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Manuel Coste S e t l é n

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(1)

r- .i

c c r

U

UAM-IZTAPALAPA

'CB5

J,¿Ic.

HIDROBIOLOG~

T i t u i o

ZOOTECNIA

'

HIBRIDACIÓN DE i''&&A'& sp. Y SELECGLÓN DE REPROINJCTURES EN BCICE A DATOS MORFOMETRICOS

A l u m n o s :

J

Jarge

Manuel Coste

S e t l é n

Saúi

m i n t a n a Vessi

Asesor:

Bidlogo Migael Medina G a r c i a

!

L

r-.

..-

T-

c

-

(2)

Li

.-

I

INDICE

i

.-

I

c

(3)

J U C T I F I C A C I ~ N

Y

NATURALEZA DEL

PROYECTO

En

términos generales la alimentación

en las comunidades

r,urales mexicanas

es

muy deficiente, ya que

el consumo de

proteína d e origen animal

es

poco frecuente debido a su escasa

disponibilidad y su elevado precio, una posible estrategia d e

solución

es

la aplicación y adecuación d e la acuacultura

a

las

condiciones naturales de cada región d e nuestro país; además

debido

a

la versatilidad de esta disciplina

se

pueden plantear no

solo fines d e consumo doméstico, sino tambien d e ornato y

recreacidn, de control ecológico

o

d e investigacidn científica, y

a s u vez dependi.endo

del enfoque que

se

le dé, ya

sea

d e

regulación d e precios, d e beneficio social, de lucro y10 de

desarrollo regional,

se

puede planear su realización

en

sistemas

rústicos d e cultivo, fomentando

la

cohesión

social,

la

disponibilidad d e empleo

y

la mejora de

la

dieta (Morales,1978

) .

Para poder desarrollar programas de produccidn piscícola, a

través

d e instituciones d e investigacidn

o

instituciones

oficiale),

es

importante no perder d e vista que los sistemas d e

produccion conserven un carácter de rentabilidad y pera

ello

la

selección de la especie

a

introducir

es

muy importante.

/

Para que una especie sea susceptible

a

ser cultivada debe de

reunir ciertas características tales como: crecimiento acelerado,

resistencia

a

parásitos

y

enfermedades,

adaptacidn

a las

condiciones d e cultivo, resistencia al

manejo, y acep ción

comercial entre otras (Sevilla,

1981c

Bravo et al,

19797

Una

especie con la que

se

ha tenido resultados alentadores

e5

la

Tilapia spp. ya que dados sus hábitos alimenticios

su

siembra

es

por

lo

general en estanqueri’a rdstica, embalses permanentes,

charcas temporales, presas

y

bordos destinados para riego, por

lo

que

la

repercusión d e

su

cultivo

es

accesible en todos

1 0 5

medios

rural

e s .

Dentro d e

la problemática biotécnica que

se

tiene con la

TllaDia spp. destaca

su

elevado potencial reproductivo, que

propicia un gran incremento del número d e individuos dentro de

los

estanques de

engorda y en ocasiones sobrepasando la

capacidad d e carga, acentuahdose la competencia intraespecifica

por espacio y alimento, traduciendose en una disminucidh dr&tica

en la talla promedio poblacional lo que afecta directamente a la

talla de cosecha y a las posibilidades de comercialización.

En embalses permanentes

en

105

que existen especies

autóctonas,

el

sembrar

LiiaeLa

.puede

llegar a constituir una

verdadera plaga, ya que

es

un buen competidor y d e gran

adaptabilidad, lo que causa un impacto negativo en el ecosistema

acuxtico natural

Otro problema a resolver

es el

d e

poder establecer

un

(4)

r e p r e s e n t a e l evento i n i c i a l . FImbos problemas se i n t e n t a n abordar en e l p r e s e n t e t r a b a j o y,aunque p a r c i a l m e n t e , se encontrarán p l a n t e a m i e n t o s de sol

u c i

(3n.

L

c

(5)

INTRODUCC IdN

Los p e c e s d e l a f a m i l i a C i c h l i d a e son robustos, d e cuerpo comprimido l a t e r a l m e n t e , a menudo d i s c o i d a l : e n c i e r t a s e s p e c i e s

l o s

machos presentan l a cabeza

más

grande que l a s hembras, boca p r o t á c t i l , ancha,con f r e c u e n c i a bordeada por l a b i o s hinchados o engrosados, d i e n t e s c d n i c o s ,

e n

algunas o c a s i o n e s i n c i s i v o s , escamas c t e n o i d e a s .

La p a r t e a n t e r i o r d e l a a l e t a d o r s a l y anal es c o r t a con

La l i n e a l a t e r a l e n 105 c í c l i d o s

está

interrumpida y

generalmente

se

p r e s e n t a

en

dos p a r t e s ; l a

porción

a n t e r i o r se e x t i e n d e desde

el

o p é r c u l o hasta los Últimos r a d i o s d e l a a l e t a d o r s a l , m i e n t r a s q u e l a p o r c i ó n p o s t e r i o r a p a r e c e por d e b a j o de

donde termina l a l i n e a l a t e r 3 1 , a n t e r i o r , e x t e n d i é n d o s e hasta el f i n a l d e l a a l e t a caudal ( A n o n i m o , l 9 8 1 ) . ~

Dentro d e l a f a m i l i a C i c h l i d a e existen dos g é n e r o s sobre

los

c u á l e s

se

r e a l i z a n importantes p e s q u e r í a s , t a n t o

e n

México

(Temascal, pvesa Miguel blemdn) como e n otros p a í s e s ,

p r i n c i p a l m e n t e d e A f r i c a y Asia. Éstos son el g é n e r o

ILlaeLa

y

el

gdnero Sgrgtherodon q u e presentan grandes semejanzas anatbmicas

y m o r f o l ó g i c a s

entre

e l l o s (Trewavas, 1 9 7 3 ) í l o que ha generado un enorme polemica a n i v e l mundial, t a n t o

en

su

taxonomía como en

s u

i d e n t i f i c a c i o n , amen d e que ambos g é n e r o s presentan una gran f a c i l i d a d para c r u z a r s e i n t e r e s p e c i f i c a m e n t e y generar p r o g e n i e s h f b r i d a s f é r t i l e s , degenera'ndose l a 5 e s p e c i e s y d i f i c u l t a n d o

adn

más

s u

c i a s i f i c a c i ó n .

e s p i n a s pigmentadas, l a a l e t a caudal es redondeada

o

truncada.

Las d i f e r e n c i a s b á s i c a s entre 105 d o s g é n e r o s son:

IFlaeia

Sarotherodoe

-7 a 16 branquiespinas e n l a

-

d e 10 a 22 branquiespinas p a r t e

inferior

d e l primer

e n

l a p a r t e

inferior

d e l

a r c o branquial

.

primer a r c o branquial.

-El

h u e s o mesetmoideo se u n e

-

el hueso mesetmoideo n o se a l

vómer

e n t o d o s , e x c e p t o

e n

una a i vómer.

1.

r e n d a l l i

.

-Las hembras desovan

e n

un

-

son

incubadores

s u s t r a t o y cuidan d e l a p r o g e n i e .

i Trewavas,

así,

i a p o s i c i o h taxonómica

es:

Phylum: Chordata

Subphylum: Gnatostomata

Clase: Ostei c h t i

es

Subclase: A c t i n o p t e r y g i i Orden: P e r c i f o r m e s Suborden: P e r c o i d e i

-a-

bucales.

