M4s tarde con e l advenimiento de l a a g r i c u l t u r a , l a

Texto completo

(1)

' i I - 7

'Alumna: HILDA ARICSJLI ZAVALETA MANCERA. bTa t r í c u 1 a :

7

8 2 1 4 8 4 9.

L k ,

/Carrera: B i o l o g í a

Area de concentración: E c o l o g í a Actualmente cursa : 110. Trimestre. T i t u l o d e l p r o y e c t o :

'

"MONTAJS E ID3NTIFICACIDN DE EJEMPLARES DEL HERBARIO MSTROPOLITANO ( UAM-I )".

Dicha a c t i v i d a d s e l l e v a r á acabo

en:

E l Herbario Metropolitano (UAM-I) d e la Universidad

Autónoma Metropolitana Unidad Iztapalapa.

E l promedio de horas semana s e r 4 de 12 horas. Fecha d e i n i c i o : 8 d e Febrero d e 1982.

/Fecha aproximada de terminación: 31 de enero d e 1983

/Tutor i n t e r n o :

M.

en C. Rosaura Grether GonzQlez

2

P r o f e s o r Asociado "C'' T. C.

Depto. d e B i o l o g í a

Area d e BotQnica.

(2)

,‘J!

Hilda A r a c e l i Zavaleta Mancera. Matricula: 78214849.

Carrera: B i o l o g í a

-

EZcologda 110. Trimestre.

“Mentaje e i d e n t i f i c a c i ó n de ejemplares d e l Herbario ihtropitano (IJAM-I).

INTRODUCCIDN Y ANTECEDWTE

.

Es de primordial importancia mantener y conservar

los

recursos naturales, ya lue e l l o s son fuente de materia prk ma que nos proporciona un s i n número de s a t i s f a c t o r e s provenia4

tea de un manejo adecuado de l o s recursos naturales, e l cual dQ

be organizarse bajo un probrama de t r a b a j o que integre e l cono- cimiento de l a naturaleza.

S e hace necesario entonces conocer ampliamente l a s comunidades vegetales. Esto se puede conseguir por medio d e l estudio de un conjunto de individuos reprasentativos de e l l a s .

l i o de l o s herbarios, l o s que cuentan con colecciones de plan- t a s que presentan datos r e f e r i d o s B su medio ambiente y e s t r u s

turas, haciéndolos instrumentos de t r a b a j o y herramientas bá- s i c a s para l a Botdnica sistemdtica. Así mismo l o s herbarioe pra porcionan informaci6n f i e l y exacta de l a d i v e r s i f i o a c i ó n y d i g t r i b u c i d n geográfica de l a s plantea, ocurridas en los últimos tiempos a causa d e l impacto de l a s actividades h u d n a s en l a

a

turalesa, siendo ésto fundamental para r e a l i z a r estudios eco16 g i c o s , evolutivos, f i t o g e o g r á f i c o s y a s í poder l l e g a r a compren der mejor e l ecosistema.

E l origen de l o s herbarios se remonta a tiempos muy antiguos en donde e l hombre primitivo para s u b s i s t i r , recolec- $aba y almacenaba plantas y objetos que s a t i s f a c f a n sus necesi- dades.

M4s tarde con e l advenimiento de l a a g r i c u l t u r a , l a

(3)

-2-

oonservación y almacenamiento de granos s e h i z o una a c t i v i d a d importante para asegurar una a g r i c u l t u r a f u t u r a que p r o p o r c i q nara alimento a l hombre sedentario.

p l a n t a s que l e s e r v f a n de alimento d e l a s medicinales así cq mo de l a s que l e hacfan daño.

c o n s t i t u í d a s por ejemplares v i v o s . Tetas c o l e c c i o n e s f u e r o n

los

Jardines Botánicos (Hortus) que f u e r o n l o s a n t e c e s o r e s de los

h e r b a r i o s o j a r d i n e s secos (Hortus sicua).

l a s plantes’’ d e s c r i b e unas 500 e s p e c i e s c u l t i v a d a s .

A p a r t i r d e l s i g l o XVI, fundamentalmente con l a o-

bra de Lineaus, l a r e c o l e c c i ó n , c l a e i f i c a c i ó n y conservación de l a s p l a n t a s c o n s t i t u y e un s i s t e n a de r e f e r e n d i a mundial, e l cual s u g i e r e por primera vez e l sistema sexual de c l a s f f i o a c i ó n .

Aparecieron h e r b a r i o s en Mesopotamia, E g i p t o ,

Euro-

pa y más tarde en América, e n t r e los A z t e c a s e Incas. Tia l a oul-

t u r a alrteca s e t i e r e r e f e r e n c i a s d e l famoso h e r b a r i o p i c t ó r i c o conocido como “Codice B a r b e r i n i ” o “Nanuscrito Badianus”, e s c r i - t o en 1552.

Ya a n t e s N e t z a h u a l c o y o t l ( 1 4 3 1

-

1472) h a b l a creado e l j a r d í n botanic0 T e l z c u l a i n g o , y en 1440-1472 Hoctezume I in- crementó e l de Oaxtepec con p l a n t a s medicinales y de ornato.

E l primer h e r b a r i o i n s t i t u c i o n e l en l a Ciudad de

M6xi

co aparece hasta l a segunda m i t a d d e l s i g l o XIX. 3n 1881, Manuel Urbina f o r m a l i z ó e l h e r b a r i o en el seno d e l Museo Nacional.

Ea i n p o r t a n t e hacer notar e l auge de l a Botánica en Fdéxico hacia 1879 cuando f u é formada l a Comisión G e o g r á f i c a

Bx-

ploradora y un año mas tarde e l I n s t i t u t o Médico Nacional.

Ambas i n s t i t u c i o n e s contaban con sus p r o p i o s herb3 r i o s .

A p r i n c i p i o s d e l presente e f g l o , México contaba con

3 H e r b a r i o s i n s t i t u c i o n a l e s , los c u a l e s después de l a r e v o l u c i ó n

pasaron a l o lue s e llamó primero I n s t i t u t o de B i o l o g í a General Con l e e x p e r i e n c i a e l hombre f u B separando l a s

Las primeras c o l e c c i o n e s de p l a n t a s e s t u v i e r o n

Ya desde 370-380 Iheophaatua en su “ H i s t o r i a de

9

(4)

.

y Médica, p e r o a l c r e a r s e l a S e c r e t a r f a de Fomento, este In& t i t u t o pasó

el

2 de octubre de 1915 a ser l a D i r e c c i ó n de Es-

t u d i o s B i o l ó g i c o s , d i r i g i d a por el Dr. Alfonso L. Herrera,

destacado qufmico farmac4utico que promovio intensamente l a i n v e s t i g a c i ó n b i o l ó g i c a en M4xico.

gicoa y on consecuencia e l Herbario, qued6 incorporado a l a

U n i v e r s i d a d N a c i o n a l Aut6noma de México, tomando poco tiempo despu4s e l nombre de I n s t i t u t o d e Biologia.Ya para entonces e l h e r b a r i o contabfi con 20,000 ejemplares.

En j u n i o d e 1929, l a D i r e c c i ó n de Z s t u 3 i o s B i o l ó

3

Entendemos por H e r b a r i o a una c o l e c c i o n de plantas secas, debidamente prensadas y montadas lue c o n s t i t u y e n un mu-

s e o aue funciona como una b i b l i o t e c a en l a 2ue podemos obtener v a l i o s a información.

PROCESAMI4iNTO DE LOS EJmPLARTS DEL HFRBARIO.

Las plantas que van

B ser

integradas a l h e r b a r i o dp

ben seguir un tratamiento p r e v i o :

1 ) R e c o l o e c c i 6 n d e l m a t e r i a l botánico:

Es

fundamental que e l

ma-

t e r i a l c o l e c t a d o posea f l o r e s y/o f r u t o s , ademe8 de sus estruo- turas v a g e t a t i v a s ; a l i r colectando las p l a n t a s se c o l o c a n en una prensa p o r t a t i i que consta de dos r e j i l l a s de madera en me- d i o d e l a s cuales se coloca papel p e r i d d i c o

o

seoante y c a r t ó n corrugado, l a prensa se a t a con un corddn o mecate para e j e r c e r p r e s i ó n sobre

l a s

plantes.

