TítuloMellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes
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(2) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña). DOCUMENO Nº 1 MEMORIA. DOCUMENO Nº 2 PLANOS. MEMORIA DESCRITIVA. PL01 SITUACIÓN E EMPRAZAMENTO PL02 ESTADO ACTUAL. MEMORIA XUSTIFICATIVA ANEXO 1 ESTADO ACTUAL ANEXO 2 POBOACION E CAUDAIS ANEXO 3 CARTOGRAFIA TOPOGRAFIA E REPLANTEO ANEXO 4 ANTECEDENTES ADMINISTRATIVOS ANEXO 5 XEOLOXIA E XEOTÉCNIA ANEXO 6 ESTUDO DE ALTERNATIVAS ANEXO 7 ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL ANEXO 8 DIMENSIONAMENTO HIDRAULICO DA REDE ANEXO 9 DIMENSIONAMENTO DE PROCESOS DA EDAR ANEXO 10 DIMENSIONAMENTO HIDRAULICO DA EDAR ANEXO 11 CALCULOS ESTRUCTURAIS ANEXO 12 CALCULOS ELÉCTRICOS ANEXO 13 CALCULO DA INSTALACIÓN DE ABASTECEMENTO ANEXO 14 FIRMES E VIARIO ANEXO 15 MOVEMENTO DE TERRAS ANEXO 16 EXPROPIACIÓNS ANEXO 17 XESTION DE RESIDUOS ANEXO 18 SEGURIDADE E SAUDE ANEXO 19 PLAN DE OBRA ANEXO 20 XUSTIFICACIÓN DE PREZOS ANEXO 21 PRESUPOSTO PARA COÑECEMENTO DA ADMNISTRACIÓN ANEXO 22 CLASIFICACIÓN DO CONTRATISTA ANEXO 23 REPORTAXE FOTOGRÁFICA. Indice xeral. PL03 PLANTA XERAL DE ACTUACIÓNS PL04 CANALIZACIÓNS PL04.1 IMPULSIÓN ALBARIÑA QUEIS PL04.2 IMPULSIÓN QUEIS-IGLESIA PL04.3 IMPULSIÓN MAQUÍA-VIXIDE PL04.4 COLECTOR A CHAN PL04.5 IMPULSIÓN FOSADO-ASPERA PL04.6 COLECTOR ÁSPERA-VALDOMAR. PL05 DETALLES CANALIZACIÓNS PL06 REPOSICIÓNS FOXOS CANALIZACIÓNS PL07 ESTACIÓNS DE BOMBEO PL07.1 EBAR ALBARIÑA PL07.2 EBAR QUEIS PL07.3 EBAR MAQUÍA PL07.4 EBAR FOSADO. PL08 EDAR PL08.1 IMPLANTACIÓN PL08.2 MOVEMENTO DE TERRAS PL08.3 DEPOSITO DE REGULACIÓN PL08.4 PLANTA DE PRETRATAMENO PL08.5 TANQUE IMHOFF PL08.6 CBR PL08.7 DECANTADOR SECUNDARIO PL08.8 POZO DE BOMBEO DE FANGOS PL08.9 EDIFICIO DE CONTROL PL08.10 SANEAMENTO PL08.11 ABASTECEMENTO PL08.12 ELECTRICIDADE PL08.13 URBANIZACIÓN PL08.14 VIAL DE ACCESO. 1.
(3) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña). DOCUMENO Nº 3 PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TECNICAS PARTICULARES. DOCUMENO Nº 4 PRESUPOSTO MEDICIONS AUXILIARES CADRO DE PREZOS Nº1 CADRO DE PREZOS Nº2 PRESUPOSTO RESUMO DO PRESUPOSTO. Indice xeral. 2.
(4) DOCUMENTO Nº 3. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES.
(5) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) 5.7.- OBRAS DE ALBAÑILERÍA ......................................................................................................... 18. INDICE. 5.8.- OBRAS DE CERRAXERIA .......................................................................................................... 20. DOCUMENTO Nº3 ....................................................................................... 3 CAPITULO 1.- DEFINICIÓN E ALCANCE DO PREGO .................................... 3 1.1.- OBXECTO DO PREGO. ............................................................................................................... 3 1.2.- DOCUMENTOS QUE DEFINEN AS OBRAS. ................................................................................ 3 1.3.- COMPATIBILIDADE E PRELACIÓN ENTRE DEVANDITOS DOCUMENTOS. ................................. 3. CAPÍTULO 2.- DESCRICIÓN DAS OBRAS E CONDICIONS XERAIS. ............... 3 2.1 - DESCRICIÓN DAS OBRAS .......................................................................................................... 3 2.2.- DEFINICIÓN DE TERMOS. ......................................................................................................... 6 2.3.- PERSOAL FACULTATIVO POR CONTA DO CONTRATISTA. ........................................................ 7 2.4.- PERMISOS E LICENZAS.............................................................................................................. 7 2.5.- SINALIZACIÓN DE OBRAS E INSTALACIÓNS.............................................................................. 7 2.6.- CONSERVACIÓN DA PAISAXE. .................................................................................................. 7 2.7.- LIMPEZA FINAL DAS OBRAS. .................................................................................................... 7 2.8.- PRAZO DE GARANTÍA. .............................................................................................................. 7 2.9.- ACCIDENTES DE TRABALLO. ..................................................................................................... 7. CAPÍTULO 3.- NORMATIVA A TER EN CONTA ............................................ 7 3.1.- NORMAS XERAIS. ..................................................................................................................... 7 3.2.- DISPOSICIÓNS DE CARÁCTER XERAL. ....................................................................................... 7 3.3.- DISPOSICIÓNS DE CARÁCTER PARTICULAR. ETAPAS DO CONTRATO. ..................................... 8. CAPÍTULO 4.- PRESCRIPCIÓNS XERAIS PARA TODOS DOS MATERIAIS EMPREGADOS NAS OBRAS ........................................................................ 11 4.1.- EXAMES E ENSAIOS ................................................................................................................ 11 4.2.- TRANSPORTE E PROVISIÓNS .................................................................................................. 11. 5.9.- OBRAS DE REMATE INTERIORES ............................................................................................ 21 5.10.- OBRAS DE XARDINERIA ........................................................................................................ 22 5.11.- OBRAS AUXILIARES............................................................................................................... 22 5.12.- UNIDADE DE OBRA INCOMPLETA OU DEFECTUOSA PERO ACEPTABLE .............................. 23 5.13.- UNIDADE DE OBRA INACEPTABLE ........................................................................................ 23. CAPÍTULO 6.-PRESCRIPCIÓNS REFERENTES A INSTALACIÓNS E EQUIPOS 24 6.1.- ELEMENTOS DE PECHE E REGULACIÓN DE CAUDAL EN TUBAXES......................................... 24 6.2.- BOMBAS ................................................................................................................................. 24 6.3.- TUBAXES ................................................................................................................................. 24 6.4.- INSTALACIÓNS ELÉCTRICAS .................................................................................................... 26 6.5- EQUIPOS ESPECIAIS ................................................................................................................. 27 6.6.- CONTROL DO PROCESO ......................................................................................................... 28. CAPÍTULO 7.- MEDICIÓN E ABONO DAS OBRAS ..................................... 29 7.1.- PRESCRIPCIÓNS XERAIS .......................................................................................................... 29 7.2.- OBRAS DE MOVEMENTO DE TERRAS ..................................................................................... 29 7.3.- OBRAS DE FIRMES E DRENAXES ............................................................................................. 30 7.4.- OBRAS DE CONDUCIÓN ......................................................................................................... 31 7.5.- OBRAS DE FORMIGÓN EN MASA E ARMADO ........................................................................ 31 7.6.- OBRAS DE ALBAÑILERÍA ...................................................................................................... 31 7.7.- OBRAS DE CERRAXERIA .......................................................................................................... 31 7.8.- OBRAS DE REMATE DE INTERIORES ....................................................................................... 32 7.9.- INSTALACIÓNS E EQUIPOS ..................................................................................................... 32 7.10.-. PARTIDAS ALZADAS ......................................................................................................... 32. CAPÍTULO 5.- PRESCRIPCIÓNS XERAIS PARA A EXECUCIÓN DAS OBRAS 11. CAPÍTULO 8.- DESCRICIÓN DE PROBAS E ENSAIOS DE RECOÑECEMENTO E FUNCIONAMENTO ................................................................................. 33. 5.1.- REPLANTEO ............................................................................................................................ 11. 8.1.- OBRAS DE MOVEMENTO DE TERRAS ..................................................................................... 33. 5.2.- DEMOLICIONS ........................................................................................................................ 12. 8.2.- OBRAS DE FIRMES E DRENAXES ............................................................................................. 33. 5.3.- OBRAS DE MOVEMENTO DE TERRAS ..................................................................................... 12. 8.3.- OBRAS DE FORMIGÓN ........................................................................................................... 34. 5.4.- PAVIMENTOS.......................................................................................................................... 13. 8.4.- DOS ELEMENTOS METÁLICOS ................................................................................................ 35. 5.5.- OBRAS DE CONDUCIÓN ......................................................................................................... 14. 8.5.- OBRAS DE EDIFICACIÓN ......................................................................................................... 35. 5.6.- OBRAS DE FORMIGÓN EN MASA E ARMADO ........................................................................ 15. 8.6.- INSTALACIÓNS E EQUIPOS. .................................................................................................... 36. DOCUMENTO Nº3. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 1.
