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08022 Barcelona (España) Tel. 93 253 09 04
Fax 93 253 09 05
Correo electrónico: gedisa@ged isa .corn llttp:lfWHw.gedisa.com
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ese orden. Esto se produce debido a la reflexión en ~
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cional que recibe un Centro Residencial de Accióntorno a los objetivos educativos
y
no a la invención~f ~
Educativa (CRAE) es precisamente el de asumir lacontinua de nuevas estrategias para conseguir algo
jf
1
atención asistencialy
educativa de los niños. Desd;-·--,diferente, pero que al final producirá los mismos ~ ~ Norai este encargó se reinterpreta, es decir, el obie- efectos. Es decir,
y
para seguir con el ejemplo delf
j
tivo es lo educativo, porque fo asistencial ya estáorden en las habitaciones, antes de elaborar una ; ~ «dado»: que los niños
v
ayan
vestidos, hayan comidobatería de estrategias para solucionar el problema
Y
estén escolarizados ya es algo normal, por fo que laque hubiere (el desorden), es mucho más operativo cuestión será debatir a qué responde que hayan ca-
-
y
preceptivo pensar qué significa el desorden, cómo mido, vayan vestidosy
escolarizados;y
qué concep-trabajamos en la
organización
y el orden Y qué valorcíón
tenemos sobre la aliment<:1cfó11, la imagen per-cobran estos conceptos en la residencia, tanto para sonal Y todos aquellos aspectos que configuran la
los
niños
como para los educadores. A título anee- vida de un niño que, en este caso, vive en una resi- dótico, a nosotros nos sirvió mucho observar Y ana- denciaY
está siendo educado por diversos adultos.liz ar e I ord er, -desorde n de I propio d esp ac ho de los Aquí e I consenso
y
la reflexión son j mprescí n
d i-ed ucadores. En ese momento la exigencia, es otra Y, . bles. Adentrarnos en lo que srgnifk<:1 para cada uno
por lo tanto, las estrategias educativas también.
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de los educadores la educación y la cultura supone Con esta perspectiva, nuestra función es traba- . ~.: ·.1.m
plus ~n _la i~plicación per~naly pr_
ofesronal quejar desde la educación, entendiendo ésta como la .
y
a poste
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o
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revierte en la calidad de vida de los ni-transmisión de elementos culturales
y
formas de re- t~ ..ños.
Esto nos ha permitido considerar que¡
0 quelación con los otros para poder socializar al sujeto
l
·
realmente se transmite es un~:.r~lación concreta conen relación con un momento histórico
y
un refe-f2; .
·•
la culturay
el saber, como miembros que somos derente territorial concreto. Para lograrlo, cabe tener ,, una comunidad. Así pues, como profesionales de la
siempre en cuenta que se trata de establecer un di- .. :.·: educación nuestro objetivo se centra en la transmi- tícil equilibrio entre las particularidades del sujeto-.: · sión de esta forma concreta de relación con el saber
y
la exigencia social con la que se encontrará luego -~- .Y
en hallar puntos de encuentro entre el suietoy lapara poder promocionarse culturalmente.
1
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cu!tura. Por lo tanto, cuando en Norai hablarnos deEsa
mismapreocupación
por acortar la distancia:l ~
(
:
ltoferta educativa no nos referimos a una determina-entre la teoría
y
la práctica la encontramos entre·,;r
da ?!Cfüidad extraescofar, deportiva o cultural, sino aquellos aspectos que configuran la atención asis- '.:
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I
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oferta de un vínculo con el saber. Para que esto tencial y educativa de los niños que viven en la Resi- .\ ··{ sea posible nuestro discurso se adentra en la consi- dencia. No podemos olvidar que el encargo institu- : ·:\deración
sobre el agentey
el sujeto de la educación ....
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INTRODUCCIÓN
2
0
sotros preferimos hablar de lo imposible puesto que este concepto nos remite a lo posible, a alguna posibilidad, mientras que ros límites acotan y, en algún caso, obstruyen. Pensamos que lo imposible cae del lado de la responsabilidad del educador
y
Aquí nos referirnos a lo que tradicionalmente se ha
denominado como los ffmites de fa educación.
