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Evolución del desarrollo rural en el distrito de Pamplona

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Academic year: 2020

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(1)E V O L U C I ODNE LD E S A R R O L L O R U R A LEN EL D¡STRITODE PAMPLONA. Luz Alba Luna de P¡nzón'. INTRODUCCION El propósitode este documentoes p r e s e n t a ur n a r e v i s ¡ Ódne l p a p e ld e sempeñado por el instjtuto ColombianoAgropecuario, lCA,en e¡áreade i f l u e n c i ad e l D r s t r i t od e P a m p l o n a , p a r a c o n t r i b u ia r ¡ d e s a r r o l l oa g r o p e cuariom . e d i a n t ee l u s o d e l a t e c n o l o g í a g e n e r a d ay a l g u n o sf a c t o r e sq u e y/o permitenel uso de cornplementan la mrsma.. tos paracadaetapade acuerdocon la p r o b l e m á t i ciad e n t i¡fc a d a .. Cada una de las etapasestuvocaracterizadapor el desarrollode metodologÍasy estrateg¡as diferentes,pero s i e m p r ec o n e l p r o p ó s i t o de alcanzar u n c a m b i oa g r o e c o n ó m i cyos o c ¡ ael n l a s c o m u n ¡ d a d ersu r a l e s ,l o q u e h a p e r m i t ¡ d oa d e m á se n r i q u e c ear l I C A d e e x p e r ¡ e n c ¡ aesn e l c a m p od e l d e . L a p r e s e n c i ad e l I C A e n e s l a á r e a s a r r o l l or u r a l ,u b i c á n d o l e on u n l u g a r s e h a r e a l ¡ z a d oe n c u m p l i m i e n t d oe d e v a n g u a r d i a e n e l á m t l ¡ t ol a t i n o . p o l í t i c aisn s t i t u c ¡ o n a lyeds e g o b ¡ e r n o , p l e n a m e n tdee f i n i d a e s n e t a p a si d e n L a p r i m e r ae t a p a p o d r í ac o n s i d e t r f i c a d acso m o .E x t e n s i ó n R u r a (l 1 9 6 9 rarse como de la apertura, acerca- 1975),Proyectosde Desarrollo(1976 miento y conocimientos hac¡a la - 19 8 1 ) ,D e s a r r o l lFo u r a l( 1 9 8 2- 1 9 8 3 ) c o m u n ¡ d a ds,i n c o n t a ra ú n c o n l o d o s y D e s a r r o l lCoa m p e s i n (o19 8 4e n a d e - l o s e l e m e n t o q s u e s e r e q u e r í a np a r a lante). e l l o il a s e g u n d af,u e l a m á sr i c ae n a d quisiciód n e e x p e r i e n c i aesn e l c a m p o A d e m á s e, s t ed o c u m e n t op r e t e n d e d e l a i n v e s t i g a c i óanp ¡ ¡ c a daa n i v e l o c o m p i l a rl o s l o g r o s a l c a n z a d o se n c a l , e n e l á r e ad e l a p r o d u c c i ó yn c o . r i m p l r m i e n ldoe l o s o b j c l i v o sp r e v r s - m e r c i a | z a c i ó na, l i g u a l q u e e n e l. L A . D i r e c t o r0 i s l r ¡ l oP a m p l o n ¡ l C A . H o y C F E C E DP r o v ¡ n c ¡ d ae P a m p ¡ o n a. r63.

(2) maneiotécnicoadm¡nistrativo de proyectos.La últ¡maetapa, basadaen exper¡enc¡as dejadasporlasdospr¡meras, indujoa accionesintray extra paralleinstitucionales b¡endef¡nidas gara la comunidad consu objetivo de contr¡bu¡r al camb¡otécnico,económ¡coy soc¡al.. El91.30/o de la zonaesláporencima de los2.000m.s.n.m.y el8.70/0 entrc los 1.000y 2.000m.s.n.m.contempefaturascuyosrangosvan de 8oc hasta20oC.. y d¡stribución Laclas¡ficación de los suelossegúnla zonificac¡ón agroecoporel IGACy el ICA lóg¡caefecluada en 1985ftabla1, F¡gura 2)señalaque 2 . D E S C R I P C I O ND E L A R E A el44.4o/o (820 los suelos km2),code piso rresponden DE INFLUENCIA térm¡co muy frÍo al (másde 3.000m.s.n.m. y temperaturas menoresde 1zoc);presentalas TecEl D¡strito Transferenc¡a de de características correspondientes a nologíadel ICAen Pamplona, actual- suelosde la zonaagroecológicas Pci mente está confofmadopor los lasmayoresextens¡ones, 310/0, están Pamplonita,en Ch¡tagáy en Silos. munic¡p¡os de Pamplona, lüutiscua, Ch¡tagá, Cácotay S¡los,con una extens¡Ón tolal aproximadade El 46.9%(866km2)de los suelos 1.847 km2,sim¡laral área atendida estánlocalizados en el piso térm¡co lasactiv¡dades cuandose iniciaron en- frío,(alturas de 2.000a 3.000m.s.n.m. y dende 12a 18oC), lre los años1969y 1975.A partirde y temperaturas 1976y hasta1981,la cobertura fue tro de lasprovincias sub-húmeda, húmayor.se ¡ncluyeron otrosmunicip¡os:meday per-húmeda con suelosque Laba- corresponden Salazar, Arboledas, Cucutilla. a laclas¡ficac¡ón agroetecay To¡edo,los cualesdejaronde cológicaFd,Fky Fn.La mayorexten'1982por sión417kmz(22.670), sonsuelosque ser alendidosa partirde F¡ a la clasificac¡ón cambiosen polil¡cas¡nstituc¡onalespertenecen (implementación DRI). del Programa Porúlt¡mo, la menorextens¡ón, 161 Losmun¡cipios corresponde al pisotérdeláreade ¡nfluen- km218.7o/o¡, c¡adel Distritoestánubicadosen la m¡comed¡o(1.000a 2.000m,s.n.m. Nortede contemperatLrras de 18 a 24oC)perzonasur del departamento húmeday Santander, entrelos6053'ylos7032' tenecena las prov¡ncias icados de latitudnortey entretos72015'y los per-húmeda, con suelosclas¡f 75ode longitudal oestedelmeridiano dentrode las zonasMb y Mg. (Figlrra 1). de Greenw¡ch Laclasif¡cación descr¡ta de lossuey La cordillera la los,segúnlasáreasagroecológ¡cas orientalatraviesa zonade sura nordeste, conformandoe¡potencial ha delusode losm¡smos, y montañosa, serv¡dode baseparadef¡n¡rla vocauna/onamuyquebrada quevandesde1.700 ción agricolade las zonasasí:350/0 conelevaciones para dandolugar paracultivospermanentes; 13o/o a másde 3.000m.s.n.m., y semipermanentes, pastosy reforestaa la erosión a suelosmuysensit¡les principal haciael usofo- cióny tansoloel 20loparacultivos convocac¡ón tranrestaly la vidas¡lvestre. s i t o r i o s , m e di a n t e a de cua d a s 161.

(3) fICUR^. I. Ar.t ¡le i¡[email protected]. d.T(.trolosh&. Dn¡.ir¡{i.Tnnd.r¿¡ci¡. Fándiáñrsr >r2l¿,. raf iidad mod.fada,. p¿nd'.n1.! >s0r,. r¿rrL dad baj' a módsfadá,. 'É¡dúnq,. 25. pend'añ\€i>60t. .a'f. . É1. | d¿¿ óa)¿. f e r! i d ¿ d b 4 á. ¡,:|'6||Áadóa¿. 2, 3. FICIJRA 2. Zonifiocidn Asroecol(tsrd del Distriro de TrlnsfcÉñci¡ de Tectró¡ogi¡,le l'!¡rplona. r65.

(4) TABLAL. Dlstr¡buc¡ónde los suelosde la región det d¡stritode transferenc¡ade tecnolog¡ade Pamplona segúnzon¡l¡cac¡ón agroecotógica. p ¡ e o sl é r m ¡ c o 3 / z o n a á s g r o s c o l ó g i c a s( k m ' i. Municip¡o!. 1.00O ! z.O(x). Cácota Chitagá Pamplona Pamplonita Silos. 15 50. 2 . 0 0 1á 3 . 0 @. 5 42. 39 124. 20 25. 65 77 44. I 30 3. Más dá 3 00O. 50 146 55 120 6. 42 343 88 96 23 228. Total. 12l5 /?5 150 316 336. Tolal zone agficola 417. 1 047. 22,6 Total p¡so 1érmco 1 847 100. FUENTE: Garst,E. Estudiobásicode la zonasurdel departamento Norlede Santander, Tibaitatá'1977, Estimaci0nes conbaseen el mapaagroecológico (tGACICA 1985).. práct¡cas restante poblac¡ón de manejo;el 500/0 rural(84.3y 83.7%.respecse cons¡deran terrenosno aptospafa trvamente). activ¡dades agropecuar¡as. En contrasleconlo anterior, el usoactualde- Ex¡sten4.664explotaciones agromuestra que el 8.6% está en pecuar¡as, de las cualesel 60.8orb explotaciones agrícolas, el 3'l.00/o en (2.836) sonmenores de 10hectáreas, pastosy ganaderÍa, (774)estánentre10y 20hecel 170loen des- el 1660/0 y el 43.40lo cansoy reforestaciÓn (1.054) s¡n táreas,y el 22.60/0 sonde más ninguna explotación. de 20 hectáreas. 3. PROBLEMATICA. Laformadetenenciapredom¡nante es lapropiedad bajolacualseencuen(2.938), tra el 630/0 de las explotac¡oTECNOLOGICA n e s , E l m a y o r p o r c e n t a j ed e El D¡strito (89%)perteneceal mucuentacon aproximada-propietarios menle102.400habitantes; el 57.8o/o nicipiode lvlusticuaj el municipiode (59.184de la población viveen el área Chitagátieneun porcentaje relat¡vay Cácotasonlosmuni- mentebajo(47%).Laaparceria rural:Ch¡tagá sigue c¡pioscon más altosporcentajes de en jmportancia conel 180/o de lasex-. soctoEcoNoMtcA Y. 16(,.