(6)

Fami 1 i a: C i c h l id a e p a g l e r ( 1 9 7 7 ) Género:

Tilaeia

,

l

rewevasQ973)

% r o t h e r o d o n PTrewevas 1973)

t

E l \ o r i g e n de ambos géneros e s A $ r i c a y A s i a Menor (Bardach,l97Z) y f u e r o n i n t r o d u c i d o s en n u e s t r o p a í s en J u n i o de 1964, p r o c e d e n t

s

de l a U n i v e r s i d a d de Auburn, Alabama, E.E.U.U.

( M o r a l e s , 1 9 7 4 ) ~ 1 0 5 c u a l e s en un p r i n c i p i o f u e r o n d e p o s i t a d o s en l a e s t a c i d n de p i s c i c u l t u r a t r o p i c a l de Temascal, Oaxaca

t o d a l a zona t r o p i c a l y templada de Mexico.

(An¿nimo,i975), I p a r a e x t e n d e r su i n t r p d u c c i d n y d i s t r i b u c i ó n e,n

L a s e s p e c i e s que se i m p o r t a r o n f u e r o n L . n i l o t i c a , s.mossam-

bicgt y

T.

melanouleura en l o s años s u b s i g u i e n t e s tambidn se o b t u v i e r o n l o t e s de reproduct0,res de

J.

hgy'gyurn y S.mgggg&iggs y f u e r o n d e s t i n a d o s a l a e s t a c i o n p i s c i c o l a de Zacatepec, Morelos.

En México t a n t o a l género

Iiiaeia

como a l Sgygtherodon, se l a s conoce comunmente como m o j a r r a t i l a p i a o simplemente t i l - a p i a , p o r l o c u á l desde e s t e momento

nos

r e f e r i r e m o s a ambos generos con e l nombre comrln de t i l a p i a .

Actualmente l a d i s t r i b u c i d n de l a t i l a p i a en n u e s t r o p a t s es muy amplia, puede h a b i t a r en c u a l q u i e r t i p o de cuerpo de agua, ya sea l d t i c o o l é n t i c o y h a s t a se l e puede e n c o n t r a r

s a l o b r e s en l a zona e s t u a r i n o l a g u n a r ; Arredondo (1975 menciona que l a m o j a r r a t i l a p i a ha e x t e n d i d o su d i s t r i b u c i d n a l o s causes d e l r f o Balsas, d e l r f o Verde, d e l r í o Pdnuco, d e l r f o Papaloapan, d e l r í o Usumacinta, d e l r i a Tehuantepec y d e l r í o G r i j a l v a . En muchos e3tados ya se c u e n t a con c e n t r o s de p r o d u c c i ó n de c r í a s , a s í como unidades de engorda de v a r i a s h e c t d r e a s de e s t a n q u e r í a ; podemos mencionar que en Morelos, H i d a l g o , G u e r r e r o y Oaxaca se c u e n t a con un p l a n de fomento y e x t e n s i ó n de l a a c u a c u l t u r a b i e n d e f i n i d o , en e l c u a l l a t i l a p i a t i e n e un p a p e l fundamental.

4"

aguas

E l é x i t o de su d i s p e r s i ó n en n u e s t r o s c l i m a s c d i i d o s y templados es su g r a n capacidad de adaptación, su a l t a t o l e r a n c i a

a' b a j a s c o n c e n t r a c i o n e s de o x i g e n o y cambios b r u s c o s de t e m p e r a t u r a , as< como su5 h á b i t o s a l i m e n t i c i o s omnivoros y su f d c i l r e p r o d u c c i ó n , p o r o t r o lado, tambien hay que tomar en c u e n t a que l a m o r t a l i d a d en l a s p r i m e r a s e t a p a s de v i d a es muy b a j a , d e b i d o a que d e s a r r o l l a n i n c u b a c i d n b u c a l o l a s hembras c u i d a n de los a l e v i n e s h a s t a que reabsorben e l saco v i t e l i n o .

Dependiendo de l a s c o n d i c i o n e s r e g i o n a l e s y e l apoyo económico con que se cuenta, l a t i l a p i a se c u l t i v a en forma e x t e n s i v a ( En charca, presas, bordos, e t c . ) o i n t e n s i v a í En estanques, r ~ f s t i c o s s e m i r u k t i c o s o de c o n c r e t o y , j a u l a s f l o t a n t e s . ) , a p o r t a n d o i m p o r t a n t e s b e n e f i c i o s econdmicos y s o c i a l e s , t a n t o en comunidades r u r a l e s como urbanas.

En g e n e r a l

se

d i c e que l a a l i m e n t a c i ó n de l a t i l a p i a e s omnfvora, aunque dependiendo de cada e s p e c i e t e n d r a ' u n a d i e t a

(7)

carnívora, herbrvora o pianctdfaga, i o cual o f r e c e ventajas para

s u c u l t i v o , . ya que mediante una f e r t i l i z a c i ó n adecuada

se

puede

instrumentar una e s t r a t e g i a de alimentacidn basada

en

productos n a t u r a l e s generados en e l propio estanque t a l e s como: Larvas de insectos, gusanos, macrofitas acuáticas, a l g a s , p e r i f i t o n , f i t o b e n t o s y plancton' ( B a r d , e t . a l . , l 9 7 5 ) . Adema% de que s i

se

cuenta con r e c u r s o s econo'nicos s u f i c i e n t e s , s e puede t r a b a j a r con alimento balanceado, ya que ambos generas l o acepta? con gran f a c i l i d a d , y si e l alimento e s d e buena c a l i d a d , p o d r i a r e d u c i r s e e l período de engorda a 4.5 meses, traduciendose en mejores rendimientos en l a producción por hectárea a l año ( Blanco y

Cende j-, 1984).

Se r e p o r t a en Costa Rica e l uso de g a l l i n a z a y super f o s f a t o t r i p l e como Única fuente de alimentación, obtenie'ndose un

rendimiento 3,015 Kg.de pescado por Ha/aEo í Bolanos,1970).

La madurez sexual l a alcanzan a l o s 2

o

3 meses de edad con una t a l l a e n t r e 4 y 10 cm. (Bardach,l?72); dependiendo d e l a temperatura del agua puede r e p r o d u c i r s e cada 3 a b semanas,

r e g i s t r á n d o s e hasta

l i

desoves por hembra e l año, aunque también es importante considerar l a alimentación, l a densidad de c a r g a ,

l a proporción de machos y hembras y que e x i s t a un s u b s t r a t o adecuado, ya sea nidos a r t i f i c i a l e s

o

un fondo de grava y arenas

( S e n d e j a s , l 9 8 4 ) .

Normalmente en una población s i l v e s t r e

o

en

un

c u l t i v o extensivg s o l o ocurren d e 3 a 5 desoves por hembra e l año y

Únicamente

en

c u l t i v o i n t e n s i v o podrfa o c u r r i r

el

caso antes

mencionado.

La elevada fecundidad d e l a s d i f e r e n t e s e s p e c i e s d e t i l a p i a provoca un aumento acelerado del número d e individuos, l o cuál agudiza l a competencia i n t r a e i n t e r e s p e c f f i c a por espacio y alimento, ya que a l e x i s t i r muchos organismos en

un

espacio limitado, e l alimento a s í como e l espacio v i t a l por individuo empiezan a s e r i n s u f i c i e n t e s , por l o cual l a t a s a de crecimiento s e torna l e n t a y puede l l e g a r a presentarse el establecimiento de j e r a r q u í a s , donde solo unos cuantos individuos aprovechan ,el alimento y e l grueso d e l a población s u b s i s t e con una alimentación d e f i c i e n t e . Este t i p o de poblaciones generalmente presenta una elevada heterogeneidad de t a l l a y peso, provocando que e l tamaño promedio d e organismos a cosechar sea menor a l a t a l l a comercial. A e s t e fenomeno s e l e conoce con e l nombre de

enanismo y e s muy común que s e presente en c u l t i v o extensivo donde l a poblacidn 5e d e s a r r o l l a s i n control (Rojas.1981).

