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N U M . 95 S i t o

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N U M . 95 Domingo xx de Agosto de 1844 8 C u a r t o s

S a le M artes, Jueves y Domingos, L a s reclamaciones se harán al Señor G efe Político; y los avisos á esta re­

dacción serán francos de •porte.

PRECIOS DE S C S C R I C I O N .

E n esta Capital u n mes. . . . 4%rs.

Id . por tres meses...3 4 F uera, u n mes franco de p o rte. / 4 Id. por tres meses. . . . 4 0

S i t o

i %

Go b i e r n o S u p e r i o r Po l í t i c o d e l a Pr o v i n c i a d e Al b a c e t e.

e< í -,¡1

01)1

O T R A %33.

Itinerario del viage de S S . M M . y A. (Q-D. G . | en su regreso d e Barcelona á Madrid.

C ircular ñúm . 2 5 2 .

ic. fcúJeou-t^ . . 1 ’’

. ; ( , rJ 6 l : l u l ¡ !. ") ) ' ! ' ' " : ' '

E l E x o rn o . S r . M in istro d e la G o b e r n a c i ó n d e la P e n í n s u l a co n fecha 4 del c o r r i e n t e m e d ic e de R e a l o r d e n lo q u e s ig u e .

» L a R e y n a h a t e n id o á b i e n a d m i t i r la r e n u n ­ cia q u e ' del c a r g o d e C o m isa rio de p rotec ción y s e ­ c u n d a d p ú b l i c a d e es a C a p ita l h a h e c h o D . D a m i a n l e l m a r - d ig n á n d o s e n o m b r a r p a r a s u ree m p laz o á D . M a r t i l G il C á n d e t e , p r o p u e s t o p o r V . & e n el p n -

r o e r l u - a r d e la t e r n a r e m i t i d a á e s t e M in i s te rio en oficio

«fe

1 .° del c o r r i e n t e . D e R e a l o r d e n lo d ig o

á V . S . p a r a s u in te lig e n c i a y efectos c o r r e s ­ p o n d i e n t e s .

Y y o h e d is p u e s to s u in s e rc ió n e n el B o letín oficial d e la p r o v i n c i a p a r a c o n o c im i e n to del p u b li­

co a ñ a d i e n d o q u e se h a e n c a r g a d o y a del desero p e—

• ñ o d e d ic h o d e s tin o , p r e v i a s las f o rm a lid a d e s q u e la lev el citado D . M a r t i n G il C á n d e t e n o m -

« f f L r a 61 p o r d ic h a R e ^ l dis posición.

Albacete 9 de Agosto de 1 8 4 4 .— José Malias

B e l m á r .

E l C o m is a r io q u e cesa cree h a b e r lle n a d o Jos d e b e r e s d e su e n c a r g o m i e n t r a s lo h a o b te n id o , y d e s e a q u e si a l g u n o t i e n e q u e r e c l a m a r algo e n c o n ­ t r a r i o lo v e r i q u e sin d e m o r a

Albacete 1 0 de Agosto de 1 8 4 4 .— Bamian Belmár. - '- y

1 2 de Agosto á

1 3 de id. á

U id. á<

1 5 id. á:

1 6 id. á

1 7 id. á

4 8 id. á

1 9 id. á

2 0 id. á

21 id. á

2 2 id. á

Itinerario de S . M . Tarragona.

Valencia.

Descanso.

Al mansa.

Albacete.

Pedroñeras- Quintana r.

Aranjuez.

Madrid.

Leguas.

9

8

1 0 11

6 9 7

'/•

V*

% V.

Al comunicarlo al público estoy seguro d e q u e los pueblos del transito y contiguos d arán á S S „ MM. y A . los repelidos é inequívocos testim o n io s d e respecto, de amor y de gratitud debidos á t a n A u ­ gustas Keales Personas á cuya v e n t u r a está lib ad a

la de la nación. 5

^ A l b a c e t e 8 de Agesto de ( 8 U . _ )os6 M at¡„3

0 T R A N.» 2 3 4 . .

pirSgEil

d isp u esto te n g a 1^ e» el de este día p a ra q ue lle g u e á n o ticia de sus habitantes. A lb a c e te

9 de Agosto d e j 8 4 4.—J o s é Matías B e lm á r .

