• No se han encontrado resultados

I V E L GONZALEZ

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "I V E L GONZALEZ"

Copied!
63
0
0

Texto completo

(1)

~ O M B R E S

MATRICULAS /CARRERA

AREA DE CONCENTRACION TRIMESTRE

HORAS

-

SEMANA

L L I G A R W N D E S E L L E V A - RA A CABO

FECHA DE INICIO

JFECHA DE TERMINACION /TUTOR INTERNO Y

ADSCRIPCION

L/

TITULO

,dLUMNOS :

"cp

5

I r m a Esqdivel González y Jorge Antonio Rodri

-

guez Méndez.

77326851 y 7631 8862 respectivamente. INGENIERIA DE ALIMENTOS.

Ninguna.

Doceavo Trimestre..

20 Horas a l a semana (4 hrs. diarias). Planta Piloto

de

l a UAMI, BLotecndo&k.

31

de

Mayo de 1 9 8 3

Ing. Edmundo Mercado Silva, Profesor

de

tiempo completo del Depto.

de

Bioteecnología.

Coordinador

de

l a Planta Piloto del Depto.

de

Bio

-

tecnología.

OPTIMIZACION DEL PROCESO DE ELABORA- CION DE MANTE~QUILLA~~.

I V E L GONZALEZ ~ R G E

.a

R~DRIGJEZ

MENDEZ.

TclTOR INTERNO:

INE. EDMUNDO M

(2)

0I"PIYIXACIOH DEL

PROCESO

DE BLABOMCION

DX M ñ T B Q U I I U

,

LUQAR

PLANTA PILOTO

DE

U

UAUT

UNIWBSIDAD AIITONOW

DE oHlpIlpoO

(UACH)

(3)

I. TITULO.

$1 WL 4.

Elaboración

d e

Mantequilla".

11.

JUSTIFICACION

Y

NATURALEZA

DEL

PROYECTO.

i,a j u s t i f i c a c i ó n de nuestro p r o y e c t o

e s e l

im-

p i a n t a r una mctodoiogia óptima en e l proceso de e s t e producto,

e l

c u a l se adapte a l a s c o n d i c i o n e s e x i s t e n t e s en l a P l a n t a P i -

l o t o

de

i a

ü M - 1 ,

con

e i

f i n

d e

que e s t a información t a n t o prác

-

tics

como t e ó r i c a

Ó

b i b l i o g r á f i c a , s i r v a

d e

r e f e r e n c i a en e l

de

-

s a r r o i i o

de

p r á c t i c a s que

se

r e a l i c e n en i a P l a n t a , p o r f u t u r a s

generaciones.

111. INTRODUCCION.

Entre

los

.productos d e r i v a d o s

de

l a l e c h e , se

iiestacan

dos,

l a mantequilla

y l o s

quesos.

Se

emplea e l singu-

l a r a i r e f e r i r s e a l a mantequilla p o r

ser

una m a t e r i a r e l a t i v a

mente homogénea cuando

se

f a b r i c a correctamente p o r l o s métodos

modernos.

-

E1

desnatado; que r e a l i z a una concentración

de

l o s

g l ó b u l o s

d e

grasa, y

e:L

b a t i d o , que i n v i e r t e l a emulsión

y

o r i g e n a l a mantequilla,

son

procedimientos m e c h i c o s . En man

-

t e q u i l l a predominan plenamente

l o s

problemas f í s i c o s sobre bac-

t e r i o l ó g i c o s y bioquímicos.

Es,

por

t a n t o , una i n d u s t r i a oue

puede s e g u i r con f a c i l r d a d

los progresos

de

l o s

t é c n i c o s indus-

t r i a l e s .

Los

procedimientos

de

f a b r i c a c i ó n

de

mantequilla se

en

-

cuentran en plena e v o l u c i ó n , pero

la

mantequilla cambia muy poco;

s i n

embargo aparecen formas c o m e r c i a l e s nuevas como l a mantequi-

l l a b a t i d a y

l a

deshidrataaa.

La mantequilla debe considerarse como una forma

de

conservación

l á b i l de

uno de

l o s compmentes

m á s

iqiportantes

(4)

duct0 adquiere una importancia cada v e z mayor, independiente-

mente de l a mantequeria, con l a s cremas heladas.

N.

AN'PECEZDENTBS.

Los antecedentes de nuestro proyecto son

am-

p l i o s ya que

se

cuenta con v a r i o s e s t u d i o s de i n v e s t i g a c i ó n ,

que se refieren1 a

l o s

d i f e r e n t e s ensayos que l l e v a r e m o s a cabo

durante nuestro p r o y e c t o , a continuación extractamps y c i a s i f i

camas

l o s

que

nos

son de mayor u t i l i d a d para

l o s

f i n e s que p e r

seguimos.

-

-

En

l a Facultad

de A g r i c u l t u r a , en l a Univcrsi-

dad de E g i p t o , E l Sadek, G.M.;

Shehata,

A.E.;

Maharan, G.A.;

& & a l ,

A . . A . ;

Mehana,

A.C.,

h i c i e r o n un t r a b a j o sobre e l e f e c t o

de a c i d e z y contenido

de

sales e n l a c a l i d a d de l a mantequilla

durante su v i d a de anaquel.

Su

t r b a j o c o n s i s t i ó

en

separar l e c h e

f r e s c a de % f a l o y l a crema dulce l a a j u s t a r o n con á c i d o l á c t i -

c o

para v a r i o s grados

de

a c i d e z , y l a b a t i e r o n , ya obtenida l a

mantequilla, tomaron una muestra de

U30

g.

l a empacaron y alma

cenaron a 5°C p o r p e r i ó d o s

de

6

meses.

Los

ejemplares f u e r o n

e-

xaminados a i n t e r v a l o s d i r e c t o s .

La mantequilla

n o

salada hecha

de crema d u l c e , de crema de moderada a c i d e z y de a l t a a c i d e z r e

t u v i e r o n

su c a l i d a d

d e

v i d a

de

anaquel p o r

135,

105 y

75

d í a s

respectivamente.

En

caso d e mantequilla sal-ada e s t o s periódos

fueron c o r t o s ,

145,

90

y

45 d í a s respectivamente.

(12

P2793)

La Asociaci6n de Standares de A u s t r a l i a , por me

d i o d e l Dr. Arthur S t r e e t , nos d e s c r i b e l o s s&jaadarea en l a pre

paración de ejemplos para a n á l i s i s y métodos

de

a n á l i s i s de

m a n

t e q u i l l a y g r a s a de mantequj.lla, i n c l u y e n humedad, grasa, s a l ,

cuajada, pH d e l suero de mantequilla, valuados por

l o s í n d i c e s

de Reichert-Meissl, Polenske y Kirschner.

(ion

606)

-

-

-

-

(5)

A s í mismo, en Romania

e l

i n v e s t i g a d o r S t m d a ,

Edgar w i n e t , d e l I n s t i t u t o de Standarización

Rumana,

nos

dd

l o s

standares f i s i c o - q u í m i c o s , o r g a n o l i p t i c o s

y

b a c t e r i o l ó g i c o s para

m a n t e q u i l l a de l e c h e de vaca. E l d i v i d e l a m a n t e q u i l l a en t r e s

c a t e g o r í a s que son, "extra"', **%premat8 y de 8*hfesa'* (contenido

de

grasa,

86$, 80s

y

74$

respectivamente).

