~ O M B R E S
MATRICULAS /CARRERA
AREA DE CONCENTRACION TRIMESTRE
HORAS
-
SEMANAL L I G A R W N D E S E L L E V A - RA A CABO
FECHA DE INICIO
JFECHA DE TERMINACION /TUTOR INTERNO Y
ADSCRIPCION
L/
TITULO,dLUMNOS :
"cp
5
I r m a Esqdivel González y Jorge Antonio Rodri
-
guez Méndez.77326851 y 7631 8862 respectivamente. INGENIERIA DE ALIMENTOS.
Ninguna.
Doceavo Trimestre..
20 Horas a l a semana (4 hrs. diarias). Planta Piloto
de
l a UAMI, BLotecndo&k.31
de
Mayo de 1 9 8 3Ing. Edmundo Mercado Silva, Profesor
de
tiempo completo del Depto.de
Bioteecnología.Coordinador
de
l a Planta Piloto del Depto.de
Bio-
tecnología.OPTIMIZACION DEL PROCESO DE ELABORA- CION DE MANTE~QUILLA~~.
I V E L GONZALEZ ~ R G E
.a
R~DRIGJEZ
MENDEZ.TclTOR INTERNO:
INE. EDMUNDO M
0I"PIYIXACIOH DEL
PROCESODE BLABOMCION
DX M ñ T B Q U I I U
,
LUQAR
PLANTA PILOTO
DE
U
UAUTUNIWBSIDAD AIITONOW
DE oHlpIlpoO
(UACH)
I. TITULO.
$1 WL 4.
Elaboración
d e
Mantequilla".
11.
JUSTIFICACION
YNATURALEZA
DEL
PROYECTO.
i,a j u s t i f i c a c i ó n de nuestro p r o y e c t o
e s e lim-
p i a n t a r una mctodoiogia óptima en e l proceso de e s t e producto,
e lc u a l se adapte a l a s c o n d i c i o n e s e x i s t e n t e s en l a P l a n t a P i -
l o t o
dei a
ü M - 1 ,
con
e if i n
d e
que e s t a información t a n t o prác
-
tics
como t e ó r i c a
Ób i b l i o g r á f i c a , s i r v a
d e
r e f e r e n c i a en e l
de-
s a r r o i i o
dep r á c t i c a s que
ser e a l i c e n en i a P l a n t a , p o r f u t u r a s
generaciones.
111. INTRODUCCION.
Entre
los
.productos d e r i v a d o s
del a l e c h e , se
iiestacan
dos,
l a mantequilla
y l o s
quesos.
Seemplea e l singu-
l a r a i r e f e r i r s e a l a mantequilla p o r
ser
una m a t e r i a r e l a t i v a
mente homogénea cuando
sef a b r i c a correctamente p o r l o s métodos
modernos.
-
E1
desnatado; que r e a l i z a una concentración
del o s
g l ó b u l o s
d e
grasa, y
e:Lb a t i d o , que i n v i e r t e l a emulsión
y
dáo r i g e n a l a mantequilla,
son
procedimientos m e c h i c o s . En man
-
t e q u i l l a predominan plenamente
l o s
problemas f í s i c o s sobre bac-
t e r i o l ó g i c o s y bioquímicos.
Es,
por
t a n t o , una i n d u s t r i a oue
puede s e g u i r con f a c i l r d a d
los progresos
del o s
t é c n i c o s indus-
t r i a l e s .
Los
procedimientos
def a b r i c a c i ó n
demantequilla se
en
-
cuentran en plena e v o l u c i ó n , pero
la
mantequilla cambia muy poco;
s i n
embargo aparecen formas c o m e r c i a l e s nuevas como l a mantequi-
l l a b a t i d a y
l adeshidrataaa.
La mantequilla debe considerarse como una forma
deconservación
l á b i l deuno de
l o s compmentes
m á s
iqiportantes
duct0 adquiere una importancia cada v e z mayor, independiente-
mente de l a mantequeria, con l a s cremas heladas.
N.
AN'PECEZDENTBS.
Los antecedentes de nuestro proyecto son
am-p l i o s ya que
secuenta con v a r i o s e s t u d i o s de i n v e s t i g a c i ó n ,
que se refieren1 a
l o s
d i f e r e n t e s ensayos que l l e v a r e m o s a cabo
durante nuestro p r o y e c t o , a continuación extractamps y c i a s i f i
camas
l o s
que
nos
son de mayor u t i l i d a d para
l o s
f i n e s que p e r
seguimos.
-
-
En
l a Facultad
de A g r i c u l t u r a , en l a Univcrsi-
dad de E g i p t o , E l Sadek, G.M.;
Shehata,
A.E.;Maharan, G.A.;
& & a l ,
A . . A . ;
Mehana,
A.C.,
h i c i e r o n un t r a b a j o sobre e l e f e c t o
de a c i d e z y contenido
desales e n l a c a l i d a d de l a mantequilla
durante su v i d a de anaquel.
Su
t r b a j o c o n s i s t i ó
en
separar l e c h e
f r e s c a de % f a l o y l a crema dulce l a a j u s t a r o n con á c i d o l á c t i -
c o
para v a r i o s grados
dea c i d e z , y l a b a t i e r o n , ya obtenida l a
mantequilla, tomaron una muestra de
U30
g.
l a empacaron y alma
cenaron a 5°C p o r p e r i ó d o s
de6
meses.
Los
ejemplares f u e r o n
e-xaminados a i n t e r v a l o s d i r e c t o s .
La mantequilla
n osalada hecha
de crema d u l c e , de crema de moderada a c i d e z y de a l t a a c i d e z r e
t u v i e r o n
su c a l i d a d
d ev i d a
deanaquel p o r
135,
105 y
75
d í a s
respectivamente.
En
caso d e mantequilla sal-ada e s t o s periódos
fueron c o r t o s ,
145,
90
y
45 d í a s respectivamente.
(12
P2793)
La Asociaci6n de Standares de A u s t r a l i a , por me
d i o d e l Dr. Arthur S t r e e t , nos d e s c r i b e l o s s&jaadarea en l a pre
paración de ejemplos para a n á l i s i s y métodos
dea n á l i s i s de
m a n
t e q u i l l a y g r a s a de mantequj.lla, i n c l u y e n humedad, grasa, s a l ,
cuajada, pH d e l suero de mantequilla, valuados por
l o s í n d i c e s
de Reichert-Meissl, Polenske y Kirschner.
(ion
606)
-
-
-
-
A s í mismo, en Romania
e l
i n v e s t i g a d o r S t m d a ,
Edgar w i n e t , d e l I n s t i t u t o de Standarización
Rumana,
nos
ddl o s
standares f i s i c o - q u í m i c o s , o r g a n o l i p t i c o s
y
b a c t e r i o l ó g i c o s para
m a n t e q u i l l a de l e c h e de vaca. E l d i v i d e l a m a n t e q u i l l a en t r e s
c a t e g o r í a s que son, "extra"', **%premat8 y de 8*hfesa'* (contenido
de
grasa,
86$, 80s
y
74$
respectivamente).