(6) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) 8.7.- PROBAS DE ESTANQUEIDADE ............................................................................................... 38. CAPÍTULO 9.- DISPOSICIÓNS XERAIS ....................................................... 39 9.1.- NORMA XERAL ....................................................................................................................... 39 9.2.- PRESCRIPCIÓNS COMPLEMENTARIAS .................................................................................... 39 9.3.- REPRESENTANTES DA ADMINISTRACIÓN E DO CONTRATISTA .............................................. 39 9.4.- FACILIDADES PARA A INSPECCIÓN ......................................................................................... 39 9.5.- ORDES Ó CONTRATISTA ......................................................................................................... 39 9.6.- PROGRAMA DE TRABALLO ..................................................................................................... 39 9.7.- INICIACIÓN DAS OBRAS.......................................................................................................... 39 9.8.- INSTALACIÓNS DAS OBRAS .................................................................................................... 39 9.9.- DESENVOLVEMENTO E CONTROL DAS OBRAS ...................................................................... 39 9.10.- PRECAUCIÓNS A ADOPTAR DURANTE A EXECUCIÓN DAS OBRAS ...................................... 39 9.11.- CONSTRUCIÓNS AUXILIARES E PROVISIONAIS .................................................................... 39 9.12.- DANOS OCASIONADOS ........................................................................................................ 40 9.13.- SUBCONTRATAS ................................................................................................................... 40 9.14.- RESPONSABILIDADES ESPECIAIS CONTRATISTA .................................................................. 40 9.15.- SIGNIFICADO DOS ENSAIOS E RECOÑECEMENTOS .............................................................. 40 9.16.- PRAZO DE EXECUCIÓN ......................................................................................................... 40 9.17.- DOCUMENTO FINAL DA OBRA ............................................................................................. 40. DOCUMENTO Nº3. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 2.
(7) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) tubaxes de pequeno diámetro. Así pois , cada unha destas bombas proporcionara un caudal de 6.07 m3/h e unha altura total de 30.5 m.c.a. A entrada do pozo de bombeo instalarase unha reixa de desbaste de limpeza manual. Unha vez atravesada esta, a auga chega a cámara de bombeo onde e impulsada polas bombas situadas na soleira de este.. DOCUMENTO Nº3 CAPITULO 1.- DEFINICIÓN E ALCANCE DO PREGO 1.1.- OBXECTO DO PREGO. O presente PREGO de Prescricións Técnicas Particulares ten por obxecto fixar as características técnicas que deben reunir os materiais, as condicións técnicas a observar na execución das distintas unidades de obra, o modo de medilas e valoralas, así como as condicións xerais que han de rexer na execución das obras . O presente Prego de Prescricións Técnicas Particulares rexerá en unión das disposicións que con carácter xeral e particular indícanse no Capítulo II deste documento. 1.2.- DOCUMENTOS QUE DEFINEN AS OBRAS. O Prego de Prescricións Técnicas Particulares establece a definición das obras en canto á súa natureza, e as características físicas e mecánicas dos seus elementos. Os planos constitúen os documentos gráficos que definen as obras xeometricamente. 1.3.- COMPATIBILIDADE E PRELACIÓN ENTRE DEVANDITOS DOCUMENTOS. En caso de contradición ou incompatibilidade entre os Planos e o Prego de Prescricións Técnicas Particulares, prevalecerá o escrito neste último documento. En calquera caso, ambos documentos teñen preferencia respecto de os pregos de carácter xeral que se mencionan no Capítulo II do presente Documento. O mencionado no Prego de Prescricións Técnicas Particulares e omitido nos planos ou viceversa, haberá de ser considerado coma se estivese exposto en ambos documentos, sempre que a unidade de obra estea perfectamente definida nun ou outro documento e teña prezo no Orzamento.. Impulsión Albariña-Queis:. CAPÍTULO 2.- DESCRICIÓN DAS OBRAS E CONDICIONS XERAIS.. Impulsión Queis-Igrexa:. 2.1 - DESCRICIÓN DAS OBRAS As obras do proxecto “ Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes” comprende a execución de colectores de saneamento, catro estación de bombeo de augas residuais, asi como a construción de unha EDAR con capacidade de tratamento para 1014 h-e. De seguido detallaranse as actuacións plantexadas: 2.1.1- Consideracións xerais da rede de colectores Para dar un tratamento axeitado as augas residuais dos núcleos que comprenden o ambito xeográfico da zona de estudo , é preciso o plantexamento dunha rede de colectores a presión e a gravidade para centralizar o punto de vertido de estes, despois do estudo de alternativas quedaron definidos do seguinte xeito:. Estación de bombeo Albariña: Emprazada no núcleo do mesmo nome, o seu fin e a impulsión das augas residuais achegadas a planta de tratamento que existe na actualidade a cal se pretende anular. Proxectase unha arqueta de bombeo realizada mediante aneis de formigón armado prefabricado de diámetro interior 1.5 m para a incorporación das augas residuais que se vertián a antigua planta de tratamento emprazada no lugar. A lousa superior do pozo quedará a novel do terreo. Trátase dun bombeo en cámara húmida, composto por 1+1 bomba con impulsor tipo triturador para facilitar o transito dos caudais en. DOCUMENTO Nº3. Esta impulsión, de 1113.5 metros de lonxitude, executase mediante tubaxe de PEAD de diámetro 63 mm. No punto final de impulsión emprazarase unha arqueta de rotura de carga. O mesmo tempo colocaranse ventosas trifuncionais de DN 50 para permitir a purga de aire cando a condución este en funcionamento, asi como a admisión de aire para evitar succións das tubaxe e a saída do mesmo no momento de enchido. O punto de vertido emprazarase no comezo dun dos ramais dos colectores que logo achegan as augas a planta de tratamento que trata na actualidade as augas residuais do núcleo de Queis.. Estación de bombeo Queis. Emprazada nas inmediacións da planta de tratamento onde se achegan as augas residuais do citado núcleo na actualidade, ademais, unha vez en funcionamento as instalación anteriormente descritas, as achegadas polo bombeo de a AlbariñaProxectase un pozo de bombeo formado por aneis de formigón armado prefabricado de diámetro 2.00 metros, quedando a lousa superior a cota co terreo. Trátase dun bombeo en cámara húmida composto por 1+1 bombas de impulsor tipo triturador para facilitar o transito dos caudais en tubaxes de pequeno diámetro. Así pois , cada unha destas bombas proporcionara un caudal de 13.97 m3/h e unha altura total de 38.77 m.c.a. A entrada do pozo de bombeo intalaráse unha reixa de desbaste de limpeza manual. Unha vez atravesada esta, a auga chega a cámara de bombeo onde e impulsada polas bombas situadas na soleira de este. Esta impulsión, de 777.9 metros de lonxitude, executase mediante tubaxe de PEAD de diámetro 90 mm. No punto final de impulsión emprazarase unha arqueta de rotura de carga. O mesmo tempo colocaranse ventosas trifuncionais de DN 50 para permitir a purga de aire cando a condución este en funcionamento, así como a admisión de aire para evitar succións das tubaxe e a saída do mesmo no momento de enchido. O punto de vertido emprazarase no comezo dun dos ramais dos que recollen as augas do núcleo de A Chan. Estación de bombeo Maquía Emprazada nas inmediacións da planta de tratamento onde se achegan as augas residuais dos núcleos de A Igrexa e A Costa. Proxectase un pozo de bombeo formado por aneis de formigón armado prefabricado de diámetro 1.5 metros, quedando a lousa superior a cota co terreo. Trátase dun bombeo en cámara húmida composto por 1+1 bombas de impulsor tipo triturador para facilitar o transito dos caudais en tubaxes de pequeno diámetro. Así pois , cada unha destas bombas proporcionara un caudal de 9.42 m3/h e unha altura total de 26.20 m.c.a. A entrada do pozo de bombeo instalarase unha reixa de desbaste de limpeza manual. Unha vez atravesada esta, a auga chega a cámara de bombeo onde e impulsada polas bombas situadas na soleira de este.. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 3.
