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Coromina, Mer

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Chiva,

Maria Gitett, Móni

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José Miguel

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pedagógicas

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13

Queda prohibida la reproducción total o parcial

PQrcli_

(:

medio de impresión, en forma ídéntlca, axtractada o

IT!~

i

en castellano o en cualquier otro ic.lioma. '"' ! moreso en E.spafla

Pd11ted in Spain ISBN: <318-84-97M-20!'.· i

l)e~\to \e.gal: S. ",422-2007

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Editot 'Sec,., lee S .L.

Diagor.a\ 2.99, e(I\H!SIJl l• -08Gl3B<'>rce\oC\a

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PRACTICA EDUCATIVA EN LA RESIDENCIA .••••

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© Editorial Gedisa, S.A.

Paseo Bonanova, 9 1 ~-1 •

08022 Barcelona (España) Tel. 93 253 09 04

Fax 93 253 09 05

Correo electrónico: gedisa@ged isa .corn llttp:lfWHw.gedisa.com

INTRODUCCIÓN •.•.•..•..•.•.•••••••...

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AG RADECI MI ENTOS

Primera e u ición: enero de 2GO 7, Barcelona

PRÓLOGO • • . • . • • . • . . . . • . . . . • • • • . . • . •

9

Vio

l

eta Nú

ñez

Diseño de la colección: Sylvia sans

Índice

© Equipo Norai, 2007

(4)

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Prólogo

11

7

11

2

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4

11

5

1

09

109

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03

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e

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e

s

,

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s

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cit

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r

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d

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a

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s

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l

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t

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s

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sc

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a

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se i

n

te

s.

Por ej

emp

l

o,

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n l

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ed

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en

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u

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in

t

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,

da

fa

PRÓLOGO

10

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n

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se

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c

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br

i

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ba

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torp i

n

tuyen,

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ud con

ce

p

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t

ualí

z

a

y

qu

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L

ac

an

r

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for

rn

ula,

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sabe

r

:

l

a

s

ignifi

ca

-

ci

ón n

o e

s

e

n

e

l ori

g

e

n

,

sin

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s

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c

o

nstru

ye

p

os

teri

o

r

m

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nt

e.

D

es

d

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st

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p

r

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m

isa

,

es

t

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li

b

ro s

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ed

e

l

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,

en

c

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ve d

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na cr

í

ti

c

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form

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lada

a

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rta

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ncep

ci

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n

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s d

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l

a

p

r

en

di

za

j

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É

s

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s

u

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en p

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sa

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prendi

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je se

.

r

ea

liza p

o

r

l

a in

c

or

po

r

a

ci

ón

-

de

e

l

e

-

m

ento

s

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i

g

nifi

c

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vos

.

E

s

to

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s

,

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gni

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i

c

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c

ión

es

un

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con

d

i

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n

,

u

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p

re

vi

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, al q

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l

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e

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e

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s

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c

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ón

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o

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co

ntinuidad. Donde el

pre

sent

e

s

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co

n

s

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ru

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c

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o.

N

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f

n

e

a

c

on

tinu

a d

e p

ro

gre

s

o,

si

no

rup

t

u

ra

s

q

u

e

p

ro

du

cen,

p

re

c

is

ame

nte,

l

a

irru

p

c

i

ó

n

d

e

l

o nuevo

. El

en

c

u

en

t

r

o

co

n l

o

nu

evo p

ro

v

oc

a

e

n

e

l

s

uj

e

t

o

un ete

c

to

retro

s

pe

ctiv

o,

dond

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el

camb

io

p

u

e

d

e

t

e

n

e

r lu

g

a

r.

D

e

es

t

a

m

a

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er

a,

el

s

u

jeto

d

e

la

e

d

u

caci

ón

p

a

sa

a

s

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c

o

n

s

id

e

r

a

do

a

lo

la

r

g

o d

el

li

b

ro

,

ta

mbién

,

c

o-

rno

un

e

fec

t

o d

e

l

t

i

e

m

po

,

ent

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ndido

c

om

o

l

a s

u

-

c

esión d

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bifur

c

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cion

e

s

d

ond

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las ele

c

c

ione

s.

d

e

t

s

uje

t

o van d

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fini

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nd

o

, e

ntre la

s

diver

sas

h

i

s

t

or

i

as

p

o

s

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b

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es

,

u

na

trayect

or

ia

p

ro

pia

.