La c a l i d a d de "Mesa,
a
su v e z
sed i v i d e en d o s grandes c a l i d a d e s
i
y
2 ; seh i c i e r o n
pruebas para l a s c o n d i c i o n e s de manufactura, propiedades organo-
le'pticas, l i b e r t a d de a d i c i ó n de c o l o r a n t e s , s a b o r i z a n t e s y pre-
servadores, propiedades f i s i c o - q u í m i c a s y c a l i d a d m i c r o b i o l ó g i c a .
Los ejemplos y pruebas
deempacado y e t i q u e t a d o , t r a n s p o r t e
y
a l -
macenamiento e s p e c i f i c a n d o v a l o s e s para
varias
c a r a c t e r í s t i c a s
son para
(
Extra, Superior, de Mesa
1
y
2
resnectivamente).
Propiedades 0rganolkpticas.-
Setabulan en una
e s c a l a de 20 puntos, siendo
l o s
r e s u l t a d o s
19,
17, 15
y
11.
Acidez
Máxima.-
2, 2,
2.8,3.5
Humedad.-
16, 20, 26
y
26
Co1iformes.- (contenido/g)
E
2 5 , s
2 5 y-25
Hongos.- (c:ont./g)
1000,
1000,
2000,
2000
Levaduras.-(cont/g)
1000, 5000, 10
O00y
10 000.
(3
U2041
En
P e d ,
enl a Universidad Nacional A g r a r i a ,
Depto de B i o l o g í a , Manriquc
R.,
I.V.,
hace
un
a n á l i s i s microbio-
l ó g i c o de m a n t e q u i l l a ;
e l a u t o r d e s c r i b e un estudio de métodos de
l a b o r a t o r i o para i d e n t i f i c a c i ó n r u t i n a r i a , y c u a n t i f i c a c i ó n de pa
cógenos (heterobacterácea, c l o s t r i d i u m reductora
d es u l r i t o y
sta
f i i o c o c u s aureuso y organismos i i p o i í t i c o s con p a r t i c u l a r r e f e r e n
c i a a Pseudomonas, levaduras
y hongos.
Los
ejemplos de m a n t e q u i l b
usados provienen de
10g r a n - j a s
-
de
l ap r o v i n c i a de Huancayo
( F e d ) ,
se tomaron
10muestras de cada una de l a s granjas, l a cantidad de
v a r i o s t i p o s
demicroorganismos son tabulados
y
e lpktodo usa80
para l a i d e n t i f i c a c i ó n , a i s l a m i e n t o y c u a n t i f i c a c i ó n
Losd e e c r i h t
en d e t a l l e .
Las
cantidades microiiianas encontradas generalinente
-
* :
7
. , :.
* .exceden a
l acantidad
máxima
p e r m i s i b l e e s p e c i f i c a d a en
e l
CÓ-
d i g oPeruano de Higiene A l i f f l e n t i c i a (50,000 Col/g).
La contami-
nación con heterobacterácea y S t a f i l o c o c u s aureus fueron a t r i b u i
-
das a una p a s t e r i z a c i ó n inadecuada,
e luso inadecuado
deagua pa
-
r a M a d o
o
e lmanejo de personal no e s p e c i a l i z a d o .
Los
ejemplos
señalados muestran mareado c r e c i m i e n t o
delevaduras y Pseudoqo-
nas
l a s
c u a l e s muestran s i g n o s de d e t e r i o r o después de t r e s sena
-
nas
dealmncenmniento
a 4OC.
E l estudio
e spropuesto como una ba
se para
estandarización de t é c n i c a s de a n á l i s i s m i c r o b i o l 6 g i c o s
en
l amantequilla
yproductos con a l t o contenido
d egrasa en Pen!.
(
8
P1489)
-
Sobre e l Mejoramiento
deCalidad y Vida de anaquel
de mantequilla,
l o s
r u s o sSobeleva,
M.I.,
Selezneva, G.U.
y Bonda-
r e v a ,
E.S.en
1978,
observan que l a s propiedades c o l o r a n t e s y
oxi-
d a t i v a s e x t r a i d a s de
l o spi!talos de l a s
flores
de c a l h d u l a
o
f l ainenquilla
( i )y
de una preparación
d e
un
t d
de ilbetroot'l ( i i ) , en
mantequilla.
Seh i c i e r o n cremas d u l c e s preparadas con una mezcla
deIr1
de mantequilla y aziicar y
un
concentrado de leche.
E lpro-
ducto con
0.4%
de ( i )
y con 0.2-1.2$
de( i i )
sealmacenaron a 0°C
p o r
3
d í a s ,
haciendo pruebas
a
i n t e r v a l o s de 24 horas, para obser-
v a r propiedades o r g a n o l i p t l c a s ,
color,
peróxidos, ácidos, a c i d e z
y
grado
deo x i d a c i ó n de 1 s grasas.
Las
pruebas i n d i c a r o n que
l a
con
c e n t r a c i ó n óptima de
0.4%
e s l aÓptima, i n t e n s i f i c ó e l sabor y
aro
ma de l a s cremas
e imparti6 un intenso c o l o r n m a r i l l o .
E1
uso
de
l a s
preparaciones
en
mantkpnilla y mantequillas basadas en
C Ymas
d u l c e s
e srecomendado.
-
-
-
Una
r e e s t a I t a l i a n a
(Sostanze
Grasse) e d i t a
un
a r t í c u l o de l a Universidad de
M i l & ,sobre
l a
Adulteración de Man-
t e q u i l l a p o r grasa de
r e s ,en
1979,
p o r Vanoni,
M.C.,Columbini,
M,t a i i z a c i ó n p o r acetona a
QOC,f u e r o n determinados
los
t r i g i i c e r i -
d o s y
l o s 2-monoglicCridos
(2-MG).
Los
r e s u l t a d o s tabulados de-
mostraron que l a r e l a c i ó n C 16:0/ü
18:2
en
los
2-MG,
del a f r a c -
ción
l í q u i d af u b
e i
paráríietro óptimo para d e t e c t a r
io$
degrasa
de r e s añadido.
Se
ha d e s a r r o l l a d o una cromatografia de gases pa-
r a ' d e t e m i n a c i ó n de BHT
en
m a n t e q u i l l a , e s t e t r a b a j ó
ser e a l i z ó
en
e l
I n s t i t u t o Nacional de Biigiene en Osaka, Japón,
por
l o s au-
t o r e s , I t o , Y, Toyoda,
M ,
Ogawa,
S,y
Iwada,
iñ.
