 So. L a p u b l i c a d a p o r el Si'. L a - m a n o con informe luminosísimo y* cabal c o n o c i m i e n t o d e causa, data-de Sevilla, 19 d e J u n i o de 1575 (3)- T i e n e esta carta, s o b r e la i m p o r t a n c i a d e su c o n t e n i d o , la de rectificar la c r o n o l o g í a de la d e 28 d e D i c i e m b r e de 1568 á* 1574» y d e la de S a l a m a n c a , d e

31 d e O c t u b r e d e 1579 á 1575, d e s d e Sevilla.

Q u e d a n rectificadas las cartas d e la S a n t a á d o ñ a Inés p o r el Sr. L a m a n o , e n la forma, siguiente:

Valladolid, 2 8 d e D i c i e m b r e d e 1574! Sevilla, 19 de J u n i o d e 1575; Sevilla, 31 d e O c t u b r e d e 1575! A v i l a , 4 d e F e b r e r o d e 1579) y Valladolid, 18 d e S e p t i e m b r e d e 1580,

Q u e d o ñ a Inés N i e t o era la g r a n d e y cariñosa a m i g a d e S a n t a T e r e s a d e Jesús, d e m o s t r a d o está p o r la c o r r e s p o n d e n c i a ; q u e tenía aquella mujer e x c e l e n t e s virtudes y r e l e v a n t e s m é r i t o s d e p i e d a d , a c r e d í t a n l o estas p a l a b r a s : « T o d a s las cosas q u e llaman bienes, en esta v i d a m i s e r a b l e lo son y así lo a p r o v e c h a r á á V u e s - t r a m e r c e d m u c h o , h a b e r estado los años p a s a d o s e m p l e a d a e n Dios» (4).

«De V u e s t r a m e r c e d no t e n g o t a n t a lástima, p o r q u e p i e n s o q u e la ha d a d o n u e s t r o S e ñ o r caudal p a r a p a s a r o t r o s m a y o - res» (5).

Debió n a c e r en A l b a de T o r m e s y allí la c o n o c e r í a la excelsa M a d r e , d e s d e su p r i m e r viaje á la villa D u c a l , d o n d e a p a r e c e la

(1) Fr. Antonio de San José la atribuye á 1569. El original estaba en el camarín de San Juan de la Cruz, del convento de Segovia.

(2) «Tampoco se sabe á punto fijo la cronología, tanto más poniendo en la firma la palabra Carmelita, que por este tiempo ya no usaba», don V. de la Fuente. Tomo v, que es 11 de las cartas, pág. 167, Madrid, 1881.

(3) Se conserva en el oratorio particular de doña Francisca Zaballa, viuda de Domínguez, en su casa de Salamanca.

(4) Carta de 28 de Diciembre de 1574, según rectificación del Sr. La- mano.

(5) Aludía á la prisión de su marido. Carta de 4 de Febrero de 1579.

(8)

4 4 4 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

distinguida dama en ios libros parroquiales (que no alcanzan á la fecha de su nacimiento) como Madrina de un bautizo (i).

El primer viaje de la Santa á Alba fué en 157

o

? según Fr. Fran- cisco de Santa María, á fines de Julio de I 569 (2).

¿Sería hermana doña Inés del Licenciado Nieto, Capellán de las MM. Carmelitas de Alba de T o r m e s y acompañante de la Santa (según refiere A n a de Jesús), cuando aquélla fué á inau- gurar su fundación salmanticense?

Estuvo casada con D. Juan de Albornoz, importante personaje de su época, que fué á Alba como Secretario, tesorero de aquel gran duque D. Fernando Alvarez de Toledo, á quien siguió todo el tiempo de las campañas militares de los Países Bajos.

Otorgó testamento en 9 de Mayo de 1581 ante el Escribano de la villa de Alba, Francisco de Gante, instituyendo por here- deros á sus tres hijos: D. Antonio, D. F e r n a n d o y doña Elvira.

Hacer una biografía extensa de D . Juan, al que Prelados y se- cretarios del Rey llamaron muy magnífico Señor, sería inopor- tuno, tratándose como se trata, de ilustrar un documento histó- rico, dentro de los términos de la posible brevedad.

Nació Juan de Albornoz en Cuenca (f), aunque de su naci- miento, como de su matrimonio, nada documentalmente puede por ahora aseverarse (3).

La noticia más antigua de personalidad de tan gran relieve en la historia de su tiempo, data de cuando fué á Alba de Tormes representando los intereses y los estados del gran Duque «antes

(1) Las notas biográficas relativas á esta señora, están tomadas del Sr. Lamano, cuaderno citado de este

BOLETÍN

y de su magnífico libro

Santa Teresa en Alba de Tormes, que ha merecido honrosísimo informe de

la Real Academia de la Historia, redactado por su ilustre numerario don Jerónimo Bécker.

(2) «hay que fijar la fecha del viage ó viages que hiciese á Alba de Tormes, á casa de sus hermanos (Juana, casada con Juan de Ovalle) con el fin de espaciarse y cobrar la salud perdida, éntrelos años 1553 y 1562,.»

Lamano: Sania Teresa en Alba de Tormes, pág. 3, nota 1. Salamanca, 1914- (3) Lamano: Una carta inédita de Santa Teresa de Jesús.

BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA.

Cuaderno correspondiente á Enero de

1915, pág. 13.

(9)

con m u c h o d e q u e le a c o m p a ñ a s e . . . en el g o b i e r n o d e los Países Bajos» ( i ) .

D e su marcha, á F l a n d e s b u s c a m o s , sin hallar, c o n c r e t a s refe- r e n c i a s , p e r o es de s u p o n e r q u e a c o m p a ñ a r a al invicto caudillo, d e s d e q u e p a r t i ó d e M a d r i d el 14 de A b r i l d e 1567 (2), p e r o d e su estancia e n t r e los flamencos, existe d o c u m e n t a c i ó n en S i m a n - cas y en el magnífico archivo d e la Casa' d e A l b a (3), d e c u y o estudio, u n a vez o r d e n a d o , p u e d e d e d u c i r s e lo siguiente:

3 d e O c t u b r e d e 1 5 6 / (Bruselas).

E s c r i b e á Gabriel Zayas s o b r e la c o n c u r r e n c i a pública á las iglesias católicas, e s p e c i a l m e n t e p r o t e g i d a s p o r las gestiones del D u q u e (4),

31 d e O c t u b r e d e I $6g (Bruselas).

L o h a c e á la D u q u e s a d e A l b a , diciéndola «hice á un s c u l t o r q u e sacase el r e t r a t o del D u q u e mi S e ñ o r , d e c e r a p a r a h a c e r después vaciar d e oro» (5).

7 de J u n i o d e 1571 (Bruselas).

A la D u q u e s a t a m b i é n , i n c l u y é n d o l a c a r t a d e A r i a s M o n t a n o ,

(1) Lamano; Cuaderno citado.

(2) «Se despidió de la corte el día 10 de Abril de 1567. Abrazóle Su Majestad y le encomendó, sobre todo, la Religión... Partió de Madrid el 14 de dicho mes, acompañado de diversas personas de calidad, etc.» Historia de D, Fernando Alvarez de Toledo (llamado comúnmente el Grande), pri- mero del nombre Duque de Al va, por D. joseph Vicente de Rustant.

Tomo 11, pags. 118 y 119. Madrid, 1751.

(3) De este archivo dice la duquesa de Berwick, en la Introducción al magnífico libro Documentos escogidos del archivo de la Casa de Alba, pá- gina XXIII. Madrid, 1891: «Los incendios no bastan para explicar tan esco- gida pérdida de autógrafos (alude á los de Cervantes, Lope, Calderón y Santa Teresa). Las inevitables vicisitudes del archivo durante dos siglos y la misma generosidad de nuestros antepasados, pueden acaso dar la causa verdadera de las faltas que deploramos.»

(4) «Es grandísimo contentamiento ver que se frecuentan las iglesias y que se sirva á Dios, á quien plega volver por su servicio...» Simancas.

Estado. Legajo 535.