De

todes

las

p l a n t a s s e deberé a n o t a r en una librs

de campo, l a l o c a l i d a d , feoha, nombre común o vulgar, y al$,

'3

nos o t r o s datos g e n e r a l e s como : C l i m a , a l t i t u d , t i p o de vege-

tación, abundancia, forma b i o l ó g i c a , nombre d e l r e c o l e c t o r y número d e colecta, edem$e de otras observaciones.

(5)

-4-

e l a r r e g l o de l a planta sobre e l p a p e l secante ya que l a habi- l i d a d con que r e a l i c e m o s e s t e primer proceso s e varé r e f l e j a d o e n l a c a l i d a d de l a p r e s e n t a c i ó n de ejemplar ya seco.

Es

neced

s a r i o ;jus a i cermr l a prensa ejerzcamos c i e r t a p r e s i ó n para fe v o r e c e r l a e x t r a c c i ó n de humedad d e l a p l a n t a ,

E1 secada puede hacerse colocando l a prensa en un

l u g a r s e c o y a i r e a d o

o

b i e n an una secadora que puede ser de

fq

cos, una e s t u f a e t c . en l a cual c i r c u l e e l a i r e c a l i e n t e .

3) I d e n t i f i c a c i b n : Ea n e c e s a r i o disponer de una buena c l a v e de

i d e n t i f i c a c i ó n , a a t e r i a l de d i s e c c i ó n , y s i as p o s i b l e de

014-

v e s e s p e c i a l i z a d a s en e l grupo de p l a n t a s que estemos i d e n t i f i

cando. También s e 2usde hacer uso de los ejemplares de o t r o s

h e r b a r i o s para compararlos con nuestros ejemplares,

r4

a c o n s e j a b l e p e d i r e l a u x i l i o de un e s p e c i a l i s t a en l a materia.

(3

S i ya

no

f u e s e p o s i b l e i d e n t i f i c a r las p l a n t a s ,

sa

4 ) Blaboraci6n de l a s e t i q u e t a s :

Los

d a t o s e s e n c i a l e s de l a li-

b r e t a d e campo, e l nombre d i e n t f f i c o y e l número de c o l e c t a de l a planta se pasan

a

l a e t i l u e t a d e f i n i t i v a que l u e g o se pega-

r4

en l a c a r t u l i n a .

5 ) Montaje: E l montaje c o n s i s t e en un proceso por e l c u a l l a s

p l a n t a s s e pegan y s e cosen sobre una c a r t u l i n a de

40

por 28 cta. La e t i q u e t a s e coloca a n e l extremo i n f e r i o r de- recho. Bn e l extremo i n f e r i o r iniluierdo de esta c a r t u l i n a , se pega un s o b r e c i t o de p a p e l bond o n a g e l transparente conteniendo

los f r u t o s y s e a i l l a s que s e hayan despr?ndido d e l ejemplar.

9

6 ) Registro: S e anota e n una l i b r e t a da r e g i s t r o e l Número de e j e a p i a r , nombre c i e n t f f i c o , c o l e c t o r y número de c o l e c t a , io- c a l i d a d rie procedencia d e l m a t e r i a l montado.

(6)

s e c o l o c a n en l a s g a v e t a s d e l h e r b a r i o donde pueden ordenar-

se f i l o g é n i c a , g e o g r á f i c a

o

a l f a b é t i c a m e n t e .

ordenación f i l o g e n é t i c a según l a c l a s i f i c a c i ó n de k g i e r .

En

e l H e r b a r i o Metropolitano (UAW-I) s e usa l a

Los hongos se guardan e n cajas y los ejemplares

muy

grandes que no cupiesen e n t e r o s en una c a r t u l i n a se c o r t a n y

colocan l a s p a r t e s en crirtulinas numeradas de acuerdo con su orden d e construcción.

L

ego s e i n t e g r a n todas l a s c a r t u l i n a s de

una misma p l a n t a en una carpeta.

$1 v a l o r de un h e r b a r i o puede darse desde d i v e r s o s

puntos de v i s t a : por su abundancia de ejemplares, por l a rara

7.8 de l o s mismos

o

por t e n e r una c o l e c c i ó n completa que reuna a l a s p l a n t a s representante3 de toda una regi6n.o pals.

HERBARIOS MAS IMPORPANTFS D3 WTXICO.

La información de l a mayoría d e los Herbarios que

s e apunta a continuación s e obtuvo d e l Catálogo de Herbarios I n s t i t u c i o n a l e s d e México, (Rzedowsgui,l97b) p e r o en caso d e l H e r b a r i o Nacional (NIEXU), R e r b a r i o 3e l e Escuela de C i e n c i a s B i o l ó g i c a s d e l I.N.P. ( ENCB), y e l Herbario d e l I n s t i t u t o Na

c i o n a l de i n v e s t i g a c i o n e s F o r e s t a l e s ( I N I F ) , y e l H e r b a r i o d e l a Universidad Autónoma Metropolitana unidad Iatapalapa (UAM-I)

s e v i s i t a r o n personalmente d i c h o s h e r b a r i o s pare obtener

el

d a t o mas r e c i e n t e d e l número t o t a l da ejemplares r e g i s t r a d o s . Dichas visitas se h i c i e r o n en f e b r e r o de 1982.

1 ) México, D.P. HERBARTQ NACIONAL DE MEXICO (MeXrr) I n s t i t u t o d e B i o l o g f a en Ciudad U n i v e r s i t a r i a . Fundaci6n : 1929

No. T o t a l de e j e a p l a r e s : 300,000 (feb. 1982).

2 ) KBxico,D.F., HERBARIO

D Z

LA

%Li’JU%LA NACIINAL D3 CIENCIAS BIOLOGICAS DEL I . P . N . ( ISNCB)

(7)

? -0

-

f undacibn:

1943.

Ro.

t o t a l de ejemplares: 250,000 (Feb. de 1982)

3)

Mdxico,D.F., HERBARIO DE LA FACULTAD DE CIgNCIAS BIOLOGICBS DE LA UNAM (

Fundaaion: 1940

No. t o t a l de ejemplares: carca de 40,000

4) MBxic0,D.F. HBBBPRIO DEL INSTITUTO DE INVESTIGACIONE3 FOR- T A L E ( I N I F ) d e l a S e c r e t a r f a d e A g r i c u l t u r a y Recurso8 H i -

d r á u l i c o s .

Funda cibn: 1957.

No.

t o t a l de ejemplares: 42,572 ( f e b . de 1982.)

5) I&Pco,D.F,, HERBARIO DB LA UNIV4RSIDAD AUTONOYIA MSTROPOLZ Av. P u r f s i m y Michoac4n

,

d e l e g a c i ó n Iztapalapa.

Fundacibn: 1978

No. t o t a l de ejemplares: 3,137.

TARA UNIDAD IZTAPALAPA (UAM-I)

6) Coahuila. HERBARIO D!% LA UNIVSBSIDAD AUTONOMA AGRARIA "AN-

TONIO NARRO"

Buena v i s t a S a l t i l l o , Coahuila. Fundacibn: 1973.

No. T o t a l de ejemplares: 10,ÓOO.

7 )

Edo de MBxico. HBRBARIO DE LA COMISION BOTARICA EXSXLORADORA

33L ESTADd> DE MEXICO.

D i r e c c i 6 n de A g r i c u l t u r a F o r e s t a l , P a l a c i o d e l Gobierno d e l Edo de México, toluca.

Fundacibn: 1952.

No. t o t a l de ejmplares: 26,300

8 ) Nuevo León. HERZiARIO DE LA FACULTAD DE CIENCIAS BIOLOGICAS

DE NUEVO LZON.

(8)

-

7-

Fundación: 1957.

No. t o t a l de ejemplares: 11,700.

9 ) An. L u i s P o t o s f . HERBASIO D3L INSTITUTO DE INVSATIGACIONES DE ZONAS DESERTICAS

.

Univsrsidad Nacional Autbnome de San L u i s P o t o s í . P l a z a de los

fundadores. Apartado p o s t a l 458.

Fundacibn:1954.

No. t o t a l da e j e m p l a r e s : 1 2 , 4 0 0 .