La c a l i d a d de "Mesa,

a

su v e z

se

d i v i d e en d o s grandes c a l i d a d e s

i

y

2 ; se

h i c i e r o n

pruebas para l a s c o n d i c i o n e s de manufactura, propiedades organo-

le'pticas, l i b e r t a d de a d i c i ó n de c o l o r a n t e s , s a b o r i z a n t e s y pre-

servadores, propiedades f i s i c o - q u í m i c a s y c a l i d a d m i c r o b i o l ó g i c a .

Los ejemplos y pruebas

de

empacado y e t i q u e t a d o , t r a n s p o r t e

y

a l -

macenamiento e s p e c i f i c a n d o v a l o s e s para

varias

c a r a c t e r í s t i c a s

son para

(

Extra, Superior, de Mesa

1

y

2

resnectivamente).

Propiedades 0rganolkpticas.-

Se

tabulan en una

e s c a l a de 20 puntos, siendo

l o s

r e s u l t a d o s

19,

17, 15

y

11.

Acidez

Máxima.-

2, 2,

2.8,

3.5

Humedad.-

16, 20, 26

y

26

Co1iformes.- (contenido/g)

E

2 5 , s

2 5 y-25

Hongos.- (c:ont./g)

1000,

1000,

2000,

2000

Levaduras.-(cont/g)

1000, 5000, 10

O00

y

10 000.

(3

U2041

En

P e d ,

en

l a Universidad Nacional A g r a r i a ,

Depto de B i o l o g í a , Manriquc

R.,

I.V.,

hace

un

a n á l i s i s microbio-

l ó g i c o de m a n t e q u i l l a ;

e l a u t o r d e s c r i b e un estudio de métodos de

l a b o r a t o r i o para i d e n t i f i c a c i ó n r u t i n a r i a , y c u a n t i f i c a c i ó n de pa

cógenos (heterobacterácea, c l o s t r i d i u m reductora

d e

s u l r i t o y

sta

f i i o c o c u s aureuso y organismos i i p o i í t i c o s con p a r t i c u l a r r e f e r e n

c i a a Pseudomonas, levaduras

y hongos.

Los

ejemplos de m a n t e q u i l b

usados provienen de

10

g r a n - j a s

-

de

l a

p r o v i n c i a de Huancayo

( F e d ) ,

se tomaron

10

muestras de cada una de l a s granjas, l a cantidad de

v a r i o s t i p o s

de

microorganismos son tabulados

y

e l

pktodo usa80

para l a i d e n t i f i c a c i ó n , a i s l a m i e n t o y c u a n t i f i c a c i ó n

Los

d e e c r i h t

en d e t a l l e .

Las

cantidades microiiianas encontradas generalinente

-

(6)

* :

7

. , :

.

* .

exceden a

l a

cantidad

máxima

p e r m i s i b l e e s p e c i f i c a d a en

e l

CÓ-

d i g o

Peruano de Higiene A l i f f l e n t i c i a (50,000 Col/g).

La contami-

nación con heterobacterácea y S t a f i l o c o c u s aureus fueron a t r i b u i

-

das a una p a s t e r i z a c i ó n inadecuada,

e l

uso inadecuado

de

agua pa

-

r a M a d o

o

e l

manejo de personal no e s p e c i a l i z a d o .

Los

ejemplos

señalados muestran mareado c r e c i m i e n t o

de

levaduras y Pseudoqo-

nas

l a s

c u a l e s muestran s i g n o s de d e t e r i o r o después de t r e s sena

-

nas

de

almncenmniento

a 4OC.

E l estudio

e s

propuesto como una ba

se para

e

standarización de t é c n i c a s de a n á l i s i s m i c r o b i o l 6 g i c o s

en

l a

mantequilla

y

productos con a l t o contenido

d e

grasa en Pen!.

(

8

P1489)

-

Sobre e l Mejoramiento

de

Calidad y Vida de anaquel

de mantequilla,

l o s

r u s o s

Sobeleva,

M.I.,

Selezneva, G.U.

y Bonda-

r e v a ,

E.S.

en

1978,

observan que l a s propiedades c o l o r a n t e s y

oxi-

d a t i v a s e x t r a i d a s de

l o s

pi!talos de l a s

flores

de c a l h d u l a

o

f l a

inenquilla

( i )

y

de una preparación

d e

un

t d

de ilbetroot'l ( i i ) , en

mantequilla.

Se

h i c i e r o n cremas d u l c e s preparadas con una mezcla

de

Ir1

de mantequilla y aziicar y

un

concentrado de leche.

E l

pro-

ducto con

0.4%

de ( i )

y con 0.2-1.2$

de

( i i )

se

almacenaron a 0°C

p o r

3

d í a s ,

haciendo pruebas

a

i n t e r v a l o s de 24 horas, para obser-

v a r propiedades o r g a n o l i p t l c a s ,

color,

peróxidos, ácidos, a c i d e z

y

grado

de

o x i d a c i ó n de 1 s grasas.

Las

pruebas i n d i c a r o n que

l a

con

c e n t r a c i ó n óptima de

0.4%

e s l a

Óptima, i n t e n s i f i c ó e l sabor y

aro

ma de l a s cremas

e imparti6 un intenso c o l o r n m a r i l l o .

E1

uso

de

l a s

preparaciones

en

mantkpnilla y mantequillas basadas en

C Y

mas

d u l c e s

e s

recomendado.

-

-

-

Una

r e e s t a I t a l i a n a

(Sostanze

Grasse) e d i t a

un

a r t í c u l o de l a Universidad de

M i l & ,

sobre

l a

Adulteración de Man-

t e q u i l l a p o r grasa de

r e s ,

en

1979,

p o r Vanoni,

M.C.,

Columbini,

M,

(7)

t a i i z a c i ó n p o r acetona a

QOC,

f u e r o n determinados

los

t r i g i i c e r i -

d o s y

l o s 2

-monoglicCridos

(2-MG).

Los

r e s u l t a d o s tabulados de-

mostraron que l a r e l a c i ó n C 16:0/ü

18:2

en

los

2-MG,

de

l a f r a c -

ción

l í q u i d a

f u b

e i

paráríietro óptimo para d e t e c t a r

io$

de

grasa

de r e s añadido.

Se

ha d e s a r r o l l a d o una cromatografia de gases pa-

r a ' d e t e m i n a c i ó n de BHT

en

m a n t e q u i l l a , e s t e t r a b a j ó

se

r e a l i z ó

en

e l

I n s t i t u t o Nacional de Biigiene en Osaka, Japón,

por

l o s au-

t o r e s , I t o , Y, Toyoda,

M ,

Ogawa,

S,

y

Iwada,

iñ.

Se

h i z o

l a

c r o m a t o g r a f í a de gases

y

se

comparó

con e l método standar aprovado

por

l a Sociadad Farmacéutica de

Japón

y p o r c r o m a t o g r a f í a de gases hubo una recuperación de 10 ppm

(aumentó),

BHT

estuvo incrementado un momento d e l

47

a l

94$,

la

d e t e c c i ó n l í m i t e

fub

disminuida de 2 a 0.4 ppm.

Todos e s t o s a r t í c u l o s , como a n t e s

se

mencionó

f u e r o n e x t r a c t a d o s ,

y

se

r e c o l e c t a r o n especificamente d e l Journal

o f

D a i r y Cience

y d e l A b s t r a c t s

Food

Technology.

