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Feministas y políticas

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Academic year: 2020

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(1)FEMI NI STAS Y. PO L I T I~AS *. J ul i e t a Ki r kwood. I FACULTAD LATINOAMERICANA DE CIENCIAS SOCIALES.

(2) MATER IAL DE DIS CUSION PROGRAMA FLACSO- SANTIAGO DE CHI LE NUMERO 63 , Ago s t o 1 984. FEMINI STAS Y POLIT ICAS* J ul i e t a Ki r kwood. *. Po ne nc ia pr e s e ntada a l l er. Congres o Chi le no de Soc i o l og í a . Agos to 1984. Al gunos t erras abordados en es t a ponencia son parte de un trabajo sobre muj er e identidad polít i ca , auspi ciado por el Soci al Sci ence Research Counc í L, cuya publ i cación se prepara en FLACSO Prograrra Sant iago..

(3) Esta Serie de Documentos es editada por el Programa de l a Facultad Latinoamericana de Ciencias Socia l es ( FLACSO), e n Sa nti ago de Chile . Las opin i on e s que en l o s doc ument os se pres entan , as í como los análisis e interpretaciones que e n e l los se contienen , son de la responsabi lidad exclusiva de sus autor~s y no refleja necesariamente l o s p un tos de vis t a de la Facultad ..

(4) RESU MEN. Ensayo que s e pre ~un ta po r l a r elaci6n ent re f emi ni s t a s y pol ítica s, de sta cándos e e I j-uno s aspe c tos de difícil abo rdaje d ebi do f u nda mentalmente a l a s c ar e nc i as en l a eaaboraci6n concept ua l soc io16gica y po l l t ica adecuada a l es t udio de la condici 6 n de la muje r e n l a pe rspec tiva de su particu laridad marp ina l . A pa r t i r de l a propuesta que el hace r po l l tica desde la s mujer e s pasa po r l a r e vi s i 6n de l a s categor 1as de l o p úbl ico y l o privado , se seña la e f guna s ne ce si da de s t emáti cas q ue va n desde el problema de l cues t ionamie nto del Sabe r , e l pro b lema de l Poder, y , l a dificu ltad de conc iliar e l f emini s mo con una noci6n de la po H tica q ue no ampl Ia l o s már genes. rI lZi do s de l á mbi to de l o Fúblico ..

(5) ·. , Fue r a de recon~c er a lgunas e videncias en el plano apa-. rl en cl ~l y de formula r cie rtas hi p6 t e s i s tentativas ~ no. e s poslble t o da ví a tratar s er i a me nt e en su total ma gnitud la relació n entre la muj e r y l o pol í t i ~o ; r a zón por la que ·~e pe rmiti ré un en sayo s i mpl e y perso na l sob r e dos estilos del hace r y e l a ctuar feme ni no q ue de no t a n "po l os " atractivos en la r ela ci ón s efia l a da . Me r e fi er o a la s muje re s femi nistas y ' a la s mijerca "políti c a s"!.! . En l a últi ma dé cada ~ e s pos ibl e const a t ar l a emergen c ia y l a vi si bilidad creciente de una nueva pr es e nc i a po l í t i _. ca-socia l en la o po sición d e mocr~ t i oa de Chi l e : l os " grupos de mu jeres" . Con hi stori a s~ t ie ~po s ~ vige nc i as y membr ec í as var i adas ; con o r íge nes s upe res t ruc t ur a les o de base ; carac ter ís ticas ~ i n t e r- c l as e s ~ o intra -clas e s ; pero s i empr e con f or mas que tra en l a gran -novedad de e s tar co n s~ i t u i d os y ge ner a dos funda mentalment e .po r mu jeres y/o pa ra mujere~ ~ ~cu bre n - e s t a s ' or - ¡ganizaciones - la s md S amplias ga ma s de ie c r .ív.ide de s y ob j e'ti vos . Sur ge n grupo s pa r a la a cci6n y la da~nda - urba na o rural ¡ gr u pos pa ra l a re fl exión y el c reci mi e nt o pe rsona l ; pa ra el estudi o de l a co nd ic i 6 n de l a muje r ; pa ra la solidar i d a d ~ /o el a uto- a poy o. pa ra la formaci6n y ac ci6n pol í t i ca ; para la a cci6n de base : comité s de c e s a nt es . arpi l l e r istas o bo l s as ~ c o m e dore s~ olla s comunes ; pa r a el apoyo en coyunt ura s nac Icnate e , pa r a 'l a de fe nsa pe r mane nt e de los de rechos humanos _ l a defen sa y l a denuncia de l o s fami liare s de l os.

(6) - 2 -. pr esos po l 1t i cos • de l os desaparecidos po l í ticos; de l os ex i 1 "4dos. de l o s rel e gado s; para e l r etorno; para l a defe nsa. d: ta ; 41 ud . pare. pal.i.ar el :inpacto de las. drogas . de l a inde fe n -. 5i6n de niños y j 6 ve ne s , e tc . Por es te r a s go diferencia l de es tar , l o s grupos , int e gra o pr incipalmente cons t i tuidos po r mu jeres . parecie ra que. . y nueva noo,' 6n de organizaci6n en la so c i edad c i vi l c hi lena . Aparentemente .. se es tá. an te una so la .. m~ sma. Si n embargo , una mi rada soc i o16gi ca más pe rspicaz, descubr i r á , evidenciará . 'e ntre unos grupos y ot ros .s ut i l e s va r iacione s; pequeño s giro s , t anto e n l a forma de e structurar se y proceder , como en l os contenidos. pr i nc i pi os y ob j e t i vos que cada uno de ellos s e e te r-ge ,. .. .. t n l os unos , de r e pente, una peq ueña va r iac i ón/ mut a ci 6n en l a forma lidad de l procedimiento : La es t ruct ura pa r ece dilui r su j er arquia ; el orden ver t i ca l de Di r ecc i ón- a 4ba se s e t or na difuso ; l a audiencia ini cia y cierra un movimiento c i r cular , hor i:z:ont a l , de sil la s ' dispuest as en redo ndo : la "di r e cti va ~ se ' pi er de . se confunde en esa ronda , ahora equivale nte, de r es ponsa bi l i dades 1Y t area s . No hay oradoras recu rrentes Y-~ép';'radas de ' la s p.as i va s- e s c.ucha s ; l a s i niciativa s ~ las '" Propuéstas y las cr iticas. se ha ce n , s i mpl e mente , bas e .. ,.' ''''''''). I. ",. , ~ ' td~nt: ico~- giro en ~l lenguaje : l o s t ema s de 'pa s i l l o s e t 5r'ttan t€ilná.'i: ié~s ~ de la 4~amblea; "lo ' pri vado~ / la 1múje iomisrna . se hace punt o de l a tabla y de l debat e soci a l . Se r eali :z:a una nueva me:z:cla de pol ! t ica y vida co t i di ana . Se ha prod ucido una.

