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La república restaurada en plena luz

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Academic year: 2020

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LA REPÚBLICA R E S T A U R A D A

E N PLENA L U Z

A n t o n i o G Ó M E Z R O B L E D O

D E L P R I M E R T O M O de l a H i s t o r i a M o d e r n a d e México, escrita por d o n D a n i e l Cosío V i l l e g a s , * se h a o c u p a d o tan a m p l i a -mente l a crítica que apenas si puede decirse más, p o r l o me-nos en c u a n t o a las excelencias o deficiencias formales de l a obra. C o n excepción de los que tenían y a u n p a r t i d o tomado, aun antes de aparecer e l l i b r o , y que h a n d e b i d o p o r ende enfocarlo de acuerdo c o n sus prejuicios y su posición irrevoca-ble, creo q u e todos los lectores imparciales h a b r á n c o n v e n i d o en que se trata de u n a o b r a de i m p r e s i o n a n t e erudición y o b j e t i v i d a d , e n l a c u a l , en cuanto es posible a las fuerzas h u -manas, se h a n agotado las fuentes p r i m a r i a s y secundarias, e n cuya referencia i n m e d i a t a , a l o largo de cerca de u n m i l l a r de páginas, se apoyan todos y cada u n o de los asertos d e l relato histórico. P o r ello m i s m o , y c o m o l a inevitable contra-p a r t i d a de tan c a b a l e x a c t i t u d , no h a dejado de hacerse n o t a r el t e m p o l e n t o e n que esta historia se desarrolla, y que p o r cierto h a b r á de arredrar a más de u n lector apresurado, de esos que q u i s i e r a n que u n l i b r o g u a r d a r a más o menos e l r i t m o de una película.

M e atrevo a creer, s i n embargo, que esta l e n t i t u d entró b i e n conscientemente en los designios d e l autor, y precisa-mente p o r q u e así l o d e m a n d a b a e l asunto. E n l a década, en efecto, q u e va de l a restauración de l a R e p ú b l i c a a l t r i u n f o de l a revolución de T u x t e p e c , l o c o l o r i d o , l o espectacular, l o fílmico, es apenas l a última parte; de l o demás b i e n p u d i e r a hacernos g r a c i a u n cronista e n t r e t e n i d o o u n rapsodo. P e r o

* D a n i e l C o s í o V I L L E G A S , H i s t o r i a M o d e r n a d e México. L a República

R e s t a u r a d a : v i d a política. E d i t o r i a l H e r m e s , M é x i c o - B u e n o s A i r e s , 1955;

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-s i l a h i -s t o r i a h a de tener -su dimen-sión p r o p i a , -si h a de d a r c u e n t a y razón de las causas (¿ni cómo podría u n filósofo aristotélico creer que es otra cosa l a historia?) deberá entonces e l h i s t o r i a d o r explicarnos en este caso cómo o p o r qué fue que e n los años que más p r o p i c i o s parecían a l a consolidación de l a democracia m e x i c a n a h u b o de repente este p u l u l a r de p r o n u n c i a m i e n t o s d i e c i n u e v e generales sublevados registra C o sío Villegas p a r a marzo d e l 76 (p. 8 2 5 ) , esta q u i e b r a r u i d o -sísima, escandalosa, d e l sistema que tanta sangre había costado c i m e n t a r , p a r a acabar f i n a l m e n t e en e l personalismo político d e nuestra paz de t r e i n t a años. ¿Cuáles eran, como dirían los antiguos, los celos de los dioses p o r l a v e n t u r a de u n país que, apenas superado d e l todo el enemigo exterior y sin mayores p r o b l e m a s p o r parte d e l p a r t i d o i n t e r i o r v e n c i d o , i b a casi sin transición a caer en l a d i c t a d u r a juarista, y luego, p o r e l p u e n t e de inepcias que le trazó L e r d o , en l a tiranía porfir i a n a ? ¿Cómo fue que p u d o t porfir i u n f a porfir u n p l a n como e l de T u x -tepec, de tan pobre c o n t e n i d o ideológico (p. 8 0 4 ) , u n p l a n q u e , a más de i r c o n t r a u n g o b i e r n o i n d i s c u t i b l e m e n t e legí-t i m o , apenas inlegí-troducía olegí-tras novedades e n l a eslegí-truclegí-tura po-lítica d e l país que l a promesa de l a n o reelección (y esto c u a n d o aún no se había decretado l a reelección de L e r d o ) , l a i n d e p e n d e n c i a m u n i c i p a l y l a organización d e l D i s t r i t o Fe-deral?