10)'Veracruz. HERBARIO DE LA FACULTAD D3 BIOLOGIA

DS

LA UNIVBR YIDAD VERACRUZANA.

Lomas de e s t a d i o s . Apartado p o s t a l

27

Jalapa Veracruz. Fundación: 1972.

?io. t o t a l d e ejemplares: 12,400.

1 1 ) Veracruz. HERBARIO DEL INSTITUTO DE INV.;STIGACION353 SOBRE RWüRSOS BIOTICOS.

E e r b i c o Colegio M i l i t a r , No.

7

Apo. p o s t a l 63. Jalapa Veracruz.

Fundacibn: 1975.

No. t o t a l d e e j m p l e r e s : 16,900

1 2 ) Jalisco. HERBARIO DE LA TSCUELA DE AGRICULTURA DE

LA

UNLVES S IDAD D 3 GUADALAJARA.

Fundacibn:

No t o f i a l de ejemplares: 25,000.

1 3 ) Jalisco. H3RBARIO DE LA ESCUELA GE BIOLOGIA DE LA UNIVERSI-

DAD AUTO8OHA D3 GVADALA JARA.

Fundacibn:

No. T o t a l de e j e m p l a r e s : 7 , 4 0 0 .

En 1956 loa e j e m p l a r e s da h e r b a r i o d e toda l a Rep&

(9)

co,

para 1977 e l ndaero a s c e i d i d a 600,000. Actualm?nte los

ejemplares d e h e r b a r i o s suman aproximadamsnte más d e 750,000 s i n embargo, e s t e c i f r a e s t á ,uy l e j o s de slcanaar l a s nece

s dades s a t i s f a c t o r i a s Nacionales.

JUSTIFICA CION.

Actualmente e l Herbario Metropolitano cuenta con 3,137 ejemplares i d e n t i f i c a d o s y montados l i s t o s pera ser coa sultados. S i n embargo e x i s t e n cerca d e 4,000 ejemplares iue e s peran sa turno ,,ara s e r incorporados a l a c o l e c c i b n .

Esta incorporaci6n r e q u i e r e de una s e r i e de l a b o r e s b á s i c a s t a l e s como i d e n t i f i c a c i 6 n , montaje, e t i uetado y r e g i o t r o de los ejemplares.

Considero que como estudiante de B i o l o g í a puedo de= empeñar m i l a b o r s o c i a l , cooperando en e s t a s t a r e a s b á s i c a s que

c o n t r i b u i r á n a incrementar l a c o l e c o i ó n e n b e n e f i c i o de l a for- macidn de l o s e s t u d i a n t e s d e l a carrara d e B i o l o g í a , p a r t i c u l a r mente de l a s Breas d e Botánica, E c o l o g f e e H i d r o b i o l o g í a , a s í

como p a r a e l mejor d e s e r r o l l o de l a i n v e s t r g a c i 6 n ->or p a r t e d e

l o s p r o f e s o r e s de B i o l o g í a .

t i f i c a c i 6 n d e m a t e r i a l botánico a l personal de o ras Breas den t r o d e l a misma Universidad; además, e l Herbario e s t á a b i e r t o para l a consulta d e m a t e r i a l por parta, de l a s personas i n t e r e - sadas de o t r a e i n s t i t u c i o n e s .

'3

Por ptra.parte, e l Herbario p r s s t a s e r v i c i o de idea

(3

OBJETIVOS :

(10)

.'

PROGRAMA D E

TRABAJO.

1) ü a p e c i t e c i d n p o r p a r t e d e l t u t o r y los t e c n i c o e d e l h e r b a r i >

para e l montaje d e l a s plantes.

2)

g o n t a j e y e t i l u e t a d o de @uajü&rere de herbari3.

3)

Xontaje de f o t o g r a f f a s d e ejsmplares t i p o .

4 ) R e g i s t r o d e l m a t e r i a l montado.

5 ) I d e n t i f i c a c i d n d e l meterial r e c o l e c t a d o por e l personal y es- t u d i a n t e s d e Botánica.

6 ) V i s i t a s a o t r o s Herbarios para compareci6n d e l m a t e r i a l iden- t i f icado.

(11)

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(12)

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.

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(13)

UNIVERSIDAD AUTONOMA METROPOLITANA UNIDAD IZTAPAIAPA

MONTAJE E IDENTIFICACION DE EJEMPLARES

DEL

HERBARIO METROPOLITANO: UAMIZ

INFORME FINAL DE SERVICIO SOCIAL

Alumna: Hilda Araceli Zavaleta Mancera

Matricula: 78214849

Carrera: Biologfa

Area de Concentracibn: Ecologfa

Tutor Interno : M. en C. Rosaura Grether G.

Profesora Asociada "C" T.C. Depto. de Biologfa

Area: Botánica

Finnas Tutora

(14)

'"'1)

...

C O N T E N I D O

1. Introducción

. . .

.

. . .

. .

.

.

. . . .

. . .

. . .

1

2 . Objetivos

.

.

.

. . .

.

. . .

. . .

. . .

9

3 . Material, métodos, técnicas y actividades desarro-

l l a d a s . .

. . .

.

. . .

.

.

.

.

. .

.

.

. .

.

.

.

. .

1 0

4. Resultados

. . .

.

. . .

.

. .

. .

. . .

. . .

.

15

5 . Discusión

. . .

.

.

. . .

.

. . .

.

.

. . .

.

26

6 . Conclusiones

. .

. . .

.

. . .

.

. .

. .

.

. .

.

30

7 . Resumen

. . .

. . .

. .

. . .

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. .

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. . .

.

.

. .

31

B i b l i o g r a f f a . .

. .

. . .

.

,

.

.

.

,

,

.

.

,

II

, ,

,

,

,

u 32

(15)

1.

-

INTRODUCCION,

Este trabajo tiene por objeto informar sobre las im-

presiones de la alumna derivadas de la realización de su Ser

vicio Social en el herbario de esta universidad. Para la ma-

yor comprensi6n de las observaciones y conclusiones conteni-

das en este informe, considero indispensable dar en primer

lugar, el marco tedrico relacionado con los herbarios en ge-

neral. De esta manera será posible evaluar comparativamente

al herbario de la UAM-I, lo que nos dará la posibilidad de

-

a

portar sugerencias para el mejoramiento del mismo.

1.1 Qué es un herbario.

-

'3

Un herbario es una coiecci6n de plantas debidamente

prensadas y secadas, arregladas de acuerdo a un sistema de

clasificacion aceptado, en disponibilidad de ser estudiadas

y consultadas como material de referencia. Representa una

fuente de informaci6n científica y pragmática que minimiza

el tiempo y esfuerzo de consulta, tanto para el estudiante,

el investigador, el científico y el aficionado, como para el

público en general.

Aunque técnicamente hablando, el herbario, no es sino

un museo por su aspecto y funcionamiento, se le ha comparado

con frecuencia con una biblioteca. Su parte esencial consiste

en una colección de plantas secas debidamente preparadas y u

sualmente montadas sobre cartulinas o bién, como en el caso de

algunas criptógamas, conservadas en cajas 6 en sobres de ta-

maño apropiado. Cada ejemplar lleva su nombre científico, a-

s í como los datos correspondientes al sitio, condiciones, fe

cha y autor de su colecta. El conjunto está arreglado siguien

do una secuencia que permite la fa'cii consulta de cada espe-

cimen y conservado en muebles adecuados.

ID

-

-

-

De acuerdo con su filiación y con los objetivos que cum

-

plen, los herbarios varfan a menudo en numerosos aspectos de

(16)

- 2 - c

Por lo general, asociada al herbario, existe una biblio-

teca especializada y a menudo invernaderos y un jardín

botánico. No pocas veces tambien se encuentran adscritas

una colección de semillas y frutos, una colección de plantas

fósiles, una xiloteca, colecciones fitopatológicas, una

palinoteca y otras colecciones de interés botánico.

I

1.2., Actividades que se llevan a cabo en un herbario.

Las actividades de l o s herbarios pueden considerarse en cuatro grandes rubros: a) Servicios de identificación

e información; b) Enseñanza; c ) Labores básicas y d)

investigación.

a) Los servicios de identificación constituyen quizá

la más general y mejor conocida de todas las funciones que

cumplen una colección de plantas y es a la que se dedica

con frecuencia una importante proporci6n de los recursos

humanos, asociados a la colección.