(5) en aquellos ductores,espec¡almente productos comola papa,el trigoy las pr¡nc¡pales hortalizas, fuentesde ¡ngresosde los pequeñosproductores El 520lode las fam¡liasruralesestán del área.. plotac¡ones.Solamenteel 4% de las explotac¡ones de la zonaestánbajo la t e n e n c i ad e a r r e n d a m ¡ e n t o .. en condic¡ónde hacinamiento.Los ¡ngresos l¡mitadosde la famil¡arural, conjuntamentecon los problemasde s a l u d( d e s n u t r ¡ c i ópna, r a s ¡ t i s myoe n y el bajo n¡fermedadesinfecciosas), vel de educación(33% de la poblac¡ón rural mayorde 7 años es analfabeta), reflejanun baio nivelde v¡dade la población.. 4. EVOLUCION DEL D E S A R R O L LROU R A LE N EL DISTRITO DE PAMPLONA. porel ICA Losesfuerzos realizados paraaumenlarla product¡v¡dad agropecuaria y mejorarlascond¡c¡ones de vidade losagricultores, hanten¡dovariosenfoquesacordescon las políticas de gobierno.Las acc¡onesdel Instituto dentrodel Distritopueden descr¡birse en cuatroetapasplenamente def¡n¡das:Extens¡ÓnRufal (1969-1975). Proyectos de Desarrollo La infraestructura y Desarrollo en la zonarurales (1982-1983) Campes¡no deficienteen lo referentea careteras (1984en adelante). Existeun notorioéxodode la mano de obrajoven (de ambossexos)hacia Venezuelaen busca de posib¡lidades de trabajo y mejorescondic¡onesde vida. Las ventajasque ofreceel salario venezolanosobre los salariosen C o l o m b i ae s u n a d e l a s c a u s a sp r i n c i p a l e sd e l é x o d o h a c i ae s e p a i s .. veredales,serv¡ciosde salud, electrif i c a c i ó na. g u a p o l a b l ey t e ¡ e f o n í rau ral, entre otros. 4 . 1 . E X T E N S I O NR U R A L. ( 1 9 6 9 -917 s ). Existen37.00hectáreasde pastos, 3 . 6 5 0d e p a p a y 1 . 0 8 0d e t r i g o . E l maiz,las hortalizas,la arveja,el lríjol, l a sh a b a sy l o s f r u t a l e s e e n c u e n t r a n E l I C A ¡ n i c ¡ ós u s a c t i v ¡ d a d e e sn e n m e n o fp r o p o r c ¡ Ó n L .a m a y o r i ad e P a r n p l o n ae n 1 9 6 9 , a t r a v é s d e l a las explotacionesse caracterizanpor A g e n c ¡ ad e E x t e n s i ó nR u r a l ,u b i c a d a e l u s o d e p r á c t ¡ c a isn a d e c u a d a se,s - e n e s t am i s m al o c a l i d a da; t e n d i a n1 6 p e c ¡ a l m e n teen l o r e l a c ¡ o n a dcoo n e l v e r e d a sd e l o s m u n i c ¡ p ¡ ods e P a m conlrolde plagasy enfermedades. fer- p l o n a ,P a m p l o n ¡ t aN,u 4 t i s c u aC , hitagá t i l i z a c i ód n e l o ss u e l o s m , a n c j o ,s a n ¡ - y C á c o t ac, o n u n e q u i p oh u m a n oc o n d a d y n u t r i c i ó nd e g a n a d o s ;d e b i d o f o r m a d op o r u n i n g e n r e r o agronómo, principalmente a los problemasde ac- dos expertosagropecuar¡os, una mec e s oa l c r é d i t oe i n s u m o sa, l a f a l t ad e J o r a d o r ad e h o g a r y u n a s e c r e t a r i a . capacitación a l o s u s u a r i o sy a l o s e q u i p oq u e f u er e f o r z a d eo n 1 9 7 0c o n m e r c a d 0 sd e fi c ¡ e n t e m e n toer g a n i ¿ a - u n m é d i c ov e t e r i n a r iyo d o s e x p e r i o s d o s , l o s c u a l e sa m e n u d oo c a s i o n a n a g r o p e c u a f r oms a s , p a r a u n l o t a ld e pfec¡ospoco remunerativo:i a los pro- o c h o f u n c i o n a n o s .. 167.

(6) general de estaetapafue basepararealizar la capac¡tac¡ón técElobjetivo lascond¡ciones En coordinación mejorar de producción n¡ca agropecuaria. mediantela apl¡caciÓncon el SENAse dictaron52 cursos, agropecuar¡a, práct¡cas tecnológicascon una asistencia de 656 usuarios. de adecuadas haciajóvenes,considerados dirigidas de la reg¡ón. Se tramitócréditopor un valorde comofuturosagricultores de $367.125parael establec¡miento y explotac¡ones mencionaDentrode los objetivosespecíf¡cos loscultivos por:organizafy capaci oas. se propendía juveny especialmente taragricultores Conel finde lograrunainteEración tudes rurales en técn¡cas ¡ntercambiar o delhogar,aplicables de los gruposjuveniles, agropecuaf¡as y dar a conocer est¡mu- ideasy experienc¡as a su situacióny condiciones; quese esy eltrabajoen loslogrosen losproyectos larIaaccióncooperat¡va y tabanrealizando, gfupose incfementar se llevóa cabo,en la ocupac¡Ón el pr¡de Cácota, evitarel éxodode la manode obraha- 1970,enel municipio juvenlud mer encuenlrode la rúal cia Venezue,la. y en Chitagáel primerenmascul¡no de losclubesde amasdecasa conlosob- cuentro Conel ánimodecumplir juveniles jetivospropuestos, y grupos femen¡nos, conuna se desarrollaron jupersonas programas 450 de fundamentales: asistenc¡a de másde cuatro proyectos ¡os d¡ferentes municipios atendidos ventudesfurales, agropey por Ia Agenc¡a. cuarios,organizaciÓn campes¡na familiar. mejoram¡ento En Pamplona el pr¡mer se organ¡zó feslivalde la culturaparael sectorrural,con la participac¡ón activade los 4 .l . l . J u v e n t u d e s R u r a l e s gruposjuvenífes, mediante ¡apresenBajoel lema"En ustedesestáel fu- taciónde danzasy de la obrade teanacional", seorga- tro "Un Día un Campes¡no"Las luroagropecuar¡o merecieronlos más nizaton14 gruposjuvenileso clubes, presenlac¡ones y nuevemas- cáhdoselogiosde partede la comuc¡ncodeellosfemeninos cul¡nos, con un totalde 347socios,y nidad,graciasal interéspuestoporlos juveniles, y a la atención dada de 21porclub,cadauno grupos unpromedio juntad¡rectiva. por los técn¡cosdel lCA. consucorrespondiente. 4 . 1 . 2 .P r o y e c t o s Agropecuarios. 4.1.3. Organización Ca m pesina. juveniles y mejorlogrode los seadelan- Paralacohesión Conlosgrupos propuestos, en objetivos el ICApart¡cipó de producción taron150proyectos pequeñaescalaen los cull¡vosde activamenle a n¡velloen la creación y calde laAsoc¡ac¡ón Nacional de Usuapapa,maíz,fríjol,cebolla,hortalizas política prin- r¡osCampesinos (ANUC), de menores, conconejos espec¡es los cualess¡rv¡eron de gob¡erno de la época. c¡palmente, lf)8.

(7) Paradarcumplim¡ento a losconvede Deniosy propósilos del Proyecto s a r r o l l o ,e l e q u ¡ p o t é c n ¡ c o s e ¡ncrernentó a 50 personas entrepro(ingen¡eros méfes¡onales agronómos, ios, econom¡stas, d¡cos veter¡nar agroeconomistas delhogar,expertos pecuar¡os, y auxiliares secretarias de ampliarla cocampo).Estoperrñ¡tió Cu4 . 1 . 4 .M e l o r a m i e n tFoa m i l i a r berturadel Proyectoa Labateca, con un cutilla,Salazary Arboledas. hac¡ala áreade acc¡ónen 63 veredas. Lasacciones se enfocaron capac¡tación de la mujerparasu mejor desempeño como ama de casa, medianteel conoc¡miento de pr¡nc¡- Comoobjetivogeneraldentrodel prácticas p¡osde nutrición, de culina- marcodel proyectose buscóla idenr¡a,h¡gienepreventiva, mejoramientotificacióny evaluación de métodosque y mejora- hic¡eran máseficiente el trabajooriende la vivienda, adqu¡s¡ción y hab¡l¡dadestadoal logrode los¡ncrementos mientode lasdestrezas en los parala realización y productividad de suslabores, con- nivelesde producción producfecciónde artesanias,costuraen ge- y al bienestar de lospequeños neral y producc¡ón de alimentos,IOres. y espeespec¡almente de hortalizas cresmenores. de Tambiénse prop¡cióla lorrnac¡ón gfupos de tfabajol fue asi como un grupode campesinosdel mun¡c¡p¡o de ¡/usticualogrósolucionarsu problema de falta de agua potablecon la conslrucciónde un acueductoruralde 4 km de longitud.. Se buscabaespecificamentedeflnir procesos¡nvestigat¡vos que perm¡t¡eran ident¡f¡car losfacloresl¡mitantes al 4 . 2 .P R O Y E C T D OE desarrolloagropecuariodel pequeño DESARROLLO produclor,ajustary transferiftecnolo( 19 7 6 - 9 18 1 ) logiasapropiadasa lascond¡ciones locales, defin¡r los canales de A partirde 1976 por camb¡osde po- comunicaciónmás apropiadosy lolíticasinstituc¡onales la Agenciade Ex- mentarel desarrolloo la creac¡ónde t e n s r ó nR u r a l d e P a m p l o n ap a s ó a formas asoc¡ativasalrededorde los manejarsecomo un Proyeclode De- Planesde Producc¡ón sarrollo.contandopara su funcionamiento con la asesoría técn¡ca y Inleramencano E l c u m p l i m ¡ e n tdoe e s t o so b j e t i v o s económ¡ca del Inst¡tuto para de Cooperac¡ón la Agricultura se buscómed¡anteel desarollo de un (llCA) y de la Agencia lnternacional procesometodolÓgico ofdenado,conpara el Desarrollo(AlD), respectiva- formadopor ocho fasesbás¡cas:anámente. lisis de antecedenles,preparac¡ón y coororgan¡zac¡ón Se caracter¡zóesta etapapor la im- parala ejecucrón, de portancia dada a la investigación dinacióninslitucional, organización programación de actividaa g r o e c o n ó m i cean, c o m e r c i a l ¡ z a c i ó nrecursos, . controle paratransfer¡rtec- des, mecanismosoperativos, en comun¡caciones y y informac¡ónevaluación. nolog¡a al manejo de proyectos.. r69.