N

o hay, pu

es

, un

a

s

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erte d

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rne

c

á

n

lca

»

d

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[

a con

s

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ru

cci

ó

n q

ue

sea

g

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ne

r

a

l

i

za

bl

e

.

H

a

y u

n

t

e

mpu

s

perti

c

u

i

s

r

i

s

e

n

e

l

(6)

1

-.

t

!

.

r

f 1

!

i

i

olet

a

Núñez

Barcelona, di

c

i

e

mb

r

e

de

2006

Agradecimientos

posib

ilida

d al

ni

ñ

o

de

i

n

ter

esar

s

e p

o

r

la

[

ec

tura

»

.

D

es

de esta premi

sa

se organi

z

an l

o

s

t

r

ab

ajos edu

-

.'

c

ativos

co

n l

os

s

uj

e

t

os

, en lo

s q

u

e

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l

én

fa

s

is

e

stá

,

p

u

e

s

to en

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a

pl

u

ra

li

dad. Y

e

s de

l

a

plur

al

i

d

a

d, en

lo·

q

u

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conci

e

rn

e

a

l

a

s

h

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re

n

ci

a

s c

u

lt

u

r

a

l

es,

a

l

o

s

s

u

j

e

-

·

'

~

.-

.-'-

-

·

-

,

.

·

-

·-

.

.

tos

q

u

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se

ed

u

ca

n

,

a

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as

m

o

d

ali

d

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des

d

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tra

b

aj

o y

a _

t

.-

_,A

.

l

o

s

m

a

s

d

e tr

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in

t

a

ni

n

os

y

rn

nas

qu

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n

v

i

v

i

do

l

os co

nt

enid

o

s

d

e

l

o

s

P

r

o

y

e

ct

o

s

E

d

u

cat

i

v

o

s l

nd

iv

i-

_- )

'_:":-_

e

n

l

a

R

esi

de

n

ci

a

i

n

fa

ntil

N

or

ai

, po

r

h

a

c

ern

o

s se

n

t

i

r

d

u

a

lizado

s

-

PEI-

,

d

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lo que no

s h

a

bl

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ste

libro. y

·

:

_

r

:· ._

ed

uc

a

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ore

s

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ob

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ig

arn

o

s

a tr

ab

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j

a

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p

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s

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r

y

a

t

a

mbién de l

as

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l

a

b

o

r

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ciones

y

r

ee

l

a

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o

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ad

ones que

··

/

,·bu

sca

r.

e

l equipo p

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d

agó

g

i

c

o

t

o

ma a

su

ca

rgo

par

a

d

a

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o

s

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o

dos l

o

s

ed

u

c

ad

o

re

s y e

d

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c

a

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or

.as

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u

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d

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s

uje

t

o

s

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tra

pos

i

b

i

lid

ad

que l

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s

«

vi

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ne a

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ig

-

_

_

;

t.

u

n

.a u o

tra ma

n

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r

a

h

a

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c

o

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a

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o

rad

o

para

q

u

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s

t

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n

a

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a-

soci

a

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m

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t

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p

r

o

yecto

se

ll

eve

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bo

, ap

orta

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d

o

s

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saber

ha

ce

r

,

_

y

s

u

t

rabajo

.

A

l

o

s

prof

es

ional

e

s

d

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d

ic

a

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o

s a

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ado

d

i

r

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o

d

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os

niño

s

, en

es

p

ec

ia

l a Dori.

A

l Instit

u

to

d

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R

e

in

se

rción

S

o

ci

a

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(IR

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S

), por

c

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nfiar

en

nu

e

s

t

r

o

t

ra

b

a

j

o

desde

l

a

c

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r

c

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na

d

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s

tan-

cia

.