Pues éste es el dramático e n i g m a que Cosío Villegas se h a propuesto despejar, y p a r a hacerlo érale forzoso h u r g a r en el c o m p l e j o de fuerzas y factores, y cuanto más subterráneos c o n m a y o r razón, que d e t e r m i n a r o n l a frustración i n t e r n a , institu-c i o n a l , de u n a v i institu-c t o r i a que n a d a pareinstitu-cía institu-capaz de e n t u r b i a r . Y c o m o n o quiere sacarse e l diagnóstico de l a cabeza, p o r más q u e n o l o e l u d a c u a n d o l a investigación h a llegado a su p u n t o de m a d u r e z , debe previamente d a r cuenta - a c o m o d a n d o e l r i t m o d e l relato a l de los sucesos- d e l l e n t o proceso d e l "re-l a j a m i e n t o c o n s t i t u c i o n a "re-l " , y entrar "re-luego, c o n "re-l a m o r o s i d a d q u e d e m a n d a este preciso estado de conciencia, en l a "cavila-ción sobre l a p a z " que hacen p o r estos años las mejores cabe-zas d e l país en u n p a r l a m e n t o y u n a prensa como n o las

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hemos t e n i d o t a l vez mejores en toda nuestra h i s t o r i a pos-terior.

P a r a naturalezas reflexivas o introspectivas (las de otra índole que d i g a n su impresión) son suculentos estos capítulos cavilatorios. D e ellos puede sacarse l a mejor sociología o filo-sofía de nuestra historia y, sin embargo, son a q u í f o r m a l m e n t e h i s t o r i a p u r a , h i s t o r i a i n t e l e c t u a l si se quiere, p o r cuanto son los mismos personajes de l a época y en contacto v i t a l c o n los hechos, periodistas y políticos, historiadores y juristas, mexicanos y extranjeros: Zarco, Sierra, Z a m a c o n a , V i g i l , M a r -tí, B a b l o t , V e l a s c o . . . quienes v a n dando, conforme les apre-m i a n los sucesos, su "teoría de l a p a z " (p. 399) y dicen p o r q u é p e r i c l i t a y cómo salvarla. L a interpretación legalista, l a interpretación política, l a educativa, l a económica, l a nostal-g i a de l a nostal-g u e r r a y d e l m a n d o e n los nostal-grandes caudillos de l a g u e r r a c o n t r a e l I m p e r i o , y p o r e n c i m a de t o d o " u n a inmensa cuestión s o c i a l " , como decía J u s t o Sierra, pasan p o r estas pá-ginas c o m o perspectivas distintas desde las cuales podemos t a l vez entrever l a dolorosa v e r d a d total. C o n visible predilec-ción e x p o n e y comenta el autor l a o p i n i ó n de E m i l i o Velasco

(p. 504), p a r a e l c u a l e l verdadero m a l , e l m a l p r o f u n d o , es-taba en l a falta de " h á b i t o s " políticos, sin los cuales n o po-drían concillarse los p r i n c i p i o s de a u t o r i d a d y l i b e r t a d que l a l u c h a h a b í a m a n t e n i d o unidos, pero que en l a paz habían de tender retrospectivamente a l despotismo o a l a anarquía. N o h a y que decir l o que esta solución contenta a q u i e n , como b u e n aristotélico u n a vez más, está e n l a firme persua-sión de q u e n o basta l a simple p o t e n c i a operativa, a u n sin n i n g ú n estorbo exterior, para pasar a l acto, sino que h a de darse entre u n a y otra situación ese estado i n t e r m e d i o del hábito, u n a disposición p r ó x i m a a l a acción, s i n l o c u a l n o h a y n i v i d a ética n i v i d a política, y q u e sólo viene p o r l a educación. A h o r a , en c u a n t o a saber p o r q u é faltaban tales hábitos, esto ya n o es d e l resorte de esta historia, sino de l a h i s t o r i a anterior, de l a m u y anterior, c o m o l a historia c o l o n i a l , e n cuyo t i e m p o se nos i n c u l c a r o n hábitos burocráticos, pero n o políticos, pues, comenzando p o r el virrey, éste n o era para

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nosotros y a n o digamos u n gobernante ajeno, pero a l f i n c o n a u t o r i d a d p r o p i a , sino, como decía R a b a s a , u n empleado del rey de España. E l p r o b l e m a , en suma, sin desestimar p o r ello los otros factores, h a sido, y continúa siendo, u n p r o b l e m a de educación. A s í l o hemos creído siempre, y nos c o n f i r m a en esta apreciación l a lectura de este p r i m e r v o l u m e n de l a H i s

-t o r i a m o d e r n a d e México.