:I

Además de l a s solicitudes de identificación, el herbario

ofrece informacibn diversa a quien lo solicite. Frecuentemente

se reciben consultas relativas a la distribución geográfica

y a las localidades exactas donde puede encontrarse en flor,

fruto o con hoja, una especie determinada así como l a s condiciones ecológicas en que prospera, nombres vulgares,

relaciones de parentezco, propiedades medicinales o alimen-

ticias y muchas preguntas diversas sobre las plantas.

3

b) El papel de las colecciones de plantas como instru-

mento de trabajo a nivel educativo es múltiple. Estas

colecciones complementan el estudio de géneros y especies

que no pueden ser observadas en vivo por el estudiante.

Un herbario participa en la formaci6n de l o s estudiantes

La tarea docente del herbario no se limita a estudiantes de Biología al complementar sus conocimientos botánicos.

de Biología sino que sirve a los estudiantes de diversos

niveles especialmente a aquéllos de licenciatura, maestría

(17)

- 3 -

c ) Dentro de l a s llamadas "labores básicas" entran todas a q u e l l a s a c t i v i d a d e s t e n d i e n t e s a mantener en buenas condi- c i o n e s y a l d f a l a c o l e c c i 6 n . Estas a c t i v i d a d e s de manteni- miento incluyen: 1) La adquisicibn de ejemplares nuevos

p o r medio de c o l e c t a s p r o p i a s , intercambios, compras y obsequios.

2) La anotaci6n e n los ejemplares de nuevos cambios de nomen- c l a t u r a . 3) Etiquetado, montaje, registro e incorporaci6n a l a colección. 4 ) Elabonación de f i c h e r o s í n d i c e s y cata-

logos, mediante los cuales se busca f a c i l i t a r e l acceso a l a

informaci6n (Rzedowski, 1 9 7 6 ) '

d) Los h e r b a r i o s constituyen c e n t r o s importantes de in- v e s t i g a c i ó n taxon6mica y e v o l u c i o n i s t a . E n t r e l o s probEemas más r e l e v a n t e s que preocupan a los botanicos, destacan esen-

c i a l m e n t e . 1 0 ~ e s t u d i o s b á s i c o s de b i o l o g í a y e v o l u c i d n de Plan- tas. E s i n c u e s t i o n a b l e que para l a r e a l i z a c i ó n de estos es- tudios, l a r e c o i e c c i 6 n de nuevos ejemplares y su observacibn e n los herbarios juega una papel de gran tmportancia. (Sousa, 1 9 7 2 ) .

No debe o l v i d a r s e que l a s i s t e m á t i c a es fundamental e n e l proceso de identification de p l a n t a s y s i g u e desempeñando un papel exclusivo: Recoge e i n t e g r a los conocimientos de un cre-

ciente número de d i s c i p l i n a s a l tiempo que l a s sirve a l iden- t i f i c a r nuevas e s p e c i e s y e s c l a r e c e r l a s p o s i b l e s r e l a c i o n e s con e l r e i n o v e g e t a l .

1 . 3 Importancia de los h e r b a r i o s como herramienta de t r a b a j o No cabe duda que l a importancia de los h e r b a r i o s r e s i d e en s u empleo como instrumento de t r a b a j o en estudios e c o l b g i c o s , paleobotanicos, e s t r a t i g r á f i c o s , f i t o q u í m i c o s , e t c . También es ú t i l en estudsos de medicina t r a d i c i o n a l , aprovechamiento de recursos naturales, entomologia, f i t o p a t o l o g f a y otros.

(18)

- 4 -

Un ejemplo típico que muestra la importancia de l o s

herbarios como herramienta de trabajo lo tenemos en las plantas que aportan a la ecologfa datos valiosos ya que las

plantas son el reflejo fidedigno de el ambiente ffsico que

las rodea, por lo que, del estudio de sus características,

se deriva una serie de relaciones e interrelaciones.

En la actualidad, dado el proceso de perturbación intensa,

no interrumpida que inside sobre la comunidades vegetales,

por la índole de aprovechamiento de recursos naturales, se

hace necesario comprender la dinámica de la vegetación bajo

manejo, la cual no podrá ser entendidasi no se tiene un punto

de referencia de las condiciones originales que permitan

orientar técnicamente el aprovechamiento, conservación y

fomento del recurso. El herbario proporciona información

acerca de las condiciones originales. (Aztienza,l975)

La compilación de plantas secas en un herbario nos per-

mite llevar a cabo estudios para conocer su distribución

geográfica, así como su parentezco, basados en su morfología

polen, cariotipo etc.

Los estudios de manejo y aprovechamiento de l o s bosques,

los estudios $endientes a encontrar nuevas fuentes alimenticias -I

y aquéllos relacionados con la aplicación de las plantas

medicinales, así como la perfecta identidad taxonómica de la

planta en estudio es de carácter vital.

1975)

b

'3

(Bonilla y Guzmán,

Además de la nutrición y la medicina, dos disciplinas

más pueden beneficiarse de las investigaciones de herbario:

Taxonomfa vegetal y entomologfa.

Uno de l o s enfoques mas recientes de la taxonomía es

la quimiotaxonomfa, que persigue determinar las relaciones

entre las plantas por medio de la química comparada.

La información sobre medicina popular obtenida de'las

(19)

- 5 -

generalmente la química de la planta y puede servir para

seleccionar las especies en las cuales pueden encontrarse

probablemente, determinados compuestos químicos.

grandes progresos al esclarecer las interrelaciones químicas

entre plantas e insectos. (Seri,1977).

Parece que ciertos insectos toman productos químicos de

las plantas que comen, acumulan dichos compuestos y posterior-

mente los emiten para defensa como “agregado de ferhormonas.

(Seri,1977).

Por otra parte, la existencia de un acervo de plantas

enfermas, dentro de un herbario, nos da la oportunidad de

identificar enfermedades mediante la comparaci6n con ejemplares

infestados e identificados. También nos permite establecer

la distribución geoqráfica de una enfermedad.

de cómo los herbarios constituyen una herramienta de trabajo en una serie de estudios al servicio del hombre y la comunidad.

Las actuales investigaciones en entomología han hecho

/ I

Jb

De esta manera hemos mencionado sólo algunos ejemplos

1.4. Los herbarios en México.

En un enfoque cronol6gic0,los jardines botánicos cons-

tituyen el primer tipo de colecciones de plantas que existieron.

La existencia de estos jardines se registra ya en México

desde tiempos prehispánicos. La organización formal de l o s

herbarios se inici6 en la República a fines del siglo XIX

aunque desde 1787 se llevaron a cabo intensas exploraciones

y herborizaciones. (Medellín,1975).

Los herbarios mexicanos fundados antes de 1910 pasaron sus colecciones en 1929 a la custodia del recién fundado

instituto de biología de la UNAM.

7!

(Día2 y Villarea1,1975)

Si bien en 1956 el gran total de ejemplares depositados

(20)

- 6 - r

el ncmero global de especfmenes se acercaba a 600 000, traba-

jaban cuatro jardines botánicos, varias palinotecas y

xilotecas además de colecciones paleobotbnicas, etnobotdnicas,

de frutos y semillas y varios bancos de germoplasma. Sin

dejar de considerar como alentador el desenvolvimiento al-

canzado en l o s Gltimos 26 años, cabe estimar que las necesi-

dades nacionales en la materia están aún lejos de satisfaserse. s o l o para fines comparativos señalaremos que segGn las esta- dísticas en 41 herbarios extranjeros existe no menos de

1 800 O00 ejemplares de plantas colectadas en México, mientras

que el Herbario Nacional (MEXU) cuenta apenas con 350 O00 ejemplares de plantas vasculares. (Rzedowski,l976).

:I

Sabemos que el estado actual de las colecciones cientf-

ficas en México es deficiente como resultado, entre otras

causas, de la falta de difusión de l o s herbarios como recurso

valioso en muchas líneas de investigación.

La falta de estímulo y presupuesto adecuado son de los

principales problemas para los herbarios, es pues necesario que se fomente y estimule la formación de colecciones de plan-

tas para que el país cuente con la información básica nece-

saria para el mejor aprovechamiento y conservación de sus

recursos naturales.