V.

OBJETIVOS.

Los

o b j e t i v o s de nuestro p r o y e c t o

e s

e l de desa-

r r o l l a r una metodología Óptima en e l proceso de l e a b o r a c i ó n de

m a n t e q u i l l a , a s í como c o n s e g u i r i a infyrmación n e c e s a r i a s para

l a m i m a , i n c l u y e a s p e c t o s d e l proceso a s í como

también l o s lu-

gares

de a d q u i s i c i ó n y p r e c i o s de m a t e r i a prima

y a d i t i v o s

u t i -

l i z a d o s en l a e l a b o r a c i ó n

d e

mantequilla.

*

V I .

PROGRAMA Y METODOLOGIA DE TRABAJO.

(8)

- .

23

R e v i s i ó n

d e

infonnación sobre

l o s

d i f e r e n t e s a d i t i v o s usados

para crema y mantequilla en

e l

Handbook de Quimica sobre adi-

t i v o s de alimentos.

3 )

V i s i t a a l a S e c r e t a r í a de Salubridad y A s i s t e n c i a con e l Ing.

Francisco P i z a r r a Suarez, D i r e c t o r de C o n t r o l de Bebidas y

Alimentom, para que noti d i información sobre l a s normas

pr-

m i t i d a s en mantequilla.

4 )

I n v e s t i g a c i ó n de

l o s

d i s t i n t o s proveedores de materia prima,

a d i t i v o s y f e r n e n t o s l á c t i c o s que se o f r e c e n para l a I n d u s t r i a

de

l á c t e o s ( d i f e r e n t e s t i p o s y p r e c i o s ) .

5 )

R e c o p i l a c i ó n y c l a s i f i c a c i d n de l a información obtenida en

e l

punto

No.

1,

para

l a

e l a b o r a c i ó n de un D i r e c t o r i o para l a p l a h

t a p i l o t o de l á c t e o s de

la

UAM-I

-

6 )

Compra de butirómetros para crema, a d i t i v o s y conservadores

para i n i c i a r

l o s

ensayos.

7)

Determinación de l a compatibilidad en l a s determinaciones de

grasa

por e l método de Gerber, a l emplear c e n t r í f u g a y Baño

María.

8 )

Ensayo de l a concentración Óptima de c o l o r a n t e en l a mantequi-

l l a .

9 )

Evaluación o r g a n o l é p t i c a d e l punto a n t e r i o r .

10)

Compra

de

d i f e r e n t e s consemadores y antioxidantes.

11)

Ensayo sobre d i f e r e n t e s concentraciones

de

antioxidantes.

1 2 )

Evaluación de v i d a de anaquel de l o s a n t i o x i d a n t e s ensayados

a d i f e r e n t e s c o n c e n t r a c i m e s y a temperaturas de r e f r i g e r a c i ó n

y meditv ambiente.

1 3 )

Ensayo sobre conservadores (benzoato de Sodio y Sorbato de

P o t a s i o )

1 4 )

Evaluación de

la

v i d a de anaquel de

l o s

consemadores snsaya-

dos a d i f e r e n t e s concentraciones

y

a temperaturas

de

r c f r i g e -

r a c i ó n

y

meda ambiente.

15)

Ensayo sobre d i f e r e n t e s cepas de fermentos l á c t i c o s .

(9)

17)

C o r r e l a c i ó n calidad-sabor, u t i l i z a n d o l a Técnica

d e l

I n d i c e

de Yodo.

18)

Análisis

m i c r o b i o l ó g i c o a n t e s d e l empacado.

19)

I n v e s t i g a c i ó n sobre

l o s

pros

y

c o n t r a s

de

l o s d i f e r e n t e s

ipa-

t e r i a i e s de empaque para l a i n d u s t r i a manteaucra.

20)

En base a l

$

de grasa promedio que teóricamente

se

o b t i e n e pa

ra

l a crema

en

nuestra descremadora, c a l c u l a r

l a

cantidad de

crema que

se

puede a s a d i r a

l a

b a t i d o r a para conocer e l

5

de

grasa esperado.

21)

Determinación d e l voliimen (capacidad) de l a b a t i d o r a que

se

encuentra en l a P l a n t a P i l o t o

(10)

Y

-

. <

.

... .- -.

i

4

(11)

. .

.

r

V I I .

LITERATURA.

-

Spreer, E.-

LACTOLOGIA INDUSTRIAL.-

Ed.

Acribia.- 1973.- México.

-Farra11

W,

Arthur.- BNGINEZRING FOR DAIRY

AND

FOOD PRODUCTS.-

1973.-

Robert

E.

K r i e g e r Publishing Company, Huntintong.

-

New York.

-

Wilster, G.H.,

1967.-

PUCTICAL

Bü'l?TERMAKING.- 9th edition.- OSC

Cooperative Service Association, C o r v a l l e s , Oreg.

- A l a i s , Charles.- CIENCIA DE LA LECHE.- 1970.- Ed. CECSA.- México.

-

Veasseyre,

R.

.-

LACTOLOGIA TECN1CA.-

1973.-

Ed. Acribia.- México.

-

Hunziker,

O.F.,

1970. THE BUTTER INDUSTRY.-

3rd.

edition.- Publis-

hed by the author.-

La Grange.

-Mc. D o w l l F.H,-

THE

BUTTER HAKER'S MANUAL.- New Zealand Univer-

s i t y Press, Wellington, New Zealand.

-Totman,

C.C.,

3.L.

Mc KAY,

and

C.

Larsen

.-

1963.- BUTTER.-

e d i t i o n , John Wiley and Sons.- New York.

-Journal

o f

D a i r y Research.-

Vol.

46 #3.-

1979.-

pp

511-521

Journal

o f

Dairy Cience

.-

V o l

62

#5-8

.-

1979.-

pp 210-218

a

t h

-Abstracts Food Tchno1ogy.-

Tomosr8

(1976), No.

2i1978)

No. 3(1978),

No.

7(1980),

No.

4(1981).

i

-

Enciclopedia

de

l a Tecnología Q&ica.-

Tomo

9.-

México.

(12)

I

I

I

T-

(13)

IBDIC% DE COIWIMIDO

PROMoO 1

CAPITULO

I

PROCESO

DE EUBOBICIOII

DL

-I=

A. TE&TAIUWO PwvfO DE LA ClWtA.

B. IIBORTAñCIA

D a

EñFiiIuaERpO PAñA

LA

TM"üU DE

LA

" P S U U I U r

C.

LA

BCOliOüIA

LA

EUBOBICIOñ D. IRDICE

DE

LA

EFICIEñüIA

DPL

BATIDO

E. CüLTIVOS PAM LA ELABORACIOR D I M"EQUILL4

F.

PBICPARACIOB Y APLICACIOB DEL CULTIVO

a.

COLORANTP PARA LA ~ E Q U I L U

I. FACTOEBS

em

~ m m

EH LA LCOIOHU

DEL BATIDO

H.

BATIDO

-

J. W I D 0

K.

COHPOSICIOñ DE L A MANTEQUILLA CAFTrLmO I1

DIAGlWUS DE F'LUJO

A, DIAü-

DIC

FLUJO

PARA

EL

TRATMIEñTO DL

LA

CREXA

B.

D I A Q R M DE FLUJO PARA

LA

BLAEORACTOI

DIC

XAñl'EQüILLA CAPI'POLO I11

ADITIVOS DZ AL1HEü"OS.