A

t

o

d

o

s aq

u

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ll

o

s

ma

es

tr

os

y

m

a

es

tra

s

<le

es

-

c

u

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l

a

,

prof

esionales

d

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l

o

s

E

AI

A

y d

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l

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D

GA

l

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mo

ni

to

res d

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los cent

ros

d

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tie

m

po li

bre

,

m

é

d

i

c

o

s

,

e

t

c

éte

ra, qu

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h

a

n

t

r

a

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a

do de aportar

s

u

sa

be

r p

a

ra

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ogr

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r un obj

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ti

v

o co

n

.

Y en e

s

p

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c

i

a

l

a

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os

pro

-

f

e

s

i

o

n

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les

d

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Se

rv

ic

io d

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t

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n

ci

ó

n M

u

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t

i

d

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sc

ip

l

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-

n

a

r

d

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Sa

nt

B

o

i

,

por

t

ra

b

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ar

y

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se

ñ

a

r

a

t

r

a

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a

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A

l

a

p

rof

esora V

i

o

l

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t

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N

ú

ñ

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z

p

o

r

su s

a

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i

d

u

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ía

y

s

u pa

c

ie

n

c

ia

y

,

so

br

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t

o

do, p

o

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onfia

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z

a

pe

da-

góg

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ca

.

A Jorge

Sosa

,

po

r

o

fr

ec

er su mir

ad

a

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es

d

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la h

u-

m

ild

a

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.

A

t

o

d

o

s

ell

o

s

, g

r

ac

i

a

s

p

o

r ha

c

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r

p

os

i

b

l

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l

a

tr

a

ns-

m

i

s

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ó

n d

e u

n

p

equeñ

o

l

eg

a

d

o

.

(7)

15

La

i

dea

d

e e

sc

r

ibir

est

e fibra su

rg

e

a

pa

rtir de dife-

re

n

tes ex

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gencia

s,

tanto

in

t

erna

s co

m

o

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x

t

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rna

s

r

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spec

t

o al equi

po ed

ucat

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vo

d

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l

a R

e

s

id

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n

c

i

a

.

Una

d

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es

a

s e

x

i

ge

n

c

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as co

n

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emp

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aba

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a nec

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s

ida

d de

apo

rt

a

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nt

os d

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ref

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ex

i

ó

n

y

de a

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á

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isis

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ues

t

r

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p

ráct

i

c

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ducati

v

a

. T

r

a

s

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s

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ex

p

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r

ie

n

c

ia

,

la o

b

li

g

a

-

ció

n ética

s

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i

m

p

on

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y se

ab

r

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eco

rri

d

o

q

u

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c

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tra

z

a

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s

í

pu

es

, h

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mos po

di

do

ll

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v

a

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bo,

por

pr

i

m

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r

a vez,

l

a

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ve

nt

u

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a de

pl

a

s

m

a

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e

n

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l

p

a

pe

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el

tr

a

bajo r

ea

li

z

ad

o e

n la Res

i

ce

n

c

i

a

lrr

í

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nt

ü

No

r

a

i

a

l

o

l

a

r

go

d

e

su

s qu

i

n

c

e a

ño

s de vida

.

L

a e

l

a

b

o

ra

c

ión

d

e u

n p

roye

c

t

o e

du

ca

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i

v

o s

uel

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h

ace

r eme

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ger

a

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go

que va má

s

al

lá de

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cume

n

to

,

es d

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cir

,

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dese

o

de u

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grupo de pro-

f

es

i

o

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le

s de tr

a

bajar de u

n

a m

a

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er

a a

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a cu

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o

s

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puede

re

nu

n

ci

a

r, deseo

q

u

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.

a

ú

n

a

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a

t

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or

í

a

y

l

a

p

r

ác

tica edu

cat

i

v

a, p

u

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s

pe

r

m

i

t

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na

l

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z

ar

s

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a

que-

ll

o

que se ha

ce co

rr

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s

po

nd

e co

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a

qu

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ll

o

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d

i

-

c

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que

se

h

a

ce.

Pod

r

íamos p

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n

sa

r que es

t

a man

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r

a

d

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hace

r

prod

u

c

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in

segur

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dad

es

y

h

as

t

a c

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rt

a an

g

u

s

ti

a

.