En e l Congo s e r e p o r t a una produccidn de 4,325 Kg./ha. en' donde e l 70% de l o s peces son de t a l l a s menores a l o s 15 cm., qu?

a l ser cosechados ofrecen desventajas para l a comercializacion íñardach,l972). Los rendimientos r e s u l t a n muy elevados pero l a c a l i d a d del producto no

es

l a deseada. Los planteamientos de soiucidn a l problema, intentando mantener

un

control sobre e l incremento en e l ndmero de individuos, han s i d o d i v e r s o s , y entre

(8)

,

é s t o s

se

destacan l a s s i g u i e n t e s e s t r a t e g i a s :

a ) C u l t i v o de machos y hembras en j a u l a s f l o t a n t e s , donde l o s p r o d u c t o s gonatiicos

se

p i e r d e n a t r a v g s de l a r e d e v i t a f t d o s e a s í l a r e p r o d u c c i d n ( B a r d a c h , l 9 7 2 ) , é s t e método e s c o n o c i d o como " C o n t r o l p o r a r r a s t r e de huevo" y ha s i d o probado p o r Pagan en 1975 con [email protected]@..

La i n f r a e s t r u c t u r a p a r a t a l s i s t e m a r e q u i e r e de una i n v e r s i ó n i m p o r t a n t e y l a s densidades manejadas son muy e l e v a d a s p o r l o que l a a d i c i ó n de a l i m e n t o y e l m o n i t o r e o de l a c a l i d a d d e l agua son i n d i s p e n s a b l e s , además de que e l f a c t o r de p e f d i d a de a l i m e n t o aumenta ya que s o l o se puede consumir d u r a n t e e l v i a j e - de l a p a r t í c u l a a l i m e n t i c i a en l a columna de agua (Medina-Garcia,l982). E n e s t e t i p o de c u l t i v o , también es i m p o r t a n t e l a s e l e c c i ó n de l a especie, ya que s i son i n c u b a d o r e s b u c a l e s se puede p r e s e n t a r r e p r o d u c c i d n .

b ) C u l t i v o en p r e s e n c i a de un depredador de c r Í a s ; generalmente se usa a l g u n a e s p e c i e de l o b i n a p a r a mantener un b a l a n c e adecuado en l a p o b l a c i ó n . L a s t a l l a s a cosechar se i n c r e m e n t a n p e r o e l r e n d i m i e n t o p o r u n i d a d de á r e a disminuye-

( L o v i s h i n , 1974).

Es n e c e s a r i o s e l e c c i o n a r a un depredador l o s u f i c i e n t e m e n t e voraz p a r a que mantenga un n i v e l b a j o de c r í a s , p e r o que, , n o deprede a

los

j u v e n i l e s ; se t r a t a d e un modelo e c o l o g i c o .

c o m p l i c a d o de depredador-presa

.

c )

C o n t r o l p o r cosecha de c r í a s ; en donde se cosechan perio'dicamente l a s c r i a s p a r a e v i t a r l a competencia con l o s p r o g e n i t o r e s y l a s r e p r o d u c c i o n e s tempranas, Huner

(1980)

d i c e que

el

método es a p l i c a b l e en estanques pequeños, ya que en estanques de grandes dimensiones d i s m i n u y e l a e f e c t i v i d a d y

se

p i e r d e

el

c o n t r o l s o b r e l a p o b l a c i ó n , p o r l o cud1 no es recomendable s e g u i r e s t a e s t r a t e g i a en e n b a l s e s o cuerpos de agua extensos, donde p r i n c i p a l m e n t e

se

p r a c t i c a e l c u l t i v o e x t e n s i v o o

s e m i - i n t e n s i v o .

/

d ) Uso de e s t e r i l i z a n t e s . Al-Dahan (1970) e n s a y d e s t e r i l i z a r c r í a s de T i i a D i a u t i l i z a n d o agentes qufmicos, r a y o s . gama y r a y o s X o b t e n i e n d o r e s u l t a d o s prometedores, p e r o aún e l método no ha s i d o a p l i c a d o a g r a n e s c a l a .

e ) C o n t r o l p o r a l t a s densidades;

se

t r a b a j a con a l t a s

densidades de organismos en l o s estanques de engorda, l a e s t r u c t u r a de t a l l a s debe de s e r muy homogc'nea p a r a que se p r e s e n t e una verdadera i n h i b i c i d n o r e d u c c i o h en l a r e p r o d u c c i d n y no se vea t a n a f e c t a d a l a t a s a de c r e c i m i e n t o en peso (Pagan, 1975; A l l i s o n , 1976), l o que i m p l i c a l a d e t e r m i n a c i d n p r e c i s a d e l máximo ncfmero de i n d i v i d u o s s o p o r t a b l e en l o s estanques y un c o n t i n u o c u i d a d o d e l n i v e l de o x i g e n o y amonio en

el

agua.

(9)

."

-.

L

L

c

I

f )

C u l t i v o

monosexuado,

e n

el que

el

c o n t r o l s o b r e l a reproducción

se

basa e n el uso d e organismos d e un solo sexo,

generalmente se u t i l i z a n machos p u e s &tos presentan

un

tamaro mayor a l d e l a hembra y mantienen s u t a s a d e c r e c i m i e n t o c o n s t a n t e e independiente d e l o s p e r í o d o s d e reproducción, as1, l a densidad d e c a r g a e n

l o s

estanques d e engorda

se

mantiene c o n s t a n t e y l a producción que

se

o b t i e n e es homogehea y d e b u e n

tamaño (Preto,1979).

,

Dentro d e 105 c u l t i v o s monosexuados

se

pueden c i t a r

tres

modalidades p r i n c i p a l m e n t e :

1 )

Reversión

d e sexos.-

Generalmente

se

a p l i c a n d d s i s d e

hormonas a

l a s

crl'as ídespuek d e r e a b s o r b e r el s a c o v i t e l i n o ) provocando una r e v e r s i ó n d e hembra a macho, obtenidndose

un

monosexuado d e dnicamente machos.

Los

and,robenos mdii

comunmente

u t i l i z a d o s son e t i l - t e s t o s t e r o n a ( E T ) y l a metil- t e s t o s t e r o n a

(PIT); también

se

u t i l i z a n e s t r d g e n o s como el d i e t i l b e s t r o l (DES)

y el

estrone

(E) (Taymen y C h e l t o n , i 9 7 8 ) . Cualquiera d e l a s hormonas

se

s u m i n i s t r a p o r

v f a

o r a l , ya que se mezcla con el alimento, el cual es a d i c i o n a d o v a r i a s v e c e s a l d f a . ' E l

p o r c e n t a j e d e hembras r e v e r t i d a s depende d e l a c o n c e n t r a c i ó n d e

hormona empleada, el tiempa d e t r a t a m i e n t o ( G u e r r e r o , l 9 7 6 ) , l a temperatura y l a densidad d e c a r g a ( S e l t o n y Hodri'guez,iSBl).

Actualmente

solo

se

ha probado e n forma experimental y

s u

a p l i c a c i d n a gran e s c a l a p u e d e ser muy c o s t o s a .