No-
Lo ;mposible de
la
educación
LA INQUIETUD AL SERVICIO DE LA EDUCACIÓN'
El agente de la educación se hace cargo de la,' /hó cabe excusarlo en discursos culpabilizadores del. transmisión de contenidos culturales, tratando de: ))ujeto o en justificaciones de negligencias (es pre-
suscitar el interés del sujeto. La experiencia nos de- :.,:5-;<ierfble decir «no sé qué hacer» que decir «no hay muestra que en fa medida en que el educador se in-·. .(nada que hacer»), Además es un
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o
más cer- teresa por algo es capaz de suscitar ese interés. Por· :-éa
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o
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hemos oído expresar innumerables veces aejemplo, en la medida
en
que el educador se inte- 1l
f
.improfesional de la educación: «Este niño es irnpo- rese por la literatura, hace que el niño se pueda in- , ;{.:'~ible» o «Este trabajo es imposible»,teresar por la lectura. : {. . :. Por el lo, cuando en Norai nos referirnos a lo im-
AI
sujeto de la educación le reservamos la ad- : ,(·:·;-posible de la educación hablamos de dos tipos de.qulsición, entendiendo ésta como la disposición a
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i
·
~
imposibilidad. En cuanto al sujeto, no todo es edu- impregnarse, en mayor o menor grado, de aquello •· ;·:':~:cable.Por un lado están los síntomasy
por el otro el ·que se le ofrece. Términos como «plasticidad» o . consentimiento del mismo sujeto. Es decir, no se
«ductilidad» han sido usados tradicionalmente en _::.·-.':· puede educar el inconsciente y no hay educación sí la pedagogía para definir al educando. Al sujeto se el sujeto no consiente en ser educado. Pero más le suponen unos intereses partícula res
y
una dispo- allá de insistir en estos dos aspectos, lo que Noraisición al trabajo
y
al esfuerzo, aunque siempre seha
propone es insistir en otras dimensiones del sujeto; de tener en cuenta el tiempo. Hace falta saber res- por ejemplo, no se trata de educar la psicosis, sinopelar sus tiempos para poder trabajar con él, y por ' de pensar en aquellas cosas que sí· puede aprender
tanto para nosotros el trabajo hose ha de centrar
s
o-
un niño psicótico.bre
el sujeto sinoeón
el sujeto. En cuanto al educador, la imposibilldad de laeducación se presenta en cuanto tiene que evaluar
su práctica educativa. En el caso de los CRAE, la Administración exige una evaluación semestral, un
tiempo que no siempre responde al del niño. Por otra
parte, puesto quela educación tiene una dimensión
. de futuro, ei educador debe trabajar con la lncógn ita de no saber lo que quedará de lo que enseña.
En este sentido la educación es paradójica: tra- baja por
y
con unos objetivos que no se sabe sí se van a cumplir, ya que ello dependerá de las sucesi-23
3. Este .concepto es una variación del utilizado por Frigerio Po,ggr Y Tíramonti,
op
.
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it.
Las autoras hacen reterencia a I~=
:
ínstitucionaJ escolar. El cambio no responde a unav
a:
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c
cn
de contenido, sino sólo a una adecuación del tér-mtnn a una institución no escolar.
Las instituciones, en este caso las educativas, pro- p~nen desde su funcionamiento una manera deter- m 1n~da de realizar su práctica. Esto es, una cultura institucional, una. cultura de centro, con unas ca- racterísticas definidas que operan corno distintivas
y
únicas. Ef centro es un lugar donde se producenhechos, donde funciona
lo dicho
y
lo no dichoY
donde
opera
todo tipo de relaciones; en definitiva, un lugar donde se realiza el encuentro educativo.L
a
práctica educativa que sostenemos incorpo- ra elc
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ncep
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de centro
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om
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una nueva manera de entender la oferta educativa, situándolae~
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1
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oferta de una nueva oportunidad educativadirigida a
los niños,e
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la ofertad
e
otro lugar social ~ara ocupar, en una relación particular con los ni- no~Y
en una forma concreta de gestionar la para- do¡a.la
l
cu_ltura de cemte:
la apuesta por una
practica
educativa
La práctica educativa
en la Residencia
2
2
2. Debernos esta expresión a la lectlJra y análisis del trabaio de
Frigerio, P{Jggí yTifamonti. Sobre todo dest~mos el capüu-
lo 2. «La cultura ir1sti!ucionat escolar».
corn
o
la formad
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estionar
esa
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p
a
radojas.
2En el anexo el lector podrá ubicar
e
l
tema desdeun sesgo legal e histórico
y
localizar el centro citado en I a geografía periínsulary
mediterránea.c
i
ó
n
a
lol
ar
go
de
l;:i vida.Pero
no por esto debemos ~.s
dejar de pensar en aquel lo que queremos conseguir. s
•
La educación, en cuanto a legado y relación ínter- §r
.generacional, siempre es un ideal. Si nos detuviera- ~
..
mos en la particularidad de cada educador, vería- 1: ern
os
que en cada caso existe un ideal subjetivo quel
entronca con otro más universal.
P
o
r
ta
nto,
es im-portante establecer diferencias cuando lo que per-
seguimos. sólo es un ideal subjetivo, algo que res- ponde a nuestro deseo
o
frustración particulary
notiene nada que ver con un ideal compartida y
arn-
plio
.
Un
psicoanalista colaborador de Norai nos so-I
ia
señalar que la educación se enmarca en el planode esos ideales compartidos,
y q
ue sólo cuando losideales subjetivos pierden peso, uno puede empe-
zar
a trabajar. Es decir, la cuestión no es pensar enun
futur
o
concreto para tal niño sinoen
sus futurosposibles, teniendo en cuenta sus intereses
y
suc
a
-
pacidad
d
e
elegir para asípod
e
r
incorporar en lat
práctica
ed
u
c
a
tiv
a
la dimensión de lo impredecible. tLos apartados siguientes pretenden poner de re-