-

CAPITULO

v

DIRECTORIO DE PROVEEDORES DL

LA

IHDUSTñIA LACTliA

2

2 2

3 3

4

5

7

1

8

8

10

11

11

11

12

(14)

C A P I T U M V I

BETERIIIEACIOA DE

BU

CRENA

A. NETODO OERBER-ROBDER, NODIPICADO

POR LSVOYVITS.

]LA CBRPRINOA.

E.

m O D 0 RURAL,

EMPLEAEDO

B d O M R I A .

C. DFAWRMINACIOñES PRACTICAS DE

0-A

.. POR LOS DOS Xl?T’ODOS.

BNSAYOS SOBRE “EQUIUA A.

B. r

C.

WSAYO SOBRE COLOR

1.-

Introducoi6n. 2.- ajstir..

3.-

Preparaaión de

la

)aisntra

4.-

ReñuXtPdoe.

BiVSAYO SOBRE COHSERVADORES Y AR”IOXIDAVI%S

1

.

-

Intraduoaibn.

2.- Objetivo.

3.- Reparaaida de l a &entra.

4.-

R*eultrdos.

EASAYO SOBRE FBMBNTOS LACTICOS.

1

.-

Introducoibn.

2.- Objatírs.

3.-

R e p r r r a i b n de

la

ihmetro.

4.-

Reáultodüe.

18

18

19

19

-

CAPITULO VI11

COüRELACIOH CUIDAD-SABOR, ETILIZAKDO LA

TECWICA

DEL RJDICE DE YODO

21 21

23

26

CAPITULO I X

3 1

(15)

CAPITULO

x

UWES"IQACI0ñ

SOBRE

LOS DIFRRENTES MATERIALES DE EMPAQUP, TJTILIWOS

EN

LA INDUSTRIA MARTEQUERA.

A. TECNOLoaIA DEL XbEMLAJB

CAPITULO X I

BASH

AL

5

DP (IRASA EiOMEDIO

QUE

'i'E0RICA"TE SE 013TIEIOE PARA

id

CZWMA,

iRH

U

DBSCRPYIDORA, CALCULAR LA CANTIDAD DE

C a p W

QüE

áE PUEDE rffADIE A LA BATIDORA.

c A P 1 m

XI PEüEñA PILOTO

A. DETEñMIiUCIOÑ DE

-AD

B.

DETERMIñACIOI? DE QRASA

C. DETERMZIPACION DE BXTRACTO SECO ( P R m I N A , LACTOSA Y SA- LES MINERALES).

36

37

39

42

42

43

44

(16)

l

a

leche representa

un elemento importante en l a alimentacibn humana. Puede oonsumirse en forma natural o transformada en sus produc- tos darivados. Al mismo tiempa, l a leche representa

un

medio bptimo PO- r a e1 desarrollo de mioroorganismos. S i

no

son oontrclados attiempo, l o s mioroorganismos provooan

un

r6pido deterioro de l a leohe, l o que diflo- t o N elaboracibn. Para aprovechar l a lehhe, es n e o e s u i o mometeria a d z terminados tratamientos de oonservaoibn.

La

elaboracibn de 6stos productos debe realisarse preferente- aente en los oentros de produocidn looheso, ya QUO 01 transporte a l o s oentros de oonsumo es más econbmico que

e l

tranmporte de l a leohe ente- ra, debide a N car6oter peroeptible debe aer tratada l o m6s rápidamen-

t e posible despuds de l o cnieña.

En ouanto a l a mantequilla, este producto, en muchos oasos, os elaborado de exoedentes de materia grasa en l a fabrioación de otros pro- ductos lácteos y por l o tanto es oonveniante elaborar l a mantequilla de .

~reouperaoibn" en l o s minmos establecimientos donde se produos e1 oxedez te de materia grasa. La conveniencia de establecer fábrica8 de elabora- ción excluaiva de mantequilla depende d+ una serie de oircunstanoias lo- o d e s , oomo por ejemplo

la

oalidad de l a leche, que puede ser i n f e r i o r a l o requerido para l a elaboracibn de etrom productos, o bien puede haber difioultades para e l transporte de l a leche entera obligando a l o s pro- ductores a efectuar

un

deacremaja de l a leche en lugar de produccibn y enviar solamente l a orema para l a elabommidn de mantequilla.

Uientras que produotos oomo quesos y mantequilla todavf se

e-

laboran en gran escala en forma casera on

el

mismo lugar de produocibn de l a leche, l a elaboracidn de l a leche

en

polvo re(paiere inversiones grandes, que permiten fabricacidn en gran escala. Sin embargc,

en

l o a

hi

8 0 0 iatinoamericanos l a tendencia va haoia una elaboracibn de productos

lPcteos

en

forma industrial, que permita e l empleo de técnicas y máqui- nas modernas, ccnmiguibndoae productos de oalidad superior y mñs unifoz me. Tomando .demás en ouenta l a econcmfa que puede representar una con- oentracidn de l a industrialicacidn de l a leche,

'

(17)

Tomando en ouenta todo lu. anterior, y l a s condioiones de l a Planta Piloto de l a

UAMi,

decidimos

hacer

e l siguiente trabajo oomo Saz

v i o i o

Swirl, ya que oonsideramcs que en l a s condiciones con l a s que se trabaja aotualwnte en l a Planta Plloto de l a Universidad, no son l a s

62

timas, y una de l a s causae d e importantes es l a carenoia de informaci6r1, sobre l a maquinaria existente y l a adquilricibn de materia prima, para l a elaboraoibn de produotoo lácteos, en este oaso especial nos

referimos

a l a mantequilla.

llegue a un uso adecuado de ¡a teonologfa en l a elaboraci6n de aantoquillr,

dentro de l a Planta Piloto.

(18)

1 -

PROCESO

DE

BLABORMION

DI: MAFPEQUILLA.

La

m n t e q u i l l a es

un

producto derivado de l a leohe, en

e1

aual

l a

materia grasa es

el

oomponente más importante.

La

elaboracibn de

18 m

a

n

e

quill. consiste en dos procesos prinoipalear batido y amaando de l a arema.

A.' TiUTAMIBFITO PREVIO

DB LA CREMA.

Bate tratamiento ocmprende

la

pasteuri5acibn, enfriamiento, madu- r.oi6n

y

evontualmente l a fermentacibn d i r i g i d a de l a orema.

lo

paateuisaoibn de l a crema, normalmento eo efectúa

a

tempera- turao mayorem de 90°C. Este tratamiento tiene aomo objetivos I r deatnic- oibn de aioroorganiemos, tanto los prtógenos como l o s que pudieran deeco2 poner 01 producto, y de onsliurs, en especial 18 lipass. A veoes se combi- na l a pesteurieacibn

con

Ir

deodorisaoión do l a crema, con e1 f i n de di-

minar gasem y olores índemeables on l a mima. Beta puede

producirse, MO-

plada al oniriamiento.ds1 produoto pastourisado, haoiendo

caer

l a orema oaliente

en

0ay.a dolgadas eobre una oortina

abierta

o

bien en una o d i a r a al v a d o , donde por l a b a j a presibn se produoe una fuerte ebullición d9

Ir

orema.

El

calentamiento también produce ciertoli cambios qufsicoe como

el

desarrollo de sabor y

olor

a ocoido, asimisffio, con temperatura8 altas du- rante un tiempo prolongsdo puede desarrollarse un sabor a quemado.