1.5. Antecedentes del Herbario Metropolitano.

3

Desde 1975 fecha en que se inició la UAM-I los profesores del Departamento de Biologfa empezaron a colectar plantas

que eran necesaria$ para sus investigaciones. Estos ejempla-

resjunto con otros que colectaron alumnos de la carrera de

Biología, pasaron a formar parte de la colección del Herbario

Metropolitano. Sin embargo fur2 hasta 1977 que el herbario

cont6 con un local en el edificio " S " aíin sin los muebles

necesarios. Fué en 1978 cuando se proporcionó al herbario

(21)

- 7 -

Desde 1980 el herbario cuenta con dos técnicos de medio

tiempo quienes, adema's de identificar

,

montar, etiquetar y registrar los ejemplares, participan en la recolección de

material, intercambio, mantenimiento de la colecci6n y servicio

al público.

dores y alumnos de la universidad, existen otros mecanismos

de incremento de la colección los cuales se describen a conti-

nuaci6n:

Aparte de las colectas que llevan a cabo los investiga-

a) Intercambios: El herbario de la UAM-I tiene inter-

cambio con el herbario de la Escuela Nacional de Ciencias

Biológicas del IPN, el Rerbario Nacional (MEXU), el Museo de la Plata de Argentina, la Universidad Veracruzana, el

Instituto Nacional de Investigaciones sobre Recursos Bióticos

(INIREB) y otros. (Grether,l9811. Este intercambio se realiza

cuando nuestro herbario aporta a las instituciones citadas

determinado ndmero de ejemplares montados o no montados,

L a

corresponsal proporciona a nuestro acervo un numero igual

de ejemplares o su equivalente,

miento a l a inversa. Se adjunta como anexo una forma de las que utiliza el Herbario Metropolitano para tales intercambfos.

:lb

I

pudiéndose dar dicho procedi-

b) Obsequios.

c) Obtención de duplicados por identificación: En aque-

llos casos en que personas o instituciones solicitan los

servicios de identificación al herbario, el servicio se presta

con la condición de que el solicitante aporte

un duplicado

del material objeto de identificación.

rios principalmente de l o s estados de Veracruz, México, Puebla,

Hidalgo, Morelos, Quintana Roo y Yucatán.

Para principios de 1982, la colección se increment6 d

3500 ejemplares aproximadamente y en diciembre de 1982 se lle-

96 a los 5000 ejemplares, hecho que permitió registrar al

Herbario Metropolitano en e l INDEX HERBARIORUM como un herbario

''3

J

(22)

- 8 -

*

institutional en enero de 1983. Actualmente existen 5400

plantas registradas e incorporadas a la colecci6n distribuidas

en 8 0 1 géneros de 1 6 6 familias de plantas vasculares y 8 8

géneros de 1 6 familias depteridofitas, provenientes de los 31 n

estados de la República Mexicana. También se cuentan con

ejemplares de Argentina, Brasil, Estados Unidos de Norte

América y otros países.

Las plantas vasculares se encuentran arregladas segiin el

sistema filogenético de Engler; las pteridofitas de acuerdo

al sistema de C. Christensen modificado por R. Tryon y las palmas según la clasificación de H.Moore, Jr.

".

'1,

También se cuenta con fotografías de ejemplares tipo,

así como una pequefia colección de 222 ejemplares de hongos. El Herbario UAMIZ aGn cuando es relativamente joven,

funciona como un herbario de investigación y docencia.

Actualmente el Herbario Metropolitano cuenta con una

colección anexa: la xiloteca, que se inició desde 1979 con

2 2 4 muestras identificadad de especies maderables donadas por

el Instituto Nacional de Investigaciones Forestales (INIF),

el Herbario Nacional (MEXU), el Instituto Nacional de Investi-

-

gaciones sobre Recursos Bióticos (INIREB) y el Instituto

Noruego de Ciencia y Tecnología de la Madera (NTI), obsequios

que surgieron a raíz del inicio de los estudios sobre anatomía

de maderas en el irea de Botánica del Departamento de Biología

en ese mismo año.

3

La colección de tablillas se encuentra arreglada y

colocada en muebles metálicos por orden filogenético de fa-

milias de acuerdo a la clasificación de Dalla Torre y Harms ( 1 9 5 8 ) ; l o s géneros y las especies en orden alfabético.

Existen actualmente 4 listas de registro de las muestras:

a) Orden filogenético de las familias. b) Orden alfabético

de las familias. c) Orden filogenético-alfabético de familias-

(23)

- 9 -

1

géneros y especies. d) El mismo ordenamiento anterior más su nombre comcin y lugar de procedencia.

En 1982 se recibieron 166 muestras del MEXU y 4 0 del

INIF. A estas se sumaron las anteriores dando un total de

430 muestras que representan 208 especies, distribuídas en

118 géneros que corresponden a 53 familias ya ordenadas. El Herbario Metropolitano no es el más grande de México; sin embargo es una institución activa que se pone al día cons-.

tantemente, constituye no solo un centro de investigación

taxonómica y florística sino también desempeña un papel impor-

tante en docencia.

2.- OBJETIVOS

ai Contribuir al incremento y organización de la colección

del Herbario Metropolitano (UAMIZ), mediante la identificación,

montaje, etiquetado e incorporación de nuevos ejemplares al

herbario.

b ) Aportar sugerencias para el mejoramiento del herbarioen

base a las observaciones y conclusiones que deriven de este

informe.

(24)

-

10

-

3.- MATERIAL, MÉTODOS, TECNICA Y ACTIVIDADES DESARROLLADAS

E l procesamiento de ejemplares que l l e g a n a l Herbario tletropolitano se r e a l i z a en d i v e r s a s etapas que van desde l a r e c o l e c c i ó n d e l m a t e r i a l botánico hasta su incorporación a l a c o l e c c i ó n .

Durante l a r e a l i z a c i ó n de e s t e t r a b a j o , p a r t i c i p d en mayor o menor medida e n cada una de e s t a s etapas; s i n embargo, en algunas de e l l a s , tuve una p a r t i c i p a c i ó n más intensa. A

continuación se describen l o s d i v e r s o s pasos en e l procesa-

miento antes señalado y se e n f a t i z a n aquellas a c t i v i d a d e s e n l a s que se tuvo una mayor p a r t i c i p a c i ó n .

1) Recolección d e l m a t e r i a l botánico: Es fundamental que

e l m a t e r i a l colectado posea f l o r e s y/o f r u t o s , además de sus estructuras v e g e t a t i v a s ; a l i r colectando l a s plantas se colo- can en una prensa p o r t á t i l que consta de dos r e j i l l a s de madera enmedio de l a s cuales s e coloca papel per6dico 6 secante

y cartón corrugado. La prensa s e a t a con un cordón o mecate para e j e r c e r presión sobre l a s plantas. (Rico Arcej1978).

De todas l a s plantas deberá anotarse en una l i b r e t a de campo, l a l o c a l i d a d , fecha, nombre común o vulgar, a l t i t u d , t i p o de vegetación, forma b i o l ó g i c a , tamaño, abundancia,

nombre d e l c o l e c t o r , número de c o l e c t a , además de o t r a s obser- vaciones. (Rico Arce,1978).

2 ) Secado: Los ejemplares colectados se pasan de l a prensa p o r t á t i l a l a prensa de secado.

3

“‘3

*J

Debe t e n e r s e e s p e c i a l cuidado en e l a r r e g l o de l a planta sobre e l papel secante ya que l a h a b i l i d a d con que

realicemos e s t e primer proceso se verá r e f l e j a d o en l a c a l i d a d de l a presentación d e l ejemplar Y a seco. Es n e c e s a r i o que a l

c e r r a r l a prensa se e j e r z a c i e r t a presión para f a v o r e c e r l a e x t r a c c i ó n de humedad de l a planta.

(25)

-

11

-

ser de focos, una estufa etc., en la cual circule el aire

caliente. (Languerence, 1956)

.

3) Identification: La identificación de plantas est6 basada

en la habilidad propia para reconocer las caracterfsticas por

las cuales una clase de planta puede ser distinguida de otra.