Se

tr

a

t

a

,

p

u

es

,

d

e

s

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t

u

a

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e

s

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in

q

ui

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tu

d

a

l

s

e

r

v

id

o

de

J

a

edu

c

ac

i

ó

n

.

¡

t,

1

Rasgos espe

cífic

os de una nuev

a

práctica

educativa

(8)

··.-;

Est

o defi

ne una

posición epi

s

t

em

o

l

ógica

que

, como

tal,

es

aplicable a tod

o e

l

co

nocimi

e

nt

o

hu

ma

no

y,

en

d

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finitiva, se tra

t

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una posición

qu

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d

e

t

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rmi-

n

a

,

a p

ri

o

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ma d

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do

tar de si

g

nifi

cado

a

nues-

tr

o

trab

a

j

o

.

Se tr

a

t

a

,

por

tanto, de u

n pos

i

ci

on

a

-

mient

o

t

eór

i

co e

id

eo

l

óg

i

co con

creto

.

L

a re

s

i

d

en

c

i

a

No

rai

d

a

muc

h

a

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mporta

n

ci

a

a

es

-

t

os

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lementos t

r

icos

,

ya

q

u

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m

pr

e

h

e

m

os

p

e

n-

sado que un aspe

c

t

o

princí pal de nuestro trabajo es

m

a

n

te

ner constant

e

m

e

nt

e

una coheren

c

ia

e

nt

r

e l

a

t

eor

iz

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ción

y

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a p

rácti

c

a.

l

o

s

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rob

l

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mas

qu

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v

an

su

r

gie

ndo en l

a p

r

áct

i

c

a

s

e

h

a

n d

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ode

r

r

eso

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ver

de

sde

la revisión t

ric

a

,

e

n

e

l

s

entido

de

qu

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qu

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-

ll

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un

cio

n

a en

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pr

á

c

tica

X>

ha de sig

n

i

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ica

r

que

es

t

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mos perdi

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nd

o

es

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oherencia

co

n l

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teorí

a

o

que no la int

e

rp

e

l

a

m

os

convenient

eme

nte

.

En

otra

s

p

alabras,

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st

a

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os

aplicando

o

t

ra teo

a

,

aun-

q

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sea de un

a

fo

rma c

on

s

ciente.

Buscar

la

s

o

-

I u

ció

n

l

o e

n l

a

p

ráct

1

c

a n

o es o

t

ra cosa q

u

e ca

m-

bi

ar

e

l

pr

ob

l

e

ma

de

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ugar, con e

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ñ

a

d

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do de

q

u

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es

t

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c

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mbio co

m

por

ta

un

o

s efe-et

as

d iiere

n

t

es a lo

s

pe

n

sa

dos o espera

do

s

.

P

o

r ejemplo,

s

i nu

es

t

ra

in-

t

e

n

ció

n es qu

e

l

os

ni

ños s

e r

es

p

o

n

sabi

l

i

c

en

de

m

a

nt

e

n

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r un or

de

n

e

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su h

a

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t

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ión y

é

st

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o org

a-

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z

am

os

en funci

ó

n

de tu

rn

o

s es

t

ri

ctos

,

l

o

qu

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fi-

na

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se

p

r

oduc

e

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s el ab

u

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rim

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ento h

acia esa

t

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ea y

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retice

ncia a c

o

l

a

b

o

r

a

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n cualq

u

i

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otra p

ropia

de

la

c

asa. En cambi

o

,

s

i d

e

cidimos tr

a

b

a

j

a

r

e

n

es-

t

e

as

p

e

ct

o

desde

o

tro

s

par

á

metros, en

es

t

e

caso

re

-

fir

fén

d

onos

a l

a

re

s

p

ons

a

b

ilidad d

e

l

a

d

u

l

to

,

lo

s

ni-

ños co

l

abo

r

a

n

y acaban

p

o

r

r

e

sp

o

n

sab

il

i

za

rs

e

de

INTRODUCCIÓN

1. Aquí el lector puede pasar a los anexos, donde se ubica,

te-

mática y geográficamente, a Pa Residencia Infantil Noraí.

¿

Cómo s

e

lf

eva a c

a

bo

la p

ráctica

e

d

u

cati

va eri

N

o

rai?