Se
h i z o
l ac r o m a t o g r a f í a de gases
y
secomparó
con e l método standar aprovado
porl a Sociadad Farmacéutica de
Japón
y p o r c r o m a t o g r a f í a de gases hubo una recuperación de 10 ppm
(aumentó),
BHT
estuvo incrementado un momento d e l
47
a l
94$,
lad e t e c c i ó n l í m i t e
fub
disminuida de 2 a 0.4 ppm.
Todos e s t o s a r t í c u l o s , como a n t e s
semencionó
f u e r o n e x t r a c t a d o s ,
y
se
r e c o l e c t a r o n especificamente d e l Journal
o f
D a i r y Cience
y d e l A b s t r a c t s
Food
Technology.
V.
OBJETIVOS.
Los
o b j e t i v o s de nuestro p r o y e c t o
e s
e l de desa-
r r o l l a r una metodología Óptima en e l proceso de l e a b o r a c i ó n de
m a n t e q u i l l a , a s í como c o n s e g u i r i a infyrmación n e c e s a r i a s para
l a m i m a , i n c l u y e a s p e c t o s d e l proceso a s í como
también l o s lu-
gares
de a d q u i s i c i ó n y p r e c i o s de m a t e r i a prima
y a d i t i v o s
u t i -
l i z a d o s en l a e l a b o r a c i ó n
d emantequilla.
*
V I .
PROGRAMA Y METODOLOGIA DE TRABAJO.
- .
23
R e v i s i ó n
d e
infonnación sobre
l o sd i f e r e n t e s a d i t i v o s usados
para crema y mantequilla en
e l
Handbook de Quimica sobre adi-
t i v o s de alimentos.
3 )
V i s i t a a l a S e c r e t a r í a de Salubridad y A s i s t e n c i a con e l Ing.
Francisco P i z a r r a Suarez, D i r e c t o r de C o n t r o l de Bebidas y
Alimentom, para que noti d i información sobre l a s normas
pr-
m i t i d a s en mantequilla.
4 )
I n v e s t i g a c i ó n de
l o sd i s t i n t o s proveedores de materia prima,
a d i t i v o s y f e r n e n t o s l á c t i c o s que se o f r e c e n para l a I n d u s t r i a
del á c t e o s ( d i f e r e n t e s t i p o s y p r e c i o s ) .
5 )
R e c o p i l a c i ó n y c l a s i f i c a c i d n de l a información obtenida en
e l
punto
No.1,
para
l a
e l a b o r a c i ó n de un D i r e c t o r i o para l a p l a h
t a p i l o t o de l á c t e o s de
la
UAM-I
-
6 )
Compra de butirómetros para crema, a d i t i v o s y conservadores
para i n i c i a r
l o sensayos.
7)
Determinación de l a compatibilidad en l a s determinaciones de
grasa
por e l método de Gerber, a l emplear c e n t r í f u g a y Baño
María.
8 )
Ensayo de l a concentración Óptima de c o l o r a n t e en l a mantequi-
l l a .
9 )
Evaluación o r g a n o l é p t i c a d e l punto a n t e r i o r .
10)
Compra
ded i f e r e n t e s consemadores y antioxidantes.
11)
Ensayo sobre d i f e r e n t e s concentraciones
de
antioxidantes.
1 2 )
Evaluación de v i d a de anaquel de l o s a n t i o x i d a n t e s ensayados
a d i f e r e n t e s c o n c e n t r a c i m e s y a temperaturas de r e f r i g e r a c i ó n
y meditv ambiente.
1 3 )
Ensayo sobre conservadores (benzoato de Sodio y Sorbato de
P o t a s i o )
1 4 )
Evaluación de
la
v i d a de anaquel de
l o s
consemadores snsaya-
dos a d i f e r e n t e s concentraciones
ya temperaturas
der c f r i g e -
r a c i ó n
ymeda ambiente.
15)
Ensayo sobre d i f e r e n t e s cepas de fermentos l á c t i c o s .
17)
C o r r e l a c i ó n calidad-sabor, u t i l i z a n d o l a Técnica
d e lI n d i c e
de Yodo.
18)
Análisis
m i c r o b i o l ó g i c o a n t e s d e l empacado.
19)
I n v e s t i g a c i ó n sobre
l o s
pros
y
c o n t r a s
del o s d i f e r e n t e s
ipa-t e r i a i e s de empaque para l a i n d u s t r i a manteaucra.
20)
En base a l
$
de grasa promedio que teóricamente
seo b t i e n e pa
ra
l a crema
en
nuestra descremadora, c a l c u l a r
l a
cantidad de
crema que
sepuede a s a d i r a
l a
b a t i d o r a para conocer e l
5
de
grasa esperado.
21)
Determinación d e l voliimen (capacidad) de l a b a t i d o r a que
seencuentra en l a P l a n t a P i l o t o
Y
-
. <
.
... .- -.
i
4
. .
.
rV I I .
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7(1980),
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4(1981).
i-
Enciclopedia
del a Tecnología Q&ica.-
Tomo
9.-
México.
I
I
I
T-
IBDIC% DE COIWIMIDO
PROMoO 1
CAPITULO
I
PROCESO
DE EUBOBICIOIIDL
-I=A. TE&TAIUWO PwvfO DE LA ClWtA.
B. IIBORTAñCIA
D a
EñFiiIuaERpO PAñALA
TM"üU DELA
" P S U U I U rC.
LA
BCOliOüIALA
EUBOBICIOñ D. IRDICEDE
LA
EFICIEñüIADPL
BATIDOE. CüLTIVOS PAM LA ELABORACIOR D I M"EQUILL4
F.
PBICPARACIOB Y APLICACIOB DEL CULTIVOa.
COLORANTP PARA LA ~ E Q U I L UI. FACTOEBS
em
~ m m
EH LA LCOIOHU
DEL BATIDOH.
BATIDO-
J. W I D 0
K.
COHPOSICIOñ DE L A MANTEQUILLA CAFTrLmO I1DIAGlWUS DE F'LUJO
A, DIAü-
DIC
FLUJO
PARAEL
TRATMIEñTO DLLA
CREXAB.
D I A Q R M DE FLUJO PARALA
BLAEORACTOIDIC
XAñl'EQüILLA CAPI'POLO I11ADITIVOS DZ AL1HEü"OS.
-
CAPITULOv
DIRECTORIO DE PROVEEDORES DL
LA
IHDUSTñIA LACTliA2
2 2
3 3
4
5
7
1
8
8
10
11
11
11
12
C A P I T U M V I
BETERIIIEACIOA DE
BU
CRENAA. NETODO OERBER-ROBDER, NODIPICADO
POR LSVOYVITS.