Esto requiere un conocimiento de las estructuras de las

plantas y familiarizarse con la terminología utilizada; la terminología empleada 1 en varios manuales de flora o dicciona-

rios de plantas es muy extensa. Una de las maneras para com-

prender esta terminología es invertir tiempo en el estudio y

comprensión de la morfología de las planta. (Lawrence,1967).

3

La identificación es una tarea que requiere de mucha

dedicación y conocimiento de los grupos de plantas.

Para identificar un ejemplar se necesita:

a) Saber manejar adecuadamente las claves.

b) Contar con un microscopio de disección, recipiente de vi-

drio, agua, mechero Buncen o parrilla, regla, agujas de di-

sección, pinzas de punta fina y navaja.

c) Claves de identificacibn, de preferencia especiales para

el grupo o familia con la que se esté trabajandd.

d) Diccionario de Botánica u obras de referencia.

Con la ayuda de las claves

se

determfnq el g&iero

y especie de los especfmenes. El manejo de !la clave nos

exige que conozcamos la morfologfa de algunos órganos y

estructuras.Para esta labor son de gran utflidad tanto el

microscopio de disección como el agua calfente de hzdratacion.

Para la identificación de la planta se sigue un proceso

que tiene por objeto comparar las caracterfsticas morfológicas

del espécimen con un patrón o tipo. Para esta labor el iden- tificador aplica diversas claves, compara los resultados

obtenidos y si encuentra que dos o más acusan el mismo género

y especie, procede a compararla con ejemplares de herbario

previamente identificados.

(26)

- 1 2

-

S i l a planta que estamos determinando o e l ejemplar de herbario previamente i d e n t i f i c a d o t i e n e l a s mismas c a r a c t e r í s - t i c a s d i s t i n t i v a s de l a especie, podemos e s t a b l e c e r e l nombre c i e n t í f i c o de nuestro ejemplar.

S i no es p o s i b l e compararnuestroespecfmen con los ejem-

p l a r e s de herbario, e l i d e n t i f i c a d o r puede v a l e r s e de foto- g r a f í a s d e l ejemplar t i p o .

En e l caso en e l que no estemos absolutamente seguros de l a e s p e c i e podemos anteponer e l nombre de l a e s p e c i e l a p a r t í c u l a " a f f " . (Lawrence, 1956).

4 ) Elaboraci6n de e t i q u e t a s : Los datos de l a l i b r e t a de

campo, tomados durante l a c o l e c t a d e l ejemplar en cuestión se pasan a máquina en l a s e t i q u e t a s rotuladas d e l herbario. Los datos que debe contener l a e t i q u e t a de un ejemplar de her- b a r i o son:

-

Nombre de l a f a m i l i a con mayGscula compacta.

-

Lugar de procedencia.

-

Nombre c i e n t l f i c o .

-

Localidad, e s p e c i f i c a n d o k i l o m e t r a j e y lugares de r e f e r e n c i a .

-

Tipo de vegetación.

-

Forma de vida.

-

Tamaño, sobre todo s i se t r a t a de árboles y arbustos.

-

Fecha de c o l e c t a : día/mes/año.

-

Nombre d e l c o l e c t o r o c o l e c t o r e s .

-

NGmero de c o l e c t a .

-

Nombre de l a persona que determinó.

Además de l o s a n t e r i o r e s datos eSsnciales,es recomen-

dable anotar algunos o t r o s datos complementarios t a l e s como:

-

Epoca de f l o r a c i o n .

-

Tipo de suelo.

-

C a r a c t e r f s t i c a s en f r e s c o y o t r o s .

de herbario.

(27)

-

1 3

-

.

UNIVERSIDAD AUTONOMA METROPOLITANA

-

IZTAPALAPA

HERBARIO METñOF'OLlTANO

ClilllaadOnpO PLANTAS DE NAYARIT

LEGUMINOSAE.

Mimosa somnians HLB. ex W i l l d

LOC: 1Km. a l N de R e f i i i o n , c a r r e t e r a Com- postela-hierto V a i i a r t a , -Vio. Composteia Veg: Encinar

Arbusto de 6 0 cm de a l t o , f l o r rosa Fecha: 15/sep/1982.

Col: J.A.S Magallanes, S . Bustamante ( 2 5 9 2 ) Det: R. Grether.

5 ) Montaje: E l montaje e s e l proceso mediante e l cual l a s

plantas secas se pegan y cosen sobre u n a c a r t u l i n a de 4 0 cm. por 28 cm. Las partes mas f r á g i l e s se pegan con pequeños

t r o z o s de c i n t a adhesiva e s p e c i a l . (Languerence,l976)

La e t i q u e t a se coloca en e l extremo i n f e r i o r derecho de l a c a r t u l i n a . En e l extremo i n f e r i o r i z q u i e r d o se pega un

s o b r e c i t o de papel bond o papel transparente conteniendo f r u t o s , f l o r e s , semillas o estructuras que se hayan desprendido d e l

ejemplar. En l a esquina superior derecha se pone e l s e l l o

del Herbario Metropolitano con su correspondiente número de

r e g i s t r o . (Languerence, 1 9 7 6 )

.

una hoja de papel revoluci6n de 6 1 . 5 cm.por 4 0 cm. que l l e v a en l a esquina superior derecha e s c r i t o con l á p i z el nombre

de l a e s p e c i e .

6 ) R e g i s t r o : e l c o n t r o l de l a s plantas que van siendo incor- poradas a l a c o l e c c i 6 n se l l e v a a cabo en una l i b r e t a de re-

3

(28)

-

1 4

-

gistro en donde se anota para cada planta:

-

Numero de registro.

-

Nombre c$ent$fico.

-

Nbmbre de la familia.

-

Nombre del colector o colectores y nGmero de colecta.

-

Lugar de procedencia.

país se especifica en seguida de los datos anteriores.

7) Incorporación: Los ejemplares ya registrados se colocan

en las carpetas de sus géneros respectivos. Las familias en

el Herbario Metropolitano se encuentran ordenadas filogenéti-

camente de acuerdo a Hengler y D i e l s y los géneros segGn Dalla

Torre y Harms.

Cuando se trata de un género nuevo para el herbario, En el caso de que se trate de un ejemplar tipo

6

de otro

se hace una nueva carpeta de cartulina de 60 cm. por 41 cm.

En la portada de la carpeta se pone el número y nombre de la

famtlia y género a la que pertenezca la especie.

Una vez terminada la carpeta, se coloca en el lugar que

le corresponda.

Además, de estas actividades, que tienen por objeto in-

crementar la colección, existen otras tareas como la fumi-

gación periódica de los ejemplares o el suministro permanente

de repelente, que tiene por objeto eliminar cualquier péIiqro

de contaminación aproximadamente cada 12meses,con fósforo

(29)

-

15

-

4.

-

RESULTADOS

Los resultados obtenidos durante l a realizacign del servicio social se consignan en 2 listas: la primera que con

tiene l o s ejemplares montados, registrados e incorporados los cuales se agrupan por familias ordenadas filogenéticamente y

los géneros en orden alfabético. La segunda ordenada alfabéti

camente incluye aquellas plantas de las cuales se hizo traba-

bo de identificación.

I

-

-

LISTA DE EJEMPLARES MONTADOS,REGISTRADOS E INCORPORADOS.

Nombre cientffico

Fam. GRAMINEAE (19)

Lasiacis sp.

Muhlenbergia capillaris

Muhlenbergia quilensis R o u l ine a un i f o 1 i a

Fam. CYPEFACEAE (20)

Eleocharis macrostachya

Scirpus' validus

Fam. PALMAE(21)

Acrocomia mexicana

Farn. LEMNACEAE ( 2 4 )

Lemna minor

Leemna gibba

Lemna sp.

Fam. BROMELIACEAE (32)

Hechtia aff.podantha

Fam. COMMELINACEAE ( 3 3 )

Commelina comunes

Colector

Gpe. Marthez

Garnica Sanchez

O. Tellez

Gallegos Harring

A. Bonfil

Curso Monográfico de vegetales acuáticos

A. Lot

Curso Monográfico de vegetales acuáticos

Curso Monográfico de vegetáles acuáticos

Curso Monográfico de vegetales acuáticos

A. Bonfil

Martha González.

(30)

-

16

-

Trepagandra serculata Gpe. Martínez 2

Fam. JUNCACEAE (36) Juncus effusus

Fam. LILIACEAE (38) Smilax spinosa

Smilax sp.