Biblioteca Digital de Albacete «Tomás Navarro Tomás»

(2)

del Consejo de # . M n A t r o Aonorono d e Z T n - b u n a l mayor de cuentas de la nación, G efe político clase y en comisión en esta 'provincia de

G uipúzcoa.

H ago saber: qu e con arreglo á los planos y con­

diciones facultativas y económicas, que han sido aprobadas por S . M . se saca á subasta pública Ja construcción del nuevo camino proyectado desde el puente de Andoain á las ventas de Iru n por L a ­ sarte, S a n Sebastian, los Pasages y Lezo; cuya obra será adjudicada al m ejor postor en un solo Veníate, q u e se celebrará el día 3 0 del próxim o mes de Agosto en esta Capital y en el Salón de este Go—

bierno Político dándose principio á las diez de la m añana.

L a distancia trazada desde Andoain á las ven­

tas de I r ú n es de 1 0 7 , 5 1 4 pies; y el presupuesto d e su coste asciende á 2 . 1 0 9 , 4 7 1 rs, 1 3 m r s . v n . ; toda la obra está dividida en ochenta trozos: el ca­

n in o ha de tener 31 p ies de an c h u ra, en tre el fírme, pases y cunetas.

E stán incluidos en el presupuesto los pontones y las reparaciones q u e re q u ie re el puente de S a n ta Catalina, so b re el rio U ru m e a , cerca de S a n S e b a s ­ tian. No asi el p u e n te colgado, q u e se ha de co n s- í u i r sobre la villa de los P asag e s á la altura de 1 0 0 pies del nivel del m a r p a ra pasar la canal con el objeto de q u e los b u q u e s p ueda n in tern a rse sin obs­

táculo en la B abia. E s t e p u e n te lo costeara la Di­

rección G eneral de C a m in o s y Canales del Revno;

pero se ad v ie rte q u e cosiste de antes u n proyecto de otro c a m ino sin el p u e n t e colgado, trazado por Ja orilla d e r e c h a de la Bahía de Pasages, tocando an la villa c íe R e n t e r í a . E l coste de este trazado por a mayor a n c h u r a del cam ino asciende á 2 . 8 8 4 , 2 7 7 la' j y co.mo el traz ad o p o r los P asages tomando g a d o '? CClon General p or su c u e n ta el p u e n te col-

t a n t e 9 9 , 4 7 1 rs. 1 3 m rs. : el r e m a -

del puente^qr^ raJ a Dirección, p a r a en p a r te de pago de u n pÍfesupuéstQ8 r s " ^ mrSi de Ja diferencia m anifiesto en \a Q1 otro. D e sde hoy están de tico los pliegos de cond9r'a e5te G obierno p o b ­ ladores p u e d a n enterarse’c^ nesr á fin de q u e los lici- ei de las económicas §e q CUant° contienen, y en n c s convenientes V se e s p ^ 0 ^°das las espücacio- proporciones en q u e el remaía¡ , ^ f°r ma, tiem po y e n tre g a s á la D irección General.* y . .^e hacer las cuales son los arbitrios, q u e consist* *6n Se a p l i c a n impuestos yr CM ¡os peages q u e se han * i Cn diversos

J 1 ° ian de establecer;

cuales los gastos v cuales las obligaciones que pesan hoy sobre el actual puente de S anta Catalina y el arbitrio del real en arroba de vino al consumo en la Ciudad de S a n Sebastian, que es uno d élo s ap lic a - cados al proyecto. El rematante las ha de tomar á su cargo y se le dan en compensación los produc­

tos de otro peage que se establecerá á la entrada de dicha Ciudad.