]LA CBRPRINOA.E.
m O D 0 RURAL,EMPLEAEDO
B d O M R I A .C. DFAWRMINACIOñES PRACTICAS DE
0-A
.. POR LOS DOS Xl?T’ODOS.BNSAYOS SOBRE “EQUIUA A.
B. r
C.
WSAYO SOBRE COLOR
1.-
Introducoi6n. 2.- ajstir..3.-
Preparaaión dela
)aisntra4.-
ReñuXtPdoe.BiVSAYO SOBRE COHSERVADORES Y AR”IOXIDAVI%S
1
.
-
Intraduoaibn.2.- Objetivo.
3.- Reparaaida de l a &entra.
4.-
R*eultrdos.EASAYO SOBRE FBMBNTOS LACTICOS.
1
.-
Introducoibn.2.- Objatírs.
3.-
R e p r r r a i b n dela
ihmetro.4.-
Reáultodüe.18
18
19
19
-
CAPITULO VI11COüRELACIOH CUIDAD-SABOR, ETILIZAKDO LA
TECWICA
DEL RJDICE DE YODO21 21
23
26
CAPITULO I X
3 1
CAPITULO
x
UWES"IQACI0ñ
SOBRE
LOS DIFRRENTES MATERIALES DE EMPAQUP, TJTILIWOSEN
LA INDUSTRIA MARTEQUERA.A. TECNOLoaIA DEL XbEMLAJB
CAPITULO X I
Bñ
BASHAL
5
DP (IRASA EiOMEDIOQUE
'i'E0RICA"TE SE 013TIEIOE PARAid
CZWMA,iRH
U
DBSCRPYIDORA, CALCULAR LA CANTIDAD DEC a p W
QüE
áE PUEDE rffADIE A LA BATIDORA.c A P 1 m
XI PEüEñA PILOTOA. DETEñMIiUCIOÑ DE
-AD
B.
DETERMIñACIOI? DE QRASAC. DETERMZIPACION DE BXTRACTO SECO ( P R m I N A , LACTOSA Y SA- LES MINERALES).
36
37
39
42
42
43
44
l
a
leche representa
un elemento importante en l a alimentacibn humana. Puede oonsumirse en forma natural o transformada en sus produc- tos darivados. Al mismo tiempa, l a leche representaun
medio bptimo PO- r a e1 desarrollo de mioroorganismos. S ino
son oontrclados attiempo, l o s mioroorganismos provooanun
r6pido deterioro de l a leohe, l o que diflo- t o N elaboracibn. Para aprovechar l a lehhe, es n e o e s u i o mometeria a d z terminados tratamientos de oonservaoibn.La
elaboracibn de 6stos productos debe realisarse preferente- aente en los oentros de produocidn looheso, ya QUO 01 transporte a l o s oentros de oonsumo es más econbmico quee l
tranmporte de l a leohe ente- ra, debide a N car6oter peroeptible debe aer tratada l o m6s rápidamen-t e posible despuds de l o cnieña.
En ouanto a l a mantequilla, este producto, en muchos oasos, os elaborado de exoedentes de materia grasa en l a fabrioación de otros pro- ductos lácteos y por l o tanto es oonveniante elaborar l a mantequilla de .
~reouperaoibn" en l o s minmos establecimientos donde se produos e1 oxedez te de materia grasa. La conveniencia de establecer fábrica8 de elabora- ción excluaiva de mantequilla depende d+ una serie de oircunstanoias lo- o d e s , oomo por ejemplo
la
oalidad de l a leche, que puede ser i n f e r i o r a l o requerido para l a elaboracibn de etrom productos, o bien puede haber difioultades para e l transporte de l a leche entera obligando a l o s pro- ductores a efectuarun
deacremaja de l a leche en lugar de produccibn y enviar solamente l a orema para l a elabommidn de mantequilla.Uientras que produotos oomo quesos y mantequilla todavf se
e-
laboran en gran escala en forma casera on
el
mismo lugar de produocibn de l a leche, l a elaboracidn de l a lecheen
polvo re(paiere inversiones grandes, que permiten fabricacidn en gran escala. Sin embargc,en
l o ahi
8 0 0 iatinoamericanos l a tendencia va haoia una elaboracibn de productos
lPcteos
en
forma industrial, que permita e l empleo de técnicas y máqui- nas modernas, ccnmiguibndoae productos de oalidad superior y mñs unifoz me. Tomando .demás en ouenta l a econcmfa que puede representar una con- oentracidn de l a industrialicacidn de l a leche,'
Tomando en ouenta todo lu. anterior, y l a s condioiones de l a Planta Piloto de l a
UAMi,
decidimoshacer
e l siguiente trabajo oomo Sazv i o i o
Swirl, ya que oonsideramcs que en l a s condiciones con l a s que se trabaja aotualwnte en l a Planta Plloto de l a Universidad, no son l a s62
timas, y una de l a s causae d e importantes es l a carenoia de informaci6r1, sobre l a maquinaria existente y l a adquilricibn de materia prima, para l a elaboraoibn de produotoo lácteos, en este oaso especial nos
referimos
a l a mantequilla.llegue a un uso adecuado de ¡a teonologfa en l a elaboraci6n de aantoquillr,
dentro de l a Planta Piloto.
1 -
PROCESO
DE
BLABORMIONDI: MAFPEQUILLA.
La
m n t e q u i l l a esun
producto derivado de l a leohe, ene1
auall a
materia grasa esel
oomponente más importante.La
elaboracibn de18 m
a
n
e
quill. consiste en dos procesos prinoipalear batido y amaando de l a arema.A.' TiUTAMIBFITO PREVIO
DB LA CREMA.
Bate tratamiento ocmprende
la
pasteuri5acibn, enfriamiento, madu- r.oi6ny
evontualmente l a fermentacibn d i r i g i d a de l a orema.lo
paateuisaoibn de l a crema, normalmento eo efectúaa
tempera- turao mayorem de 90°C. Este tratamiento tiene aomo objetivos I r deatnic- oibn de aioroorganiemos, tanto los prtógenos como l o s que pudieran deeco2 poner 01 producto, y de onsliurs, en especial 18 lipass. A veoes se combi- na l a pesteurieacibncon
Ir
deodorisaoión do l a crema, con e1 f i n de di-minar gasem y olores índemeables on l a mima. Beta puede
producirse, MO-
plada al oniriamiento.ds1 produoto pastourisado, haoiendocaer
l a orema oalienteen
0ay.a dolgadas eobre una oortinaabierta
o
bien en una o d i a r a al v a d o , donde por l a b a j a presibn se produoe una fuerte ebullición d9Ir
orema.