(7) -. 3 -. desc lasi fic aci6n de l o s c 6di FOS , una i nv~rs i ón de l o s t é r mi no s de l o i mport a n t e . La par t i c ipa c i ón se ha hecho ac to so cial r e a l y conc re to .. De l a s miembra s de e s t os grupo s s e a f i rma que son o po seen e n gr ados me n sur a ble s la " c ualida d" de femi nis tas . En los o tro s gr upos o rga nizados - el o t ro po lo- , casi t oda v ! a. mayoritario s y h egemó n icos en e l asce ndie n t e pol i -. t ice , l a r uptura d e tra da . Los códi go s de n a ún f ue r t e me nt e Nos e ncon t r a mos con men t e s eña lados po r. fo ndo y de forma ha demorado más su e nrec ono c i dos de l ha c er po l í tica Se pre nen sus procedimientos y e n sus t emas . Di rec t ivas y Ej ecu t ivos c l aros y n íti da l a disposic i ón de " l a mesa" Cpr esidium ). ver sus l a audi e nci a ( mu j e r e s de base ) .. Los p rocesos de movi -. l i za c ión , l a s tá cticas . las es t r-e t e g'Ie s , las fu nciones , se per f i l a n si n r e do nda s d iscusiones . Se ha .resue l to ya e l sistema de l a s pr ior idades . La gran d if icul tad es e l c6mo ha cer , c6mo movil i ~ ar . El pa ra qué y e l desde d6 nde , no cons t i t uyen problemas de mayor e nverradura . Se p ri ori ~ a la pa labra "pol í tica " , y a l lí de n tro de e lla s e e n fa t i~a l a pa labr a mujer ya e n u na lí nea c lara y defini da a t ada a l a situa ci6n de l país , a l a fam i lia- y a l o s hijos . Ha y un c i e r to descar te de sde ño s o por- '1a Uhica ci6n de presenc i as y temas "demas i a do femi n ist a s " • . '-En e sto s grupos s iempre el té r mino mujer a pare c erá ca l ificado por l a c lase , por lo popul a r, po r l a s c ris is, por el s is t ema fam i liar . Es un término . no . 1nd e pend1ent e.. . A la mUJer no se 1a conC1·be so 1 a-2/ •.

(8) _ 4 --. "~. A pesa r de es tos aspectos pol a r es , a mbos est i los de organi zaci6n ccnve r-gen , s i n duda , e n un amplio e s pectro del compromiso y de l ac to polít ico . Traba-j a n uni das e n jor nada s y acciones ; elabor a n y a poyan propuestas y experimentan l a unidad polí tica de pro p6s i t os democr á t icos . Se movi l izan t ambi ~n unida s y en gran núme ro ( Caupol icá n de l a s mu jeres , protestas nacionale s ) . Tal vez por e so mismo, e l enfre ntamiento i deo 16gico , cua ndo su rge , lo hace car gado de r ecelo s, de e s tereot ipo s . La discorda ncia se hace s6lido vér t i ce que ab re y s e pa r -e a l a¡;lo y lado , movimientos , bl oqu es ; fi la s cer radas . Se pe r -. cibe : una cl a us ur a del de bate y del entend imiento . t ué or igi na es t a de s a r mon ía ? proye ctos di s tinto s , i nconciliabl es ? , c ues t i 6n de métodos, de c lases, de inte rpr e t aci6n del mundo? 7)1 Frente ' a es t e qui ebre per cibo una -i nt r iga bas t a nte má s pro funda que una mera desint e li ge ncia coyunt ur a l . Co n más optimi smo que c l ar idad i ns t r umenta l , i nt entar é e se di s cur so y análi si s . Ambas , fe mini stas y pol í t icas pa r ec i e r a n e sta r de a cue r do , coinci dir en un prop6 sito : en el re conoci mient o de la po s i bil idad hist6rico-civi lizatoria de l a emancipaci 6n de l a mujer . ". .En lo que no parecier a heb er. l uto, es en pr ioridades. i .n. ... ac ue rdo '~ l e no , ni a bs ofi nes . obj e t 1i VOS. me• t odos , t eo r í a , pr a xis y que asume y asumir á , l a emanci pa ci6n globa l de. 10 6.

(9) -,-. la sociedad . Val e de cir. no hay acuerdo e n el c otllpl e~o re. corrido que a sumirá la e~nc ipaci6 n social . He expli c o .. Toda ex plicaci6n se reali za de sde una si tuaci6n va l ór i ca s i n, u l a r iza da . ~ que es t á de t r ás de es t~s notas _ ha sido e xp l i c ~ tada en dos tra ba j o s ante r iores , a los que me . t 31 .. . rem1 o- . que enrer-eano s ge ne r-a Le s se re fieren a l a ne c e sida d de un " ha cer pOl í t ica " d e s d e La s I"ujeres y a par ti r de sus propias carenci a s y a li en llcione s. Otro modo - e l tradicionals e r í a s i mp l e mente la s uma y l a ins erción ~sificada e n una propue sta po l í t i ca a nter ior a l p la n t~o de esas ne ce s i dad e s en e l supue sto que s er án i nco rporadas en f uturo .. La e xpl icac i ó n de e s t a vi f urc ac i á n en l o s do s polos que hemQs mencionado. se encuen t ra e n nue stra. h i s ~o ri a re c i en~ e:. Desde l a s primera s asambl ea s pol í~ica s de mu j ere s , en dond e co nc ur r ía t o da la multi plicidad de ~u po s y de inte ncione s po l íticas de tin~ ~ femeni no , ind~pendient emen~ e de l os t emas y coyunturas, se per f i l a r on . con stante~ente, dos ase r tos : l . "No hay femi nismo s i n democracia " , que s i r ni f i caba: la únic a movi l ización posible para las mu jeres . AHO PA, e s e l a poyo o e l . ac to de la l ucha opo s i t or a a l robie r no aut or i t a rio . Los problemas " s i nyul are s " de La discrimi nación de la mujer. , s.o ~ secunda r ios a es r e prioridad . Pueden ser trata do s d e6p u~s , Ó, '~ólo s i ~ no entorpecen dicha pr ior idad . Esta af i rm.lc i ón f ue soste ni da por las mujeres "poHt i ca s" ..