Las posturas podrán dirigirse: primero á egecu- tar la obra tomando los arbitrios por determinado número de años produzcan mas ó menos; para este caso se advierte que hay Una concesión de los ar­

bitrios por treinta y cinco años; segundo á ofrecer cantidad determinada anual por los arbitrios- en este caso se procederá con separación al remate de las obras

L o qu e se hace saber al p ú b lic o por medio del Boletín oficial para conocimiento de los que gusten tom ar á su cargo la empresa. Tolosa 3 0 de Julio de I S i y - J u ™ Lepra de O c h o a . - D e orden de S . S . — Francisco do Paula Olazu, Secretario

Di p u t a m o s Piío v is c ia l d e Al b a c e t e.

Circular.

E s p i r a n d o e n 2 3 d e l q u e r i g e el , z r

1 5 (lias q u e d e b e n e s t a r e s p u e s t a s al !os t a s d e los E l e c t o r e s d e q u e liafila ]a (¡¡ ',CO . ú s ­ e n el Bo l et í n oficial d e l D o m i n g o 21 d e J V* l,n.S®r ta' n.° ti7 y n o p o d i e n d o e s p e r a r s e Ja r e m e s a T " t l m ° l i a s p o r l a vía o r d i n a r i a d e l c o r r e o , ¿ a q u e - t a r d a n z a q u e o c a s i o n a r í a el h a c e r l o ’ . Usa. d e Ja m e n t e d e s d e los p u e b l o s s i t u a d o s en 1 * O c u l a r - Ja p r o v i n c i a ; se La c e i n d i s p e n s a b l e m ‘tes d e m i e m o s a l s e p a r a r l a s el r e f e r i d o dT 9°t A 7 l , n t a - d o r i d e se h a y a n c o l o c a d o , c u i d e n , a u* Yel silio d i r i g i r l a s a e s t a D i p u t a c i ó n ' r o n p t o n i ° . 5eS ü , d o , d e a c o m p a ñ a d a s d e las r e c l a m a c i o n e s

J , . ° i

l i g e r a , c i d o s u p u b l i c i d a d , a fin d e q u e f p r o d t i ­ r e u n i d o e n s e c r e t a r i a p a r a el g z _ ° 0 56 h a l l e c a r g a n d o á los M u n c i p a l i d a d e s cnj[ ecisan>enle; e n - y a el e m b i o d e las p r i m e r a s | „ i ° l a n v er i f i c a d o s e g u n d a s , c o n Ja c e l e r i d a d q ú P ‘a g n n s o l ° d e las q u e n o lo h a n r e a l i z a d o t o d a v í a P r e v i e n e a l a s p i a s d e l as i n d i c a d a s l istas r e s p e c i o d e las co-

d e A g o s t o d e I 8 4 4 . = E . P. =- =J „S¿ M a t i a s B e l m á , . = , R a m ó n P e r a l , S e c r e t a r i o — SS. P c e s i d e n t e s y A y m j . , t a m i c n i o s C o n s t i t u c i o n a l e s d e e s t a p r o v i n c i a .

Continua el articulo de Geología inserto en el número anterior

.

Siguiendo las lípeas o especies de c o r r i e n t e que forman estos bloques, y obseivando q u e todos son de Biblioteca Digital de Albacete «Tomás Navarro Tomás»

(3)

una misma clase de roca, se ha venirle á parar y á convenir en que, deben proceder de los destrozos de las montañas do la N o ru e g a ;e sd e c ir^ que hay bloque de aquellos que ha t e m d o q u e h a c e r u n v i a g e d e m a s de cien leguas, empezando por tener que atravesar un trozo de mar. Igual fenómeno, aunque en mucho m enor escala, se observa eu la falda de los Apeninos y eri j a de los Alpes.