Fam. AMARYLLYDACEAE (40)

Sephyaranthus aff. brevipes

Spre ke 1 ia f omos i llima

Fam. PIPERACEAE (53)

Piper scabrum

Fam SALICACEAE (56)

Salix bomplawdiana

Fam. BETULACEAE (61)

Carpinus carolineana

Fam. FAGACEAE (62)

Quercus crassifolea

Quercus frutex

Quercus quelloggii

Quercus lobata

rl

Quercus

-w.qn~ILfolja

Fam. MORACEAE (64)

Ficus co tinif o 1 ia

Ficus grandFsima

Fam. LORANTHACEAE ( 6 7 )

Strulhanbuc sp.

Fam. POLIGONACEAE (77) Coccoloba sp

.

'3

.*

Fam. AMARANTHACEAE (79) Irisine calea

Fam. NYCTAGINACEAE (EO) Salpianthus arenarus

Curso Monográfico de

vegetales acuáticos 2

Gpe. Martínez 2

Gpe. Martínez 2

A. Bonfil

A. Bonfil

A Bonfil

A. Bonfil

Martha González

L. Hernández

Martha Gonzdlez

M. Souca.

M. Sousa

1 1 I1 i 1 2 I 1 ' 2 I ! I 1 ( 2

A. Bonfil 1 2

A. Bonfil

William Lopez 'I ,~ 1

Gpe. Martínez 2

Gpe. Martínez 1

A. Bonfil 1

(31)

Fam. PORTULACEAE(85)

Portuiaca oleraceae

Fam. ANONACEAE(98)

Annona diversifolia

Fucsia parviflora

Fam. LAURACEAE ( 1 0 2 )

Licaria peckii

Ocotea veranguensis

Fam. ROSACEAE (126)

Chrysobalanus icaco

Crataegus pubescens

Prunus erythroxylon

Prunus serotina

Rubus humistratus

Fam. CONNARACEAE (127)

Rosseurea glabra

Fam. LEGUMINOSAE (128)

Acacia cymbispina Acacia farnesiana Acacia riparia Acacia wellardiana Cassia fistula Cassia guatemalensis Cassia ccidentalis Cassia reticulata Cassia sp. Clitoria falcata Dalea filiforme Dalea sericea Dalea stromonum Desmodium aparine

Desmodium aff. denciflorium

Desmodium encanum Desmodium sp. Gpe. Martfnez Gpe. Martfnez Martha Gonzdlez Gpe. Martfnez G.William Lopez

Gpe. Téllez G.

A. Bonfil

A. Bonfil

A. Bonfil

E. Herndndez

-

William Lopez

A. Bonfil

A. Bonfil

A. Bonfil

V. Venable

William López

F.G. Medrano

A. Bonfil

A. Bonfil

M. Sousa

Sergio Zárate M.

M. Sousa

M. Sousa

Gpe. Martfnez

Martha Gonzdlez

A. Bonfil

M.T. Germdn

(32)

- 18

-

D i p h y s a o c c i d e n t a l i s '

D i p h y s a racemosa

D i p h y s a r o b e n o i d e a

E y s e n h a r d i a p a t y s l a c h y a G l i r e c i d e a e h r e n b e r g i i

I n g a vera

L e u c a e n a d i v e r s i f o l i a L e u c a e n a v i v a l u t a

Machaerium b i o v u l a t u m

M a c r o p t i i i u m astropurpureum

Mimosa a d e n a n t h e r o i d e s

Mimosa a d e n a n t h e r o i d e s

*Mimosa a f f , a d e n o t r i c h a

*Mimosa a d e n o t r i c h a

Mimosa a f f i n i s

Mimosa áf f i n i s

Mimosa a f f i n i s Mimosa a l b i d a

*Mimosa a r e n o s a

*Mimosa a x i i a r i s

Mimosa bahamensis

Mimosa b a h a m e n s i s

Mimosa B e n t h a m i i

Mimosa brevispicata

Mimosa d e a m i i

*Mimosa c a p i l l i p e s

*Mimosa d i g i t a t a

*Mimosa e c h i n o c a u l a

Mimosa e r v e n d b e r g i i

Mimosa e u r y c a r p a

Mimosa e u r y c a r p o i d e s

Mimosa eurycarpoides

Mimosa G a l e o t i i

Mimosa Goldmanii

Mimosa a f f . h e t e r o t r i c h a

A. B o n f i l

M. Sousa

M. S o u s a

A. B o n f i l

M. S o u s a

M. S o u s a

M. S o u s a

M. S o u s a

M. S o u s a

M . T . Germdn

M. S o u s a

O. T 6 l l e - z E .P. H e r i n g e r

E.P. Heringer

M. S o u s a A. B o n f i l

R . G r e t h e r ; H.Q.

M. Sousa

E.P. H e r i n g e r

E. P. H e r i n g e r

M. S o u s a

R . G r e t h e r : H.Q. M. S o u s a

M. S o u s a

E.P. H e r i n g e r

M. S o u s a

E.P. H e r i n g e r

E. P. H e r i n g e r

M. S o u s a

M. S o u s a

M. S o u s a

14. Landd

M. S o u s a M. S o u s a M. S o u s a

2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

B r a s i l (1)

B r a s i l (2) 1

1

1

2

B k a s i l ( 2 )

Br%=dl

U21

1

2

2

2

B r a s i l (11

* 4

B r a s i l (2)

(33)

Mimosa imbricata

Mimosa lacerata

*Mimosa lanuginosa

*Mimosa aff .melanocarpa

*Mimosa melanocarpa Mimosa oligocantha *Mimosa oligophylla *Mimosa petiolaris Mimosa pigra *Mimosa polyantha *Mimosa psilocarpa Mimosa pudica Mimosa pudica

Mimosa pudica var. unijuga

Mimosa recordii *Mimosa aff.rigida *Mimosa rixosa Mimosa sausae Mimosa sausae Mimosa skinnerii Mimosa somnians Mimosa somnians Mimosa tenuiflora Mimosa velloziana Mimosa watsonii Pithecelobium acanthlense Pithecelobium dulce Sesbania emerus Stizolobium prurens Thephrosia conzatii Thephrosia nicaraguensis Thephrosia sp.

Fam. BURSEREACEAE (139)

Bursera ariensis

Bursera bicolor

19

-

M. Sousa

A. Bonfil

E.P. Heringer

E. P. Heringer

E.P. Heringer

R.Grether; H.Q.

E.P. Heringer

E.P. Heringer

M. Sousa

E.P. Heringer

E.P. Heringer

M. Sousa

R.Grether; H.Q.

R.Grether; H.Q.

M. Sousa

E-.P .Heringer

E.P. Heringer

M. Sousa M. Sousa

M. Sousa

R. Grether;H.Q.

M. Sousa

M. Sousa

M. Sousa

M. 'Sousa

A. Bonfil

A. Bonfil

M.T. German

M. Sousa

2I.T. German

M. Sousa

Gpe. Martínez

A. Bonfil

A. Bonfil

1

1

Brasil (2)

Brasil(2)

Brasil (2)

1

Brasil (1)

Brasil (3) 1 Brasil(1) Brasil(1) 1 1

.

1 3

Brasil (1)

Brasil (2)

Paratipo (1)

Isotipo (1)

1

2

5

"

1

Belice (1)

1

2

1

1

(34)

-

2 0

-

B u r s e r a b i p i n a t a

Bursera sJmaruba W s e r a s r a n d i f o l i q

lonsipes Biysera f a s o i d e s Fam. MELIACEAE (140)

Fam. MALPIGIACEAE(141) Bvrconima crassif.goi2

Gudochaudia cvnaucho i&S

Beteroptervx p w

Fam. POLYGALACEAE(145) Monina c c h e l e c h t e n d a l i a n a

Fam. EUPHORBIACEAE ( 1 4 7 )

B

Acabvpha Sp.

C r o t o n o s u s

C r o t n n reflexifoliuc

Sapium macrocarpum

Fam. ANACARDIACEAE (153) Toxicodendrom r a d i c a n s

u

-a

Fam. SAPINDACEAE(i65)

C a r d i o s pumum C e r i a n i a c c h i e di-a

Fam

.