(10) _ 6 -. a s erto. o p u e5 ~o al anterior. daba vue ltas los t~rminos y pasaba a afirmar q ue "no hay democracia s i n femi n is~". Descartando las idea s de prioridade s o c ontradicciones pr imarias o secundar ias , a f i r ma ba la na tura leza cons t i t uti va de t oda opresión que i~plica l a dominación , discrimi nación y subordinación de las mujeres e n el mundo privado . 2. El. s~~,do. A l a vez , muestra que la "d e a co n af de r-a c i én" de l mundo privado ,. en un proceso de cambi o , ha precipitado - y sa c r a l i za do - a l as mu jeres a una i deolog! a y una pr dc t i ca c onservadora . Todo esto, apoyado e n ci fra s de pa r t i c i paci 6n y en his tor i as de adhesión y cohe re nc i a de 10 "fe ~ n i no " . cu l t ur a l me nt e constituido, con e l pe nsamiento más cons ervador e innovilista . Este aser to deno~a la posibi l idad de hab l a r , de s eñ a lar. jUn~ as t oda s las cpres r cne e e n una nue va s í n t es is no e s~ratificada cesde fue r a . Pro fu ndi cemos por ahora e l discurso de sarro l lado a pa r tir de es ta se,unda propues t a . Luego retornaremo s a l a pr imera. en re l aci6n de ~ e n t i d o con l a mov i l i zac i 6n de l a s mujeres . Se ,e desde. di r ía que -, e n e l ini cio, la reflexi6n fe mini sta s ur l a re flexi 6n sotr e l~ democrac i a - i nc a ut a da - y des de una r e- va l or i zac i ón y re s cate de sus cont en i dos .. ~ poco andar, ¡a refle xi6n lle va a pe rcibi r una larpa profunda distancia c n t 1 .' . re ~s va lor es pos t u l a dos democr á t icos : lrualdad, no-di scri minaci6n, l iber tad , s o l i da r ida d , de una parte, con l o que es " °d " V1 V1 o y asum1 do co rno: r eali dad con. o. o.

(11) _ 7 _. creta s ingu La r-,. ,. .. A part ir de la dife r encia entre l o po s tu l ado y l o vi v i do , recono cemo s , const a t amos . qu e l a ex periencia cotid i a na ~o ncre ta de l a s muj e r e s ~~l a utoritari s mo . Que la s muj e ,r es vive n - ha n vivido s i e mpr e - de car a al autor i t a r ismo e n el ,interior de la f a mi l i a . s u á mbito r e c o noc i do de traba j o y de experienci a . Que l o q ue a l l í se e structur a e i ns ti t uc i o nali za e s pr ec i s ament e . l a Aut or i dad i nd iscut i da del " j e f e ,d e f ami l i a " - el p a dr e; la d isc r i mi n aci ó n y subor d i na -. ción de géne ro; l a j e r a rq uí a y el di sc i pli na mient o de e s t e or den denominado " na t ur a l ", q ue má s tar de s e r á proyect a do a todo e l a c ontec er soci a l . Es~o. no s l l e va a cons tata r qu e h ay dos áre a s o ámbit o s de a c c ión e n r e lac i ón a l o po l i tico , t a j a nte me nt e s ep a rado s y excluyente s entre s i , e n vi r t ud de l o s pé ne ros s e xuej.e e •. Es t a d i vis ión , " na tura l " y de f i ni tiva , no es ori ¡l'i na da po r e l ré gi men a ut ori tar i o que ceg6 l a de mocracia . Por el c o nt r a r io , e s a n t eri or a e l l a, con r ~n ~ ~ de civ i l izaci6 n . Es to s á mbito s s o n l o públ ico, con s u do mi nio de l o político , y s u posibil i da d de a c cede r al pl a nt eo y la búsqued a de la .l i be r t a d , Y. lo Rri vado; s ó l ida me n t e a s entado e n l o do mé s ~i c~ y lo ne c e sario-l . El "ha cer" de la s mu j e r e s , c omo gr u po o c a t egor i a c ul tural s e i ns t a l a en 10 pr i vado . En Lo upr-í va dc de • • • , "e n la marFinali dad po l í t ica ..

(12) - 8 -. De s d e los pa r t i do s po l í t i c o s , de mayor 'o menor pr ogr e sis mo, de es bozado o aca ba d o p r oye c t o de cambio social, el ha c er po l í tico de las muj e r es es s i emp r e v is t o como el p r o bl ema d e los obs t á c u l os a la incorporación; o d e l a poyo a modelos táctico s o estratégic o s .. Pa r a la ~éndencia f emi n i s t a ,. el p l a nt eo se re fiere con f licti va mente a establecer el sen tido y si gni ficado del h a c e r po l í t i c a , como y a mencionábamos, . . . ga d a, no constltul . i d a51• desde u na ldentldad ne No e s d e l caso a bundar más e n e ste pu n t o . Po r aho ra, 's ó l o. s e o. ña l a r q ue a l plantear l o pr iva d o como suce ptible de ser. ,. "v.i s -. t o po lít i c ame n t e " - e n tant ó p robl e ma d-el h~c er socia l-: s e pr oduc e , s imu l t á n e ame n t e ,dos fe nóme n o s : a ) p er~ ep~~~n d e l o es t r e cho d e la actual dimensi ó n p o l í ti ca - pública en uso y de. lo ' ~strecho d ~. c ión d e qui énes s on suj e t o s j. -l a concep -. actores p o l í t i c o s " v ir-. tua les" - s i enfocamos e l te ma desde u n a p r e t e n s i ó n d e rec u pera c ió n democ r át ica - ,y b) un _fe nó eno de ampliación y d e comple ji zación del c amp o de l o po lí t i c o: l. Por u na parte, se i n corpo r a a lo p o l í t i c o el. ám-. bi t o de la "nec e sida d" ; y p o r otra p a r t e , se in:-. 6'. corpora a la s mujer es c omo -nue va s s uj etas" " o, "actoras" d e 1 a p o 1 ltlca, " en tanto o b j eto sobre el qu e recaí a e l mund o d e la neces idad~/ . 2 . Incorporación de n u e vo s te mas, f or mas d e ap roximars e a la probl em~ tica s o c l' a l , po l ít 'l c a y económica: Po r ci tar al guno s : . <¡.