(8) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) Impulsión Maquía Vixide: Esta impulsión, de 758 metros de lonxitude, executase mediante tubaxe de PEAD de diámetro 75 mm. No punto final de impulsión emprazarase unha arqueta de rotura de carga. O mesmo tempo colocaranse ventosas trifuncionais de DN 50 para permitir a purga de aite cando a condución este en funcionamento, asi como a admisión de aire para evitar succions das tubaxe e a saida do mesmo no momento de enchido. O punto de vertido emprazarase no comezo dun dos ramais dos colectores recollen as augas do núcleo de vixide. Datos de Partida Poboación equivalente 1041 Caudais. h-e. Colector a Chan. QDm,total. 11.151. m3/h. O colector proxectado funcionará por gravidade. Ten unha lonxitude total de 289 m e esta composto por 4 pozos de rexistro. A tubaxe empregada é de PVC de parede lisa cor tella con unións por xunta elástica e 4 kN/m2 de rixidez, cun diámetro 315 mm. Os pozos de rexistro formaranse con aros e conos de formigón prefabricado e con tapas de grafito esferoidal completamente estancas e clase D400. Estes emprazaranse nas zonas de quebros, acometidas e cambios de dirección, dispoñendose de xeito que a distancia máxima entre pozos consecutivos non supere os 80 metros.. QDP,total. 12.165. m3/h. QMAX. 36.495 Carga contaminante auga bruta. m3/h. DBO5 DQO SS. 250.0 mg/l 583.3 mg/l 312.5 mg/l Requerimentos efluente 25 mg/l 125 mg/l 35 mg/l. kg/dia. Estación de bombeo Fosado. Emprazada nas inmediacións do cruce do actual colector que recolle as augas do núcleo de Fosado coa liña de alta velocidade, fora da zona de protección que impón a citada infraestructura. Proxectase un pozo de bombeo formado por aneis de formigón armado prefabricado de diámetro 1.5 metros, quedando a lousa superior a cota co terreo. Trátase dun bombeo en cámara húmida composto por 1+1 bombas de impulsor tipo triturador para facilitar o transito dos caudais en tubaxes de pequeno diámetro. Así pois , cada unha destas bombas proporcionara un caudal de 6.43 m3/h e unha altura total de 17.63 m.c.a. A entrada do pozo de bombeo intalaráse unha reixa de desbaste de limpeza manual. Unha vez atravesada esta, a auga chega a cámara de bombeo onde e impulsada polas bombas situadas na soleira de este.. Impulsión Fosado-Áspera Esta impulsión, de 920 metros de lonxitude, executase mediante tubaxe de PEAD de diámetro 63 mm. No punto final de impulsión emprazarase unha arqueta de rotura de carga. O mesmo tempo colocaranse ventosas trifuncionais de DN 50 para permitir a purga de aite cando a condución este en funcionamento, asi como a admisión de aire para evitar succions das tubaxe e a saida do mesmo no momento de enchido. O punto de vertido emprazarase no lugar de A Áspera.. Colector Áspera Valdomar O colector proxectado funcionará por gravidade. Ten unha lonxitude total de 530 m e esta composto por 8 pozos de rexistro. A tubaxe empregada é de PVC de parede lisa cor tella con unións por xunta elástica e 4 kN/m2 de rixidez, cun diámetro 315 mm. Os pozos de rexistro formaranse con aros e conos de formigón prefabricado e con tapas de grafito esferoidal completamente estancas e clase D400. Estes emprazaranse nas zonas de quebros, acometidas e cambios de dirección, dispoñendose de xeito que a distancia máxima entre pozos consecutivos non supere os 80 metros. 2.1.2- Consideracións xerais da EDAR Para o dimensionamento da EDAR estimáronse os datos de partida seguindo as indicacións marcadas polas ITOHG, a partires dos cales se obteñen os parámetros de verquido esixidos:. DOCUMENTO Nº3. DBO5 DQO SS. 60.82 141.92 76.03 6.08 35.48 7.60. kg/dia kg/dia. kg/h kg/h kg/h. Os valores de vertido da auga tratada cumpran coa directiva comunitaria de depuración de augas residuais así como cos valores esixidos por Augas de Galicia. O sistema de tratamento proposto para as características de auga bruta expostas na táboa anterior , está composto, en primeiro termo por un tanque homoxenizador de caudais, instalado para laminar as puntas de caudais xeradas polas estacións de bombeo antes descritas e a súa vez para darlle altura manométrica as augas que chegan polo colector Áspera-Valdomar. A etapa de pretratamento realizase mediante unha planta compacta, coas etapas de tamizado, eliminación de areas e eliminación de graxas. Posteriormente plantexase dúas liñas para o tratamento primario e secundario co fin de deseñar una liña de auga para un mantemeno o mais flexible e sinxelo posible. Como tratameno primario proponse este mediante dous tanques imhoff ,para a decantación de sólidos en suspensión, a continuación , como tratamento secundario, as augas pasaran por un tratamento biolóxico nun módulo de biodiscos para a redución da carga orgánica, onde esta quedara depositada no decantador secundario de fluxo vertical prefabricado en fibra de vidro reforzada que se instalara a continuación do tratamento biolóxico. A liña de fangos está composta pola cámara de dixestión de fangos dos tanques imhoff onde se almacenaran os fangos primarios e os secundarios , achegados a estas cámaras mediante o bombeo dos fangos secundarios, onde permaneceran ata a súa estabilización antes da retirada de estes para o seu tratamento definitivo na EDAR principal do sistema de saneamento municipal do concello de Ordes. A implantación dos equipos realizarase respectando unha liña piezométrica onde a circulación da auga sexa maioritariamente pola acción da gravidade, co fin de evitar a instalación de equipos de bombeo que encarecerían os custes de explotación e mantemento, a excepción das bombas instaladas no tanque homoxenizador de caudais antes citado. As características mais destacadas dos distintos equipos que formarán parte da EDAR , así como unha descrición mais detallada do seu funcionamento especificaranse no apendice do anexo 9 de Especificacións técnicas dos Equipos.. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 4.