'

La ren

o

v

ac

i

ó

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co

mienza a p

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rtir

de

! cuestio-

na miento de al

g

un

os

hechos qu

e se

p

rod

u

c

en en la

R

es

idencia

y

qu

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rmiten reconsid

e

r

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rl

os

y

darles.

un

a

nueva

fo

rm

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V

ea

mo

s

u

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ej

e

mpl

o: ¿

por qué f

os

niñ

os no

q

ui

e

r

e

n

co

l

abor

ar

c

o

n

l

as

t

a

r

eas

domésti-

cas?

El

e

quip

o o

p

ta, e

n

es

te

c

a

so, p

o

r

a

nal

iza

r

e

l

por

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é

y el paro

q

u

é

s

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llama

r «e

du

ca

ció

al he-

c

ho

de cumplir

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n t

o

das esas a

ct

ividade

s

domésti-

c

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s

;

a

cuestion

a

r

l

a s

aturación de t

a

re

as

y

turnos pa-

ra

c

umplir dich

as tareas

; y a pre

g

un

tarnos

sobre e

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fu

t

u

ro q

ue

se

im

ag

in

a par

a los niñ

os s

i

r

os

ti

e

mpos

d

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infa

n

cia

s

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ocu

pa

n

en

es

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s cosas.

A

s

í,

¿cuánd

o"

~

-:

v

a

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a p

o

der ap

ren

d

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r

(y

mo) l

o

q

u

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s s

oc

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y

cu

í- ~

-

turalmente rel

e

v

a

nt

e

?

Si

los niñ

o

s

e

s

t

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iales.

(9)

:,

.-;

·

·-

---

-

ese orden. Esto se produce debido a la reflexión en ~

f {

cional que recibe un Centro Residencial de Acción

torno a los objetivos educativos

y

no a la invención

~f ~

Educativa (CRAE) es precisamente el de asumir la

continua de nuevas estrategias para conseguir algo

jf

1

atención asistencial

y

educativa de los niños. Desd;-·--,

diferente, pero que al final producirá los mismos ~ ~ Norai este encargó se reinterpreta, es decir, el obie- efectos. Es decir,

y

para seguir con el ejemplo del

f

j

tivo es lo educativo, porque fo asistencial ya está

orden en las habitaciones, antes de elaborar una ; ~ «dado»: que los niños

v

ayan

vestidos, hayan comido

batería de estrategias para solucionar el problema

Y

estén escolarizados ya es algo normal, por fo que la

que hubiere (el desorden), es mucho más operativo cuestión será debatir a qué responde que hayan ca-

-

y

preceptivo pensar qué significa el desorden, cómo mido, vayan vestidos

y

escolarizados;

y

qué concep-

trabajamos en la

organización

y el orden Y qué valor

cíón

tenemos sobre la aliment<:1cfó11, la imagen per-

cobran estos conceptos en la residencia, tanto para sonal Y todos aquellos aspectos que configuran la

los

niños

como para los educadores. A título anee- vida de un niño que, en este caso, vive en una resi- dótico, a nosotros nos sirvió mucho observar Y ana- dencia

Y

está siendo educado por diversos adultos.

liz ar e I ord er, -desorde n de I propio d esp ac ho de los Aquí e I consenso

y

la reflexión son j m

prescí n

d i-

ed ucadores. En ese momento la exigencia, es otra Y, . bles. Adentrarnos en lo que srgnifk<:1 para cada uno

por lo tanto, las estrategias educativas también.

·

tf

de los educadores la educación y la cultura supone Con esta perspectiva, nuestra función es traba- . ~.: ·.

1.m

plus ~n _la i~plicación per~nal

y pr_

ofesronal que

jar desde la educación, entendiendo ésta como la .

y

a poste

ti

o

n

revierte en la calidad de vida de los ni-

transmisión de elementos culturales

y

formas de re- t~ ..

ños.

Esto nos ha permitido considerar que

¡

0 que

lación con los otros para poder socializar al sujeto

l

·

realmente se transmite es un~:.r~lación concreta con

en relación con un momento histórico

y

un refe-

f2; .