El
calentamiento también produce ciertoli cambios qufsicoe comoel
desarrollo de sabor yolor
a ocoido, asimisffio, con temperatura8 altas du- rante un tiempo prolongsdo puede desarrollarse un sabor a quemado.Por
l otanto es sacencia1 que l a crema se snfrfe l o 0 4 8 pronto poeible despucs de la paeteurización. ili enfriamiento es l a operaoibn mediamte l a cual se
regula no solamente l a intendidad do l a aoidificacibn, sino tambi6n l a e- f i o i e c c i a
en
l a e l & b o r ~ i 6 n , & l a va5 QUS permite actuar sobre Is texturad s i producto final.
B.
IWPO~?Yl'AñCIIDEL
EWRIAMIEWFOPARA
W 'PñxTUsI DlJ 2.1 W S Q U I L L A .Con l a p a s t e u r i ~ a c i 6 n ~ l a grsaa pasa a un astado liquido, y aunque
l a
crema se enfrfe a temperaturas inferiores a l punto de solidificaci6n de i o t a (19-
27 "C) no ee producs necesariaente su nclidifioaci6n debido a que l a grana puede manteaerse an estado lfquido aún a temperaturas infecricres
a dicho punto, fenbmeno que se obaerpa en e l proceso noma1 de feme5 ticibn que ee aefectüa a 20°C. A esta temperatura, s a a i toda l a grasa se o n c u e n t r a b ostado liqiiidoj cuar.do se i n i c i a e l batido de l a crema a l d f a miguíente y eo10 durante el se acentúa l a eolidifioacibn. Uo obstante, l aC.
D.
produoo una mayor p6rdido d8
gra6a
@Qai
bU#PO, que i s que se tendrfrsi
una
mwor
proporoión de l a graea eetuviera solida a l iniciarse esta oper'a;oibn. On medio para oonseguir eat0 consiste en un enfriamiento previo de l a orem a
8 %
6 i n f e r i o r , con l o cual se eleva 01$
de grasa en estado 56 l i d o oontribuyondo aef, ad3 cuando l a temperatura vuelva a elevorae, a1 de-
a a r r o l l o de l a fermentacidn (no más de l9-2OnC).LA
XCOKOMIABw
L A BLABORACION.Despu4s del batido queda on
e1
moro de mantequilla una pequeña cantidad de grama, que debs considerarse como una pérdida econbmica. Por l o tanto, e1 batido debe efectuarse do tal modo, que esta pdrdida eere-
dutca a un mfnimo, tomando l a debida oolisideración de l o e gasto6 extras que esto ocaciona.Por
ejemplo, un batido demosindo prolongado puedere-
p r e s e n t e ungaato
u o e i i v o de htersr elóotrioa, que np oonipensr e l ahorroen grasa. & pérdida de grasa en 81 mero puede oxpreearee de l a s eiguien- ter f o r i u r
a)
$
de materia F a e a en 01mero
de mantequilla.b)
$
de materia grasa en e l extraoto eeoo del m e r o de mantequibla yo)
L.
pdrdida de graea en porcsntaje de l a grasa total dieponible en I r,
orema, que pcdemoe llamar como e l fndioc de l a efioeoia del batido.
IDDICE D I LA
BFICACIA
DEL BATIDO.Para calcular este fndice exacto, debe conocerse e l voltlmen y a l poroentaje de grasa en l a QPemL y en
el were
respectivamente. Debidoa
que &Q l a priLctloa normalmnto 8s d i f i c i l deteminar cor! exaotitudes-
tos voldmene8, es o o d n oaloular e1 fndioeen
brea a 100 Kg. de orema, e- pleando l* iiguienteffmulat
RI
_
1'00______&!o
-
---
I__-__
CP) SP-
- CP
Donde:
CP- Porcentaje de materia
Grasa
e~ l a crema.E P Porcentaje de materia g r a ~ a en el mero.
Ls
oonstante716
es e1 factor de mantequilla que se obtiene, baadndose en que98s
do l a grasa i~ tramforma en mmtequilla y que esta oontiece8476
de M.O. k t o d6 una cactid?d de ma2?tequilla: 7
r
CP-8-
cp-
-2-
6
Ei
fadioe de l a e f i o i e n o i r dol batido debo mop 0'8o
i n f e r i o r para oon- s i d e r r r l a eoonbmiormante oatisfactoris.1i. CULTIVOS PARA
LA
~ O R A C I O I IDB LA
MABTWUurll.Para l a eoidifioaoidn de l a nata, oon objeto de elaborar ran t o q u i l l a de crema fermentada, se u t i l i s a generalmente
un
cultivo mixtode d i i e r e a s baoteriam doido-ldotioai, l a s cuales fermentan l a lsotosa formando b i d o ldotioo y nustanoias u o a á t i o a o (acetoina y diacetilo).
Las espeoiea típioas son laa miguientesr
a)
Streptooocus l a o t i a (productor de &ido láatico, orece en forma do diplooooo y en oadenaa cortas).b) Streptooocous orenosrim (productom do doido ldotioo y de ouetancias rrodtioam, oreoe on oadenw largas).
o)
Louoonomtoo oitrovorui (produce miatanoira aromáticas a prtir de loooltratoe
en preooonoia do b i d 0 ldotioo, oreoe on oadenas oortae). d) Leuoonostw dertrulioum(
l a s mismas propiodades que e1 enterior,tiende a formas
mooo).
0 ) Streptooooouo diacetyiaotia (desdobla e1 &ido c f t r i o o y produoo l a
oustancia arorndtica d i a c e t i l o en prescenoia de laotosa y maoaroea). A vocee puede emplearse tambi4n un oultivo de una s o l a e e p - oie.
Muchos mioroorganismos tienen denominaciones sinónimam. Aof, es corriente que para a1 iauconootoo oitrovorum se usen todavfa l o s nom brea de Streptocoocum oitrovoruo y Botaawous omnoria.
-
La proporoidn de loo gérmenes produotorea de rustanclam arz
mdtioas on loo oultivos em aproximadamented del 20$.
prendtdae ontre 10 y 4O0C. 8u orproidad de farmentaoidn debe oar intenoa para que l a leche se aoidifique e l o s eumo en 16 hrs. a 20%.
Ir
tempera tura d. inoubaoidn debe elegirse de manera que el fndioe SA alcanceun
valor afnimo de 20 b de 32 a l a s
7
6 24 hrs. respectivamente.Estas espacias baoterianaa se desarrollan a temperaturas
o02
c
Ls
producoidn de h i d o por parte de l a s bacterias cesa a l 11. W l a propagaoidn d i a r i a en l a planta, es muy importonte oon- eervar l a máxima limyiem y asepsis para evitar contaminaoibn del culti-vo con aicroorganismoa extrañas, es preciso trabajar oon l a mayor e r r c t i tud poaible, en cuanto a temperatura, tiempo de incubacidn y cantidad de cultivo L inocular.
gar e l fndice SU a
40-45;
esta acidez l a s mata.Bl
medio de pro9sr(l.oi6n an gMer&lmente leohe deecremadaJpu-
diendo i o t a
tener
caracterfatioaeque
oauaen dificultades para e1 l o g r o de 1. fermentecibn deseada, p o r l o 0U.l ne recomienda emplerr leche nofaul
de vaoae nman y en l o poaible de una misma fuente para dar megor ag w i d a d en e1 trabajo.La demanda d i a r i a
del
oultivo de iantequeria, dependa de l a can tidad de crema por éermentar! normalment+ ee emplea alrededor de mle82
nonun
4%
p r a inooulu l a orema.La
leche se paateurisa a a l t a temper2tura, me enfrfa a l a temperatura de inoubación (alrededor de 20
C), y se
.gregr al oultivo en orntidades que puadr variar de 0.5 a1.58.