(5) Archivo de la Casa de Alba,

(10)

4 4 6 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

con noticias referentes á la mejoría de su señor, á pesar de los dolores de cabeza, «deue ser por los muchos nublados y hume- dades que haze por acá» y del regreso de Amberes de D. Fa- drique, «donde era ido á buscar dinero, que los que lo han de hacer aquí dexanse estar con la mayor flema del mundo. Plugiese á Dios que un sólo día estuuiese Su M.

d

tras una puerta escu- chando lo que pasa el Duque... porque no piense V. Ex.

a

que son Consejeros para ayudar, sino partes para defender lo que se ha de hacer por el servicio del Rey y desta manera se ha navegado desde que puso aquí el Duque los pies, porque no miran si con- viene el negocio ó no, sino como sea para el Rey... y tienen al Duque mi Señor por duro porque les va á la mano» (1).

27 de Agosto de I 571 (Bruselas).

A Antonio de Lada, sobre compra de una tapicería «y, por vida de Vra. que se daua por una muy bonita á mi parescer y aún al de todos los que la vieron á 60 placas y que no me la quiso dar. Es á marauilla linda, de quatro anas, de figuras, lindí- sima estofa... ello y las martas irán á riesgo de Vm...» (2).

Se conoce la minuta de otra carta de Albornoz al Prior don Hernando de Toledo sobre envío de tapicería adquirida al Mar- qués de Bergas por conducto de Juan Martínez de Recalde.

T

Ill

ma

y ex

m a

s

a

muchas gracias sean dadas a n. s

1

' q assi lo a hecho en dar a v.

ex

a

vn nyeto (3) tan grande q parece según dice el condestable de quatro meses el cap

11

cosgaya a venido con la nueua y por estar tan cansado no a podido passar adelante, assido el contentan!

0

tan gneral q no lo puede v. ex

a

creher gócelo v. ex

a

muy largos

(1) Archivo de la Casa de Alba.

(2) Archivo de la Casa de Alba. Minuta.

(3) En 1566 era Condestable de Navarra D, Diego Álvarez de Toledo,

hijo del gran Duque D. Fernando. Casado el Condestable con D.

a

Brian-

da, quinta Condesa de Lerín, en 24 de Mayo de 1565, su primer hijo don

Luís (que murió niño, según Garibay) era el nieto que Albornoz anuncia-

ba á la Duquesa D.

a

María.

(11)
(12)

4 4 ^ BOLETÍN DE LA IÍEAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

anos en uida del duq mi s

1

' y guarde y acres

d e

n. s

1

' Su ill

ma

y ex

m a

persona

di madrid 31 de marco I 566 Iü

m a

y ex

m a

s

a

humilde criado de V . ex

a

J. de Albornoz Sobrescrito Ala Ill

ma

y ex

m a

señora la duqsa de Alúa mi s

a

(i).

No ha sido posible hallar otros escritos del secretario del Duque; en cambio, cartas á él dirigidas, son muchas las que se conocen; citaremos algunas por orden cronológico:

Gabriel Zayas. Madrid, xxvij de Julio de i 568 (2).

Comunicándole la muerte del Príncipe D. Carlos, «viernes á media noche, que se contaron xxnj deste, fué Dios seruido de se Ueuar para sí el alma del Príncipe nuestro Señor (3), de que todos quedamos tan marchitos quanto es razón, que en fin tal cual estaua, era el primogénito de España y ha muerto como muy cathólico, aunque con el disgusto y desabrimiento que es- criuirán otros historiadores, más curiosos y más desocupados...

En lo que toca á nuestro gran D u q u e y sus trabajos y fatigas de cuerpo y spíritu quedo advertido..., pero Señor mío, no es ima- ginable la vuelta, hasta dexar eso, como conuiene, ni el Duque

(i) Archivo de la Casa de Alba.

(2) Gabriel Zayas fué secretario de Estado de Felipe II en la negocia- ción de Flandes y Alemania. En 24 de Enero de 1570, estando en Madrid presentes los del Consejo de Estado y Adán de Diechtrestain, embajador del emperador Maximiliano II, firmó las capitulaciones del casamiento de Felipe II con su sobrina la infanta doña Ana.—Cabrera: Historia de Feli-

pe 11, tomo n, libro ix, cap. x?,

(3) «Recibidos los Santos Sacramentos devotamente, dejó D. Carlos

esta vida en 24 de Julio á la una de la noche... Su cuerpo muerto fué con-

ducido... en hombros de los duques del Infantado, Medina de Ríoseco, del

Príncipe de Eboli, etc.» Fernández Montaña, obra citada, pág. 584. «Pudo

España llamar venturosa esta gran desgracia de la falta de su heredero

Carlos». Cabrera: Vida de Felipe II, cap. v, pág. 497. «La muerte del Prín-

cipe D. Carlos no fué un mal para España, pues atendiendo su carácter,

ningún bien podía esperar Ja nación, etc.» La Fuente, Historia General de

España, tomo xm, pág. 335.

(13)

lo querría.,. Mas servidor de V m , — Q a y a s . » — S o b r e . — A l muy mag.

co

Señor, mi Señor Juan de xA.bornoz... en. su mano (i).

D. Gonzalo de Bracamonte. Lilla, 25 de Octubre de 1569 (2).

Advirtiéndole sobre algunos desórdenes de los soldados que mandaba. «No tengo necesidad de acordar á V. M. nada de lo que me conviniere; e querido que V . M, entienda que por lo que se podría ofrecer, olgaría mucho más de serbir con las banderas de aquel tercio.»

Hernando de Toledo. Utrech, 14 de Noviembre de 1569 (3).

Carta recomendatoria. «De José de bosco auditor deste tercio he entendido, que la Ex.

a

del Duque, haze buscar y llamar...

Supp.

e o

á V . M. quanto pueda aga, haya por muy encomendado al dicho.»

Gaspar de Robles. Grumingen, IO de Febrero de IS/O (4-)- Sobre las correrías de los piratas en las costas de Flandes «po- drá V. M. ynformarme de lo que a ymportado guardar el dicho (?)

que nos queda dexado á parte defender á estos ladrones».

El Cardenal F . Pacheco de Toledo (5). Roma, 13 de Enero de 1571.

Esta carta de tan insigne Prelado, en la que comenta «La mer- ced que se hizo á Ruy Gómez y á su hijo sabíamos acá muchos días ha, y más IOO

m

que le dieron de somano» para agregar en forma irónica. «Muchas cosas pasan en el mundo, para reír y llorar juntamente» dio ocasión por el sobre, á que algún escritor creyera que Albornoz, además de secretario de Alba, lo fué del

(1) Archivo de la Casa de Alba.

(2) Biblioteca Nacional. C. 35, núm. 76.

(3) Biblioteca Nacional. C. 35, núm. 69.

(4) Biblioteca Nacional. C. 35, núm. 70.

(5) El día 13 del mismo mes escribió al Duque de Alba también desde

Roma diciéndole que allí se celebraban las «victorias por el Papa y el Sa-

cro Colegio con mucho aplauso y con gran satisfacción». Biblioteca Na-

cional. C. 35, núm. 84.

(14)

4 5 0 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

R e y , p u e s t o q u e dice: « A l m u y m a g .c o señor, el S.°!" J o a n de A l b o r n o z , s e c r e t .0 d e su m a g .d etc.» ( i ) .

B. A r i a s M o n t a n o . A n v e r s , 2 d e J u n i o d e 1571 -

T r a t a en esta c a r t a d e los d e s e o s d e la D u q u e s a s o b r e i m p r e - sión de las obras d e F r . Luis d e G r a n a d a , q u e p r e s e n t a b a , dos dificultades: «La una es q u e en aquella letra t e r n a la o b r a toda p o r lo m e n o s diez t o m o s ó c u e r p o s . . . y estos no c o s t a r á n m e n o s q u e n o u e c i e n t o s s c u d o s d e imprimir... trezientos e x e m p l a r e s . . . y la o t r a es la licencia d e F r a y L u i s q u e sin ella no se atreuerá n i n g ú n i m p r e s o r , etc.»