Ahora entra la cuestión de, cómo esplicar este fenómeno y d e q u e modo habran sido trasportadosá lenta distancia t a m a ñ o s b lo q u e s . Y o p o r mi p a r t e n o tengo dificultad en concebir que hayan sido arras­

trados por las corrientes de las aguas, bien sea en su c u r s o n a tu ra l, ó bien por medio de un retroceso á consecuencia de la r u p t u r a d e a l g u n g r a n d r q u e , q u e las haya hecho rehuir sobre u n p a i s llano Bien co­

nocidos son los estragos q u e causan los ríos cuando se salen de madre. L a rotura del pantano de Lorca destruyó la ciudad de D r i h u e l a s i t u a d a á c e r c a de veinte leguas, y l a m a s a de agua arrastró consigo grandísimos trozos de roca llevándolos á largas distancias.

Algunos geognostas han querido d a r á este fe­

nómeno de los bloques erráticos, una regularidad y una uniformidad que n o p u e d e n tener, y l o p r i n - cipal en que se a p o y a n es, en la observación de que muchos de estos bloques tienen una de sus superficies muy plana y pulimentada, y a l m i s m o tiempo ligeramente s u r c á d á c o h e s t r i a s r e c t a s y p a - ralelas, l o cual prueba, dicen ellos, que h a n s i d o a r - rastrados sobre dicha superficie y en la dirección q u e i n d i c a n l a s e s t r i a s . El célebre Leopoldo de Ruch ^le Berlina oon su carácter festivoy decidor, h a p u e s to en ridiculo esta observación, porque di­

chas estrias proceden de otro fenómeno muy c o - n o c id o d e l o s g e o g n o s t a s y de los mineros que es, el m o v im ien to y d e sq u eb raia m ie n to d e a lg u n a s ro­

cas, resultando unos resbalamientos qu e son los q u e d a n lugar al pulimento do estas superficies l i -

^as. Es decir, que estas superficies lisas y estas es­

trias las tenian los bloques antes de ser arranca­

dos ó separados de las montañas de que formaban porte, y por consiguiente no puedan indicar nada acerca de su marcha ni del modo como han sido

^ ^Éstas superficies de resbalamiento jAerrdumys A A ú A c d o 1^ alemanesa tenemos muchas veces ocasión do ^ s e r v a r la s en las escavacmnes su b te r­

r á n e a s ; nuestros mineros las dan el nombre de

A r q u e es bastante

s e n t a n a^ u u ^ veces unos hsos de muchísima e s - tieu^en en salbandas do los filones. Ln G u a d a l- ca n a l so observa igual lenómeno en toda la ca^a del cr ia d e r o , pero con mas frecuencia en las vetas de espato calizo que forman las guias del mineral argentífero.

Tanto estos lisos como el desconcertamientodo

las capas del terreno, son siem pre un buen indicio para la existencia de Criaderos en betas ó filones, porque son prueba de que afir ba habido algún trastorno ó revolución. En terrenos que no esten trastornados y desconcertados, no pocem os esperar mas que criaderos en c a p a s y e n b o l s a d a s , y au n lo s criaderos d e u lla , que siernpreson en capase suelen tarnbren por lo general estar trastornados, p o rq u e , en razón á su mucha antigüedad, han espe rim e n—

tado todas las revoluciones posterrores de I n c e r te z a del globo.

SOCIEDAD LITERARIA.

H IST O R IA COsrTEKPOBAJVEA»

e s c r i t a

por los primeros literatos i?e la corte.

E dición de lujo con letras de adorno, primorosos grabados, litografías aparte y los retratos de S S .

M M . y A ,

P R O S P E C T O .