(8) El desarrollode esta etapa produjo D e s a r o l l o ;e n t o t a ls e e j e c u t a r o 3 n7 asi: ensayosasi: logrossignifcativos.discriminados 4 . 2 . 1 . 1 . P a p a . D e O i d oa q u . ) t o s agricultoresno teníancrileíos técn¡cos n¡ económicospara la aplicación se adelantaron24 ende fertil¡zantes, sayossobre " El efectode la dos¡sde f e r t ¡ l i z a n tyed ¡ s t a n c i ads e s i e m b r a " , en las var¡edadesque ellosmás semb r a b a n :I C A G u a n t i v aI,C A P u r a c éy Parda Pastusa.. 4 . 2 . 1 .I n v e s t i g a c i ó n Ag roeconóm ica. El puntode part¡daparala iniciación lo constituyóel diagde lasact¡vidades nósticomediantefuentessecundarias, de sislas práct¡casoe identificac¡ón temas de producc¡ón,coniuntosproEl análisisde los resultadosde los ductivos,arreglosex¡stentesen cada uno de ellos,tecnologíalocal de pro- ensayos (Tabla 2), permitióconcluir de la tecnolo- que: las mejoresd¡stanc¡asde siemducc¡óny extrapolación gía generadapor el ICA en regiones b(a tueron 1,00x 0,40 m para las vasimilaresdel pais.Estosestud¡osper- r ¡ e d a d e s I C A G u a n t l v a y P a r d a m i t i e r o nd e f¡ n ¡ rl a s r e c o m e n d a c i o n e sP a s t u s ay 1, 0 0 x 0 , 5 0 m p a r a l a I C A P u r a c é ;l a a p l i c a c i ó n d e 1 . 5 0 0k g / h a e n p r i m e r aa p r o x i m a c i ó n . 10-30-10 en todaslasvade fertifizanfe Con m¡rasa soluc¡onarlos Proble- riedades mostró los mejores rendimas tecnológ¡cosmás lim¡tantesse m ¡ e n t o s f í si c o s , s ¡ n e m b a r g o , planteafoninvest¡9ac¡ones agroeconÓ- económicamenteL000 hg/ha es la segúnla rentatrilidad micas para los cultivosde mayor im- másaconsejable (Tabla portanc¡a dentro del Proyecto de marginal 3).. TABLA2.. y dosisde ferlilizante en producción de poblaciÓn Efectode las distancias de PaPa. de var¡edades RendimientoX en kg/ha x variedad. Tratamientos kg/he d6 10-3010. D€nsidad d6. ICA Guant¡va ICA Pur¡có. PárdaP¿stus¿. X. Población molros. 500. r 000 r 500 500 1.oco 1 500 X fotai. D r :1 , 0x 0 , 4 1 , 0x 0 , 4 1 , 0x 0 , 4 D' " . 1 , 0x 0 , 5 1 , 0x 0 , 5 1 , 0x 0 , 5. 20 158 24.149 26 299'' 19 216 22 674 25.243. 13.327 24.405 32.933 13.844 26.998 36.833". 22 957. 24.?90. Mejortrataf¡ento llsrco " F U E N T E : I n v e sgl a c i ó na d a p l a t i v ea n p a p a l c A 1 9 7 7 - 1 9 8 1 .. 170. 28774 36.907 " 41.465 25 482 33.832 37.224. 20.753 28 620 33 566.19 514 27.835 33 102 27.231.

(9) TABLA 3.. anál¡s¡s marginal por heclárea para el coniunto de ensayos gobre "dens¡dad y dos¡s de ferl¡lizanteen producc¡ónde papa".. Niv€l de ferlilización po. distanci¿. Cosio Párc¡el Por ha $. 5 100 10.',l50 15 200 5.1m 10.150 1 52 @. 500 D, 1 000 I 500 500 D-, 115. 00 000. Ingroeo. Incr€m6nlo coslo. bruto/ha. $. o 5.050 5 050 0 5 050 5.050. S. lncr6m6nto ingroso brulo ¡. 13856 73.056 84.9m 17.344 79.648 91.296. 0. s9.200 11.904 0 62.304 11.648. R6ntab¡l¡drd mtrg¡n.l ¡. o 1.472 0 1 134 131. FI.JENfE:Invesligación económicaen cultivos.ICA Pamplona1981.. 4 . 2 . 1 . 2 . T r i g o . A t i g u a lq u e e n l a papa, la fertilizaciónfue el lactor de mayoratenc¡ónpor partedel proyecto; se adelantaron9 ensayossobre "el n¡trogenada efecto de la fert¡lizac¡ón en suelosde baio contenidoen materia orgánica".. TABLA4-. N v.¡ d. t.rlll¿.|ón. En los ensayosrealizadosse obtupromed¡os que v¡eronrendimientos y 4,7 ffuctuaronentre 3,3 IIna. De acuerdocon los anál¡sisestadísticos y económicos, fue el mejortratamiento 120 kg de nitrógenopor hectárea (Tabla4).. n¡trogeAnális¡smarg¡nalparael conjuntode ensayossobrefert¡li¿ación nadaen tr¡goen gueloscon conten¡dos ba¡osen materiaorgánica.. Fóñdlml.ñro prm.dlo. m. CGto. Incr.ñ.ñro. l¡gr.Ó. IncErn.nto. párcl.l/h. ¡. c61o ¡. brlro/hr t. Ing¡éo I. R.ntabltldrd nárg¡ñdll. 3 304 3 324 3 457 3 791 4 770. N.grnd @Íi.gld.. kg/h.. 0 30 60 90 120. ttñlabllld.d. 0 702.2 14040 21060 2 808.0. 0 702 7C2 702 702. 23 601 23 744 24 697 27 AA3 34077. 0 1 4 30 953 0 2 386.0 6 994,0. q{. -80 36 239 896. FUENTE:Investigación Económica.ICA Pamplona1981.. t7l.

(10) generalen reComorecomendación lac¡ónconestostrabajosse sugirióreplantearlos rangosde exploración e instalarlos ensayosen lotes provenientesde rastrojosde papacony sin fertilizac¡ón,. y consvestigósobre"Cálculo, d¡seño trucción de una sembradorade y comarveja","Diseño,construcción portam¡ento de unaturbinaM¡chell"y "Evaluación,optimización y construcción de una bombaasp¡rante¡mpelente accionada por una rueda 4.2.1-3. Maí2.En 1978. en hidráulica", seinic¡ó el municipiode Ch¡tagá,y poster¡ormenleen cácota y silos, un proyecto Los nuevo€prototiposelaborados generales sobre"selecciónmasalestrat¡ficada", en térm¡nos cumpl¡eron su pero propósito, utilizando la variedad regional se recomendóconti"Chelele"(genotipo harinoso, tipoca- nuarensayándolos en perfodoslargos, para y el comcao amar¡llo), adaptedoa la zonade evaluarsu func¡onalidad gede losdiferenteselemenclimatrío Í¡c,de.ado,cuyoobj€tivo oorta¡n¡ento de al- tG OUeIOSCOmOOnen, neralseorientóal mejoramiento gunascaracterísticas agronÓmicas de y comoobjetivos la variedad, específicosse definieron: obtenerel orimer genot¡po har¡noso mejorado para 4.2.2. lnvestigaciónen aumentarlosrenclimalrío moderadot Comercialización por un¡dadde superficiey d¡m¡entos en todomomento d¡sooner de semilla Se buscabaconesteproyectotener de buenacalidad.En estesent¡dose globalde los sisteun conoc¡m¡ento adelantaron cuatroensayos. queempleamasde comercialización Los resultados inicialesmostraron ban los productoresde papa del y mediciones y proponer de las Distrito, unaestrateg¡a de lasobservaciones agronómicas del mate- comercialización ajustadaa las con. característ¡cas de la zona. rialorig¡nal(ciclo0), el cual presentó diciones 113 mazorcas en 100 en oromedio. perm¡tió:ident¡ficar plantas,con relac¡óngrano/tusade La investigación másutilizado de 1,0Vhay un pe- el canalde distribución 80/20,rend¡miento con el mercadoen Pamde 218 dÍas. en relac¡ón ríodovegetat¡vo plona(productores acopiadores trans4.2,1.4. Otras lnvesligacio- portadores- mayorístas(Pamplonay y comerciantes detallistas vealgunosproble- Cúcuta) neS. Parasolucionar - consumidores) y diolugar mas técn¡cosoue afrontabael nezolanos productof,se adelantaron de un CentrodeAcoconalgunos a la organización de la universidadIndus- p¡oparala comercialización de la papa estud¡antes la promoción investigaciones en en Pamplona, mediante trialde Santander, de la Asociac¡ón Gremaqu¡naria agrícola,las cualesestu- y organización vieronorientadas desdeel puntode mialde Productores de Papade Pamel d¡señoy plonaAGROPAPA. La propuesta del vistatécn¡co,a opt¡mizar de ma- sistemade comerc¡alización oue se a construirnuevosprototipos aui¡atia a un costo más económ¡co planteóparael cultivose describeen Enestesentidose ¡n- la Figura3. ouelosactuales.. r72.