·•

la cultura

y

el saber, como miembros que somos de

rente territorial concreto. Para lograrlo, cabe tener ,, una comunidad. Así pues, como profesionales de la

siempre en cuenta que se trata de establecer un di- .. :.·: educación nuestro objetivo se centra en la transmi- tícil equilibrio entre las particularidades del sujeto-.: · sión de esta forma concreta de relación con el saber

y

la exigencia social con la que se encontrará luego -~- .

Y

en hallar puntos de encuentro entre el suietoy la

para poder promocionarse culturalmente.

1

·

t:

cu!tura. Por lo tanto, cuando en Norai hablarnos de

Esa

misma

preocupación

por acortar la distancia

:l ~

(

:

ltoferta educativa no nos referimos a una determina-

entre la teoría

y

la práctica la encontramos entre·,;

r

da ?!Cfüidad extraescofar, deportiva o cultural, sino aquellos aspectos que configuran la atención asis- '.

:

f ·

~

I

~

oferta de un vínculo con el saber. Para que esto tencial y educativa de los niños que viven en la Resi- .\ ··{ sea posible nuestro discurso se adentra en la consi- dencia. No podemos olvidar que el encargo institu- : ·:\

deración

sobre el agente

y

el sujeto de la educación .

...

.,

~

.t~ '.

-, ...

18

l

.c.

.

19

;i

:

j~

{

~~iv

..=

:~

.

(10)

2

1

r

¡

t-

f.

INTRODUCCIÓN

2

0

sotros preferimos hablar de lo imposible puesto que este concepto nos remite a lo posible, a alguna posibilidad, mientras que ros límites acotan y, en algún caso, obstruyen. Pensamos que lo imposible cae del lado de la responsabilidad del educador

y

Aquí nos referirnos a lo que tradicionalmente se ha

denominado como los ffmites de fa educación.

No-

Lo ;mposible de

la

educación

LA INQUIETUD AL SERVICIO DE LA EDUCACIÓN'

El agente de la educación se hace cargo de la,' /hó cabe excusarlo en discursos culpabilizadores del. transmisión de contenidos culturales, tratando de: ))ujeto o en justificaciones de negligencias (es pre-

suscitar el interés del sujeto. La experiencia nos de- :.,:5-;<ierfble decir «no sé qué hacer» que decir «no hay muestra que en fa medida en que el educador se in-·. .(nada que hacer»), Además es un

t

é

r

m

i

n

o

más cer- teresa por algo es capaz de suscitar ese interés. Por· :-

éa

n

o

:

hemos oído expresar innumerables veces a

ejemplo, en la medida

en

que el educador se inte- 1

l

f

.improfesional de la educación: «Este niño es irnpo- rese por la literatura, hace que el niño se pueda in- , ;{.:'~ible» o «Este trabajo es imposible»,

teresar por la lectura. : {. . :. Por el lo, cuando en Norai nos referirnos a lo im-

AI

sujeto de la educación le reservamos la ad- : ,(·:·;-posible de la educación hablamos de dos tipos de

.qulsición, entendiendo ésta como la disposición a

/

i

·

~

imposibilidad. En cuanto al sujeto, no todo es edu- impregnarse, en mayor o menor grado, de aquello •· ;·:':~:cable.Por un lado están los síntomas

y

por el otro el ·

que se le ofrece. Términos como «plasticidad» o . consentimiento del mismo sujeto. Es decir, no se

«ductilidad» han sido usados tradicionalmente en _::.·-.':· puede educar el inconsciente y no hay educación sí la pedagogía para definir al educando. Al sujeto se el sujeto no consiente en ser educado. Pero más le suponen unos intereses partícula res

y

una dispo- allá de insistir en estos dos aspectos, lo que Norai

sición al trabajo

y

al esfuerzo, aunque siempre se

ha

propone es insistir en otras dimensiones del sujeto; de tener en cuenta el tiempo. Hace falta saber res- por ejemplo, no se trata de educar la psicosis, sino

pelar sus tiempos para poder trabajar con él, y por ' de pensar en aquellas cosas que sí· puede aprender

tanto para nosotros el trabajo hose ha de centrar

s

o-

un niño psicótico.

bre

el sujeto sino

eón

el sujeto. En cuanto al educador, la imposibilldad de la

educación se presenta en cuanto tiene que evaluar

su práctica educativa. En el caso de los CRAE, la Administración exige una evaluación semestral, un

tiempo que no siempre responde al del niño. Por otra

parte, puesto quela educación tiene una dimensión

. de futuro, ei educador debe trabajar con la lncógn ita de no saber lo que quedará de lo que enseña.