L.
incg baoibn debe haoersea
un temperatura u n i f o r m e , normalmente tarda de 16 20 bra.P.
PIUPARACIOB
T
APLIOACIOII
DBL CULTIVO.ia
orlidrd. del oultivo debe vigilarae oonetantemente. A kl ob-
j e t o ee ooaprueba diariamente e1 aabor, a1olor,
e1 Wpeoto y e1 @@do-
d i -ides (ladioe SH) y a intervalos ne examina ademds l a puresa boaterirna.
Sabor:
a) Deba aaemejrrire a l del &ido láatico, ein dejo ispero
b)
l
b
freouente que apareaoaun
sabor defectuoeo a mslta;6 piornti. -
me debe a
la
oontaminaoidn de Streptwooous dela
cebada goreinad..Ew
que preparar inmediatamento unoul
tivo nuevo.-
o )
Bl
erbor a oooido producido porel
calentamiento deeo parece en l a mantequilla a los 2 63
dlas.Olor!
I Ihpeoto:
@-adable a r o d t i o o .
a) Elan00 purÓ, .semejante a l a porcalanrjel deeprendimien
-
to desuero
ea e1 cultivo i n i c i a l traeun
transporteprolongado
no es ob- j e t o de reolamsoibn.oosidwi) .Preparar nuevo ouitivo.
b) Pegajoso.
(LPB
bacterias &ido ldotfcaa han formado muo ) Desprendimiento de suero a causa de
un
fildicaSH
dem&-
@iodo elevado. (IElegir temperaturae de acidifiaaoibn máa bajosf), Indice S?i ea de 30 a 32.
Diariamente ee prepara 14 oantidad de a l t i v o necesaria par4 inooulrr 14 leche para e1 d f k si&ente. Aveces, para tener d e seguri d d en e l trabajo de propagaakbn de un dfa para otro, se emplea
feme2
to madre que se prepara en 01 laboratorio, en pequeña eecnla,
rn
l aai2
ma forma que me ha aenciosdo rntoriormente.
La
pequeña cantidad peraite M y o r ouidadoen
el trabajo.fermontacii4n se inicia a una temepsratura de 18-20 C procebiéndose 4
-
un leve enfriamiento de
15
a16
C , ouando l a orema ocmieasa a c o a y l a r .Ihr 14 practica ee ajustan e l puroentaje de in4culo y l a tempratura de
incubocibn do t a l modo que l a acidee final eo slcanoe durante
9
4 12Er
4 un4 temperatura da 15 a 16 C.
Barmalmente se agrega de 2
a
6%
de fernento a la crema y l aUna fermentacidn demaaiado rápida, proporoiona mrntaquilla
2
oeitoaa. Lo importante es d i r i g i rel
prooeec de tal modo que ee oonni- ga e l mabor u o m 4 t i o o de.11 orem4 antes purne
termine l a fermentrcibn,o mea,'rntes de aloansrr un-pii de
4.6-4.8.
%tose
oonsigue mediantea
na
prolongaoibn de1 tiempo que tarda para bajar e1 pH de unos 5.2 a4.8
es decir es e1 tiempo en que aatdan l e e baoterias iácteae aromatisantee. Sa pueden efectuar diversos tratamiontos térmicos que e l i a i - nan paroialmente l a s tendencias hacia oantequilla demaaiado blanda o do maairdo dura.
Cuando 80 trata de orema oon un a l t o contenido de dcidoi ea-
aos
líquidos (fdice de yodo alto),sin
efecto deefavorahlr en cuanto a l a duraea de l a mantequilla puede eliminarse paroialmente mediante e1s i
guiente tratamiento t6rmico do l a crema.
Despude de 1 i pasteurixaoibn se enfrfa 14 orsw'hrata unos 19
a
4
hrs., me e n f r i a hasta 16 C , temperatura que se mantiene hasta que B a t a se completa.C , temperatura a l a cual eo inkcia l a fermeptaaidn, y luego de una8
3
La hora
en
que debe efectuarse este enfriamiento debe re&- se de tai manera que l a fermentaci6n t.ermine unas 10b e .
entes que se i n i c i e e1 betido.Se enfrfa l a crema fermentada a
8
C y m mantiene est4 tespe-S i vemos 4 otro extremo (indica de yodo bajo), a sea que 14
ratura durante 01 tiempo anten nlencioesdo.
orema contiene poca olntidad de acidos p o s o s lfquidoa y proporciona una montequill8 diirr y quebradiza, ae procede de l a s i g j i e t t e maneras
Inmediatamonte después de I8 p.mte,urisroih mo enfrfa l a crema host8 unos
8
C, de6pu66 do mantener o s t i temperatura durante 2 hrs., se footda un calentamiento hasta 19 C, temperatura a l a cual ee r e a l i z a l afer
-
mntacibn. Sen e n f r í a deepuda de algunse horas, haeta 16 C y so termino
la
fermentocibn a osta temperatura.0. COLORARTZ
PARA
LA MAIVTEQILLA.11 oolor amarillo natural s o debe 8 l o a oarotenoidoi que se e s ouentran disuoltoi en l a graeo.
Para eatandarizar
la
coloracidn pareja do l a mantoquillr dura2 to todo o1 año dobe emplearse un oolorante. So puedo u t i l i s a r para e l l o el jugo de sanahoria,poro
normalmente me omplea Aabiote (nombro oondn) quo 0sun
extraoto de las semillas del a
planta aaatto.E1 oolorante me
agroga
a l a orema inmediatamonto antee del bu- tido, 60 distribuyo rápidamente y on forma pareja onIr
grsaa.Por .u
na- turaleza lipoeoluble BQ sewsoh
oon o1 suero de mMteqUill8.Debo rogularse l a ooloracidn de l a mantequilla en conformidad
oon l o s deseos del mercedo, #o coneidera una coloracibn deseable Pgrsyan- do do a
5
grs. de colorante por Kg. do mantequilla.-
H.