2 ) Separacidn d e sexos.- Este

f i n

se l o g r a mediante el sexado

manual, que puede

ser

mds e f i c i e n t e u t i l i z a n d o

tintes como:

solucidn d e v e r d e d e malaquita

o

d e azul d e metileno y t i n t a c h i n a ; l a metodologfa i m p l i c a mucha manipulacicfn y p o s i b l e s

leóiones

a

l o s

organismos I P r e t o , i 9 8 1 ) .

En

r e a l i d a d el método

no

es p r e c i s o ya que S O 1 0 105

p i s c i c u l t o r e s con mucha e x p e r i e n c i a l o g r a n una separacidn d e machos y hembras con un b a j o p o r c e n t a j e d e mezcla; p e r o

e n

el

caso d e sembrarse *ea5 d e e s t a n q u e r f a muy e x t e n s a s , l a

p o s i b i l i d a d d e

error

aumenta a l i g u a l que los c o s t o s .

3 ) Hibridación.- Consiste e n l a c r u z a d e d i f e r e n t e s

especies

d e

Iil-eia

y Sarotherodon con el f i n d e obtener camadas

c o n s t i t u i d a s unicamente por machos o a l menos

con

un

e l e v a d o p o r c e n t a j e d e &tos (Ancrhimo,i969 ; P r e t t o , l 9 8 1 ) .

(10)

H i c k l i n g

e n

1968, f u é d e

los

p r i m e r o s

en

l o g r a r

una

cruza mediante l a cuál obtuvo una generacidn de 100% machos,

& t o

l o

l o g r d h i b r i d a n d o

c.

mossambLcgg

hembra

con

1.

hornorum

macho. Y

a

p a r t i r d e este t r a b a j o , d i f e r e n t e s a u t o r e s han determinado d i v e r s a s c r u z a s i n t e r e s p e c í f i c a s d e l a s c u a l e s se o b t i e n e n camadas con

un

a l t o p o r c e n t a j e d e machos.

Ya

que

se

cuenta

con

p o b l a c i o n e s monosexuadas d e machos, se

l o g r a s u p r i m i r t o t a l m e n t e l a reproduccidn e n

los

estanques d e

engorda y a l

mismo

tiempo una

mejora

e n

el ritmo

d e c r e c i m i e n t o , t r a d u c i e h d o s e e n mejores r e n d i m i e n t o s por h e c t á r e a a l año.

Un punto determinante para

el

é x i t o

d e l a h i b r i d a c i ó n ,

es el

d e c o n t a r con

lotes

d e r e p r o d u c t o r e s conformados por i n d i v i d u o s d e

l í n e a s

100% puras; l o cual

es

d i f í c i l ya que

entre

l a s d i f e r e n t e s e s p e c i e s d e ambos ge’neros

no,

e?:iste ningdn t i p o d e a i s l a m i e n t o r e p r o d u c t i v n ( químico, f i s i c o o b i o l 6 g i c o ) que impida

su

c r u z a y f e r t i l i z a c i ó n .

Por o t r a p a r t e debe d e c o n s i d e r a r s e que el manejo d e r e p r o d u c t o r e s d e

l í n e a s

puras i m p l i c a t a m b i e n l a buisqueda d e c a r a c t e r í s t i c a s que conduzcan a un mejoramiento g e n é t i c o d e l

producto, por e l l o , d e n t r o d e

l o s

sistemas

d e c u l t i v o se busca mantener organismos con el mejor crecimiento somático y b a j o este c o n c e p t o se h a b l a d e p e c e s cuyo cambio d e c o r p u l e n c i a durante l a v i d a

sea

e l e v a d o , e n

s í

el c r e c i m i e n t o es el r e f l e j o

m u l t i v a r i a b l e d e f a c t o r e s

extrínsecos

e

intrínsecos

a l organismo, t a l e s

como,

l a temperatura, el a l i m e n t o , l a edad, el

sexo,

l a densidad d e c a r g a , l a sanidad y 105 f a c t o r e s g e n é t i c o

h e r e d i t a r i o s . Con r e s p e c t o a este Ú l t i m o el

mejor

c o n t r o l que

se

puede e s t a b l e c e r es a n i v e l d e selección d e r e p r o d u c t o r e s , s i e n d o que el c r e c i m i e n t o n o se mide d i r e c t a m e n t e

sino

a t r a v é s d e i n d i c a d o r e s a s o c i a d o s (para’metros m e r f s t i c o s ) y 105 organismos con mejores c u a l i d a d e s

morfome?tricas

aseguran l a continuidad d e

é s t a s

e n

l a p r o g e n i e .

D e n t r o d e los p r i n c i p a l e s i n d i c a d o r e s r e l a c i o n a d o s con el c r e c i m i e n t o se t i e n e n 105 incrementos

e n

l o n g i t u d ( t o t a l , patrón

y a l t u r a ) y e n el peso, y aunque e x i s t e n r e l a c i o n e s con el peso

y alguna l o n g i t u d para d e t e c t a r i s o m e t r i c i d a d o a l o m e t r i c i d a d d e

c r e c i m i e n t o , Medina-Grcía

e n

1976, propone

una

c o r r e l a c i d n m u ’ l t i p l e

entre

el peso, l a a l t u r a y l a l o n g i t u d como herramienta d e i d e n t i f i c a c i ó n d e l estado d e c o n d i c i d n

o

d e robustez d e l

organismo, d i c h o i n d i c a d o r ’ s e l e conoce

como

f a c t o r d e c o n d i c i d n m ú l t i p l e o

KM,

q u e según su autor e s t a ‘ r e l a c i o n a d o con el

p o t e n c i a l r e p r o d u c t i v o , tamaño y s u p e r v i v e n c i a d e huevos y

a l e v i n e s ,

además d e r e p r e s e n t a r el e s t a d o d e salud y n i v e l d e gordura d e l pez (Medina-Garcfa et a l I 1980)-

La

selección d e r e p r o d u c t o r e s t r a d i c i o n a l m e n t e se ha

r e a l i z a d o t a n 5ÓlO tomando e n cuenta c r i t e r i o s , c u a l i t a t i v o s

(Anónimo,

1981;Bardach, 1972;Lagler, 1977). P e r o actualmente se

cuenta

con t r a b a j o s

recientes,

que

consideran

c r i t e r i o s c u a n t i t a t i v o s , basados p r i n c i p a l m e n t e e n parámetros morfomdtricos

(11)

.

.-

I

...

I

c

L _

y sus i n t , e r r e l a c i o n e s .

Algunos a n t e c e d e n t e s que se t i e n e n r e l a c i o n a d o s con e s t e t i p o de t r a b a j o , son l o s s i g u i e n t e s :

P r e t t o (1979) e s t a b l e c e en sus t r a b a j o s de h i b r i d a c i ó n , que l a s e l e c c i ó n de r e p r o d u c t o r e s debe l l e v a r s e a cabo desde que é s t o s se e n c u e n t r a n en e s t a d o de a l e v i n , en l o s cuales, l a v e l o c i d a d de c r e c i m i e n t o sea d p t i m a y l a s c a r a c t e r f s t i c a s m o r f o l d g i c a s se aproximen

lo

mas p o s i b l e a l a s d e s c r i t a s p a r a l a especie; en g r a n j a s d e s t i n a d a s a l a p r o d u c c i ó n de c r f a s , l a r e n o v a c i d n de é s t o s debe de s e r a l menos cada dos años.