(9) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) A saída de augas de esta planta realizarase mediante unha peza de redución de 150 a 100, para logo conducir as augas por unha tubaxe de fundición de diámetro 100 mm, para chegar a arqueta de reparto onde se dividira o fluxo da auga para as dúas liñas de tratamento primario e secundario.. 2.1.3-Liña de auga: As unidades que compoñen a liña de auga serán as seguintes: • Tanque de homoxeneización de caudais • Pretratamento realizado mediante planta compacta composta por : o Tamizado o Desareado • Desengraxado • Dous tanques imhoff, compostos por o Cámara de sedimentación o Cámara de dixestión • Dous módulos de contatores biolóxicos rotativos • Dous decantadores secundarios de fluxos verticais. Tratamento primario. Tanque de Homoxeneización A auga bruta entra na EDAR por medio de un colector de PVC de diámetro 315 mm a este tanque no que se laminaran as puntas de caudais e se homoxeneizaran as puntas de cargas contaminantes. A estrada a este tanque realizarase a través dunha reixa de desbaste, con separación entre barras de 30 mm e espesor das barras de 15 mm, onde quedaran os sólidos mais grosos que se achegan a EDAR , os cales non pasaron polos respectivos desbastes das estacións de bombeo implantadas. Así mesmo nesta cámara de desbaste ubicarase unha tubaxe de polietileno a modo de aliviadoiro para darlle saída os caudais que de ser o caso non sexan capaces de evacuar as bombas que se instalaran . O tanque esta deseñado para a laminación das puntas de caudais xeradas polas estacións de bombeo proxectadas, terá unhas dimensións de 5x5 metros en planta medidos dende o interior dos muros, 6.80 de alto. A solaina do tanque daráselle unha pendente mínima do 10 % para evitar a acumulación de sólidos. En canto os equipos levara 1+1 bombas con capacidade para impulsar 36.5 m3/h a una altura manométrica de 9.34 mca , para cubrir o caudal punta de deseño da EDAR e dotar de altura a auga para o seu paso posterior para a planta de pretratamento compacta. Por outra banda, co fin de laminar tamén as puntas de carga contaminante propias das zonas rurais, e o mesmo tempo impedir a formación de condicións anóxicas na cámara, instalarase dúas unidades de axitadores de corrente cunha potencia mecánica de axitación de 1.5 kW.. Planta de Pretratamento Compacta. Co fin de facilitar o mantemento e a instalación optouse polo uso dunha planta de pretratamento compactas. Estas plantas son instalacións adaptadas por cada fabricante para uns determinados rangos de caudais. Nestas realízanse os procesos de tamizado, eliminación de areas e eliminación de graxas, así como a compactación e o escorrido dos sólidos recolleitos. Como criterio de deseño imponse o caudal máximo de tratamento, que é de 36.495 m3/h. A partir dos modelos dispoñibles no mercado, optouse pola instalación dunha (1) unidade de planta da marca DAGA modelo modelo DAGA tipo MR54 modelo 1-450 con capacidade máxima de tratamento de 85 m3/h, fabricada en aceiro inoxidable. O tamiz instalado ten unha luz de paso de 2 mm. cunha deshidratación de ata o 30 % da materia seca extraída, e o desarenado está deseñado para reter areas de diámetro superior aos 0,2 mm. Para a instalación desta planta disponse unha solaina de formigón HA-30 de 7.50 x 3.07 m. Tamén se dispón de o cableado e conexionado preciso. Os sólidos e areas recollidos nos parafusos compactadores son descargados nun contenedor de 800 L de capacidade, que é baleirado periódicamente segundo o seu grado de enchido.. DOCUMENTO Nº3. Realizado mediante tanque imhoff fabricado in situ , cun depósito de formigón de dimensións interiores de 7.00 x 5.00 metros e 6.80 metros de longo. Este tanque esta dividido en dúas partes, por unha banda , a cámara de sedimentación, que será o canal central polo cal entraran e sairán as augas, que estará separado do resto do tanque mediante lámina de aceiro galvanizado de 5 mm de espesor, coa xeométria especificada nos planos. Nesta cámara disporanse de pantallas deflectoras, na entrada da auga co fin de disipar a enerxía do fluxo, e intermedias co fin de reter as posibles escumas que se produzan. Estas deberán estar sumerxidas un mínimo de 30 cm. A cámara de sedimentación terá unha altura total de 3.44 m , dos cales 3 metros serán os efectivos para o fluxo de auga, e un ancho de 3 metros, gardando coas paredes do deposito 1 metro para a ventilación da cámara de dixestión. O fondo de esta gardara un resgardo co nivel máximo de fangos da cámara de dixestión de 50 cm. A cámara de dixestión calculouse para un tempo de residencia dos fangos, primarios e secundarios, de 5 meses para acadar unha estabilización aceptable. Esta ten de alto 2.60 m. Na soleira formaranse pendentes do 10% para facilitar a evacuación dos fangos. A extracción realizarase mediante dúas tubaxes de aceiro o carbono de diámetro 200, impoñendo que a saída esté 1.60 m por debaixo da cota de auga n cámara de sedimentación, para que a saída de estes se produza sen necesidade de equipos electromecánicos. A súa vez , estas tubaxes tamén serviran como evacuación do metano producido no proceso de dixestión. A entrada e saída de auga ó tanque realizase con tubaxe de 200 mm de diámetro de PVC.. Tratamento secundario Módulo prefabricado de contactores biolóxicos rotativos Proponse dúas unidades, unha para cada liña de tratamento, prefabricadas con cuberta exterior protectora en fibra de vidro da marca KEE, en concreto o modelo DC-16 , que cumple cos requerimentos de superficie de soporte para acadar os rendementos esixidos, sen perxuizo de que se poida propoñer por parte do contratista de outro modelo que cumpla cos renementos de eliminación de materia orgánica. As dimensións exteriores son 3.35 m de diámetro e 5.35 m de longo, cunha arqueta de entrada para o aloxamento do motor de 1.90 x 1.80 m medidos dende o exterior dos muros e unha para o aloxamento dos elementos de soporte do eixe de 1.30 m x 0.60. Este aloxarase nunha arqueta de formigón fabricada in situ para a protección de este. A entrada e saida de auga realizase mediante tubaxes de PVC liso de 200 mm de diámetro.. Decantador secundario. Dúas unidades das mesmas dimensións e carácteristicas. De tipo estático. Diámetro superior de 5 metros e altura total de 4.40 m. Prefabricado en fibra de vidro reforzada. Con tubaxes de entrada e saída de auga de 200 mm de diámetro. Con campada de reparto de 900 mm de diámetro. Xeométrica troncocónica , con inclinación das paredes de 50 grados para facilitar a deposición de fangos no fondo do decantador. A extracción de fangos realizase mediante unha tubaxe de 200 mm en PVC , coa saída ubicada a unha altura que permita a evacuación dos fangos sen necesidade de equipos electromecánicos. Este irá ancorado a unha lousa de formigón armado de dimensións 3.93 x 3.93 m, adaptada os soportes que indique o fabricante.. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 5.