RHAMNACEAE ( 1 6 9 )

K a r w i n c k i a tlumboltiana

Fam. TILIACEAE(174) M o r u c c i l i s u o e i e

Fam , MALVACEAE ( 1 7 5 )

S i d a c o r d i f o l b S i d a s l a b r a ,

A. B o n f i l

W i l l i a m Lo/pez A. B o n f i l

A. B o n f i l

A. B o m f i l

Gpe. M a r t i n e z

Gpe. M a r t i n e z W i l l i a m L ó p e z S i i v e r i o P e r e z S i i v e r i o Ptirez

M.T. Germán

Gpe M a r t i n e z S i i v e r i o Pe'rez S i i v e r i o P é r e z Gpe. M a r t i n e z A. B o n f i l

A. B o n f i l

A. B o n f i l A. B o n f i l

A. B o n f i l

S i i v e r i o Pe'rez

A. B o n f i l A. B o n f i l

(35)

- 2 1

-

*

Fam. STERCULIACEAE (178) Guazuma u l m i f o l i a

H e l i c t e r i s b a r c i e n s e s Fam. FLACOURTIrcEAE(199) C a s e a r i a n i t i d á

Xylosma flexuosum Fam. LITHRACEAE ( 2 1 6 )

. .

CvDhea SP.

Cuohe a a e a u i w e t a l a S o n o r e a n o d i f lora-

Fam. COMBRETACEAE ( 2 2 1)

Combretum f arenosum Leucowhsvllum a&iggm

T e r m i n a l i a

u

7

Fam. MYRTACEAE (222) E u s e n i a f r a s a n s E u s e n i a sp.

Fam. UEIBELLIFERAE (228)

g i d r o c o t y l e ranunculoides

-

Fam. ERICACEAE ( 2 3 3 )

A r b u t u s x a l a w e n s e

Fam. MYRSINACEAE (236) A r d i s i a sp.

P a r a t h e s i s s e r r u l a t a

Fam. PLUMBAGINACEAE (238) Piumbaao scandens

Fam. SAPOTACEAE (239) ~ r v s o o h v i i u m c a i m

S i d e r o x v l o n c a o i r i Fam. STYRACACEAE (241)

S t v r a x r a m i r e z i i .

. .

M. T. Germán

S i l v e r i o P e r e z /

M i i i i a m L ó p e z W i l l i a m d p e z

Gpe. M a r t i n e z Martha Gon'zález.

Gpe. M a r t i n e z

A. B o n f i l S e r a i o Z á r a t e W i l l i a m ~ 6 p e z

-

F.G. Medrano Gpe. M a r t i n e z

A. B o n f i l

Curso Monogra'f i c o d e v e g e t a l e s a c u á t i c o s .

A. B o n f i l

Gpe. M a r t i n e z Gpe. M a r t í n e z

A. B o n f i l

W i l l i a m &;pez

A. B o n f i l

Martha G o n z i l e z

(36)

Fam. loganiaceae (245) Buddleia sessiflora

Fam. APOCYNACEAE (247) Allamanda cathartica

Tabemaemontana arborea

Thevetia thevetioides

Fam. ASCLEPIDACEAE (248) Asclepia curassavica

Cryptostegia grandiflora

Fam. CONVOLWLACEAE (249) Cuscuta corymbosa Exogonum bracteatum Ipomea mairete Ipomea murucoides Ipomea popuieina Ipomea sp.

Fam. VERBENACEAE (253) Lantana camara

Lipia nodiflora

Phyla sp.

Vitex mollis

Fam. LABIATAE (254) Hyptis sp.

Salvia hidalguensis

Fam. SOLANACEAE (256)

Cestrum ablangifolium

Solanum amazonium

Solanum gutana

Solanum saforthianum

Solanum sp.

Solanum vestissinum

*am. BIGNONIACEAE (258)

-

22

-

A. Bonfil

Gpe. Martfnez

Gpe. Marfnez

A. Bonfil

Gpe. Martfnez

,Silverio Pérez

Silverio Pérez

A. Bonfil

Gpe. Martfnez

A. Bonfil

A. Bonfil

A. Bonfil

A., Bonfil

Gpe. Martfnez

Gpe. Martínez

A. Bonfil

Gpe. Martfnez

F.G. Medrano

A. Bonfil

T. Germdn A. Bonfil

Silverio Pérez

Gpe. Martínez

A.L. Herndndez

(37)

-

23

-

B i q n o n i a unquis C r e s e n t i a a l a t a

S i i v e r i o P é r e z A. B o n f i l

Fam. LENTIBULARIACEAE(264)

P i n s u i c o l a h e t e r o p h v u A. B o n f i l

Fam. ACANTHACEAE ( 2 6 6 )

C a r l o w r e q h t i a s e r p h v l i W A. B o n f i l J a c o b i n a p e c k i i Gpe. M a r t i n e z Telhamerium aurexium Gpe. M a r t í n e z

Fam. RUBIACEAE ( 2 7 0 ) B o r r e r i a se.

3

C h i c o c a a l b a

-

Uamelia versi GQlQZ

H i n t o n i a l a t i f l o r a H i n t o n i a

latiflora

Hamelia p a t e n s

P a l e c a u r i a s a l e o t i a n

P o r t h a p d r a ’ es b r e n c k l m e s v c h o t r i a sp.

Fam. COMPOSITAE ( 2 8 0 )

As t e r SD inosus

1 - b B a c h a r i s ramulosa Cha p l a t e a nutans

-

-

l ui

Gnaphalium brachvoterum

Le ah-

Yikama h o u s t o n i a n a

P e c t i s c a p i l u P l u c h e a o d o r a t a T r i x i s mesa-

Gpe. M a r t i n e z

P. H i r i a r t

Gpe. M a r t í n e z A. B o n f i l A. B o n f i l

A. B o n f i l

S i l v e r i o M a r t i n e z Gpe. M a r t i n e z Gpe. M a r t i n e z F.G. Medrano Gpe. M a r t í n e z

I

Martha G o n z a l e z Martha G o n z h e z

Gpe. M a r t i n e z Gpe. M a r t í n e s Gpe. M a r t i n e z

M. Landd

Martha G o n z á l e z Martha G o n z á l e a Gpe. M a r t f n e z Gpe. M a r t f n e z Martha G o n z a l e z A. B o n f i l

Gpe. M a r t i n e z A. B o n f i l

(38)

-

2 4

-

PTERIDOFITAS.

Nombre c i e n t í f i c o

Coleotor

Fam. DICKSONEACEAE (13)

Dicksonia

gigante

Blanca

Pérez

Fam.

CYATHEACEAE ( 1 4 )

Cyathea

divergens

.

Blanca

P6rez;E.R.

Cyathea fulva

Blanca Pérez

Lophosoria quadripinnata Blanca Pérez

Nephelea

mexicana

Blanca Pérez

Sphaeropteris horrida '

Blanca

Pére2;L.P.

Trichipteris bicrenata Blanca Pérez;L.P.

Trichipteris

costaricensis Blanca

Pére2;L.P.

Trichipteris scabreuscula

Blanca

Pére2;L.P.

/I

Fam. POLYPODIACEAE (15) Adian

tum trape

z i

f orme Bobites s e r r a t i f o l i a

Cyclageltis

semicordata

Sennstaedlia

globulifera

Diphazium

striatum

Hemionitis

palmata

Polipodium brasilensis

Polipodium s p .

Stenochlaena sorbifolia

"IS

J.

Dorantes

J . H .

Bearman

M. Vázquez

M. Vázque z

M. Vázquez

M. Vázquez

J.

Dorantez

Gpe. Martfnez J . H .

Bearman

N o . de

ejemplares.

,, 10

10

2

I

a

9

15

11

3

LISTA DE EJEMPLARES IDENTIFICADOS.

Familia

Nombre

c i e n t í f i c o No. de

ejemplares.

Fam.

GRAMINEAE (19) 2

Fam. ROSACEAE ( 1 2 6 ) Rubus humistratus 1

Fam. LEGUMINOSAE(128) Astragalus sp. 1

I

C l i t o r i a

s p . 1

Mimosa

acantholoba H&B:

ex

W i l l d 2

Mimosa

adenantheroides Benth 2

Figure

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Referencias

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