(11) E". üEi. p. 173.

(12) 4.2.3. Invest¡gaciónen Comu nicaciones. v¡dad.Se exper¡mentó el empleode 60 vallasparaenseñarrecomendaciones técn¡casa ios campesinossobre los c u l t i v o sd e p a p a d e C h i t a g á ,P a m p l o n a y M u t i s c u ac, a ñ a p a n e l e r ae n y A r b o l e d a ys m a i . / S a l a z a rC . ucutilla en asociocon arracachaen Toledoy Labateca.. E n b u s c ad e l a e fi c ¡ e n c i d a e l o sm e jores sjstemasde comun¡caciónpara transferirtecnología,y con la asesoría de la Divis¡ónde Comun¡caciones d e l l C A ,s e r e a l i z óu n a e v a l u a c r ósno La h¡pótesisgeneralque se someb r e " L a s C o m u n i c a c ¡ o n eesn e l D i s trito de Pamplona". Su objet¡votue tió a pruebafue "La comprensióndel e v a l u a er l g r a d od e c o n o c i m i e n tqou e mensajepresentadoen las vallaseslos productorestenían sobre el pa- taba relacionadocon los factoresde quetetecnológic0 que paralosdiferen- e s c o l a r i d a df.o r m a d e t e n e n c i a ,t a ae la extes cultivos y explotac¡onesde la m a ñ od e l a f i n c a ,f í e c u e n c i d región(papa,trigo,maízen asociocon p os i ci ó n , a c t i t u d h a c i a l a s arracachay tjovinos cria y leche)se r e c o m e n d a c i o nye sh a c ¡ ae l m e d i od e habiandifundidoa tra./ésde la cómu- e x p o s i c i ó"n las visitasde nicación¡nterpersonal, P a t ar e a l z a (l a e v a l u a c i ósno b r e! a asistencia1écnicay drterentesmed¡os grupalesy mas¡vos(vallas,afichesy e f e c t i v i d adde l a s v a l l a sc o m o m e d i o p a r at r a n s f e r t¡ er c n o l o g i sae m i d i e r o n raoro). l a ss i g u ¡ e n t evsa r i a b l e sn:i v e ld e c o m S e e v ¡ d e n c iu ó n a g r a nv a r i a c i ó ne n p r e n s i ó n( a l t o ,m e d i o ,b a j o ) rn i v e ld e en ae s c a l a o e d i a n tu l e c o n o c ¡ m ¡ e n yt oa p l ¡ - r e c o n o c i r n i e n(tm c u a n t oa n ¡ v e d cación de las prácticasrecomenda- nominalde s¡ ha vistoo no la valla);n¡d a s , s e ñ a l a n d o c o m o f a c t o r e s vel de recordación(total, parcial o por nulo); lrecuencia de la exposic¡ón causales:el r¡esgo,especialmente lainestab¡l¡da dd e l o s p r e c ¡ o sy e l a t a - ( n ú m e r od e v e c e sa I a s e m a n aq u e I a quede plagasy enfermedades. Se se- veian):actitudhaciala valla(le gustó ñ a l ó l a c o m u n i c a c ¡ ó n¡ n t e r p e r s o n a lo le fue indrterente);informaciónpor (técnico-usuario), como el medio más o t r o s m e d i o s( c a n a l e sd e c o m u n i c a p a r a r e c i b i ri n f o r m a c ¡ ó nN.o c i ó n d i f e r e n t e s ) . eficiente o b s t a n t el o a n t e r i o r s, e s u g i r ¡ óa d e Los resultadosrelacronados con e¡ más,el empleode materialesescr¡tos q ue el p a p a l a i n d i c a r o n y visualesdentrode las activ¡dades c u l t ¡ v o d e de v¡sto la in73% los entrevistados habia Los resultadosde de comun¡cación. vaque las 7 habia visto las vallas;el ,70/o el 80% o vestigaciónindicaron pero no habia leido su mensaje. sea, 123de los productoresentrevis- llas t a d o ss a b i a nl e e ry e s c r i b i rl.o q u e f a - Entre las pefsonas que leyeron el mensajeel 21.20lomanifestóhaberlo c i l i t a b ae l u s o d e t a l e s m e d i o s . lo hale¡doparcialmentey el 44.42o/o b,ían leido en Solamente invest¡gación su totalidad. Se realizóademásuna s o b r e " L a s V a l l a sc o m o M e d i op a r a el 5.80/0de los que habÍan leido el Transferir TecnologÍa"i se escogió mensajelo recordarony únicamente estem e d i od e b i d oa q u e e r a e l q u e u n 7 . 7 v 0c o m p r e n d ¡ lóa t o t a l i d a dd e l maSse venía util¡zandoen esta actr- mensaje.Los resultadosencontrados. 174.

(13) quemás¡nfluyeron paralosdemáscultivosfuerons¡mila- lascaracteristicas se destacan el cap¡tal aceptar en la adopc¡ón fes y en conjuntoperm¡tieron y el tamañode las fincas. disponible formulada. la hioótesis un tercertrabajoen estecampofue 4.2.4. Investigac¡ónen Manejo de de la adopc¡Ón una "Evaluac¡ón de Proyectos papa por del en agricultores tecnologia el cual delDistrito", áreade ¡nfluenc¡a estud¡osde organ¡za122 agricul Se ¡niciaron con un total de se realizó (400/0 entre c¡ón técniceadministrat¡va delDistr¡to los atendidos de tores que permitieran manejo esel ef¡c¡ente de Tuvo como objet¡vos 197ü197n. proyectos desarrollo, las relaciones de contemicos determinar oecíf claramente def¡n¡entrealgunascaracteríst¡-plandotresn¡veles existentes proy y dos: nivel Distrital, nivel Zonal n¡vel sociales de los caseconÓm¡cas (escolaridad, Frente Trabaio, con un Distenenc¡a, de Comité ductores tr¡talparacoord¡nar las acc¡ones enlamañode lafinca,edad,part¡cipac¡Ón y la adopciÓn üe losd¡ferentes (Figura n¡veles 4).Se social,capitaly créd¡to) Gerende las diferentes orácticas ut¡lizóel ResumenOperativo (fertilizac¡ón, con- c¡alROG,comoinstrumento bás¡co en selección desemilla, var¡e- el manejode proyectos, el cual pertrolde plagasy enfermedades, de la etapade fordad y distanciade siembra).Se mitela v¡nculación simultáneamente lasfuen- mulac¡ónde un proyectocon la analizafon y el mediomásin- ejecuc¡ón,conservando los compotesdeconocim¡ento prografluyenteparasu adopciÓn, teniendo nentesbás¡cos(diagnóstico, y al lCA, mación,formulación, seguim¡ento comofuentesde conocim¡ento y facil¡tahacerreplanteala caja Agfaria,los vecinos,los am¡- evaluac¡ón gosde losagricultores y otrasfuentes m¡entos quese pretende losobjetivos prác- den alcanzar, estableciendo a la vez Paralasdiferentes informativas. y metasconcretas. t¡casse concluyóque los vecinosy ind¡cadores El esv¡gente amigosfueronla mejorfuentede co- quemase mantiene en el Disy el med¡omás¡nfluyentetritoy ha demostrado noc¡m¡entos su funcionab¡lipafala adopc¡Ón de las pfácticasde oao. fert¡lizac¡ón, controlde plagasy enfermedades,58,2,60.2y 61.4olorespecto a conocim¡entos sobreestasprácticas y 54,1y 500/0 en lo referente a adop- 4.2.5.Transferenc¡ade ción.resoecl¡vamente. Tecnología Para una mayoreficienciaen la El ICAfue la mejorfuentede conoc¡m¡entos en cuantoa prácticas de se- transferencia de tecnologíaagropelecciónde semilla,de variedades cuariase recuíióa la estrategia de los mejoradasy densidadde s¡embra, Planesde Adopción de Tecnología, a 63.9;83.6 y 66.40/o e influyóen la travésde loscualesse buscabaincenparaqueapl¡cara de las mismasen un 76.2; tivaral agricultor adopc¡ón las respect¡vamenle. Entre recomendaciones 93.5y 71.30/o, tecnológicas. 175.

(14) E,:.E ü9 C a¿2 E6E ,t9!i. F. E. z o N. 176.