A m b e r e s , 19 d e N o v i e m b r e d e 1 5 / 1 (2).

El citado A r i a s M o n t a n o le da c u e n t a d e los trabajos d e Gui- llermo P a l u d a n o en- esta forma: «ha m a n d a d o c o r t a r las piedras p a r a la r e x a d e su E x ,a y va á las c a n t e r a s á d a r las trazas y me- didas d e lo q u e ha d e v e n i r d e s b a s t a d o d e allá... con más de q u a t r o c i e n t o s florines d e v e n t a j a e n servicio d e su e x c .a, p o r q u e p r e t e n d e g a n a r su gracia y confirmarse p o r su criado y ganar h o n o r aquí y en E s p a ñ a . »

T i c i a n o Vecellio (3). V e n e t i a li xvnj di Giugno MDLXXIJ (4).

Se refiere esta carta á o r d e n d e p a g o d e 100 e s c u d o s c o n in- t e r v e n c i ó n del «S.01' A m b a s c i a t o r d e S . M. C a t h . e n ' é qui in V e - nezia gli h a scritto».

(i) Archivo de la Casa de Alba. Además de Secretario del Duque, lo era del Ejército y el Prelado querría decir en el sobre «sect.0 del Ejército de su mag.d e ta»

(2) Archivo de la Casa de Alba.

(3) Nació en Venecia en 1477 y falleció en 1575; tenía, pues, noventa y un años cuando escribió esta carta. Fué discípulo de Sebastián Zuccati y de Gentil Bellino. Retrató por primera vez á Carlos V en Bolonia en 1532. Al morir le hizo el Senado magníficos funerales, á pesar de su pro- hibición. Pintó hasta el último momento con cerca de noventa y nueve años. Noticias entresacadas del Catálogo de la Colección de Pinturas del Excmo. Sr. Duque de Berwick y de Alba,.por Ángel M. de Barcia, pági- na 135. Madrid MGMXI.

(4) Archivo de la Casa de Alba,

(15)

Julián R o m e r o . A m s t e r d a m , I d e E n e r o d e 1573 C1)*

E n c a r e c i é n d o l e la necesidad de b u s c a r r e c u r s o s « p o r q u e acá se hallan con g r a n trabajo y y a V . M. t e n d r á e n t e n d i d o q u e n e s - tos t i e n p o s se g a s t a n más d e los h o r d i n a r i o s » .

Gabriel Z a y a s . Madrid, 20 de A b r i l de I 573 (2).

P a r t i c i p á n d o l e q u e m o s t r ó á S. M, el capítulo q u e t r a t a d e los dos cofres d e p a p e l e s t o m a d o s al P r í n c i p e d e O r a n g e , agrega:

«lo m á s i m p o r t a n t e sería d e s p a c h a r l e c o m o al D u q u e d e Guisa, ó en otra forma q u e lo q u e acá se figura, p a r e c e q u e no faltaría quien lo e x e c u t a s e » .

B á r b a r a B l o m b e r c h . Bruxelles, mj J u i n g 1573 (3).

D á n d o l e las gracias p o r la r e c o m e n d a c i ó n q u e la había e n v i a - do p a r a V a n d e n b e r g h e y «Je v o u s r e m e r c i e a u s s y b e a u c o u p d e ibis p o u r le plaisir q u e m a n e r faiet d e p r o e n z e r le b r e u e t d e sa s a i n t e t é p a r lequel il m e s t a c c o r d é d e m e n g e r chair en ca- resme» (4).

D . H e r n a n d o d e T o l e d o . M a d r i d , 27 d e Julio d e I 573 (5).

L e da c u e n t a d e la e n f e r m e d a d d e R u y Gómez, p r í n c i p e d e Eboli y d e su m u e r t e en párrafo q u e dice: «este p e d a z o escribí á 29 y a n o c h e q u e lo fueron a c a b ó R u y G ó m e z . P e r d ó n e l e Dios» (ó). N o debía ser D . H e r n a n d o g r a n a m i g o d e la familia

(1) Biblioteca Nacional. C. 35, núm, 93.

(2) Archivo ele la Casa de Alba.

(3) Archivo de la Casa de Alba. Esta señora era la madre de D. Juan de Austria, hermano de Felipe íí.

(4) Archivo de la Casa de Alba.

La misma señora le escribió en 19 de Mayo anterior.

(5) Archivo de la Casa de Alba. Esta carta no tiene firma. La escribió también en 12 de Agosto siguiente.

(6) Según D. Hernando, el príncipe murió el 28; según el Marqués de Pidal, en su Historia de las Alteraciones de Aragón en tiempo de Felipe II, tomo 1, pág. 289, en 1571; según Gaspar Muro, Vida déla Princesa de Ebo- li, pág. 35, nota 34, el 29. «Fué hombre de mucha puntualidad, afable...

pío... de ánimo generoso... tuvo muchos amigos.» Herrera: Historia ge?i&- ral del mundo, part. 11, Hb. n, cap. xvn.

(16)

4 5 2 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

doliente, á juzgar por este parrañto de crítica despiadada por las circunstancias. «Anoche á la una estauan unas damas en una ventana tratando que de qué traería el ojo la princesa d'Eboli; la una dezía que de vayeta; otra, que de verano le traería de añas- cóte (i), que era más fresco. Mire V. M. que cuydados las mata- uan y no me tenga V . M. por onbre del terrero, que D. Juan Pa- checo me lo contó.» Sobre la fortuna del muerto dice: «deja á cada uno de sus hijos á cien mil ducados», y de la viuda, «temo á de hazer algún gran estremo si ya no le ha echo, que anoche dijeron había tomado el hábito de Carmelita y se iba á Pastrana».

El Dr. Milio. Madrid, 14 de Agosto de 1573 (2).

La postdata autógrafa de esta carta contiene noticias intere- santes. «S. Mag.

d

está tan sola como Vra. vee y reduzida á térmi- nos que no se fía de sus manos... Si algunos pueden algo son Gaztelu en su negocio, Delgado en el suyo, Hopero en su minis- terio, Vicecanceller en el suyo... por tenellos por honbres cla- ros... si allá escrivieren que Velasco gouerna ríase V m . dello...

tiene sujetos á Qayas y á Antonio Pérez... El Presidente es buen hombre... para su oficio... y ya S. Mag.

d

entiende que ha errado el tiro. Quiroga... muy colérico y cabeguzo... Mateo (Vázquez) va remando... y pienso, que le hemos de ver personage... Vm.

mandará decir á S. Ex.

a

y al Sr. D. Fabrique la parte de esta carta que le pareciere.»

Gabriel Zayas. Madrid, 20 de Marzo de 1574 (3)-

Pidiéndole noticias porque «dos días ha me dixo cierta per- sona seruidor del Duque... que su Ex.

a

auía mandado hacer una tapicería, en que está su Ex.

a

que sustenta la corona de S. Mag.

d

que se le iba á caer y los Condes y otras de quien se hizo justi- cia. Respondí que deuía ser invención de alguno de los que bus-

(1) Tela de lana asargada por ambos lados que usan para sus hábitos varias órdenes religiosas.

(2) Archivo de la Casa de Alba.

(3) Archivo de la Casa de Alba.

(17)

can que charlar... me auise Vni. qué fundamento lia hauido para ello».

Además de las cartas escritas por Albornoz y de las que á Albornoz escribieron personajes importantes de su época, el nombre del secretario del Gran Duque D.. Fernando Álvarez de Toledo, figura entre otros, en los documentos siguientes:

Sentencia dictada por el Duque de Alba (una vez cumplidos todos los requisitos legales) en 4 de Marzo de 1570 contra Flo- res de Montmoranci, Señor de Montigni, Caballero del Toisón...

Gobernador de Tournai (hermano del Conde de Horn, ajusticia- do en Bruselas), por crimen de Laesae Majestatis y rebelión como cómplice del Príncipe de Orange, condenándole á «ser executa- do por la espada y la cabeza puesta en lugar público y alto... y así leída por mí el Secretario ínfraescrito, en presencia de su Excelencia y Consejeros que estaban presentes... por mandato expreso de su Excelencia=Joan de Albornoz—Sacado el original en francés palabra por palabra por m í = J . de Albornoz» (1).