Se h a e s t a b l e c i d o que 105 r e p r o d u c t o r e s de

' @ l g ~ & a

deben p r e s e n t a r l a s s i g u i e n t e s c a r a c t e r í s t i c a s : Edad de 6 meses a un año, t a l l a de 12 a 15 cm., peso de 100 a 500 gramos, cabeza y c o l a pequenas, s i n malformaciones y 1 i . b r e s de p a r d s i t o s , hongos u o t r o s organismos patdgenos (Anónimo, 1981).

S i d d i q u i (1977) t r a t a de o b t e n e r una r e l a c i d n e n t r e e l peso, l a l o n g i t u d y e l peso gonadal con l a f e c u n d i d a d de l a

-

1 . l e u c o s t i c t a

---

en d i f e r e n t e s épocas d e l año, y se v a l e de r e g r e s i o n e s p a r a apoyar sus r e s u l t a d o s .

Someren en 1960 también u t i l i z a métodos e s t a d f s t i c o s p a r a r e l a c i o n a r l a l o n g i t u d y e l peso, e s t a b l e c i e n d o que hay un d i m o r f i s m o en c u a n t o a c r e c i m i e n t o e n t r e machos y hembras de

1.

DhQE!.

L a s bases p a r a l a s e l e c c i ó n de r e p r o d u c t o r e s a p a r t i r de d a t o s m o r f o m d t r i c o s son t r a t a d a s p o r Medina-Garcfa í1980), K u r i - N i v o n e t a l , (1980) en d i v e r s a s p u b l i c a c i o n e s en l a s c u a l e s toman como l i n e a m i e n t o s métodos e s t a d f s t i c o s de r e g r e s i o n e s , mediante l o s c u a l e s se d e t e r m i n a e l ' e s t a d o de r o b u s t e z d e l per y una r e l a c i d n de l o n g i t u d y a l t u r a que puede s e r v i r como c r i t e r i o de s e l e c c i d n . En 1980 Medina y Mdrques r e a l i z a n un t r a b a j o donde proponen una s e r i e de s u g e r e n c i a s c u a n t i t a t i v a s p a r a l a s e l e c c i ó n de t r u c h a a r c o i r i s (

salmo

G$iyb'gtL

) ; Franco et.a1.,11982) r e a l iz a r o n t r a b a j o s s i m i l a r e s en c a r p a h e r b í v o r a (Ckenooha-.

rYDQQb0'

idelus).

La h i b r i d a c i b n de t i l a p i a ha s i d o t r a t a d a p o r muchos a u t o r e s de d i f e r e n t e s p a í s e s , o b t e n i e n d o 105 r e s u l t a d o s que s e . muestran en e l c u a d r o No.1

I

Dependiendo d e l t i p o d e a l i m e n t a c i ó n , l a r e l a c i o ' n hembra

-

macho, l a densidad de c a r g a y e l peso de 105 p r o g e n i t o r e s , a s í

!

coho de l a s e s p e c i e s que se u t i l i c e n en l a h i b r i d a c i o h , e l número I

de a l e v i n e s que se generan p o r hembra, v a r í a de 100 a 10Ci0

-9-

c

(12)

. I

..

.

.

CUADRO No. 1

Hibridación de d i f e r e n t e s e s p e c i e s de t i l a p i a :

P r e t t o (1981) 7 5 9 5 %

.loo% 100%

Avault y S h e l l (1968)

I

!

-10-

L

(13)

.

.. .

I ".

OBJETIVOS

A )

Obtención

de

progenie

100%

machos,

mediante el

entrecruzamiento d e líneas puras de reproductores de

LílaeLa

y

SacQthecobQ'.

E)

Valorar

estadísticamente

el

comportamiento

de las

relaciones morfomdtricas de diferentes demes poblacionales de

tlapia.

C )

Estableceor

criterios

cuantitativos

de

selección

de

reproductores de tilapia mediante el uso del factor de condición

múltiple

y

s u s niveles en base a datos muestreales de diferentes

demes.

(14)

I .

.

.

MATERIAL Y

MÉTODOS

H i b r i d a c i d n :

I n i c i a l m e n t e se nos dono'un l o t e de r e p r o d u c t o r e s sexual'mente maduros de

I . ~ F & & i l ; a

y 1 . m e l a n o e l g g g p r o c e d e n t e s d e l C e n t r o p i s c í c o l a de Tezontepec de Aldama, H i d a l g o y pocos meses después se nos f a c i l i t ó o t r o l o t e de S.mossambil;gs y 1.hornorum d e l C e n t r o p i s c f c o l a Fernando Obregdn, Morelos.

Ya contando con r e p r o d u c t o r e s

se

p l a n e d el e n t r e c r u z a m i e n t o i m b r i c a d o de l a s d i f e r e n t e s especies, con e l o b j e t o de d e t e r m i n a r a p a r t i r de c u a l c o n b i n a c i d n se p o d r í a l o g r a r e l mayor p o r c e n t a j e de machos, en l a p r i m e r a generacioh; y p o s t e r i o r m e n t e se p o d r í a s e g u i r e l d e s a r r o l l o de cada c o o r t e p a r a d e t e r m i n a r s u . m o r t a l i d a d y v e l o c i d a d de c r e c i m i e n t o ; de t a l forma que a l f i n a l se c o n o c e r í a : Q u é p o r c e n t a j e de machos r e s u l t a de cada c r u z a y qué camada p r e s e n t a m e j o r e s c a r a c t e r ~ s t i c a s p a r a e l c u l t i v o .

Antes de implementar l a s c r u z a s y desoves, se p r o c e d i ó

a

l a i d e n t i f i c a c i ó n de algunos i n d i v i d u o s de cada l o t e p a r a asegurar que no h u b i e r a c o n f u s i ó n en e l manejo de l a s d i f e r e n t e s especies.

L a i d e n t i f i c a c i ó n se l l e v d a cabo u t i l i z a n d o l a c l a v e de Lee- G a b r a i l a n y C a s t r o (1976); presentahdose en t o d o s l o s casos problemas con l a i d e n t i f i c a c i ó n , ya que a l no r e u n i r l o s i n d i v i d u o s t o d a s l a 5 c a r a c t e r f s t i c a s señaladas, no se l e s p o d f a u b i c a r d e n t r o de n i n g u n a especie, p o r l o c u á l se t r a t ó de e s t a b l e c e r c o n t a c t o con l a U n i v e r s i d a d de Auburn, Alabama, USA p a r a que se nos ayudara a s o l u c i o n a r e l problema; pero, no se o b t u v o n i n g u n a r e s p u e s t a y l a p u r e z a de l a s ii'neas permanecio' en duda.

Por o t r o l a d o en p l á t i c a s s o s t e n i d a s con l o s j e f e s de c e n t r o de Tezontepec y de Fernando Obregoh, se nos dSd a conocer que l a c r u z a comunmente u t i l i z a d a en México, p a r a l a p r o d u c c i ó n de c r f a s h f b r i d a s de t i l a p i a es l a de S . @ ~ ~ s a m b i c u s hembra y 1.hgrnorum macho, a p a r t i r de l a c u a l se o b t i e n e una p r o g e n i e con un

60-65%

de machos, s i e n d o que H i c k i n g ( 1 9 6 9 ) , St.Amant (1966) y P r e t o (1981) o b t u v i e r o n p r o g e n i e s con un 100% de machos. & t o nos hace pensar que cuando se i m p o r t a r o n los l o t e s de r e p r o d u c t o r e s , e l c o n f i n a m i e n t o p o r e s p e c i e no fue'el adecuado, l o c u a l p e r m i t i ó l a mezcla s i n c o n t r o l de l a s d i f e r e n t e s especies, dando o r i g e n a nuevas c o o r t e s q5e p o s t e r i o r m e n t e se d e s t i n a r o n p a r a l a p r o d u c c i d n de c r i a s , l o c u á l t r a j o como consecuencia poca e f e c t i v i d a d e n . l a g e n e r a c i o 6 de camadas con a l t o p o r c e n t a j e de machos a p a r t i r de l a h i b r i d a c i ó n . E s t e caso se p r e s e n t a en d i f e r e n t e s c e n t r o s p i s c C c o l a s de l o s e s t a d o s de Morelos, H i d a l g o , Oaxaca, G u e r r e r o y Tabasco

.