Cuando alborozada España recibe en tre aclamaciones de alegría y bendiciones de a m o r á la augusta madre de nuestra adorada reina- cuando cien liras de los mas aventajados tr o v a dores nacionales saludan con sus h im n o s á 1 inmortal Cristitina-, cuando el p u eb lo es ~ i siempre lea! y amante de sus reyes ^ "

liz con la esperanza de ver afianzada f e - 1

p r e a suspirada'lranquilida(^ i para s ie m -r u ‘ d s i e m berlad del pueblo con el esnL *a m a n a ^a la Jí y que un ángel candoroso ¡1 r (íel lron*p su cariñosa madre, m o d e l é i ° CUpa aI ^

sabiduría, ?que objeto m virtudes y de digno de la atención d

ESlSiSi

Mr d e C asulla á donde acaba de r e g r e s a r Biblioteca Digital de Albacete «Tomás Navarro Tomás»

(4)

triunfante en alas de la lealtad española? Todo es sublim e en la regia biografía que la Socie­

d a d L iteraria lia confiado á las plum as mas célebres de Madrid. La vida de D o ñ a M a r ia Cristina de Borbon, presenta en todas sus fa­

ses, aclos de heroísm o dignos de ser tran sm i­

tidos á Ja posteridad, para gloria de los buenos monarcas y o rg u llo de los españoles; y n oso­

tros que hace tiem p o estamos re u n ien d o m a­

teriales para llevar á cabo esta colosal e m p re­

sa, creemos que n in g u n a ocasión es para ello mas propicia q u e la presente.

E n esta in teresan te publicación se relata­

rán con imparcialidad todos los acontecim ien­

tos notables de la ú ltim a década. La Sociedad L ite r a r ia cuenta para ello con gran copia de preciosos docum entos, con la p lum a de los mas distinguidos historiadores, y con la protección del gobierno para tom ar de los archivos cuan­

tos datos oficiales ten g a n relación con tan im ­ p o rta n te h istoria.

Condiciones d e suscricion.

_

t ’ Saldrán tres entregas al m es de 32 pagi­

nas cada una (con cubiertas) iguales en im p r e ­ sión y papel á las de este prospecto; pero per­

fectam en te satinadas; con letras de fantasía y finales alusivos dibujados y grabados por los mejores artistas de la Corte. La obra constará

de dos ó tres to m o s de unas 4 0 0 páginas.

Cada m es se dará gratis u n a preciosa lá­

m in a p r im o ro sa m e n te litografiada represen­

ta n d o las escenas m a s interesantes de esta his­

toria, ó en su lu g a r los retratos de los perso- n a g es m a s notab les. E n el p rim er trimestre, se repartirá á lo s suscritores el retrato de S.M . la R e in a D o ñ a Isabel II; en el segundo, el de S; m. D o ñ a Maria Cristina y en el tercero el de la Serma. Sra, in fan ta D o ñ a Luisa Fernanda.

Em pezará esta in teresan te p u b fc a c io n en M próximo abril.

P R E C IO S .

treg^” Ma^ id : f o rs. al m e s ó sean tres e n - pov trim e str e ó n u e v e entregas, (re g a s / L , ^ c i a s : i s r s p or cada tres en- p o r t e - , ^ ^ cada n u e b e fran cas de

d i c a d a s á la b e l l a l i t e r a t u e a l a s m a s ; p e r o ninguna, p u e d e d e c i r s e c o n t o d a s e g u r i d a d d e l a s q u e s a l e n p o r p e r i o d o s , m e r e c e t a m o l a a c e p t a c i ó n , c o m o l a q u e Se ñ a l a el n o m b r e d e est e avi so; as i es q u e h a m e r e c i d o la j u s t a a c e p t a c i ó n d e q u e goza t a n t o e n la P e n í n s u l a c o m o e n el e s t r a n g e r o y u l t r a m a r p o r la b u e n a y ú t i l e l e c c i ó n d e m a t e r i a s d e q u e t r a t a , a m o r e s m u y d i s t i n g u i d o s q u e d e s e m p e ñ a n l a m i s i ó n l i t e r a r i a d e r e d a c t a r e s t a o b r a , y a r t i s t a s q u e se d e d i c a n p r o f u n d a m e n t e á e m b e l l e c e r l a s d e v i ñ e t a s . E s t a p r o v i n c i a q u e a n t e s riel c a m b i o po­