Hubo por el año IS^O cierto anónimo contra el D u q u e , su hijo D. Fadrique Marqués de Coria, y el Secretario Albornoz, en cuyo extenso documento (2) constan estas palabras: «tenien- do prevenido el dicho D. Fadrique que ninguna de nuevo se diga á su padre primero que á él, que juntamente con el Secretario Albornoz, se lo pintan todo como quieren y á su gusto y modo», lo cual prueba el ascendiente de Albornoz sobre su amo.

En carta de Felipe II al Duque de Alba de xmj de Noviembre de 1571 con refrendo de Zayas, le dice que por virtud de lo que por su orden escribió Albornoz á éste, conoce su opinión favo- rable de traer á España, la madre de D . Juan de Austria su h e r - mano «por engaño, pues por bien no podrá ser persuadida á

(1) La traducción de este documento y de la requisitoria de 18 de Marzo está en Simancas, legajo 543. Publicaron estos documentos Nava- rrete, Salva y Baranda, en el tomo iv de su colección, y Fernández Mon- tarla en su libro Nueva luz y juicio verdadero sobre Felipe II

%

pág, 539. Ma- drid, 1882.

(2) Archivo de la Casa de Alba.

TOMO L X V I . 2 9

(18)

4 5 4 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

q u e quiera venir... y a u n q u e y o h o l g a r a m u c h o más q u e sí se qui- siera r e c o g e r en algún m o n e s t e r i o ó p u e b l o p a r t i c u l a r dessos Estados,., se q u e d a r a allá d á n d o l e lo n e c e s a r i o , p u e s esto no se p u e d e a c a u a r c o n ella y el traella aquí es en c o n f o r m i d a d de lo q u e mi h e r m a n o á deseado, s e r á bien q u e vos lo t r a t é i s y dis- p o n g á i s de m a n e r a y en la forma q u e se a p u n t a en lo q u e escri- ue A l b o r n o z » ( i ) .

Los l i b r a m i e n t o s del D u q u e á favor: I.°, del p i n t o r Crespin W a u d e n B r o c k e p o r 12 c u a d r o s g r a n d e s del lienzo p a r a el ora- torio de la D u q u e s a «clxxvj escudos 34 placas; 2.0, á favor d e Juan L ó p e z H o s c o s o p a r a q u e a b o n e al e s c u l t o r P a l u d a n o ccc escudos á b u e n a c u e n t a «de la r e x a q u e haze p a r a el m o n e s t e r i o d e A l b a » , y 3.0, á favor d e G o n z a l o Cano p a r a q u e p a g u e á los de la capilla

« p o r lo q u e m o n t a n sus gajes d e s d e I.° d e E n e r o de 71 h a s t a ñn de nov.s d e 1573» l l e v a b a n la t o m a de razón, firmada p o r A l b o r n o z . A fines del año 1574» ^ - Luis d e Zúñiga y R e q u e s e n s dejó p o r o r d e n d e Felipe II el Milanesado p a r a e n c a r g a r s e del G o - b i e r n o d e los Países Bajos r e l e v a n d o al D u q u e d e A l b a , y éste a r r i b ó á M a d r i d p o r Genova; «fué r e c i b i d o p o r su M a g e s t a d con m u c h o a g r a d o y b e n e v o l e n c i a , b o l v i e n d o á t o m a r con su e m p l e o d e M a y o r d o m o M a y o r t o d a su autoridad..., y el R e y , p a r a darle señales d e su satisfacción... le hizo asignar u n a p e n s i ó n d e d o c e mil florines s o b r e una d e las c i u d a d e s d e F l a n d e s » (2).

S u p u s i m o s q u e con el D u q u e iría á F l a n d e s el S e c r e t a r i o Al- b o r n o z ; lógico es s u p o n e r q u e con el D u q u e .volviera y q u e al D u q u e a c o m p a ñ a s e en las gestiones con el R e y , gestiones q u e tu-

(1) Archivo de la Casa de Alba.

«Desde 1569 á 1573 las veleidades de esta señora traen preocupados á Felipe II y al Duque de Alba, á Zayas, á Camargo y á otros muchos... á D. Juan le angustia la libertad de su madre en Gante y quiere que la trai- gan á España... de grado ó por fuerza... en 1573, con las noticias de su des- honestidad, se afirma el Rey en que venga sin que lo sepa, no haga algún desatino... que se la meta en la nave quiera ó no quiera-». Esta señora se quejó á Albornoz de que no se la pagaba y amenazando con casarse. Co- bró de nuevo su asignación, y dio gracias á Albornoz.

Noticias entresacadas de las páginas 11 y 12 del interesante libro citado de la Duquesa de Berwick.

(2) Joseph Vicente de Rustant. Obra y tomo citados, pág. 245.

(19)

vieron g r a n d e s alternativas p o r m o t i v o s p r o p i o s d e las suspicacias y recelos e n t o n c e s c o m o s i e m p r e anejos á t o d a p e r s o n a l i d a d d e altísimo relieve, y v a m o s á e n t r a r y a en p u n t o s d e directa rela- ción e n t r e S a n t a T e r e s a y el m a r i d o de d o ñ a Inés N i e t o , p o r q u e la carta d e aquélla c o n s o l a n d o á ésta, p o r la prisión d e A l b o r n o z , fija el límite m á x i m o p a r a la fecha del autógrafo á q u e este b o s - quejo se r e ñ e r e .

L o s a m o r í o s d e D . F a d r i q u e d e T o l e d o c o n la h e r m o s a c a m a - rista de la reina, d o ñ a M a g d a l e n a d e G u z m á n , ocasionaron dis- gustos en Palacio; F e l i p e II creía y e s p e r a b a en j u s t a s y n a t u r a - les r e p a r a c i o n e s , p e r o lejos de venir, las cosas c a m b i a r o n radi- c a l m e n t e de r u m b o .

El D u q u e d e A l b a autorizó á su p r i m o g é n i t o D . F a d r i q u e p a r a casarse con su p r i m a María d e Toledo, hija d e D . García, M a r q u é s que fué d e Villafranca, en c é d u l a de 2 de O c t u b r e d e 1 5 7 8 , c u y o d o c u m e n t o decía: «la p a l a b r a q u e t e n i a d e s d a d a á S. M. d e n o casaros sin su v o l u n t a d . , , os la t o m ó á mi requisición... y os la tiene y a alzada, á mi i n s t a n c i a » .

P o c o t i e m p o t a r d ó en ser c o n o c i d o el d o c u m e n t o , p u e s t o q u e el p r e s i d e n t e del Consejo, D . A n t o n i o Pazos ( i ) , a p e r c i b i d o p o r Juan de G u z m á n y su h e r m a n a d o ñ a B r i a n d a , escribió al R e y en 11 de O c t u b r e d e 1 5 / S : « Y o no creo tal cosa... V e r d a d es q u e doña M a g d a l e n a . . . a n t e s d e su p a r t i d a (2) m e dijo q u e e n t r e el D u q u e y D . F a d r i q u e se t r a t a b a esto p o r m e d i o d e A l b o r n o z , q u e iba y venía á S i m a n c a s (3); V . M. m a n d a r á lo q u e en esto se d e b a h a c e r » .

R e s p u e s t a al d o r s o del R e y : «... no será malo q u e con s e c r e t o (1) Era presidente del Consejo de Castilla por muerte de D. Diego Covarrubias á 27 de Septiembre de 1577; natural de Pontevedra, canónigo de Tuy, del colegio de Bolonia, inquisidor en Sevilla y Toledo, obispo de Pati en Sicilia, abad de Parco, obispo de Avila y luego de Córdoba en ei año ¡578. Cabrera, obra citada. Tomo 11, libro xr, cap. xxm.

(2) Alude al castigo de D. Fadrique á Simancas.

(3) El secretario Albornoz, unido estrechamente á D. Fadrique desde las campañas de Flandes, dominaba en absoluto al Duque (recuérdese el anónimo), y como comprendió perfectamente el rey, la cédula de auto- rización para su casamiento el Duque la expidió por consejo de su se- cretario.