En este sentido la educación es paradójica: tra- baja por

y

con unos objetivos que no se sabe sí se van a cumplir, ya que ello dependerá de las sucesi-

(11)

23

3. Este .concepto es una variación del utilizado por Frigerio Po,ggr Y Tíramonti,

op

.

c

it.

Las autoras hacen reterencia a I~

=

:

ínstitucionaJ escolar. El cambio no responde a una

v

a:

r

ac

c

cn

de contenido, sino sólo a una adecuación del tér-

mtnn a una institución no escolar.

Las instituciones, en este caso las educativas, pro- p~nen desde su funcionamiento una manera deter- m 1n~da de realizar su práctica. Esto es, una cultura institucional, una. cultura de centro, con unas ca- racterísticas definidas que operan corno distintivas

y

únicas. Ef centro es un lugar donde se producen

hechos, donde funciona

lo dicho

y

lo no dicho

Y

donde

opera

todo tipo de relaciones; en definitiva, un lugar donde se realiza el encuentro educativo.

L

a

práctica educativa que sostenemos incorpo- ra el

c

o

ncep

to

c

ultu

ra

de centro

c

om

o

una nueva manera de entender la oferta educativa, situándola

e~

.

1

~

oferta de una nueva oportunidad educativa

dirigida a

los niños,

e

n

la oferta

d

e

otro lugar social ~ara ocupar, en una relación particular con los ni- no~

Y

en una forma concreta de gestionar la para- do¡a.

la

l

cu_ltura de cemte:

la apuesta por una

practica

educativa

La práctica educativa

en la Residencia

2

2

2. Debernos esta expresión a la lectlJra y análisis del trabaio de

Frigerio, P{Jggí yTifamonti. Sobre todo dest~mos el capüu-

lo 2. «La cultura ir1sti!ucionat escolar».

corn

o

la forma

d

e

g

estionar

esa

s

p

a

radojas.

2

En el anexo el lector podrá ubicar

e

l

tema desde

un sesgo legal e histórico

y

localizar el centro citado en I a geografía periínsular

y

mediterránea.

c

i

ó

n

a

lo

l

ar

go

de

l;:i vida.

Pero

no por esto debemos ~.

s

dejar de pensar en aquel lo que queremos conseguir. s

La educación, en cuanto a legado y relación ínter- §

r

.

generacional, siempre es un ideal. Si nos detuviera- ~

..

mos en la particularidad de cada educador, vería- 1: e

rn

os

que en cada caso existe un ideal subjetivo que

l

entronca con otro más universal.

P

o

r

ta

nto,

es im-

portante establecer diferencias cuando lo que per-

seguimos. sólo es un ideal subjetivo, algo que res- ponde a nuestro deseo

o

frustración particular

y

no

tiene nada que ver con un ideal compartida y

arn-

plio

.

Un

psicoanalista colaborador de Norai nos so-

I

ia

señalar que la educación se enmarca en el plano

de esos ideales compartidos,

y q

ue sólo cuando los

ideales subjetivos pierden peso, uno puede empe-

zar

a trabajar. Es decir, la cuestión no es pensar en

un

futur

o

concreto para tal niño sino

en

sus futuros

posibles, teniendo en cuenta sus intereses

y

su

c

a

-

pacidad

d

e

elegir para así

pod

e

r

incorporar en la

t

práctica

ed

u

c

a

tiv

a

la dimensión de lo impredecible. t

Los apartados siguientes pretenden poner de re-

j

I ie

ve

el

aspecto paradójico de

l

a

práctica educativa

¡

en

un C

e

nt

ro

Residencial de Accíón Educativa, así

1

r

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