(15) Algunosde losobjetivosespecíficos d¡m¡ento(sin duda ¡nferioresa los los en reales)en los planesadelanlados, de tecnología delplande adopción gananc¡as, gruparticipantes obtuvieron papa,fueronloss¡guientes: cfeaf y probarconellos conexcepción de 4 planesquefuefon posde productores infer¡ofes confendimientos lasbondadesde las recomendacionesreDonados técn¡cas,con resDectoal sistematra- a los tradicionales. fac¡litara los m¡smosla add¡cional; la En términosgenerales,med¡antela quísición de losinsumos,mediante mane¡a' ejecución de los planesde adopc¡ón de fondosrotatorios creación la superioy se demostró de tecnologfa dos Oorellosm¡smos tortalecerel prácticas que recomendadas las ellos r¡dad de grupoconel án¡mode lograr su prop¡aagremiaciÓn,y se comprobóque estoseran instruconstituyeran por sí mentosvaliososparamotivarla adopque les perm¡tiera financiarse ción de la tecnologiapor partede los inlefi la comercializaen mismose productores. ción. de El plande adopciónde tecnología Unode loslogrosmásrelevantes plan grupal, n¡vel tue la del a manera los ejecución de tal fue formulado oue en el año1979,de laAsoinsumosnecesarios Caraaplicarlalór- lacreación, pesti(fert¡l¡zantes, Paperosde Pamplona ciación de mulaagronómica "ASOPAPA", y ínicialmente con68 sofueran f¡nanciados semillas) le cidas productores y AG ROPAPA cios más tarde los con el compromiso a Gremialde Productores de que estesiguieralas recomenda- lAsociación En al contrato de Papa)con206soc¡os¡nbcritos. cionestécnícasy acced¡era Asím¡smofue- 10f¡ncasde sociosse in¡cióun "Plan de riesgocompartido. de Semillade Paoa", ronex¡m¡dos del pagode losinsumos de Producción f¡nanciadospara la aplicac¡ónde conel objetivode pfomoverla producy distribución nuevatecnologÍa,cuandoel rend¡- c¡ón,almacenamiento y verdeada. mientono excedíaal obtenidoen la de Ia semillamejorada práct¡catrad¡cional. rendF Cualqu¡er de semilla mientosuper¡orse dividíaen partes Seobtuvo200toneladas que benef¡ciaron y el foncforo- sefeccionada, a 60 ¡gualesentreel agrÍcuftor en 20 hectáreas, logrando tatoriodel proyectode adopciónde agr¡cultores en rendimientos contóconper- incrementos orometecnología, El proyecto menenteasistencia técnicade super- d¡os por hectárea,superioresen un 250/0(2,5toneladas),a los obtenidos visión. (10Vha)en cultivosen los que no se 30 planescon 17 ut¡lizósemillaseleccionada. Se adelantaron gruposde agr¡cultores en 20,5hectáreasconun coslototalinvertido en inFam¡liar sumosde $390.446 de los cualesse 4.2.6.Mejoram¡ento re¡ntegró el equ¡valente a un 670/0 de la inversión. Losrendimientos calcula- Con ef propósitode incotpo.ata de campo, toda la fam¡liacampes¡na a las actidos mediantemuestreos fueronsiempresuperiores(25al 300/0) vidadesde Desarrollo Ruraly propiporlosagri- c¡af un mejoramientode las al rendim¡ento declarado Aun con los nivelesde ren- condiciones de v¡da,se adelantaron cultores.. 777.

(16) y de acciones de "Huertas tos de preparac¡ón en el Programa de al¡mentos de Pancoger",dentrodel Programa conser,/ac¡ón de frutasy verduras. Se y Nutric¡ón util¡zaron Nacional de Alimentación entreotrosmétodosde en(PAN).Adicionalmente y loscurse realizaron señanza,lasdemostraciones actividadesen saneamientode la vi- sos de capacitaciónvienda,parabeneficiar a lasfam¡lias y Saneamiento En Mejoram¡ento másDobresde la zonaruralde los mude nicip¡os Toledo,Laba- la Vivienda:sedestacaron de Pamplona, actividades tecay Silos,con un áreade acc¡ón relacionadas con:instalación de tazas construcción de tanouesde directaen 16 veredas. sanitarias. almacenamiento de aguay de estufas El objetivopr¡nc¡pal de esteproyecto sin humo;arreglode pisosy paredes. y nulric¡ón Estasactiv¡dades tuemejorarla alimentación fuerondesarrolladas de lasfam¡lias a través alrededor de un "CentroDemostrativo seleccionadas, y el con- parael Mejoramiento de¡aumentode la producción de la V¡vienda", sumode alimentos de altovalornutri- construidoen el municipiode Pamplona. tivo. Algunosde los logrosprincipales Entre los objetivosespecíficosse propusieron: los principa- fueron:la formulación Determ¡nar de un "Proyecto para queafec- de Nuüic¡ón lesproblemas nutr¡cionales el Distrito de planif¡car Pamplona", elaboraciónde un campesinai tabana la famil¡a nutriciona- "D¡agnóst¡co comlaproducc¡ón de al¡mentos en infraestructura parael Disles,de acuerdocon los oroblemasen- plementaria de lavivienda se establec¡eron contrados:¡mDartireducacióna la tr¡tode Pamolona"; demostrativas familiay pan¡cularmente en 13 heca la mujeren 23 Darcelas mejorarla v¡- táreasy se atendieron 301parcelasde aspectosnutric¡onales; "pancoger"en 134hectáreas, vienday la h¡gieneamb¡ental. adey asesoraron másplan¡f¡caron 224créen d¡tos por $3.269.500para atender Las accionesse desarrollaron producción de al¡- parcelas de "pancoger"y 29 créditos tressubprogramas: para y sameioramiento devivienda,porun mentos,educaciónnutricional valor con los cualesse de $725.000, neamiento de la vivienda. ¡ciaron 220 fam¡l¡as. benef se hizo EnProducción de Alimentos: de huerénfasisen el estab¡ecim¡ento RURAL las familiaresincluyendohortalizas,4.3. DESARROLLO frutales,par@lasde pancogerconcul( 1 9 8 2a 1 9 8 3 )Y de la zona(papa, tivostradicionales DESARROLLO y de especies maíz fríjol)y explotación (1984en CAMPESINO menores(cerdosceba,gall¡nasy coadelante) nelos), gude Iaspolíticas Encumplimiento Paraun mejordesarrollo de lasacDese bernamentales de la época sobre nutr¡cional, en educac¡ón tiv¡dades y conbaseen gruposde amasde casa, safrolloRuralIntegrado, organizaron proyeclas de la ejeexperiencias obten¡das conloscualesse desarrollaron 118.

(17) y del cucióndel Proyectode Desarrollo P r o g r a m aD R l ,p r i m e r af a s e ,s e i n ¡ c i ó e n P a m p ¡ o nean 1 9 8 2l a s e g u n d af a s e d e l m i s m od e n t r od e l P l a nd e A l i m e n ( P A N ) ,l o q u e o c a t a c i ó ny N u t r ¡ c i ó n sionó que a partir de ese año el Proyectode Desarrollode Pamplona se convirtieraen el Distritode Transferenc¡ade Tecnología, con lasfunc¡on e s q u e e l ¡ oi m p l i c a b a .. y sustentadoen programac¡ones y recuranuales, conmetas,acc¡ones sos, el cua¡se orig¡nóa travésdel "S¡stemade Manejode Proyectos". Et Plande Oesarrollo Distritaldentro del sub-programa de Desarrollo Tecnológico comprendió dosetapas: Invest¡gac¡ón o Ajustede Tecnología y Transferenc¡a de Tecnología.. Adicionalmente se produjoentrelos años 1982y 1984una reubicaciónde 4 . 3 . 1 . P r o y e c l o s d e del Distrito,por reduclosfuncionarios y Ajuste Investigación c i ó nd e l á r e ad e a c c ¡ ó n ; d e s m o ndt ee l de Tecnología ProgramaPANy necesidadde ampl¡ar áreas de trabajo en otros Distritos, q u e d a n d ou n e q u i p o h u m a n o l i n a l Con baseen las pr¡or¡dades de inconstituidp oor 20 func¡onar¡os. v es t¡ g a c¡ ó n e s t a b l e c i d a se n e l En este nuevo enfoque del pro' g r a m as e d e t e r m i n cÓo m oo b j e t ¡ vgoe n e r a l ,d ¡ s m ¡ n u ¡l ra e m i g r a c i ó nd e l o s p e q u e ñ o sp r o d u c t o r edse l D i s t r i t od e P a m p l o n ah, a c i al o sc e n t r o su r b a n o s , m e d r a n t e l m e j 0 r a m ¡ e n tdoe l a sc o n d i c i o n e sd e v i d a r u r a l .. "Diagnóstico Microregional", el Distritohaadelantado untotalde 181ensayosen losúltimos6 años,sobrelos s¡guientesaspectost¡nvest¡gac¡ón agroeconómica, ¡nvest¡gac¡ón en agro¡ndustria e investigac¡ón en comunrcaclones.. Dentrodel componentede Desarro- 4 . 3 . 1 . 1 . I n v e s t i g a c i ó n lloTecnológico las acc¡onesfueronenAg roeconó m ica c a m ¡ n a d ahs a c i a :e l m e j o r a m i e n tdoe la produccióny productividadde la papa y de la leche (se¡eccionados La investigac¡ón agroeconómica en comoprioritar¡os en el Distrito), la crea- el Drstr¡to, ha esdesdesu ¡n¡ciación, c i ó nd e a l t e r n a t i v adse p r o d u c c ¡ ódn¡ - tadoorientada paquetes a desarrollar v e r s i l i c a d a ,e l d e s a r r o l l od e l a tecnológicos rentables, adaptables a i n f r a c s t r u c l u rdae l a p r o d u c c ¡ óan n ¡ - las condic¡ones soc¡o-económ¡cas de v e ld e f i n c a , l ai n n o v a c i ótne c n o l ó g ¡ c a ,losproductores, pr¡nc¡palmente en los n e s e m i l l am e j o r a d ad e cultivosde papay tr¡go.S¡multáneal a p r o d u c c i ód presentaralterlos renglonespr¡oritariosy secunda- mentefue necesario rios. nat¡vasde diversificac¡ón para el. pequeñoproductor, incluyendo culti-. Como estrategiade DesarrolloRu- voscomocebolla junca,lashortalizas, ral Integrado,y con el fin de dar cum- el fríjol,el maízy lospastosentreotros. plimientoa los objetivospropuestos, f u e e l a b o r a d ou n " P l a n d e D e s a n o l l o Losresultados mássobresalientes, proyectadoa medianoplazo se presentan D¡str¡tal", a continuación:. r79.