(20)

4 5 6 BOLETÍN D E LA REAL ACADEMIA D E LA HISTORIA

p r o c u r é i s d e s a b e r si es v e r d a d e s t o . A ú n n o p u e d o c r e e r d e l D u q u e tal cosa» ( i ) .

C o n t r a r i a r á s o b e r a n o s i m p u n e m e n t e , j a m á s se realizó en la Historia; los g r a n d e s c o m o los p e q u e ñ o s sujetos e s t a m o s en ma- teria d e r e s p o n s a b i l i d a d á la acción vivificadora de la justicia; vi- vificadora c u a n d o se la d i s t r i b u y e en el rigor del c o n c e p t o , q u e m u c h a s veces la pasión, la envidia ó el favoritismo, lo q u e quie- r a q u e sea, a t e n ú a ó agrava, c o n d e n a ó a b s u e l v e , sin otra razón q u e la q u e d i m a n a del prejuicio.

Y llegó el m o m e n t o del castigo: D . F a d r i q u e c o n t i n u a b a en Si- m a n c a s á p e s a r d e las súplicas y lloros d e su m a d r e la D u q u e s a ; el d e A l b a p a s e ó p o r e n t r e los a r b o l a r e s d e su villa d e U c e d a las glorias y g r a n d e z a s d e g e n e r a l y d e p a t r i o t a d e s d e t i e m p o s del César c o n q u i s t a d a s , y A l b o r n o z , recluido e n la cárcel de M a d r i d , o b t u v o d e la p l u m a de T e r e s a d e J e s ú s , estas palabras:

« E s este a ñ o d e t a n t a s t e m p e s t a d e s y t e s t i m o n i o s , q u e sentí á los principios m u c h o más la prisión del Sr. A l b o r n o z . C o m o h e sabido d e s p u é s q u e es el n e g o c i o del Sr. D . F a d r i q u e , e s p e r o en Dios d u r a r á p o c o el trabajo» (2).

C a t o r c e meses d u r ó la reclusión; quizás á su final c o n t r i b u y e r a el eco d e las d e m a n d a s del país q u e , al t r a t a r s e d e la conquista d e P o r t u g a l , indicaba al D u q u e d e A l b a p a r a el m a n d o s u p r e m o d e las t r o p a s e x p e d i c i o n a r i a s .

V e a m o s a h o r a los d o c u m e n t o s (3).

P r e s i d e n t e Pazos á S. M.

(1) Negocio de D. Fadrique de Toledo y D. Alonso Pimentel. Siman- cas. Patronato eclesiástico. Legajo núm. 5.

(2) Carta á doña Inés Nieto de 4 de Febrero de 1579. El anotador, fray Antonio de San Joseph, escribió estas palabras: «alienta á esta señora en las penas que padecía por la prisión de su marido, á quien debió de ca- ber parte de la del duque de Alba, ocasionada acaso, más de su misma fortuna, que de la desovediencia de su hijo D. Fadrique, pues en esta mi- serable vida el ser uno afortunado basta tal vez para ser infeliz». Edición de Josef Doblado. Madrid, MDCCLXXVIII. Tomo 11, pág. 463.

(3) Publicados en su mayoría en el tomo vin de la Colección de los inéditos para la Historia de España, por D. Miguel Salva y D. Pedro Sáinz de Baranda. Madrid, 1846.

(21)

7 de Enero de 15 79.

«Albornoz, criado del Duque, me vino á hablar esta tarde de parte de su amo, excusándose de no haber podido venir

al recaudo que yo le envié (i). Y o le dije que sí el impedi- mento era forzoso no había para qué dar excusa, y con esto se volvió,»

Al margen, de mano del Rey:

«No sé yo que tan forzoso es el impedimento.,, mañana e s - pero responderos, porque agora es muy tarde» (2).

9 de Enero.

«A lo que V . M, sospecha de la enfermedad é impedimento del de Alba, acá estamos todos en lo mesmo.»

10 de Enero.

«Albornoz se prenderá esta noche en su casa, como V. M. lo manda y Molina tiene cuidado de ponerlo en ejecución.»

En este día se previno á Gaztelu notificase al Duque que «den- tro de cuatro días primeros siguientes, sin esperar otra dilación alguna, salga desta corte y se vaya á la villa de Uzeda, de la cual no salga sin su licencia (de S. M.), so pena de la su merced y de otras penas á S. M. bien vistas». E n t r e siete y ocho d e la noche fué notificado.

11 de Enero.

«... Albornoz fué preso esta mañana antes de comer, en su casa, como V. M. lo mandó; y aunque antes se pudiera ejecutar, pá- reselo no ser coyuntura, sino cuando se hizo. Mañana acabado el Consejo, juntaré á los que suelo y veremos lo que se hará con él.»

(i) 3 de Enero. Pazos al Rey. «Sólo dudo del modo de ver al Duque...

y aunque me dicen tiene salud fingirá lo contrario por huir el cuerpo al golpe que espera de hora en hora».

(2) Simancas. Legajo núm. 10.

(22)

4 5 ^ BOLETÍN DE LA R E A L ACADEMIA DE LA HISTORIA

l o de Marzo,

«... En particular hablé al Dr. Francisco Hernández en lo de Albornoz y tiene buena memoria de todo. Dijóme que en poder de Mateo Vázquez había muchos papeles y examen de testigos...

y que convendría que por buen término se los mandase V. M.

exhibir; que sin ellos no se podría proseguir lo que falta.»

Nota al margen del Rey.

«Paréceme que hay tiempo para pedir éstos papeles á Mateo Vázquez, pues creo los tiene á recado.»

15 de Febrero de 15 80.

Propone Pazos en su nombre y en el del Consejo, á S. M. que se envié como General de la expedición á Portugal al Duque de Alba y que al electo se le saque de la prisión (debería decir, se le levante el destierro). «Bien sabe y ve el Consejo el justo des- deño que V. M. tiene del Duque y que con mucha razón está en donde se le ha mandado... pero... es bien que salga de allí é sirva en esta jornada... Vemos el grande descontento que entre todos los

soldados hay de no entender quel Duque haya de ¿r, etc.»

Al margen, de mano de uno de los Secretarios de Felipe II:

«Yo os doy muchas gracias por lo que aquí decís..,, pero hasta entender más, como están las cosas de Portugal... sería muy fue- ra de tiempo tratar agora más dé aquello... Y cuando lo de allí obligare á entrar en los puntos de más consideración, se atende- rá á ellos.»

23 de Febrero.

«Ya que V. M. hizo la merced al Duque, paresce cosa justa se le haga más cumplida, y es mandando soltar á Albornoz su se- cretario, sin el cual entiendo no tendrá el Duque el servicio y comodidad que han menester sus años.»

«Y pues V. M. tendrá memoria de lo que muchos meses ha

referí á V, M. de voto de los que han visto los papeles, será cosa

justa que haciendo esta merced al Duque, que la haga también

(23)

V . M. á A l b o r n o z y a u n á I b a r r a , p u e s t o d o s son criados é hicie- ron lo q u e sus a m o s les m a n d a r o n . Y p u e s éste es t o d o t i e m p o d e gracias, suplico á V . M. las h a g a á t o d o s m u y c o l m a d a s . D e casa, etc.»

A l m a r g e n , d e m a n o d e uno d e los s e c r e t a r i o s :

« Y a se h a h e c h o esto d e A l b o r n o z en la forma q u e sabéis.»

A u t ó g r a f o á c o n t i n u a c i ó n , del R e y .

« Y no sé si h a c e al D u q u e m á s d a ñ o q u e p r o v e c h o su c o m p a - ñía y t e m o q u e fué el Consejero de la c é d u l a q u e el D u q u e dio á su hijo p a r a q u e se casase.»

4 d e M a r z o .