(13) -,. - Pep1&lteo sobr e la Pr od ucc i 6n y l a F:eproducci 6 n. huma na , incluyendo l a r e producci6n domést ica . - Las fo~s viv,e ntes y el s e nt i do de l a pa r t ic ipa ci6n soc i a l y l a exclus i 6n . La incorporaci6n de demandas no -tr adi c i onale s a l os modelos po l í t icos . La "i nvi s i bi l i da d " - s us causas y coneecuenc Las ., de c i er tos c on flict o s : vio lenc ia sexual y do~é s ­ t i ca ; pros t i tuc i 6 n ; abu sos en la plan ificaci 6n fami liar , etc . Desde una perspec tiva femi ni s ta , e s t .o s pr ob l e I!\4s.-conf lic t os son co nsiderados ecec verdadena s viola ci one s a l o s De rechos hu ma nos de la s muje re s .. Planteo de l a mu jer CO~ sui e to po l í tico de dere chos indi vidu al e s vers uEi , e l "c onserva nt i smo" induc ido c u l tur al y po l r tica~e n t e; vis t o este últi~o rasF? como e l efecto i nev i t able de un ~do de ha c er Pol í t i ca de ti nte a utor i tar io . pa triarca l e h is t ór ico . Bús queda de l a s pos ibi lida de s y cond i cione s de r e vert ir l o ~e d i ante ' un cambiG cu l tural . Ahora b i en . e n f ren tar e s t os dos fenó~eno s - a ~pl i ac i ó n y comple jización de l campo pol f t ico- .aca r rea no ~e nud os r roblemas a l hace r femini sta . Se ña l a r é dos de l os más i nt ricados nudos . o pro blern~s .re cur~nt e s y dif ícil es de abordar y so l~ ­ ciona r pa ra e l f eminismo , as umido é ste como e l hacer po l í t i ca desde l a s mujere s . La se lecc i 6n arbi t r ar i a de e sta s dos ca t e F,orí a s de problema s , ent re t ~ ntos o t ros . obede ce a s u mayor capac idad po t e nc i a l , a si ~nad a, de otor ~ar sent i do ~ l as orien t a ci one s y p rá c~i cas políti ca s de l o s ~r u p o s de mu jeres ..

(14) 10 -. 71. El nudo de l s aber s e guido del nudo de l pod e r - • En e l t r~ bajo Que c i t a mos más a rriba intentamos defini r l o s problemas feminis ta s o "nudos " en fatizand o s us c a r -ac-,. ter !sticas de potencialidad , de de sarro l lo , c recimi e nto y proyecci6n.. Dec í amos:. "La palabra nudo t ambi é n me s ugi e r e t r onco , p l a n ta .. c r ec i mie nto , proyecc i 6 n a c i rcule s concéntri cos , de sarrollo -tal ve z ni s ua ve ni arm6ni co pero envolvente d e una " i n tro misi6n" o de un "curs o ind e bido" - no 10 llamaré es col lo- q ue. obliga a la totalidad a u na nu ev a p.eometr! a; _d un d es pl i egue de la s vue lta s en di r ecci6n dis t i nt a , · mudable , ca mbi a bl e , pero ese ncialmente d i ná mica . Las fo r mas Que entornan y d e f i mm a un "nudo" son dis t i nt as . di f e r e nt es . no con g rue n t e s con. ot ros nudo s . Pero t od os e l los t ienden a adecuar , dentr o de su ámbito , un de spl ie gue prop i o de movi mi e n to ; de modo tal que s e unirán mut uamente en a lgú n pu nto y d is t a nc ia imprevi s i bl e desd e el nudo mismo ,para fo rmar una ·nu eva y s o la con t i n ui dad de v i d ~ . A tra vés de l os nudo s fem i nis tas va mos confor mando la po lí tica f emini sta" . los "nudos " so n , enton ces , pa r t e d e u n movamre ntc vivo; por esa exi ~enc ia de r e vo l uc i 6 n tran s formadora e ins o sla ya ble - s i no s e recurre a l a d es trucc i 6 n- que indudablement e t a mbi én pos e en . El nudo de l con o cimiento es ha r to viejo y deba t i do , so bre todo c ua ndo s e le co nt r apone a l pr ivi l egio d e la riqueza, a la i no ce nc i a de la pobr eza socia l , 0 , a l a urgent e re s ponsa bi l i dad de "a c t ua r y no más i nt erp retar " ..

(15) - 11 -. Hemos elegido mirar e l nud o del c ~ noc i mie nto co n l a pers pectiva de Foucault . El afi rma que hablar del c onoc i mie n to des de l a margi na l i da d es hab lar simul táneame nt e de una vo l u ntad d e saber ; de un s uerer -saber . A e ste cu er er . s a ber , l o co nt r apone a la violenc ia de la s i deas admitida s , de l ' "pa r tido t omado " que se ap ropia de l a verdad y que despl aza a s u cont rar io a l "err or". dejándolo a l lí instalado . (" vi olencia i dea l i sta", 1<1 llemó Sar t re) . Hay enton ce s , una n e c e s i ~ a d de elaborar . o r ec up erar el s abe r pa ra s ! , de s de el f emi nisMo . El querer -sab er su r re cua ndo se co nsta ta l a no-c cor-r-e spondenc i a s entre los "val ore s" postu la dos por 01 sistema y las exper i encias concre tas r eale s humanas . Para l a s mujeres, como dec í amos, los va l ore s d e Igua ldad , f ra ternidad, democracia . son "vis tos " como "de s i gua l da d ", "opre s i6 n " y "di s cri mi na c i 6n " . El que r e r saber se parece a l a r e be l dí a . Obv i ament e , es to no l o s a bemos de i nmediato. Hay un l a r go . dific ul toso camino antes de r e co noc erl o en la propia conc ie ncia. Fundamentalmen ~e porque e l sabe~ oficia l transmi t ido adop ta s i empre una apa ri enc i a "buen a ", "po sitiva" ; pero e n la r eal i dad de las cos as , este saber fu nciona de acuerdo a todo un juego de r epr esió"l y e xc lusió n : e"c lusióll de aquellos que no tie nen derecho a saber. Y cuando éstos últimos desde el mundo pri vado . desde el t rabajo . desde la ne ce s i da d , acceden a l sa be r . l o hacen por la v i a del co nformismo . Por un puro "co nfor mi s mo pol í tico " , se acepta saber sólo un de termi nado número de cosas y ~ otras . P~r ejemp lo. quiénes de nos otra s no hemos dicho l.' oído: -" a noso tras no nos interes a el pode r "? N~t0 c Q~fc~mi 5mo politico ..