Y c o n todo, l a aporía n o acaba p o r apaciguarse del todo, pues h u b o e n esta década de l a R e p ú b l i c a R e s t a u r a d a - y el a u t o r l o p o n d e r a u n a y otra vez c o n g r a n e n c a r e c i m i e n t o -altas v i r t u d e s ciudadanas l o m i s m o en el g o b i e r n o que en los particulares, p r i n c i p a l m e n t e u n a h o n e s t i d a d "terca y b r i l l a n -te" (p. 351) así en l a administración c o m o e n sus adversarios. Jamás d i o u n paso e l gobierno, así fuese p a r a p e d i r más y más facultades extraordinarias, s i n que previamente sometiese la m e d i d a a l a cámara y a l a opinión pública, de cuya parte se correspondía c o n u n a l i b e r t a d n o sólo irrestricta, sino i l u m i n a d a ; pues, como señala reiteradamente e l autor, los debates p a r l a m e n t a r i o s y periodísticos de l a época eran deba-tes d o c t r i n a r i o s , y los periódicos eran periódicos de ideas. P o r t o d o esto, e l a u t o r acaba p o r reconocer, y l o dice abiertamente, q u e sí h u b o , p o r l o menos en l a superficie, u n progreso po-lítico i n d u d a b l e hasta que se d e r r u m b a e l gobierno de L e r d o después de Tecoac; y concluye r e s u m i e n d o su j u i c i o : " D e n t r o de las condiciones reales de hechos, fenómenos y hombres, n o cabe d u d a de que existían muchos de los caracteres p r i n c i p a -les de u n a organización democrática, l i b e r a l , representativa y federal, q u e si no todos esos caracteres se a f i r m a b a n c o n e l t i e m p o , n u n c a , tampoco, se desvanecieron todos y d e l todo, y que, en c o n j u n t o , en n i n g ú n m o m e n t o de l a R e p ú b l i c a Res-t a u r a d a , a l p r i n c i p i o , a l f i n n i en e l m e d i o , p o d í a jusRes-tificarse la afirmación de que M é x i c o no m a r c h a b a , y menos de que no podía m a r c h a r , h a c i a l a práctica de u n a organización po-lítica c o m o l a que había trazado, en rasgos generales, pero i n c o n f u n d i b l e s , l a Constitución de 1857" (p. 4 7 8 ) .

De n u e s t r a parte n o tenemos n a d a que objetar: pero si esto es así, n o podemos dejar de p r e g u n t a r n o s - y es e l único

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reparo n o histórico, sino lógico, que nos p e r m i t i m o s h a c e r -cómo es que p o r otra parte a f i r m a e l autor, y parece ser u n a de las tesis cardinales del l i b r o , que l a R e p ú b l i c a R e s t a u r a d a " e m p a l m a perfectamente con e l P o r f i r i a t o " , a t a l p u n t o que "entre l a u n a y e l otro n o hay solución de c o n t i n u i d a d , y menos, muchísimo menos, u n a f a l l a histórica" (p. 3 4 6 ) .

N o puede darse mayor énfasis en l a afirmación, y todo depende, p o r supuesto, de cómo se e n t i e n d a esto d e l "em-p a l m e " . N o se trata desde luego, me "em-parece, d e l s i m "em-p l e enlace causal, pues desde este p u n t o de vista, y toda vez que n i en l o h u m a n o n i en l a h i s t o r i a hay t a l cosa como l a creación e x

n i h i l o , n o hay suceso histórico que n o se l i g u e c o n los

ante-riores, y de este m o d o l a república de W e i m a r , p o r ejemplo, e m p a l m a c o n l a d i c t a d u r a de F i i t l e r , A z a ñ a c o n F r a n c o , y asi en todo l o demás. P e r o el p u n t o n o está allí, sino en l a u n i -f o r m i d a d o analogía, de tendencias p o r l o menos, que debe haber entre u n a y otra época; y si esto es verdad, parece d i -fícil n o a d m i t i r que, ya n o digamos entre l a R e p ú b l i c a re-surgente e n Querétaro, sino entre l a m i s m a d i c t a d u r a de Juárez y l a tiranía porfirista n o haya h a b i d o u n a r u p t u r a v i o l e n t a . C o n o c e d o r p r o f u n d o de l a antigüedad clásica y de la c i e n c i a política, el autor tiene b u e n c u i d a d o de advertir (p. 476 e t p a s s i m ) que entre u n a y otra f o r m a de gobierno, y p o r más que e l v u l g o p r o p e n d a a c o n f u n d i r l a s , existen diferencias insalvables. L a d i c t a d u r a , a u n c o n l a m a y o r con-centración de poder, está c o n todo bajo l a salvaguardia y justi-ficación de l a ley, y m a y o r m e n t e si, c o m o fue el caso de Juá-rez, los poderes de excepción los otorga u n congreso i n m u n e en absoluto de toda coacción. E n l a tiranía, p o r e l contrario, y esto a u n en las tiranías paternales c o m o p u d o serlo l a de don P o r f i r i o , l a ley h a dejado de tener t o d a vigencia real, pues si h a y aún en e l p a p e l códigos y reglamentos, el proceso legislativo está p o r entero e n manos d e l t i r a n o , y los llamados legisladores n o tienen otro o f i c i o que a p r o b a r y dar f o r m a jurídica a l a v o l u n t a d de aquél. D e aquí, pues, nuestra re-serva c o n t r a e l j u i c i o a r r i b a citado d e l autor; j u i c i o que, si