(10) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) Arqueta de saida Fabricada in situ de formigón, con dimensións segundo plano, adaptadas a canle parshal de 3” para medida de caudais, equipado este con medidor de nivel electromagnético dotado de totalizador. 2.1.4- Liña de fangos Buscouse dende un primeiro momento simplificar e abaratar ó máximo os custes de explotación e mantemento, polo cal un dos factores que mais peso se lle da nesta tipoloxía de estacións depuradoras é a xestión dos fangos. Así pois, para a liña de auga empregouse un decantadordixestor tipo tanque imhoff, ó cal se enviaran os fangos producidos na decantación secundaría mediante sendos pozos de bombeo de fangos instalados en cada unha das liñas de tratamento.. Pozos de bombeo de fangos De planta cadrada con dimensións interiores de 1.50 x 1.50 m e altura de 3.60 metros. Deseñado para a realización de 6 purgas diarias de fangos. A entrada o pozo realizase mediante tubaxe de fundición de 150 mm de diámetro equipada con electroválvula para a programación das purgas a realizar. O equipo de bombeo instalado ten unha capacidade de impulsión de 5.54 m3/h e unha altura de 3.41 m.c.a . A impulsión dos fangos a cámara de dixestión do tanque imhoff realizarase en diámetro 100 mm mediante tubaxe de fundición. A camara de bombeo estará cuberta mediante unha lousa de formigón armado de 30 cm de espesor, sobre a cal se disporan as tapas de aceiro estriado precisas para o acceso os distintos elementos de mando así como para a inspección e mantemento das bombas. 2.1.5- Obras auxiliares. Edificio de control Proxectase un edificio para ubicación da sala de control , almacen para pequeno material preciso para a explotación, un pequeno laboratorio para o tratamento de mostras, e uns aseos funcionais para os operarios que realicen labores na planta. As dimensión de este serán de 6.90 x 5.90 m en planta. A cuberta realizarase a unha auga , quedando unha altura na fachada principal de 3.30 e de 3.01 na fachada posterior. O deseño estructural proponse con muros de carga realizados con fábrica armada de bloques de formigón. O remate da fachada proponse con unha fachada venilada con acabado aspecto de madeira para lograr unha mellor integración paisaxística.. Camiño de acceso Como se prevé o deterioro do camiño forestal actual polo que se accede a parcela onde se instalara a EDAR , proxectase o cambio de firme de este por outro mais axeitado para soportar esta nova carga de tráfico. Seguindo as directrices do anexo 1 da intrucción 6.1 IC , empregarase o paquete de firmes 4221, composto por unha capa de rodadura de MBC de 5 cm de espesor cunha base granular en zahorra artificial de 25 cm de espesor. Así mesmo, tamén se executara o recubrimento das cunetas para o drenaxe lonxitudinal de estas con formigón en masa.. Urbanización da EDAR: Disporase de instalación de alumeado composto por 11 puntos de luz con luminarias alóxenas para facilitar os posibles traballos de explotación e mantemento que se poidan dar en condicións de ausencia de luz natural. Por outra banda , tamen se pavimentara unha zona para a circulación de vehiculos pesados, empregando o mesmo paquete de firmes que o usado para o camiño de acceso, co fin de dar acceso as distintas etapas de tratamento , para a evacuación de refugallos asi como para o mantemento dos equipos. A sua vez proxectanse zonas para o tránsito de peóns, proxectada en formigón impreso ,. DOCUMENTO Nº3. para facilitar as labores de mantemento dos equipos e depositos. Esta zona ira separada da zona de circulación e da axardinada mediante bordos de formigón en masa prefabricados de 15 sm de ancho e 30 cm de alto colocados sobre unha cama de formigón HM 20. Tamén se propón o peche perimetral da parcela mediante malla de simple torsión , rematada contra o chan por un murete de formigón en masa de 30 cm de alto. Como complemento para o peche perimetral, e para minimizar o impacto paisaxístico, proponse a plantación de unha liña de tullas paralelas a esta malla. 2.2.- DEFINICIÓN DE TERMOS. Administración ou Propiedade, Director Facultativo das Obras e Contratista: Entenderase por Propietario ou Administración a Xunta de Galicia, Consellería de Medio Ambiente e Desenvolvemento Sostible. Esta definición esténdese aos Apoderados do Propietario e aos seus representantes legais. Contratista é a persoa natural ou xurídica, cuxa oferta foi aceptada polo Propietario, e comprende aos seus representantes legais, apoderados e sucesores, expresamente aceptados por aquel. Subcontratista é toda persoa natural ou xurídica que ten unha relación contractual non laboral co Contratista para executar calquera servizo, fornezo ou aprovisionamento en relación coas obras, sen vinculación directa co Propietario, ante quen responderá o Contratista, pola actuación daqueles. O Director Facultativo das Obras, denominado en diante indistintamente Enxeñeiro Encargado ou Enxeñeiro, é a persoa natural ou xurídica designada polo Propietario para realizar as funcións de Enxeñeiro descritas neste Prego, cuxo nomeamento será notificado por escrito ao Contratista, se non constase xa nas condicións particulares ou posteriormente fose substituído. Delegado do Enxeñeiro é aquel Enxeñeiro que sexa designado polo Propietario ou polo Enxeñeiro para o cumprimento das misións que se expoñen no articulado do presente Prego, e cuxo nomeamento notificará o Enxeñeiro ao Contratista por escrito. As atribucións que se recoñecen ao Enxeñeiro neste Prego e as que figuren nos demais documentos contractuais para decidir ou resolver cuestións entre as partes deben ser sempre entendidas como facultades e ao mesmo tempo como obrigacións do Enxeñeiro para emitir a súa opinión, que por ser obxectiva e técnica revestirá especial forza e significado. Iso non obstará, emporiso, para que calquera das partes poida discrepar fundadamente da opinión do Enxeñeiro e poñer en marcha, se o estima convinte, o procedemento arbitral ou o exercicio das accións de que poida crerse asistida. As decisións do Enxeñeiro sobre como deben facerse as obras, sobre suspensión das mesmas, ou sobre demolición e reconstrución do xa feito, serán inmediatamente cumprimentadas polo Contratista sen prexuízo do seu dereito a reclamar posteriormente as compensacións económicas que entenda correspóndenlle, si así resulta dos documentos contractuais. Sempre que no Contrato indíquese que o Contratista debe realizar determinado "traballo por conta", "ao seu cargo", "sen cargas adicionais para o propietario", ou con algunha outra expresión similar, entenderase que o Contratista non terá dereito a percibir compensación adicional do Propietario por tal traballo, xa que os seus custes consideraranse incluídos nos das diversas unidades de obra. Sempre que no Contrato se faga referencia a algún período de tempo expresado en días, entenderase que se trata de días naturais, salvo que expresamente indíquese o contrario.. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 6.