«... L o q u e V . M. m a n d a q u e se haga con J u a n d e A l b o r n o z , m e avisó esta m a ñ a n a J u a n D e l g a d o ; y v i e n d o ser aquélla la v o - u n t a d d e V . M. di luego o r d e n c o m o fuese suelto c o n fianzas del diez mil d u c a d o s , q u e v o l v e r á á la m e s m a carcelería, c a d a y c u a n - do q u e le fuere m a n d a d o p o r V . M. y ansí se hizo.»

D e c r e t o m a r g i n a l del R e y .

« E s t á bien ésto así.»

Murió D . J u a n d e A l b o r n o z en O c t u b r e d e 1580, al servicio d e S. M. y del D u q u e de A l b a , c o m o S e c r e t a r i o del E j é r c i t o , en el B u r g o d e la ciudad de Lisboa. O t o r g ó codicilo a n t e J u a n S á n - chez A l a r c ó n , E s c r i b a n o , m e j o r a n d o en el tercio y q u i n t o d e sus bienes, á su hijo D . A n t o n i o ( i ) .

Poco ó m u c h o , lo a r r i b a dicho, es lo único d e i n t e r é s averi-

(1) Ala amabilidad del culto jefe del Archivo de Simancas, D. Juan Montero, debo estas noticias y las referentes al testamento de doña Inés Nieto —Simancas. Contaduría de Mercedes de Juro. Legajo 357, folio 2.

En el importantísimo Archivo de la-Casa de Alba existe una gran co- rrespondencia autógrafa de Albornoz, que contando con el beneplácito del ilustrado y caballeroso Duque publicaremos en día no lejano, como complemento de este Estudio histórico. La carta dirigida por Albornoz al Gran Duque desde el campo en 28 de Septiembre de 1573, está gran par- te cifrada y se trabajará lo necesario para descubrir la clave.

(24)

4 6 0 BOLETÍN DE LA R E A L ACADEMIA DE LA HISTORIA

g u a d o h a s t a a h o r a del S e c r e t a r i o d e l D u q u e d e A l b a , m a r i d o d e d o ñ a Inés N i e t o y p r o t e c t o r de la seráfica V i r g e n avilesa.

III

Un poco de Historia.

P o r el a ñ o d e 1 5 6 0 , c o n la a p r o b a c i ó n d e S a n P e d r o d e A l - c á n t a r a ( i ) y el consejo d e San Luis Beltrán, c o m e n z ó la Santa á realizar sus p r o y e c t o s r e f o r m a d o r e s .

C o n el d i n e r o q u e su h e r m a n o L o r e n z o le e n v i a r a del P e r ú (2) y con la a y u d a p e r s o n a l d e su h e r m a n a m e n o r , la m u j e r d e J u a n d e Ovalle, y favorecida d e d o ñ a G u i o m a r d e Ulloa, v i u d a y a d e F r a n c i s c o d e Ávila, p r e p a r ó y t e r m i n ó la fundación del p r i m e r m o n a s t e r i o d e S a n J o s é en la C i u d a d d e los Caballeros, y el 24 d e A g o s t o d e I 562 díjose la p r i m e r a misa.

U n a l b o r o t o p o p u l a r , p a t r o c i n a d o tal vez p o r s a l i e n t e s p e r s o - nalidades, obligó á la S a n t a F u n d a d o r a (3) á volverse al d e la E n c a r n a c i ó n el mismo día, h a s t a q u e las gestiones del P . Báñez la r e s t a b l e c i e r o n al p r i m e r c o n v e n t o d e la reforma.

A q u e l a l b o r o t o fué c o m o el prólogo d e las p e r s e c u c i o n e s , dis- g u s t o s y h a s t a e n f e r m e d a d e s q u e la e s p e r a b a n d e c o n t i n u a r la reforma, á p e s a r d e la licencia y a p r o b a c i ó n del P . Rossi, g e n e - ral d e la O r d e n c a r m e l i t a n a (4),

(1) «Estaba la Santa en. el convento de la Encarnación; y como en- tonces á las religiosas no les obligaba tan estrechamente la clausura, sacó licencia del P. Provincial doña Guiomar de Ulloa para que ocho días estuviese en su casa doña Teresa de Ahumada, para que así, más despa- cio, comunicase las cosas de su espíritu con el Santo...» Vida del Glorioso San Pedro de Alcántara, por el P. Fr. Alonso de San Bernardo, pág. 115.

M a d r i d j ¡UDCCLXXXIII.

(2) «Y lo que más me ha espantado es que los cuarenta pesos que añadió vuesa merced, me hacían grandísima falta.» Carta á D. Lorenzo de Cepeda de 23 de Diciembre de 1561.

(3) «Dos días antes que el monasterio se inaugurase, canónicamente, resonó en el Ayuntamiento el grito de alarma, como sus Actas nos lo han mostrado, y comenzó el gran pleito, etc » Fidel Fita: BOLETÍN DE LA REAL ACADEXMIA DE LA HISTORIA. Cuaderno de Febrero de 1915, pág, 55.

(4) «Nos Fr. Juan de Rossi... á la Reverenda Madre Teresa de Jesús, Priora de las Religiosas Monjas de San Joseph de Ávila de la mesma Or-

(25)

D e t i e m p o a t r á s c o n t a b a la S a n t a con solicitudes p a r a funda- ciones, ofrecimientos d e locales y d o n a t i v o s , e n t r e o t r o s p e r - sonajes:

D e D . Berna'rdino d e M e n d o z a (hijo d e D . Iñigo, p r i m e r M a r -

B ^ ^ B W M K K M B I H M a M p ' »—_.-—.. 7—

AUTÓGRAFO DE D. BERNARDINO DE MENDOZA (1)

den... No es buen mercadero, ni buen labrador ni soldado... que no tiene grandes trabajos en ampliar su casa, ropa, honra é hacienda. Si ésto hacen aquéllos, muy mejor se debe procurar á los que siervan á Dios en alcan- zar lugares, hacer Iglesias é Monesterios... Teresa de Jesús, hija é humilde subdita nuestra... ha suplicado... le demos facultad é poder de hacer Mo- nesterios... en cualquier lugar del Reino de Castilla... que vivan según la primera Regla... Este deseo, pareciéndonos muy religioso é santo, no po- demos recusarlo, sino favorecerlo é acrecentallo. Por tal causa... concede- mos é damos libre facultad é llena podestá á la Reverenda Madre Teresa de Jesús Carmelitana, Priora moderna en San José é de nuestra ovedien- cia, que pueda tomar é recibir casas, Iglesias, sitios, lugares, ct.a—Fecha en Ávila á 27 de Abril de mili é quinientos é sesenta y siete años.—-Tras-

lado del Escribano Francisco de Gante (ante el que testó doña Inés Nie- to), á 8 días del mes de Hebrero de mili é quinientos é setenta y un años.» Lamano: Obra citada. Apéndices, pág. 367.

(1) Carta de D. Bernardino de Mendoza al Obispo de (A)R(r)ás, en la que se queja del poco dinero que tiene. Ñapóles, 3 de Diciembre 1555.—

Biblioteca Nacional. P. V. fol., c. 35, núm. 74.

(26)

462 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

q u é s d e M o n d é j a r , s e g u n d o C o n d e d e T e n d i l l a , y d e d o ñ a F r a n - cisca P a c h e c o ) ( i ) , C o m e n d a d o r d e M é r i d a , Consejero d e E s t a d o d e Carlos I y d e F e l i p e II... y C a p i t á n g e n e r a l de las Galeras, q u e paseó triunfante p o r e n t r e las o n d a s rizadas d e l m a r latino para limpiarle d e p i r a t a s b e r b e r i s c o s .

D e d o ñ a Luisa d e la C e r d a ( h e r m a n a del c u a r t o D u q u e d e Medinaceli, G o b e r n a d o r d e los Países Bajos, V i r r e y y C a p i t á n ge- n e r a l d e Sicilia y d e N a v a r r a , s e ñ o r a d e Malagón, c o m o mujer d e A r i a s P a r d o , s o b r i n o del c a r d e n a l T a v e r a .