(15)

e s p e c i e s puras.

Dadas e s t a s c i r c u n s t a n c i a s no

fud

p o s i b l e a l c a n z a r e s t e o b j e t i v o r e f e r e n t e a l a h i b r i d a c i ó n y l a l í n e a de i n v e s t i g a c i ó n queda a b i e r t a b a j o e l p l a n t e a m i e n t o a r r i b a c i t a d o .

Se muestrearon organismos de d i f e r e n t e s l o c a l i d a d e s y de cada organismo se o b t u v o l a l o n g i t u d t o t a l , que abarca desde l a p u n t a d e l h o c i c o a l a p u n t a de l a c o l a , l o n g i t u d p a t r á n , que va de l a p u n t a d e l h o c i c o a l pedúnculo caudal, l a a l t u r a , que se mide de l a p a r t e i n f e r i o r d e l abddmen a l a p a r t e s u p e r i o r del d o r s o y e l peso; se u t i l i i o ’ u n i c t i o í n e t r o de p r e c i s i ó n h a s t a de 1 mm. y una b a l a n z a romana con p r e c i s i ó n de 1 g r (Holden & R a i t t , 1 9 7 4 ) .

En e l caso de que

l a

p o b l a c i ó n f u e r a s i l v e s t r e se u t i l i i o ’ u n a embarcación de 10 p i e s de e s l o r a y un c h i n c h o r r o de 30 m. de l a r g o , p o r 1.5 m. de ancho y l u i de m a l l a de 1.5 cm.

Todo e l c o n j u n t o de d a t o s se ordeno‘en e l s i s t e m a EDITOR HP- 3000 d e l c e n t r o de cómputo de l a UAM-I con e l s i g u i e n t e orden :

________________________________________--_---_---

No.de/ L u g a r / Fecha / l o n g i t u d / l o n g i t u d / a l t u r a / peso/ e s p e c i e

o r g

.

t o t a l p a t r ó n

________________________________________---_---_-

Se generaron un t o t a l de 8 a r c h i v o s tomando en c u e n t a e l

l u g a r , l a e s p e c i e y e l t i p o de h a b i t a t , con e l f i n de f a c i l i t a r

su manejo.

Se e s t r u c t u r a r o n b programas en l e n g u a j e FORTRAN I V p a r a c o r r e r l o s s o b r e l o s d i f e r e n t e s a r c h i v o s p a r a generar l a s i g u i e n t e i n f ormac i ¿n :

PROGRAMA 1 : Regresiones en base a l o n g i t u d t o t a l ; se o b t i e n e l a ordenada a l o r i g e n ( a ) , l a p e n d i e n t e ( b ) y e l c o e f i c i e n t e de c o r r e l a c i ó n ( r ) p a r a l a s s i g u i e n t e s r e g r e s i o n e s : Peso / l o n g i t u d t o t a l , l o n g i t u d p a t r o 6 / l o n g i t u d t o t a l , a l t u r a / l o n g i t u d t o t a l y tambiéh l a ordenada en e l o r i g e n ( a ) y l a s p e n d i e n t e s ( b ) y

(c)

d e l a r e g r e s i ó n m u l t i p l e p o t e n c i a l e n t r e ; peso / l o n g i t u d t o t a l / a l t u r a .

PROGRAMA

2

: KM y ETE; se o b t i e n e e l KM a p a r t i r de cada . t e r n a de d a t o s y se r e g r e s i o n a con l a l o n g i t u d t o t a l , r e s u l t a n d o una ordenada en e l o r i g e n ( A ) y una p e n d i e n t e

iB),

además d e l ETE d e l KM.

PROBRAMA 3 : N i v e l e s de KM; o b t i e n e e l n i v e l de KM de cada i n d i v i d u o , e l n i v e l de KM promedio p o b l a c i o n a l y

su

d e s v i a c i 6 ñ t í p i c a .

(16)

l a d e s v i a c i h s t a n d a r d p a r a cada p o b l a c i ó n .

PROGRAMA 5 : ETE p a r a a l t u r a ; r e g r e s i o n a en forma l i n e a l l a a l t u r a y l a l o n g i t u d t o t a l p a r a obtener l a ordenada en el o r i g e n

( A ) , l a p e n d i e n t e de l a r e c t a ( 6 ) y e l ETE de l a a l t u r a .

PROGRAMA 6 : T a b l a de s e l e c c i ó n ; u t i l i i a n d o algunas de l a s c o n s t a n t e s o b t e n i d a s

se

genera una t a b l a p a r a l a s e l e c c i ó n de r e p r o d u c t o r e s , basada en d a t o s morfométricos, donde se p r e s e n t a n d i f e r e n t e s opciones por cada t a l l a que se e n c u c n t r e e n t r e l o s

100 y 500 mm.

Las r e g r e s i o n e s e n t r e d i f e r e n t e s parametros que se e f e c t ú a n mediante e s t e paquete de programas son:

PARAMETROS T I P O DE REGRESIÓN

___________________---

1.- p e s o / l o n g i t u d t o t a l P o t e n c i a l

2.- i o n g . t o t a i / i o n g . p a t r ó n L i n e a l 3.

-

a l t u r a / l o n g . t o t a l L i n e a l 4.- KM / l o n g . t o t a l L i n e a l 5.- p e s o / l o n g . t o t a l / a l t u r a

6.- a l t u r a / l o n g . t o t a l p o t e n c i a l

m ú i t i p l e p o t e n c i a i

La metodo1og:a esta' basada en l o s s i g u i e n t e s pasos:

1 . - Se r e g r e s i o n a n d i f e r e n t e s para'netros m o r f o m é t r i c o s , p a r a saber que t a n c o r r e l a c i o n a d o s e s t á n y qu& comportamiento presentan, también conociendo l a p e n d i e n t e de

l a

r e g r e s i ó n e n t r e peso y l o n g i t u d t o t a l , se puede conocer que t i p o de c r e c i m i e n t o p r e s e n t a e l organismo en e s t u d i o .

.

2.- Se e f e c t u ' a una r e g r e s i ó n m ú l t i p l e p o t e n c i a l e n t r e p e s o / l o n g . t o t . / a l t u r a . Las c o n s t a n t e s de r e g r e s i o k son o b t e n i d a s mediante un s i s t e m a de ecuaciones simultzfneas con 3 i n c ó g n i t a s :

Ecuación 1

Donde:

S símbolo de s u m a t o r i a

x

=

l o n g i t u d t o t a l y

=

a l t u r a

(17)

,,,.

L

.

....

.._

z

=

peso

N = número de organismos

a,b,c

=

c o n s t a n t e s a d e t e r m i n a r

( K u r i - N i v o n , 1980).