(11) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) 2.3.- PERSOAL FACULTATIVO POR CONTA DO CONTRATISTA. Será obrigatorio que os traballos se realicen baixo a dirección inmediata dun técnico de grado Medio ou Superior que teña competencia legal para iso. Este Técnico será designado polo Contratista, dando conta á Administración de devandito nomeamento, podendo esta aceptar ou denegar o mesmo. O Enxeñeiro Director vixiará o estrito cumprimento de tal esixencia, podendo suspender os traballos, sen que diso dedúzase alteración algunha dos termos e prazos do Contrato, cando non se realicen baixo a dirección do persoal facultativo designado para as mesmas. O Enxeñeiro Director das obras poderá esixir do Contratista a designación de novo persoal facultativo cando así o requiran a importancia ou as necesidades dos traballos a realizar. 2.4.- PERMISOS E LICENZAS. O Contratista deberá obter, á súa costa, todos os permisos ou licenzas necesarios para a execución das obras, con excepción das correspondentes ás expropiacions, servidumes e servizos definidos no contrato. 2.5.- SINALIZACIÓN DE OBRAS E INSTALACIÓNS. O Contratista quedará obrigado a sinalizar, á súa costa, as obras obxecto do Contrato, con arranxo ás instrucións e modelos que reciba do Enxeñeiro Director. Sen prexuízo do que sobre o particular ordene o Enxeñeiro Director, o Contratista será responsable do estrito cumprimento das disposicións vixentes en materia de Seguridade e Saúde. As obras executaranse de forma que o tráfico alleo a elas atope, en todo momento, un paso en boas condicións de viabilidade e seguridade, executándose, si fose preciso, a expensas do Contratista, camiños provisionais para desvialo. 2.6.- CONSERVACIÓN DA PAISAXE. O Contratista prestará atención ao efecto que poidan ter as distintas operacións e instalacións que precise realizar para a execución das obras sobre a estética e a paisaxe nas zonas en que se atopen situadas. En tal sentido coidará que as árbores, fitos, pretis e demais elementos que poidan ser danados durante as obras sexan debidamente protexidos, en prevención de posibles destrozos, que de producirse, serán restaurados á súa costa. Así mesmo, coidará do sentido estético das súas construcións auxiliares, depósitos e provisións, que poderán ser modificados por indicación do Enxeñeiro Director. 2.7.- LIMPEZA FINAL DAS OBRAS. Unha vez rematadas as obras, todas as instalacións, depósitos e edificios con carácter temporal para o servizo da obra, deberán ser demolidos antes de proceder á recepción das obras. Todo iso executarase de forma que as zonas afectadas queden completamente limpas e en condicións estéticas, facéndose extensivo a todos aqueles materiais sobrantes procedentes de provisións, excavacións ou outras operacións. Estes traballos non serán obxecto de abono algún, sendo, pois, por conta do Contratista. 2.8.- PRAZO DE GARANTÍA. O prazo de garantía das obras comprendidas no presente Proxecto serán dun (1) ano a contar desde a data de recepción das obras. Os gastos de conservación das obras e a reparación dos desperfectos imputables a unha deficiente execución, correrán a cargo do Contratista. 2.9.- ACCIDENTES DE TRABALLO. O Contratista queda obrigado ao cumprimento do disposto na lexislación vixente a accidentes do traballo, seguros obrigatorios e demais disposicións de carácter social. A Administración contratante DOCUMENTO Nº3. faise irresponsable polo incumprimento das obrigacións sociais, laborais e económicas que lle incumben ao contratista.. CAPÍTULO 3.- NORMATIVA A TER EN CONTA 3.1.- NORMAS XERAIS. O presente Prego rexerá en unión coas disposicións de carácter xeral e particular que se indican neste capítulo. As dúbidas na interpretación aplicable, de todas as disposicións que rexen nas obras, serán resoltas pola Administración, pasando inmediatamente a ser executivas as decisións tomadas, sen menoscabo do dereito que asiste ao Contratista de efectuar as reclamacións que estime oportunas. 3.2.- DISPOSICIÓNS DE CARÁCTER XERAL. R.D. 2/2.000 de 16 de xuño polo que se aproba o texto refundido da Lei de Contratos das Administracións Públicas e o seu Regulamento (Decreto 3410/1.975 de 25 de Novembro). Normas UNE e DIN (as non contraditorias coas normas FEM). Lei de Contratos de Traballo e Disposicións vixentes que regulen as relacións patrón-obreiro, así como calquera outra de carácter oficial que se dicte. Normas Internacionais ISO 2531-4179 8180-4633. Norma sobre sinalización de obras en estradas. Norma da American Water Works Association para comportas manuais AWWA C 501-67. Instrucións técnicas de obras hidráulicas de Galicia Plan hidrolóxico Galicia-Costa Prego de Prescripcións Técnicas Xerais para a Recepción de Cementos (RC-97). Instrución para o Proxecto e Execución de Obras de Formigón Estrutural (EHE). Norma MV-301 "Impermeabilización de cubertas con materiais bituminosos". Código Técnico da Edificación (CTE). NTE: Instalacións de Electricidade, Alumado exterior (IEE). Norma NBE-CA-82 "Condicións acústicas nos edificios". NTE: Instalacións de Electricidade, Posta a terra (IET) Norma NBE-CPI-96 "Condicións de protección contra incendio nos edificios. NTE: Revestimento de Chans, Pezas Ríxidas (RSR) Norma Tecnolóxica NTE-IFC/1.973 "Instrucións de fontanería: Auga quente". Orde de 26 de Setembro de 1.973. Norma Tecnolóxica NTE-IFF "Instalacións de fontanería: Auga fría". Orde de 7 de Xuño de 1.973. Normas Básicas para as instalacións interiores de fornezo de auga. Orde de 9 de Decembro de 1.975. Prego Xeral de Condicións Facultativas para tubaxes de Abastecemento de Augas. Orde Ministerial de 28 de Xullo de 1.974. Prego de Prescripcións Técnicas Xerais para tubaxes de Saneamento de Poboacións. Orde Ministerial de 15 de Setembro de 1.986. Instrución do I.E.T.C.C. para a fabricación, transporte e montaxe de tubos de formigón en masa (T.H.M./73). Prego Xeral de Condicións para a recepción de xesos e escaiolas nas obras de construción.. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 7.
(12) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) Regulamento de recipientes a presión. Regulamento de aparellos que utilizan combustibles gasosos. Regulamento de redes e acometidas de combustibles gasosos. Normas Básicas de instalacións de gas. Regulamento Electrotécnico para Baixa Tensión. Decreto 2.413/1.973 de 9 de Febreiro de 1.986 (B.Ou.E. de 19 de Febreiro) e ITCIS complementarias. Real Decreto 1627/1997 de Seguridade e Saúde de 24 de outubro. Cantas Prescripcións figuren nos Regulamentos, Normas ou Instrucións oficiais que garden relación coas obras do Proxecto, as súas instalacións complementarias ou cos traballos necesarios para a súa realización. Para a aplicación e cumprimento destas normas, así como para a interpretación de erros ou omisións contidos nas mesmas, seguirase, tanto por parte de Contrátaa adxudicataria, como pola da Dirección das obras, a orde de maior a menor rango legal das disposicións que sirvan para a súa aplicación. O presente Prego prevalecerá sobre o contido en todas as anteriores disposicións. 3.3.- DISPOSICIÓNS DE CARÁCTER PARTICULAR. ETAPAS DO CONTRATO. As obras construiranse con estrita suxeción ao Proxecto aprobado, debendo a Administración aprobar específicamente calquera cambio no mesmo durante a construción. É ademais, obrigación do Contratista executar canto sexa necesario para a boa construción e aspecto das obras, aínda cando non se ache expresamente estipulado, nas condicións facultativas, sempre que, sen separarse do seu espírito e recta interpretación, dispóñao por escrito a Dirección das Obras. Así mesmo o contratista atenderá os traballos de posta a punto, probas e explotación por un ano e obrigatorios durante o período de garantía, dacordo coas condicións que se establezan nos apartados seguintes. 3.3.1.- ETAPAS DE DESENVOLVEMENTO DO CONTRATO Distinguiranse os seguintes períodos: Etapa de construción Etapa de explotación. Período de garantía.. ETAPA DE CONSTRUCIÓN. Este período comeza coa Orde de Inicio das Obras contida Acta de Comprobación de Replanteo, no seu caso, na Acta de Levantamento de Suspensión das Obras. Comprende este período a construción das obras civís, a fabricación e adquisición dos equipos industriais necesarios e a montaxe dos mesmos en obra, os traballos de axuste e comprobación da obra civil, de funcionamento do sistema hidráulico, das instalacións mecánicas e das instalacións eléctricas . Unha vez rematada a construción da obra civil e a montaxe dos equipos, procederase á realización das probas de equipos e elementos baixo o control e vixilancia do Director de Obra que poderá encargar asistencia técnica a algunha entidade especializada. Do resultado das probas levantarase a acta correspondente. O Contratista deberá xestionar, ao seu cargo, o contrato de fornezo de enerxía eléctrica aínda que o titular contratante será o Concello. Prestarase atención especial á estanqueidade de tanques, canles e tubaxes; ao sentido de xiro, consumo e rendemento das máquinas e ao correcto funcionamento da sinalización eléctrica e dos sistemas de seguridade.. DOCUMENTO Nº3. Unha vez que todas estas probas dean o resultado esixido e se resolvan as observacións que para esta etapa impoña o Director de Obra, este dará a Orde de Iniciación das probas de proceso que se estenderán polo tempo preciso e inferior a tres meses. Esta Orde conterá, ademais, as seguintes determinacións. a) Lista de observacións que conteñan, por unha banda, a relación de problemas pendentes de resolver no caso de producirense, e a de puntos que deban ser estudados ou vixiados, de xeito especial, durante as probas de proceso. b) Programa e especificacions das probas que se deberán realizar durante a seguinte etapa. c) Relación de pinturas, arranxos de urbanización, detalle de acabado e outros traballos de pequena importancia que poidan