(18) 1 . Papa. Delasinvestigaciones realizadassobreevaluaciónde variedades, se escog¡ócomo promisor¡a el por su clon 66-680-7, destacándose (37,1Vha),que sualto rendimiento en Oromed¡o a los obOeróen 159.40/0 tenidos tradic¡onal convariedad Parda (14,3Uha),Cfabla5),y porla Pastusa resistencia ina la gota(Phtrhopthoru permite las cual d¡sm¡nu¡r festdn¡),lo apl¡cac¡ones de fungicidashastaun 500/0, en comparac¡ón con la parda oastusa, El clon 66-680-7 se registróy en-. TABLA5.. tregócomovar¡edad ICAMutiscua en 1984. Los ensayossobre "almacenam¡entode sem¡llade papa" cornparandoel sistema¡rcdic¡onat del agticultory el sistema de "Silosrústicos", indicaronresultados muy satisfactorioscuandola papafue almacenada pérdidas en "silosrústicos",evitando porel ordende 13.8% en rendimiento conlavariedad PardaPastusa, 17.00/o con ICA Mutiscuay 32.5okcon ICA PuracéCfabla5).. y logrosen el cultivode fa ¡nvest¡gac¡ones Resumende las pr¡ncipales papa.. Tipode ensayo. Número. adelanlado. oe Tratam¡enlos evaluadog Fend¡m¡entoIncrementoLogrado ensayo9 en kg/ha kg/ha %. Adaptaciónde variedades. Evaluación de dos srstemas oe almacenamient0. Clon5G680-7(HoyICA Mutiscua) ICAChtagá PardaPastusa. PardaPastusa: Silorústico (122diasde tradicional almacenam¡€nlo) ICA¡Jutiscua: S¡lorústico (121dias de Tradicional ahacenam¡ento) ICAPuracé: S¡lorúslico (172diasde Trad¡cional ahacenamienlo). FUENTEi lnlome Programa Papa (Naque, 1987). 180. resultados Princ¡pales obten¡dos. 37.100 29.800 14.300. 26.387. 22.800 '15500. 159,4 108,4. 3.201. 13,8. 5.200. 17,O. 23.186 35.700 30.s00 33.648 25.392. 32,5.

(19) que m¡entfas de860/0, de Par- unarentabil¡dad económica La evaluación los de y la Parda Pastusa, costos con desmostracelasde comprobaciÓn papa, producc¡ón más ICA son bajos Parda Pastusa e $286.800, tivasen en relación de $36.000 Mutiscua, da una ventajaeconÓm¡caunadiferenc¡a perola renvariedad represencon la otra citada, ICA Mut¡scua. la variedad a mucho menor, 61.00/o ¡ncremento tab¡l¡dad es de en en un 59.10lo tada netopor hectárea,con un ffabla 6). benef¡c¡o costode producciónde $322,800y TABLA6.. Beneficioeconóm¡coobtenidoen papa,var¡edadesICA Mut¡scuavs. Parda Pastusa. Cant¡dadxhaxvariedad. Concepto X obtenidos Toneladas Rendimientos Coslosde producción($000) Benefic|o bruro($000)' neto($000) Beneficio Diferencia en beneficroneto($000) neto(0/o) Incremento en benef¡cio (o/o) Bentabilidad. ICA Mut¡scua PardaPastusa. 322,8 601,3 278,5 103,5 59,1 86,0. 14,3 286,8 461,8 175,0. 51,0. ' PrecioX año 1987-ICA Mutiscua$21 398 tonelada Parda Paslusa$32.293tonelada. 2. Trigo. Se evaluaronochovarie- genot¡pohar¡nosomejoradopara En 1982se inidades,de lascualesseselecc¡onaroncl¡mafríomoderado, (Bonzay Sugamuxi), c¡aronlasinvestigaciones conel maíz dosprom¡sor¡as superiores a las2.3 "Chopero" y en .1988con el maíz conrend¡m¡enlos ha y buenacalidadpanadera. La in- "Coico",en los municio¡os de Pamvestigac¡ón sobrenivelesde fert¡liza- plonitay Silos,respecl¡vamente. (90a 180 k¡logramos ciónn¡trogenada porhectárea), señalalos de nitrógeno (2,7Vha)conla mayores rendimientos Algunosde los principales resullapor dos oarciales aplicac¡ón de 180kg de nitrógeno se v¡sual¡zan en la Tahectárea. bla 7, se observaun ¡ncremento en rendimiento del88.8%conlavar¡edad 3. Maí2. Conel fin de mejorarlasca- "Chelele"al pasarde 1.075kg/haen y el rend¡- el c¡clode 0 a 2.030kg/haen el ciclo racterísticas agronóm¡cas m¡ento de la var¡edadreg¡onal 7. Conla variedad"Chooero".se ob"Chelele",se cont¡nuaron en Chitagá tuvoun incremento en rendim¡ento del los trabajossobre "selecciónmasal 22.8o/o al pasarde 1.883kg/haen el estratificada" oaraobtenerel orimer ciclo0, a 2.314kg/haen el c¡cio4. l8l.

(20) TABLA7.. T¡alami€nto!. Meloramientode maler¡alesnativosde maíz,por selecc¡ónmasaleslrat¡l¡cada.. Rond¡m¡ontos'. M a z o r c r so n 1 0 0 D l ¡ n l á g. C¡clo do. (Nombre). Chelele Ohelele Chop€ro. chop€ro. 0 7 0. 1 075 2030 1 EA3 2 314. 113 169 120 143. 49,5 19,l. 80¡20 85/15 azJ1A a3117. ' Promedio de 12 ensayos en "Chelele"y 5 ensayos en "Chopero"1983,1987. 4. Otros cultivos. En 1985,sein¡En 1987,se in¡ciaron en la zonade y ciaronlas ¡nvest¡gac¡ones sobreeva- páramo, ensayos sobre"evaluación genét¡cos luac¡ónde materiales en adaptac¡ón de la Quinua",Oorcons¡fríjol.Entreellasse destacael com- derarseque estaespeciepuedeser portamiento de la linea una buenaalternativa de oroducción sobresaliente y animal, para humano A-36.caracter¡zada oor su tolerancia y de consumo product¡v¡y mejorar las iciencias nutricionales, def a la antracnosis su alta 1.752kgiha,super¡or en dadosu granvalory calidadprote¡ca. dadpromedia y en 452 kglha 489 kg/ha (38.7o/o) (U.7o/o\ localesD¡a- 4 . 3 . 1. 2 . I n v e s t i g a c i o n e s e n las variedades a y respectivamente. Ag roindustria.Seadelantó una¡nRad¡cal, colCalima y Adevest¡gac¡ón sobreDesarrollo juncase evaluóel efecto cuación de Tecnologíaspara el Encebolla (compuesta de Papa.El proyecto + ma- Procesam¡ento de la fenilización la papa,emEl mejorrendimiento consistió en deshidratar teriaorgán¡ca). solares, económ¡se obtuvocon la aplicaciónde 400 pleandosecadores Coneste kg/hade ferlilizante fórmula1:3:.1+ cos y de fácilconstrucción, estudiose buscópresentar alternati4 toneladas de gallinaza. vas paraprolongarla vida útil de la nuevasy variadas alLas invest¡gaciones sobre grami papa,establecer quesehanven¡do ternat¡vasde consumos(francesa, neasy legum¡nosas y dism¡nuir laspérdirealizando, handadoorigena laselec- chipsy harina), que en el casode ciónde la avenaCayuseen asociocon das post-cosecha, al 12o/o del proVic¡a,conrendim¡ento de 75,6tonela- la papase acercaban dasde forrajeverdeporhectáreapor duclo fresco.Con la exlraccióndel con 65% del agua que contieneel proconey la avenaNehuenasociada cons¡deraVicia,conmenorrendimiento, 60,8to- ductofresco,sed¡sm¡nuye y los losr¡esgos neladas el empaque, de forrajeverdeporhectárea, blemente costosde transporte. haymay0rrac¡0oor corte, 182.

(21) de Pamnalización del productoy disponibili- portresveredasdel municiplo plona y los cenvereda testigo en el mulas zonas aDartadas de una daden Para la n¡c¡p¡o de Cácota. tros de Droducción. fueron comprobac¡ón de losresultados 4.3.1.3.Investigación en Co- seleccionadas tresveredasen Mutisy c¡ncoen lCA, ejecucua El en como experimentales municaciones. prev¡oanál¡sis comotestigos, ción del Programa Andino de Chitagá parael Med¡o de la información sobrelas condrcioTecnológico Desarrollo de producc¡ón Rural,Junta del Acuerdode Carta- nesdelagroecos¡stema gena,desarrolló de los agricultoentre1984y 1986, y las característ¡cas Parain¡ciarla invest¡una investigación sobre" Unaestra- resdel D¡str¡to. gac¡ón para Transla tres cultivos: comunicación se defin¡eron teg¡ade ferencia de Tecnologíacon la papa,tr¡goy hortalizas. participación directade gruposde pequeñospfoductores". Estainvestiga- Los resultadosoblenidosen papa concluir:la metodologfa ción pretendiódiseñary probaruna permitieron de comunicac¡ón de comunicametodología congru- conénfas¡s en métodos pos,que¡ncrementara el cubr¡mientociónpan¡c¡pativa es eficazisituación en cuantoa nÚmerode usuariosse re- quese manifestóen los n¡velesde coy aplicación fiere.Se partiódel hechosiguiente: nocimiento de tecnologfa signif¡cat¡va mediante una participac¡ón activade condiferencia entreel nilosagricultores en la tomade decisio- vel de conocimiento del grupoen el y el ninessobreidentificación de oroblemas cualse apl¡cóla metodologfa y alternativas de solución vel de conocimiento delgrupotest¡go tecnológicos panic¡pativo) (diagnóst¡co erapos¡ble (Tabla8). lograrmejoresresultadosque los obconla d¡vul- Los resultados tenidoshastael momento de las investigaciogacióny enseñanzade tecnología, nesconfirmaron ouela comunicación parala adopciónde la con los gruposes e¡med¡omáseficaz comorequ¡sito que parala enseñanza m¡sma.Asím¡smo,se cons¡deró y se de tecnología de la nuevametodo- comprobóla ¡mportanc¡a conla aolicación de apoyartalogíase podríanlograraumentosen la lesactiv¡dades conmaterialescr¡to;no producc¡ón agropecuar¡a. se encontrÓ asociación entrelasvaria(conocimiento y bles dependientes y las indeComoobjetivosespecíficosfueron aplicación de tecnologfa) planteados lossigu¡entes: (soc¡o-culturales) y la evadeterminar pend¡entes y de aplica- luaciónparticipativa permite a los el gradode conoc¡m¡ento logradapor el agricultores ción de la tecnología cuestionar objet¡vamente (en grupo los cultivosseleccionados)loscontenidos tecnológicos incluidos con la metodología d¡señaday apl¡- en las actividades de comun¡cación; la eficaciade la me- losmétodosparticipativos cada;determinar contribuyen todologíaprobada,en cuantoa la a util¡zar enformamáseficiente losrepuestoque se cobertura(númerode usuariosy/o cursosinstituc¡onales, por uniáreade trabajoatendida). lograun mayorcubrimiento por dadde tiempo¡nvertido el agente paradesarro- de camb¡oen el orocesode la transEl áreaexp€r¡mental llar la invest¡gación fue conformada ferenciade tecnología; la aplicac¡ón de. rE3.