Por

l o

tanto es sacencia1 que l a crema se snfrfe l o 0 4 8 pronto poeible despucs de la paeteurización. ili enfriamiento es l a operaoibn mediamte l a cual se

regula no solamente l a intendidad do l a aoidificacibn, sino tambi6n l a e- f i o i e c c i a

en

l a e l & b o r ~ i 6 n , & l a va5 QUS permite actuar sobre Is textura

d s i producto final.

B.

IWPO~?Yl'AñCII

DEL

EWRIAMIEWFO

PARA

W 'PñxTUsI DlJ 2.1 W S Q U I L L A .

Con l a p a s t e u r i ~ a c i 6 n ~ l a grsaa pasa a un astado liquido, y aunque

l a

crema se enfrfe a temperaturas inferiores a l punto de solidificaci6n de i o t a (19

-

27 "C) no ee producs necesariaente su nclidifioaci6n debido a que l a grana puede manteaerse an estado lfquido aún a temperaturas infecric

res

a dicho punto, fenbmeno que se obaerpa en e l proceso noma1 de feme5 ticibn que ee aefectüa a 20°C. A esta temperatura, s a a i toda l a grasa se o n c u e n t r a b ostado liqiiidoj cuar.do se i n i c i a e l batido de l a crema a l d f a miguíente y eo10 durante el se acentúa l a eolidifioacibn. Uo obstante, l a

(19)

C.

D.

produoo una mayor p6rdido d8

gra6a

@Q

ai

bU#PO, que i s que se tendrfr

si

una

mwor

proporoión de l a graea eetuviera solida a l iniciarse esta oper'a;

oibn. On medio para oonseguir eat0 consiste en un enfriamiento previo de l a orem a

8 %

6 i n f e r i o r , con l o cual se eleva 01

$

de grasa en estado 56 l i d o oontribuyondo aef, ad3 cuando l a temperatura vuelva a elevorae, a1 de

-

a a r r o l l o de l a fermentacidn (no más de l9-2OnC).

LA

XCOKOMIA

Bw

L A BLABORACION.

Despu4s del batido queda on

e1

moro de mantequilla una pequeña cantidad de grama, que debs considerarse como una pérdida econbmica. Por l o tanto, e1 batido debe efectuarse do tal modo, que esta pdrdida ee

re-

dutca a un mfnimo, tomando l a debida oolisideración de l o e gasto6 extras que esto ocaciona.

Por

ejemplo, un batido demosindo prolongado puede

re-

p r e s e n t e un

gaato

u o e i i v o de htersr elóotrioa, que np oonipensr e l ahorro

en grasa. & pérdida de grasa en 81 mero puede oxpreearee de l a s eiguien- ter f o r i u r

a)

$

de materia F a e a en 01

mero

de mantequilla.

b)

$

de materia grasa en e l extraoto eeoo del m e r o de mantequibla y

o)

L.

pdrdida de graea en porcsntaje de l a grasa total dieponible en I r

,

orema, que pcdemoe llamar como e l fndioc de l a efioeoia del batido.

IDDICE D I LA

BFICACIA

DEL BATIDO.

Para calcular este fndice exacto, debe conocerse e l voltlmen y a l poroentaje de grasa en l a QPemL y en

el were

respectivamente. Debido

a

que &Q l a priLctloa normalmnto 8s d i f i c i l deteminar cor! exaotitud

es-

tos voldmene8, es o o d n oaloular e1 fndioe

en

brea a 100 Kg. de orema, e- pleando l* iiguiente

ffmulat

RI

_

1'00

______&!o

-

---

I

__-__

CP) SP

-

- CP

Donde:

CP- Porcentaje de materia

Grasa

e~ l a crema.

E P Porcentaje de materia g r a ~ a en el mero.

Ls

oonstante

716

es e1 factor de mantequilla que se obtiene, baadndose en que

98s

do l a grasa i~ tramforma en mmtequilla y que esta oontiece

8476

de M.O. k t o d6 una cactid?d de ma2?tequilla: 7

r

CP

-8-

cp

-

-2-

6

(20)

Ei

fadioe de l a e f i o i e n o i r dol batido debo mop 0'8

o

i n f e r i o r para oon- s i d e r r r l a eoonbmiormante oatisfactoris.

1i. CULTIVOS PARA

LA

~ O R A C I O I I

DB LA

MABTWUurll.

Para l a eoidifioaoidn de l a nata, oon objeto de elaborar ran t o q u i l l a de crema fermentada, se u t i l i s a generalmente

un

cultivo mixto

de d i i e r e a s baoteriam doido-ldotioai, l a s cuales fermentan l a lsotosa formando b i d o ldotioo y nustanoias u o a á t i o a o (acetoina y diacetilo).

Las espeoiea típioas son laa miguientesr

a)

Streptooocus l a o t i a (productor de &ido láatico, orece en forma do diplooooo y en oadenaa cortas).

b) Streptooocous orenosrim (productom do doido ldotioo y de ouetancias rrodtioam, oreoe on oadenw largas).

o)

Louoonomtoo oitrovorui (produce miatanoira aromáticas a prtir de loo

oltratoe

en preooonoia do b i d 0 ldotioo, oreoe on oadenas oortae). d) Leuoonostw dertrulioum

(

l a s mismas propiodades que e1 enterior,

tiende a formas

mooo).

0 ) Streptooooouo diacetyiaotia (desdobla e1 &ido c f t r i o o y produoo l a

oustancia arorndtica d i a c e t i l o en prescenoia de laotosa y maoaroea). A vocee puede emplearse tambi4n un oultivo de una s o l a e e p - oie.

Muchos mioroorganismos tienen denominaciones sinónimam. Aof, es corriente que para a1 iauconootoo oitrovorum se usen todavfa l o s nom brea de Streptocoocum oitrovoruo y Botaawous omnoria.

-

La proporoidn de loo gérmenes produotorea de rustanclam arz

mdtioas on loo oultivos em aproximadamented del 20$.

prendtdae ontre 10 y 4O0C. 8u orproidad de farmentaoidn debe oar intenoa para que l a leche se aoidifique e l o s eumo en 16 hrs. a 20%.

Ir

tempera tura d. inoubaoidn debe elegirse de manera que el fndioe SA alcance

un

valor afnimo de 20 b de 32 a l a s

7

6 24 hrs. respectivamente.

Estas espacias baoterianaa se desarrollan a temperaturas

o02

c

Ls

producoidn de h i d o por parte de l a s bacterias cesa a l 11. W l a propagaoidn d i a r i a en l a planta, es muy importonte oon- eervar l a máxima limyiem y asepsis para evitar contaminaoibn del culti-

vo con aicroorganismoa extrañas, es preciso trabajar oon l a mayor e r r c t i tud poaible, en cuanto a temperatura, tiempo de incubacidn y cantidad de cultivo L inocular.

gar e l fndice SU a

40-45;

esta acidez l a s mata.

(21)

Bl

medio de pro9sr(l.oi6n an gMer&lmente leohe deecremadaJ

pu-

diendo i o t a

tener

caracterfatioae

que

oauaen dificultades para e1 l o g r o de 1. fermentecibn deseada, p o r l o 0U.l ne recomienda emplerr leche nof

aul

de vaoae nman y en l o poaible de una misma fuente para dar megor ag w i d a d en e1 trabajo.