efectuarse durante a etapa seguinte. As probas de proceso comprenden as operacións precisas para poñer a réxime estable a planta así como o mantemento de devandito réxime durante non menos de quince días consecutivos. Enténdese por réxime estable aquel en o cal todos os elementos da Liña de Auga funcionen na forma prevista e cun grado de eficiencia non inferior ao 90 % do ofrecido e requirido polo contrato, tanto individual como conxuntamente. Durante as probas, realizaranse os ensaios e probas especificadas cuxos resultados incluír nun Parte Oficial de Control. Nesta Parte anotaranse todos os problemas que se produzan na estación depuradora, debendo levantar Actas de Parada, Acta de Avería e Acta de Posta en Marcha cada vez que se produza unha anomalía no regular funcionamento da instalación, e relacionar os elementos que requiran reparación, modificación sustitución aínda que non se produciron paradas ou totais da instalación. Unha vez finalizadas as probas de proceso, obtendo os resultados esixidos, estean resoltas as observacións da Lista e finalicen os traballos pendentes da etapa anterior, procederase a levantar a acta correspondente no que o Director da Obra dará constancia da finalización das obras e do correcto funcionamento das instalacións. Si supérase o prazo de tres meses para o período de probas de proceso, ben por non poñer en réxime estable a planta, ben por non estar resoltas as observacions da lista ou finalizados os traballos pendentes, o Director de Obra sinalará un prazo en coñecemento do órgano de contratación para que, se o estima convinte ,se apliquen as depreciacións indicadas nos Pregos ou se establezan calquera tipo de compensación cuxo cumprimento será obrigatorio para o Contratista. Ata o momento do levantamento da mencionada Acta, todos os gastos que se ocasionen con motivo da explotación e probas de proceso da planta (persoal, reactivos químicos, auga potable, evacuación de lodos, análises, etc) salvo a enerxía eléctrica serán por conta do Contratista, o cal terá dereito ao abono dos quince días de explotación anteriores á firma do Acta de finalización das obras. Estes quince días serán computables como prazo de explotación.. PERÍODO DE GARANTÍA. Unha vez levantada a acta de Recepción, procederase á entrega da Instalación ao Concello, ou outro Organismo que proceda, para a súa explotación, iniciándose o período de garantía, cuxa duración será dun ano. Durante esta etapa, o Organismo responsable da explotación realizará os ensaios e probas especificadas neste Prego, cuxos resultados incluír nun Parte Oficial de Control, que en todo momento estará a disposición do contratista e da Dirección de Obra. Neste parte, anotaranse todos os problemas que se produzan na estación depuradora, debéndose levantar "Acta de parada", "Acta de avería" e "Acta de posta a punto en marcha", cada vez que se produza unha anomalía no regular funcionamento da instalación. Tamén se anotarán os elementos que requiran reparación, modificación ou sustitución, sen que provoquen a parada parcial ou total da instalación.. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 8.
(13) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) O tempo que a instalación permaneza parada total ou parcialmente será recuperado mediante a extensión do prazo de garantía. Exceptúanse os tempos de parada por causas alleas ao Contratista. O Contratista terá acceso permanente á información técnica da explotación e poderá realizar cantos ensaios e análises estime oportunos para comprobar que a explotación realízase de acordo cos criterios do Proxecto. O Contratista prestará asistencia técnica ao equipo que leve a explotación, correndo os gastos á súa costa. Para ese efecto, será exixible ao Contratista a posta a disposición de cantos especialistas precísense a tal fin, cun prazo dunha semana para a súa presenza na instalación desde o requerimiento da mesma. Ao finalizar o Período de garantía, a Dirección de Obra comprobará que o funcionamento da instalación e o cumprimento das características ofertadas correspóndese coas condicións aceptadas no momento da recepción. Si as características fosen inferiores ás obtidas no seu día no período de explotación, a Dirección de Obra decidirá si a instalación é admisible coas correspondentes depreciacións ou compensacións, ou si o Contratista debe modificar a instalación, á súa costa, para obter os resultados ofertados. Pola contra, si durante o período de garantía, como consecuencia de modificacións introducidas polo contratista, se obtivesen aqueles resultados, abonaranse as depreciacións que fosen retidas, pero non as obras de compensación ou modificacións realizadas. Os resultados das probas de rendemento que durante este período se realicen dacordo co sinalado neste Prego e as que se deriven do Acta de Recepción, estableceranse sistematicamente nos seus distintos aspectos, sendo asinados polo Contratista e a Dirección das obras. Con este fin e co de levantamiento das actas anteriormente mencionadas, o Contratista estará obrigado a dispoñer dun representante con capacidade suficiente, cuxa presencia na instalación adecuarase ás necesidades da mesma. Os resultados das probas servirán de base ao establecemento de sancións e á valoración final. Comprobado o correcto funcionamento da planta e aceptados os resultados obtidos pola mesma, a dirección de obra tramitará o informe de devolución de fianza das obras executadas polo Contratista. 3.3.2.- DANOS E PREXUÍZOS O Contratista será responsable de cantos danos e prexuízos poidan ocasionarse con motivo da execución das obras, sendo da súa conta as indemnizacións que polos mesmos correspondan, de acordo co artigo 134 do Regulamento de Contratación e a Cláusula 12 do Prego de Cláusulas Administrativas Xerais 3.3.3.- PROBAS E ENSAIOS Os ensaios e recoñecementos, verificados durante a execución das obras, non teñen outro carácter que o de simple antecedente para a Recepción. Doutra banda, a admisión de materiais, elementos ou unidades, de calquera forma que se realice no curso das obras e antes da súa recepción, non atenúa as obrigacións de emendalos totalmente no momento da recepción. Pola Dirección das Obras inspeccionaranse os distintos elementos das instalacións, tanto en taller como en obra, e será obrigación do Contratista tomar as medidas necesarias para facilitar estas inspeccións. As distintas probas realizaranse de acordo aos períodos sinalados para o desenvolvemento do contrato. A tal fin, tipifícanse as mesmas nos seguintes subapartados, describindo con maior detalle as probas para cada material ou elemento no apartado correspondente.. DOCUMENTO Nº3. 3.3.3.1- PROBAS DE TALLER Segundo a importancia dos elementos fabricados, realizaranse probas antes do seu envío á obra, ou simplemente entregaranse protocolos oficiais de probas de homologación das firmas fabricantes. A Administración poderá delegar a inspección en taller a empresas especializadas. O Contratista comunicará con 15 días de antelación as datas en que se realizarán as probas en taller dos distintos elementos. Se asiste representante da Administración, este asinará, xunto co Contratista e o Fabricante, o Certificado de probas correspondentes; de non ser así, devandito certificado, asinado exclusivamente polo Contratista e o Fabricante, será enviado á Administración na forma prescrita no Proxecto de Construción.. 3.3.3.2- PROBAS DURANTE A CONSTRUCIÓN Os representantes na obra da Administración poderán realizar as probas que consideren necesarias, unha vez instalados os elementos en obra, debendo o Contratista prestar o persoal e os medios necesarios e sendo da súa conta os gastos correspondentes. De devanditas probas redactaranse certificados asinados polos representantes na obra da Administración e o Contratista. Estas probas inclúen probas hidráulicas, medidas de terra, illamentos, análises de ferros e formigóns, revestimentos, estanqueidade e demais probas similares. Probas de equipos e elementos A estanqueidade dos distintos elementos contenedores de líquidos ou gases, o sentido de xiro, consumo, conexionado e rendemento das máquinas, así como as postas a terra, elementos de sinalización e seguridade, serán probados, elemento por elemento durante o período de probas de equipos e elementos. O persoal e gastos necesarios, incluídos os de produtos químicos e enerxía eléctrica, correrán a conta do Contratista.. 3.3.3.3- PROBAS DE RENDEMENTOS Durante os períodos Explotación e Garantía, e na forma que a Administración determine no Acta de Recepción, realizaranse as adecuadas probas que veñan ratificar o correcto funcionamento da planta, ou a comprobar que se corrixiron as desviacións detectadas nas probas de funcionamento. Dos resultados destas probas deducirase a aplicación das determinacións do apartado 8.19 deste Prego. 3.3.4.- MEDICIÓN, VALORACIÓN E PAGO DA OBRA CIVIL, EQUIPOS E INSTALACIÓNS Actuarase de acordo coas especificacións que a continuación se mostran e os criterios de medición que se establecen no Proxecto.. 3.3.4.1- DA OBRA CIVIL Efectuarase mensualmente unha medición a orixe da obra realmente executada, que se valorará cos Cadros de Prezos aprobados.. 3.3.4.2- DOS EQUIPOS E INSTALACIÓNS Considerarase como valor da Obra executada ata un momento dado a suma das partidas seguintes: a. O cincuenta por cento (50%) do prezo de Proxecto dos equipos fabricados en taller, cando sexa aceptado pola Administración o Certificado ou Certificados de probas correspondentes nos casos establecidos, unha vez recibido o equipo de que se trata no lugar das obras ou se almacene en lugar autorizado pola Dirección de Obra. O pago deste concepto terá natureza de anticipo por provisións. b. O trinta por cento (30%) dos mesmos prezos anteriores unha vez montados en obra os equipos.. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 9.