(22) fABLA l.. CAmblo en loa nlvele! de conoclmlento tecnológlcG| y niveles de aplicac¡ón de la tecnologír en cult¡vos de papa,. Grupoerperlmental PuntaleE'. Cambloen Mvel de conoclmlento adoDclón. Antos(Pr€-prueba.) Después(Post-prueba) Diferenc¡a. 1.101 2.634. 5.739 7.501 1.762. Grupoteat¡go Cambioen conoclm¡ento 2.674 2.870 196. As¡gnadoa cadacon@¡miento o prácticade acu€rdocon su influenciaen el éxitodel plagasy enfermedades puntajemáximo15). fenil¡zantes, cultivo(sem¡llas,. metodologíaspanicipat¡vasrequiere de los técnicosen el tracapacitación ba¡ocongrupos,en el manejode los mediosy de los equ¡posde comunicac¡ón.. y ha hechoénfasisen la formulac¡ón ejecuciónde las sigu¡entes estrategias:Planesde Producc¡ón, Planesde parala Transferenc¡a Comunicación de Tecnología, Planesde Producc¡ón y or¡entade Semillas,Planificación y de laAsistencia El logromás relevantedurantela cióndelCrédito Téceiecuc¡ónde este proyectofue la ela- n¡ca. boracióndel BoletínTécnicoNo. 154 "Una EsÍategia de Comun¡cación4.3.2.1. Planes de Producparala Transferencia de Tecnología", ción. Tomando comobaselasorienen dondese presentanlos métodos, tacionesgeneralesdel Programade y recomen- Desarrollo Ruraly ten¡endo resultados, conclusiones en cuenta lgual- la neces¡dad de llevara caboplanes daciones del estudiorealizado. mentese elaboraronlas s¡gu¡entesde producción, en dondese integran parala lasacc¡ones de desarrollo tecnológ¡co, can¡llas:"GuíaMetodológica y Trabajocon gruposde crédito,comerc¡alización, Formación organizaproductores", pequeños "GuíaMeto- cióny capacitac¡ón de losproductores, y ejecutaron dosplanes: dológicaparala Ejecuciónde un D¡ag- seformularon nóstico Participativo",y "Gufa unode papay el otroen leche,idenparala Ejecuciónde la tif¡cadoscomopriotitaÍiosen la zona, Metodofóg¡ca Evaluación Participativa". cuyasacc¡ones se concentraron en las áreasde mayorproducc¡ónactualy ootencial, 4.3.2.Transferencia de. Tecnología ParacumplirmejorIa func¡ónas¡gy conel tecnologia nadade transferir tin de garantizatel avendlzaje y la se de lasrecomendaciones, adopc¡ón lE4. 1. Plande producciónen lelos¡ngreche. Seorientóa aumentar sos anualesnetosde los pequeños productores de leche.mediante el ¡ny produccrementoen la producción tividad de las explotac¡ones,la.

(23) en pastode corte, celasdemostrat¡vas Taiwan.brasilero.alfalfa, ut¡lizando kinggrasse lmperial, AvenaForra,¡era y 210ensayossobreadaptac¡Ón de vapastos para riedadesde climafrío, pr¡ncipalmente Ray con var¡edades comoorom¡Se pretendió,durantelos cuatro Grass.Seselecc¡onaron de conrendim¡entos añosdel plan(1983a 1986),¡ncorpo- soriosel Brasilero y por munF 76,8 forraje verde corte en se¡s Uhade rct 1.O52ofoductores, y con la alfalfa cioiosdel Distrito,con áreatotal en 90 días entre cortes pastosde 3.798hectáreas; se espe- '18,5t/hade foraje verdeporcortecon al fF un oromediode 55 díasentrecortes. rabaun volumende Producción l¡tros naldel cuartoañode 3.700.000 2. Plan de Producciónde de leche. Papa. Elaboradopara el período permite plan increcon- 19831986,tuvocomoobjet¡vo del La eJecuc¡ón producción productividad porcentaje y la que: mentar de cumpliel clu¡r de Cámiento de metas programadascon del cult¡voen los munic¡oios productores, y Mutiscua, Pamplona número de cota, ch¡tagá, relac¡ónal en pastoy cabezasde an¡- Silos,incorporando 800pequeñosprc hectáreas (1983-1986), fue en ductores, conun áreafinalde 896hecmalesatend¡dos todos los casos,superioral 1000/o táreas, ¡ncrementadasprogresi(119,176y 1150/0, vamente,a partirde 438 hectáreas. respect¡vamente); en cant¡dadde lechese tuvo un aua Para1983se prev¡óunaproducc¡ón mentode 240litros.lo cualequivale hastalle del 33.30/0, el período comercialde 3.454toneladas un incremento aumentó, en promedio en gar en 1986a 9.666toneladas. de lactancia al pasarde 210 a 240días. un 14.2o/o de lecheobteLospr¡nc¡pales logrosobtenidos en En 1983la Droducción del plan,fueronlos sinida fue de 486.000l¡tros,mientras la e¡ecución queen 1986se logrÓunaproducciÓngurenles: litros.El procentaje de Entre 1983-1986se atendieron de 1.451.520 lo 'l .224productores de papacon un tonatal¡dad aumentódel 60 al 650/0, lo cual signicual represenlaun incfementodel tal de 1.456hectáreas, El porcenta.le de monal¡dad en fica oue las metas establecidasse 8.30/0. sebeneficiaron el 153,00/0 adultosdisminuyóen un 600/0(5 a cumplieron: y secubr¡óun área 2o/ol,y en jóvenesen un 500/0(10 a de losproductores de prade- equivalente 5%).Con el mejoram¡ento al 162,50óde lo estipuras la capacidadde cargapasóde 1 lado. El 36.70lode los agricultores con un adoptarontodo el paquetede recoU.c.c., en promedio(1000/o), que pasóde l0 a 20 to- mendaciones; rend¡miento en 1986,se logrócon neladasen promedio(pastoKikuyo), la aplicación de tecnologÍa recomencon un intervaloentrepastoreode 60 dada, una producciónpromed¡ade 17,5 Vha, superando a 105días. en 3,8 Vha (27.7o/o) a la alcanzada en 1983y en Comoapoyoal planfueronestable- 5,0t/ha(400%)a la obtenidacontec53 par- nologiatradic¡onal. cidasochofincasintegrales,. y transferencia generación de tecnode a lascaracterísticas logíaapropiada y la plan¡ficación del losbeneficiar¡os parala apl¡cac¡Ón de créditonecesar¡o dichatecnología.. 185.

(24) El volumende producc¡ón totalpasó transferencia detecnologfa, sevienen de 10.068 toneladas 1983 21.229 en a desarrollando actividades de t¡pogrupal,principalmente, toneladas en 1986. apoyadas en parcelasde altorendimiento, métodoque Paraentregarlasrecomendacionesha demostrado ser eficazparala moproductores y la aceptatecnológ¡cas los se estivación, el conocimiento a 68 pareelasdemostrativas c¡ón de la tecnologíapor parte del tablecieron y se real¡zaron además,53 eventosdi- pequeñoproductor. vulgat¡vos entfe dfasde campo,enPlanesde Producción proyecciÓn cuentroscampesinos, de 4.3.2.4, y giras;se 1.498 sonovisos entregaron de Semillas cartillascontemasrelacionados or¡nSeleccionadas de palmente conel controlde plagasy enBuenaCalidad fermedades. Mediante la eiecución del Proyecto 4 . 3 . 2 . 3P . l a n e sd e (1977-1980), ICA-AID lograronexse parala Comunicacíón perienc¡as que s¡rv¡eron para ¡mpleTransferencia de mentarproyectosde producciónde Tecnología inicialmente sem¡lla, en papa(l983), y Tomandocomobasela "Guíapara en Pamplona, Chitagáy Mut¡scua (1987),en tr¡go en la elaboración de Planesde Transfe- posteriormente y Silos;maízen Ch¡tagá y renciade Tecnología", se elaboraron Pamplona los planesde comunicac¡ón de papa Pamplonitay kúol en Pamplonay y de bov¡nos críay leche,y posterior- Pamolon¡ta, mente.en 1987. con base en el "Diagnósticopanicipativo"contem- Con la ejecuciónde los planesse pladoen el estudio"Una Estrategia busca:caoacitartécn¡camente a los parala Transferenc¡a de losplanes,en la prode Tecnologla beneficiar¡os y d¡str¡buconla Pan¡c¡pación de Gruposde Pe- ducc¡ón,almacenamiento queñosProductores", de semillas;producir se involucraronción ef¡c¡ente dentrode losplanesde comun¡caciónsemillade buenacal¡dadcon el pepara la transferencia y generarexcedende tecnología queñoproductor para otros; incrementarla otroscultivos:trigo, maiz en asocio tes y la productividad haba,fríjol,za- producción de los con fríjol,arracacha, nahoria, habichuela, morade castilla, cultivosrefer¡dos. curuba,ajoy cebollajunca,conuncude 44 veredasen 6 munic¡- A pesarde los d¡versosintentosde brimiento piosy 897 productofes, semillas de buenacalidad, no Estosplanes producir se constituyeron en un ¡mportante se han logradobuenosresultados marcode referencia Darala elabora- desdeel puntode v¡stade cobertura S¡nembargo, hasidopc de metas enel Distrito. ciónde lasprogramaciones y para Además,s¡rv¡e- sibleajustartecnologías la profÍs¡cas f¡nanc¡eras. para implementar ron los planesde ducciónde las mismasy a su vez capac¡tara técnicosy agricultores. oroducción del D¡str¡to. prev¡stos Entre1983y 1987secapac¡taron Paracumplirlosob.¡etivos 12 parala productores de semillade papa;se en losplanesde comunicación 186.