D e D . R u y G ó m e z d e Silva, n o b l e p o r t u g u é s d e s c e n d i e n t e d e los Silva y N o r o ñ a , s e ñ o r e s d e U l m e y la C h a m u s c a (2), al q u e

-

(1) «La casa de Mendoza ha constituido durante algunos siglos uno de los linajes más poderosos de España.,., porque en tan largo período apenas hubo reinado en que no se hallase desempeñando los más altos cargos del Estado.» Vida de la Princesa de Éboli, por D. Gaspar Muro. Madrid, 1877.

(2) Ruy Gómez de Silva vino á España con su abuelo materno Ruy Téllez de Meneses, mayordomo mayor de la infanta Isabel cuando su matri- monio con Carlos I, en calidad de menino. Pretendió casarle Felipe II con doña Teresa de Toledo, hermana del marqués de Velada, pero retirada esta señora á un convento, le casó con doña Ana de Mendoza, hija del segundo conde de Mélito, D. Diego Hartado de Mendoza, y de doña Ca- talina de Silva y Andrade, hija del cuarto Conde de Cifuentes.— Datos de nuestro Archivo.

(3) Carta de Ruy Gómez de Silva al Secretario Diego de Vargas sobre correos al Rey, q había escrito á S. A. en recomendación de Juan de Vega y aviso de viaje á Breda. Amberes, 16 de Febrero 1555.—Biblioteca Na- cional. P. V. fol., c 30, núm. 133.

(27)

F e l i p e II hizo su c o n s e j e r o d e E s t a d o , c o n t a d o r m a y o r d e Cas- tilla y m e r c e d d e P r í n c i p e d e É b o l i , c o n g r a n d e z a d e E s p a ñ a c o m o D u q u e d e E x t r e m e r a y d e P a s t r a n a .

T r a n q u i l a m e n t e en la a p a r i e n c i a y sin m a y o r e s c o n t r a t i e m p o s q u e p e n a l i d a d e s d e viajes y molestias llegó á fundar la insigne M a d r e o n c e c o n v e n t o s d e monjas ( i ) y n u e v e d e frailes (2);

p e r o s o n ó en el reloj de las g r a n d e s vicisitudes h u m a n a s el 22 d e M a y o d e 1 5 7 5 , V el Capítulo g e n e r a l c a r m e l i t a n o d e P l a - cencia (Italia) a c o r d ó : l.°, q u e salieran d e los c o n v e n t o s e x t r a - ños á Castilla, en el t é r m i n o d e t r e s días, t o d o s los descalzos, bajo p e n a s d e e x c o m u n i ó n , s u s p e n s i ó n d e las cosas d i v i n a s , p r i - vación d e voz y lugar, r e c l a m a n d o , en caso d e c o n t u m a c i a , el auxilio del brazo seglar, y 2.°, q u e sean r e m o v i d o s t o d o s los descalzos d e t o d o s los c o n v e n t o s q u e se c o n s t i t u y e r o n c o n t r a las p a t e n t e s é instituciones del R v d o . P . G e n e r a l .

L a celebración d e este C a p í t u l o , dio l u g a r á gravísimas d i s c o r - dias e n t r e o b s e r v a n t e s y m i t i g a d o s , q u e p u s i e r o n á la M a d r e T e - resa en el caso d e escribir al P . G e n e r a l d e s d e Sevilla, d o n d e ella se e n c o n t r a b a , u n a c a r t a c é l e b r e en los fastos d e la O r d e n , en la cual d e n t r o d e t o d o s los r e s p e t o s y d e la caridad i n s e p a r a - ble á la a c c i ó n d e la excelsa V i r g e n , s u m i s a al s u p e r i o r y á la obediencia, p a l p i t a n las r e c o n v e n c i o n e s más severas, las a d v e r - tencias m á s cautas y la voz d e alerta p a r a q u e , centinela r e s - p o n s a b l e d e la c o n d u c t a y felicidad del s u b d i t o , e n c a u c e y r e p r i - m a t o d o m o v i m i e n t o pasional. Y n o m b r a al c u l p a b l e y le acusa, insistiendo s i e m p r e en a l a b a r la v i r t u d y el s a b e r d e los descalzos.

E n dicha c a r t a (3) « p r o c u r a t e m p l a r con destreza, s u a v i d a d y

(1) San José, de Ávila, Medina, Malagón, Toledo, Salamanca, Segovia y Sevilla, Nuestra Señora de la Concepción de Valladolid y Pastrana, En- carnación de Alba y San José del Salvador de Beas

(2) Nuestra Señora del Carmen, Duruelo-Mancera, San Pedro de Pas- trana, San Cirilo de Alcalá, Altomira, San Juan del Puerto, La Peñuela, Los Mártires de Granada, Nuestra Señora délos Remedios de Sevilla y el de Almodóvar del Campo.

(3) 18 de Junio de [575, de Sevilla, al padre general Fr. Juan Bautista Rúbeo de Ravena, núm. 59 de la Colección de D. V. de la Fuente. Tomo 11, pág. 49. Madrid, 1861.

(28)

4 6 4 BOLETÍN DE LA RIÍAL ACADEMIA DE LA HISTORIA

dulgura, como lo sabia hacer aquella pluma del cielo endulzada con la suave unción del Espíritu Santo» ( i ) , y después de rendir al detalle, cuenta de las fundaciones autorizadas dice: «por la Pa- tente que V . S. me embió en latín, después que vinieron los Vi- sitadores, da licencia para que pueda fundar en todas partes y assi lo entienden los Letrados; porque ni señala V. S. Casa ni Reyno, ni se dice ningún cabo, sino que en todas pártese (2).

Tenía que expresarse la gloriosa Madre con completa claridad en documento de tamaña importancia, porque no podía ignorar su perspicacia, que estaba redactando la primera pieza del proce-

so, elemento preciso, indispensable, para dirimir y sojuzgar aque- llas conjuras incomprensibles, aquellos odios impropios, aquella tremenda saña, que degeneraron en tempestad formidable re- tumbando bajo las bóvedas del Capítulo de Alcalá de Henares, y por eso insinúa la reserva cuando agrega: «Ellos no han visto ni verán estas cartas, anque he dicho á Mariano que V . S. como ellos sean obedientes, sé que habría misericordia.»

Expone al superior las amenazas de excomunión por parte de F r . Ángel Salazar (3), y el grave disgusto del Nuncio monse- ñor Nicolás Hormaneto, gran patrocinador de la reforma, dicien- do: «Yo, señor mío, veo lo uno y veo lo otro, y sabe nuestro Señor que digo verdad, que creo son los más obedientes, y lo han de ser los Descalzos. V . S. no ve allá lo que acá passa: yo lo veo y lo digo, porque sé bien la santidad de V. S. y quan amigo es de virtud» (4).

El prior de Sevilla Fr. Miguel de Ulloa, del. que la Santa opina

«es harto buena cosa» (5), pretendió que la Madre le mostrase las patentes del General para la fundación hispalense y obtener

(1) Nota de Fr. Antonio de San José. Tomo iv de las Cartas, pág. 363.

Madrid, 1771.

(2j Subrayamos estas palabras para dar fuerza á la razón que asistía á la Santa.

(3) Provincial en aquella sazón de los Calzados; los Descalzos aún no le tenían,

(4) Carta citada.

(5) En sentido de excelente persona.

(29)

traslado, á lo que ella se negó «porque no trataba de hacer Casa que no fuese con licencia de V. S. que yo no me pusiese muy brava» ( i ) .

Ensalzó á los Calzados por su virtud, ¡y harta virtud era en ella!, en el apogeo de las más graves contrariedades que en su vida sufriera y con estas palabras los disculpaba: «Y assí dicen hartas cosas para su descargo por donde veo que no han ido con tanta malicia... con el Rey están muy acreditados y este Arzo- bispo dice que sólo ellos son frayles (2). Ahora salir de la refor- ma, que V. S. no quiere que los haya, créame que aunque tenga toda la razón V . S, del mundo, no ha de parecer ansí; pues d e - xar de tenerlos V . S. debajo de su amparo, ni ellos lo querrán, ni V. S. es razón que lo haga; ni nuestro Señor se servirá de ello.»