(16) - 12 -. No "se acep t a" como "verda1ero" que l a s mujeres luc he n por el poder . "Es un error" - se nos dice en t odos l o s tonos y claro que lo es: e n e l sentidO del saber de "parti do-tomado " . Como pr isera co nsecuencia de este "s a ber" no r ec upera do res pec t o de l pode r . es que las muj er es aceptamos . primero . no l uchar nunca por e l pode r; despreciarlo . Segundo . organizar . plantear y producir las luchas ~ a lgo: mater nidad en versi6n de l a sa lud , de l o s hi jos; t rabajo "para lo s c ompa ~e ros " , etc .; NO como una lucha para adquiri r , r e -integrar-no B, l a s condi c i o ne s r eales de l e j erci cio de esos de rechos . Se ha producido , co n re specto de las ~u je res . como co n r e spect o de l a s categor !as marginadas , una "e xpropi a c i6n de l saber " . Y ta l vez por e so , o en oca siones , e l s a ber r e cre a do por l a s mujeres prese nta ai r es de "br ico l age " : s e t oma concepto s de otros sa beres y cont extos atribu y~ ndo sele s un se nt i do dife rent e . La r e- apropi aci 6n -i r reverente q u~ z a - no t ie ne tal vez sás sentido que cambiar unas mismas "notas" e n una nueva di s pos ic i6n , una otra "cla ve" que re suena me jor en la nueva armonía . No se t rata aqul de una otra verdad instalad~ . Si n embargo , son f uerte s y cargados l o s con flictos que esta situaci6n de "~rginal" al saber produce entre la s femi ni st as : No existe un modelo alte rnati vo y eternamente v ~ l i do para cues tionar el par ad i gma del s abe r pa t riarcal co n que se nos ha ves tido y enga lanado ..

(17) - 13 •. Todo l o Que hac emos y empr endemos con "nue s t ro " par adi gma en perpe t ua r evi s i 6n, tiene s i n embargo efectos media . t os e i nmedi a t os e n -muchas ot ras ~ujeres . ( Incorporemo s aqu! la i dea de r e s pon s abili dad pol ! t icaJ .. -. Una pa r te co ns id~rablQ de es to saber r e- apropi ado - con l a s dificu l tade s inherent e s a i niciati va s de co noce r que de be n ~br i rse e spac i os . ensanchar co nceptos - se ha expresado en muchas inve st i ga c i on e s f e ~n i st a s . Es ta inve s ti ¡ aci6n ha des CUbie r t o , sab e , de abus os fla gr ante s en l a co ndici 6 ~ de l a mu jer . Si n e~ba r go , r ara vez , y dificulto samen t e . es tos ab usos c onst ituy ~~ ~a bas e de de manda s co nc re tas de l ~vimien to . Tal ve z s e l a s co na i der-e " po c o po l ! t icas " : como la ca rga esc lava del traba i 9 domé s t i c o ; e.Le sobr e e)(plotac i ón. de -tr-aba j oa "i n for • males " ; l a pros t i t uc i 6n de adult a s e infant es; el aborto en s us s i nis t ras secue l as der i vada s de l c l andes t i naje ; l a s "incapaci dade s " c i vi l e s y ~ iudadaras; la vio lencia domés tica . 0 , "depen d í en rce " y. "no impo r tantes'::: C01llO Toda proble!:lática que excede e l á mbito eco n6~co o r ·l ~ l l CO pGbl ico . .. •• j. .. r l hacer fe min ista muchas veces se "s epar3: de lo que su saber descubre y de sc ifra . r n t odo caso , convie ne recordar l a e xtr-eme li ga z6n entr e eaecs ," I:l Pode r. s i gni f i cados r ec or r en es te nudo de l pode r? ¿C6mo se r e l a c i ona con ,.e l ha ce r de las muje res , co n e l saber , co n su po-H t i ca ? QU ~. •. {. 1. •.

(18) - 14 -. Ta l vez l o má s si gni ficati vo .de l tema del poder dentro del -feminismo sea pr e c i s amen t e su ausencia . En el pr ob l ema del Po der y en su pr á c t i c a , las mujeres somos las gr a nde s ausentes . El discurso del Po d e r sólo es vá li do en la es fera Pa t r i a r ca l Y se e xpresa con una rápida deri vación de "poder púb li c o - pode r po l í t i c o- po d e r del Es tado"; y , en su dimensión soc ía L, "poder de gr upo s , d e clases, de sectores" . Son ro s caminos permitidos. Para la es f er a pr iva da (las mu j er e s ) se habl a d e "el o tro" poder, el poder de la casa , del a fecto . " Son los má s Lmpor-t a rrt e s " - se nos ase gura; Y allí estamos: Co n s erias d ificultades pa ra asimilarlo cuando nos pr e c i pi t a mos en la esfera púb lica . Si al go anda ¡na l entre nosotras , "alguien se está tomando el poder" . Lo tachamos de ma l o , le asignamos una esencia é tica y no qu er emo s vo lver a habl a r del asunto . Per o , qu é es el poder? ¿ c ó~o romper los cerrojos y a va nz ar de e s te nudo ? En pr imer l ugar, el pod er ~ ; El po d e r se ejerce. y se e jerce en acto s, en ve rbo . No es una e sencia . Na d i e p u e de tomar el poder y gua r da r lo e n una ca jita fu e r t e . Co n s e r var el poder , no es tenerlo a cubi e r t o , ni p r e s erva r l o de elementos e xtraños . Es e jercerlo continuamente: actos repetid~s o simultáneos de ha c er y de "hacer q u e otros haga n " ; o p1 e ns e n . "Tomarse el poder" e s t oma r s e la acción -la idea y el acto- . El acto f r e c ue nt eme nte a fincado en f ue r za y .vi o lencia . Ta l ve z de a hí nuestro recha zo y distancia . Como res ultado de año s y a n-os d e c ultura pa t r i a r c a l , en.