La demanda d i a r i a

del

oultivo de iantequeria, dependa de l a can tidad de crema por éermentar! normalment+ ee emplea alrededor de mle

82

non

un

4%

p r a inooulu l a orema.

La

leche se paateurisa a a l t a temper2

tura, me enfrfa a l a temperatura de inoubación (alrededor de 20

C), y se

.gregr al oultivo en orntidades que puadr variar de 0.5 a

1.58.

L.

incg baoibn debe haoerse

a

un temperatura u n i f o r m e , normalmente tarda de 16 20 bra.

P.

PIUPARACIOB

T

APLIOACIOII

DBL CULTIVO.

ia

orlidrd. del oultivo debe vigilarae oonetantemente. A kl ob

-

j e t o ee ooaprueba diariamente e1 aabor, a1

olor,

e1 Wpeoto y e1 @@do

-

d i -ides (ladioe SH) y a intervalos ne examina ademds l a puresa boaterir

na.

Sabor:

a) Deba aaemejrrire a l del &ido láatico, ein dejo ispero

b)

l

b

freouente que apareaoa

un

sabor defectuoeo a mslta;

6 piornti. -

me debe a

la

oontaminaoidn de Streptwooous de

la

cebada goreinad..

Ew

que preparar inmediatamento un

oul

tivo nuevo.

-

o )

Bl

erbor a oooido producido por

el

calentamiento deeo parece en l a mantequilla a los 2 6

3

dlas.

Olor!

I I

hpeoto:

@-adable a r o d t i o o .

a) Elan00 purÓ, .semejante a l a porcalanrjel deeprendimien

-

to de

suero

ea e1 cultivo i n i c i a l trae

un

transporte

prolongado

no es ob- j e t o de reolamsoibn.

oosidwi) .Preparar nuevo ouitivo.

b) Pegajoso.

(LPB

bacterias &ido ldotfcaa han formado mu

o ) Desprendimiento de suero a causa de

un

fildica

SH

dem&

-

@iodo elevado. (IElegir temperaturae de acidifiaaoibn máa bajosf), Indice S?i ea de 30 a 32.

(22)

Diariamente ee prepara 14 oantidad de a l t i v o necesaria par4 inooulrr 14 leche para e1 d f k si&ente. Aveces, para tener d e seguri d d en e l trabajo de propagaakbn de un dfa para otro, se emplea

feme2

to madre que se prepara en 01 laboratorio, en pequeña eecnla,

rn

l a

ai2

ma forma que me ha aenciosdo rntoriormente.

La

pequeña cantidad peraite M y o r ouidado

en

el trabajo.

fermontacii4n se inicia a una temepsratura de 18-20 C procebiéndose 4

-

un leve enfriamiento de

15

a

16

C , ouando l a orema ocmieasa a c o a y l a r .

Ihr 14 practica ee ajustan e l puroentaje de in4culo y l a tempratura de

incubocibn do t a l modo que l a acidee final eo slcanoe durante

9

4 12

Er

4 un4 temperatura da 15 a 16 C.

Barmalmente se agrega de 2

a

6%

de fernento a la crema y l a

Una fermentacidn demaaiado rápida, proporoiona mrntaquilla

2

oeitoaa. Lo importante es d i r i g i r

el

prooeec de tal modo que ee oonni- ga e l mabor u o m 4 t i o o de.11 orem4 antes pur

ne

termine l a fermentrcibn,

o mea,'rntes de aloansrr un-pii de

4.6-4.8.

%to

se

oonsigue mediante

a

na

prolongaoibn de1 tiempo que tarda para bajar e1 pH de unos 5.2 a

4.8

es decir es e1 tiempo en que aatdan l e e baoterias iácteae aromatisantee. Sa pueden efectuar diversos tratamiontos térmicos que e l i a i - nan paroialmente l a s tendencias hacia oantequilla demaaiado blanda o do maairdo dura.

Cuando 80 trata de orema oon un a l t o contenido de dcidoi ea-

aos

líquidos (fdice de yodo alto),

sin

efecto deefavorahlr en cuanto a l a duraea de l a mantequilla puede eliminarse paroialmente mediante e1

s i

guiente tratamiento t6rmico do l a crema.

Despude de 1 i pasteurixaoibn se enfrfa 14 orsw'hrata unos 19

a

4

hrs., me e n f r i a hasta 16 C , temperatura que se mantiene hasta que B a t a se completa.

C , temperatura a l a cual eo inkcia l a fermeptaaidn, y luego de una8

3

La hora

en

que debe efectuarse este enfriamiento debe re&- se de tai manera que l a fermentaci6n t.ermine unas 10

b e .

entes que se i n i c i e e1 betido.

Se enfrfa l a crema fermentada a

8

C y m mantiene est4 tespe-

S i vemos 4 otro extremo (indica de yodo bajo), a sea que 14

ratura durante 01 tiempo anten nlencioesdo.

orema contiene poca olntidad de acidos p o s o s lfquidoa y proporciona una montequill8 diirr y quebradiza, ae procede de l a s i g j i e t t e maneras

(23)

Inmediatamonte después de I8 p.mte,urisroih mo enfrfa l a crema host8 unos

8

C, de6pu66 do mantener o s t i temperatura durante 2 hrs., se footda un calentamiento hasta 19 C, temperatura a l a cual ee r e a l i z a l a

fer

-

mntacibn. Sen e n f r í a deepuda de algunse horas, haeta 16 C y so termino

la

fermentocibn a osta temperatura.

0. COLORARTZ

PARA

LA MAIVTEQILLA.

11 oolor amarillo natural s o debe 8 l o a oarotenoidoi que se e s ouentran disuoltoi en l a graeo.

Para eatandarizar

la

coloracidn pareja do l a mantoquillr dura2 to todo o1 año dobe emplearse un oolorante. So puedo u t i l i s a r para e l l o el jugo de sanahoria,

poro

normalmente me omplea Aabiote (nombro oondn) quo 0s

un

extraoto de las semillas de

l a

planta aaatto.

E1 oolorante me

agroga

a l a orema inmediatamonto antee del bu- tido, 60 distribuyo rápidamente y on forma pareja on

Ir

grsaa.

Por .u

na- turaleza lipoeoluble BQ se

wsoh

oon o1 suero de mMteqUill8.

Debo rogularse l a ooloracidn de l a mantequilla en conformidad

oon l o s deseos del mercedo, #o coneidera una coloracibn deseable Pgrsyan- do do a

5

grs. de colorante por Kg. do mantequilla.

-

H.

BATIDO.

Ll

batido de l a crema tiene como propbatto sopararla en munte- q u i l l 8 y muero, y debe haoerse de tal modo quo

la

p6rdida do grasa on o1 suoro mo reduzca al dnimo.

Bl

batido dobe haoerse dentro do

un

tiempo prudente, esto me

d a o menom de 30 a

45

minutoi.

Los

h a t o r o s que doterminan 01 tiempo de

batido son prinoipalmsntoi 01 porcentaje de k t e r i a grasa de

Ir

ore*

,

1.

tomepor8tura de l a miema duranto e1 proceso y l a cantidad do crema O K re- lacibn a l voldmen ds l a batidora y, finakmente, l a relooidad de l a míama.