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b i e n se m a t i z a a l o largo de l a o b r a , hubiéramos q u e r i d o que el a u t o r l o h i c i e r a más explícitamente.

A mí, p o r el c o n t r a r i o , me h a parecido siempre a q u e l des-q u i c i a m i e n t o , y más c u a n d o se leen estas reposadas páginas de C o s í o V i l l e g a s , u n verdadero cataclismo; u n h u n d i r s e súbito de l a i n t e l i g e n c i a y de l o que ella representa e n l a c i u d a d , q u e es, según decía e l viejo Heráclito, l a ley, " l o c o m ú n a todos", e l L o g o s de l a Polis. Esto es lo que naufraga p a r a m u c h o s años con l a salida de L e r d o , "entre e l l l a n t o de sus p a r t i d a r i o s y l a risa de sus enemigos", lo que se v a c o n este h o m b r e s i n g u l a r que, c o n todos sus desaciertos, y p o r ellos mismos, representa trágicamente l a i n c a p a c i d a d de l a inteli-gencia m e x i c a n a p a r a gobernar; caso que apenas es excedido en patetismo p o r e l otro semejante de d o n José M a r í a Iglesias. E n c a m b i o , ¡qué poder de polarización, qué v o l u n t a d a d m i r a -ble, sobre tantas derrotas y hasta l a v i c t o r i a f i n a l , e n P o r f i r i o Díaz!

Díaz y L e r d o , personajes máximos de esta década atormen-tada (Juárez es apenas l a g r a n f i g u r a que se r e t i r a y cuyo prestigio salva u n a muerte p r o v i d e n c i a l ) son descritos e n esta o b r a en sugerentes etopeyas (p. 91 s s . ) c o m o símbolos de l a d e b i l i d a d d e l espíritu j u n t o a l a lozanía de los instintos p r i m a r i o s . P o r menos que eso u n alemán se habría suicidado, o e n todo caso, c o m o l o h i z o M a x Scheler, a b j u r a d o su reli-g i ó n y pasádose a l maniqueísmo c u a n d o creyó c o m p r o b a r , después de l a p r i m e r a G u e r r a M u n d i a l , que debía haber u n p r i n c i p i o cósmico m a t e r i a l opuesto a l d e l espíritu, a u t ó n o m o y más vigoroso. Nosotros, como buenos mexicanos, n o hace-mos tantos extrehace-mos n i tantas metafísicas y nos consolahace-mos más fácilmente; pero a u n así, llevándolo c o n t a n g e n t i l sem-blante, n o deja de ser l a m e n t a b l e e l poco arraigo que l a i n t e l i g e n c i a y e l espíritu h a n tenido hasta h o y entre nosotros. Q u e se fuera L e r d o , estuvo b i e n ; nadie i b a a añorar u n go-b i e r n o de j a c o go-b i n i s m o trasnochado cuya o r i g i n a l i d a d consis-tió - c u a n d o más necesario era u n i r de n u e v o a l a f a m i l i a m e x i c a n a - e n c o n s t i t u c i o n a l i z a r las Leyes de R e f o r m a y ex-pulsar a las hermanas de l a caridad. L o trágico es que L e r d o

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haya p r o c e d i d o así, y que Iglesias, e l i n m a c u l a d o Iglesias, haya e n c o n t r a d o l a m i s m a i n d i f e r e n c i a , y que tan alegremente, como remate de todo, se o l v i d a r a l a gente de l a ley para confiarse a l a p r o v i d e n c i a de los militares. T o d o esto es l o que q u i e r o dar a entender c u a n d o h a b l o de l a d e b i l i d a d d e l espíritu, y l a severa lección que yo deduzco, como otros, otras quizás, de estas páginas en que d o n D a n i e l Cosío Villegas com-parece, s i n mayores proemios, c o m o gran señor de l a historia m e x i c a n a .

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