3.- Ya determinadas l a s c o n s t a n t e s de r e g r e s i ó n se puede o b t e n e r e l e s t a d o de r o b u s t e z d e l pez KM( f a c t o r de c o n d i c i ó n m ú l t i p l e ) mediante l a s i g u i e n t e ecuacibn:

W

>: 100

K M

=

___---___

b C

L

x

a

Donde:

KM

=

f a c t o r de c o n d i c i d n m d l t i p l e W

=

peso

L

=

l o n g i t u d t o t a l A

=

a l t u r a

b,c

=

c o n s t a n t e s de r e g r e s i o h i p e s o / l o n g . t o t . / a l t u r a )

( Medina-Barcia, 1976)

4.- Conociendo e l KM p a r a cada t e r n a de d a t o s ( i n d i v i d u o ) , se e f e c t d a l a r e g r e s i ó n l i n e a l K M / l o n g . t o t a l p a r a d.eterminar " a " que es l a ordenada en e l o r i g e n y " b " que es l a p e n d i e n t e de una r e c t a .

a

=

N ( S x y )

-

( C x ) ( S y )

Donde:

a

=

ordenada en e l o r i g e n b

=

p e n d i e n t e de l a r e c t a

S

=

s í m b o l o de s u m a t o r i a

x

=

l o n g i t u d t o t a l y = KM

N

=

número de organismos

( K u r i - N i v o n , 1980).

5.- Conociendo " a " y " b " se puede d e t e r m i n a r

el

ETE que e s una medida de d i s p e r s i ó n y nos i n d i c a q u é t a n homogénea o heterogenea es l a poblacio%, adema's a p a r t i r d e l ETE

se

pueden e s t a b l e c e r los n i v e l e s de KM

(18)

Y

N

Donde:

,

ETE = e r r o r t í p i c o de l a e s t i m a

y

=

KM

x

=

l y n g i t u d t o t a l

nuyngrp d l organjsmps s m o o e s m a o r a

( Kuri-Nivon, 1980)

Conociendo e l ETE se puede saber cud1 es

el

KM dptimo mediante l a s i g u i e n t e ecuación:

KM op.

=

( a

+

bL)

+

ETE

Donde;

ETE

=

e r r o r t Í p i c o de

la

e s t i m a KM/ l o n g , t o t a l

a

=

ordenada en

el

o r i g e n b

=

p e n d i e n t e de

l a

r e c t a L

=

l o n g i t u d t o t a l

( Medina-Garcfa e t a1,1980).

6.- Ya que se conoce

el

KM p a r a cada organismo,

así

cdmo e l KM r e g r e s i o n a l y

el

ETE, p a r a l a r e g r e s i o h l i n e a l de K M / l o n g . t o t a l , se pueden e s t a b l e c e r 8 n i v e l e s de KM :

E C U A C I ~ N NIVEL

NKM = a

+

bL

+

1.15 ETE

NKM

=

a

+

bL

+

0.68 ETE

NKM

=

a

+

bL

+

0.32 ETE

NKM = KM promedio

NKM

=

a

+

bL

-

6.32 ETE

NKM = a bL

-

0.68 ETE

NKM

=

a

+

bL

-

1.15 ETE

Donde :

NKM

=

8 n i v e l e s de KM

(19)

a

=

ordenada

en

el o r i g e n b = pendiente de l a r e c t a

L

=

l o n g i t u d t o t a l

ETE

=

error

t f p i c o de l a estima KM/ long. t o t a l 1.15;0.68;0.32

=

Representan los delimitadores que

contienen el 12.5% de cada n i v e l , tanto en el

área

p o s i t i v a como negativa.

( Medina-GarcÍa ,1983 )

7.- Determinando el NKM para cada organismo, se procede a sacar

el promedio de NKM para cada población y su desviación standard, p a r a luego g r a f i c a r s e y

tener

puntos de comparacidn

m á s

f á c i l e s de i n t e r p r e t a r .

NKM promedio

=

CNKM

N

N - 1

Y

i

Wayne, 1982 1. Donde

NKM

=

n i v e l de robustez

N

=

número de organismos

DESV

=

desviacidn standard

NKM prjmedio

=

promedio d e l n i v e l d e robustez

C

=

simbolo d e sumatoria

I

8.- Se e f e c t ú a una r e g r e s i ó n l o n g i t u d t o t a l para obtener el mdtodo antes d e s c r i t o ) y a s í s e

A op. = ( a

+

bL)

+

ETE a l t u . Donde :

A op = a l t u r a óptima

( Medina-Garcfa, 1983 )

l i n e a l entre l a a l t u r a y l a

ETE de l a a l t u r a (se u t i l i z a el puede conocer l a a l t u r a óptima

.

a = ordenada e n el o r i g e n í r e g r e c i o n AIL)

b

=

pendiente de l a r e c t a ( r e g r e s i o n A/L)

L = longitud t o t a l

ETE a l t u

=

€TE d e l a a l t u r a

(20)

9.- P a r a l a s e l e c c i ó n de r e p r o d u c t o r e s tambien es n e c e s a r i o conocer e l peso dptimo, p o r medio de l a s i g u i e n t e ecugción:

b C

W op.

=

KM op. x L s

A

op.

_-__-________________

8

N

10

Donde :

w

op.

=

peso ó p t i m o KM op. = KM ¿pti,mo A op. = a l t u r a o p t i m a

L

=

l o n g i t u d t o t a l

10

=

p a r a f a c i l i t a r

e

manejo de 3s da 3s

b

y

c

=

c o n s t a n t e s de r e g r e s i d ; m ú l t i p l e ( W / L / A )

( Medina-Qarcía e t a l , l 9 8 0 )

10.- F i n a l m e n t e l a t a b l a p a r a s e i e c c i d n de r e p r o d u c t o r e s se e l a b o r a tomando en c u e n t a l o s v a l o r e s ó p t i m o s p a r a cada paraÍnetro y l a s s i g u i e n t e s c o n s t a n t e s determinadas d u r a n t e e s t e proceso :

P e n d i e n t e de regresi. m ú l t i p l e W / L /

A

----

CMB

P e n d i e n t e de r e g r e s i o n m ú l t i p l e W / L /

A

----

CMC

Ordenada en e l o r i g e n de l a r e g r e s i ó n l i n e a l KM/L

----

a P e n d i e n t e de l a r e g r e s i o h l i n e a l KM/L

---

b

E r r o r t f p i c o de l a e s t i m a p a r a l a r e l a c i ó n KM/L

---

E T E l

Ordenada en e l o r i g e n de l a r e g r e s i d l i n e a l A / L

----

A P e n d i e n t e de l a r e g r e s i u h l i n e a l A / L

---

A

E r r o r t í p i c o de l a e s t i m a p a r a l a r e l a c i o ’ n A / L

---

ETEZ I

Se r e a l i z a n una s e r i e de ecuaciones mediante l a s c u a l e s p a r a cada l o n g i t u d se o b t i e n e n 3 o p c i o n e s de a l t u r a y p a r a cada a l t u r a 4 o p c i o n e s de peso, de modo que se t i e n e n 12 d i f e r e n t e s p o s i b i l i d a d e s de e l e c c i o ’ n p a r a cada t a l l a e n t r e 100 y 500 mm.

Las ecuaciones u t i l i z a d a s son:

A l t u . = (

A

+

BL )

+

ETE2 s 1.15; 0.68; 0.32; promedio

I

KM

’=

( a

+

bL )

+

E T E l s 1.15; 0.68; 0.32; promedio I

De e s t a forma se o b t i e n e n p o r cada l o n g i t u d 4 d i f e r e n t e s o p c i o n e s de a l t u r a y o t r a s 4 de KM, que van de lo ofititno, que es e l v a l o r que semobtiene a l u t i l i z a r 1.15, h a s t a l o r e g u l a r , que

se o b t i e n e u t i l i z a n d o l o s de 0.32 y d e l promedio.