(25) produjeron de sem¡- comienzoal plan de friol en Pam284,9toneladas conlascualesse plona, Pamplonitay Chitagá,util¡llade buenacal¡dad, 150productores en 209 zandola variedadrad¡caly la l¡nea beneficiaron promisor¡os en A-36,mater¡ales selecc¡oEn 1987losincrementos hectáreas, porla utilizac¡ón nadosen pruebasde adaptac¡ón. producción estimados de estaclasede semillafue de 3,8 t 4.3.3.AsistenciaTécnica (360/o) conla variedadPardaPastusa. más Los arreglosy exptotacrones y capa- importantes fueron:papa, atendidos En 1987,se seleccionaron de trlgo,para trigo, maízen asociocon früoly bovF citaron6 productores conellosel plande produc- noscrÍa y leche.Ademásse atend¡eadelantar y de roncultivosen hortalizas, arracacha ción de sem¡llaen los mun¡c¡pios Mutiscua, Silosy Cácota, frutales(curubo,principalmente). Pamplona, en el semestreA de 1988,se cosecharcn5.174kg de semillaseleccionada La papaes el cult¡voque más se conunaatención en 1983de de trigo,de las var¡edadesBonza67 destaca, y Sugamuxi, 74 pro- 771 productores se benef¡ciaron en 868 hectáreas, unaoroducción est¡mada tG de 10,068 ductoresen 37 hectáreas. neladasy un benefic¡o calculadoen el plan $21.179-200. En 1987,se atend¡eron En1988,se inicióen Chitagá de producciónde semillade maíz 735 productoresen 835 hectáreas, "Chelele"70. ciclo,y en Pamplon¡tacon una oroducc¡ónestimadade y un beneficio calal plan de produccióncon el 11.193toneladas (rabla9), "Chooero"40.c¡clo,asím¡smosed¡o culadoen $123.687.¿100 TABLA9.. cubrimiento de la Ag¡stenc¡aTécnicaen papa. Año3. Logrosoblen¡dos. 1963. 1984. 1985. 1987. t98E Sem. A. 868 1.148 Areatotalatendida(ha) 8 6 3 1.456 351 855 atendidos(No.) 771 1.050 1.224 285 Productores 841 735 x obtenido(tha): R€ndimiento Tecnología recomendada 13,7 15,0 16,2 18,0 17,5 14,3 Tecnoloqia lradic¡onal 9,6 10,5 11,5 10,5 12,5 10,5 Costosde producción($000): '¡A' O 'AA A recomendada Tecnología 115,7 114,6 1 7 4 , 0 ,1O O 102,4 Tecnología lradic¡onal 128,0 160,0 274,O 180,0 217,3 Producción tolal estimada(t)' 10.068 14.579 10.784 21.229 11.193 5.001 Beneliciototalca¡culado($000) 21.179 10.682 .' 30.941 6.214 1z3.6A7 48.276. Varía de acuerdo con la tasa de adopción de tecnologÍacalculada (4496del área en 1983,36,7010 en 1987y 55,4% en 1988)Fuene caída en 106precios del producto.. lE7.

(26) por el dical)produjocambiosen rendimienLa tecnología recomendada de Pam- tosal pasarde 0,8t a 1,3t; en pastos ICAparala zonadel D¡strito por el manejoadecuado perplonaincrementó de praderas losrendimientos la caoacidadde hectáreaentre 1983y 1988,así:en mitió ¡ncrementar papa,mediantela utilizaciÓn de se- cargapof hectáreade una a doscamillasde buenacal¡dad,se logrópa- bezasy en bov¡noscríay lechecon de manejo,se sarde 13,7t a |8,0t; en tr¡go(Bonza prácticasadecuadas pasarde 720l¡tros/animal/ y Sugamuxi), n¡tro- consigu¡ó conla fertilizac¡ón genaday el usode variedades mejo- añoa 1.C80l¡tros/animauañoCtabla radasse logrópasarde 1.5t a 1.9ti 1 0 ) . en maízasociadoconfrí¡ol,a través regiG de materiales delmejoramiento totalde atención:usuanales(Cheleley Chopero)por selec- Lacobertura los rios,área,créditoplan¡f¡cado, costos c¡ónmasal,se logróincrementar valortotalde la de totalesde producc¡Ón, rendimientos de 1.Ca 1,3toneladas y beneficiototalcalculaen fríjol. producción maizy de 0,4a 0,5toneladas en la En frí¡ol el cambiode var¡edadesdos en cadaaño,se v¡sual¡zan (D¡acol Andinoy D¡acolCal¡naporRa- Tabla11.. TABLA 10. Rend¡mlenlode los pr¡nc¡palesrenglonesde producciónalend¡dosen el D¡slr¡to de Tranaferenc¡a de Tecnología en Pamplona.. Fondim¡snlo por h6clár.a o por c¿b€¿. (áños). Fonglón d€ producción/. r98{. Papa (lon) Trigo (lon) M a ¡ zx h i o l ( t o n ) :M a í z Fr¡ol Friol (ron) Bovinos cria y leche X animal,/añorleche (lls) c r i a s( N o ) Naral¡dad% Monalidad(%): adulros lovenes Capacioádde carga (u G G /ha). 13,7 1,5 1,0 0.4 0,8. 720 o,7 60 54 10 1,0. l5.O r,5 1,1 0,4 0,8. 800 0.7 60 I 13. !985. 1945. 16.? 1,7 1,1 0,4 12. 175 I,6 1,2 0,4 1,3. 840 0,8 63 222 654. 960 0,8 65. 1987. 14.3' 1,9 1.3 0,5 13. 1 080 0.8 65. 1988. 1 ao 1,9 1,3 0.5 f.3. 31,3 26,6 14.2 25.O 62 5. 1080 0,8 65 2 4. 50,0 143 8,3 40.0 40.0. 2,O. 100,0. ' Ocasionado por el fueneveranoquese presentó después de la siembra.. 18E.

(27) ÍABLA 11. Coberturade atenc¡ón,créd¡to plan¡ficado,costos de producc¡ón,valor de la prgducción y beoet¡c¡o esl¡¡t¡ado.. Usuar¡osatend¡dos C.C.'. 1983 1984 1985 1986 1987 1988Sem. A. A ño3. 1983 1984 1985 1986 r9 8 7 1988Sem. A. S.C.". 641 637 606 844 1.234 1.559. 481 247 346 257. Area dlettdida. Total. 658 1.118 853 1.101 1.580 1.816. 724 721 1.193 1.246 1.868 734. Créd¡lo plan¡flcado SO00. S.C.. Total. 629 2.a12 5.081 8.227 2.4 510. 1.353 45.437.0 3_533 61.869.0 6.274 51.034-0 9.473 108.7¡0.0 4.&4 184.116.3 |.344 64.954.6. CoslG de Valor de la Beneficio producc¡ónproducc¡ón estirnado soo0 s000 6000 167.843.0 203.860.0 250.382.0 455.516.0 289.11.0 58.089.4. 248.694,0 80.851,0 302.060,0 98.200,0 392.442,O 142.060,0 706.604,0 2 5 1 . 0 8 8 , 0 426.965,4 137_854,4 123.473,0 65.383,6. C.C.Concrédito S C. Sin crédito. BIBLIOGRAFICAS 5. REFERENCIAS 1.. de la Papa,ICA-CIP. Pamplona ICA-CIP, 1988. ARAQUE, C UsosAlternativos (Mimeografiado). 2. en el cultivode la papapor fos agriculto' BARAJASC., H. Adopciónde Tecnología res en el áreade inlluencia de la Agenciade Desarrollo Ruralde Pamplona. Bogorá,1976.92 p. (Mimeograf¡ado). 3.. parael Distrito de Nutrición de Pamplona, formulado en CALLEH., L.M.Proyecto Pamplona, 1979.(M¡meograliado)baseal análisis de la FichaTécn¡ca.. r89.

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Figure

TABLA  2.  Efecto  de las distancias  de poblaciÓn  y dosis de ferlilizante  en producción de var¡edades  de PaPa.
TABLA 3.  anál¡s¡s marginal por heclárea para el coniunto de ensayos gobre
TABLA  5.  Resumen  de las pr¡ncipales  ¡nvest¡gac¡ones  y logros  en el cultivo  de fa papa.
TABLA 6.  Beneficio económ¡co  obtenido en papa, var¡edades  ICA Mut¡scua  vs. Parda Pastusa.
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Referencias

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