Li

tomyeratura de batido es uno de l o s faotoros rúa importan- tos para conseguir una buena oconornfa en lo elaborución, ya que influre on l a facilidad oon Que l a g r a s a liquida se extrae de los gl6biiloe g r a e o o ,

por l o tanto, en l a rapidez con que ne formo l a mantequilla, y se pierde

on o1 muero.

Con una crema do indico de yodo a l t o 6 de 31lr contenieo de g r i

sa tunbi6n eubrdo o bien cuando Beta ha sido sometida a un e n f r i a v í e n t o

inmediatamente antes del batido, l a temperatura de batido a e b s ser ha2o.

(24)

v orema ea de 35-50$,

l a

temperat\ira

&bo

mer de

6

a

8

C. P p r ~ ooneeguir un tiempo de batido de

45

a 60 m i n e

Con

un

indice de yodo de de 28-32, ana orema de

30%

y

un

trz taziiento de temperatura de l a orema de muerdo oon e1 tratamiento t6mL

00

b19-16,

puede

obtenerse

una buon uronomi% (mínima pérdida de grasa) ooa una temperatura de 15 C J tiempo de batido de 10-30 minutos.

Bl porcentaje de materia grasa en l a crema debe

ser

de 30-40$ nunca debe exceder e1 limite inbximo monoionado, debido a que e1 arbor v o m l t i c o de l a mantequilla

no

ae d e a u r o l l a nifloientemante.

I. PIC’PORIS QOE I”LUl3A LA BCOXOBRA DBL

BATIDO.

1.- 1i. Wrmentaoibn de l a üroma.

La omma

fermentada d4 w n o r

flrdida

que l a

no

formanta- da. Seto se debe a quo l a roidifioaoidn produoe

un@

ionisuiidn de loa gldbUlO61 de gama.

h

l a orema duice (pH

6.6)

tienen carga negativa, p’

ro

con

l a

roidiiioroibn, e1

pR me

disminuye haeta

pH-

4.5,

om este pun- t a

loa

glóbuloa apareoen oasi min o u g a eldctrioa, l a fomaoión de l a mantequilla puedo hacerse d a f a c i l m n t e , debido a que l o s gl6bulocl grz

moa no ee repelen

por

estar elóctrioaaente neutros.

Si

e1

pH

doanaa

4.3

los glóbulos tienen oarga positiva. Por l o tanto el pE debe l l e g a r nolamente de

4

a

5

durante Ir Pioduraoión.

2.-

Q

LLcnado de l o Batidora.

Un

llenado m q o r del

5@

no es recomendable.

3,-

La Temperatura de l a Crema durante e1 Batido.

4.-

Kl

poroentaje de Materia Oram en la Crema.

.

Despuube de haber a a a d o e1 euero de mantequilla y hrberae e-

feotuado e l lavado, ee prwede al amasado, que tiene loa aiguientea-ob- jetivoe:

1.- Regular e1 contenido de hummiad.

2.-

Conseguir

una buen distribuoibn de l a humedad.

3.-

Conseguir una diatribucidn pareJa de l a sal.

4.-

Obtener una contextura adecuada.

1

(25)

Lp manera on que, se ofeotda e l amasado os uno de 10s faatores

mas

importantes

en

la

rogulacidn del oontonido de humodd, oon un a m 8 S a d O continuo (sin interrupciones) por un largo tiompo, l e e gotae do agua se distribuyen en l a mantoquilla en VOS de sopararse do e l l a .

El

mismo fend-

mdno a u r a oon acoidn moAnica fuerte durante o1 amasado

o

soa a l t a velo- oidad de l a batidora. Por

lo

tanto s i so desea bajar 91 oonbnido do geia debo Mioaarse oon velcoidad poqueña y n' forma interrumpida con l a pzerta 6 l a válvula da doacarga medio abierta.

.

4 ..

Cuando so trata de aumentar l a humodd se proaedo a l rovbe ( l a velocidad tieno un limito qogdn l a dure& de l a mantequilla) ae oiorra

puerta y vilvula.

Al

inioiaree el rmasldo, l a mantequilla contiene una oantidad de huomedod olevada,

(30-505)

poro

con e1 tratumionto 80 puedo reduoir

hasta 10-12$.

Kormalnento 80 masa l a mantequilla hasta obtener un m a c l a

ho

mogónea. 9. maca una muestra para análisis, y 80 clacula l a cantidad

neo2

maria de agua que debe agregarse para l l e g a r a l limite dximo. 9. eiguo

o1 amaaado haata que se ha conseguido una distribución microso6pica de l a humedad. Boto e8

muy

imcortante para l a conservaci6n pomterior del

pro

ducto, ya quo l a a gotas mioroscdpicas de agua no permiten desarrollo mi-

crobiano. . .

- Para conseguir una distribucidn d a c u i d a do l a humodad debe u1

mentwae l a temperatura, asto pueda lograra0 agregando agua t i b i a (no

si

porior a 22 C ) a l a mantoquilla para entibiarlo.

-

Cuando l a mantequilla dospudo del amasado contiene una cantidad de agur iuporior a 10 pormitido, os posibio eliminar o1 exceso medianta

oiortas tdcnioas. Si %e treta de poca oantidad se enfrfa l a mante~uilla

agregando bislo, una vea enfriada l a mea 80 seca a l agua amaséndD a V.-

locidad !my lonta oon l a puerta y l a sitlvula

un

pooo abierta, para d4:ar

salir o1

aguu sobruntr. S i

el

oxceeo ds~humsdad es euperior, adorn& de h i e l o ae a p e g a ea1 a la mantequilla, que junta l a s gotitas mioroscdpices

de agua on gotas aAe grundss, que luogo ec oliminan junto con o1 agAa y h i e l o agregado.

Cuando ee elabore mantequilla salada, l a sol debe agregareo a

l a mantoquilla durante e1 umaesto.

La

%al cue se ompleo debs

ser

purn y de un color blanco. L a . s a i puede ogresarea directaaente a l a nanteauilla o bien puedo poilerao en forma de solucibn. Si oe r,g-egu l a es1 dirtatu- mente debe hacerse unr ves que eo ha. amasado e l tiampo nsoase.rio gar& e-

9

(26)

liminar o1 oxoeso do &umedad. S. marrol@ bien l a m a l oon l a masa haciég do girar 18 batidora algun8e vuoltoa. Se doja on n p o s o e l tiempo nao. sari0 hasta que l a 811 me haya diauelto oomL>lotamonto on l a humedad de

1. s ~ n t o c p i l l r antea do oomplotar o1 amasado

(4

8 1 h o r a ) . Dando unan vuoltoa deeQaOi0 de vox on ourndo, durank l a diaoluoidn se acelera e1 procoeo y 08 mejora l a distribucidn de l a sal.

La

sal tambih puede agrsearso en una aolucidn Junta con el

agua neoosaria para roajuetar e1 poroentajo do hume¿ad r l o mirimo peg mitido.

La mal 80 agrega

a

Ir mantequflla parr mojorar

el

sabor dol producto, y normslmente ne hmco on orntidades de

0.7

a 1s. Para oonae-

@ r un ofooto do conaorraoión medianto o1 -gad0 de s a l , l a oaztf-

dad de ma1 debs ser mayor

6%

en n l a o i d n

a

l a humedad do mrntaqufllr,

10

quo oorroapondo r p r o x i a d a m ~ n k 1s

on

rolaoidn a l a montaquilla. Sin

embargo, si

no elabora u n t a q u i l l a papa guardar por un tiompo prolong8

-

do, om oonvonionto elaborarla sin foraonto y min 881, dobido a QUO os-

tos dos"oonponontos rotdan oomo oataliaadores

on

l a oxidaaidn de I r ma

-

toria grasa.