Ya determinados l o s v a l y e s de KM y A l t u r a p a r a cada caso, se e f e c t ú a l a s i g u i e n t e ecuacion:

(21)

CMB CMC

W

=

( KM X L x A l t u ) f 100

(CTE) ( 2 ) (G!)

Donde:

A l t u = a l t u r a

KM

=

grado de robustez L = l o n g i t u d t o t a l

W

=

peso

CMB

a , b y E T E l = Constantes de l a r e g r e s i ó n l i n e a l KM/L A , B y ETE2 = constantes d e l a r e g r e s i ó n l i n e a l A/L

1.15;0.68;0.32;prom

=

representan l o s n i v e l e s d e ETE CTE = Exresa l a combinacidn de c a r a c t e r f s t i c a s d e

CMC

=

constantes de r e g r e s i d n m ú l t i p l e

a l t u r a y KM en cada ecuacidn

d e 0.32 y promedio. promedi

o.

Z

=

Expresa desde el kM obtimo d e 1.15 hasta un KM

CI

=

Expresa desde l a a l t u r a o$tima hasta l a a l t u r a

Tabla No. 2.

(Medina-Garcia,

1985)

KM / ALTURA 1.15

0.68

o.

32 promedi o

S i observamos l a t a b l a No. 2,

se

puede notar que cada animal d e una l o n g i t u d dada, p o d r á tener una serie d e opciones p a r a s u a l t u r a y KM, según el n i v e l correspondiente. Por ejemplo, tener una a l t u r a que l o ubique en el n i v e l 8, o s e a a r r i b a d e l v a l o r standard 1.15, l o c o l o c a en l a columna 1 del cuadro c i t a d o ; dependiendo por su p a r t e , d e l peso qye posea con e s t a s caracter)ticas de a l t u r a y longitud, tendra a su

vez

un n i v e l d e

KM e s p e c i f i c o , que l o colocar<a e n algún cuadro d e l a columna uno; a s i , si cayera

en

e l cuadro 1, r e p r e s e n t a r i a un animal que t i e n e una a l t u r a en el n i v e l 8 y que a s u vez s u peso

lo

u b i c a

tambien en el n i v e l

8

( l í m i t e i n f e r i o r 1.15 ETE ) ; en o t r o

ejemplo si un animal cayera en el cua,dro 9 , t e n d r f a una a l t u r a d e l n i v e l 8 y un peso del n i v e l 6 ( limite inferior 0.32 ETE ) .

Se

ha manifestado que a l s e l e c c i o n a r reproductores

se

d á p r i o r i d a d

a

l a

a l t u r a s o b r e el KM, ya que l a primera

está

ma's

(22)

.,..

.

..

.

c

....

a s o c i a d a a l genoma que a l ambiente, y e l e s t a d o de g o r d u r a p o r su

p a r t e , e s t á m á s asociado a l ambiente. Asf a n i m a l e s que d u r a n t e su p r i m e r a s e l e c c i d ? cayeran en n i v e l e s de KM b a j o s , pueden s e r a l i m e n t a d o s e s p e c i a l m e n t e p a r a o b t e n e r un n i v e l mayor y l o g r a r con e l l o m e j o r e s e f e c t o s en e l p o t e n c i a l r e p r o d u c t i v o . Es p o r é s t o que solo se c o n s i d e r a n v a l o r e s de a l t u r a s u p e r i o r e s a l

promedi

o.

1

(23)

RESULTADOS

La mayor p a r t e de l o s r e s u l t a d o s de este t r a b a j o estdn

expresados

en

13 t a b l a s ( t a b l a s 3 -15 ) , por l o cuál para

f a c i l i t a r el uso de l a s t a b l a s , incuimos una pequeña explicac'idn

en cada caso:

/

I

Tabla No.3; Resume el muestre0

en

cada una de l a s cuatro ~

l o c a l i d a d e s v i s i t a d a s y agrupa a l o s organismos por e s p e c i e y l u g a r

.

Tabla No.4; en e s t a t a b l a se encuentran todas l a s sumatorias y constantes obtenidas de l a s s i g u i e n t e s

,

r e g r e s i o n e s . - p e s o / l o n . t o t . / a l t u r a , peso / l o n g . t o t a l , long.patron/long.total y a l t u r a / l o n g t o t a l .

Tabla No.5; Esta t a b l a contiene t a n t o l a s sumatorias, como l a s constantes d e l a r e g r e s i ó n l i n e a l KM/longitud t o t a l , a s í como el ETE d e l KM.

Tabla No.6; A l i g u a l que l a t a b l a a n t e r i o r , contiene l a s sumatorias y , l a s constantes d e l a regresión l i n e a l a l t u r a / l o n g i - .tud t o t a l , as1 como el ETE de l a a l t u r a .

Tablas No.7-13; basicamente contienen los promedios de l a

longitud t o t a l , patro/n, a l t u r a y peso, a s f como l a desviación t f p i c a , d e cada pardmetro, por l o c a l i d a d y por e s p e c i e .

Tabla No.14; es un resumen del NKM promedio y s u desviación t f p i c a , separando e s p e c i e s y l o c a l i d a d e s

.

Tabla No.15; a l i g u a l q u e ' l a t a b l a a n t e r i o r

e,%

un

resumen del

promedio de l a longitud t o t a l y

su

d i s p e r s i o n por e s p e c i e y l o c a l i d a d .

En todas l a s t a b l a s se incluyen t a n t o l a s sumatorias as: como l a s d i f e r e n t e s constantes obtenida,s, con el f i n de que facilmente

se pueda obtener l a informacion r e q u e r i d a para d e s a r r o l l a r e s t u d i o s complementarios o si existe alguna duda, s e pueda

comprobar r api damen t e.

Se muestrearon un t o t a l d e 1840 organismos en 4 l o c a l i d a d e s

que abarcaban t a n t o cuerpos de agua n a t u r a l e s ,

como

p i s c i f a c -

t o r i a s .

(24)

TABLh

No. 3

Muestre0

d e

tilapia en diferentes localidades:

Lago de

el RODEO

1.

ni lotica

silvestre

53

Lago d e COATETELCO

1.

nhlotica

si

1 vesrte

180

De

cada individuo se

obtuvo:

1 . -

longitud total

2.-

longitud patrón

3.-

altura

4 . -

peso

5.-

especie

6.-

tipo d e hdbitat

7 . -

localidad

del

muestreo

8.-

fecha del muestreo

(25)

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388917.0000

S T C R I P DE COr¡G.TOTAC=

A T O R I A DE A L T U R A = 1 2 8 4 4 9 . 0 0 0 0

A DE LONG.TOT.2: 90296944.0000

A ' : D € ALTIJRA 2= 1 0 1 5 4 3 1 0 . 0 0 0 0 E L0WG.TOT.X bLT.=

... O NS . . ...

T 4 N TES" "Y

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TE PAR b A I TUR A

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SIL~VESTRE

DEL' RODEO

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SUHATORIAS OE P A R ~ M E T R D S MORFOM(~RICOS

1 . .

N " M E * ~ L . . - ... ~~ ORGA.#*CM09i . ... ... ... - ...

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Tabla  No.  2.
Tabla  No.  17

Referencias

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