(19) - lS -. l a mu jer s e ha obs t ru ido rc te t me nr e el "dea eo " de po de r ( r e cordemo s : q ue r e r s a be r ; q ue re r hace r ) . No l o de sea pa r a s I , s e au'to e~~iuye de la po s i b i l i dad de 'to mar l o ; no di s cu'te s i -. Lo con s idera a l go que e s''tá " fu e ra" (fue r a de qu é . qu i er a . o . de c uá l ade ntro ? ) . El cami no que vi s lumbr a r on l o s es tudia n't es del" Mayo fran cé s p a r a cues t ionar en gr ande a l pode r . y q ue ha remos nu e str o , fu e ,· p~i l'lero . e l "d e s - s o met i mi e n t o " de la prop i a volunt a d .. Co n s i s t e e n de s l egit i mar a q ue llo que no s e stá. "pr i va nd o "; pr i vac i ó n que s e no s i mpo ne desde una s i t ua c i ó n de pr-dv j e g í o , Esta si t uac i ó n de pr-d v i Le g i o es , pa ra no s o í. t r a s' , e l pa t r 'ia rca l ismo. En s e gu ndo l u ~ar , ! se t r atar I a de li berar al pro pio s uje to , medi a n t e un "a t a q ue cul tur a l " : Ata que q ue con si s ti r Ia e n l a s upr e s i ó n y la negac ión de l os t a bú e s y las l i mi t a c i o ne s s e xu a les. las sepa r a ciones y enca s i l l a mi e n tos arb itrari o s . pa r a devolver l a pr á c t i ca sexual a l á mb i t o d e la l i ber t a d de opc i ó n , Fi na l mente : poner e n vigen c ia prá ct i c a s comun i t a ria s de r up t ura de l a i ndividua l i dad no r mat i va . Bue n e jemplo de e l lo' e s l a pro l i f e r a c i 6 n de l o s " gru po s de muje r es " q ue acome t e n múlti pl es t a r e a s con el sentido . común . de ruptura de la at omi za c ión y l a " priva ti zac ión " d e l a s r elac i one s pe rso na les y fami l i a res . Pa r a t ermi nar e s t e punto , r e cor de mos q ue no se pue de ha b lar de l Pode r s i n menc i o na r a s u cont r apa r te ne c e sar ia : la r e s ponsa bi li da d po l I t ica . Un· pr-oye c r o pues t o e n el mundo , <un hacer - desde q ue se hace c a r ne . ya no no s pe r t e nece ; s egui r á d i ná mi ca s propi as ,.

(20) _ 16. ~. hacer ya he Est o produce ~iertos efectOS . Por una par te . el Por la otra . cho acto . adqui ere v~da propia , se i ndependiza . Cua l i da d i ne U . por de sde que l o l anzamo s . somos r es pon s a ble s i nes ca pable de l hacer pol ! t ica . (Aqui se pla ntea el hacer como poder compar t ido : Saber , y aceptar que sabemos , que és te- no puede ser ejercido si no lo es con la responsabilidad plena del sujeto que sabe que siemp re se le pasara, la cuen t a por su acc i 6n) . PeTO se está poco habituada al poder si se es mujer . ' . tos , s~. no se tiene pr áctica :, Si por pr ácti No se t i en e hab~ ca ent e ndemos e l. ejercicio de un arte o .f ece Lted , habr ía q ue mirar al pode r como el ejercicio del a r te de hacer . Nudo. fe~i nista. poli t i co. Nudo que surge del hec ho de que todo lurar . casa; or,anizaci6n o "grupo~ de muje re s . au nque no se lo ha ya expre sado o manifestado previame nte, es en s ! , cas i objetivament e . un espacio pol! t i co de l a s muje res . Tan to e n la a ce pc i 6n III!s ampli a de la pa labra , como en el reino de 10 que es "s e nti do común " . [sto es explíci ta o implícitaMente aceptado más allA de l ámbito de las militantes feminista s : me refiero en par t icular a las mu jeres que provienen de orvanizaciones polí ticas pa rtidarias y que no siempre . ni necesariamente , adhie ren a l os plantees de la emanci.paci6n de la mujer; pe ro que sin embar,o - di gá mos l o brevemente- han previsto en "la mujer" un campo a se r desarrollado o i ncorporado de las más diversa s forma s a l q~h4ce r po litico ..

(21) - 1 7 :.. Esta cua lidad de ~ spac i o pol ~ t ico atribuido a los grupos de mujere s , ha s ido capt ada po r l a s mu j er-e s "de pa r t ido" a ún ~ de q ue l a s mismas f e mi nist as lo hic i ér amos act ivamente . Aco s tumb rada s al escaso i nt erés qUe les ha de sperta_ do a s is t i r a los t ra ba j o s gru pa les , a l o s t allere s femin is_ ta s , tendemo s a atrib uir su prese nc ia ge ner a l izada en los e ncuentro s d e mu j er~s a mot ivac iones s ub ter r á ne as dl: manipu lación y co nt ro l pa r t i da r io . "La pe r c epci ón de "e s pa c i o pc L'i t Lco" de una parte , y l a s us p i c aci a de vers e a menazadas , po r la otra , cons ti tuyen i nmediatamente a "e s e espac io " en un espacio dispu tado, pe leado , airecillo de "bot f n de ve ncedor as" . Desde las "polí t i c as " ha y una - c i e r t a impN $J.ón de que ese espacio es t á "lleno de muj e res " , pe r o " vecf c po l í t icamente" . Es natural y fácil , e n t o nces , "que sea miNlclo con l a codicia de una ca nc ha por ra yar y de es t rategias por cons ti tui r y administ ra r según l a s r e gla s de l o s j uegos que se prefiera .. COmO no s e tra t a en es te momento de da r a los nudos una solución de "pa r-t 'Ido t o ma do " - n'í s i quiera del nue stro-, trataremo s de no caer e n la t ent a c ión de adjudicarle bru talme nte al discu r~ o de l a s i n te r loc utoras pol í ticas , s igni ficacio ne s "inmediata s " , "ob j et i v a s " , que pudiesen pa rece r "condenatoria s" . Bus q ue mos mejor saber l a s posibi lidades de de s arr ol l o q ue es t á n ins crita s e n esas "conductas presentes . Para es t e problema parece opor t una una pequeña premisa s e r-r eéene : " Cua l q ui e r conducta puede hacer conve rge r dos mi ra-.