BATIDO.Ll
batido de l a crema tiene como propbatto sopararla en munte- q u i l l 8 y muero, y debe haoerse de tal modo quola
p6rdida do grasa on o1 suoro mo reduzca al dnimo.Bl
batido dobe haoerse dentro doun
tiempo prudente, esto med a o menom de 30 a
45
minutoi.Los
h a t o r o s que doterminan 01 tiempo debatido son prinoipalmsntoi 01 porcentaje de k t e r i a grasa de
Ir
ore*,
1.
tomepor8tura de l a miema duranto e1 proceso y l a cantidad do crema O K re- lacibn a l voldmen ds l a batidora y, finakmente, l a relooidad de l a míama.Li
tomyeratura de batido es uno de l o s faotoros rúa importan- tos para conseguir una buena oconornfa en lo elaborución, ya que influre on l a facilidad oon Que l a g r a s a liquida se extrae de los gl6biiloe g r a e o o ,por l o tanto, en l a rapidez con que ne formo l a mantequilla, y se pierde
on o1 muero.
Con una crema do indico de yodo a l t o 6 de 31lr contenieo de g r i
sa tunbi6n eubrdo o bien cuando Beta ha sido sometida a un e n f r i a v í e n t o
inmediatamente antes del batido, l a temperatura de batido a e b s ser ha2o.
v orema ea de 35-50$,
l a
temperat\ira&bo
mer de6
a8
C. P p r ~ ooneeguir un tiempo de batido de45
a 60 m i n eCon
un
indice de yodo de de 28-32, ana orema de30%
yun
trz taziiento de temperatura de l a orema de muerdo oon e1 tratamiento t6mL00
b19-16,
puedeobtenerse
una buon uronomi% (mínima pérdida de grasa) ooa una temperatura de 15 C J tiempo de batido de 10-30 minutos.Bl porcentaje de materia grasa en l a crema debe
ser
de 30-40$ nunca debe exceder e1 limite inbximo monoionado, debido a que e1 arbor v o m l t i c o de l a mantequillano
ae d e a u r o l l a nifloientemante.I. PIC’PORIS QOE I”LUl3A LA BCOXOBRA DBL
BATIDO.
1.- 1i. Wrmentaoibn de l a üroma.
La omma
fermentada d4 w n o rflrdida
que l ano
formanta- da. Seto se debe a quo l a roidifioaoidn produoeun@
ionisuiidn de loa gldbUlO61 de gama.h
l a orema duice (pH6.6)
tienen carga negativa, p’ro
conl a
roidiiioroibn, e1pR me
disminuye haetapH-
4.5,
om este pun- t aloa
glóbuloa apareoen oasi min o u g a eldctrioa, l a fomaoión de l a mantequilla puedo hacerse d a f a c i l m n t e , debido a que l o s gl6bulocl grzmoa no ee repelen
por
estar elóctrioaaente neutros.Si
e1pH
doanaa4.3
los glóbulos tienen oarga positiva. Por l o tanto el pE debe l l e g a r nolamente de4
a5
durante Ir Pioduraoión.2.-
Q
LLcnado de l o Batidora.Un
llenado m q o r del5@
no es recomendable.3,-
La Temperatura de l a Crema durante e1 Batido.4.-
Kl
poroentaje de Materia Oram en la Crema..
Despuube de haber a a a d o e1 euero de mantequilla y hrberae e-
feotuado e l lavado, ee prwede al amasado, que tiene loa aiguientea-ob- jetivoe:
1.- Regular e1 contenido de hummiad.
2.-
Conseguir
una buen distribuoibn de l a humedad.3.-
Conseguir una diatribucidn pareJa de l a sal.4.-
Obtener una contextura adecuada.1
Lp manera on que, se ofeotda e l amasado os uno de 10s faatores
mas
importantesen
la
rogulacidn del oontonido de humodd, oon un a m 8 S a d O continuo (sin interrupciones) por un largo tiompo, l e e gotae do agua se distribuyen en l a mantoquilla en VOS de sopararse do e l l a .El
mismo fend-mdno a u r a oon acoidn moAnica fuerte durante o1 amasado
o
soa a l t a velo- oidad de l a batidora. Porlo
tanto s i so desea bajar 91 oonbnido do geia debo Mioaarse oon velcoidad poqueña y n' forma interrumpida con l a pzerta 6 l a válvula da doacarga medio abierta..
4 ..
Cuando so trata de aumentar l a humodd se proaedo a l rovbe ( l a velocidad tieno un limito qogdn l a dure& de l a mantequilla) ae oiorra
puerta y vilvula.
Al
inioiaree el rmasldo, l a mantequilla contiene una oantidad de huomedod olevada,(30-505)
poro
con e1 tratumionto 80 puedo reduoirhasta 10-12$.
Kormalnento 80 masa l a mantequilla hasta obtener un m a c l a
ho
mogónea. 9. maca una muestra para análisis, y 80 clacula l a cantidadneo2
maria de agua que debe agregarse para l l e g a r a l limite dximo. 9. eiguoo1 amaaado haata que se ha conseguido una distribución microso6pica de l a humedad. Boto e8
muy
imcortante para l a conservaci6n pomterior delpro
ducto, ya quo l a a gotas mioroscdpicas de agua no permiten desarrollo mi-crobiano. . .
- Para conseguir una distribucidn d a c u i d a do l a humodad debe u1
mentwae l a temperatura, asto pueda lograra0 agregando agua t i b i a (no
si
porior a 22 C ) a l a mantoquilla para entibiarlo.-
Cuando l a mantequilla dospudo del amasado contiene una cantidad de agur iuporior a 10 pormitido, os posibio eliminar o1 exceso medianta
oiortas tdcnioas. Si %e treta de poca oantidad se enfrfa l a mante~uilla
agregando bislo, una vea enfriada l a mea 80 seca a l agua amaséndD a V.-
locidad !my lonta oon l a puerta y l a sitlvula
un
pooo abierta, para d4:arsalir o1
aguu sobruntr. S iel
oxceeo ds~humsdad es euperior, adorn& de h i e l o ae a p e g a ea1 a la mantequilla, que junta l a s gotitas mioroscdpicesde agua on gotas aAe grundss, que luogo ec oliminan junto con o1 agAa y h i e l o agregado.
Cuando ee elabore mantequilla salada, l a sol debe agregareo a
l a mantoquilla durante e1 umaesto.