l í t i c o d e l 3 2 n o exi s t i a, se h a vi st o c o a sat i s f ac ci ón q u e d e s d e s u ed a d , p ú b e r , m a n i f e s t ó t o d o el d e ­ seo d e p o n e r s e a) n i v e l d e los m a s i l u s t r a d a s , y eS d o l o r o s o q u e c o n o z c a a u n poco est a p u b l i c a c i ó n , d e ­ b i d a a l i n f a t i g a b l e cel o d e l I m p r e s o r D . I g n a c i o B o i x , y p o r t a n t o s e r i a d e d e s e a r q u e asi p o r la u t i l i d a d q u e p r e s t a á los a d e l a n t o s d e l a i n t e l i g e n c i a h u m a n a , d e la c u a l p r o c e d e i n m e d i a t a m e n t e el p r o ­ v e c h o y a c r e c e n t a m i e n t o d e los i n t e r e s e s m a t e r i a l e s ; c o m o p o r n o d e j a r d e p r e m i a r á l a i n d u s t r i a y á l os h o m b r e s q u e se d e s v e l a n p a v a c u m p l i r t a n d i ­ fícil m i s i ó n ; n o d e s c u i d a s e n l a i m p o r t a n c i a d e su l e c t u r a ; p r o v e c h o s a a l a g r i c u l t o r , al e c o n o m i s t a , a l m e c a n i s t a , a l v i o g r a t o é h i s t o r i a d o r c o m o a l poet a y, a l a r t i s t a . A es t e fin p u e s ; i n s e r t a r e m o s t o d o s loS m e s e s u n a n o t a d e los a r t í c u l o s y a s u n t o s d e o u e t r a t e , y d e s us a u t o r e s ; l l a m a n d o l a a t e n c i ó n so­

b r e a q u e l l o s a s u n t o s q u e se d i s t i n g a n p o r s e r i n t e ­ r e s a n t e s y nt i . es a l a p r o v i n c i a p o r s u c o n c e p t o y

p a r a s u p r o s p e r i d a d . 1 "

L o s p p o t o s d e s u s c r i ci o n s o n e n e s t a c a p i t a l y, P r o v i n c i a . S o n : T o d a s l a s E s t a f e t a s y A d m i n i s ­ t r a c i o n e s p r i n c i p a l e s d e C o r r e o s .

t/U v

ico b g n t ; ¡ t u

n • ;£SI69 eaa&EH

P e r i ó d i c o m e n s u a l ¿ ^ y l i l e r a i i c r a

D S A R 5 0 C O i ^ g E ^ V A ^ o ^ .

E s u n p e r i ó d i c o d e los mas r e s p e t a b l e s d e la é p o c a , asi p o t la s e n s a te z c o n q u e s os ­ t i e n e s u s d o c t r i n a s , c o m o p o r la c o n s e c u e n c ia c o n q u e p r e s t a a p o y o á lo s h o m b r e s q u e f u n ­ d a d a m e n t e o f r e c e n u n p o r v e n i r j u s t o y e stab le y p o r lo t a n t o d e p r o s p e r i d a d p a r a el país- U n o d e los a r t í c u l o s q u e m a s c i e r t a m e n t e le honran es el que combate la inconsecuencia y describe la vida del C astellano e n el n ú ­ m e ro 9 9 del jueves 8 del presente, contes­

tando al del 7 de aquel. D i g n a de recomen- dación es su lectura, no solo por el motivo d e hoy, Sino p o r I» p a n e t a Y p u r e z a d e su lino la dicción, calidad del p a p e l , 10 castizo

d! ¿úsese""» y / f T V " f°lbtiocs.=

U n s u s c H t o r , ^ la W t h n a . ,

ob e / U y e a l (D " o , o r .¡ ,o: ' w n 3 m p r ( iita M i m a s

sL (,tii9Ímsii90C07-.' -* orn.j^ acíu a , . asi

Biblioteca Digital de Albacete «Tomás Navarro Tomás»

Referencias

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La estructura es un rasgo de diferenciación de los textos. La diversidad de patrones estructurales del texto expositivo es posiblemente más amplia que la de cualquier