(14) Mellora do saneamento rural no sur do concello de Ordes (A Coruña) c. O dez por cento (10%) dos mesmos prezos do apartado "a" cando se probaron en obra os equipos e elementos con resultados satisfactorios. d. O 80 x I/100 do prezo dos elementos construídos "in situ", sendo I a porcentaxe da unidade illada correspondente aos mesmos. e. O 10 x I/100 dos mesmos prezos anteriores, unha vez probadas as instalacións correspondentes f. dentes, con resultados satisfactorios, nas probas de posta a punto.. 3.3.4.4 - RELACIÓN VALORADA E CERTIFICACIÓN Todos os meses, a partir da data de comezo das obras polo Contratista, a Dirección das Obras formulará unha Relación Valorada, orixe da obra executada. Dita relación conterá as medicións efectuadas dacordo cos criterios presentados no Proxecto. O Contratista terá un prazo de dez (10) días para examinala e dentro do mesmo deberá dar a sua conformidade ou facer os reparos que considere oportunos ante a Dirección das Obras, a cal aceptará ou rexeitará as reclamaciones do Contratista. Tomando como base a Relación Valorada indicada no párrafo anterior, a Dirección das Obras expedirá a correspondente Certificación que se remitirá ao Servizo de Calidade de Augas do ente Augas de Galicia dentro do mes seguinte ao período a que se refira. Estas Certificacions terán o carácter de documentos provisionais a boa conta, suxeitos ás rectificaciones e variacións que produza a medición final, non supoñendo tampouco ditas Certificacions aprobación nin recepción das obras que comprenda. Superadas as probas de proceso, si non houbese lugar a retenciones ou depreciacións, emitirase unha Certificación por valor do dez por cento (10%) do orzamento correspondente aos equipos e obras, que completará o pago limitado con anterioridad ao noventa por cento (90%).. 3.3.4.5- PAGO DAS CERTIFICACIONS As certificacions abonaranse ao Contratista de acordo coa Lei de Contratos do Estado e demais disposicións legais vixentes. 3.3.5.- RECEPCIÓN E LIQUIDACIÓN Realizaranse de acordo co especificado nas Cláusulas que seguen.. 3.3.5.1- RECEPCIÓN Rematado o período de explotación con resultados satisfactorios procederase á Recepción na forma que dispón a lexislación vixente. Para iso deberán terse cumprido as condicións seguintes: a. Resultado satisfactorio de todas as probas realizadas. Cumprimento de todas as obrigacións contidas no Contrato ou en acordos posteriores. Cando por calquera causa imputable ao Contratista non procedese efectuar a Recepción, a Dirección das Obras suspenderá esta e sinalará un prazo prudencial para obviar o obstáculo, caso de que fose fácilmente subsanable. Se o obstáculo fose grave ou de transcendencia, poñerao en coñecemento da superioridade para a determinación que proceda, cuxo cumprimento será obrigatorio para o Contratista, independente do prescrito no apartado 8.19 deste Prego. Cando existan as condicións técnicas para a recepción redactarase o correspondente Acta que deberán asinar os representantes que designe a Administración e o Contratista. A acta conterá necesariamente os seguintes documentos: a. Relación de problemas de funcionamento, pendentes de resolver, si ha lugar. DOCUMENTO Nº3. b. Lista de observacións que conteña os puntos que deban ser especialmente estudados ou vixiados durante o período de garantía. c. Programa de especificacions de probas de rendemento a realizar durante o período de garantía. Programa de especificacions da proba e regulación para caudales estacionales extremos, si non se realizaron totalmente durante o período de probas de funcionamento. No momento da Recepción, o Contratista entregará á Administración tres (3) exemplares do Documento Final da Obra. Este documento será o resumo ordenado de todas as obras e servizos construídos baseándose nos documentos seguintes: Proxecto final de construción, que inclúa as modificacións introducidas. Documentos de detalle Resultados de probas. 3.3.5.2- DEVOLUCIÓN DE FIANZA A devolución de fianza efectuarase logo de terminado o período de garantía na forma e condicións establecidas na Lei das Administracións Públicas e demais disposicións legais vixentes. No informe quedarán resoltas todas as cuestións que no Acta de Recepción quedaron pendentes do funcionamento durante o período de garantía, ademais de mostrar a conformidade das probas de rendemento. O Contratista entregará seis (6) exemplares dos resultados das citadas probas, xunto con fotocopia das Actas de Parada, Posta en marcha e Avarias.. 3.3.5.3- LIQUIDACIÓN Sobre a base da medición e valoración xeral efectuadas ao tempo da Recepción e das sancións que puidesen corresponder, redactarase a liquidación das obras, que deberá quedar formulada dentro dos seis (6) meses seguintes á data de aprobación do Acta de Recepción. 3.3.6.- TRABALLOS DE POSTA A PUNTO DURANTE O PRIMEIRO ANO DE EXPLOTACIÓN Os traballos comprenderán todas as operacións necesarias para o correcto funcionamento das instalacións, así como o adecuado mantemento e limpeza, a consolidación da jardinería con reposición das perdas e as reparaciones de equipos que a conservación da instalación xere. Así mesmo, ocuparase do transporte dos desechos, lodos e subproductos aos vertederos que a Administración (ou o Concello, no seu caso) indíquelle dentro dun radio non superior a 10 km. Todos os gastos de explotación que se produzan, incluídos medios auxiliares, pequenos materiais e máquinas de aluguer serán de conta do Contratista, salvo os de enerxía eléctrica e reactivos que neste período serán a cargo do Concello. O adxudicatario virá obrigado a realizar os Partes de funcionamento da instalación polo que deberá controlar os caudales diarios dos distintos procesos e as análises seguintes: Sólidos en suspensión do influente: 1 por día laborable. Sólidos suspendidos do efluente: 1 por cada día laborable DQO do influente: 1 por día laborable DQO do efluente: 1 por día laborable DBO5 total do influente: 1 por día laborable DBO5 total do efluente: 1 por día laborable DBO5 soluble do efluente: 1 por día laborable NTK do influente: 1 por semana N. amoniacal do efluente: 1 por semana. PREGO DE PRESCRIPCIÓNS TÉCNICAS PARTICULARES. 10.
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