K.

Coni7SICIO~

DE

LA rUiFEQUIUA.

La oomposioidn de Ir mantoquilla v r r f a so&

Ira

normae lega

-

10s quo r i g o n an un pais

sobre

o1 contenido mkimo dthumadad y mfniao de matoria grasa.

K

forma

gsnoral p d r i r m o e decir quo ir composición ea

1.

quo se oxpono a oontinuacióni

LAVAüA

NO

LAVADA.

YATERIA

GRASA

83.1

mu)

15.7

SXTRAVl'O SWO 10

GRASO

(PRVCEIFAY,

LAGTOSA Y SALES) 0.7

SAL

O*

5

82 .O

15.7

1.6

O.?

:

(27)

11.

diagrama de flujo para el tratamiento de

la

crema

diagrama

de

flujo

para

la

.elaboraciÓo de

mantequi

IJ

a

(28)

111.

ADITIVOS DE ALIMWI'OS.

Una

as

investigado o1 prooeso de oluboracibn de mantopuilla~ me procedió a una investigraibn bibliográfzoa

sobro

d i t i v o e , para *et0 l a ooniulta re buid on o1 Handbook do B.iimio. robro d i t i v o s prra di- ion tos.

11 objotivo principal do dsta consulta, 08 o1 do sabor sobre

lar enpooifioaoimes y usos de l o s diforantoa aditivos, osgdn oorporr- oionoe 6 reglamentos intornocionolos; poro posteriormnto usarloa d. manora oorreota en 11 práctica, quo

mn

esto caso oe oxporim*ntal.

Da

todos l o s aditivos quo so menoionan on e1 Handbook, a610 algunos mcn usrdoe en iaatIteqUill8, que os e1

produoto

on ouestidn.

Dentro do loa i d o importantso, ostán l o s agentes antimicro- bianos, l o s antioxidantoo y lon agentes de eugorfioie, aunque tambi6n mo enouantran saborimntes y oolorantsa.

D.

esta grupo tienen priori- d d loa Patioxidantos, y8 qua non l o s qua n o e r n a prevenir

lo.

p r o b l l

m a 8 más grandos quo so van 8 snoontrm, oomo o8 l a ranoides.

M í t i r o a htimlorobiPaos (loido

86rbLoo

y sus salaa).

CB

-CE+CE-CX-CHCOOK Sorbato de Potaeio.

Margarina.-

La

Under Fedoral Standards

of

I d e n t i a , 8 Urorflado p u p 18 margarina oomo a d i t i v o rntimiorobiano e1 sorbato &o potasio, p o r o no e1 aoido sdrbioo. $1 sorbato puedo nor inoorporado por ínolusi6n 6 adi-

oi6n on l a locho.

La

cantidad de sorbato en l a margarina no debe erosdar a l 0.15 p o r poro on o1 producto torsinado.

11 sorbato da potasio os rnO8 d e c w d o usarlo en margarinas no saladas, y+ que en l a ausenoia de s a l , se haoe más ouceptible al a- taque de mohoa.

A d i t i v o s Antimioro5ianos (Aoido yropibnico y sua salos),

Mantequilla.- E l u80 do oste aditivo, aotuvlmante no estd acoptedo o-

f i c i a l m e n t e . Aunque Xaog and Alsori on B U R erpeiimontos, vieron que con propianato tratado y una envoltura o cubierta de pergamino, daba una muy ooneldorrblo proteccidn a l producto.

:

0.3. Ocvornment Regulations.

Intioridantee do M i o i d n Directa en Iliaentost

(29)

La

mayorfa de l o a antioxidantoe da alimentos son conaiderli- dos por o1 Q.R.A.S. (Ckmerally Recomióed As *fe) para adicidn 4 gruels

y aceites cooeetibioa y alirnontoa qua l o a contengan.

f i n

el

G.R.A.S., para l a adicidn on alirnontos, con l a s limitacianea do U.O.

A contdinuacibn h p I una l i e t a do antioxidantes de alimentos, sz

AiiTIOXIDANTES .. LiinfTACION

BRA (bu t y i a tod hidroxiani eo1

)

BHT

(butzloted hidroxitoluono) PWPYL GALLA"T8

DILAüñYL

THIODIPROP00ÑATO

ACID0 'PEiODiPSOPiONICO

0.025 de g r a e r 6 meit. coy tenido, incluyodo acoitae

2

scenoialo.(volPtiles)) con- nidos

en

e l alimento.

0.1% en grasaa y acoitrs.

BHA y

BET

y

PROPYL

OALLATB, aon indisputablos 6 ovidantos BU

u80 om ciertos alimentos preparados.

PZ

nivel de adioi6n est4 basado en

o1 poso total dol olimoritc.

.

-

,Antioxidantas en Materialee do Bivosado para Aiimanton.

-

Los aiguimtes ontioxidantes son ovidentemonte uaadoe en

el

empcndc do alimentos, por ordon do importancirc

1.- REA 2.-

RET

3.- DLTDP

4.-

DSTDP

5.-

cR;M GUAIAC.

En

base a I r e ostrpuluoianrs, no daba rdiotonareo r l s do

50

ppm del rntioxidento elegido.

& m t o s de Actividad Superficial.

Potoe ogertrs se pdiciorpn

on

popueñaa oantidrdse d4 aoncgli-

o6ridos que mejoran 1st estabilidad y p a i r t i b i l i d a ú do mantequilla.

Rormalrncnt., la nactaqiii1lc en l a panaleria u hornaado requiero do mono-diglio6ridos, de t i r o surfactants, que monticno uno e~rulsidn esto

blr

do l a grasa vegetal y o1 agua durkvti) o1 almacenamiento.

Referencias

Documento similar

corte R36 Liquidez estructural Semanal 3 meses 3 días término R38 Detalle de productos Eventual 3 meses 15 días plazo R41 Brechas de. sensibilidad Mensual 3 meses 15 días

Traje tres estacas por si acaso, ya que se que el peligro siempre me está acechando allá a donde vaya, pero agradecería que Ángel y sus amigos tengan esto limpio de vampiros y

De la obra, se pueden también extraer importantes conclusiones, como que existe una referencia por parte del autor de determinados elementos que son, en realidad, de origen

Les présidences de l’Union européenne n’ont pas le sceptre à la main. Elles assument un dispositif de pouvoir symbolique dans la mécanique du Conseil de l’Union, pour une durée

ze Dios, lo obran todas jas tres perfonas. E l primero creer , que'Iefu Chrifto nuéftro Señor en quanto hombre fue concebi­.. do por o.bra del Efpirítu Santo. El fegurido

Este trabajo adopta el enfoque “racional”� De acuerdo con esta corriente, los ciudadanos son individuos racio- nales capaces de juzgar consistentemente la utilidad de

La transformación de un paisaje de marcada personalidad, el Valle de Aridane Antes de la erupción del 19 de septiembre de 2021 el Atlas de los Paisajes de España de- dicaba uno de

fXÁÍxeúq de San Bernardo, Viendo, puef, alii ios tolda- dos dé lefu Chiiño 5 que en aquel habito de Monges afsi le feTuiájComecó a pefar quji tuefie el fin de 'entrambos