Santa Teresa comienza esta carta, que da idea bien clara del ambiente creado por las discordias, con estas palabras: «el de- monio, como V. S. dice, resuelve estos negocios.»

Participa al Padre general, con frases correctísimas que entra- ñan «soberana unción y dulzura celestial, destilando por su pluma un filial amor bastante para liquidar corazones de bronce» (3), con acentos respetuosos y merecedores de detenida atención:

«Primero entienda V. S. por amor de nuestro Señor, que todos los Descalzos juntos no tengo yo en nada á trueco de lo que toca en la ropa á V . S. Esto es ansí y que es darme en los ojos, dar á V . S. ningún disgusto.»

Corresponde ciertamente la terminación con el principio «En- comiéndelo V . S. á Su Magestad y como verdadero Padre, olvi- de lo pasado; y mire V. S. que es siervo de la Virgen y que ella se enojará de que V . S. desampare á los que con su sudor quie- ren aumentar su Orden. Están ya las cosas de suerte que es m e - nester mucha consideración.»

El último párrafo de la carta trasluce, como puede verse, el

(1) Carta citada.

(2) Carta citada. El Arzobispo á que alude es D. Cristóbal de Rojas.

(3) Fr. Antonio de San José, nota 3 á la Carta citada, tomo iv, pág. 363.

Edición Doblado. Madrid, 1771.

(30)

4 6 6 BOLETÍN DE LA REAL ACADEMIA D E LA HISTORIA

e s t a d o imposible q u e c r e a r o n las discordias a p e n a s c o m e n z a d a s , y r e c r u d e c i d a s cinco meses d e s p u é s , c u a n d o intimó á la S a n t a el P r o v i n c i a l d e Castilla p a r a q u e se r e t i r a s e d e A n d a l u c í a y a b a n - d o n a r a la fundación sevillana, c e b o i m p í o de infamias y c a l u m - nias, á lo q u e se o p u s o c o n t o d o s los a r r e s t o s n e c e s a r i o s F r . J e - r ó n i m o Gracián ( i ) .

C o n v o c a d o p o r F r , Á n g e l Salazar, se r e u n i ó el Capítulo en S a n Pablo d e la Moraleja, lugar c e r c a n o á Avila (al recibir de Italia los D e c r e t o s e x p e d i d o s p o r el d e Placencia), en I 2 d e M a y o de I 576 (2), c i t á n d o s e c o n l l a m a m i e n t o e x p r e s o de asistencia, á t o d o s los P r i o r e s de Calzados y Descalzos; p e r o d e éstos avisó s o l a m e n - te á los d e M a n c e r a , P a s t r a n a y R e c t o r del Colegio d e A l c a l á de H e n a r e s , F r . J u a n de J e s ú s Roca, F r . D i e g o d e la T r i n i d a d 3^ F r a y Elias d e S a n M a r t í n . Hízose caso o m i s o d e los d e m á s Priores O b s e r v a n t e s , p o r q u e se les consideraba excomulgados.

F r . D i e g o y F r . Elias, á su p a s o p o r M a d r i d c o n r u m b o á la Moraleja, visitaron á H o r m a n e t o , q u i e n les aconsejó acudiesen al Capítulo, á condición de o p o n e r s e á t o d a m u d a n z a d e lo estable- cido p a r a la descalcez y á c u a l e s q u i e r a resolución ó d e c r e t o con- trario á su Visitador, P. J e r ó n i m o G r a c i á n d e la M a d r e d e Dios.

N o e s p e r a r o n los c a p i t u l a r e s la llegada d e los Descalzos p a r a r e s o l v e r p o r sí y a n t e sí: i.° Q u e h u b i e r a m u t u a c o r r e s p o n d e n - cia e n t r e Mitigados y O b s e r v a n t e s ; 2.° Q u e é s t o s usasen los h á b i - tos p a r d o s , no n e g r o s , y q u e las c a p a s fueran m á s cortas; 3 .0 Que

a d m i t i e r a n así los hábitos y q u e se calzasen; 4 .0 Q u e vivieran m e z c l a d o s en los c o n v e n t o s u n o s con o t r o s sin diferencias; 5>° Q u e c a d a cual g u a r d a s e la regla q u e h a b í a profesado, y ó.° Q u e los

(t) Proceso de canonización de Santa Teresa de jesús.—Declaración de Luis de Ávila y Ulloa: «Á la segunda pregunta cajo que es verdad que la dicha Madre Teresa de Jesús fué tal muger, como la pregunta dice, de admirable vida, santidad y virtud, é siempre fué y es tenida por persona de grande espíritu, caridad, piedad é paciencia y grande constancia é per- severancia en todas las cosas Santas que pretendía, y especialmente en las fundaciones que hizo, en que tuvo grandes contradiciones.»

Debo este traslado á la buena amistad del docto Canónigo de Ávila D. Baldo mero Torres.

(2) Salieron los Decretos en Noviembre de 1575.

(31)

Descalzos se l l a m a s e n C o n t e m p l a t i v o s y los Calzados O b s e r v a n - tes ( i ) .

Ni q u e d a b a la paz h e c h a , ni las p e r s e c u c i o n e s y conjuras h a b í a n t e r m i n a d o , y c o m o era d e esperar, en 8 d e A g o s t o (2) siguien- te, c e l e b r a r o n Capítulo los Descalzos en su c o n v e n t o d e A l m o - dóvar.

E n t r e las varias resoluciones a c o r d a d a s , fué la p r i m e r a o p o - n e r s e á t o d a s las del Capítulo d e la Moraleja, y elección de D e - finidores p a r a c o n s t i t u i r s e en C o n g r e g a c i ó n religiosa, distinta d e la Mitigada, n o m b r a n d o p r i m e r Definidor á F r . A n t o n i o d e J e - sús (3), P r i o r e n t o n c e s d e M e d i n a del C a m p o , y dejarle c o m o Provincial y G o b e r n a d o r d e los Descalzos, p a r a caso d e falta ó m u e r t e del P . Gracián.

Seguía, y c a d a vez con m a y o r i n t e n s i d a d , la c a m p a ñ a d e dis- g u s t o s ; los libros excelsos d e la S a n t a M a d r e se d e l a t a r o n á la Inquisición; d e ellos hacía g r a n c h a c o t a la P r i n c e s a d e E b o l i al salir del c o n v e n t o d e P a s t r a n a (4); no faltaron p r o p ó s i t o s inso- lentes d e recluir á la R e f o r m a d o r a insigne en cualquier C o n v e n - to d e U l t r a m a r . . . y la p e r s e c u c i ó n c o b r a m a y o r e s vuelos c a d a día, a b a r c a n d o y a al p r o p i o N u n c i o H o r m a n e t o , p r o t e c t o r e n t u - siasta y d e c i d i d o d e la descalcez c a r m e l i t a n a . D e las c a l u m n i a s participaron varios c o n v e n t o s d e la reforma y el d e las Calza- das d e P a t e r n a .

C o n d o l i é n d o s e la g r a n S a n t a del e s t a d o d e cosas al q u e ser-

(1) Noticias fielmente entresacadas de las Crónicas de la Reforma, {2} Agosto dicen las Crónicas de la Reforma¡ Septiembre dice el señor La Fuente en el tomo 1, pág. 13 de la obra citada.

(3) Fué este Padre el segundo que se descalzó y el que asistió en la hora de la muerte á su gloriosa Madre Teresa de Jesús.

(4) Deseosa la de Eboli de conocer la vida de la Santa, escrita por ella misma, consiguió el libro y «tuvo la indiscrección (porque no estaba des- tinado á la publicidad) de dárselo á las dueñas y pages de su casa, comen- tándolo con poco respeto y divulgando su contenido». La Fuente, edición de 1851, notas al Libro de las Fundaciones, Muro; obra citada, pág. 59, nota 14.—«La Princesa de Éboli consigue, á fuerza de instancias, el Libro de la Vida de Santa Teresa, y faltando á su palabra, lo hace objeto de lu- dibrio y befa». M. Mir: Espíritu de Santa Teresa de Jesús, pág. xxxin. Ma- drid, 1898.

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