(22) - 18 "-. ~ a y la del prójimo/prójima; la conducta, precisa-da s , la m • , mente, no pr e s ent a r á la misma estructura en un caso y en el . o tr-o " .. Cons i der emo s entonces que habrá respecto de las "políticas", "dos conductas" - a lo menos- desde "las que puede despla'!" zarse el análisis , La su ya y la nuestra. El nudo, mi r a ndo a la conducta de nuestro suj eto "mujeres pol í t i ca s en los grupos de mujeres de la oposición" comienz a por e l he ch o de q ue , de s de las ideolo gías de izquierdas, l a única teoría que se acerca a, o permite enfocar a la muj er en un tono po l í t i co pr ogre s is t a , es "la teor ía de l proletariado . Se trata, eso sí, del término mujer adje tiva do p~r lo "po pular", que , par a doj a lme nte , nie ga a las mujeres pr ol e t ar i a s en su pr e s e nt e cotidiano de gé ne r o en v i r t ud de su fu t ur o como "clas e" . Hab r ía entonce s y desde e s ta pe rspe c t iva , una poster gación, por no usar aque l l o de de scali ficación teórica y práctica,del 'tema- mu j er ' y de la f or ga ni za c i ón- mu j e r ' que permi t e , y que a bre e l camino par a cons iderar, " mirar", a las concentraciones de mujeres , s e an ~ pú b licas o pr iva da s , gr a ndes o pequeñas , a la vez como va c í o t eórico y como espacio/ terreno a pto para i mplantar l a semi l la po l í t i c a . Es t a f or ma de expres i ó n de la pa r t i c i pa c i ó n militante no f emini s t a en los esp aci os femi n is t as plantea a éstas última s el di lema : ¿se es t á f re nte a una pura intromisión indebi da o f r e nte a un expresado intento de diálo go ? Y, ¿es posib le e s te últ i mo s i l a s "mira da s " ya es t á n con stituida s pre vi amente?.

(23) - 19 -. '" L t ·El nudo parecie ra i nconci l iab l e .. : '1 Las r e acc ione s fem i n is tas i nme di a t a s no demoran; se b ifu r c a n:. una). De fe n der lo propio. Ce r r a r , cerrars e en encuentros r e d u c idos; exc lus ivos f emini sta s , do nde p ue da ava n zar l a e laboraci ó n d e u na p o l í t i ca , d e unas estrate gia s y d e una s táct icas .. (otra) No c a er en e l gr upo c erra d o y ge t t o : amp l i tud d e l a c on voc atoria y l a ll e ga da de mu cha s mujeres q u e conj u gue n lo s verbos di alo ga r, p o l e mi za r , par t i c ipar ••. Co r re r l o s r i e s g o s de toda amp l i t u d ("acaso nov er-a yo una d e " ella s" ?"). El deba te en es te punto pued e complic arse á ún más , o s er. f r u c t ífer o .. Pe ro quisiera r e f e r i r me a otro s énti d o q ue. se v is l umbra d etrá s de l nud o f e minis t as - pol ític a s :. Pe rs isto. e n cre er q ue de t rás d e todo ésto ( llámas e man ipu la c io nes, intromisión, e t c . ) , h ay un e n igma s ó l i d ame n te es t r u c t u r ado; muy d ifí c i l d e desa gre gar . Siempre me he'<sen t í.do muy ' impr esiona da p o r l a s "muj e res p o l í ti cas " q ue e xhibe n en su modo d e ser cultural e i deológi c o una marca d a sa tisfacción p o r los "re sultados" q ue l e s es ' pos i b l e o b t ene r- a l cfp l i c a r r i gurosamente s u "metodolo gí a" d e á n á l i s is y s u "t e o r-í'a " e x pli¿ati v a de gl oba l i dad . ( Tampoco c r e o p a r a na d a q ue lo :" r a d i c a l me n t e " ri guroso sea" la alter nat i v a 'e x c l u s i va d e u na ' p o s t ur a crítica 'f e mi n i s t a ;.

(24) - 20 -. preferi ble tIe par ece e: camino a l~ gT e de la con stant e "pue s t e a prueba", un i r y venir de l a "i nter pre taci6n " a los "co nflicto s " . o a. l as face tas de los confl ict os o de los nudos) . La pregunt a repetida y recurrente en e ste t6pi co ha si do : ¿por qué acuden la s "pol!tica s" a l o s enc uentro s femi ni st a s ? La pr i oera re s p ~ e s ta, an t es Y aho ra , su rge de l o obvi o : "par a l l evar su mensa j e" . Descontada l~ a t ri buc i6n de t&ct i ca s para e l "uso " y la "dilac i6n" , mir emos l o obv io que e s t á det rás de lo obv i o : La s pol !ticas van a l os Encue nt ros f emini sta s pero no qui er en aceptar gue van. Se in st alar án· en ese espac io para cuestionar lo t odo de sde l a poll t¿ca ~ loba l ; r eplant earán todo s l o s t emas r e cha zando compromisos viscer a les "qua" mujeres . En.ver dad , no q ui e r en romper el i~stante en que se sie nte n - son - pur a conc i e nci a de c lase • • • Pero he ah! que han desplaz~dp sus cuer pos; e s t&n e n ' los talleres, me~idas con mujeres , y con tema s de mujeres . es t AR en Los conversatorios. Viven , c onv ive n con s us s emej antes; no se marri nan , S1 ;. 6imu ltáne~en t ~ a es tar ah ! quer r á n a r r a str a r a l a s ot r as a .Las solas disquisicicnes sobr e l o popu l a r , l a c l a se , la l ucha, l a i nn~ mbrable burrues!a gr~ nde y l a peq uefia , la at ro z . Se habrá conj urado 1 ~ r ea c t ivación en pol í t i co de l o pr ivado . Se habrá ab i er t o e l c amino de l a cul pa , una di mens i6n.