La
%al cue se ompleo debsser
purn y de un color blanco. L a . s a i puede ogresarea directaaente a l a nanteauilla o bien puedo poilerao en forma de solucibn. Si oe r,g-egu l a es1 dirtatu- mente debe hacerse unr ves que eo ha. amasado e l tiampo nsoase.rio gar& e-9
liminar o1 oxoeso do &umedad. S. marrol@ bien l a m a l oon l a masa haciég do girar 18 batidora algun8e vuoltoa. Se doja on n p o s o e l tiempo nao. sari0 hasta que l a 811 me haya diauelto oomL>lotamonto on l a humedad de
1. s ~ n t o c p i l l r antea do oomplotar o1 amasado
(4
8 1 h o r a ) . Dando unan vuoltoa deeQaOi0 de vox on ourndo, durank l a diaoluoidn se acelera e1 procoeo y 08 mejora l a distribucidn de l a sal.La
sal tambih puede agrsearso en una aolucidn Junta con elagua neoosaria para roajuetar e1 poroentajo do hume¿ad r l o mirimo peg mitido.
La mal 80 agrega
a
Ir mantequflla parr mojorarel
sabor dol producto, y normslmente ne hmco on orntidades de0.7
a 1s. Para oonae-@ r un ofooto do conaorraoión medianto o1 -gad0 de s a l , l a oaztf-
dad de ma1 debs ser mayor
6%
en n l a o i d na
l a humedad do mrntaqufllr,10
quo oorroapondo r p r o x i a d a m ~ n k 1son
rolaoidn a l a montaquilla. Sinembargo, si
no elabora u n t a q u i l l a papa guardar por un tiompo prolong8-
do, om oonvonionto elaborarla sin foraonto y min 881, dobido a QUO os-tos dos"oonponontos rotdan oomo oataliaadores
on
l a oxidaaidn de I r ma-
toria grasa.K.
Coni7SICIO~
DE
LA rUiFEQUIUA.
La oomposioidn de Ir mantoquilla v r r f a so&
Ira
normae lega-
10s quo r i g o n an un pais
sobre
o1 contenido mkimo dthumadad y mfniao de matoria grasa.K
forma
gsnoral p d r i r m o e decir quo ir composición ea1.
quo se oxpono a oontinuacióniLAVAüA
NO
LAVADA.YATERIA
GRASA
83.1
mu)
15.7
SXTRAVl'O SWO 10
GRASO
(PRVCEIFAY,
LAGTOSA Y SALES) 0.7SAL
O*5
82 .O
15.7
1.6
O.?
:
11.
diagrama de flujo para el tratamiento de
la
crema
diagrama
de
flujo
para
la
.elaboraciÓo de
mantequi
IJ
a
111.
ADITIVOS DE ALIMWI'OS.Una
as
investigado o1 prooeso de oluboracibn de mantopuilla~ me procedió a una investigraibn bibliográfzoasobro
d i t i v o e , para *et0 l a ooniulta re buid on o1 Handbook do B.iimio. robro d i t i v o s prra di- ion tos.11 objotivo principal do dsta consulta, 08 o1 do sabor sobre
lar enpooifioaoimes y usos de l o s diforantoa aditivos, osgdn oorporr- oionoe 6 reglamentos intornocionolos; poro posteriormnto usarloa d. manora oorreota en 11 práctica, quo
mn
esto caso oe oxporim*ntal.Da
todos l o s aditivos quo so menoionan on e1 Handbook, a610 algunos mcn usrdoe en iaatIteqUill8, que os e1produoto
on ouestidn.Dentro do loa i d o importantso, ostán l o s agentes antimicro- bianos, l o s antioxidantoo y lon agentes de eugorfioie, aunque tambi6n mo enouantran saborimntes y oolorantsa.
D.
esta grupo tienen priori- d d loa Patioxidantos, y8 qua non l o s qua n o e r n a prevenirlo.
p r o b l lm a 8 más grandos quo so van 8 snoontrm, oomo o8 l a ranoides.
M í t i r o a htimlorobiPaos (loido
86rbLoo
y sus salaa).CB
-CE+CE-CX-CHCOOK Sorbato de Potaeio.Margarina.-
La
Under Fedoral Standardsof
I d e n t i a , 8 Urorflado p u p 18 margarina oomo a d i t i v o rntimiorobiano e1 sorbato &o potasio, p o r o no e1 aoido sdrbioo. $1 sorbato puedo nor inoorporado por ínolusi6n 6 adi-oi6n on l a locho.
La
cantidad de sorbato en l a margarina no debe erosdar a l 0.15 p o r poro on o1 producto torsinado.11 sorbato da potasio os rnO8 d e c w d o usarlo en margarinas no saladas, y+ que en l a ausenoia de s a l , se haoe más ouceptible al a- taque de mohoa.
A d i t i v o s Antimioro5ianos (Aoido yropibnico y sua salos),
Mantequilla.- E l u80 do oste aditivo, aotuvlmante no estd acoptedo o-
f i c i a l m e n t e . Aunque Xaog and Alsori on B U R erpeiimontos, vieron que con propianato tratado y una envoltura o cubierta de pergamino, daba una muy ooneldorrblo proteccidn a l producto.
:
0.3. Ocvornment Regulations.
Intioridantee do M i o i d n Directa en Iliaentost
La
mayorfa de l o a antioxidantoe da alimentos son conaiderli- dos por o1 Q.R.A.S. (Ckmerally Recomióed As *fe) para adicidn 4 gruelsy aceites cooeetibioa y alirnontoa qua l o a contengan.
f i n
el
G.R.A.S., para l a adicidn on alirnontos, con l a s limitacianea do U.O.A contdinuacibn h p I una l i e t a do antioxidantes de alimentos, sz
AiiTIOXIDANTES .. LiinfTACION
BRA (bu t y i a tod hidroxiani eo1
)
BHT
(butzloted hidroxitoluono) PWPYL GALLA"T8DILAüñYL
THIODIPROP00ÑATO
ACID0 'PEiODiPSOPiONICO
0.025 de g r a e r 6 meit. coy tenido, incluyodo acoitae
2
scenoialo.(volPtiles)) con- nidosen
e l alimento.0.1% en grasaa y acoitrs.
BHA y
BET
yPROPYL
OALLATB, aon indisputablos 6 ovidantos BUu80 om ciertos alimentos preparados.
PZ
nivel de adioi6n est4 basado eno1 poso total dol olimoritc.
.
-
,Antioxidantas en Materialee do Bivosado para Aiimanton.
-
Los aiguimtes ontioxidantes son ovidentemonte uaadoe en
el
empcndc do alimentos, por ordon do importancirc1.- REA 2.-
RET
3.- DLTDP
4.-
DSTDP
5.-
cR;M GUAIAC.En
base a I r e ostrpuluoianrs, no daba rdiotonareo r l s do50
ppm del rntioxidento elegido.& m t o s de Actividad Superficial.
Potoe ogertrs se pdiciorpn
on
popueñaa oantidrdse d4 aoncgli-o6ridos que mejoran 1st estabilidad y p a i r t i b i l i d a ú do mantequilla.
Rormalrncnt., la nactaqiii1lc en l a panaleria u hornaado requiero do mono-diglio6ridos, de t i r o surfactants, que monticno uno e~rulsidn esto