(25) - 21 -. po l í ti c a par a e l femi ni smo se c ree r á c l a us ur a da . En t re tan t o " la s po l í t ica s " hab r á n cump l ido a caba li da d e l di vo r cio ent re su cond i c i ón de gé ne r o femenino - s u c ue r po ahí - y su di scurso r a c i o na l y sanc i o na do . s e ha r e i n sta ura do . De t.e ngjimonc a. El o rde n. e n l a pa rte de acá de e s te d i vo rci o: La. prese nci a de las muje res pol ítica s. q ue es un hec ho . un acont e ci mi e n t o ; pero un acc r rtec Lmíe nne .. q ue no s erá admiti do: j amás se co nsentirá en q ue s e es t á a llí .. .,. El ac to de no a sumir do s aspec t os q ue exi ste n e n una s o la prese ncia huma na , - 1 ) l o s h echos : el c ue rpo fí si co pu es t o e n l os grupo s y sus vi ci situde s por un a pa r te ; 2) l~ "i de a ", e l di scur so y la vo lunt a d as i mi lada a l a idea . po r l a o t ra- es l o que Sa r t r e d e f in i ó como "la mala f é" . La mala f é e s bá s icame nt e ne gar un a e vi de nc i a q ue se e ~tá. viviendo s i n "e xpe ri mentarla ni ace ptarl a como t al" ,. y s imul tá neamente , .euto e n ga ña r s e . r-e f ug.í a r-s e , e n r e e mpl a z:o , en una "c o nt r uc c i ó n ideali sta " q ue pr-ore g e y q ue ampa r a de. _. l a presencia del c ue rpo desmesura do . y a s í s ucede q ue s e e st ~ •• • pero q ue no se e St á .. La. mala f é no enga ña a l o s de más ; es d is t i nt a de l a me nt i r a . La mala t é e s ta l porque s 6 lo s e e ngaña a s í mi sma . La mal a t é se hace e vidente , se hace man ifi e s -ea, e n l a " pre senc i a " d ivorciada de l di scur s o . La mal a fé lle va inscri t o e n la f r e nte : " Qu ere mo s e s t a r ah í c o mo muje r es pe ro no l o r e conocer e mos " •.

(26) _ 21 -. Se. es ~ ~. ah 1 e n una pres e ncia i ne r te .. ¿Ha s t a cuAndo ? ¿Cuá ndo es 'q ue l a concie nci ~ s or t e a el e ng~o de 51 mis ma? Cuá ndo l o rra j unt a r s us v ivencias c o n la imagen que r ida y adllLl, tl.' d a d e 1 mun do Y con e l c uest i ona mien ~o. de su lUlla r e n e l mund o ?. Habr á q ue de jar una pregunt a a bier ta . ,l. Ni e l mundo d ~l poder ; ni del sabe r ; ni de l f e mi ni smo co n l a pol í t i ca , se agot a e n l os breves ·punt e os q ue hemos intentado . Sa l amenta heMOS q ue r ido i r un poco más a l l á de l a "maniobra" , o del "funciona1 ismo " d~ d~ ~e rmi nada s concepc iones y. a ccio ne s . HAs bien no s ins c r i bi mos e n la r uta de ~efle ­ xi6n que pos tu la que l a s pos iciones ideo16gica s diver sas y l a s solucione s dad a s a l " pro ble ma de l a mu j e r- y l a po l í t i c a " , s ignifi c a n que se h~n defi nido de difer ent e ma ne ra e l con f l ict o que pl a ntea l a subordi nac i 6n de ~é nero s , y q ue , consecue nt ement e, s e ha dado di ve r sas so luc i ones .. Una base posi t iv& de a náli s is y c ompar a ci6n pod r ía enco nt ras e precisa..nte e n l os meca nismos q ue l o s dos grupos o "po los " han e l aborado s ocia lme nte para plantear BUS pro bl e a&8 y BUS s olucione s . Esto ev i tarla l a super vive nc ia de una si tuac i 6n tipó ",uerra tria", o ,uerra de nervi os . _e n q ue cada " po l o " par e c i e r a- e j e cu tar actos o di f undi r no t icia s a l a r mante s para e l adve rsar io , ob liF á ndo l~ a es tar s i e mpr e a te nto , s ie mp ~ pr e s ent e ; pens an do en l a i nminencia de l a ve r dadera gue r ra o e nfr e ntamiento a niqui lador ..

(27) - 23 -. NOTAS. !'. Uso la denomi na ci6n " poH.t i c a s" e n el e stri ct o s ent ido en q ue e sta ca tegor 1a de mujer es s e r e f i ere a s i mis s i n que ello involucre un pronunc i a mient o o una adh es i 6 n a l a justicia de l término .. 2/. 5i mone de B@a uvoi r de staca , en e l Se r undo Se xo , l o s efec tos de l a s ideas de "al t eri da d " y "de pe nde nc i a" li pada s a l s e r mu jer . y Que fue ran con sa,rada s por l a fil o s o f1a tra di ci onal i sta .. 3/. a) J .r . : "La po H ti ca del fe mini srno" en Revi s t a I nt er na cional de Ciencias Soc i a l es : " La-Wu j er e n l as e s fera s de poder " . vol ume n XXXV N° 4 , Unesco , Par 1s , 1983. b ) J .K . " tI f e minismo como n e ~ a c ión del au t ori t a r i srno" e n Nueva Soc i e da d N07l , marzo /abril 1984 . Ca r aca s . vene zu ela .. 14 /. Ve r Ha nna h Ar-e nd t : " Vi cond i ci ón huma na . Se i x Bar r a l , Barce lona . 19714 .. 5/. " t I feminismo corno ne gac i 6n •.• " . op .c i t .. 6/. Sobr e e l concepto de " ne ce sidad" ve r ARnes He l l e r "Teor1 a de l a s ne ce sida de s en ~a r x " y "Soc i o l og1a de l a vi da cotidia na " , Ed, Fen1nsu l a , Barce l ona, 1977 .. 71. Las das t a" tro por. ma .. i dea s bá s i cas de es ta s ecci 6 n ya fu e ron e xpli c i t a e n e l a r t i c ul o : " Los nu dos de l a sabidur ía femi nis ( J . K. ) de próxi ma apar i c i 6n en e l Li tro "II.Enc uen femini s ta Lati noa mericano y del Car ibe " , ed l t ado 1515 Int e r na cional . Roma , I t a l ia . 1984 ..

(28) Stl'or. UI .Y.b e Dtiktor A.I.. Pr"'cWrM' biHJA 1" 6 SU•. de. s.t\or JoM Jo.Quln 8runn., 01,.101' Pr09ram.... s.ntl~Chll. . n . A1r.. IUcurOl26. ..,u.1 Al'" A~n"n.. Tel no 7JO'71 T.... 119¡17 FL.Aes. CUltla .J213-Correo Cent,al s.ntl T""OftO'2Z'73S7-695,..g9JI 19o- Ch l Te'. 00"1, ITT 800THCZ FLACSO.

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Referencias

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